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      <title>De quais formas o professor pode abordar a identidade amarela em suas aulas? by Leonardo Akira Fukushima</title>
      <link>https://padlet.com/leonardoakira/fx1gpsegnt0to5d5</link>
      <description>Sabendo que nenhum material didático aborda a identidade amarela como constituinte da construção da identidade brasileira, quais estratégias o professor, das mais diversas disciplinas, pode adotar para se abordar a questão amarela em suas aulas?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-24 19:36:37 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-28 23:32:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Dentro da língua portuguesa e história</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leonardoakira/fx1gpsegnt0to5d5/wish/3424039973</link>
         <description><![CDATA[<p>Acredito que talvez dê para comparar as proximidades de sons e palavras da língua japonesa com a portuguesa, utilizando possivelmente de animações e outros materiais do dia-a-dia dos estudantes. Pode-se também abordar os impactos dessas animações no aprendizado e e na formação dos indivíduos, bem como estes percebem a cultura oriental a partir dessas animações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 00:12:25 UTC</pubDate>
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         <title>Nas aulas de História é possível abordar o tema através de leitura e interpretação de fontes históricas, como nos contextos de Grandes Navegações dos séculos XV e XVI, com o contato cultural de portugueses e japoneses, ou então as imigrações do séculos XIX e XX.  A partir disso seria possível debater qual a percepção dos alunos sobre o Japão e os japoneses, apontar proximidades e trocas culturais, além de combater estereótipos.</title>
         <author>victordiana</author>
         <link>https://padlet.com/leonardoakira/fx1gpsegnt0to5d5/wish/3424071080</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-25 00:32:23 UTC</pubDate>
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         <title>Alimentação e genética amarela nas aulas de Ciências</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leonardoakira/fx1gpsegnt0to5d5/wish/3425866949</link>
         <description><![CDATA[<p>Gosto de abordar o quanto alimentação oriental tradicional está diretamente ligada à disponibilidade dos recursos naturais do ambiente, como a a fertilidade das áreas para o cultivo de arroz e soja, muito comuns em regiões úmidas da Ásia; o consumo de peixe cru e algas, por exemplo, como uma prática tradicional em países como o Japão, facilitada pela proximidade com o mar e pela necessidade de aproveitar alimentos frescos sem depender de métodos complexos de conservação. Além disso, aspectos genéticos da população oriental, como a menor tolerância à lactose, mostram como o organismo humano se adaptou a esse tipo de alimentação ao longo do tempo; a menor tolerância ao álcool, por exemplo, está ligada a uma mutação genética que dificulta a metabolização do etanol, e é comum em muitas pessoas asiáticas. Essa relação entre ambiente, cultura alimentar e genética humana pode ser explorada nas aulas de Ciências, especialmente no componente “Vida e Evolução”  que propõe analisar a diversidade de características dos seres humanos com base em fatores genéticos e ambientais, promovendo o entendimento de como hábitos culturais, históricos e condições do ambiente influenciam a alimentação e a saúde das populações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 13:15:57 UTC</pubDate>
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         <title>LIVRO INFANTO-JUVENIL</title>
         <author>cmarinelli1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dependendo o ciclo e série, poderia produzir um livro infanto-juvenil explicando o conceito étnico por meio de personagens.</p><p>Conhece o livro Obax? É uma garotinha que brinca com a imaginação em um povoado na savana africana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 00:46:10 UTC</pubDate>
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         <title>Português e Inglês </title>
         <author>isabelapetrino</author>
         <link>https://padlet.com/leonardoakira/fx1gpsegnt0to5d5/wish/3428763817</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Português</strong> </p><p>Nas aulas de Português, é possível abordar como a língua é um espaço de poder e disputa ao mostrar diversos vocabulários e expressões atribuídos a pessoas amarelas ou a culturas do leste-asiático que são baseados em estereótipos e racismo, como "japa", "pastel de flango", "dorama", olho rasgado", "oriental", entre outros. </p><p><br/></p><p>É possível também, nas aulas de Gramática, usar exemplos de forma crítica. Por exemplo, ao falar sobre o processo de formação de palavras, usar termos como "sinofobia", "nipo-brasileiro", entre outros, que podem gerar discussões em sala.</p><p><br/></p><p>Além disso, pode-se trabalhar, em interpretação, textos que abordem a identidade amarela, pensando em duas perspectivas: 1) de desconstrução de racismos e preconceitos; ou 2) de construção de um sentimento positivo sobre a identidade amarela, mostrando aspectos culturais, religiosos, geográficos, históricos, linguísticos etc que visem construir uma imagem livre de racismo sobre o que é ser amarelo.  O mesmo vale para o trabalho com livros/literatura.</p><p><br/></p><p><strong>Inglês</strong> </p><p><br/></p><p>É possível abordar textos sobre racismo incluindo a questão amarela, muitas vezes apagada e silenciada. Assim, mostra-se aos alunos que pessoas amarelas NÃO são brancas. </p><p><br/></p><p>Além disso, é necessário tomar cuidado na reprodução de estereótipos, muitas vezes presentes nos livros didáticos de Inglês.  Discussões sobre as representações nesses livros podem ser produtivas e importantes em sala, para a construção de um pensamento crítico. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-28 23:32:16 UTC</pubDate>
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