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      <title>Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire by Maira Indio Do Brasil Dezerto Da Motta</title>
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      <description>Disciplina Epistemologia da Educação - PPG Educação - UFF - 2024 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-08-13 01:01:20 UTC</pubDate>
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         <title>Elaborar reflexão relacionada com trecho do livro.  </title>
         <author>mairaindio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-13 01:08:43 UTC</pubDate>
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         <title>EDUCAÇÃO DIALÓGICA E DIÁLOGO</title>
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         <description><![CDATA[<p>"Não há, por outro lado, diálogo, se não há humildade. A pronúncia do mundo, com que os homens o recriam permanentemente, não pode ser um ato arrogante. O diálogo, como encontro dos homens para a tarefa comum de saber agir, se rompe, se seus pólos (ou um deles) perdem a humildade. Como posso dialogar, se alieno a ignorância, isto é, se a vejo sempre no outro, nunca em mim? Como posso dialogar, se me admito corno um homem diferente, virtuoso por herança, diante dos outros, meros “isto”, em quem não reconheço outros eu?Como posso dialogar, se me sinto participante de um “gueto” de homens puros, donos da verdade e do saber, para quem todos os que estão fora são “essa gente”, ou são “nativos inferiores”? Como posso dialogar, se parto de que a pronúncia do mundo é tarefa de homens seletos e que a presença das massas na história é sinal de sua deterioração que devo evitar? Como posso dialogar, se me fecho à contribuição dos outros, que jamais reconheço, e até me sinto ofendido com ela? Como posso dialogar se temo a superação e se, só em pensar nela, sofro e definho? </p><p>(...)  Neste lugar de encontro, não há ignorantes absolutos, nem sábios absolutos: há homens que, em comunhão, buscam saber mais." (p.111-112) </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 17:37:13 UTC</pubDate>
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         <title>A CONTRADIÇÃO OPRESSORES-OPRIMIDOS.  SUA SUPERAÇÃO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"O grande problema está em como poderão os oprimidos, que “hospedam” ao opressor em si, participar da elaboração, como seres duplos, inautênticos, da pedagogia de sua libertação. Somente na medida em que se descubram “hospedeiros” do opressor poderão contribuir para o partejamento de sua pedagogia libertadora." (p.43)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 17:53:36 UTC</pubDate>
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         <title>Leitura literária </title>
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         <description><![CDATA[<p>"Sapo Vira Rei Vira Sapo - Ruth Rocha" </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 17:56:35 UTC</pubDate>
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         <title>A contradição Opressores-Oprimidos. Sua superação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mairaindio/fsadltnf65wmzbta/wish/3075815464</link>
         <description><![CDATA[<p>"A estrutura de seu pensar se encontra condicionada pela contradição vivida na situação concreta, existencial, em que se “formam”. "(p.44)</p><p>"Os oprimidos, contudo, acomodados e adaptados, “imersos” na própria engrenagem da estrutura dominadora, temem a liberdade, enquanto não se sentem capazes de correr o risco de assumi-la." (p.47) </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 18:22:06 UTC</pubDate>
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         <title>A concepção bancária da educação como instrumento da opressão.</title>
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         <link>https://padlet.com/mairaindio/fsadltnf65wmzbta/wish/3075819073</link>
         <description><![CDATA[<p>"A questão está em que, pensar autenticamente, é perigoso. O estranho humanismo desta concepção “bancária” se reduz à tentativa de fazer dos homens o seu contrário – o autômato, que é a negação de sua ontológica vocação de Ser Mais." (p.85)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 18:22:55 UTC</pubDate>
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         <title>A CONTRADIÇÃO PROBLEMATIZADORA E LIBERTADORA DA EDUCAÇÃO. SEUS PRESSUPOSTOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mairaindio/fsadltnf65wmzbta/wish/3075823197</link>
         <description><![CDATA[<p>No momento em que o educador “bancário” vivesse a superação da contradição já não seria “bancário”. Já não faria depósitos. Já não tentaria domesticar. Já não prescreveria. Saber com os educandos, enquanto estes soubessem com ele, seria sua tarefa. Já não estaria a serviço da desumanização. A serviço da opressão, mas a serviço da libertação." (p.86)  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 18:28:17 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de leitura literária </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 18:29:45 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de leitura literária </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mairaindio/fsadltnf65wmzbta/wish/3075825010</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 18:30:28 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese cultural </title>
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         <description><![CDATA[<p>"Todo o nosso esforço neste ensaio foi falar desta coisa óbvia: assim como o opressor, para oprimir, precisa de uma teoria da ação opressora, os oprimidos para se libertarem, igualmente necessitam de uma teoria de sua ação. O opressor elabora a teoria de sua ação necessariamente sem o povo, pois que é contra ele. O povo, por sua vez, enquanto esmagado e oprimido, introjetando o opressor, não pode, sozinho, constituir a teoria de sua ação libertadora. Somente no encontro dele com a liderança revolucionária, na comunhão de ambos, na práxis de ambos, é que esta teoria se faz e se re-faz." (p.252)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 18:42:43 UTC</pubDate>
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         <title>A TEORIA DA AÇÃO ANTIDIALÓGICA E SUAS CARACTERÍSTICAS: A CONQUISTA, DIVIDIR PARA MANTER A OPRESSÃO, A MANIPULAÇÃO E A INVASÃO CULTURAL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mairaindio/fsadltnf65wmzbta/wish/3075852066</link>
         <description><![CDATA[<p>"Através dela e para todos os fins implícitos na opressão, os opressores se esforçam por matar nos homens a sua condição de “ad-miradores” do mundo. Como não podem consegui-la, em termos totais, é preciso, então, mitificar o mundo. Daí que os opressores desenvolvam uma série de recursos através dos quais propõem à. “admiração” das massas conquistadas e oprimidas um falso mundo." </p><p>"O mito, por exemplo, de que a ordem opressora é uma ordem de liberdade. De que todos são livres para trabalhar onde queiram. Se não lhes agrada o patrão, podem então deixá-la e procurar outro emprego. O mito de que esta “ordem” respeita os direitos da pessoa humana e que, portanto, é digna de todo apreço. O mito de que todos, bastando não ser preguiçosos, podem chegar a ser empresários – mais ainda, o mito de que o homem que vende, pelas ruas, gritando : “doce de banana e goiaba” é um empresário tal qual o dono de uma grande fábrica. O mito do direito de todos à educação, quando o número de brasileiros que chegam às escolas primárias do país e o do que nelas conseguem permanecer é chocantemente irrisório. O mito da igualdade de classe, quando o “sabe com quem está falando?” é ainda uma pergunta dos nossos dias." (p.186, 188 e 189)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 19:00:42 UTC</pubDate>
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         <title>A teoria da ação antidialógica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mairaindio/fsadltnf65wmzbta/wish/3075860063</link>
         <description><![CDATA[<p>"O que tem de fazer a liderança revolucionária é problematizar aos oprimidos, não só este, mas todos os mitos de que se servem as elites opressoras para oprimir. Se assim não se comporta, insistindo em. imitar os opressores em seus métodos dominadores, provavelmente duas respostas possam dar as massas populares. Em determinadas circunstâncias históricas, se deixarem “domesticar” por um novo conteúdo nelas depositado. Noutras, se assustarem diante de uma “palavra” que ameaça ao opressor “hospedado” nelas. {98} Em qualquer dos casos, não se fazem revolucionários. No primeiro, a revolução é um engano; no segundo, uma impossibilidade. Há os que pensam, às vezes, com boa intenção, mas equivocamente, “que sendo demorado o processo dialógico{99}– o que não é verdade – se deve fazer a revolução sem comunicação, através dos ‘comunicados' e, depois de feita, então, se desenvolverá um amplo esforço educativo. Mesmo porque, continuam, não é possível fazer educação antes da chegada ao poder. Educaçãolibertadora.” Há alguns pontos fundamentais a analisar nas afirmações dos que assim pensam." (p.182)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 19:11:40 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O novo da revolução nasce da sociedade velha, opressora, que foi superada. Dai que a chegada ao podei que continua processo, seja apenas, como antes dissemos, um momento decisivo deste.&quot; (p.183)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 19:12:50 UTC</pubDate>
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         <title>Indicação de leitura </title>
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         <title>Indicação de leitura literária </title>
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         <pubDate>2024-08-14 19:24:20 UTC</pubDate>
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         <title>Justificativa da pedagogia do oprimido</title>
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         <description><![CDATA[<p>"A desumanização, que não se verifica, apenas, nos que têm sua humanidade roubada, mas também, ainda que de forma diferente, nos que a roubam, é distorção da vocação do ser mais. É distorção possível na história, mas não vocação histórica. Na verdade, se admitíssemos que a desumanização é vocação histórica dos homens, nada mais teríamos que fazer, a não ser adotar uma atitude cínica ou de total desespero. A luta pela humanização, pelo trabalho livre, pela desalienação, pela afirmação dos homens como pessoas, como “seres para si”, não teria significação. Esta somente é possível porque a desumanização, mesmo que um fato concreto na história, não é porém, destino dado, mas resultado de uma “ordem” injusta que gera a violência dos opressores e esta, o ser menos." (p.40-41)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 19:25:16 UTC</pubDate>
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         <title>A SITUAÇÃO CONCRETA DE OPRESSÃO E OS OPRESSORES</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"Daí que tendam a transformar tudo o que os cerca em objetos de seu domínio. A terra, os bens, a produção, a criação dos homens, os homens mesmos, o tempo em que estão os homens, tudo se reduz a objeto de seu comando. Nesta ânsia irrefreada de posse, desenvolvem em si a convicção de que lhes é possível transformar tudo a seu poder de compra. Daí a sua concepção estritamente materialista da existência. O dinheiro é a medida de todas as coisas. E o lucro, seu objetivo principal. Por isto é que, para os opressores, o que vale é ter mais e cada vez mais, à custa, inclusive, do ter menos ou do nada ter dos oprimidos. Ser, para eles, é ter e ter como classe que tem." (p.63) </p><p>"Na medida em que, para dominar, se esforçam por deter a ânsia de busca, a inquietação, o poder de criar, que caracterizam a vida, os opressores matam a vida. Daí que vão se apropriando, cada vez mais, da ciência também, como instrumento para suas finalidades. Da tecnologia, que usam como força indiscutível de manutenção da “ordem” opressora, com a qual manipulam e esmagam{20} ." (p.65) </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 19:30:20 UTC</pubDate>
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         <title>A dialogicidade - essência da educação como prática da liberdade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"O diálogo é este encontro dos homens, mediatizados pelo mundo, para pronunciá-lo, não se esgotando, portanto, na relação eu-tu. (...) </p><p>Por isto, o diálogo é uma exigência existencial. E, se ele é o encontro em que se solidariza o refletir e o agir de seus sujeitos endereçados ao mundo a ser transformado e humanizado, não pode reduzir-se a um ato de depositar idéias de um sujeito no outro, nem tampouco tornar-se simples troca da, idéias a serem consumidas pelos permutantes." (p.135)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 19:47:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A SIGNIFICAÇÃO CONSCIENTIZADORA DA INVESTIGAÇÃO DOS TEMAS GERADORES. OS VÁRIOS MOMENTOS DA INVESTIGAÇÃO</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mairaindio/fsadltnf65wmzbta/wish/3075893683</link>
         <description><![CDATA[<p>"Daí que, ao nível da “consciência real”, os homens se encontrem limitados na possibilidade de perceber mais além das “situações-limites”, o que chamamos de “inédito viável”. " (p.149)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 19:57:08 UTC</pubDate>
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