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      <title>Meu Portfólio: IONETE by IONETE CERQUEIRA DA SILVA</title>
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      <pubDate>2020-11-09 22:31:30 UTC</pubDate>
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         <title>Meu Pedlet </title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá!<br>Me chamo Ionete Cerqueira da Silva, discente do 7º semestre do Curso de Pedagogia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, Campus de Jequié-BA, e atualmente resido no município de Lafaiete Coutinho-BA.<br>O início do semestre foi marcado com muita garra e determinação, porém, fomos pegos de surpresa pela pandemia mundial, tornando-nos reféns de um vírus. Dessa forma, as aulas presenciais foram suspensas. Foi um período marcado de muita expectativa acerca do retorno as aulas, sendo inviável, até o momento. E desde então, a UESB, como várias outras instituições de ensino, optou pela modalidade de ensino remoto, uma estratégia de educação à distância (EaD) improvisado, produzindo materiais "às pressas" para que os alunos possam estudar em suas casas, envolvendo professores na gravação de vídeo-aulas e transmissões ao vivo em múltiplas plataformas virtuais. Essas ações podem até ser vistas com bons olhos pela opinião pública, e até mesmo pelos docentes, mas até onde essa variação barateada de EaD pode garantir a oferta e a qualidade de cursos que até então eram presenciais? Sendo assim, ampliar as potencialidades dos discentes requer os conteúdos das diversas áreas do conhecimento, mas também <strong>requer interação social, afeto, humanização.</strong> É por esse motivo, entre outros tantos, que a educação precisa ser presencial. As instituições ensinam muito mais que conteúdos. Ensinam modos de vida, ao desenvolver indivíduos conhecedores do seu papel, inseridos na coletividade de nossa sociedade. De modo <strong>MUITO</strong> particular, é muito difícil falar sobre isso, falar sobre algo que você não se sente a vontade, não tem segurança, não tem conhecimento suficiente, não tem domínio e  sempre na espera/dependência de ajuda de alguém. Após muitos choros, nervosismo, noites em claro, desespero... mas também, com ajuda de poucas pessoas, as quais agradeço de todo coração, concluo o semestre mais desafiador dessa caminhada acadêmica, na certeza de que fiz o melhor que pude. <br>Com vocês, o meu Padlet.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 22:44:01 UTC</pubDate>
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         <title>O Caderno - Toquinho</title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sou eu que vou seguir você<br>Do primeiro rabisco até o be-a-ba<br>Em todos os desenhos coloridos vou estar<br>A casa, a montanha, duas nuvens no céu<br>E um sol a sorrir no papel<br>Sou eu que vou ser seu colega,<br>Seus problemas ajudar a resolver<br>te acompanhar nas provas bimestrais você vai vê<br>Serei de você confidente fiel,<br>Se seu pranto molhar meu papel<br>Sou eu que vou ser seu amigo,<br>Vou lhe dar abrigo, se você quiser<br>Quando surgirem seus primeiros raios de mulher<br>A vida se abrirá num feroz carrossel<br>E você vai rasgar meu papel<br>O que está escrito em mim<br>Comigo ficará guardado, se lhe dá prazer<br>A vida segue sempre em frente, o que se há de fazer<br>Só peço a você um favor, se puder:<br>Não me esqueça num canto qualquer</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:02:56 UTC</pubDate>
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         <title>1. Concepções de Estágio</title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[<div> PIMENTA, Selma Garrido, LIMA, Maria Socorro Lucena.<strong> Estágio e docência: diferentes concepções</strong>. Revista Poíesis_ Vol. 3. Nº 3 e 4, p. 5-24, 2005/ 2006. <br><br></div><div><strong>         Ionete Cerqueira da Silva</strong></div><div><br>Selma Garrido Pimenta - Professora titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – USP, é especialista na construção do Projeto Político e Pedagógico, possui graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1965), mestrado em Educação: Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1979) e doutorado em Educação: Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1985). Maria Socorro Lucena Lima – Professora Doutora da Universade Estadual do Ceará – UECE, é graduada em Letras (1971) e em Pedagogia (1978) pela Universidade Regional do Cariri – URCA, mestre em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará – UFC (1995), doutora em Educação na área de Didática, Teorias de Ensino e Práticas Escolares pela USP (2001), com pós-doutorado em Educação junto ao departamento de Metodologia de Ensino e Educação comparada pela USP (2007), é professora adjunta da UECE (2010), pertecente ao Mestrado Acadêmico em Educação como professora e pesquisadora. De acordo com o artigo “Estágio e docência: diferentes concepções”, as autoras trazem que o estágio foi identificado como a parte prática dos cursos de formação de profissionais em geral, como um campo de conhecimento, e que além do conhecimento, todo profissional precisa saber lidar com as diferentes situações encontradas em sala de aula e para isso, a prática torna-se importante. Ou seja, são indissociáveis, uma depende da outra. Para as autoras PIMENTA/ LIMA o estágio não implica apenas em repetir as práticas que foram observadas, mas cabe ao estagiário meditar e construir a partir dali o seu perfil profissional. Desse modo, elas enfatizam a importância de mudanças, pois, a escola está se transformando e as necessidades educacionais também vão sofrendo mudanças. O artigo é composto por partes contendo páginas e subtítulos que busca esclarecer qual a verdadeira relação que deve existir entre a teoria e a prática no exercício da profissão de pedagogia e que tipo de profissional se busca formar. No primeiro subtítulo do artigo” A prática como imitação de modelos” a autora relata que a realidade do ensino e dos alunos que vão à  escola não mudam com o passar dos anos, e o único papel da escola é ensinar, e se os alunos não aprendem, a escola não é a responsável, mas sim, as famílias e as diversas culturas a que pertencem. Logo, os tipos de profissionais que atuam com uma mera imitação de modelos sem reflexão crítica e sem fundamentação teórica que tenha como base a relação da aula com a realidade social em que o ensino se processa, estão fadados à uma reprodução de práticas onde a teoria não é contemplada. Portanto, esta perspectiva de imitação de modelos, que é uma perspectiva tradicional, a escola entende que o responsável pelo sucesso e pelo fracasso do aprendizado é o próprio aluno, que o professor não tem nenhuma relação com essa construção do aprendizado, dessa forma, pode se afirmar que a profissão do professor, como outras profissões também estão sujeitas a prática e sem ela é impossível que a teoria se concretize. Desta forma, o estágio tende a direcionar a observar professores e imitá-los sem no mínimo fazer uma análise crítica e reflexiva sobre tal prática. O simples fato de repetir as técnicas observadas dificulta o professor a lidar com situações adversas que possam surgir em sua atuação profissional. Tudo isso acaba levando o estudante a reproduzir o que foi ensinado sem dar conta que existe um contexto social diferente em cada lugar que se ensina. E as instituições devem ser locais de formação tanto no campo prático quanto no campo teórico, tornando o aluno crítico e reflexivo. No segundo subtítulo” A prática como instrumentalização teórica” é abordada a ideia de que o profissional se restringe a “prática”, não necessitando dominar os conhecimentos científicos. Ou seja, prioriza a técnica do fazer, logo, as autoras ressaltam as insuficiências da aplicação da prática pela prática, sem reflexão. Partindo assim, de que o professor aprende técnicas de dar aulas, assim como outros profissionais precisam desenvolver habilidades para o exercício de seu trabalho, mas, o saber sem fundamentação teórica não basta, uma vez que a técnica não capacita nenhum profissional para dar conta do conhecimento científico e nem da complexidade das situações com as quais se defrontam atualmente. A partir disso, o estágio passou a ser visto como identificador dos desvios e das falhas das escolas, dos diretores e dos professores, que passaram a rejeitar os estagiários.  Na concepção do terceiro subtítulo”O que entendemos por teoria e por prática” as autoras abordam que como a dissociação da teoria e prática resulta no empobrecimento das práticas nas escolas, havendo a necessidade de entender o porquê que o estágio deve ser teórico e prático, no qual o objetivo é alterar as instituições com as teorias, sendo necessário compreender a relação entre os alunos e as instituições. Com isso, as atividades que os professores realizam nas escolas devem ter como base os conteúdos educativos, científicos, entre outros. Nesse processo, o papel das teorias é o de iluminar e oferecer instrumentos e esquemas para análise e investigação que permitam questionar as práticas institucionalizadas e as ações dos sujeitos e, ao mesmo tempo, colocar as próprias em questionametos, uma vez que as teorias são explicações sempre provisórias da realidade. Diante disso, cabe ao professor aliar a teoria que aprendeu na faculdade com a prática, para poder proporcionar um ensino de qualidade. No quarto subtítulo”O estágio superando a separação teoria e prática” autoras perpassaram que desse modo, todo saber está ligado a uma ação. Porque ao colocar o saber e prática, existe uma intencionalidade e a teoria é resultado de uma prática. Logo, as ações precisam se modificar, assim, quando o profissional vai construindo suas práxis, a teoria e prática se complementam. Portanto, PIMENTA e GONÇALVES (1990), consideram que a finalidade do estágio é propiciar ao aluno uma aproximação à realidade na qual atuará (p.13). Ou seja, só assim pode verificar a teoria na prática, pois, o estágio nos proporciona a aproximação da realidade da nossa sociedade e das dificuldades e assim fazer uma reflexão de como devemos atuar. Nessa visão, o estágio curricular é uma atividade teórica de conhecimento, diálogo e intervenção na realidade, de modo que os estagiários têm a possibilidade de desenvolver uma postura adequada a partir das situações durante o estágio, elaborando projetos que lhes permitam ao mesmo tempo compreender e problematizar as situações que observam. Segundo as autoras, toda pesquisa e toda intervenção deve ter uma intencionalidade. Na perspectiva da pesquisa, o estagiário deve atuar em seu campo de ação apenas depois de ter adentrado ao campo das pesquisas. Pois, desta forma, ele poderá propor uma intervenção baseada em fundamentos e critérios. É importante observar que a prática sempre esteve presente na formação do professor (Pimenta, 1994: 23). Com isso, abre perspectivas para a valorização  da pesquisa na ação dos profissionais, colocando as bases para que se convencionou denominar o professor pesquisador de sua prática. Portanto, o papel da teoria é oferecer aos professores perspectivas de análise para compreenderem os contextos históricos, socias, culturais, organizacionais, nas quais se dá sua atividade docente, para neles intervir, transformando-os. Por fim, de acordo com o conceito de ação docente, a profissão é uma prática social, ou seja, é uma forma de intervir na realidade social e para fazer essas intervenções não existe a possibilidade de desassociar a teoria da prática, mas elas devem orientar todos os estudos, pesquisas e toda a ação a ser realizada antes e após a conclusão do curso, possibilitando ao estagiário uma formação mais aprimorada através de reflexões e análise das ações dos educadores à luz dos fundamentos teóricos e das experiências dos profissionais, entendendo que a superação desses limites se dará a partir de teorias que permitam aos professores entenderem as restrições impostas pela prática institucional e pelo histórico social ao ensino, de modo a identificar o potencial transformador das práticas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:17:40 UTC</pubDate>
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         <title>2. A pesquisa como eixo na formação docente</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/913370374</link>
         <description><![CDATA[<div>MARTUCCI, Elisabeth Márcia. <strong>Estudo de caso etnográfico. </strong>Revista de Biblioteconomia de Brasília, v. 25, n. 2, p. 167-180, 2001. <br><br></div><div><strong>         Ionete Cerqueira da Silva</strong></div><div><br></div><div>Elisabeth Márcia Martucci – Possui graduação em Biblioteconomia pela Escola de Biblioteconomia e Documentação de São Carlos (1972), mestrado em Ciências da Informação ela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1980) e doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (1999). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Formação de Professores e de Outros Agentes Educativos. Atuando principalmente nos seguintes temas: conhecimento prático, bibliotecário de referência.</div><div>Em “Estudo de caso etnográfico”, a autora apresenta-nos os princípios, concepções e técnicos na abordagem qualitativa ou interpretativa de pesquisa em investigação. Com objetivos de compreender e retratar a particularidade e a complexidade de um grupo natural ou microcultura, ressaltando significados subjetivos coletados de atores através de observação participante, entrevista e narrativas escritas.</div><div>O artigo encontra-se organizado em onze páginas, divididas em três subtítulos, o primeiro retratando alguns princípios da pesquisa interpretativa, o segundo sobre as microculturas e a pesquisa etnográfica, e o terceiro subtítulo traz o estudo de caso etnográfico.</div><div>No primeiro subtítulo,  a autora traz pensamentos de alguns autores com base na contextualização no paradigma interpretativo de pesquisa, retratando abordagem qualitativa de pesquisa sobre a natureza da sociedade humana e sobre as ciências sociais. Desse modo, a perspectiva que aborda os princípios fundamentais é vista como pessoas de ação, que agem com sentidos, construção, objetos e a interação na vida cotidiana.</div><div>Acerca disso, Hanguette (1995, p. 36-57), esclarece que a sociedade humana ou a vida em grupo é vista como consistindo de pessoas que interagem, ou seja, pessoas em ação que desenvolvem atividades diferenciadas que as colocam e diferentes situações, interagindo uns com os outros, dando o sentido dos objetos que são formados a partir do processo de definição e interpretação através da interação humana.</div><div>Bogdan e Biklen (1994, p. 54-55) citam que na abordagem qualitativa ou interpretativa a experiência humana é mediada pela interpretação de quem existem múltiplas formas de interpretar as experiências e de que a realidade não é mais do que o significado de nossas experiências; ela é socialmente construída. Diante disso, os autores nessa perspectiva constroem os significados simbólicos a partir da interação, perpassando que a experiência humana é mediada pela interpretação e que a nada tem significado próprio e sim um significado no qual é atribuído. Pois o significado o qual as pessoas atribuem às suas experiências e no seu processo de interpretação tornam-se essenciais, ressaltando que a interpretação é um ato coletivo que os seres humanos constroem seus significados com os outros através da interação.</div><div>Portanto, Coulon (1995), na concepção que os atores sociais fazem para si do mundo social constitui o objeto essencial da pesquisa devendo-se levar em conta o ponto de vista dos atores, seja qual for o objeto de estudo, passando a rejeitar o modelo de pesquisa qualitativa na qual extrai os dados e cria uma distância do mundo social.</div><div>Para Erickson (1986) os humanos possuem a capacidade de construir e compartilhar significados, considerando entre si organizações sociais que os métodos das ciências devem ser hermenêuticos ou interpretativos, privilegiando o interesse central da pesquisa no significado humano da vida social, sua elucidação e exposição pelo pesquisador.</div><div>Assim, Minayo (1996, p. 10-11) explica que a pesquisa incorpora a questão do significado e da intencionalidade como inerentes aos atos, às relações e às estruturas sociais, no qual o (p. 21-23) significado é o conceito central da investigação, e a tarefa do pesquisador é buscar a compreensão da realidade humana vivida socialmente, aprofundando-se universo dos significados das ações e relações humanas.</div><div>Zabalza (1994, p. 22-23) explicita que a hermenêutica descreve três componentes: a estrutura de conceitos, a compreensão atual e a interpretação, abordando relações entre o que o interprete e o que é capaz de reconhecer no fato analisado, através de uma bagagem prévia de significações. Bogdam; Biklen (1994) explicitam que a abordagem qualitativa de pesquisa possui quatro características essenciais nas quais enfatiza a descritiva, indutiva, a teoria fundamentada e o estudo das percepções pessoais, a pesquisa naturalista ou de campo.</div><div>Na característica da pesquisa naturalista ou de campo, essa pesquisa desenvolvida nos locais onde a coleta de dados é feita através dos comportamentos naturais das pessoas, pois a fonte dos dados é o ambiente natural. Em uma pesquisa descritiva, os dados são coletados em forma de palavras ou imagens constituindo-se em transições de entrevistas, notas, fotografias, vídeos, documentos pessoais e registros oficiais. No qual os dados descritivos exigem que seja examinado. Em uma pesquisa indutiva, a teoria fundamentada vem desenvolvida de baixo para cima, com base em peças individuais de informação coletada. Em pesquisa de significações o significado torna-se importante na abordagem qualitativa, pois a pesquisa investiga e aprende as diversas concepções dos sujeitos através de crenças e valores.</div><div>Para os atores, o pesquisador intenciona perceber aquilo que os atores sociais experimentam o modo como eles interpretam suas experiências e o modo como eles próprios estruturam o mundo social em que vivem (Psathas apud Bogdam; Biklen, 1994, p. 51). Enfim, o que interessa ao pesquisador qualitativo é o contato direto e constante com o cotidiano dos sujeitos investigados, isso porque eles sofrem influências do contexto o que pode acarretar mudanças durante o processo.</div><div>No subtítulo que traz as microculturas e a pesquisa etnográfica, o autor Erickson (1986, p. 128-130), ressalta que essa abordagem interpretativa são grupos caracterizados pela interação recorrente de seus membros para uma ação comum. Por outro lado, as microculturas locais não são estáticas, e sim, dinâmicas na medida em que o processo interpretativo é formativo de situações do cotidiano a mudança é constante. Já para Minayo (1996b, p.12), pode-se afirmar que os significados em ação de uma microcultura são caracterizados pela provisoriedade,dinamismo e especificidade. Logo, Erickson (1986, p. 121) diz que a pesquisa procura responder questões que contribuem para superar a individualidade da vida cotidiana, para compreender detalhes concretos da prática. Assim, para André (1995, p. 19), a etnografia é a tentativa de descrição de uma cultura, e sua principal preocupação é significado que têm as ações e os eventos para as pessoas, alguns diretamente expressos pela linguagem e outros transmitidos por meio das ações.</div><div>Desse modo, a pesquisa do tipo etnográfico possui duas características essenciais: um trabalho prolongado de campo; e um conjunto de técnicas para coletar dados sobre os valores, os hábitos, as crenças, as práticas e os comportamentos de um grupo social, no qual explica André (1995, p. 27-28).</div><div>Esses fundamentos teóricos enfatizam que na antropologia a pesquisa dedicada aos estudos dos significados, e dos grupos de pessoas permitem comportar-se de forma que as normas do senso comum compreenda sua cultura na pesquisa etnográfica.</div><div>No terceiro subtítulo “O estudo de caso etnográfico”, Ludke e André ressaltam que o estudo de caso é a pesquisa qualitativa e que nesse estudo de caso o pesquisador através do interesse deve partir de uma situação singular, devendo ser sempre delimitado e ser claramente definido o processo do estudo e que vai estudar um único caso. Segundo as autoras (id., 18-21), um estudo de caso apresenta sete características gerais da pesquisa qualitativa: visam a descoberta; enfatizam a interpretação em contexto; busca retratar a realidade de forma completa; usam uma variedade de fontes de informações; permitem generalizações naturalistas; procuram representar os diferentes pontos de vistas presentes numa situação social e utilizam uma linguagem científica mais acessível. Ressalta André (1995, p. 51-52) que a metodologia de estudo de caso etnográfico é indicada quando a questão da pesquisa for do tipo “como” e “por que”, quando a preocupação for com a compreensão e descrição do processo, quando o foco de interesse for um fenômeno contemporâneo que esteja ocorrendo numa situação de vida real.</div><div>Dessa forma, percebe-se que todas essas características apontam para um estudo que se preocupa com a constante reformulação dos seus pressupostos, uma vez que o conhecimento nunca está pronto. No qual a compreensão do objeto auxiliado, deve levar em conta o contexto diário na interpretação da problemática estudada. Um estudo de caso etnográfico possui três momentos: uma etapa inicial de planejamento; uma etapa prolongada de trabalho de campo ou coleta de dados; e uma etapa final de sistematização e elaboração do relatório final da pesquisa. E para a coleta de dados três técnicas de pesquisa são pertinentes e muitos utilizadas em estudos de casos etnográficos: observação participante; entrevistas e textos escritos pelos sujeitos. Na observação participante, os autores Ludke e André (1986, p. 26) discutem o caráter científico da técnica de observação, uma vez que as observações de cada um são muito pessoais, sendo influenciadas por vários fatores como: a história de vida, bagagem cultural e grupo social a que pertencem. Na entrevista, é usada a coleta de dados como técnica principal nas pesquisas. Segundo Ludke e André (1986, p. 34), a grande vantagem dessa técnica em reação as outras “é que ela permite a captação imediata e corrente da informação desejada do tipo de informante e sobre os mais tópicos”. Para a técnica que mais se adapta aos estudos do ambiente educacional é a que apresenta um esquema mais livre que permite flexibilidade.</div><div>Nos textos escritos pelos sujeitos, também constituem fontes naturais de informação para o pesquisador através dos métodos utilizando cartas, redações, depoimentos, diários escritos pelos sujeitos. Pois, o objetivo do investigador que usa a história de vida para coleta de dados, é registrar fielmente o que conta o sujeito. Por fim, cabe reiterar as vantagens do caso etnográfico: ele fornece uma visão profunda, ampla e articulada de uma unidade social complexa, possui a capacidade e retratar situações vividas do dia-a-dia, clarifica os vários sentidos do fenômeno estudado e, com isto, é considerado relevante na construção de novas teorias e no avanço do conhecimento (id., p. 53).</div><div>Diante disso, o texto retrata uma preocupação em fazer um levantamento teórico metodológico sobre a abordagem do estudo de caso etnográfico, acerca da pesquisa qualitativa que debruça no estudo em ambiente natural, analisando o problema processual. Uma vez que, as contribuições desse tipo de pesquisa estão presentes na capacidade de compreender as relações do dia-a-dia escolar, pois, os estudos qualitativos são importantes por proporcionar a real relação entre teoria e prática, oferecendo ferramentas para interpretação das questões que o estudo de caso apresenta ao pesquisador.</div><div>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:19:06 UTC</pubDate>
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         <title>3. Jornada Pedagógica no Município de Jequié</title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 02 de março de 2020,com abertura às 19h, no Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães deu-se início "A Jornada Pedagógica" do município com o tema " Currículo e suas interfaces na educação". Com o intuito de partilhar ideias, discutir e promover o fortalecimento do processo educativo, por meio da análise dos indicadores educacionais, buscando alcançar uma melhor educação para os alunos do sistema municipal de ensino, a jornada contou com a palestrante Alda Pepe, com o membro do Conselho Estadual de Educação e do Fórum Permanente de Apoio à Formação de Professores na área de Educação, com ênfase em Currículo, Ciências da Educação e Métodos e Técnicas de  Ensino. O intuito de sensibilizar os gestores e coordenadores pedagógicos sobre a importância de se colocar em prática as metas e estratégias do Plano de Ação 2020, dentro das políticas públicas e das propostas pedagógicas, visando êxito no âmbito escolar.<br>Durante essa abertura, os professores da rede municipal protestaram acerca dos seus direitos reivindicando o retorno da regência na folha de pagamento, interrompendo assim a fala do secretário de Educação, o professor Paulo Andrade no qual, o mesmo estava expondo o objetivo geral da Jornada 2020 que  " é promover reflexões e debates em torno das políticas e propostas pedagógicas para a educação básica na atualidade e sua implementação na escola, constituindo um espaço de interlocução do pensamento curricular e da prática pedagógica ".<br>A Diretora da APLB Sindicato dos Professores, faz a leitura sobre o manifesto pedindo " Por uma escola mais acessível e por valorização aos professores e ao movimento, afirmando que o movimento é de LUTA e RESISTÊNCIA "<br>No dia seguinte, 03 de março a Jornada Pedagógica foi realizada durante o dia , no mesmo local onde aconteceu o Fórum Municipal de Educação (FME), órgão de caráter permanente , que constitui-se como espaço de participação da sociedade, para formulação e acompanhamento das políticas públicas educacionais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:19:24 UTC</pubDate>
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         <title>4. Jornada Pedagógica na Escola</title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[<div>A  Jornada Pedagógica na Escola Municipal Dr. Joel Coelho Sá, ocorreu entre os dias 04 a 06 de março de 2020 no auditório da escola. Foram distribuídos folder contendo toda a programação. O intuito da nossa presença nesses dias, foram para participarmos do:  Plano de Curso da escola; Elaboração do Planejamento com a regente e a supervisora do estágio;  e da Construção do Diagnóstico de Alfabetização juntamente com a regente da turma.<br>Depois das apresentações, nós reunirmos em  grupos selecionados por ano com os professores regentes para a partir daí, estudar e entender o ensino da BNCC, ensino esse que surgiram inúmeras dificuldades para compreender os códigos que indicam cada conteúdo a ser aplicado. Por se tratar de uma novidade dentro desse processo de planejamento, a  coordenadora deixou bem claro que a meio as dificuldades, a BNCC   teria que ser implementada no planejamento da instituição do CAIC. A BNCC funciona como uma orientação aos objetivos de aprendizagem de cada  etapa da formação escolar, sem ignorar as características de cada escola, no que diz respeito à metodologia e aos aspectos sociais. Inicialmente, planejar de acordo a BNCC é preciso conhecer as competências e habilidades exigidas e para cada área da educação básica, pois existem competências específicas da área do conhecimento do objeto de aprendizagem. E o objetivo desses objetos são utilizados de forma complementar, para abordar conteúdos previstos na Base Nacional Comum Curricular por séries.<br>Durante o planejamento, a coordenadora apresentou conteúdos para o ensino nas séries iniciais, pedindo para ser focado mais no 2° ano pois é onde o desenvolvimento da alfabetização está mais centralizado nesse período de ensino. Além dos conteúdos, a direção também expôs todos os horários e rotina da escola a ser seguido dentro do planejamento do ano letivo.<br>Por fim, foi de fundamental importância a participação dos estagiários na jornada pedagógica e do planejamento das atividades, levando a conhecermos a escola e os conteúdos a serem trabalhados. para a partir daí sabermos como fazermos o diagnóstico inicial da turma. Essa mensagem está no folder da jornada pedagógica da escola.<br><br>          <strong> MENSAGEM</strong><br><br> "A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam, Há uma criança que pensa".<br><br>(Emília Ferreiro)</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:19:37 UTC</pubDate>
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         <title>5. Investigando a cultura escolar</title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Escola Municipal Dr. Joel Sá integra o CAIC, e possui uma estrutura bastante ampla no geral. Atende crianças da creche, educação infantil ao ensino fundamental I distribuídos nos turnos matutino e vespertino. Localizada numa região periférica no bairro do Jequiezinho na cidade de Jequié/BA. Com aproximadamente 377 alunos matriculados, sendo que em sua maior parte composto por alunos de baixa renda, que residem em bairros como Jardim Tropical, Senhor do Bonfim e Cachoeirinha, entre outros. A Escola possui em seu entorno muitas residências como: casa, lanchonete, supermercados, academia, ponto de moto táxi e igreja. A maioria dos alunos chega à escola através dos ônibus escolares, nos quais são acompanhados por um auxiliar monitor do ônibus, os demais alunos por morar próximo, vão com os pais ou um responsável. A situação socioeconômica dos alunos em seu maior número são  classificados de baixa renda na qual a escola atende. Segundo Dayrell, “falar da escola como espaço sócio-cultural implica, assim ,resgatar o papel dos sujeitos na trama social que a constitui ,enquanto instituição. “Ou seja, a homogeneização dos sujeitos como alunos corresponde à homogeneização da constituição escolar, compreendida como universal.</div><div>Através das informações coletadas e observadas, o espaço físico da escola é bastante iluminado na área externa, já na área interna devido à pintura ser uma cor escura, acaba deixando sem uma iluminação desejada. Em relação ao uso dos recursos didáticos da escola, ela dispõe de aparelhos audiovisuais como: data show, notebook, impressoras, caixa de som amplificada, microfone, tv livros e jogos educativos, entretanto, por não dispor de uma quantidade que atenda a todos ao mesmo tempo, o uso deve ser agendado previamente na  atividade complementar da escola, por turma e horários diferenciados. </div><div> A sua estrutura física é composta na parte de baixo (no térreo), de  dois bebedouros com água gelada e dois lavatórios acessível às crianças; um banheiro feminino e um banheiro  masculino  com sete chuveiros e sete sanitários em cada um; uma cantina com o refeitório onde trabalha cinco funcionários na qual é bem estruturada contendo assim alarme e extintor de incêndio; uma secretaria; uma sala de reunião; uma sala de apoio administrativo (RH); uma sala de diretoria, uma sala de vídeo e um laboratório que funciona como sala para um aluno cadeirante; dispondo também de uma sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE), com recurso multifuncionais voltada para o desenvolvimento de atividades com crianças com dificuldades cognitivas e também aquelas crianças que possui uma dificuldade maior em seu processo de aquisição da aprendizagem, com jogos educativos que auxiliam no  desenvolvimento desse processo. Ao lado, encontra-se um banheiro adaptado para cadeirante e dois banheiros individuais para os funcionários;  uma biblioteca com sala de recursos; e um espaço para plataforma elevada para cadeirante mas, em fase de conclusão. Seguindo para as dependências da Creche, a instituição dispõe de um auditório com ar condicionado que contemple a todos os alunos e próximo contém três salas de pré-escola para turma de 4 anos, com dois banheiros individuais para meninas e meninos. Na parte que corresponde ao 1º andar, onde funciona o anexo do ensino fundamental, compõe-se de 12 salas de aulas do (1º ao 5º ano); com sala dos professores que também  serve como secretaría, para xerocar e imprimir atividades e uma sala da coordenação onde os professores se reúnem para os ACs.</div><div>     Por se tratar de uma ampla estrutura escolar, a escola necessita passar por melhorias como: o acesso a escada por ser muito alta, chegando assim dificultar a acessibilidade de alguns alunos; melhoria da rampa para cadeirante; proteção para as janelas das salas do 1º andar; reparos na quadra esportiva na qual está precisando de pintura, consertos nos banheiros e equipamentos adequados pois, em questão de higiene é muito empoeirada, mesmo sendo destinada para as aulas de educação física a mesma precisa de cuidados. Necessitando também de um parque devido a extensa área que possui a escola para as crianças brincarem, pois, só tem a quadra como espaço lúdico. ​Segundo Aranha (2004), a acessibilidade é um dos primeiros requisitos que possibilita a todos os alunos o acesso à escola, uma vez que garante que todos circulam por suas dependências, utilizem funcionalmente todos os espaços, frequentem a sala de aula e atuem em diferentes atividades.</div><div>       Lembrado que, a escola é vista como uma instituição única, com os mesmos sentidos e objetivos, tendo como função garantir a todos o acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente acumulados pela sociedade.</div><div>      Observando também a rotina que segue a escola, na chegada, os alunos são acolhidos primeiramente pelo porteiro e em seguida, recepcionados pela direção onde todos se concentram na área  depois  organizados em fila por turma, é iniciado a oração e em seguida são direcionados para suas respectivas salas. Chegado o momento do intervalo, e de acordo com os horários estabelecidos de 30min por turmas, primeiro é iniciado pelos alunos menores, depois os maiores para não ter tumulto no momento do recreio assim, os alunos são encaminhados ao refeitório para lanchar e logo  após  eles vão brincar no espaço da escola. No recreio, as brincadeiras constantes são as de correrem pelas áreas e jogar futebol na quadra, visto que, a quadra é o único lugar amplo para brincar. Depois do tempo estimado de intervalo, o sinal toca e todos retornam para suas salas, onde será desenvolvido o quarto momento e o término da aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:19:53 UTC</pubDate>
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         <title>6. Reflexão sobre o método sociolinguístico</title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[<div>MENDONÇA, Onaide Schwartz; MENDONÇA ,Olympio Correa de. <strong>A eficiência do método sociolinguístico de alfabetização: </strong>Fundamentos, práticas e resultados.<br><br></div><div><strong>         Ionete Cerqueira da Silva<br></strong><br>Onaide Schwartz Mendonça possui graduação em Letras pela Universidade Estadual Paulista"Júlio de Mesquita Filho" (1990), mestrado em Letras pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (1994) e doutorado em Letras pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1998). Atualmente é professora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Alfabetização, atuando principalmente nos seguintes temas: alfabetização, leitura; letramento, formação do professor e metodologias de alfabetização. Olympio Correa de Mendonça Graduado em Letras/Linguística pela Universidade de São Paulo (1968); Bacharel em Ciências Jurídicas (Direito) pela Universidade Braz Cubas (1985). Doutor em Letras/Linguística pela Universidade de São Paulo (1978). Docente aposentado de Linguística e Ensino de Língua Materna da Universidade Estadual Paulista, onde orientou dez mestrados e cinco doutorados recomendados pelo MEC. Foi Professor Adjunto da Universidade Estadual de Londrina e da Escola de Enfermagem da Cruz Vermelha Brasileira. É professor do Centro Universitário de Adamantina, atuando no ensino e pesquisa de Comunicação e Expressão, Produção de Texto em Língua Portuguesa, Metodologia Científica, em Odontologia, Medicina Veterinária, Fisioterapia, Comunicação Social (Publicidade e Propaganda; Jornalismo), Ensino de Língua Materna.<br>Em experiência de vida e formação, os professores Mendonça e Mendonça, apresenta os resultados da pesquisa A eficiência do método sociolinguístico de alfabetização, apresentando-nos os fundamentos, práticas e resultados que visam estratégias para a melhor eficácia da Alfabetização no Brasil, pois pesquisas apontam o grande fracasso da educação brasileira.</div><div>A organização do texto encontra divididos em dois capítulos, apontando que o estudo da eficiência do   método sociolinguístico juntamente com a; a proposta de alfabetização, conteúdos específicos, práticas e resultados buscam soluções capazes de alfabetizar com qualidade crianças de escola pública. Os autores supracitados envolvem a temática alfabetização mapeando cada proposta a seguir  para discriminar o fracasso escolar no Brasil, visando atender os resultados capazes desse fracasso que atinge muitas crianças. </div><div>No primeiro capítulo, que traz como “Fundamentação Metodológica” os autores definem a importância do diálogo na formação da criança, partindo da consciência crítica acerca da oralidade. Sugerindo desse modo, garantir aos alunos o domínio de escrita alfabético, e os professores precisam levar em conta as estratégias didáticas adequada a realidade e os níveis de aprendizagem de cada criança seja ao nível (pré-silábico, silábico e alfabético); e promover uma alfabetização eficiente ,contextualizada e de qualidade. Buscando atender uma alfabetização eficaz. o Método Sociolinguístico propõe uma reinvenção da alfabetização infantil. Este trabalho entende Método como sistematização, organização do trabalho docente. É “Sócio”, porque desenvolve efetivamente o diálogo no contexto social de sala de aula, e é “Linguístico” por trabalhar conteúdos específicos da língua: a codificação e decodificação de letras, sílabas, palavras, texto, contexto, e desenvolver as habilidades para ler e escrever como. </div><div> Fundamentada no Método Paulo Freire de alfabetização e após passar por uma adaptação, foi transformado em Método Sociolinguístico. Para se efetivar, o método de Paulo Freire consiste em alguns passos que devem ser seguidos para que se efetive. O primeiro passo é a “Codificação”, ou seja, a representação real da palavra geradora por meio de códigos que o alfabetizando já conhece. O segundo passo, a “Decodificação”, que é a releitura da palavra geradora, momento em que os alunos compreendem o contexto da palavra, através de uma discussão crítica. No terceiro passo,” Análise e Síntese”, faz-se a análise a síntese da palavra geradora, no quarto e último passo, de “Fixação da leitura e escrita”, faz-se a revisão da análise das sílabas da palavra geradora, para assim , formar novas palavras, frases e textos, com leitura e escrita significativa aos aprendizes. Desse modo, a contribuição de Paulo Freire e seu método inovador de alfabetização de crianças, jovens e adultos, é de grande importância para que se coloque em prática a qualidade do ensino que tanto se fala. Assim, as autoras avaliam que o Método Paulo Freire atende a todos os aspectos considerados necessários para a alfabetização, que são: a fala, a escrita e a leitura.</div><div>No segundo capítulo, as autoras apresentam os resultados de todas as propostas que foram aplicadas nos últimos quatro anos implementadas em grande escala no município de Presidente Prudente, SP, beneficiando mais de 3400 crianças. Lá, até 2011.Desenvolvidas através de suas práticas socio construtivistas, pretende apresentar os resultados da pesquisa “Psicogênese da língua escrita” de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, em seus aspectos linguísticos e significativos à alfabetização. Abordando que é possível fundamentar a prática de alfabetizar através do diálogo, utilizando uma metodologia voltada a realidade das crianças mostrando uma melhoria de alfabetização e letramento de qualidade à todos. Afinal, esta experiência revelou que é possível levar os alunos em menos de um ano ao domínio da base alfabética da língua e alfabetizá-los plenamente até o 2º ano. Dessa maneira. podemos afirmar que o Método Sociolinguístico, por meio de suas práticas, oferece alternativa eficiente aos alfabetizadores comprometidos com a aprendizagem de seus alunos.</div><div>Enfim,’ Onaide Schwartz Mendonça que constatou em suas pesquisas e eficiência da metodologia sociolinguística no processo de alfabetização, propondo que os resultados realizados foram bastante significativos para a educação, pois apresentou dados, que o ensino  da língua escrita não pode ocorrer sem uma clara metodologia para o aprendiz, constatando  que  metodologias sem sistematização e sem sequências de conteúdos não apresentam resultados na alfabetização. Desse modo, a eficiência do método sociolinguístico em sua eficácia, comprovada por diversas experiências citadas, mostra ser possível não só a alfabetização dos alunos em ano, mas ainda levá-los através do diálogo, a avançar no domínio dos usos sociais da leitura e da escrita e no desenvolvimento de sua consciência crítica e social. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:20:19 UTC</pubDate>
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         <title>7. Reflexão sobre a roda de conversa</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/913376184</link>
         <description><![CDATA[<div><br>No dia 05 de Novembro de 2020, tivemos o II WEBINÁRIO do VII Semestre de Pedagogia da UE.SB do Campus de Jequié. Que nos proporcionou uma " RODA DE CONVERSA COM A PROFA. DRA. ONAIDE MENDONÇA.<br><br>A apresentação foi dirigida pela Professora Nandyara, representante do Grupo de Pesquisa PROALFA. Devido alguns problemas de conexões por conta da tecnologia no momento, fomos direcionados a utilizar outro link, mas ocorreu tudo bem.<br>A convidada, muito conceituada a Professora e Pesquisadora Onaide Mendonça, nos transmitiu leveza em suas falas. Criadora do método que tem revolucionado no processo de alfabetização desde de 2007, a mesma compartilha de sua experiência iniciado com uma breve introdução, relatando que " No Brasil  desde da década de 1980, é<br>marcante a mudança no tocante à alfabetização". E que nessa época, percebe-se que as práticas sociais de leitura e escrita passam a ser um problema relevante, pois se constatava que a população, embora alfabetizada, não dominava as habilidades de leitura e escrita imprescindíveis para a participação efetiva na vida social e profissional que envolvia essas competências. o que dificultavam assim o progresso da sociedade em todos os aspectos..<br>Diante disso em 2007, foi elaborado e colocado em prática o método sociolinguístico, a partir de pesquisas e de práticas alfabetizadora, que propõe, em síntese uma sistematização do trabalho docente, que parte da realidade do aluno através de um tema e uma palavra geradora, trazendo a leitura de diferentes suportes de texto para a sala de aula, desenvolvendo o diálogo e atividades linguísticas de análise e síntese, seguidas de atividades dos níveis silábico e alfabético.<br>Desse modo, a dominação método sociolinguístico é assim justificada pela sua idealizadora "método" porque há sistematização, organização do trabalho docente "sócio" porque desenvolve, efetivamente o diálogo no contexto social de sala de aula, e ,"linguístico" por trabalhar o que é específico da língua : a codificação e a descodificação de letras, sílabas, palavras, texto, contexto, e desenvolver as habilidades para ler e escrever como: a direção da leitura, uso dos instrumentos de escrita e a organização espacial do texto.<br>Onaide ressalta, que essa proposta também está fundamentada no Método Paulo Feire de alfabetização que, após passar por uma adaptação, foi transformado em Método Sociolinguístico, revelando-se muito produtivo. A pesquisadora fala que, durante todo esse percurso, constatou em suas pesquisas a eficiência da metodologia sociolinguística no processo de alfabetização. E que os resultados das pesquisas realizadas foram bastante significativas para a educação, pois apresentou dados, que o ensino da língua escrita não pode ocorrer sem uma clara metodologia para o aprendiz. Ela constatou também, que metodologias sem sistematização e sem sequências de conteúdos não apresentam resultados na alfabetização. Desse modo, sua metodologia enfatiza a apresentação das sílabas da palavra geradora e a formação de palavras partindo das mesmas famílias que ela chama de ficha de descoberta. <br>Após relatar todo o processo do método, Onaide Mendonça apresenta os slides especificando as atividades que perpetua cada composição  de como trabalhar a codificação, descodificação e análise linguística, focando sempre na palavra geradora e na temática da realidade do aluno. Em seguida, deu-se continuidade a troca de conversa onde foi aberto o momento de perguntas dirigida a professora e pesquisadora.<br>Enfim, foi um momento muito rico em aprendizado, uma sensação indescritível que os estagiários tiveram nesse processo de formação e prática. Gratidão à todos os inseridos nesse maravilhoso momento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>8. III WEBINÁRIO DO VII SEMESTRE DE PADEGOGIA DA UESB</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/913377068</link>
         <description><![CDATA[<div>REFLEXÃO DO FILME: "UMA LIÇÃO DE VIDA"<br><br>       O filme "Uma Lição de Vida", retrata uma história baseado em fatos reais de um senhor chamado MARUGE, de 84 anos que se sente na oportunidade de aprende a ler e escrever. E para realizar seu sonho, ele ingressa em uma turma de alunos com seis anos de idade, mas acaba sendo submetido a usar  o uniforme da escola. Diante disso, Maruge acaba justamente sofrendo com o preconceito, e o ódio da população local por estudar, e por esse motivo também fez o preconceito e a perseguição a população se revoltasse contra a professora Jane, por ela mostrar que direitos como educação gratuita ainda são renegados ou adquiridos com muita dificuldade e luta.<br>Por o filme trazer como mensagem principal a importância da educação, ressaltando a busca pelo direito de estudar. Não é segredo nenhum que a educação e um dos pilares para construir um país desenvolvido e por isso, as crianças da escola se unira para proteger sua professora e incluir Maruge nas atividades, mostrando que a resistência e união podem sobrepor-se ao preconceito e a violência.<br>Contudo, o filme "Uma Lição de Vida" mostrou ensinamentos valiosos de aprendizado como : a persistência que Maruge teve ao frequentar a escola, fazendo com que a distância, comentários maldosos e as covardias sofridas não se tornassem um empecilho para ele. Independente da escola não oferecer as melhores condições de espaço físico e materiais necessários, ele foi com o que mais importava: a vontade ! Isso significa que ele foi firme e continuou com seus esforços pessoais perante aos obstáculos.<br>Com muita persistência, a perseverança flexibilizava novas alternativas para buscar soluções quando os desafios aparecem e Maruge, superou as críticas e os obstáculos sociais.<br>Apesar dessa superação, enfrentou a comunidade política que não estava satisfeito com a sua atitude de vontade de aprender. O que para muitos podia parecer o fim, por causa da idade avançada, mas para ele era um recomeço. Chamando a motivar no qual, a importância da educação retratada no filme seja todo  valor do estudo, do conhecimento e o be que ele nos trazem para mudar nossas vidas.<br>Enfim, o que me tocou no filme foi a fala de Maruge "Acho que estou velho demais para aprende" E a professora Jane lhe respondeu: " Meu pai sempre me disse: " Aprender só termina... quando tiver terra em seus ouvidos" e da importância do papel da professora Jane que foi fundamental, pois ela incentivou, e deu suporte e apoio para que Maruge e todos os alunos aprendessem a 'LER e ESCREVER' e que realizassem seus sonhos,  pela busca do direito de estudar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:20:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>9. Projeto de Estágio - Justificativa</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/913378739</link>
         <description><![CDATA[<div>O presente projeto “Família: Escola, Cuidado e Aprendizagem” é fundamental para a convivência diária da criança no âmbito escolar, assim conhecendo sua história de  vida  será mais fácil compreender o seu comportamento e dessa forma colaborar com mais eficácia no seu desenvolvimento, a fim de tentar identificar e superar os desafios de como lidar com os valores, afetivos e  educacionais. Trabalhando na criança a afetividade e a importância deste sentimento no convívio familiar e escolar, buscaremos na interação entre ambas as partes, uma formação das crianças como seres cidadãos pois, “É no âmbito escolar que o educando busca a sua afinidade com o universo em que vive trazendo para si o conhecimento adquirido em todo processo do ensino aprendizagem<strong>”</strong>(BORSA,2007).</div><div>Dessa forma, a escola e a família devem conviver em completa sintonia em suas atitudes, já que seus propósitos caminham juntos na formação  das crianças, principalmente nos dias atuais onde a participação que faz a diferença, faz-se necessário uma vez que é a família é a maior aliada da escola, pois vivemos em uma época que a conturbação e a desintegração dos valores são os maiores obstáculos para o ser humano, em que a sociedade fundamenta-se no individualismo e o coletivo estar banido a uns poucos sobreviventes. É de fundamental importância um trabalho de resgate para que os pais/família se conscientizem da importância do acompanhamento familiar na vida educacional dos alunos bem como a relevância da interação , observando que é possível perceber que a colaboração dos pais, gestores, professores e de toda a comunidade escolar é a melhor maneira para que aconteça um ensino significativo e de qualidade e que as crianças necessitam de apoio coletivo para que se tornem cidadãos de sucesso.</div><div>Diante disso, o projeto ‘’Família’’ foi o tema solicitado pela instituição de ensino CAIC e dentro desse tema família, nós estagiários do curso de Pedagogia da UESB, criamos o sub tema “Família: Escola, cuidado e aprendizagem” para que a turma do 2º ano que está no processo de alfabetização possa compreender  as primeiras letras e sílabas para a formação de  palavras, relacionando também essa temática  família/escola no processo de alfabetização.</div><div>Através deste  projeto buscaremos a interação entre a escola e a família, de modo a retratar também as formas como as famílias vivem e convivem, desenvolvendo atividades que promovam uma maior aprendizagem na alfabetização e no letramento de maneira significativa. Ou seja, promover a integração família e escola, partilhando direitos e deveres, de forma coletiva e dinâmica com foco no processo de alfabetização e letramento. Onde a Alfabetização é ação de ensinar/aprender a ler e a escrever e o  Letramento é o estado ou condição de quem não sabe só ler e escrever, mas cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita</div><div>Com base na proposta de alfabetizar e letrar, utilizaremos na nossa prática de intervenção, o método sociolinguístico que, segundo (Mendonça, 2011), é diferenciado por seguir dois passos: “codificação” e “descodificação”, tendo como objetivo transformar consciência ingênua em consciência crítica, através da “leitura do mundo” e em seguida, propor que os alunos desenvolvam a consciência silábica e alfabética, dominando assim, a correspondências entre grafemas e fonemas, através da Análise e Síntese e fixação da leitura e da escrita.</div><div>Sendo assim, o mais adequado a se fazer não é só alfabetizar nem só letrar mas alfabetizar letrando,  podendo ensinar a ler e a escrever no contexto das práticas sociais. Diante disso, e sobre os dados a alfabetização em nosso país, passou a ser preocupante e por isso, tornou-se um campo desafiador. Pois, segundo o IBGE divulgado em julho de 2019, o Brasil tem 11,3 milhões de analfabetos. Ou seja, 6,8% das pessoas com idade acima de 15 anos, não sabem ler e escrever, comprometendo assim o analfabetismo no Brasil.</div><div>Dessa forma, e segundo os dados da ANA (Avaliação Nacional da Alfabetização), divulgados pelo INEP em 2016, em avaliação realizada com alunos do terceiro ano do Ensino Fundamental, podemos perceber o quanto a região nordeste e, de forma particular o estado da Bahia, carecem de atenção especial, pois no quesito LEITURA, a região conta com uma porcentagem de 69,15% de alunos, num nível considerado insuficiente e, na Bahia, 72,70% estão neste nível e, no quesito ESCRITA, a região nordeste tem porcentagem de 50,83% dos alunos, em nível insuficiente, e a Bahia, por sua vez, tem 54,83% dos alunos neste nível. Ou seja, os estudantes se encontram  no último ano do ciclo de alfabetização, sem estarem num nível considerado suficiente para serem alfabetizados.   <br>Contudo, o  processo de aprendizagem é uma característica de cada aluno onde uns podem ter facilidades e outros  precisam de mais tempo ou mais de um método didático para a assimilação de novos conteúdos. Não esquecendo, que o professor tem o desafio de respeitar os limites de seus alunos e levar a turma sem que o ritmo individual comprometa o coletivo e vice versa, pensando em colaborar ainda mais nessa evolução do processo de  alfabetização.         <br>Assim, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB, a educação é direito de todos cabe à família conduzi-la ao desenvolvimento de conhecimento oferecido pelo estado para que os educandos no futuro sejam pessoas consideradas prontas para ingressar ao mercado de trabalho (BRASIL,1996).</div><div>Nessa perspectiva, a alfabetização é uma das etapas que contribui para  a evolução intelectual do aluno, pois ao aprender a ler, a criança adquire autonomia. Esse processo ocorre gradativamente, na qual a criança vai superando as dificuldades e avançando para fases posteriores. Aqui, destacamos a importância do grande promotor deste processo: o professor, pois a ele cabe possibilitar oportunidade para a promoção de efetiva aprendizagem da criança na escola, respeitando sua individualidade e incentivando suas potencialidades, encorajando o aluno a criar suas próprias hipóteses em relação ao objeto de conhecimento.<br>Para Ferreiro (1999, p.47), ”a alfabetização não é um estado ao qual se chega, mas um processo cujo início é, na maioria dos casos, anterior à escola e que não termina ao finalizar a escola primária”. A autora evidencia que nenhuma criança chega à escola desconhecendo a língua escrita, elas aprendem através do que o meio lhes oferece.<br>Logo, a  alfabetização e o letramento devem caminhar lado a lado durante o processo de aprendizagem, uma vez que, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), o ensino da linguagem deve abordar três aspectos fundamentais: leitura, interpretação e escrita. É importante alfabetizar letrando para que a criança seja inserida no contexto cultural da sociedade, que está fundamentalmente relacionada à leitura.</div><div>Alfabetizar é, portanto, possibilitar que o aluno tenha conhecimento não só das letras, mas, sobretudo, do significado, a fim de compreender o que está escrito. Segundo Paulo Freire (1989), quando a criança chega à escola há uma ruptura com a sua leitura de mundo, o que a torna desinteressada pelo ato de ler no ambiente escolar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:21:16 UTC</pubDate>
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         <title>10. Objetivos do Projeto de Estágio</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/913381416</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>OBJETIVO GERAL:</strong></div><div><br>Desenvolver a habilidade básica da leitura e escrita, motivando as crianças a criarem condições para perceberem as diferenças existentes nas diversas famílias, conscientizando sobre a sua importância que é essencial neste processo de desenvolvimento, incentivando-os a adquirirem uma aprendizagem através das palavras a serem estudadas e da função específica de cada uma.<br><br></div><div><strong><br>OBJETIVO ESPECÍFICOS:<br></strong><br></div><ul><li>Reconhecer  seu pertencimento na estrutura familiar;</li><li>Aprender sobre a importância da família e suas diferenças;</li><li>Enfatizar nas crianças a importância da família no processo de ensino e aprendizagem;</li><li>saber os diferentes níveis de escrita e suas especificidades através do método sociolinguístico;</li><li>Estabelecer atividades lúdicas voltadas para o domínio do sistema alfabético e suas especificidades, através do método Sociolinguístico;</li><li>Compreender a característica do gênero estudado.</li><li>Estabelecer relação grafema e fonema.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:21:58 UTC</pubDate>
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         <title>12. Intervenção didática com o Método Sociolinguísico</title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>SEGUNDO MOMENTO:  DESCODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><ul><li>Entregar aos alunos a cópia impressa do poema “<strong>A Minha Escola</strong> “, de (Jane Emirene), propondo que todos acompanhem a leitura com interação;</li><li>Realizar a leitura,propiciando uma compreensão acerca do poema “A Minha Escola”, fazendo as seguintes perguntas;</li><li>O que significa a escola pra você?</li><li>Que cuidados a escola tem com os alunos?</li><li>Será confeccionado um cartaz em formato de “Escola”,onde ficará exposto na sala de aula;</li><li>Solicitar que os alunos desenhem como é sua escola e após anexar no cartaz.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:22:23 UTC</pubDate>
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         <title>11. Intervenção didática com o Método Sociolinguístico</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/913384595</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>TEMA:</strong> FAMÍLIA  ESCOLA ENSINANDO E CUIDANDO.</div><div><strong>PALAVRA GERADORA</strong>: “ESCOLA”<br><br></div><div><strong>OBJETIVOS:<br></strong><br></div><ul><li>Compreender a importância da escola e da família;</li><li>Identificar os motivos que aproximam as pessoas em diferentes grupos sociais ou de parentesco;</li><li>Trabalhar a consciência alfabética da Língua Portuguesa  da palavra geradora;</li><li>Estudar a palavra “ESCOLA” e sua composição linguística;</li><li>Saber que as letras representam sons, no campo da linguagem escrita;</li><li>Reconhecer a quantidade de sílabas que compõem a palavra “ESCOLA”;</li><li>Explorar as letras, sílabas e palavras de acordo o gênero textual.</li></ul><div><strong><br>PRIMEIRO MOMENTO:  CODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><ul><li>Contação da história do livro: “<strong>A Escola do Marcelo</strong>”, da autora <strong>Ruth Rocha. </strong>explorando as imagens do livro;</li><li>Promover a socialização coletiva, observando as suas percepções em relação para com a história, fazendo as seguintes perguntas:</li><li>Como é a sua escola?</li><li>O que tem de diferente entre sua escola e a escola de Marcelo?</li><li>O que vocês mais gostam na escola?</li><li>É importante ir para a escola?</li><li>Porque?Qual a função que a escola tem para vocês?</li><li>E o que ela representa?</li><li>Que laços efetivos, também se aprende na escola de Marcelo?</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:22:46 UTC</pubDate>
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         <title>13. Intervenção didática com o Método Sociolinguístico</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/913386546</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>TERCEIRO MOMENTO :  ANÁLISE LINGUÍSTICA<br></strong><br></div><ul><li>Fazer a apresentação do  alfabeto com letras (maiúsculas e minúsculas);</li><li>Apresentar a palavra geradora ESCOLA;</li><li>Trabalhar a identificação das letras que formam a palavra ESCOLA;</li><li>Entender quantas vezes abrimos a boca para pronunciar a palavra ESCOLA;</li><li>Fazer a separação das sílabas da palavra ESCOLA, compreendendo quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra;</li><li>Identificar letras, sílabas e palavras através do jogo didático;</li><li>Realizar a apresentação das famílias silábicas:<br><br></li></ul><div>         ESCOLA<br>AS - IS - ES  - US - OS</div><div>CA - QUI - QUE - CU - CO</div><div>LA - LI - LE - LU - LO</div><div><strong>A  - I  -  E  -  U  -  O<br></strong><br></div><ul><li>Motivar a leitura e formação de novas palavras com as famílias silábicas da palavra geradora;</li><li>Propiciar a socialização dos alunos com as novas palavras formadas;<br><br></li></ul><div>Nesse terceiro momento, utilizaremos  recursos diferenciados para que os alunos formem novas palavras. Foi confeccionada: Uma caixa surpresa contendo letras móveis; O Jogo das Sílabas; Jogo das Argolas Silábicas; Formação das Palavras; Jogo das Palavras Coloridas e o Jogo de Encaixe. Será especificado apenas um recurso didático, lembrando que todos estarão voltados como ferramenta didática imprescindível no processo ensino aprendizagem. Destacando no quadro, cada palavra descoberta para depois fazer a leitura coletivamente. Assim, exploraremos as letras, sílabas e palavras de acordo o tema e a palavra geradora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:23:17 UTC</pubDate>
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         <title>14. Atividades para alunos pré-silábicos</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/913386934</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:23:23 UTC</pubDate>
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         <title>19. Considerações sobre o Estágio</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/913387726</link>
         <description><![CDATA[<div>Devido à continuidade  da epidemia de COVID-19 no país e compreendendo a necessidade de continuidade das medidas de distanciamento social, a UESB, manteve o ensino remoto, e estratégias de trabalho tiveram de ser reorganizadas para beneficiar a todos, tanto docentes quanto discentes, utilizando da tecnologia para aproximar estudantes e campos de estágio, disponibilizando orientações atualizados que serviram como subsídios para a realização dos trabalhos nesse período.<br>A contribuição desse período de estágio no ensino remoto nesse processo formativo deu-se da seguinte forma: participação nos encontros (on-line) de formação, a fim de apropriar-nos dos pressupostos dos mesmos; realização da escuta ativa e registro de falas recorrentes, como subsídios para avaliação, redimensionamento para alinhar ações futuras; relatório de encontros; registro visual; entre outras atividades possibilitadas. Porém, a prática presencial é essencial dentro da sala de aula, para que possamos entender a realidade de cada aluno, e isso não nos foi permitido nesse processo. É necessário olhar a escola, não só como ambiente educativo, mas sim um espaço importante para o aprofundamento do processo de socialização destas relações de pais, alunos e professores. É preciso que todos compreendam essa interação para que possam auxiliar no potencial das ações. Sabemos que não é fácil esta tarefa, pois não se trata só de informações, é preciso orientar, apontar, compreender e intervir, e todos precisam estar preparados e focados no mesmo objetivo.<br><br>"O ato de alfabetizar envolve o    <strong>pensar</strong><br><strong>Pensar </strong>sobre a escrita<br><strong>Pensar</strong> sobre o que a escrita representa<br><strong>Pensar</strong> como a escrita representa graficamente <strong>PENSAR".<br>(Alfabetizar e Letrar)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 16:23:35 UTC</pubDate>
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         <title>15. Atividades para alunos silábicos</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003229235</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 17:39:00 UTC</pubDate>
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         <title>16. Atividades para alunos silábicos alfabéticos</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003233790</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 17:39:54 UTC</pubDate>
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         <title>18.  Jogo Alfabético</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003300191</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome:</strong> Jogo das Palavras Coloridas<br><strong><br>Objetivo Geral:</strong> <br><br></div><ul><li>Contribuem no processo de alfabetização e letramento dos alunos através do lúdico, alimentam o imaginário e promovem o desenvolvimento da leitura e escrita.</li></ul><div><strong><br>Objetivos Específicos:<br></strong><br></div><ul><li>Estimular o aprendizado da leitura e escrita;</li><li> Motivar a interação em grupos;</li><li>Desenvolver a criatividade;</li><li>Possibilitar escrever ortograficamente;</li><li>Distinguir letras de formação de sílabas;</li><li>Trabalhar à grafia correta das palavras formadas.</li></ul><div><strong><br>Recursos:<br></strong><br></div><ul><li>Tiras de papéis colorido;</li><li>Quadro de pregas em EVA;</li><li>Letras e sílabas retirada de encarte de livros;</li><li>Dado;</li><li>Tesoura;</li><li>Cola.</li></ul><div><strong><br>Metodologia:<br></strong><br></div><ul><li>Nesse jogo didático, usaremos grupos de quatro alunos. Cada aluno irá receber um quadro de pregas e na sua vez de jogar lança o dado.</li><li>De acordo com a cor sorteada o aluno escolhe uma das fichas de letra com a cor correspondente. O aluno coloca a letra no quadro de pregas e após indicaremos de quantas letras deverá ser formada a palavra.</li><li>O número de jogadas do dado para cada participante deverá ser de acordo com o número de letras determinadas pela professora. Vence o que formar a palavra primeiro, tendo empate a professora poderá aumentar o número de jogadas.</li><li>Lembrando que, as letras variam de número e cor para maior concentração na formação das palavras.</li></ul><div><strong><br>Avaliação:<br></strong><br></div><ul><li>Acontecerá de forma processual, e na interação durante a execução com a participação dos grupos envolvidos. E de forma individual, analisando se todos os objetivos foram alcançados para fixação da aprendizagem.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 17:53:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>17. Atividades para alunos alfabéticos</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003364202</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 18:06:14 UTC</pubDate>
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         <title>Alfabeto Maiúsculo e Minúsculo</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003540646</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo é conhecer o alfabeto e aprender a sua grafia  utilizando-as no aperfeiçoamento da escrita.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 18:43:18 UTC</pubDate>
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         <title>Formando Palavras</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003544223</link>
         <description><![CDATA[<div>O jogo possibilita o aluno a formular novas hipóteses sobre a escrita, formando novas palavras criando o gosto pela leitura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 18:44:05 UTC</pubDate>
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         <title>Letras Móveis</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003547316</link>
         <description><![CDATA[<div>Consiste no reconhecimento e identificação das letras. <br>O objetivo das letras móveis é utilizado para a formação de palavras e nomes. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 18:44:46 UTC</pubDate>
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         <title>Jogo das Argolas</title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[<div>É um jogo lúdico, para os alunos lançarem as argolas onde estará no centro letras e sílabas. <br>O objetivo é juntar letras e sílabas e formarem  palavras, estimulando a leitura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 18:45:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Encaixo de Sílabas e Formação de palavras.</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003554382</link>
         <description><![CDATA[<div>O jogo é indicado para fazer a leitura de imagem e utilizar a fonologia das sílabas. Possibilitando os alunos a formularem novas hipóteses sobre a escrita, uma vez que deverá formar o nome das figuras, colocando uma sílaba em cada quadrinho. <br>O objetivo é levar os alunos a entender que as palavras são compostas por sílabas, aprimorando a leitura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 18:46:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Caixa Surpresa</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003560599</link>
         <description><![CDATA[<div>Promove a identificação da sua identidade " Quem sou eu?", onde o aluno pegara na caixa surpresa o crachá e fazer sua identificação reconhecendo a escrita do seu nome.<br>Esse crachás foram confeccionados para o primeiro dia do estágio presencial, devido o impasse de não podermos utilizar com os alunos. Eles serão doados a professora da instituição que vai ficar com os mesmos alunos ou seja, a turma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 18:47:39 UTC</pubDate>
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         <title>Palavras Coloridas</title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 18:48:21 UTC</pubDate>
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         <title>24. Educação e Relações  Étnicas Indígenas        </title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[<div>           <br><strong>IDEOLOGIA<br><br></strong>São um conjunto de crenças e ideias pelas quais os homens postulam, explicam e justificam os fins e os meios da ação social organizada, e especialmente da ação política qualquer que seja o objetivo dessa ação, se preservar, corrigir, extirpar ou reconstruir uma certa ordem<strong> </strong>social.<br><br><strong>CULTURA<br><br></strong>Para <strong>Thompson</strong>, cultura é uma abordagem que manifesta-se claramente com a " Concepção simbólica de cultura", caracterizando como o padrão de significados incorporados nas formas simbólicas em função da qual as pessoas se comunicam umas com as outras e partilham suas experiências, concepções e crenças.<br>Segundo (<strong>Wolf,2005</strong>). "A cultura permite estabelecer relações entre os diferentes universos, sendo constantemente organizada, transformada, por vezes, reiterada em certos aspectos; em outros extinta".<br>Para os autores, o conceito de cultura deve ser entendidos como um conjunto de ações da realidade de um grupo ou povo( o falar, pensar, agir, crenças, hábitos, etc...), partindo da premissa de que essa realidade sofreu transformações, transformações estas, ocorridas em função das exigências capitalistas, fazendo assim, com que houvesse uma readaptação dessas ações.<strong><br><br>ETNICIDADE<br><br></strong>É o processo contínuo de transmissão cultural entre diferentes gerações a partir do contato e da participação no meio social em que a etnia se configura. Ou seja, é o conjunto de características específicas ligada ( língua, estilo, religião. idioma, ideias, opiniões) de um determinado grupo da sociedade.<br><br><strong>TERRITORIALIDADE</strong><br><br>É um princípio de Direito que permite estabelecer ou delimitar a área geográfica em que um Estado exercerá a sua soberania, delimitando essa área geográfica que é o território, que constitui a base geográfico do poder. No qual, trata-se de um padrão de comportamento e atitudes que as pessoas ou grupos de pessoas possui e que é fundamentado no controle (real ou concebidos), sobre a ação dos agentes e do território através do modo de agir em seu espaço territorial.<br><br><strong>EDUCAÇÃO INDÍGENA</strong><br><br>É a educação voltada para os povos indígenas, respeitando suas especificidades culturais e procurando preservar suas culturas tradicionais. A educação indígena tem se tornado relevante nos vários países que foram colonizados e ainda existem os habitantes originais do mesmo. Ou seja, a educação indígena se refere aos processos de transmissão e produção dos conhecimentos próprios dos povos indígenas .<br><br><strong>EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICOS RACIAIS</strong><br><br>E a inserção da temática étnico-racial na educação infantil visando garantir uma educação que supere  racismo e as desigualdades, geradas por ele. Expressão usada para se referir as questões concernentes a população negra brasileira, a fim de sair do  impasse e da postura dicotômica entre os conceitos raça e etnia.<br>Assim, a educação das relações étnico-raciais tem por alvo a formação de cidadãos, mulheres e homens empenhados em promover condições de igualdade no exercício de direitos sociais, políticos, econômicos, dos direitos de ser, viver, pensar, próprios aos diferentes pertenciamentos étnico raciais e sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 19:13:39 UTC</pubDate>
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         <title>22. Filme: Terra Vermelha</title>
         <author>201620121</author>
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         <description><![CDATA[<div>. No filme Terra Vermelha, a cultura indígena é apresentada numa perspectiva crítica, sem os lugares comuns , que muitas vezes é distorcido a realidade de um povo que ainda clama por paz e acesso aos direitos básicos, e negados por muitos. A história basicamente se desenvolve em torno de uma fazenda onde foram ocupadas pela tribo Guarani-Kaiowá que começam a pressionar os habitantes do atual espaço que no passado, foi de seus ancestrais.<br>O filme é marcado pelo massacre  de índios, tornando chocante no inicio, mas com o passar do tempo tornou-se conduzido com bastante realismo sobre o povo indígena e sua conjetura social e política. São muitos os acontecimentos retratados no filme o qual seria muito extenso expô-los todos aqui.<br>Portanto, o filme trata também da anulação dos direitos dos indígenas, das suas concepções de trabalho e cultura, bem como os aspectos religiosos que não são respeitados.<br>Enfim, o filme revela como ainda somos impregnados pela ótica cartesiana de compressão dos elementos que gravitam em torno de nossas vidas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 19:15:14 UTC</pubDate>
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         <title>20. Documentário: O Dilema das Redes</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003700622</link>
         <description><![CDATA[<div>Mostra o impacto das redes sociais na vida das pessoas. E como, a tecnologia pode afetar positiva e negativamente nossas vidas, trazendo sérios danos Mostrando que a tecnologia está aí para ficar, mas que precisamos usar com precaução e consciência, sobre a maneira em que pensamos, agimos e vivemos. A internet tornou-se uma máquina de manipulação política no momento em que os algorítmos de aprendizado, passou de uma forma de inteligência artificial a controlar a maneira como nos pensamos. levando ao capitalismo de vigilância de monetização. Ou seja, " Se você não paga pelo produto, você é o produto". Com isso, mantêm os usuários mais tempo conectado, para assim ele fornecer mais dados e estar exposto à anúncios e publicidades.<br>Embora, o objetivo é de negociar as plataformas que vivem de publicidade e, quanto mais tempo estamos lá, mais publicidade vendem.<br>O documentário vem mostrar como as tecnologia funcionam e descobrem o ponto fraco de nossos cérebros, mantendo-nos em constante discurso de indignação, se aproveitam desta características para também capturar nossa atenção contínua prejudicando o usuário em dois níveis: <strong>Redes Sociais e Inteligência Artificia</strong>l. As redes, expõe a possibilidade das pessoas se vivenciarem de uma maneira viciosas comparável ao uso de drogas. E a Inteligência artificial, os sistemas podem ajudar na disseminação de notícias falsas e teorias da conspiração, facilitando a manipulação política.<br>Foi um documentário excelente para o momento que estamos vivenciando.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 19:18:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>23. Filme: &quot;E seu nome é Jonas&quot;</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003727007</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O filme apresenta as dificuldades por uma criança com deficiência auditiva em uma época em que esta limitação ainda estava ganhando espaço na compreensão científica e social. No filme, a criança chamado Jonas foi a personagem que deu a luz ao papel de ser surdo, e ao nascer detectado com alguma anomalia na aprendizagem, Jonas foi internado porque os pais a partir do diagnóstico errado entenderam que seu filho era  e não surdo.<br>Isso , porque ele não consegue ouvir, logo não consegue se comunicar, por isso, Jonas não pode participar da sociedade por causa da discriminação, porque para alguns, ele não consegue compreender o comportamento e a educação. Vale entender que  o surdo pode ter uma vida normal sim, desde que  receba a ajuda certa. Mas, com o passar do tempo mesmo passando por muitas frustações, Jonas conseguiu entender e compreender os sinais e significados com a visualização , através de um surdo que colocou ao alcance dele alguns objetos fazendo sinais  para que ele entendesse o significado.<br>Foi gratificante assistir todos os avanços de Jonas no filme, por muitas vezes, muito triste e chocante a forma como a discriminação ainda faz parte do mundo de muita gente mesmo na realidade atual. Foi excelente! pois exibe de maneira sensível as dificuldades e superações vividas por Jonas e sua família, além de evidenciar a importância da Língua Brasileira de Sinais Libras, nos ajudando a entender também a importância da inclusão social de surdos na sociedade..</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 19:24:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>21. Sistemas Cognitivos</title>
         <author>201620121</author>
         <link>https://padlet.com/201620121/fto9unr7lzg6uzeq/wish/1003755353</link>
         <description><![CDATA[<div>IV Webinário da turma do VII Semestre de Pedagogia da Uesb de Jequié.<br><br>            "DISLEXIA"<br>Dia 03 de Dezembro, aconteceu nosso último webinário com a parceria e o comprometimento de todos os professores do semestre. E como ministrante do tema: "Dislexia" tivemos o Professor e Dr. Gesivaldo Santos que fechou com chave de ouro esse momento rico em aprendizado e estudo da neurociência na aprendizagem. Foi impactante cada fala do professor explicando como o nosso cérebro armazena toda aprendizagem que adquirimos no processo de alfabetização e até ficarmos adultos.<br>Fazendo uma interlocução da neurociência com o filme " Uma Lição de Vida" acerca da idade e o cérebro ressaltando que: " a grande barreira de Maruge é criar barreira, pois a idade é um fator que pesa", mesmo que, aprender seria o alvo de Maruge naquele momento mesmo assim o cérebro dele estava pronto a receber conhecimento, pois o desenvolvimento da aprendizagem se dá de acordo a que a mente recebe.<br>Ressaltando também a questão cultural, pois a educação é vista como cultural..." Pois quanto mais estímulos temos no cérebro, mas armazenamos aprendizagem".<br>Enfim, foi um tema relevante a ser tratado em um momento de pandemia para nos pedagogos estudar e conhecer a importância de se trabalhar com a dislexia na fase de alfabetização, o aprendizado requer funções cognitivas complexas, para tanto, é preciso desenvolver as vias visual/auditiva e principalmente a memória. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 19:30:50 UTC</pubDate>
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