<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Imaginação e criação na infância by Luana Santoro De Lavor Dos Santos</title>
      <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe</link>
      <description>Comunicação e linguagem|UFF.2022</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-03 03:48:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-04-01 13:52:14 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Luana Santoro de Lavor dos  Santos</title>
         <author>luanasantoro</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2126902146</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Luana Santoro. Tenho 25 anos e estou mais ou menos no 7° período do curso de Pedagogia na FEUFF. Trabalho há 2 anos numa escola privada. Comecei como mediadora escolar de crianças autistas, hoje sou auxiliar de coordenação de turno. Estou com boas expectativas em relação a disciplina e espero que seja um semestre proveitoso e de muito aprendizado para nós.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/727864119/e49573ea61b7d6bf2baf906cabe2ecbd/IMG_20210605_184955_909.jpg" />
         <pubDate>2022-04-03 04:34:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2126902146</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luanasantoro</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2127580752</link>
         <description><![CDATA[<div>A imagem nos mostra que Paulo freire se contrapõe há uma educação bancária, na qual os estudantes são vistos como simples recipientes a serem preenchidos. Nesse sentido, Freire nos ensina que só uma educação libertadora é capaz de considerar os estudantes como sujeitos importantes no movimento de ensino-aprendizagem.&nbsp;<br>Assim, no capítulo 6 do livro:" medo e ousadia" Freire discorre sobre a questão da linguagem e propõe uma reflexão baseada em como evitar barreiras na comunicação entre professores e alunos. Nesse viés, destaca-se as relações sociais do discurso. Assim, é possível refletir: Quais relações sociais do discurso estabelecemos&nbsp; em sala de aula? Limitando a fala dos alunos e sobrepondo a nossa? Ou proporcionando um ambiente de sala de aula dialogico, que considere o estudante como um ser que ensina e também aprende, que tem as suas individualidades, saberes, experiências e linguagem?&nbsp;<br>Para eliminar as barreiras da comunicação, Freire aborda também que é necessário levar a linguagem conceitual para perto do concreto. Ou seja, ele nos mostra que é essencial considerar as experiências dos educandos, de forma em que eles possam se sentir a vontade para comentar sobre elas. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/727864119/833925dfe52f899cf84cbf764c6e92df/images__57___6_.jpeg" />
         <pubDate>2022-04-03 22:57:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2127580752</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Amanda Fernandes Rodrigues Magon dos Santos</title>
         <author>amandamagon</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2127798369</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, meu nome é Amanda Magon, tenho 22 anos e estou no 7° período de Pedagogia. Trabalho como monitora pedagógica em uma escola particular na zona sul do Rio de Janeiro. Espero que esse período seja rico de conhecimento e aprendizados, tranquilo com o retorno de algumas aulas e bom para todos nós.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/998324832/a98c68ac6a3f1eca59d08af2129a4c9f/WhatsApp_Image_2022_04_03_at_23_13_46.jpeg" />
         <pubDate>2022-04-04 02:25:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2127798369</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Raphaela Scarpi</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2129334945</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Raphaela Scarpi, estou no 9º período de Pedagogia (<em>o que não quer dizer que será o último), </em>atuo como monitora na disciplina de Didática e sou bolsista na Divisão de Prática Discente. Essas experiências agregam à minha formação e auxiliam a ampliar os conhecimentos acerca do fazer docente. Espero que nessa disciplina de Comunicação e Linguagem, possamos construir caminhos de possibilidades para atingir o outro, de modo que nossa prática pedagógica seja constituída através de uma relação humana e transformadora.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1270516289/a98cfa7adb1f1f0be09b657ce8895305/CEEF464E_9F13_4ACC_8C43_901C70D3F8CA.jpeg" />
         <pubDate>2022-04-04 19:19:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2129334945</guid>
      </item>
      <item>
         <title>(In)útil! </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2129347022</link>
         <description><![CDATA[<div>Todo saber necessita de significação. Durante o processo de aprendizagem é essencial que consigamos criar pontes para que os conhecimentos apresentados tenham sentido e adentrem ao universo do aluno. Através da linguagem conseguimos ter êxito ao dar significado às temáticas outrora desconhecidas. Embora a escola seja um local em que aprenderemos a “língua formal”, utilizar-se dela de maneira flexível é um instrumento para alcançar o objetivo do ensino, pois nos aproxima do estudante e permite que o afetemos. <br><br><em>Raphaela Scarpi</em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://m.youtube.com/watch?v=9aHoWTs6xE0" />
         <pubDate>2022-04-04 19:28:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2129347022</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alice Franco Braz</title>
         <author>alicefrancobraz</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2133535065</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Alice , estou no 7 período do curso de pedagogia.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1024911276/dab6942b0bcde814223d4196efd5a87d/WhatsApp_Image_2022_04_06_at_20_09_51.jpeg" />
         <pubDate>2022-04-06 23:12:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2133535065</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>alicefrancobraz</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2135171837</link>
         <description><![CDATA[<div>O mito número 4 do livro do Marcos Bagno desmascara o conceito social enraizado em nossa sociedade da fala "errada" . Por exemplo, quando nos deparamos com falantes da língua pronunciando "chicrete " ao invés de " chiclete". Na verdade, algumas palavras do português-padrão tem suas origens na troca de um L que se tornou um R ,como por exemplo, a palavra "branco " que vem do germânico "blank". Supondo assim , se tal troca é falar " errado" toda a população da província romana da Lusitânia falava " errado". Assim como , Luís de Camões em "Os Lusíadas" falava " errado" quando escrevia "pubricar" no maior monumento literário do português clássico. Além disso, falantes da língua que falam dessa forma pertencem a uma classe&nbsp; social marginalizada que não tem acesso a educação formal e , por isso, sua linguagem sofre o mesmo preconceito que eles sofrem. Nesse caso, o preconceito linguístico é um preconceito social .<br>Na minha vida pessoal, tive uma oportunidade maravilhosa, e preciosa, de encontrar vídeos antigos do meu bisavô materno contando histórias da sua vida. Ele era de classe baixa, trabalhava como porteiro de uma escola , e não teve acesso a educação escolar formal . Mas , mesmo assim, em suas histórias ele conta brincando com as  palavras ,minha mãe sempre diz que ele era um homem muito sábio e inteligente , e de uma forma muito linda e de emocionar qualquer um com suas palavras.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-07 18:56:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2135171837</guid>
      </item>
      <item>
         <title> O Peso da Palavra é diferente para quem vive e para quem apenas pensa em Conceitos distante da Realidade desses.</title>
         <author>felipenn</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2135193416</link>
         <description><![CDATA[<div>"Os conceitos deveriam estar associados a uma realidade concreta, mas não estão, o que cria um problema pedagógico(...) Então, isso significa que temos que começar a partir da linguagem deles e não da nossa linguagem." O Capítulo 6 Medo e Ousadia</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-07 19:11:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2135193416</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Felipe Nabarro Nogueira</title>
         <author>felipenn</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2135219986</link>
         <description><![CDATA[<div>Provavelmente 8 período da Pedagogia, Educação Democrática, cultura escolar e decolonialidade têm sido meus caminhos teóricos para pensar numa subversão dos velhos hábitos da educação tradicional bancária e da sociedade colonial que extermina povos, ecossistemas e a própria vida em si, material e subjetivamente.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1026582752/2a61cab8f4a14703f7a5806540a65383/IMG_20210312_WA0031.jpeg" />
         <pubDate>2022-04-07 19:31:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2135219986</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luanasantoro</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2137645748</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/s7kqh4_EpLc" />
         <pubDate>2022-04-09 22:17:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2137645748</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Charge que retrata o preconceito linguístico! </title>
         <author>luanasantoro</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2138335734</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa charge podemos observar nitidamente a questão do preconceito linguístico, considerando que Chico Bento é um personagem que representa um homem do campo/roça e que é comum falar dessa forma.&nbsp;<br>Dentro de qualquer língua existe a variação linguística. No entanto,  &nbsp;a forma como Chico bento fala, é considerado "errado" e deficiente pela professora, pois a mesma o castiga e o expulsa sem ao menos explicar para ele sobre a língua formal.<br>Isso não é uma questão&nbsp; linguística mas sim uma questão social e política. A professora cobra uma língua elitizada e encara a língua do Chico Bento como sendo "carente", quando&nbsp; na verdade é apenas diferente da língua ensinada nas escolas.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/727864119/cac27adcc0f8017e2120b9946b6e9250/images__57___7_.jpeg" />
         <pubDate>2022-04-10 23:21:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2138335734</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Preconceito linguístico: um preconceito social</title>
         <author>amandamagon</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2139122206</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/998324832/bbbd7cbe8892cc5b1f9454191c609746/14358920_1281248145229907_4138249217884692562_n.png" />
         <pubDate>2022-04-11 13:08:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2139122206</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandamagon</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2139255164</link>
         <description><![CDATA[<div>O vídeo em questão traz uma reflexão sobre o preconceito linguístico apresentado no próprio livro de Marcos Bagno. A mesma pronúncia que é falada pelo pessoal do Sudeste é vista como problema ou piada quando falada pelo povo do Nordeste. Isso acontece porque o preconceito linguístico fala mais de um preconceito social e político do que um problema da língua. Ou seja, a língua falada pelo povo do nordeste é considerada "pobre" e fora dos padrões da norma culta apenas pelo fato de ser diferente da língua ensinada na escola.<br>Por isso, trazendo como exemplo, o método sintético de alfabetização, que parte da menor parte (fonema, sílaba) para o todo (palavra frase), é um método que possui suas desvantagens, já que, na nossa língua, as relações entre letras e sons variam muito e as letras podem representar diferentes sons. Isso acarreta em uma maior dificuldade na fase de alfabetização, porque o sistema de escrita é complexo, e muitos professores o abordam apenas pela parte fonética, aumentando o preconceito linguístico.<br>Paulo Freire nos mostra que, antes da formação técnica do indíviduo, é necessário a sua formação ética e humanitária, com o objetivo de que todos entendam e respeitem os limites e as especifidades de outras pessoas e saibam reconhecer o contexto social que elas vieram, sem hierarquizar as variações linguísticas em detrimento da outra.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/998324832/5063246862bd29c132b942ba58c502a3/acb893746772c2021a6dcb665a3895ce.mp4" />
         <pubDate>2022-04-11 14:26:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2139255164</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>felipenn</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2157375749</link>
         <description><![CDATA[<div>"Enquanto a língua é um rio caudaloso, longo e largo, que nunca se detém em seu curso, a gramática normativa é apenas um igapó, uma grande poça de água parada, um charco, um brejo, um terreno alagadiço, à margem da língua. Enquanto a água do rio/língua, por estar em movimento, se renova incessantemente, a água do igapó/ gramática normativa envelhece e só se renovará quando vier a próxima cheia."<br>Marcos Bagno</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-25 21:30:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2157375749</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Componentes do grupo</title>
         <author>amandamagon</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2157375797</link>
         <description><![CDATA[<div>Alice Franco&nbsp;<br>Amanda Magon<br>Felipe Nabarro<br>Luana Santoro<br>Raphela Scarpi</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-25 21:30:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2157375797</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A arte como um fim em si mesma!</title>
         <author>alicefrancobraz</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2167154291</link>
         <description><![CDATA[<div>No site a seguir contém um resumo , bem resumido , da história da arte e suas funções ao longo do tempo e como se chegou a visão da arte como um fim de si mesma, livre da visão utilitarista de que&nbsp; a arte tem que ter utilidade:<br><br><em>“A arte é necessária para que o homem se torne capaz de conhecer e mudar o mundo. Mas a arte também é necessária em virtude da magia que lhe é inerente.”</em> Ernst Ficher, A Necessidade da Arte.<br><br>Site: <strong>IMBROISI, Margaret; MARTINS, Simone. Pra que serve a arte. História das Artes, 2022. Disponível em: &lt;https://www.historiadasartes.com/olho-vivo/pra-que-serve-a-arte/&gt;. Acesso em 02 May 2022.</strong><br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-02 17:44:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2167154291</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A fábula  e as histórias infantis!</title>
         <author>alicefrancobraz</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2167234324</link>
         <description><![CDATA[<div>As fábulas e histórias infantis não afastam a criança da realidade , pelo contrário , são balsâmicas e terapêuticas já que os sentimentos que acompanham as histórias são reais e concretos . Nesse sentido, a arte e as histórias infantis não só exprimem sentimentos como o abandono ,  a tristeza e  o medo como nos ajuda a resolvê-los de uma forma leve , balsâmica e terapêutica . Como por exemplo, quando estamos nos sentindo tristes e ouvimos uma playlist de músicas tristes e isso nos conforta e nos ajuda , pois a arte tem o poder de exprimir emoções e resolvê-las, ao mesmo tempo.&nbsp;<br>Em resumo , as fábulas e histórias infantis são formas da criança poder experimentar diversos sentimentos reais, que fazem parte do nosso cotidiano .</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/U-3oD03g_RM" />
         <pubDate>2022-05-02 18:39:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2167234324</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A moral e a arte</title>
         <author>amandamagon</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2176766336</link>
         <description><![CDATA[<div>Vigotski apresenta uma visão de moral que até hoje é aplicada e produzida nas escolas, principalmente na área da literatura infantil. A moral, nesse sentido, é vista apenas como uma mensagem a ser passada, boa ou ruim, porém direta sem considerar a bagagem cultural do indivíduo, especialmente da criança, e dessa forma, não considera a sua interpretação. Ele expõe que, para as crianças, apenas a "ilustração mais ou menos vivida desta ou daquela norma moral" dos livros e das artes é a concepção que fica, sendo todo o resto inacessível para compreensão infantil. Tudo isso mostra que a criança é desprovida de conhecimento, uma "tabula vazia", que não entenderia um texto um pouco mais complexo ou a moral de uma história além da sua ilustração. Porém, quando se trata de crianças, "os exemplos e analogias são menos instrutivos que os fatos da vida e da psicologia infantis". O recado que fica é que é necessário levar em conta as leis da psique infantil para não transformar uma mensagem moralmente boa em algo oposto, pois nem sempre a criança olham a partir de um ângulo de sentido moral. Apresento como exemplo o discurso de um dos alunos do meu trabalho que, ao ler a fábula do Leão e o Rato, ele torcia para o leão, pois tem como concepção que o mais forte ganha e, por isso, achou errado ele libertar o ratinho, indo contra a sua força. Com isso, ele não teve um ponto de vista moralista e, consequentemente, não entendeu, de primeira, a moral da fábula.<br>Toda essa questão de noção moral na arte, de certo modo, "não se criam nem educam atitudes e hábitos estéticos; não se comunica a flexibilidade, a sutileza e a diversidade das formas às vivências estéticas; pelo contrário, tranforma-se em regra pedagógica a transferência da atenção do aluno da obr para seu significado moral." (p. 227). O que acarreta no desinteresse, por parte das crianças e jovens, pelas artes e principalmente pela literatura, já que a leitura se torna algo obrigatório e não uma atividade prazerosa.<br>De acordo com a&nbsp;4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil desenvolvida pelo Instituto Pró-Livro, a população brasileira tem uma média anual de 4,96 livros por habitante. Contudo, menos de 3, em média, foram lidos do início ao fim, o que tende a comprometer ainda mais o índice de leitura no Brasil. (PONTES, 2021, online), comprovando os fatos citados nesse tópico do texto.<br><br>PONTES, Nathalia. Você sabe qual é o índice de leitura no Brasil? Disponível em: &lt;https://leiturinha.com.br/blog/indice-de-leitura-no-brasil/&gt;, acesso em mai 2022</div>]]></description>
         <enclosure url="https://leiturinha.com.br/blog/indice-de-leitura-no-brasil/" />
         <pubDate>2022-05-10 02:18:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2176766336</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A educação estética e o talento</title>
         <author>amandamagon</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2176796603</link>
         <description><![CDATA[<div>Penso que uma das formas de se aproximar do seu aluno e de conhecê-lo, é por meio da arte. É pela arte que a imaginação e a criação entram em cena em uma pequena sala de aula. Digo pequena, pois observo que, se uma criança tem imaginação fértil, imagina uma sala inteira. É pela arte que possibilitamos as crianças se expressarem de diversas formas e se relacionarem com tudo aquilo que nos rodeia. A educação estética, como traz Vigotski, não pode ser separada entre as pessoas talentosas e as que são comuns, mas o professor deve tentar elaborar um sistema pedagógico único. Essa concepção de dois sistemas só afastam os alunos de uma educação artística e criativa e não desenvolve certas experiências, achando que é incapaz de fazer ou aprender. "É preciso dispor e orientar as influências educativas para desenvolver e manter essas possibilidades.", vendo o que faz sentido para cada aluno, sem esquecer de suas especificidades e potencialidades, transformando seus dons em tarefa da educação. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-10 02:42:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2176796603</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot; A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.&quot; - Nelson Mandela</title>
         <author>alicefrancobraz</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2183357068</link>
         <description><![CDATA[<div>Bakhtin defende que não existe educação fora das relações sociais , ou seja , entre o eu e o outro. Pois, na relação com o outro nós aprendemos e saímos diferentes assim como não é possível sair de um diálogo sem nos enriquecermos com ele . Tal fenômeno é muito poderoso , pois , o primeiro passo para a mudança social é dialogar e considerar o pensamento do outro. Como o ambiente educacional necessita de diálogo , pois ninguém se educa sozinho e nos educamos entre si, a educação é uma arma poderosa para a transformação da sociedade em que vivemos. Como reflete Paulo Freire : " A educação não transforma o mundo, a educação transforma as pessoas e as pessoas transformam o mundo."</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-13 19:26:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2183357068</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>alicefrancobraz</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2196478029</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/CqYH-CTfPqU" />
         <pubDate>2022-05-23 20:30:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2196478029</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luanasantoro</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2196507319</link>
         <description><![CDATA[<div>A linguagem surge ligada as necessidades econômicas e de socialização. Visto que, o trabalho e a necessidade de trabalhar em conjunto fez com que "gritasse" a possibilidade de dizer algo ao outro, no processo de socialização. Antigamente, dois grupos tentavam explicar a linguagem, baseadas em teorias- 1. teoria das onomatopeias e 2- teoria das interjeições.&nbsp; Porém, ambas teorias não esclarecerem sobre a efetiva essência da linguagem como fenômeno social .&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-23 21:03:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2196507319</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A criança é autora do seu desenvolvimento!</title>
         <author>peduff</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2204668833</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><sup>A criança que cria, faz de si mesma instrumento de mudança.</sup></em></strong><em><sup>&nbsp;</sup></em></div><div>A criança não é um "ser inacabado". A infância é uma fase com suas particularidades, repleta de potências que com estímulo irão florescer inúmeras habilidades. É por meio das experiências e da relação de troca com o outro e com o mundo que o desenvolvimento dos pequenos se torna cada vez mais potente.<br>Assim, aquele sujeito irá conter o universo dentro de si, e a maior aliada para esse processo é a comunicação através de uma linguagem acessível, clara, instigante e ampla, que plantam sementes de grandes árvores na imaginação.<br>A criança tem muito a dizer, suas vivências são um ensinamento que norteiam nossa própria prática docente, nada melhor do que ouvi-las para que cada vez mais elas se tornem integrantes dos espaços em que se encontram, e não sejam vistas como um papel em branco.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://drive.google.com/file/d/1tEQtDpiBNug9_MYGhI5_hiHIpOR-lxkH/view?usp=sharing" />
         <pubDate>2022-05-30 13:20:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2204668833</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Na nossa incompletude, a alteridade é o espaço de constituição das individualidades. É sempre o outro que da a nós uma completude provisória.</title>
         <author>felipenn</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2236453302</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-04 12:38:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2236453302</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Um mundo único, um pensamento único, uma única possibilidade de futuro seria o processo de empobrecimento da humanidade. A experiência humana diferente é parte do que é humanidade.</title>
         <author>felipenn</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2236454415</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-04 12:40:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2236454415</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A brincadeira da criança não é uma simples recordação do que vivenciou, mas uma reelaboração criativa de impressões vivenciadas. É uma combinação dessas impressões vivenciadas. É uma combinação dessas impressões e, baseada nelas, a construção de uma realidade nova que responde às aspirações e aos anseios da crianças. Assim como na  brincadeira, o ímpeto da criança para criar é a imaginação em atividade.</title>
         <author>felipenn</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2236461023</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-04 12:52:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2236461023</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Esta há de ser dialógica, sem submissão do outro à autoridade mesmo que científica. Uma educação numa perspectiva bakhtiniana há de ser uma atividade essencialmente estética, realizada eticamente, operando com a cognição como instrumento (...) com total esquecimento estético porque desconsidera precisamente os acabamentos provisórios que definem o futuro desejado. Sem futuro, somente se faz educação para o presente, para o mercado, para o consumo, para o emprego. Nesta, jamais o Ser-evento em que todos somos e produzimos se fará humano.&quot;</title>
         <author>felipenn</author>
         <link>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2236464632</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-07-04 12:57:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luanasantoro/frp5gucwnlo9rjqe/wish/2236464632</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
