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      <title>LIVROS DISPONÍVEIS NA SALA DE LEITURA DA ESCOLA DR. BENEDICTO MARTINS BARBOSA - RANCHARIA/SP by LETICIA QUEIROZ</title>
      <link>https://padlet.com/leticiaqueiroz3/fw1bbnqoric1vkm9</link>
      <description>Estudar sobre o racismo e promover obras por artistas negros são algumas das formas de contribuição para o movimento negro. Na história da literatura, os autores negros que chegam à notoriedade são minoria. Eles ou são esquecidos, ou não alcançam as prateleiras das livrarias. Isso se reflete na curadoria de feiras literárias, nas vitrines das lojas e nos prêmios da área. Mas, há aqueles que conseguem se destacar por sua genialidade e representam todos estes escritores que não tiveram suas vozes ouvidas. Para uma luta antirracista é fundamental, primeiramente, entender as raízes do racismo em suas diversas faces e suas consequências, que perduram até os dias de hoje.

É por esse motivo que o momento é de valorizar a voz e o lugar de fala de pensadores e autores negros, cujas experiências, vivências e estudos são a principal fonte de conhecimento para compreender, refletir e, enfim, agir em favor do movimento. Pensando nisso selecionamos obras incríveis e de extrema importância que você precisa conhecer o quanto antes e aprender com a literatura:</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-30 17:37:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leticiaqueiroz3</author>
         <link>https://padlet.com/leticiaqueiroz3/fw1bbnqoric1vkm9/wish/1782179195</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste pequeno manual, a filósofa e ativista Djamila Ribeiro trata de temas como atualidade do racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos. Em onze capítulos curtos e contundentes, a autora apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas. Já há muitos anos se solidifica a percepção de que o racismo está arraigado em nossa sociedade, criando desigualdades e abismos sociais: trata-se de um sistema de opressão que nega direitos, e não um simples ato de vontade de um sujeito. Reconhecer as raízes e o impacto do racismo pode ser paralisante. Afinal, como enfrentar um monstro desse tamanho? Djamila Ribeiro argumenta que a prática antirracista é urgente e se dá nas atitudes mais cotidianas. E mais ainda: é uma luta de todas e todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 17:46:45 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
         <link>https://padlet.com/leticiaqueiroz3/fw1bbnqoric1vkm9/wish/1831269958</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro livro da escritora negra e ativista <strong>Bell Hooks. </strong>Clássico da teoria feminista, E eu não sou uma mulher? tornou-se leitura obrigatória para as pessoas interessadas nas questões relacionadas à mulheridade negra e na construção de um mundo sem opressão sexista e racial.Sojourner Truth, mulher negra que havia sido escravizada e se tornou oradora depois de liberta em 1827, denunciou, em 1851, na Women's Convention - no discurso que ficou conhecido como “Ain't I a Woman” - que o ativismo de sufragistas e abolicionistas brancas e ricas excluía mulheres negras e pobres. A partir do discurso de Truth, que dá título ao livro, hooks discute o racismo e sexismo presentes no movimento pelos direitos civis e no feminista, desde o sufrágio até os anos 1970.Além de examinar o impacto do sexismo nas mulheres negras durante a escravidão, a desvalorização da mulheridade negra, o sexismo dos homens brancos e negros, o racismo entre as feministas, os estereótipos atribuídos a mulheres negras, o imperialismo do patriarcado e o envolvimento da mulher negra com o feminismo, hooks pretende levar nosso pensamento além das suposições racistas e sexistas. O resultado é um trabalho revolucionário, um livro imprescindível, a ser lido por todas as pessoas que lutam para tornar o mundo um lugar livre de opressões de raça, cor, classe e gênero.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:08:28 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em><br>Memorial de Aires</em></strong> é o último romance escrito por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Machado_de_Assis">Machado de Assis</a>, publicado no mesmo ano de sua morte, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1908">1908</a>. Está organizado como uma série de entradas em um diário e, como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3rias_P%C3%B3stumas_de_Br%C3%A1s_Cubas"><em>Memórias Póstumas de Brás Cubas</em></a>, não tem um enredo único, mas compõe-se de vários episódios e anedotas que se interpermeiam.<br><br></div><div>Aires era um conselheiro que sempre acompanhou Machado em suas histórias, geralmente como um amigo dos personagens. Reportava à figura do próprio Machado. Nesta obra, idolatra uma mulher, D. Carmo, que possivelmente possa ser inspirada em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carolina_Augusta_Xavier_de_Novais">Carolina Augusta Xavier de Novais</a>, o que é sugerido talvez pela coincidência dos nomes Aguiar e Assis, D. Carmo e Carolina, e também pelo fato do casal não ter filhos. Diz-se que se trata de obra machadiana de maior de caráter autobiográfico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:08:39 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>O enfrentamento dos preconceitos e da hipocrisia molda o universo ficcional machadiano. Sua prosa melancólica dialoga com o leitor para criticar as convenções sociais. Ora veristas, ora fantásticos, os contos aqui reunidos comungam com o interesse central do realismo de Machado de Assis: transfigurar artisticamente as questões morais da sociedade carioca do século XIX. Nesta edição o leitor aprecia, além de contos sobre a obra de nosso maior ficcionista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:08:47 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>O feminismo sob a visão de uma das mais importantes feministas negras da atualidade. Eleita uma das principais intelectuais norte-americanas, pela revista Atlantic Monthly, e uma das 100 Pessoas Visionárias que Podem Mudar Sua Vida, pela revista Utne Reader, a aclamada feminista negra bell hooks nos apresenta, nesta acessível cartilha, a natureza do feminismo e seu compromisso contra sexismo, exploração sexista e qualquer forma de opressão. Com peculiar clareza e franqueza, hooks incentiva leitores a descobrir como o feminismo pode tocar e mudar, para melhor, a vida de todo mundo. Homens, mulheres, crianças, pessoas de todos os gêneros, jovens e adultos: todos podem educar e ser educados para o feminismo. Apenas assim poderemos construir uma sociedade com mais amor e justiça. O livro apresenta uma visão original sobre políticas feministas, direitos reprodutivos, beleza, luta de classes feminista, feminismo global, trabalho, raça e gênero e o fim da violência. Além disso, esclarece sobre temas como educação feminista para uma consciência crítica.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:08:55 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:09:04 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Quem tem medo do feminismo negro?</em> reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista <em>CartaCapital</em>, entre 2014 e 2017. No texto de abertura, a filósofa e militante recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de "silenciamento", processo de apagamento da personalidade por que passou e que é um dos muitos resultados perniciosos da discriminação. Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram ter orgulho de suas raízes e não mais querer se manter invisível. Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante.</div><div>Muitos textos reagem a situações do cotidiano – o aumento da intolerância às religiões de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams - a partir das quais Djamila destrincha conceitos como empoderamento feminino ou interseccionalidade. Ela também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de Beauvoir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:09:11 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na Nigéria dos anos 60, Adah precisa lutar contra todo tipo de opressão cultural que recai sobre as mulheres. Nesse cenário, a estratégia para conquistar uma vida mais independente para si e seus filhos é a imigração para Londres. O que ela não esperava era encontrar, em um país visto por muitos nigerianos como uma espécie de terra prometida, novos obstáculos tão desafiadores quanto os da terra natal. Além do racismo e da xenofobia que Adah até então não sabia existir, ela se depara com uma recepção nada acolhedora de seus próprios compatriotas, enfrenta a dominação do marido e a violência doméstica e aprende que, dos cidadãos de segunda classe, espera-se apenas submissão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:09:16 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Compartilhando experiências e reflexões pessoais, o ator, diretor e escritor Lázaro Ramos convida o leitor a vestir outra pele, num relato sobre tomada de consciência, respeito à diferença e atitude.<br></strong><br>Movido pelo desejo de viver num mundo em que a pluralidade cultural, racial, étnica e social seja vista como um valor positivo, e não uma ameaça, Lázaro Ramos divide com o leitor suas reflexões sobre temas como ações afirmativas, gênero, família, empoderamento, afetividade e discriminação. Ainda que não seja uma biografia, em Na minha pele Lázaro compartilha episódios íntimos e também suas dúvidas, descobertas e conquistas. Ao rejeitar qualquer tipo de segregação ou radicalismos, Lázaro nos fala da importância do diálogo. Não se pode abraçar a diferença pela diferença, mas lutar pela sua aceitação num mundo ainda tão cheio de preconceitos. Um livro sincero e revelador, que propõe uma mudança de conduta e nos convoca a ser mais vigilantes e atentos ao outro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:09:24 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Filho de uma escrava liberta e um tipógrafo, Lima Barreto nunca teve em vida o reconhecimento que a sua obra merecia. Isso talvez se justifique, ao menos em parte, pela repercussão de Recordações do escrivão Isaías Caminha na sociedade carioca. Ao ambientar o personagem numa redação de jornal, Lima Barreto trata de maneira impiedosa a classe jornalística, que respondeu aos insultos banindo o autor da imprensa carioca. E, embora tenha sido publicada em 1909, em meio ao otimismo pós-Lei Áurea, a história de Isaías mostra um cotidiano bastante cruel para os negros. O jovem é culto e inteligente mas isso não basta para que ele seja inserido na sociedade, pois será esmagado pelo preconceito racial.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:09:31 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta obra, cujo recurso principal é a mescla de elementos dramáticos à prosa, Machado de Assis inaugura um novo modo do fazer literário, enfocando o caráter dos personagens. Estevão é um legítimo representante da 2ª geração romântica, caracterizada pelo desejo da concretização do amor inalcançável e da fuga pela morte, que se opõe ao ambicioso Luís e ao indolente Jorge. Ao escolher um desses pretendentes, Guiomar justifica o título: '' Ajustavam-se (...) como se aquela luva tivesse sido feita para aquela mão''</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:09:39 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/dom-casmurro-resumo-obra-de-machado-de-assis/<br>Publicado pela primeira vez em 1899, “Dom Casmurro” é uma das grandes obras de Machado de Assis e confirma o olhar certeiro e crítico que o autor estendia sobre toda a sociedade brasileira. Também a temática do ciúme, abordada com brilhantismo nesse livro, provoca polêmicas em torno do caráter de uma das principais personagens femininas da literatura brasileira: Capitu.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:09:45 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>“<strong>Clara dos Anjos</strong>” é um <a href="https://querobolsa.com.br/enem/literatura/romantismo"><strong>romance</strong></a> escrito por <a href="https://querobolsa.com.br/enem/literatura/lima-barreto"><strong>Lima Barreto</strong></a>, concluído em 1922 (ano da morte do autor) e publicado em 1948. A obra pertence ao <a href="https://querobolsa.com.br/enem/literatura/pre-modernismo"><strong>pré-modernismo</strong></a> e traz consigo uma <strong>forte crítica social</strong>, principalmente ao denunciar o <a href="https://querobolsa.com.br/enem/sociologia/racismo"><strong>racismo</strong></a><strong>, a </strong><a href="https://querobolsa.com.br/enem/sociologia/feminismo#js-summary-h2-3"><strong>misoginia</strong></a><strong> e a </strong><a href="https://querobolsa.com.br/enem/sociologia/desigualdade-social"><strong>desigualdade social</strong></a> presentes no Brasil.<br><br></div><div>Vemos em “Clara dos Anjos” o preconceito contra a mulher, que era ensinada a entrar no mercado casamenteiro da época e, se não se casasse, sofria muito com a violência e o abandono.<br><br></div><div>Além dessas características, temos o uso de uma<strong> linguagem mais simples</strong>, muito próxima da linguagem falada, trazendo consigo um certo <strong>humor </strong>e até mesmo <a href="https://querobolsa.com.br/enem/portugues/ironia"><strong>ironia</strong></a>.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:09:52 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Qualquer um reconhece de longe que major Policarpo Quaresma é um nacionalista genuíno. Suas idas diárias à padaria francesa e óculos em estilo europeu não abalam sua fama. Nem mesmo o fato de que seu título de major não se deu por mérito militar, e sim por costume. Não há nada ou ninguém capaz de impedi-lo de se proclamar o bastião dos mais tradicionais costumes de nossa terra. Se o violão é o mais brasileiro dos instrumentos, e as modinhas, o mais nacional dos ritmos, serão essas as novas obsessões do major. Se os Tupinambás choravam ao encontrar pessoas queridas para demonstrar saudades, nada mais natural que encontrar Policarpo aos prantos. Pensando bem, por que é que não estamos tendo essa conversa em nossa língua original, o tupi-guarani? É isso que vai defender Policarpo Quaresma perante o Congresso Nacional. Publicado originalmente em folhetim, em 1911, esta obra de Lima Barreto é essencial para compreender um Brasil que, embora buscasse criar uma identidade nacional para a recém-declarada República, trazia intactas muitas das características da antiga sociedade colonial. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:10:02 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Djamila Taís Ribeiro dos Santos</strong> é uma filósofa, escritora e acadêmica brasileira. É pesquisadora e mestra em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo. Tornou-se conhecida no país por seu ativismo antirracista na Internet, atualmente é colunista do jornal Folha de S. Paulo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:10:09 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/memorias-postumas-de-bras-cubas-resumo-da-obra-de-machado-de-assis/<br>Ao criar um narrador que resolve contar sua vida depois de morto, Machado de Assis muda radicalmente o panorama da literatura brasileira, além de expor de forma irônica os privilégios da elite da época.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:10:34 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://brasilescola.uol.com.br/literatura/lima-barreto-1.htm<br><strong>Lima</strong> <strong>Barreto</strong> é um <strong>escritor brasileiro </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/pre-modernismo.htm"><strong>pré-modernista</strong></a> nascido em 13 de maio de 1881 e falecido em 01 de novembro de 1922. Descendente de escravos, <strong>sentiu na pele a exclusão social</strong> devido à sua origem, inclusive nos meios acadêmicos. Além do alcoolismo, enfrentou diversos problemas de saúde em sua vida e foi internado em hospício por mais de uma vez.<br><br></div><div><em>Recordações do escrivão Isaías Caminha</em> foi seu primeiro livro publicado, em 1909. Entretanto, <em>Triste fim de Policarpo Quaresma</em> (1915) é o preferido pela crítica literária. Suas obras são realistas e trazem<strong> uma visão crítica da sociedade brasileira</strong>. O escritor trabalha, com ironia, não só a temática nacionalista, como também discute as diferenças sociais e a questão do preconceito racial.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:10:43 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.record.com.br/4-motivos-para-ler-a-obra-de-maryse-conde/<br>Uma das mais importantes escritoras negras da atualidade: <strong>Maryse Condé</strong>, originária da ilha caribenha de Guadalupe, um território francês. Vencedora do New Academy Book Prize (Prêmio Nobel alternativo), Condé dá voz a Tituba, a famosa bruxa negra de Salem, três séculos depois de sua morte. A personagem é uma mulher negra e escravizada, uma das primeiras perseguidas sob a acusação de bruxaria na América do Norte. Como pano de fundo para a narrativa, Condé traz à tona a documentação histórica que relata o sofrimento infligido ao povo negro durante a colonização do continente americano, promovendo uma forte reflexão sobre um passado racista com temáticas extremamente atuais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:11:16 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>http://miltonsantos.com.br/site/ <br><br><strong>Milton Santos</strong> foi geógrafo, intelectual, professor e um dos maiores pensadores brasileiros.<br><br></div><div>Seus estudos inovaram a área da geografia urbana os quais foram fundamentais para uma nova abordagem do assunto.<br><br></div><div>Ele revolucionou esse campo ao abordar outros temas que até então não eram tratados pela geografia descritiva, tal como a importância e as influências do território para os seres humanos.<br><br></div><div>Até hoje Milton Santos é considerado o maior geógrafo do Brasil sendo também conhecido e respeitado em diversos países do mundo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:13:36 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://ims.com.br/titular-colecao/carolina-maria-de-jesus/<br><strong>Carolina Maria de Jesus</strong> foi uma escritora brasileira de pouca instrução que se destacou por seus relatos, em forma de diários, sobre sua dura realidade na favela.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:15:15 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://machado.mec.gov.br/ <br><strong><em>Quem foi?</em></strong></div><div><br></div><div>Joaquim Maria <strong>Machado de Assis </strong>(1839-1908) é considerado o maior nome da Literatura Brasileira. Viveu entre os períodos do Romantismo e do Realismo. Ele foi um escritor completo: escreveu vários romances, além de contos, teatro, coletâneas de poemas e mais de seiscentas crônicas. Ele também foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, como também o seu primeiro presidente. &nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-20 18:16:49 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para Milton Santos, o espaço é um conjunto indissociável de sistemas de objetos e de sistemas de ações. Com base nessa ideia e nas noções de técnica e de tempo, de razão e de emoção, propõe a construção de um sistema de pensamento que busca entender o espaço geográfico. Levando em conta a nova realidade trazida pelo processo de globalização que se instalava à época, o geógrafo Milton Santos buscou auxílio na história, na filosofia, na sociologia, além de outras disciplinas humanas e sociais, para propor esta teoria geral do espaço humano. Passados vários anos desde sua primeira edição, A Natureza do Espaço ainda mantém o interesse de geógrafos e profissionais que estudam as questões urbanas, dada a riqueza de análise desse geógrafo de renome internacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-29 11:47:23 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Milton Santos analisa nesta obra as características do crescimento urbano no Brasil, tendo os processos sociais, econômicos e territoriais como os instrumentos centrais de análise. O autor mostra a reorganização do território e identifica os elementos de estruturação do espaço, evidenciando uma tendência de desmetropolização das cidades brasileiras, em oposição ao fenômeno de metropolização dominante até meados dos anos de 1980, responsável pela fragmentação territorial. Para dar conta das mudanças, deve-se tentar propor uma pequena teoria da urbanização brasileira como processo, como forma e como conteúdo dessa forma. Sua análise criativa e perspicaz faz do livro uma peça-chave para a compreensão da urbanização que, segundo ele, ao adquirir um maior grau de complexidade com o passar dos anos, não pode mais ser explicada pelos sistemas clássicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-29 11:50:36 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Brasil brasileiro é hoje apenas letra de música. Em seu mais recente livro, O BRASIL: TERRITÓRIO E SOCIEDADE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI, o geógrafo Milton Santos, em parceria com María Laura Silveira, mostra como deixamos a idéia de uma nação brasileira a cargo do mercado global: "o território brasileiro é o espaço nacional de uma economia internacionalizada," explica. O livro é o resultado de um projeto de pesquisa no qual o geógrafo e sua equipe trabalharam por vinte e cinco anos e derruba mitos nos quais estudiosos têm amparado suas teorias geográficas. Uma obra inovadora, principalmente por se recusar a ser um mero inventário, como os antigos livros sobre o assunto. Um marco de renovação da disciplina. Milton Santos usa o território como uma metáfora do que acontece no país. Da pobreza do Nordeste, passando pela inovação do Centro-Oeste até a importância econômica do Sudeste, o autor mostra que o indivíduo é condicionado pelo meio. A casa, o bairro, o percurso que faz, tudo isso molda sua forma de ver o mundo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-29 11:51:48 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.<br><br>© 2018 | Todos os direitos deste material são reservados ao Por dentro da África, conforme a Lei nº 9.610/98. A sua publicação, redistribuição, transmissão e reescrita sem autorização prévia é proibida. <a href="http://www.pordentrodaafrica.com/cultura/para-aprender-conheca-e-tenha-em-casa-a-serie-de-8-volumes-da-historia-geral-da-africa">http://www.pordentrodaafrica.com/cultura/para-aprender-conheca-e-tenha-em-casa-a-serie-de-8-volumes-da-historia-geral-da-africa</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:23:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Prêmio Jabuti, “Melhor história em quadrinhos”<br></strong><br></div><div><strong>Prêmio Grampo de Ouro, “Melhor história em quadrinho do ano”<br></strong><br></div><div><strong>Prêmio HQ Mix, “Melhor edição especial”, “Melhor Desenhista Nacional”, “Melhor Roteirista Nacional” e “Destaque Internacional”.<br></strong><br></div><div><strong>Uma HQ brasileira já traduzida para o inglês, francês, italiano, turco, alemão e espanhol.<br></strong><br></div><div>Angola Janga, “pequena Angola” ou, como dizem os livros de história, Palmares. Por mais de cem anos, foi como um reino africano dentro da América do Sul. E, apesar do nome, não tão pequeno: Macaco, a capital de Angola Janga, tinha uma população equivalente a das maiores cidades brasileiras da época.Formada no fim do século XVI, em Pernambuco, a partir dos mocambos criados por fugitivos da escravidão, Angola Janga cresceu, organizou-se e resistiu aos ataques dos militares holandeses e das forças coloniais portuguesas. Tornou-se o grande alvo do ódio dos colonizadores e um símbolo de liberdade para os escravizados. Seu maior líder, Zumbi, virou lenda e inspirou a criação do Dia da Consciência Negra.<br><br></div><div>Durante onze anos, Marcelo D’Salete, autor de Encruzilhada e do sucesso internacional Cumbe, pesquisou e preparou-se para contar a história dessa rebelião que tornou-se nação, referência maior da luta contra a opressão e o racismo no Brasil. O resultado é um épico no qual o destino do país é decidido em batalhas sangrentas, mas que demonstra a delicada flexibilidade da resistência às derrotas.Um grandioso romance histórico em quadrinhos que fala de Zumbi, e de vários outros personagens complexos como Ganga Zumba, Domingos Jorge Velho, Ganga Zona e diversos homens e mulheres que compõe o retrato de um momento definidor do Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:24:31 UTC</pubDate>
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         <title>https://lombadaquadrada.com/2019/11/20/14-autores-negros-que-voce-devia-conhecer/</title>
         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Em nova edição, esta coletânea resgata ― e celebra ― a memória de quinze mulheres negras que marcaram nossa história, em formato de cordel.<br></strong><br></div><div>Talvez você já tenha ouvido falar de Dandara e Carolina Maria de Jesus. Mas e Eva Maria do Bonsucesso? Luisa Mahin? Na Agontimé? Tia Ciata? Essas (e tantas outras) mulheres negras foram verdadeiras heroínas brasileiras, mas pouco se fala delas, seja na escola ou nos meios de comunicação. Diante desse apagamento, há anos a escritora Jarid Arraes tem se dedicado a recuperar ― e recontar ― suas histórias.<br>O resultado é uma coleção de cordéis que resgata a memória dessas personagens, que lutaram pela sua liberdade e seus direitos, reivindicaram seu espaço na política e nas artes, levantaram sua voz contra a injustiça e a opressão. A multiplicidade de histórias revela as mais diversas estratégias de sobrevivência e resistência, seja na linha de frente ― como Tereza de Benguela, que liderou o quilombo de Quariterê ― ou pelas brechas ― como a quituteira Luisa Mahin, que transmitia bilhetes secretos durante a Revolta dos Malês.<br>Este livro reúne quinze dessas histórias impressionantes, ilustradas por Gabriela Pires. Agora, cabe a você conhecê-las, espalhá-las, celebrá-las. Para que as próximas gerações possam crescer com seu próprio panteão de heroínas negras brasileiras.<br><br></div><div>Conheça a história de: Antonieta de Barros - Aqualtune - Carolina Maria de Jesus - Dandara - Esperança Garcia - Eva Maria do Bonsucesso - Laudelina de Campos - Luisa Mahin - Maria Felipa - Maria Firmina - Mariana Crioula - Na Agontimé - Tereza de Benguela - Tia Ciata - Zacimba Gaba</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:25:30 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Livro com a <strong>voz da periferia</strong> de <strong>São Paulo</strong> e do mundo, um poesia autentica e vivida, assim é o <strong>Colecionador de Pedras</strong>. Um Livro que dá voz a população carente, os textos retratam uma realidade dura mais <strong>verdadeira</strong> da nossa <strong>sociedade</strong> que ilustram o <strong>cotidiano</strong> daqueles que " colecionam pedras" e que não veem melhores alternativas do que nutrir a <strong>esperança de dias melhores.</strong><br><br>Livro de <strong>escrita fácil e fluída</strong>, uma poesia atual que grita poucas palavras e instiga -nos a ser poesia como diz o próprio autor "<strong>Serpoeta não</strong> é escrever poemas, <strong>é ser poesia</strong>"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:27:30 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma escuridão bonita fala da beleza desses encontros. Um casal de jovens aproveita a falta de luz em sua cidade para trocar algumas palavras sobre suas vidas e, assim, se descobrem aos poucos. Uma história escrita pelo premiado escritor angolano Ondjaki sobre as coisas não ditas, mas que acabam por preencher os jovens corações sem medo da ausência de luz.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Músicas lugares e cheiros estimulam as lembranças do escritor angolano Ondjaki no livro Os da minha rua publicado pela editora Língua Geral. Neste livro Ondjaki passeia pela infância vivida em Luanda nas décadas de 1980 e 1990. Os limites entre biografia e ficção são continuamente desafiados: basta observar o tom intimista a mesclar-se continuamente a uma perspectiva histórica. Dessa forma Ondjaki amplia os horizontes de sua literatura conduzindo os leitores a cenas de caráter intimista que levam ao registro de uma época em Angola. Os da minha rua revela grande mobilidade não só pelo olhar intimista que se expande ao registro histórico: os 22 textos desta obra podem ser lidos como unidades autônomas que valem por si mesmas (como se fossem contos) mas também podem ser lidos feito capítulos de um romance. Trata-se portanto de uma obra muito flexível de intenso hibridismo que se vale de outro tom muito próximo ao da crônica. Este surge por meio do registro sobre o cotidiano que vem a ser uma das marcas incontestáveis desse gênero. Com um discurso muito afeita à oralidade o narrador lembra de amigos família festas na casa dos tios paixões professores cubanos a parada de 1.º de Maio a piscina de Coca-Cola e a novela brasileira Roque Santeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:29:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>A palavra adinkra pertence a um antigo sistema africano de escrita criado pelos povos acã (akan), que habitam a região de Gana, na África Ocidental. Ela se origina da história da guerra entre dois reis, um dois quais, adinkra, detinha conhecimentos sobre a produção de tecidos e estamparia. Tendo sido vencido e morto por seu inimigo, adinkra teve sua cabeça exposta como troféu. Depois disso, a palavra passou a significar "despedida" ou "adeus", além de denominar o conjunto de ideogramas do tecido da roupa que usava. São ideogramas de sentido profundo, que trazem aspectos da história, filosofia e valores desses povos. A partir desses ideogramas e de seu significado, Joaquim de almeida criou esta história que fala das tradições africanas, de magia e do amor de um filho por seu misterioso pai.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:29:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os gatos querem roubar seu peixe. O irmão mais velho só a deixa de lado. Os vizinhos não entendem a sua generosidade... Mas nada nem ninguém pode deter Akissi no cumprimento de sua missão hiperultra proibida: explorar ao máximo o universo da bagunça n a Costa do Marfim. A premiada autora marfinense Marguerite Abouet monstra, nessa reunião de histórias breves, uma perspectiva da África que foge dos clichês da pobreza, das guerras e das doenças. As aventuras cotidianas da intrépida Akissi revelam um a infância cheia de brincadeiras, liberdade e alegria. Conforme a nova ortografia da língua portuguesa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:30:54 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>A história da África é muito maior do que aquilo que foi ensinado por anos. Este livro pretende explorar algumas dessas histórias, dando especial atenção para as sociedades africanas que estiveram diretamente relacionadas à história brasileira. E por que essa escolha? Porque o Brasil é um país cuja história foi construída por milhares de africanos e seus descendentes, que durante muito tempo tiveram suas vidas e trajetórias pouco contadas ou totalmente silenciadas. Porque conhecer um pouco melhor o continente africano é uma forma de entendermos melhor o mundo e a nós mesmos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:31:41 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na sociedade do período do açúcar, a casa-grande era a residência do senhor de engenho. Seu conforto contrastava de modo gritante com a miséria e as péssimas condições de higiene das senzalas, onde moravam os escravos. O tratamento dado a eles era cruel, envolvendo castigos sangrentos, ataques sexuais e dolorosas explorações físicas e mentais. Afinal, eles não passavam de semoventes – criaturas que se moviam por si, como os cavalos, as vacas e os cachorros da fazenda. E que podiam ser vendidos, trocados, emprestados ou doados, como qualquer outro animal na posse do senhor branco é contra essa estrutura odiosa que se ergue Dandara dos palmares, guerreira e companheira de zumbi, que luta à frente das formações de palmarinos dispostos a reconquistar a liberdade de a dignidade para si e para seus irmãos escravizados. As lendas de Dandara é um romance apaixonado e apaixonante, que conquista o leitor desde a primeira página e ajuda a preencher lacunas de uma história do brasil que nunca foi bem contada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:32:37 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Este cordel é uma celebração do povo brasileiro: homens, mulheres e crianças, verdadeiros Zumbis na resistência diuturna por respeito às diferenças étnico-raciais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:33:32 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em O caçador cibernético da rua treze, Fábio Kabral apresenta elementos da mitologia Iorubá em uma aventura futurista de tirar o fôlego. Com uma linguagem contemporânea, o autor cria um universo fantástico rico em detalhes, onde vive um povo melaninado, com visual arrojado e usuário de uma tecnologia avançada. Neste universo, chamado Ketu 3, vive João Arolê, um jovem negro, caçador de aluguel de espíritos malignos. Um personagem complexo, que assim como os deuses africanos é suscetível a incerteza e arca com as consequências de viver em um mundo em que bem e mal não pertencem a dimensões distintas. João tem crises de consciência, dúvidas e insônias. Tenta compensar as mortes que causou como forma de se livrar das consequências dos seus atos. Uma oportunidade de redenção surge quando uma série de assassinatos envolvendo celebridades de Ketu Três faz seu povo precisar de um herói que possa solucionar esta questão. O que João não sabe é que sua tentativa de redenção o colocará frente a frente com questões mal resolvidas do seu passado, personificadas em um caçador vingativo, que o reencontra para um derradeiro acerto de contas. Ao apropriar-se dos códigos do Afrofuturismo para narrar a emocionante trajetória de João Arolê, Fábio Kabral nos ensina sobre a cultura negra, os deuses e a ancestralidade, e nos oferece uma ótima história, daquelas que continuam nos acompanhando após a leitura. Um livro de aventura personalíssimo de deuses, heróis e monstros, que todo leitor apaixonado por aventura e fantasia merece conhecer.​</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:34:20 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Zumbi é um tipo de monstro fedorento caindo aos pedaços ou um guerreiro pensante que mora nos vãos da terra? Dúvidas sobre seu corpo e sua história borbulham na cabeça do menino Candê, que mergulha nos detalhes da africanidade que leva nos poros, cabelos e passos. Junto com seu Tio Prabin, sua Mãe Manta e sua Vó Cota Irene, entre outros personagens inusitados que frequentam botecos e encruzilhadas de seu bairro periférico, neste livro colhemos cacos e cantos da história do Brasil, e abrimos horizontes sobre paternidade e as contradições entre celebrar e lamentar a Morte. “Zumbi assombra quem?” é o caminho do aprendizado de Candê sobre as lutas, brinquedos e mistérios de ancestrais quilombolas, descobrindo aventuras antigas que se misturam ao cotidiano de casa e da escola, e à liberdade da rua, entre pipas soltas e esquinas respingadas de sangue. Pelos seus olhos de menino surgem os mistérios, alegrias e medos de Zumbi ao lidar com perguntas que desafiam seu povo há séculos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:35:03 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos contos de “Te Pego Lá Fora”, o autor executa habilmente a difícil (e raras vezes atingida) transposição da oralidade cotidiana da periferia para uma expressão literária. Formas coloquiais como ‘prôfi’, ‘prussôr’ ou ‘quem quisé fazê’ permeiam os textos, amparadas pela versatilidade formal que vai do microconto (“Pedido Irrecusável”, “Medo”) à dramaturgia de “A Queda”, passando por narrações em primeira pessoa (“O Livro Negro”, “Um Estranho no Cano”) e cômicas histórias estruturadas em diálogos como “Socá pra dentro” e “Boi na linha”. A resistência armada de palavras prevalece no beligerante ambiente escolar, mesmo no embate com o corporativismo afetivo das autoridades (“Papo Reto”). A divisão do livro em estações do ano é engenhosa, gerando uma leitura vertiginosa, potencializada pelos grafismos hipnóticos da edição que lembra um caderno escolar. Os contos finais, significativamente os da primavera, sedimentam o triunfo da literatura para além do simples salvacionismo, tanto contra o bullying (“Poeta”) como contra a descrença (o conto-manifesto “Literatura (é) possível”). A escrita marginal de Ciríaco expõe com destemor os problemas centrais do Brasil contemporâneo.[…]</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:36:05 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A voz das ruas é o guia da instigante literatura de Sérgio Vaz. Suas palavras não fazem concessões com aqueles que procuram nos colocar medo todos os dias, nem com os que promovem a promessa barata de que a felicidade está ao alcance de todos. Com a mente repleta de sonhos e pesadelos, o poeta dispõe à nossa frente todas as faces que capta da realidade cotidiana.<br></strong><br></div><div>Nesse livro, Vaz joga sua rede no mundo das crônicas, e pesca o que há de esperança e desesperança na vida. Como observador das marés, de nossas tormentas e maremotos, ele mergulha fundo na alma dos invisíveis, dos desterrados, dos sem-nome, dos sem-lugar, dos sem aquilo que um dia foi prometido a todos, mas que acabou sendo apenas permitido a uma pequena parcela da humanidade: a plena cidadania.<br><br></div><div>Como pontua certeiramente Heloisa Buarque de Hollanda na apresentação da obra, “lendo <em>Literatura, pão e poesia</em>, e sintonizando com o autor, que declara ler ‘livros como quem foge das galés’, descortinamos a visão da literatura como carta de alforria, disseminada na periferia de São Paulo e em outras quebradas por esse corsário das ruas, o poeta Sérgio Vaz”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:36:44 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em um minúsculo planeta, vive o Pequeno Príncipe Preto. Além dele, existe apenas uma árvore Baobá, sua única companheira. Quando chegam as ventanias, o menino viaja por diferentes planetas, espalhando o amor e a empatia. O texto é originalmente uma peça infantil que já rodou o país inteiro. Agora, Rodrigo França traz essa delicada história no formato de conto, presenteando o jovem leitor com uma narrativa que fala da importância de valorizarmos quem somos e de onde viemos - além de nos mostrar a força de termos laços de carinho e afeto. Afinal, como diz o Pequeno Príncipe Preto, juntos e juntas todos ganhamos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:37:28 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Selo Altamente Recomendável/FNLIJ 2014 - Categoria Tradução/Adaptação Informativo Símbolo de coragem e paz para toda a humanidade, Nelson Mandela liderou a resistência contra décadas de apartheid na África do Sul e é amado e admirado no mundo inteiro. Depois de 27 anos na prisão, reconquistou enfim a liberdade e, em 1994, foi eleito o primeiro presidente negro de seu país. Com um texto emocionante de Alain Serres e belas ilustrações de Zaü, o livro apresenta a história desse grande homem, cuja luta a favor da união dos povos de todas as cores é fonte permanente de inspiração. A obra, que integra o catálogo da Pequena Zahar, conta ainda com a seção "Para compreender melhor", em que o leitor encontrará material de pesquisa que inclui: palavras-chave, fotos, um mapa e uma cronologia da vida de Mandela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:38:33 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das histórias mais poderosas e revolucionárias do século XX, a da luta pelos direitos civis e pela igualdade entre as pessoas de todas as raças, credos e cores. Com um texto cativante e belamente ilustrado, Martin e Rosa narra a história de Rosa Parks, que ousa desafiar a segregação que os negros sofrem no sul dos Estados Unidos em meados dos anos 1950; e também a história de Martin Luther King que, pregando a não violência, expande o protesto pela igualdade. Ao lado de milhares de insurgentes, Rosa e Martin caminham, denunciam e conseguem modificar a lei que separava negros e brancos nos ônibus. Do grande sonho de Martin e Rosa à eleição de Barack Obama, uma esperança se delineia: o desabrochar de todas as cores da humanidade. O livro conta ainda com a seção "Para compreender melhor", em que o leitor encontrará material de pesquisa que inclui: textos, fotos, documentos e um mapa sobre a vida de Martin Luther King e Rosa Parks e a luta pelos direitos civis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:39:11 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma visão clara e abrangente sobre a África contemporânea. Além de revelar um mundo conhecido apenas por seus estereótipos, o livro reúne questões polêmicas sobre o domínio europeu e a diversidade das lutas contestatórias até a formação dos Estados nacionais. Com rica pesquisa cartográfica, a obra interessa aos estudiosos de história, geografia, antropologia, ciência política e sociologia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 18:39:59 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Castro Alves foi um dos escritores abolicionistas mais conhecidos. Poeta talentoso, sempre se mostrou defensor dos negros, o que lhe valeu a alcunha de "poeta dos escravos".<br><br>Seu poema mais famoso, "O Navio Negreiro", retrata o drama e o horror vividos por milhões de homens, mulheres e crianças em navios vindos da África para o Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-19 15:20:44 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Publicado pela primeira vez de forma independente em 1883, “Os Escravos” reúne poemas como “O Navio Negreiro (Tragédia no Mar)“ e “Vozes d´África”, nos quais fica clara a posição abolicionista do autor. Trata-se de uma coletânea fundamental para quem busca compreender a obra poética de Castro Alves.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-19 15:28:06 UTC</pubDate>
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         <author>leticiaqueiroz3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Relato impressionante do episódio mais cruel da história da Marinha brasileira. Granato resgata o heroísmo de João Cândido, o negro analfabeto líder da Revolta da Chibata, que marca o fim dos castigos corporais impostos aos marinheiros no início do século. Uma vida marcada pela tragédia. Uma trajetória entre a fama e o desamparo. Um homem simples que acabou tornando-se o primeiro herói brasileiro do século XX. João Cândido, o nosso almirante negro, queria acabar com os maus-tratos na Marinha. E assim foi. O mestre-sala dos mares mudou a rota da história ao liderar a Revolta da Chibata naquele novembro de 1910. Sua coragem, no entanto, teve um preço alto demais. 'O Negro da Chibata' é fruto de dois anos de pesquisa do jornalista Fernando Granato. Neste relato impressionante, o leitor acompanhará o dia-a-dia da revolta, as repercussões políticas, os atos heróicos, as investidas cruéis e os dramas pessoais deste personagem que o país não pode esquecer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-19 15:33:54 UTC</pubDate>
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