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      <title>Meu Memorial Fabuloso by Jhonnathan Pereira</title>
      <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI</link>
      <description>Memorial das aulas de Seminário Temático I</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-10 22:25:03 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-04 22:42:00 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Quem Sou Eu?</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2950192320</link>
         <description><![CDATA[<p>Me chamo "Jhonnathan Pereira" e Nasci dia 06/09/2000. Escrevo poesias, contos e outras coisas... Sou formado em Inglês pela Achieve Languages By Oxford e curso Letras do português na UNEB XXI.&nbsp;</p><p>Sou natural de São Paulo que agora resido em Ipiaú - BA, fui premiado pelo CDA-SC e pela IFSC com o prêmio de Multiprodução em 2023.&nbsp;</p><p><br></p><p>Me descobri poeta e escritor após entrar no mundo da literatura pela UNEB, apesar de todas as dificuldades, me mantenho convicto das minhas aptdões e habilidades. </p><p><br></p><p>Tenho uma plena noção de que as coisas são mais difíceis quando olhamos de baixo, ainda mais difíceis quando não estendemos as mãos para quem precisa de apoio. </p><p>O início do curso, foi muito complicado, mas defini alguns objetivos com o curso. </p><p>Minhas metas para este curso, são claras... Desejo aprimorar minha escrita na língua portuguesa e expandir meus horizontes quanto às questões literárias. Minha maior meta é a publicação de um livro com todos os meus contos escritos, que são aproximadamente 40.  </p><p><br></p><p>Como senti muita dificuldade, imaginei que outras pessoas também sentiriam a mesma dificuldade. Pensando nisto, criei um guia prático sobre poemas e coisas do tipo. No entanto, de forma muito dinamizada. Deixei disponível gratuitamente no link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://encr.pw/GuiaPratico-3-0">https://encr.pw/GuiaPratico-3-0</a></p><p><br></p><p>Desejo fazer parte da história da literatura brasileira e quem sabe do mundo! Embora pareça um sonho distante, estou buscando esse objetivo e os prováveis complementos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 00:17:24 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 13/03/2024 (Racismo)</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991401296</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, durante a aula, mergulhamos profundamente no tema do racismo e exploramos como ele se manifesta em nossa sociedade. Fiz uma comparação com o artigo de Luis R. Cardoso de Oliveira, que lança luz sobre a ideologia da democracia racial no Brasil desde os anos 1950. Essa ideologia, que sugere uma harmonia racial, tem sido criticada pela Sociologia, que aponta para a persistência da discriminação no país.</p><p>Uma das características marcantes da discriminação no Brasil é sua natureza indireta e dissimulada. Muitas vezes, é difícil identificar até mesmo para aqueles que a vivenciam. Além disso, a discriminação é ilegal e sancionada negativamente moralmente, mas ainda assim, muitas vezes se manifesta de forma irrefletida. </p><p><br/></p><p>Um exemplo intrigante é o anúncio de emprego de uma mulher de classe média alta que especificava que aceitaria apenas candidatas “brancas”. Quando questionada sobre o possível racismo implícito no anúncio, ela argumentou que não havia preconceito em sua família e mencionou que seu marido, um empresário, havia empregado negros em sua empresa. No entanto, durante a crise econômica, os primeiros a serem demitidos foram justamente os funcionários negros. Esses exemplos revelam a complexidade e singularidade da discriminação racial no Brasil, que não pode ser negada, mesmo quando se manifesta de maneira sutil e velada.</p><p><br/></p><p><em>É importante continuarmos a refletir sobre essas questões e trabalhar para construir uma sociedade mais justa e igualitária. O combate ao racismo exige conscientização, educação e ações concretas para promover a igualdade racial.</em></p><p><br/></p><p>(Link do texto de Luís R. Cardoso de Oliveira: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/ea/a/VfpmFwCFbrRLFJcxW96NQxy/">https://www.scielo.br/j/es/a/kWym5qKLCgwjzBGPCBZYSsM/?lang=pt</a>)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:38:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 20/03/2024 (Educação, Raça, gênero e diversidade sexual)</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991402166</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, tivemos uma aula intensa sobre o tema “Racismo”. A base para nossa discussão foi o texto inspirador de Nilma Lino Gomes. A professora nos conduziu por um mergulho profundo nas experiências das mulheres negras, revelando as múltiplas camadas de discriminação que enfrentam.</p><p>Segundo o texto, essas mulheres carregam o peso de uma combinação cruel de racismo, sexismo e outras formas de opressão. Suas trajetórias de vida são marcadas por esses impactos, afetando não apenas elas, mas também suas famílias.</p><p>Na esfera política, as candidatas negras também enfrentam desafios. Um estudo recente, realizado durante as eleições municipais de 2020, revelou que 8 em cada 10 delas sofreram violência virtual. Além disso, 6 em cada 10 foram vítimas de violência moral e psicológica. É uma realidade dura e urgente que precisa ser enfrentada.</p><p>A professora destacou a educação formal como uma estratégia crucial para prevenir a violência. E como podemos fazer isso? Aqui estão algumas abordagens que discutimos:</p><ol><li><p><strong>Ambiente escolar seguro:</strong> As escolas devem ser refúgios acolhedores, onde todas as crianças se sintam seguras e valorizadas. Isso não apenas promove o sucesso acadêmico, mas também contribui para a formação de cidadãos conscientes e empáticos.</p></li><li><p><strong>Rede intersetorial de proteção:</strong> A educação não pode agir sozinha. Precisamos olhar para os territórios mais vulneráveis e criar uma rede de proteção que envolva diversos setores, como saúde, assistência social e segurança.</p></li><li><p><strong>Capacitação de profissionais:</strong> Professores e gestores devem ser treinados para prevenir e responder à violência. Reconhecer a diversidade e promover uma cultura de paz nas escolas é essencial.</p></li><li><p><strong>Diálogo e empatia: </strong>iniciativas que incentivem o diálogo aberto e a empatia podem ser poderosas na prevenção de conflitos e violência. Vamos aprender a ouvir e a entender mutualmente.</p></li></ol><p>Em resumo, a educação formal é uma ferramenta poderosa para combater a violência, desde que seja inclusiva, sensível às diferenças e integrada a outras políticas e ações de proteção. Hoje, saí da aula com uma sensação de responsabilidade e esperança. Vamos fazer a diferença!</p><p><br/></p><p>(Link do texto de Nilma Lino Gomes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/es/a/kWym5qKLCgwjzBGPCBZYSsM/?lang=pt">https://www.scielo.br/j/es/a/kWym5qKLCgwjzBGPCBZYSsM/?lang=pt</a>)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:39:33 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 27/03/2024 (Cultura da violência e do estrupo) </title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991402523</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Bom, tivemos uma aula profunda e impactante, baseada no artigo “Cultura da violência e estupro ostentação”. O tema abordado foi a interseção entre esses dois fenômenos sociais que afetam nossa sociedade de maneira significativa.  Vimos alguns exemplos de relações com a nossa realidade trazidas pela professora. </p><p><br/></p><p><strong>Cultura do Estupro:</strong> A professora nos conduziu por uma análise crítica da cultura do estupro. Essa cultura é composta por um conjunto de crenças, atitudes e práticas que minimizam, justificam ou até mesmo normalizam a violência sexual. É uma teia complexa de mitos prejudiciais, como culpar a vítima, desculpar o agressor e, de maneira perversa, sexualizar a própria violência. A objetificação das mulheres e a aceitação tácita de comportamentos violentos também fazem parte desse contexto.</p><p><strong>Violência Ostentação:</strong> Em seguida, mergulhamos na discussão sobre a violência ostentação. Essa é uma forma de exibição e glorificação da violência presente em contextos culturais, como músicas, filmes e redes sociais. Infelizmente, ela pode reforçar estereótipos de masculinidade agressiva e normalizar comportamentos violentos, perpetuando um ciclo prejudicial.</p><p><strong>Análise do Funk:</strong> O estudo que realizamos focou nas letras de duas músicas de funk brasileiro: “Baile de Favela” e “Malandramente”. Mediante uma análise dialógica, os pesquisadores identificaram discursos que remetem à violência sexual nessas músicas. O resultado foi a construção da chamada “vítima perfeita”, um conceito que naturaliza a violência sexual culpabilizando a própria vítima. Além disso, as letras também revelaram a erotização da infância e a exaltação do estupro coletivo.</p><p><strong>Papel do Funk:</strong> Discutimos o papel ambivalente do funk como prática cultural. Por um lado, ele pode ser uma ferramenta emancipatória, dando voz a comunidades marginalizadas. Por outro, algumas letras reproduzem discursos problemáticos. É fundamental reconhecer que as músicas influenciam a percepção e o comportamento das pessoas.</p><p><strong>Trabalho na Escola:</strong> Finalmente, debatemos como a escola pode abordar esse tema. Educação sexual, debates, palestras e projetos são ferramentas importantes para promover a conscientização sobre a violência de gênero. Envolvendo estudantes, professores e a comunidade, podemos desconstruir mitos e promover relações saudáveis.</p><p>Para concluir, a cultura do estupro e a ostentação da violência são questões sociais complexas que requerem uma abordagem multidisciplinar. A escola desempenha um papel crucial na conscientização e na promoção de mudanças culturais positivas. Hoje, saí da aula com um misto de inquietação e esperança. Vamos continuar essa jornada de transformação!</p><p><br/></p><p>(Link do artigo: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/icse/a/PNPrKHXpfXdPjLk8Zqzthvb/?lang=pt">https://www.scielo.br/j/icse/a/PNPrKHXpfXdPjLk8Zqzthvb/?lang=pt</a>)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:40:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 10/04/2024 (Disseminação de discursos de ódio em comentários de notícias: uma análise a partir de notícias sobre o universo LGBT.)</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991409606</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, nossa aula foi profundamente enriquecedora, focando nos desafios e avanços da luta da comunidade LGBTQIA+ no Brasil. </p><p><br/></p><p>O ponto de partida foi o artigo “Disseminação de discursos de ódio em comentários de notícias: uma análise a partir de notícias sobre o universo LGBT em cibermeios sul-mato-grossenses no Facebook”.</p><p><strong>Comportamento da Sociedade Brasileira:</strong> Exploramos as atitudes variadas da sociedade brasileira em relação às pessoas que se declaram LGBTQIA+. É um cenário complexo, com avanços significativos. O reconhecimento da união estável entre casais homossexuais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e a criminalização da homofobia são marcos importantes. No entanto, ainda enfrentamos preconceitos, discriminação e violência contra essa população.</p><p><strong>Consequências para a Saúde:</strong> Estudos revelam que membros da comunidade LGBTQIA+ são mais propensos a enfrentar problemas de saúde mental. Depressão, ansiedade, pensamentos suicidas, automutilação e abuso de álcool e substâncias são desafios reais. A homofobia e a discriminação afetam negativamente a saúde mental e física dessas pessoas, criando um ambiente de vulnerabilidade.</p><p><strong>Políticas Sociais e de Proteção:</strong> O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) desempenha um papel crucial no desenvolvimento de políticas públicas para enfrentar o preconceito e promover os direitos das pessoas LGBTQIA+. O mapeamento dessas políticas, abrangendo as 27 unidades federativas, visa fortalecer o controle social e criar estratégias de participação. Questões como uso do nome social, penalidades por preconceito e identidade social para pessoas travestis e transexuais estão no centro dessas políticas.</p><p><br/></p><p> A sociedade brasileira está em constante evolução em relação aos direitos LGBTQIA+, mas ainda há desafios a superar. As políticas sociais e de proteção são essenciais para garantir a igualdade e o bem-estar dessa comunidade. Saí da aula com uma sensação de responsabilidade e esperança. Vamos continuar lutando por um mundo mais inclusivo e justo!</p><p><br/></p><p>Minha percepção é que a violência contra o grupo LGBTQIA+ é uma realidade alarmante e inaceitável. O texto menciona que, apesar dos avanços em políticas e reconhecimento de direitos, ainda enfrentamos preconceitos, discriminação e agressões diretas. Essas violências podem ser físicas, verbais ou psicológicas, e têm um impacto profundo na saúde mental e física das pessoas LGBTQIA+. É fundamental continuarmos lutando por uma sociedade mais inclusiva, onde todos possam viver com dignidade e respeito.</p><p><br/></p><p>(Link do Artigo: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/interc/a/VBVZpJsyzRT4hNY3bJ6QJfw/?lang=pt">https://www.scielo.br/j/interc/a/VBVZpJsyzRT4hNY3bJ6QJfw/?lang=pt</a>)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:47:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 17/04/2024 (Violência sexual contra mulheres estudantes em escolas médicas)</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991413290</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, discutimos um tema crucial e alarmante: a violência sexual enfrentada por mulheres estudantes de Medicina em todo o mundo. O estudo realizado no estado do Piauí, Brasil, com 211 alunas de oito escolas médicas trouxe à tona dados preocupantes.</p><p><strong>Resultados do Estudo:</strong></p><ul><li><p><strong>Prevalência:</strong> Mais da metade (55%) das estudantes relatou ter sofrido algum tipo de violência sexual durante o curso de Medicina.</p></li><li><p><strong>Comentários Sexistas:</strong> Comentários sexistas ou sexualmente degradantes foram frequentes (87,8%). Esses ocorreram principalmente em ambientes de prática (55,3%), nos primeiros e segundos anos do curso (65,8%) e em disciplinas do ciclo básico (63,0%).</p></li><li><p><strong>Perfil dos Agressores:</strong> Os agressores eram predominantemente homens (99,0%), com mais de 40 anos (60,4%), e muitos deles eram professores (59,3%).</p></li></ul><p><strong>Impacto e Subnotificação:</strong></p><ul><li><p><strong>Sofrimento Emocional:</strong> A violência sexual resultou em sofrimento emocional para quase metade das vítimas (47,3%).</p></li><li><p><strong>Queda na Produtividade/Qualidade do Estudo:</strong> Além disso, 25% das estudantes relataram queda na produtividade ou qualidade do estudo devido a essa violência.</p></li><li><p><strong>Subnotificação:</strong> Surpreendentemente, a maioria das vítimas não denunciou o ocorrido (92,9%).</p></li></ul><p><strong>Fatores Associados:</strong></p><ul><li><p><strong>Orientação Sexual:</strong> Estudantes que se autodeclararam bissexuais apresentaram maior chance de sofrer violência sexual.</p></li><li><p><strong>Características da Instituição de Ensino:</strong> Alunas de instituições de ensino públicas também mostraram maior vulnerabilidade.</p></li></ul><p><strong>Ações Necessárias:</strong> Esses achados destacam a urgência de ações preventivas e mitigadoras. É fundamental:</p><ul><li><p>Sensibilizar a comunidade acadêmica sobre a gravidade desse problema.</p></li><li><p>Implementar políticas de prevenção e apoio às vítimas.</p></li><li><p>Encorajar a denúncia e garantir que as estudantes se sintam seguras ao fazê-lo.</p></li></ul><p>Como futuros profissionais de saúde, temos a responsabilidade de lutar contra essa violência e criar ambientes seguros para todas as pessoas. Vamos agir!</p><p><br/></p><p>(Link do Artigo: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/rbem/a/V7LqLcr7ghxbnLtLmmH6Hjd/">https://www.scielo.br/j/rbem/a/V7LqLcr7ghxbnLtLmmH6Hjd/</a>)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:51:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 24/04/2024 (Violências em áreas rurais contra pessoas com deficiência na perspectiva de seus familiares)</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991414336</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, mergulhamos em um estudo profundo sobre a violência enfrentada por pessoas com deficiência que residem em áreas rurais. A perspectiva dos familiares dessas pessoas foi fundamental para compreender os desafios que enfrentam. A professora trouxe alguns exemplos e relacionou alguns tópicos: </p><ul><li><p><strong>Formas de Violência:</strong> As pessoas com deficiência enfrentaram diferentes formas de violência: física, psicológica e sexual. Essas agressões vieram de diversas fontes, incluindo familiares, colegas, membros da comunidade e até profissionais de saúde.</p></li><li><p><strong>Adaptações nas Dinâmicas Familiares:</strong> Os familiares mencionaram adaptações significativas nas dinâmicas familiares para cuidar das pessoas com deficiência. Essa dedicação é admirável, mas também traz desafios sociais, financeiros e no lazer.</p></li><li><p><strong>Acesso e Acessibilidade:</strong> Os desafios relacionados ao acesso a serviços de educação e saúde também foram destacados. A exclusão, o desrespeito e a negação de direitos são uma realidade nesse contexto.</p></li></ul><p>Como futuros profissionais, temos a responsabilidade de lutar contra essa violência e criar ambientes mais inclusivos e acessíveis. Vamos trabalhar para garantir que todas as pessoas, independentemente de suas habilidades, tenham acesso aos bens e serviços essenciais. Juntos, podemos fazer a diferença!</p><p><br/></p><p>(Link do Texto: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/reben/a/GPhG6XDrRmY7GqjY4Yn4xQR/?lang=pt#">https://www.scielo.br/j/reben/a/GPhG6XDrRmY7GqjY4Yn4xQR/?lang=pt#</a>)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:52:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 01/05/2024 (Representações Sociais do “Ser Indígena”: Uma Análise a Partir do Não Indígena)</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991416008</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, exploramos um estudo qualitativo descritivo que buscou compreender as representações sociais do “ser indígena” a partir da perspectiva de pessoas não indígenas. Essa pesquisa, embasada na Teoria das Representações Sociais e referências da antropologia, revelou insights importantes. A professora discutiu alguns pontos importantes do texto, tais como: </p><ul><li><p><strong>Sujeito Distinto:</strong> As representações sobre os indígenas frequentemente ancoram-se em um conhecimento prévio que os retrata como sujeitos primitivos.</p></li><li><p><strong>Sujeito de Direito:</strong> Desmistificar estereótipos é essencial. Reconhecer os indígenas como sujeitos de direitos, respeitando sua cultura, é fundamental.</p></li><li><p><strong>Sujeito Excluído:</strong> Infelizmente, muitos brasileiros, alienados em sua própria cultura, perpetuam uma violência simbólica e cultural contra os indígenas.</p></li><li><p><strong>Sujeito Valorizado:</strong> Valorizar os indígenas como cidadãos plenos de direitos contribui para sua inclusão na sociedade.</p></li></ul><p><strong>Visão da Sociedade:</strong> Ainda persistem estereótipos e preconceitos em relação aos indígenas. Muitos desconhecem suas contribuições à cultura nacional e os veem como pessoas ultrapassadas, incapazes e desconectadas da tecnologia. Essa visão retrógrada dificulta a inclusão e o reconhecimento de seus direitos.</p><p><br></p><p><strong>Impacto da Colonização:</strong> O processo de colonização teve efeitos devastadores sobre os indígenas. Expulsos de suas terras, tiveram suas culturas desrespeitadas e sofreram violência física e cultural. A redução de territórios e a perda de autonomia afetaram profundamente essas comunidades. A resistência é parte fundamental de sua história.</p><p><br></p><p><strong>Minha percepção: </strong>Ser indígena no Brasil envolve enfrentar desafios diários, desde a luta contra o preconceito até a preservação de suas culturas ancestrais. Os indígenas seguem buscando seus direitos e a proteção de suas comunidades. Como futuros profissionais, devemos contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva.</p><p><br></p><ul><li><p>(Link do Artigo e referências usadas: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/pcp/a/K38kDH3X6NYC5Ywh3bpg6tP/?lang=pt">https://www.scielo.br/j/pcp/a/K38kDH3X6NYC5Ywh3bpg6tP/?lang=pt</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasil.un.org/pt-br/77318-onu-proteger-os-direitos-dos-povos-ind%C3%ADgenas-%C3%A9-proteger-os-direitos-de-todos">https://brasil.un.org/pt-br/77318-onu-proteger-os-direitos-dos-povos-ind%C3%ADgenas-%C3%A9-proteger-os-direitos-de-todos</a> )</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:53:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>08/05/2024 (Nem santa, nem pecadora)</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991417147</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, exploramos um estudo sobre a dominação histórica das mulheres no contexto do capitalismo. As relações sociais de sexo e gênero desempenham um papel crucial nos altos índices de violência contra as mulheres. Vimos o texto "Nem santa, nem pecadora: novas roupagens, velhas dicotomias na coisificação da mulher" Com a ajuda da professora, refletimos sobre os seguintes pontos: </p><p><br/></p><ol><li><p><strong>Coisificação do Corpo Feminino:</strong></p><ul><li><p>A mídia retrata frequentemente as mulheres de maneira simplista, perpetuando estereótipos de gênero.</p></li><li><p>Essa coisificação transforma o corpo feminino em objeto de desejo e consumo, reforçando a ideia de que o valor da mulher está ligado à sua aparência física.</p></li><li><p>Infelizmente, isso contribui para a violência de gênero, reduzindo as mulheres a meros objetos.</p></li></ul></li><li><p><strong>Pressão para Conformidade:</strong></p><ul><li><p>A exposição midiática cria uma pressão para que as mulheres se encaixem nos padrões estabelecidos.</p></li><li><p>Quando não se enquadram, enfrentam discriminação e exclusão social. A busca incessante pela conformidade é exaustiva e prejudicial.</p></li></ul></li><li><p><strong>Limitação de Oportunidades:</strong></p><ul><li><p>A representação estereotipada das mulheres também afeta suas oportunidades profissionais e pessoais.</p></li><li><p>Isso limita o acesso a cargos de liderança, educação e ciência, perpetuando a desigualdade de gênero.</p></li></ul></li></ol><p>Ao refletir essa atuação da mulher, vemos que desafiar esses padrões e promover uma representação mais diversa e realista é fundamental para alcançar a igualdade de gênero e empoderar as mulheres. Como futuros profissionais, temos a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva.</p><p><br/></p><p>(Link do texto: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/sssoc/a/gXHm78WFWRyz3mkK6qtYMPv/?lang=pt">https://www.scielo.br/j/sssoc/a/gXHm78WFWRyz3mkK6qtYMPv/?lang=pt</a>) </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:54:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991417147</guid>
      </item>
      <item>
         <title>15/05/2024 (As caravanas: racismo e novo racismo)</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991417685</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi proposto uma análise da canção "Caravanas" de Chico Buarque. Farei uma pequena análise da letra, para podermos entender um pouco melhor o seu conteúdo. Além de comentar um pouco sobre o texto. </p><pre><code>As caravanas (Chico Buarque)

1. É um dia de real grandeza, tudo azul
2. Um mar turquesa à la Istambul enchendo os olhos
3. E um sol de torrar os miolos
4. Quando pinta em Copacabana
5. A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
6. A caravana do Irajá, o comboio da Penha
7. Não há barreira que retenha esses estranhos
8. Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
9. A caminho do Jardim de Alá
10. É o bicho, é o buchicho, é a charanga
11. Diz que malocam seus facões e adagas
12. Em sungas estufadas e calções disformes
13. É, diz que eles têm picas enormes
14. E seus sacos são granadas
15. Lá das quebradas da Maré
16. Com negros torsos nus deixam em polvorosa
17. A gente ordeira e virtuosa que apela
18. Pra polícia despachar de volta
19. O populacho pra favela
20. Ou pra Benguela, ou pra Guiné
21. Sol, a culpa deve ser do sol
22. Que bate na moleira, o sol
23. Que estoura as veias, o suor
24. Que embaça os olhos e a razão</code></pre><p><br/></p><p>A canção descreve a chegada dessas “caravanas” de pessoas das favelas, que são estigmatizadas e vistas como ameaças pela sociedade. O uso da palavra “muçulmanos” sugere uma associação preconceituosa, destacando a marginalização desses grupos. Além disso, a referência à cor da pele (“negros torsos nus”) ressalta a questão racial e a exclusão social.</p><p>Chico Buarque, por meio dessa música, denuncia a realidade de desigualdade, racismo e preconceito no Brasil, fazendo um paralelo com as caravanas históricas e a atualidade. A ambiguidade da toponímia carioca também é explorada, mostrando que as favelas não são apenas palcos de violência policial, mas também autênticos núcleos de cultura negra.</p><p><br/></p><p>Ao final da aula, os colegas comentaram que a música é uma crítica social contundente, que denuncia a realidade de desigualdade, racismo e preconceito no Brasil. Vamos analisar os principais pontos:</p><ul><li><p><strong>Associação Preconceituosa:</strong></p><ul><li><p>A canção descreve a chegada de grupos de pessoas das periferias, comparando-as a uma invasão de muçulmanos.</p></li><li><p>O uso da palavra “muçulmanos” sugere uma associação preconceituosa, destacando a marginalização desses grupos.</p></li><li><p>A referência à cor da pele (“negros torsos nus”) ressalta a questão racial e a exclusão social.</p></li></ul></li><li><p><strong>Metáfora das Caravanas:</strong></p><ul><li><p>A metáfora das caravanas evoca tanto as caravanas históricas quanto a atualidade.</p></li><li><p>No passado, as caravanas eram símbolos de movimento, comércio e trocas culturais. Na canção, representam a marginalização, a violência policial e a exclusão.</p></li><li><p>Os arrastões nas praias cariocas são uma espécie de “caravana invertida”, onde os moradores das favelas são impedidos de acessar as praias nobres. Essa segregação é um tipo de apartheid à brasileira.</p></li></ul></li><li><p><strong>O Jardim de Alah:</strong></p><ol><li><p>A presença do Jardim de Alah na canção é significativa.</p></li><li><p>O Jardim de Alah, com suas conotações paradisíacas, é um lugar onde todos deveriam ter acesso igualitário.</p></li><li><p>No entanto, os suburbanos, representados como “muçulmanos”, são excluídos desse paraíso.</p><p><br/></p></li></ol></li></ul><p>(Link do artigo e da música: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/rieb/a/hjd3ZwZ65P6x7YmGW6vjx4w/">https://www.scielo.br/j/rieb/a/hjd3ZwZ65P6x7YmGW6vjx4w/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.letras.mus.br/chico-buarque/as-caravanas/">https://www.letras.mus.br/chico-buarque/as-caravanas/</a> )</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:55:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991417685</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Auto Avaliação</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991418101</link>
         <description><![CDATA[<p>Como aluno do componente “Seminário Temático 1”, tive a oportunidade de explorar diversas perspectivas e enxergar o mundo sob diferentes ângulos. A seguir, justifico cada ponto da minha autoavaliação:</p><ol><li><p><strong>Ampliação de Visão</strong>: Durante o seminário, fui exposto a uma variedade de temas e abordagens, o que me permitiu ampliar minha visão sobre questões sociais, culturais, científicas e filosóficas. Essa diversidade de conteúdos me ajudou a enxergar além do meu próprio ponto de vista.</p></li><li><p><strong>Compreensão do Mundo</strong>: Ao estudar diferentes perspectivas, pude compreender melhor como o mundo nos observa e como nossas ações afetam os outros. Isso me levou a refletir sobre minha responsabilidade como cidadão e como posso contribuir positivamente para a sociedade.</p></li><li><p><strong>Desenvolvimento Crítico</strong>: O seminário me desafiou a questionar minhas próprias crenças e a considerar argumentos contrários. Aprendi a analisar criticamente informações e a formar opiniões embasadas em evidências.</p></li><li><p><strong>Empatia e Tolerância</strong>: A exposição a diferentes perspectivas também me ajudou a desenvolver empatia e tolerância. Aprendi a respeitar opiniões divergentes e a reconhecer a complexidade das questões discutidas.</p></li></ol><p>Em resumo, o componente “Seminário Temático 1” foi uma experiência enriquecedora que me proporcionou crescimento pessoal e intelectual. Estou grato por ter participado e espero continuar a expandir minha visão de mundo em futuros estudos.</p><p><br/></p><p>Uso do PadLet para a avaliação:</p><p>Quanto ao uso da plataforma para avaliação, acredito que tenha sido uma forma um tanto inovadora e criativa, cooperando para o acesso às novas formas de avaliação e pôr em prática alguns conhecimentos de tecnologias. </p><p>Os pontos que julgo negativos, são a limitação da formatação para os planos gratuitos e o limite de Pads. Fora isto, estou satisfeito com a plataforma e com a abordagem profissional da professora ao escolher essa forma. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:55:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 29/05/2024 (Atividade prática a combinar a atividade e data)</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991418936</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-13 23:56:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 03/03/2023 (introdução)</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2991437619</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, falamos sobre como iremos desenvolver a disciplina e as atividades em sequência. </p><p>A professora, informou sobre a temática, métodos, formas e caminhos para termos bons rendimentos na aplicação do componente com formas diferentes de interagir, analisar e verificar os textos que ela irá disponibilizar no grupo que fora criado no WhatsApp. </p><p>Cada aluno desenvolveu seu perfil no PadLet, de modo a cooperar com o sistema avaliativo do componente.  </p><p>Para isto, iremos alimentar as guias do site, com informações semelhantes a um diário de bordo, para percebermos a nossa trajetória no componente acerca das discussões levantadas ao longo dos encontros. </p><p><br></p><p>Obs: </p><p><em>Se tratando apenas de uma introdução, não há mais comentários anotados. </em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-14 00:11:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cabeçalho:</title>
         <author>jhonnathanpereiraorg</author>
         <link>https://padlet.com/jhonnathanpereiraorg/MemorialSeminarioI/wish/2996004443</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 13:18:45 UTC</pubDate>
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