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      <title>6.ºA_Mural das doenças cardiovasculares by Vera Gorjão</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-27 20:06:14 UTC</pubDate>
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         <title>Cardiopatias congénitas</title>
         <author>6daea20222023</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>São</strong> <strong>malformações cardíacas que ocorrem no coração do feto (no útero materno) durante o seu desenvolvimento.</strong> Estão presentes ao nascimento, embora, em alguns casos, só sejam diagnosticadas mais tarde, durante a infância ou mesmo na idade adulta. <br><strong>Sintomas: </strong>Podem manifestar-se por cianose (pele azulada), insuficiência cardíaca, sopro cardíaco ou arritmias. Podem ser identificadas no útero materno através de ultrassons ou de um ecocardiograma.<br><strong>Prevenção:</strong> As cardiopatias congênitas podem ser prevenidas em parte através da vacinação contra a rubéola e do consumo de ácido fólico.<br>Vera Gorjão</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-27 20:24:34 UTC</pubDate>
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         <title>Endocardite</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A endocardite é uma inflamação no endocárdio (revestimento interno do coração).</strong> Geralmente é causada por uma infeção bacteriana ou fúngica que entra na corrente sanguínea e que se instala no endocárdio. A endocardite pode afetar as válvulas cardíacas podendo provocar danos permanentes ao coração, caso não seja tratada de forma adequada.</div><div>A principal <strong>causa</strong> da endocardite é a infeção. No entanto, esta doença também pode ocorrer como consequência de outras doenças como cancro, febre reumática ou doenças autoimunes.&nbsp;</div><div>Os <strong>sintomas</strong> da endocardite podem incluir calafrios, febre, perda de peso, suor em excesso, dores no peito, dores musculares, falta de ar e tosse persistente.&nbsp;</div><div>O <strong>diagnóstico</strong> de endocardite é feito, geralmente, com recurso a exames, como por exemplo um ecocardiograma. <br>A principal forma de <strong>tratamento</strong> é o uso de antibióticos ou antifúngicos, dependendo da causa. Em alguns casos pode ser necessário recorrer a uma cirurgia para reparação ou substituição das válvulas cardíacas danificadas.<br>Algumas medidas que podem ajudar a <strong>prevenir</strong> a endocardite são: manter uma boa higiene oral, evitar infeções na pele causadas por tatuagens ou <em>piercings</em>, prevenir infeções após a realização de alguma cirurgia, evitar o uso de drogas injetáveis, e caso já existam lesões cardíacas, fazer administração preventiva de antibióticos antes de qualquer intervenção oral ou outras que envolvam as vias aéreas, a pele ou tecidos mais profundos.<br>Matilde Pereira, nº 19<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-29 18:04:22 UTC</pubDate>
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         <title> Endocardite bacteriana</title>
         <author>mihaiela</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2537208340</link>
         <description><![CDATA[<div>O que é Endocardite ?<br>Endocardite é uma infeção no endocárdio (revestimento interno do coração). Normalmente a doença acontece quando uma bactéria ou germes de outra parte do corpo, como os da boca, se espalham pelo sistema sanguíneo se ligando a áreas afetadas do coração. A endocardite é incomum em pessoas com coração saudável.<br>Quando o sangue passa dos átrios para os ventrículos, as válvulas impedem a volta do sangue, mantendo o fluxo sempre na mesma direção. São estas válvulas que podem ser infectadas por bactérias, fungos, vírus, ou outros microrganismos. Se não for tratada, a doença pode danificar ou destruir as válvulas do coração trazendo complicações para o resto da vida.<br><strong>Causas</strong></div><div>Endocardite acontece quando germes entram na corrente sanguínea, viajam até o coração (normalmente com alguma condição de saúde pré-existente) e se ligam às suas válvulas ou tecido. Na maior parte dos casos a infecção é causada por uma bactéria, mas fungos ou outros microrganismos também podem ocasionar a doença.<br><br></div><div>Normalmente o agente infecioso entra na corrente sanguínea através de:</div><ul><li>Atividades como escovar os dentes ou mastigar alimentos, especialmente se os dentes e gengivas não são saudáveis</li><li>Áreas com infecções, seja uma infecção de pele, intestino, ou até uma doença sexualmente transmissível</li><li>Cateteres ou agulhas</li><li>Procedimentos dentais, por exemplo, os que causam cortes nas gengivas.</li></ul><div><strong>Sintomas</strong></div><div>A endocardite pode se desenvolver vagarosamente ou de repente, dependendo de qual infecção está originando o problema e se a pessoa já tem algum problema cardíaco. Os sintomas podem variar, mas a maioria inclui:<br><br></div><ul><li><a href="https://www.minhavida.com.br/saude/temas/febre"><strong>Febre</strong></a> e calafrios</li><li><a href="https://www.minhavida.com.br/saude/temas/sopro-no-coracao"><strong>Sopro no coração</strong></a></li><li><a href="https://www.minhavida.com.br/saude/temas/fadiga"><strong>Fadiga</strong></a></li><li>Dor nos músculos e articulações</li><li><a href="https://www.minhavida.com.br/saude/temas/sudorese"><strong>Sudorese</strong></a> noturna</li><li>Respiração curta</li><li>Palidez</li><li><a href="https://www.minhavida.com.br/saude/temas/tosse"><strong>Tosse</strong></a> persistente</li><li><a href="https://www.minhavida.com.br/saude/temas/perda-de-peso-nao-intencional"><strong>Perda de peso não-intencional</strong></a></li><li>Sangue ou outras alterações na urina</li><li>Suor nos pés, pernas e abdômen</li><li>Nódulos de Osler, que são pontos vermelhos dolorosos em baixo da pele dos dedos</li><li>Petéquias, que são pequenas manchas roxas ou vermelhas na pele, ou manchas brancas nos olhos e/ou dentro da boca.</li></ul><div><strong>Como é feito o diagnóstico da doença?</strong></div><div>O diagnóstico costuma ser realizado por meio do ecocardiograma, que identifica se há presença de infecções nas válvulas do coração. O mais indicado é o ecocardiograma transesofágico, feito por via endoscópica e mostrando inflamações menores que poderiam passar despercebidas pelo ecocardiograma transtorácico.<br><br></div><div>Já o tipo de bactéria que está causando a endocardite é identificado por hemocultura, um exame de sangue capaz de detectar a presença de bactérias circulando na corrente sanguínea.<br><br></div><div><strong>Qual é o tratamento indicado?</strong></div><div>O tratamento para endocardite precisa começar assim que houver uma suspeita dessa infecção. Ele é feito no hospital, pois são administradas altas doses de antibióticos por via venosa durante, no mínimo, quatro semanas. A escolha do antibiótico é baseada no tipo de bactéria detectada pela hemocultura.<br><br></div><div>O objetivo é evitar lesões nas válvulas cardíacas e complicações maiores. Em casos graves, por exemplo, pode ocorrer destruição dessa estrutura e é preciso realizar uma cirurgia de troca de valvar, implantando uma válvula artificial.<br><br></div><div><strong>Como prevenir a endocardite bacteriana?</strong></div><div>De modo geral, a prevenção deve ocorrer por meio da <a href="https://blog.goldencross.com.br/doencas-comuns-causadas-pela-ma-higiene-bucal/"><strong>higiene bucal</strong></a> adequada, escovando os dentes da maneira correta, usando o fio dental e visitando regularmente o dentista, para realizar tratamentos sempre que necessário.<br><br></div><div>Esse hábito impede que as bactérias possam causar doenças como a periodontite e outros problemas que facilitem a propagação das bactérias na boca. Além disso, tabagistas crônicos, pessoas com piercings bucais e usuários de drogas injetáveis precisam ter um cuidado ainda maior com a saúde bucal.<br><br></div><div>Em pessoas com propensão a ter endocardite bacteriana, é preciso utilizar antibióticos antes de qualquer procedimento que possa levar a esse problema, como é o caso da extração de dentes e dos tratamentos de gengiva.<br><br></div><div>Caso note gengivas inchadas, vermelhas, sangrando com frequência, <a href="https://blog.goldencross.com.br/como-acabar-com-o-mau-halito/"><strong>mau hálito</strong></a> e dentes sensíveis, procure um dentista de confiança. Esses fatores apontam para a má escovação e se torna um gatilho para esse tipo de infecção bacteriana.<br><br></div><div>Inclusive, se você costuma ter dor de dente, é importante descobrir a causa, uma vez que ela pode ser diversa, e realizar o tratamento adequado para que o problema não progrida e possa causar complicações como a endocardite bacteriana.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-29 19:01:35 UTC</pubDate>
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         <title>Enfarte do Miocárdio</title>
         <author>monteiroalice2011</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2538936211</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que é o Enfarte do Miocárdio?<br></strong>Um enfarte do miocárdio, também chamado de “ataque cardíaco”, ocorre quando uma ou mais artérias que irrigam o coração ficam bloqueadas e este órgão não recebe sangue e oxigénio nas quantidades que necessita. Nestas condições, as células da área afetada morrem<br><br><strong>Causas do Enfarte do Miocárdio</strong> ?<br>A maioria dos enfartes do miocárdio é causada por coágulos que, por sua vez, resultam do processo de aterosclerose, que envolve estreitamento e rigidez das artérias. A presença de níveis elevados de triglicéridos e de colesterol LDL (o “mau” colesterol) conduz à formação de placas no interior das artérias, reduzindo o fluxo de sangue. Fatores como a hipertensão arterial, acumulação do aminoácido homocisteína, tabaco, diabetes e inflamação crónica também contribuem para a aterosclerose.&nbsp;</div><div>Noutros casos, o fluxo de sangue até ao coração é interrompido por um espasmo numa artéria coronária. <br><br><strong>Principais Fatores de Risco do Enfarte do Miocárdio</strong>&nbsp;</div><ul><li>Consumo de tabaco;&nbsp;</li><li>Dieta rica em gorduras,&nbsp; &nbsp;</li><li>Presença de níveis elevados de colesterol LDL;&nbsp;</li><li>Falta de exercício físico;&nbsp;</li><li>Excesso de peso;&nbsp;</li><li>Antecedentes familiares de enfarte;&nbsp;</li><li>Diabetes;&nbsp;</li><li>Hipertensão arterial;&nbsp;</li><li>Stress;&nbsp;</li><li>A menopausa (no caso das mulheres).&nbsp;</li></ul><div><br><strong>Sintomas</strong>&nbsp;</div><div>Os enfartes do miocárdio podem manifestar-se de diversas formas, por vezes bastante enganadoras. As mais comuns são:&nbsp;</div><ul><li>&nbsp; Dor em forma de aperto no peito;&nbsp;</li><li>&nbsp; Ritmo cardíaco acelerado;&nbsp;</li><li>&nbsp; Respiração irregular e rápida;&nbsp;</li><li>&nbsp; Falta de ar; &nbsp;</li><li>&nbsp; Tonturas;&nbsp;</li><li>&nbsp; Fraqueza;&nbsp;</li><li>&nbsp; Náuseas e vómitos;&nbsp;</li><li>&nbsp; Sudação/suores frios;&nbsp;</li><li>&nbsp; Sensação de pânico/ansiedade.&nbsp;</li></ul><div><br><strong>Diagnósticos</strong>&nbsp;</div><div>Quando há sintomas de um enfarte do miocárdio, é essencial recorrer de imediato a um hospital. Quando mais tempo passar, menores são as possibilidades de recuperação. O diagnóstico baseia-se na avaliação clínica, no eletrocardiograma&nbsp; e análises ao sangue. Podem ser solicitados exames adicionais, como uma radiografia ao tórax, ecocardiograma ou um cateterismo cardíaco. <br>&nbsp;<br><strong>Prevenção</strong>&nbsp;</div><div>É possível reduzir o risco de ocorrência de um enfarte do miocárdio deixando de fumar, realizando exercícios aeróbicos (caminhar, nadar, andar de bicicleta) durante, pelo menos, 30 minutos diários, cinco dias da semana, reduzindo os níveis de stress e adotando uma dieta saudável, pobre em gorduras saturadas e rica em fruta, vegetais e cereais. A manutenção de um peso adequado é igualmente muito importante.&nbsp;</div><div>Se a pessoa tiver hipertensão arterial, diabetes ou colesterol, é essencial tratar e controlar essas condições já que tendem a aumentar o risco de um enfarte.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Sabias que...?</strong>&nbsp;</div><div>O enfarte agudo do miocárdio afeta 15 mil portugueses anualmente.&nbsp;</div><div>Em Portugal, um terço dos enfartes agudos do miocárdio registados revelam-se fatais. Esta doença cardiovascular pode afetar pessoas de várias faixas etárias, mas a sua prevalência aumenta com a idade, sobretudo a partir dos 65 anos.&nbsp;</div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 20:37:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arritmia Cardíaca</title>
         <author>21alice2011</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2540644945</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que é a Arritmia Cardíaca:</strong><br>A arritmia cardíaca é uma alteração dos batimentos cardíacos, que os pode tornar mais rápidos, mais lentos ou irregulares. Pode ser causada por doenças cardíacas congênitas, valvulopatias, anemia...entre outas. <br><br><strong>Principais sintomas:</strong></div><ul><li>Cansaço;</li><li>Palidez;</li><li>Dor no peito;</li><li>Suor frio;</li><li>Falta de ar;</li><li>Desmaio.</li></ul><div><br><strong>Causas:</strong><br> A arritmia cardíaca são alterações no ritmo normal das batidas do coração, podendo ser causada por doenças como<strong> </strong>anemia, ansiedade ou estresse.<br><br><strong>Tratamento:<br>&nbsp; </strong>O tratamento varia de acordo com os sintomas apresentados, mas possui como objetivo regular os batimentos cardíacos. Assim, pode ser indicado o uso de medicamentos, como a Propafenona ou o Sotalol.</div><div>É importante também evitar o consumo de álcool, drogas e bebidas com cafeína, pois podem alterar o ritmo cardíaco, além de praticar atividades físicas regulares e ter uma alimentação saudável.<br><br><strong>Prevenção:<br></strong>É possível prevenir as arritmias, a prevenção da doença cardiovascular reduz também a ocorrência da maioria das arritmias.</div><div><br><strong><br>&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 13:52:51 UTC</pubDate>
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         <title>Acidente  vascular cerebral ( AVC)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2540656026</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Quais os sintomas do avc/derrame cerebral?</strong></div><ul><li>Fraqueza de um lado do corpo.</li><li>Alteração ou perda de visão.</li><li>Dificuldade para falar.</li><li>Desvio de rima labial (sorriso torto)</li><li>Desequilíbrio e tontura.</li><li>Alterações na sensibilidade.</li><li>Dores de cabeça fortes e persistentes.</li><li>Dificuldade para engolir.</li></ul><div>As consequências do AVC podem ser diversas: dificuldade na mobilização de um membro, alteração de linguagem com dificuldade de expressão ou de compreensão, alteração da visão, alteração da deglutição, alteração do equilíbrio, alteração da sensibilidade, entre outras.<br><br>Trabalho realizado por João Gomes e João Nunes</div><div>​</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 14:13:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Enfarte do Miocárdio</title>
         <author>Bernardoloureirocoutinho</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2540844266</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>enfarte do miocárdio</strong> é a designação também dada a um ataque cardíaco. Ocorre quando uma ou mais artérias que irrigam o coração ficam bloqueadas e este órgão não recebe sangue e&nbsp; oxigénio nas quantidades que necessitam.&nbsp; Um enfarte do miocárdio é uma emergência médica que requer tratamento imediato.<br>A maioria dos enfartes é causado por coágulos que resultam do estreitamento e rigidez das artérias. São a principal causa de morte em Portugal.<br><br><strong>Sintomas do enfarte do miocárdio:<br></strong>O sintoma mais característico do enfarte agudo do miocárdio é a dor em forma de aperto no coração, no lado esquerdo do peito, que pode ou não estar associada a outros sintomas, como: Tontura; Mal-estar; Enjoo; Suor frio; Palidez; Sensação de peso ou dor no estômago; Sensação de aperto na garganta<br><br><strong>Consequências do enfarte do miocárdio:</strong><br>O enfarte agudo do miocárdio resulta da<strong> obstrução das artérias coronárias, lesando o músculo cardíaco, com morte da parte que fica além da artéria que deixou de funcionar</strong>. Uma parte do coração irá ficar afetado e funcionar mal, condicionando incapacidade para as tarefas do dia-a-dia que até então realizava com facilidade.<br><br><strong>Tratamento:</strong><br>O objetivo é restabelecer o fluxo sanguíneo interrompido e preservar o mais possível o músculo cardíaco e a sua função. A nitroglicerina tem uma ação vasodilatadora e é útil enquanto se aguarda a chegada da equipa de emergência médica. No hospital podem-se fazer angioplastias para desbloquear a artéria entupida. Pode-se usar aspirina, que impede a coagulação do sangue e anticoagulantes como a heparina. A cirurgia também pode ser necessária, como o cateterismo, que consiste na dilatação da artéria obstruída, stent ou um enxerto, bypass, que permite contornar a artéria obstruída e restabelecer o fluxo sanguíneo. <br><br><strong>Prevenção:</strong><br>Para reduzir o risco de enfarte, deve deixar de fumar, fazer exercício físico durante pelo menos 30 minutos por dia, reduzir o stress e ter uma alimentação saudável, pobre em gorduras e rica em fruta, vegetais e cereais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 22:28:01 UTC</pubDate>
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         <title>Angina</title>
         <author>constancafojo</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2541274706</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Porque a angina acontece</em></strong><br><strong>A maior causa da angina é a aterosclerose</strong>, que acontece quando placas de gordura se acumulam dentro das artérias coronárias, responsáveis por levar sangue ao músculo do coração. Ao longo da vida, esse acúmulo de gordura faz com que as artérias se estreitem ou até mesmo fiquem obstruídas. Assim, o coração não recebe os nutrientes necessários, como o oxigênio, por conta da diminuição do fluxo sanguíneo, o que causa dor no peito. A aterosclerose pode ser <strong>provocada por vários fatores</strong>:<br><br>&nbsp; &nbsp;• Idade superior a 65 anos;</div><ul><li>Pressão alta;</li><li>Diabetes;</li><li>Tabagismo;</li><li>Obesidade;</li><li>Sedentarismo;</li><li>Histórico familiar;</li><li>Altas taxas de colesterol no sangue.</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; <br><strong><em>Sinais e sintomas da angina</em></strong></div><div>Variam de pessoa para pessoa os sinais e sintomas da angina. <strong>Em geral, a dor no peito ou desconforto é breve</strong>, com duração de cinco a 15 minutos. <strong>Mas a angina também pode causar:</strong></div><div><br></div><ul><li>Sensação de peso, queimação, pressão ou aperto no peito;</li><li>Sensação de indigestão;</li><li>Falta de ar ou sufocação;</li><li>Fadiga;</li><li>Náuseas e vômitos;</li><li>Formigamento ou dor nos ombros, braços e/ou pulsos;</li><li>Dor na mandíbula, pescoço, garganta, dentes, gengivas e/ou lóbulos das orelhas.</li></ul><div><br><strong><em>Como é o tratamento da angina</em></strong></div><div>O tratamento da angina é voltado para aliviar a dor, impedir futuros episódios e desacelerar a progressão de insuficiência coronária. Ele pode ser feito por meio de medicamentos e controle dos fatores de risco que aumentam as chances de desenvolvimento de insuficiência coronária.</div><div><strong>Medicamentos</strong> – as categorias de nitratos, betabloqueadores e antagonistas do cálcio ajudam a melhorar os sinais e sintomas da angina e melhoram a irrigação sanguínea. Já remédios antiplaquetários ajudam a diminuir o risco de formar coágulos nas paredes sanguíneas.</div><div><strong>Ponte de safena</strong> – é indicada quando a angina continua mesmo com o uso da medicação ou se uma ou mais artérias estão muito obstruídas. Nesta cirurgia, uma veia, normalmente retirada da perna, é enxertada ou ligada à artéria bloqueada.</div><div><strong>Angioplastia</strong> - nesse procedimento, o médico guia um balão inflável na ponta de um tubo em direção à artéria obstruída. Quando o balão se abre, os depósitos de gordura são empurrados, desobstruindo as artérias.<br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 18:14:13 UTC</pubDate>
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         <title>Valvulopatias</title>
         <author>noarebelo2011</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2545121827</link>
         <description><![CDATA[<div>As<strong> valvulopatias</strong> são também conhecidas por<strong> doenças das válvulas cardíacas</strong>, são mais frequentes em homens a partir dos 65 anos e mulheres a partir&nbsp; dos 75 anos e surge devido à concentração de cálcio nas válvulas do coração, dificultando o fluxo sanguíneo devido ao seu endurecimento.<br><br><br><strong>SINTOMAS:<br></strong>-Dor no peito;<br>-Sopro no coração;<br>-Cansaço excessivo;<br>-Falta de ar;<br>-Inchaço nas pernas e nos pés.<br><br><strong>PREVENÇÃO:<br></strong>-Não fumar;<br>-Manter o peso saúdavel;<br>-Evitar bebidas alcoólicas e cafeina;<br>-Fazer exercício físico;<br>-Controlo de diabetes e pressão arterial;<br>-Dormir 8 a 9 horas por dia.<br><br><br>Noa Rebelo&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 15:04:09 UTC</pubDate>
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         <title>Hipertensão Arterial</title>
         <author>diana13cruz06</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2548094595</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>hipertensão arterial (HTA)</strong>, é uma doença crónica e caracteriza-se por uma pressão sanguínea excessiva na parede das artérias, acima dos valores considerados normais, que ocorre de forma crónica. Define-se hipertensão arterial quando a pressão máxima é maior ou igual a 140 mmHg (vulgo 14), ou a pressão mínima é maior ou igual a 90 mmHg (vulgo 9).<br><br>A<strong>&nbsp;pressão arterial</strong> é a força que o sangue faz sobre a parede das artérias, durante a sua circulação, e resulta em duas medidas:</div><ul><li><strong>sistólica ou “máxima”</strong>: aparece em primeiro lugar e mede a força com que o coração se contrai e “expulsa” o sangue do seu interior.</li><li><strong>diastólica ou “mínima”</strong>: é o segundo valor e diz respeito à medição da pressão quando o coração relaxa entre cada batimento.</li></ul><div>&nbsp;Quando a pressão arterial é normal permite que o sangue se distribua por todo o corpo, chegando a todos os órgãos, embora o valor da pressão arterial não seja sempre igual variando (dentro dos valores normais) durante as 24h do dia.</div><div>Em determinados momentos, o valor de pressão arterial pode aumentar devido a esforços físicos ou emocionais, e após a resolução dessas situações, é normal que os seus valores voltem aos níveis considerados normais. Com o avançar da idade a pressão arterial também aumenta.</div><div>A pressão arterial tem consequências negativas para a saúde quando se encontra elevada de forma crónica ou quando aumenta subitamente.<br><br>Existem dois tipos de hipertensão arterial:</div><ul><li><strong>primária (também chamada por vezes de essencial)</strong>, é aquela em que não é conhecida a causa, e que algumas situações podem facilitar o aumento da pressão arterial, nomeadamente:<ul><li>o consumo excessivo de sal;</li><li>a <a href="https://www.sns24.gov.pt/tema/doencas-cronicas/obesidade/">obesidade</a>;</li><li>o envelhecimento;</li><li>o stress emocional;</li><li>entre outros fatores.</li></ul></li><li><strong>secundária</strong>, nos doentes em que a causa é identificável e poderá ser tratada com uma intervenção específica e dirigida.</li></ul><div><br></div><div><strong>Quais os sintomas da hipertensão arterial?</strong><br>É habitual dizer-se que a hipertensão arterial é uma doença silenciosa porque na grande maioria das vezes não causa sintomas. No entanto, com o decorrer dos anos, a pressão arterial acaba por danificar precocemente os vasos sanguíneos e os principais órgãos do organismo, como o cérebro, o rim e o coração, podendo provocar sintomas como:</div><ul><li>dores de cabeça;</li><li>tonturas;</li><li>zumbidos;</li><li>aumento dos batimentos cardíacos;</li><li>dor no peito;</li><li>falta de ar.</li></ul><div><br><strong>Quais as causas da hipertensão arterial?</strong></div><div>A hipertensão arterial pode ser causada por:</div><ul><li>stress;</li><li>excesso de peso;</li><li>ingestão excessiva de sal, açúcar ou de álcool;</li><li>tabaco;</li><li>colesterol elevado.</li></ul><div><br><strong>Quais as consequências da hipertensão arterial?</strong></div><div>A longo prazo, a hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de:</div><ul><li>Acidente Vascular Cerebral (AVC);</li><li><a href="https://www.sns24.gov.pt/tema/doencas-do-coracao/enfarte-agudo-do-miocardio/">ataque cardíaco</a>;</li><li>insuficiência cardíaca;</li><li>insuficiência renal;</li><li>perda gradual da visão;</li><li>disfunção eréctil;</li><li>doença arterial periférica.</li></ul><div><br>A <strong>hipertensão arterial pode ser fatal</strong> na ocorrência de uma elevação súbita e marcada da pressão arterial (conhecida como crise hipertensiva). A sua gravidade relaciona-se, principalmente, com o grau da elevação da pressão arterial e com a rapidez de instalação, e não tanto com o valor absoluto da pressão arterial.</div><div>Quando a crise hipertensiva se associa a sinais e sintomas de lesão de órgãos-alvo (coração, rim, cérebro, etc.) denomina-se de emergência hipertensiva e pode ser ameaçadora de vida.<br><br><strong>Prevenção:<br></strong>Para prevenir a hipertensão arterial, o passo inicial é melhorar o seu estilo de vida:</div><ul><li><a href="https://www.sns24.gov.pt/guia/deixar-de-fumar/">não fumar</a>;</li><li>ter uma <a href="https://www.sns24.gov.pt/guia/alimentacao-saudavel/">alimentação saudável</a>;</li><li>fazer exercício físico regular;</li><li>evitar consumo excessivo de álcool</li><li>controlo de peso;</li><li>controlar a ingestão de sal, sódio e açúcar.</li></ul><div><br><strong>Tratamento:<br></strong>O tratamento da hipertensão arterial depende da sua gravidade. Numa primeira fase, devem-se alterar os hábitos alimentares e estilos de vida. Se estas mudanças não forem suficientes, existem diversos medicamentos disponíveis para o tratamento da hipertensão arterial, que podem ser usados isoladamente ou em combinação. Caberá ao médico decidir qual o melhor tratamento para cada caso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-09 19:13:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Doença arterial coronariana</title>
         <author>santiagobs2011</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2550144337</link>
         <description><![CDATA[<div>Doença arterial coronária ou doença arterial coronariana&nbsp; é um grupo de doenças que inclui angina estável, angina instável, enfarte do miocárdio e paragem cardiorrespiratória. Este grupo faz parte de um grupo maior de doenças, denominado doenças cardiovasculares, do qual é o tipo mais comum. O sintoma mais comum é dor ou desconforto no peito que se pode deslocar para o ombro, braço, costas, pescoço ou maxilar. Ocasionalmente os sintomas podem ser semelhantes a azia. Geralmente os sintomas manifestam-se durante o exercício físico ou em situações de stresse, duram poucos minutos e melhoram com repouso. Pode ainda verificar-se falta de ar. Em alguns casos não se manifestam sintomas. Ocasionalmente, o primeiro sinal é um ataque cardíaco. Entre outras complicações estão insuficiência cardíaca ou arritmia cardíaca.<br><br><mark>Os sintomas são: <br></mark>-Desconforto ou dor no peito (angina);<br>-Falta de ar;<br>-Fadiga extrema durante o esforço;<br>-Inchaço dos pés;<br>-Dor no ombro ou braço;<br>-As mulheres podem sentir uma dor atípica no peito.<mark><br><br></mark><strong><mark>Prevenção:<br></mark></strong>- Ter hábitos saudáveis;<br>- Praticar exercício físico;<br>- Não fumar;<br>- Evitar alimentos gordurosos;<br>- Ter acompanhamento com um cardiologista regularmente.<strong><mark><br></mark></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 13:16:15 UTC</pubDate>
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         <title>Amiloidose Cardíaca </title>
         <author>paulabalsacruz</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2550149232</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A amiloidose é uma doença rara, que ocorre quando proteínas insolúveis se depositam em órgãos e tecidos</strong>, formando uma fibra que não consegue ser removida pelo organismo e, assim, causando danos graves àquele órgão. <strong>Quando a amiloidose se concentra nos tecidos do coração, é chamada de </strong><strong><mark>amiloidose cardíaca</mark></strong>.&nbsp; <em>&nbsp;</em></div><div>A amiloidose é causada por um distúrbio do metabolismo de proteínas, sendo mais comum em idosos. À medida que os depósitos de proteínas no tecido do coração aumentam, o órgão vai se tornando rígido, com paredes espessas, daí o nome de Síndrome do Coração Rígido .&nbsp;</div><div>O funcionamento do coração vai ficando comprometido. A acumulação de proteínas no tecido cardiovascular pode levar ao baixo bombeamento de sangue. Este órgão torna-se tão rígido que não consegue expandir-se para encher-se de sangue e distribuí-lo adequadamente para diversas regiões do corpo.&nbsp;</div><div><br></div><div><strong><em><mark>Sinais e sintomas da Amiloidose Cardíaca&nbsp;</mark></em></strong></div><div>Por se manifestar de maneiras variadas, não há um padrão definido de como a doença cardiovascular se apresenta no organismo.&nbsp; O principal sinal é a <strong>insuficiência cardíaca congestiva</strong>, podendo ainda haver quadro de<strong> fadiga</strong> e de <strong>sensibilidade a esforços físicos.</strong><br><br></div><div>A doença também pode se manifestar por <strong>falta de ar</strong>, <strong>desmaios, palpitações, pernas e abdômen inchados, aumento do fígado, alargamento das veias do pescoço, pressão baixa ao manter-se em pé, acúmulo de líquido nos </strong><a href="https://fortissima.com.br/2014/04/23/vasculite-de-churg-strauss-quais-sao-os-sintomas-e-como-reduzir-seus-efeitos-52559/"><strong>pulmões </strong></a><strong>e intensa vontade de urinar durante a noite.</strong><br><br></div><div>O aparecimento dos sintomas não leva a pessoa a pensar na amiloidose cardíaca logo de início. Os sinais primários são inespecíficos e fazem considerar diversos outros problemas.</div><div>Em geral, a identificação desta doença é difícil e é considerada uma doença rara. Para distinguir a amiloidose cardíaca de outros problemas cardiovasculares, o médico analisa o espessamento da parede do coração e a insuficiência cardíaca, quando esse quadro não pode ser explicado por qualquer outra enfermidade.&nbsp;</div><div>Ao descartar outras doenças, a suspeita da amiloidose cardíaca pode ser confirmada por meio de uma biópsia de células do coração.&nbsp;</div><div>Caso não seja identificada e tratada a tempo, a amiloidose cardíaca pode levar à insuficiência do coração e até à morte.<br><br><strong><mark>Prevenção</mark></strong>: &nbsp; No caso desta doença, a prevenção será a aquisição de hábitos de vida saudáveis , tais como :&nbsp;<br>- controle do peso corporal ,<br>- exercício regular,<br>-alimentação saudável e equilibrada,<br>-não fumar e não ingerir bebidas alcoólicas,<br>-consultas e cuidados médicos regulares.<br><br>Catarina Matos&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 13:19:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cardiopatia Reumática Crônica</title>
         <author>leonor20051</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2550479589</link>
         <description><![CDATA[<div>A Doença Cardíaca Reumática, ou Cardiopatia Reumática Crônica (CRC), é causada por lesões nas válvulas e músculos cardíacos que surgem a partir da inflamação e cicatrizes resultantes da febre reumática. E a febre reumática é provocada por uma resposta anormal do organismo às infecções por bactérias estreptocócicas, geralmente iniciadas com faringite ou amigdalite em crianças.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><strong>Sintomas:</strong><br>- Falta de ar<br>- Respiração curta e acelerada<br>- Batimentos cardíacos irregulares <br>- Dor no peito <br>- Desmaio <br> <br><strong>Tratamento:&nbsp;<br></strong>A Doença Cardíaca Reumática é crônica e os danos que ela causa às válvulas do coração são permanentes. Em casos severos ou graves, pode ser recomendada a cirurgia para reparar ou substituir as válvulas cardíacas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 17:11:09 UTC</pubDate>
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         <title> Hipertensão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2550719906</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Hipertensão</strong> é a elevação da pressão arterial acima dos valores considerados normais. Ocorre quando há uma pressão excessiva do sangue na parede das artérias durante a sua circulação. Pode aumentar em alguns momentos, devido a esforços físicos ou emocionais, e é natural que, após essas situações, os seus valores voltem aos níveis normais. Esta patologia só é grave e causa problemas de saúde quando permanece elevada ao longo de meses, ou quando aumenta subitamente.<br><br></div><div>É importante saber que a tensão tem tendência a subir com a idade. Contudo, a hipertensão não deve ser considerada normal nos idosos.<br><br></div><div>Como regra, considera-se estar na presença de hipertensão arterial, quando a pressão máxima é maior ou igual a 160 mmHge/ou a pressão mínima é maior ou igual a 95 mmHge.<br><br></div><div>A hipertensão arterial associa-se tanto à doença coronária, como ao acidente vascular cerebral (AVC) e à insuficiência cardíaca e é o fator de risco cardiovascular modificável mais frequente, razão pela qual o seu tratamento é essencial na prevenção destas patologias.<br><br><strong>Sintomas da hipertensão arterial:</strong><br>Nos primeiros anos, não provoca quaisquer sintomas. Com o decorrer do tempo, a pressão arterial acaba por lesar os vasos sanguíneos e os principais órgãos do organismo, como o cérebro, o coração e os rins provocando dores de cabeça, tonturas, zumbidos e aumento da frequência cardíaca. As principais doenças associadas à hipertensão arterial são o AVC, a angina de peito, o enfarte do miocárdio, a aterosclerose, a insuficiência cardíaca e renal.<br><br><strong>Causas:</strong><br>Cerca de 90% dos casos estão relacionados com os hábitos de vida.<br><br></div><ul><li>A obesidade é um dos fatores importantes. Cada meio quilo de gordura requer a formação de mais 1,5 quilómetros de pequenos vasos sanguíneos para abastecerem o excesso de tecido adiposo. Torna-se necessária uma pressão arterial acrescida para bombear o sangue através deles. Por esta razão, um excesso de peso na ordem dos 20% ou mais aumenta o risco de hipertensão em cinco vezes;</li><li>O excesso de consumo de sal. Sabe-se que a tensão alta é menos frequente nas populações onde o seu consumo é baixo. O nosso corpo necessita somente de 1/8 de uma colher de chá de sal por dia;</li><li>O tabaco é outra causa a considerar. Mesmo só um cigarro pode aumentá-la durante cerca de 30 minutos. Um fumador de um maço por dia, pode, só através do fumo, provocar uma subida da sua tensão arterial durante 24 horas;</li><li>Cerca de 5% a 15% dos casos podem estar relacionados com o consumo moderado de álcool. Por outro lado, uma chávena de café por dia pode provocar uma subida da tensão arterial;</li><li>Inatividade física e stress também estão na sua origem;</li></ul><div>Os restantes 10% de hipertensão arterial têm causas orgânicas, como algumas alterações hormonais, doenças dos rins ou dos vasos sanguíneos.<br><br><strong>Diagnóstico:</strong><br>Importa não esquecer que a hipertensão arterial não se sente, mede-se. De modo a se obterem valores corretos é importante, antes de a medir, descansar na posição sentada pelo menos durante cinco minutos. Deve-se utilizar o mesmo aparelho e medir sempre no mesmo braço.<br><br></div><div>O diagnóstico de hipertensão arterial requer a medição de uma pressão arterial elevada em três ocasiões diferentes ao longo de um período de uma semana ou mais.<br><br></div><div>Uma vez confirmada a sua existência, devem ser também realizados outros exames que ajudem a entender a sua origem e/ou as complicações a ela associadas.<br><br><strong>Tratamento:</strong><br>O seu tratamento depende da gravidade. Por exemplo, pessoas com uma hipertensão moderada podem controlá-la com a simples alteração de alguns hábitos de vida, tais como a redução do consumo de sal e de álcool, o controlo do peso, a prática regular de exercício físico e deixar de fumar.<br><br></div><div>Existem diversos medicamentos disponíveis para o tratamento da hipertensão arterial que podem ser utilizados isoladamente ou em combinação. Cabe ao médico decidir qual o melhor tratamento para cada situação.<br><br></div><div><strong>Prevenção:</strong><br>Uma vez que a maioria dos casos tem a sua origem no estilo de vida, importa que este seja saudável. Todas as recomendações referidas no tratamento permitem prevenir o aparecimento desta doença.<br><br></div><div><strong>Medição da pressão:</strong></div><div>* Menor ou igual a 120/80 mmHg: ótima.</div><div>* Entre 120/80 e 140/90 mmHg: risco de ter hipertensão</div><div>* Maior ou igual a 140/90 mmHg: sua pressão está alta.<br><br><strong>Manter a pressão estável:<br></strong>&nbsp;Ter uma alimentação saudável.</div><div>- Controlar o peso.</div><div>- Praticar exercícios físicos.</div><div>- Limitar o consumo de bebidas alcoólicas.</div><div>- Parar de fumar.</div><div>- Reduzir o estresse.<br><br>Leandro Fora</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-11 21:20:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cancro</title>
         <author>lopescarlota11</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2551567853</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>&nbsp;</em></strong><strong>O cancro não é uma doença, mas inúmeras doenças:</strong></div><ul><li>Todos os tipos de cancro começa a desenvolver com o crescimento anormal e descontrolado das células que se convertem em cansenovas devido a uma anomalia no seu ADN.&nbsp;</li><li>A função do ADN é dirigir todas as ações da células.</li><li>Entre muitas coisas, determina que a célula deve morrer ao cumprir o seu ciclo vital.&nbsp;</li><li>A maioria dos cancros tem o nome das células que lhe dão origem.&nbsp;</li></ul><div><strong>Algumas causas:</strong></div><ul><li>Exposição às radiações&nbsp;</li><li>Exposição a produtos químicos&nbsp;</li><li>Vírus&nbsp;</li><li>Consumo de cigarro</li><li>Consumo de álcool&nbsp;</li><li>Dieta inadequada&nbsp;</li><li>Falta de exercício físico&nbsp;</li><li>Exposição ocupacional&nbsp;</li><li>Entre outros...&nbsp;</li></ul><div><strong>Tipos de trtamento para o cancro:</strong></div><ul><li>Cirurgia oncologia&nbsp;</li><li>Quimioterapia&nbsp;</li><li>Radioterapia&nbsp;</li></ul><div>Entre outros</div><div><strong>Tumores cardíacos</strong></div><div>&nbsp; <mark>Classificação dos tumores cardíacos</mark></div><ul><li>Benignos (quase 80% dos casos)</li><li>Malignos (os 20% restantes)</li></ul><div><strong>Tipos de sinais e sintomas</strong></div><div>Os sintomas podem ser classificados como</div><ul><li>&nbsp;Extracardíacos</li><li>Intramiocárdicos</li><li>Intracavitários</li><li>A maioria dos tumores cardíacos é metastática, mais comumente decorrente de carcinoma do pulmão e da mama, melanoma, sarcoma de tecido mole e carcinoma renal.</li><li>Os tumores cardíacos primários são muito menos comuns; a maioria deles se origina no miocárdio ou endocárdio, mas podem se desenvolver em qualquer tecido cardíaco e serem benignos ou malignos.</li><li>As manifestações dependem da localização e do tipo de tumor, mas incluem sintomas constitucionais, obstrução valvular ou da via de entrada e saída, tromboembolismo e arritmias.</li><li>O diagnóstico é por ecocardiografia, frequentemente RM cardíaca.</li><li>Para os tumores benignos, o tratamento é a excisão; para os tumores primários e a maioria dos metastáticos malignos, o tratamento é paliativo.</li></ul><div><br><em>Trabalho realizado por:</em></div><div>Carlota Lopes- Nº 7<br>Andreia Tabanschi- Nº 3<em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 12:47:53 UTC</pubDate>
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         <title>Insuficiência cardíaca</title>
         <author>laura20049</author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2573055265</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-30 17:58:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AVC</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/6daea20222023/fxefc1t2hcve6mwc/wish/2573694574</link>
         <description><![CDATA[<div>O AVC resulta da lesão das células cerebrais, que morrem ou deixam de funcionar normalmente, pela falta de oxigénio e de nutrientes na sequência de um bloqueio do fluxo de sangue ou porque são inundadas pelo sangue a partir de uma artéria que se rompe. Os isquémicos correspondem a cerca de 4/5 do total. As células do cérebro morrem pouco tempo depois da ocorrência desta lesão. Contudo, pode durar algumas horas se o fluxo de sangue não estiver completamente interrompido. Por essa razão, é fundamental agir rapidamente de modo a minimizar as lesões cerebrais.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;SINTOMAS:<br></strong>Uma vez que o cérebro controla as funções corporais, os seu sinais irão variar de acordo com a área afetada. Por exemplo, se o AVC atingir a área que controla os movimentos do corpo do lado direito, esse lado irá ficar com os movimentos reduzidos. Como o cérebro também controla os processos mentais mais complexos, como a comunicação, as emoções, o raciocínio e o pensamento, todas estas funções tenderão a ficar afetadas após um AVC.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp; CAUSAS:<br></strong>Os fatores de risco são numerosos e, quanto maior for o seu número, maior a&nbsp; probabilidade de ter um AVC. Alguns desses indícios não são controláveis, como a idade, o género (mais frequente nos homens) e a genética. Em relação à idade, é importante referir que cerca de 25% dos AVC pasasse em pessoas jovens. A diabetes, a hipertensão arterial, o colesterol, a obesidade, o sedentarismo, as arritmias, a displasia fibromuscular, o consumo de tabaco e de álcool também aumentam o seu risco.<br><br></div><div><strong>Qual a recuperação após um AVC?:<br></strong><br></div><div>&nbsp;Cerca de um terço dos doentes recupera de um modo significativo no primeiro mês mas muitos doentes irão exibir sequelas ao longo das suas vidas.<br><br></div><div>A recuperação irá depender da localização e extensão do AVC mas também do tempo decorrido, razão pela qual é crucial o recurso imediato ao hospital quando existe suspeita do seu desenvolvimento.<br><br></div><div>A fisioterapia e a alteração no estilo de vida são aspetos importantes para a reabilitação. A manutenção de uma atitude positiva, o suporte profissional e familiar são igualmente peças fundamentais para que tudo possa correr o melhor possível.<br>&nbsp; <br>Trabalho realizado por: <strong>Benedita Ferreira nº4, 6ºA.</strong><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-01 13:06:12 UTC</pubDate>
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