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      <title>The Belt and Road Initiative: China’s New Role in Geopolitics and Security Issue by Sara Kellen</title>
      <link>https://padlet.com/kellensara78/Bookmarks</link>
      <description>CHAPTER 2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-15 14:42:03 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-03-15 17:09:33 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Introdução- A relação entre o BRI e a segurança geopolítica da China</title>
         <author>kellensara78</author>
         <link>https://padlet.com/kellensara78/Bookmarks/wish/2096295006</link>
         <description><![CDATA[<div>- O BRI não é só uma fórmula permeada de traços econômicos, mas também geopolíticos e que envolve a segurança.&nbsp;<br>- Foca nas questões de segurança para a China a partir da implementação do BRI e como esse desenvolvimento afetou e vem afetando seus "rivais" EUA e a OTAN.&nbsp;<br>- Também trata do BRI e suas realidade em um possível contexto pós pandemia.&nbsp;<br>- O&nbsp; "One Belt One Road" é uma iniciativa que consiste em dois pilares&nbsp; “o Cinturão Econômico da Rota da Seda” e “a Rota da Seda Marítima do Século XXI."<br>- As duas propostas foram apresentadas em 2013, uma em março e a outra em novembro. É uma iniciativa que visa o crescimento mútuo por meio do compartilhamento e colaboração, além de ter sido incorporada a constituição do pcc.&nbsp; - O BRI incorporou 66 países da eurásia central e oriental e Ásia pacífico. Além de comportar o 1\3 do PIB mundial ainda possui as principais religiões mundiais.&nbsp;<br>- A China já gastou 200 bilhões em projetos do BRI.&nbsp;<br>- O BRI é feito para atender as necessidades de todos os envolvidos e apesar do governo chinês em seus discursos apresentarem como uma iniciativa de aproximação regional e a manutenção do comércio aberto\ livre o BRI se apresenta ainda focado muito na parte econômica.&nbsp;<br>- O BRI além de um projeto de conectividade da China e uma forma de garantir seus interesses como o fornecimento de energia da Ásia central, do oriente médio&nbsp; e de amenizar o problema de super produção de bens de consumo. Não se pode ignorar as motivações políticas como a ação de melhorar a visão que os vizinhos possuem do Estado chinês. Há também outro ponto que conta como a expressão de que a iniciativa é uma forma de reafirmar o poder da China como uma potencia mundial.&nbsp;<br>- "&nbsp; Dados seus cinco pilares – coordenação de políticas, conectividade de infraestrutura, comércio desimpedido, integração financeira e intercâmbio entre pessoas – o BRI é uma grande estratégia não apenas conectando diferentes regiões geográficas, mas também envolvendo diversas disciplinas. Assim, o BRI deve ser entendido com base em uma estrutura e perspectiva geopolítica abrangente. Conforme descrito por Zhengyu Wu,11 a geopolítica é na verdade um corpo particular de pensamento que “aborda as questões na confluência de três disciplinas acadêmicas díspares e suas preocupações fundamentais são geografia, história e estudos estratégicos”.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 15:59:48 UTC</pubDate>
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         <title>2.2 O Dilema de Segurança da China.</title>
         <author>kellensara78</author>
         <link>https://padlet.com/kellensara78/Bookmarks/wish/2096339167</link>
         <description><![CDATA[<div>- A China como o terceiro maior país em termos territoriais do mundo por séculos enfrentou dificuldades marítimas e continentais.&nbsp;<br>- Na antiguidade os chineses transformaram locais de conflitos em rotas de comércio impulsionando uma vastidão de culturas em seu território e também de materiais.&nbsp;<br>- Há uma visão de quem o BRI é uma versão melhorada da rota da seda incluindo paz, benefício mútuo, cooperação, integração, abertura e inclusão.&nbsp;<br>- o colonialismo e imperialismo moderno são pontos que impedem a prosperidade das rotas comerciais. Em meados do século XX a China sofreu com conflitos e se tornou ainda mais periférica, contudo decidiu adotar a antiga postura de integração política com reformas e aberturas comerciais. No entanto, nos dias atuais ainda é permeada de conflitos e questões de segurança sejam antigas ou cheias de novos desafios.&nbsp;<br>- "&nbsp; A China há muito está cercada por pontos de disputa, incluindo as questões nucleares coreanas no norte, disputas insulares com cinco países da ASEAN e o Japão ao sul e leste, e confrontos de fronteira com a Índia no oeste. Além disso, a China também se incomoda com questões de segurança não tradicionais, como terrorismo no noroeste, dilemas energéticos e saúde pública."<br>- Há ainda o dilema de Malaca que o BRI visa resolver. Diz respeito ao abastecimento energético da China nessa região e a dependência para garantir o abastecimento e o comércio de petróleo. O ponto é que os EUA e a índia monopolizam esse fornecimento.&nbsp;<br>-"&nbsp; Um oleoduto deve ser encaminhado de Mianmar para a China, e há uma proposta para construir um canal navegável através da Tailândia (Istmo de Kra). A Índia tem suas relações marítimas estratégicas com o Sri Lanka e as Maldivas, mas no passado recente, a visita de dois submarinos chineses ao Porto de Colombo foi uma afronta à segurança marítima da Índia.”&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 16:21:52 UTC</pubDate>
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         <title>2.3 BRI sob o desafio de segurança</title>
         <author>kellensara78</author>
         <link>https://padlet.com/kellensara78/Bookmarks/wish/2096387494</link>
         <description><![CDATA[<div>- O passado colonial e imperialista dos países da Ásia e do terceiro mundo sem dúvidas influenciaram nas suas transformações políticas internas, e ainda recaem sobre a atuação externa atual.&nbsp;<br>- Apesar do desejo de integração regional não se pode deixar de considerar espacialmente na Ásia a questão geopolítica, se considerar o passado colonial imperialista e a divisão territorial feita unicamente para atender os interesses dos não nacionais é de se imaginar a importância desses assuntos territoriais, ainda que o foco seja o desenvolvimento político.&nbsp;<br>- Dada a globalização e os problemas de segurança que são comuns a maioria dos países Asiáticos, Xi se utiliza dessas experiência comum para incentivar a integração solicitando a criação de um banco para investimentos nessa região e afirmando que a maior parte dos problemas de segurança são solucionados com infraestrutura, afirma também que isso aumentaria a confiança dos Estados nesse meio territorial.&nbsp;<br>- A questão de segurança do BRI também envolve seus parceiros, países como&nbsp; o Afeganistão, Índia, Iraque, Paquistão e Síria, são altamente arriscados segundo pesquisas. Em relação a alguns desses países além das instabilidades internas também há a ocupação dos EUA e ameaças de golpes de Estados.&nbsp;<br>- "&nbsp; De acordo com os estudos de Anchi Hoh (2019), a China reconheceu os riscos ao longo do BRI. Tomando o Oriente Médio e a Ásia Central como exemplos, a China está enfrentando desafios por meio de “três males” – terrorismo, extremismo e separatismo – que não apenas prejudicarão o sucesso da BRI, mas também afetarão sua própria segurança doméstica e a estabilidade do Xinjiang. Região Autónoma. Considerando que as questões externas podem se espalhar para a segurança interna, Hoh prevê que “o BRI deve ser acompanhado por esforços diplomáticos igualmente agressivos para abordar … especialmente em execução e avaliação"<br>- Ao analisar a geopolítica atual é certo que na implementação do BRI haverá atritos.&nbsp;<br>- Há o risco econômico pois apesar da necessidade de infraestrutura os países em desenvolvimento podem demorar mais para garantir o retorno por meio dos investimentos. O risco ambiental pois alguns países são frágeis em relação a questões ambientais. Geopolítico pois por comportar grande número de países diferentes entre si há conflitos sejam religiosos ou por questões históricas, o que demandaria muitos esforços diplomáticos e ainda a presença da própria China como cabeça da iniciativa dada suas diferenças e o questionamento dos seus interesses.&nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 16:47:25 UTC</pubDate>
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         <title>2.3.1 As Raízes dos Desafios de Segurança</title>
         <author>kellensara78</author>
         <link>https://padlet.com/kellensara78/Bookmarks/wish/2096401400</link>
         <description><![CDATA[<div>- As crises na economia da UE e dos EUA em 2008 promoveram instabilidades econômicas para países do terceiro mundo.&nbsp;<br>- A primavera árabe também trouxe instabilidades econômicas para para a região.&nbsp;<br>- " Por outro lado, os conflitos regionais alimentaram o Estado Islâmico (Daesh/ISIS), que expandiu sua base do norte do Iraque para a Síria, deteriorando ainda mais a situação no Oriente Médio. É certo que a entrada da Rússia mudou a situação na Guerra da Síria. Com mais apoio militar e mediação da China e da Rússia no Conselho de Segurança da ONU, o governo sírio infligiu derrotas ao Estado Islâmico (Daesh/ISIS), reposicionando as Forças Armadas sírias no controle do território."<br>- "&nbsp; Além disso, com a pandemia e a depressão econômica, o Líbano está imerso em conflitos domésticos."<br>- "&nbsp; Do ponto de vista da China, as questões de segurança são inevitáveis na realização do BRI, tendo em vista que o Oriente Médio é um polo central de todo o projeto. Por um lado, os conflitos no Oriente Médio influenciarão diretamente a segurança energética da China. Por outro lado, o caos no Oriente Médio também incentivará o separatismo na parte noroeste da China."&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 16:54:54 UTC</pubDate>
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         <title>2.3.2 Discussão: Perspectivas do BRI</title>
         <author>kellensara78</author>
         <link>https://padlet.com/kellensara78/Bookmarks/wish/2096418159</link>
         <description><![CDATA[<div>- A China tende a ver a pex relacionada com questões econômicas, sendo assim as questões do BRI serão guiadas pela política econômica.&nbsp;<br>- Entretanto dada a vastidão do projeto questões de segurança por exemplo podem respingar nesse processo e isso pode se tornar um obstáculo para a realização prática.&nbsp;<br>-&nbsp; " &nbsp; Por um lado, os países da ASEAN ainda estão altamente alarmados com o crescente poder de seu vizinho mais próximo. Por isso, os países do Sudeste Asiático estão acolhendo propostas semelhantes iniciadas por outras potências dentro ou fora da região, como Estados Unidos, Japão e Índia, para compensar o impacto da China. Por outro lado, as relações pessoais entre a China e os países do Sudeste permanecem em um nível baixo, embora o governo e as empresas da China tenham feito grandes esforços."&nbsp;<br>- A baixa transparência da China também desestimula a confiança dos países no sudeste da região. O s diferentes interesses dos Estados também produzem visões diferentes acerca do projeto.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 17:03:57 UTC</pubDate>
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         <title>2.4 A Perspectiva dos Estados Unidos</title>
         <author>kellensara78</author>
         <link>https://padlet.com/kellensara78/Bookmarks/wish/2096429332</link>
         <description><![CDATA[<div>- Considerando seus interesses domésticos os EUA estiveram por muito tempo interessados em estabelecer sua presença na Ásia.&nbsp;<br>- Historicamente essa presença pode ser notada com a guerra do Vietnã, das coreias e entre outros conflitos.&nbsp;<br>- Com a dissolução da URSS e os Estados Unidos como superpotência mundial, essa presença se tornou ainda mais marcante, com a invasão do Afeganistão em 2001 por exemplo.&nbsp;<br>- "&nbsp; Após o evento marcante dos ataques de 11 de setembro da Al-Qaeda, os Estados Unidos brandiram sua espada de Dâmocles de política externa. Durante a administração de George W. Bush, de 2000 a 2008, as políticas asiáticas dos Estados Unidos estabeleceram os contornos da Ásia e moldaram profundamente o mundo inteiro no novo século. Por um lado, os ataques de 11 de setembro mudaram a política chinesa dos Estados Unidos e as relações China-EUA" </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 17:09:33 UTC</pubDate>
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