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      <title>3. A graça e a liberdade. Livro: Introdução ao Estudo de Santo Agostinho. Pag. 298. (Todo o item 3) by Vera Braga</title>
      <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-30 17:30:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-24 11:01:55 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>1 VB) §3.	A graça e a liberdade</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810597198</link>
         <description><![CDATA[<p>O problema mais temível, em meio aos que a doutrina agostiniana da graça levanta, é o de sua conciliação com o livre-arbítrio. Ora, é literalmente exato dizer que, do ponto de vista de santo Agostinho,<mark> esse problema não existe.</mark> Quando me exa­mino e escruto o conteúdo do meu pensamento, constato que existo, que sou, que penso e que vivo; isso é evidente. Minha vontade é dada para mim como um fato subtraído de toda discussão possível. <strong><mark>Ora, para santo</mark></strong><mark> </mark><strong><mark>Agostinho, querer é usar o livre-arbítrio, cuja definição sempre se confunde com a de vonta­de.</mark></strong></p><p>GPT - 1. O problema mais temível, em meio aos que a doutrina agostiniana da graça levanta, é o de sua conciliação com o livre-arbítrio.<br>2. Ora, é literalmente exato dizer que, do ponto de vista de santo Agostinho, esse problema não existe.<br>3. Quando me exa­mino e escruto o conteúdo do meu pensamento, constato que existo, que sou, que penso e que vivo; isso é evidente.<br>4. Minha vontade é dada para mim como um fato subtraído de toda discussão possível.<br>5. Ora, para santo Agostinho, querer é usar o livre-arbítrio, cuja definição sempre se confunde com a de vontade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 14:41:29 UTC</pubDate>
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         <title>2 VB) §2. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810604385</link>
         <description><![CDATA[<p>Tal é o primeiro ponto que é preciso ter em mente ao abordar o problema da graça: o fato do livre-arbítrio não está em ques­tão; ademais, como ele se confunde com a vontade, e a vontade é um bem inalienável ao homem, em nenhum momento e sob nenhuma forma <mark>o livre-arbítrio do homem pode estar em questão. </mark>Certamente, a escolha voluntária nunca ocorre sem motivos, e al­guns motivos podem pesar sobre ela com uma força irresistível; o livre-arbítrio é precisamente uma escolha que se exerce em virtude de motivos. A pedra que cai, não cai sem causa, mas cai sem motivos: ela não tem o livre-arbítrio; ao contrário uma vontade que quisesse sem motivos seria uma noção contraditória e impos­sível; <mark>não se pode suprimir o livre-arbítrio sem, no mesmo instan­te, destruir, no mesmo golpe, a vontade.</mark></p><p>GPT - 1. Tal é o primeiro ponto que é preciso ter em mente ao abordar o problema da graça: o fato do livre-arbítrio não está em ques­tão;<br>2. Ademais, como ele se confunde com a vontade, e a vontade é um bem inalienável ao homem, em nenhum momento e sob nenhuma forma o livre-arbítrio do homem pode estar em questão.<br>3. Certamente, a escolha voluntária nunca ocorre sem motivos, e al­guns motivos podem pesar sobre ela com uma força irresistível; o livre-arbítrio é precisamente uma escolha que se exerce em virtude de motivos.<br>4. A pedra que cai, não cai sem causa, mas cai sem motivos: ela não tem o livre-arbítrio; ao contrário, uma vontade que quisesse sem motivos seria uma noção contraditória e impos­sível; não se pode suprimir o livre-arbítrio sem, no mesmo instan­te, destruir, no mesmo golpe, a vontade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 14:47:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3 VB) §3</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810605295</link>
         <description><![CDATA[<p>Evitemos, portanto, misturar os problemas de santo Agostinho com os nossos, se quisermos compreender a solução que ele oferece aos seus. O que ele busca? De modo algum, saber se nós temos uma vontade; ele sabe que temos uma. Tampouco se temos um livre-arbítrio, pois o identifica à vontade. Sequer o que deve querer essa vontade ou esse livre-arbítrio, já que o fim deles é querer Deus e amá-lo. O que Agostinho se pergunta não é se amar Deus está ao alcance de nosso livre-arbítrio, mas se está em nosso poder. <mark>Ora, o poder de fazer o que escolhemos fazer é mais do que o livre-arbítrio, é a liberdade.</mark> Não há problema da graça e do livre-arbítrio em santo Agostinho, <mark>mas um problema da graça e da liberdade.</mark> Em que termos ele se coloca?</p><p>GPT - </p><p> 1.  Evitemos, portanto, misturar os problemas de santo Agostinho com os nossos, se quisermos compreender a solução que ele oferece aos seus.<br>2. O que ele busca? De modo algum, saber se nós temos uma vontade; ele sabe que temos uma.<br>3. Tampouco se temos um livre-arbítrio, pois o identifica à vontade.<br>4. Sequer o que deve querer essa vontade ou esse livre-arbítrio, já que o fim deles é querer Deus e amá-lo.<br>5. <mark>O que Agostinho se pergunta não é se amar Deus está ao alcance de nosso livre-arbítrio, mas se está em nosso poder.</mark><br>6. Ora, o poder de fazer o que escolhemos fazer é <mark>mais do que o livre-arbítrio, é a liberdade.</mark><br>7. Não há problema da graça e do livre-arbítrio em santo Agostinho, <mark>mas um problema da graça e da liberdade.</mark><br>8. Em que termos ele se coloca?</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 14:47:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>4 VB) §4. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810606361</link>
         <description><![CDATA[<p>Para compreender exatamente sua natureza, convém se reportar à doutrina de Pelágio que, sem ser a causa da doutrina agostiniana da graça, dá ocasião para a maioria das exposições que Agostinho nos ofereceu.</p><p>GPT - </p><p>A Doutrina de Pelágio é uma teoria teológica que defende a capacidade inata do ser humano em alcançar a salvação por meio de suas próprias ações e esforços, excluindo a necessidade da graça divina.</p><p>GPT - </p><p>Pelágio, também conhecido como Pelágio da Bretanha ou Pelágio o Jovem, foi um religioso britânico que viveu no século IV. Pouco se sabe sobre sua vida antes de se tornar monge e eremita.</p><p>Pelágio foi um dos últimos padres cristãos do ocidente a lutar contra a prática do paganismo e do politeísmo na Grã-Bretanha. Ele era conhecido por seu ascetismo e peregrinações, e é considerado um dos primeiros defensores da liberdade religiosa.</p><p>&nbsp;Uma das principais crenças de Pelágio era a responsabilidade humana pelo pecado original e pela salvação. Ele acreditava que a graça divina estava disponível para todas as pessoas e que, com esforço humano, era possível alcançar a santidade e a redenção. Essas ideias foram posteriormente contestadas por Agostinho de Hipona, que defendia a predestinação divina.</p><p>&nbsp;Pelágio viajou pela Grã-Bretanha e pela Europa continental, pregando e debatendo questões teológicas com outros líderes religiosos. Ele também foi a Roma, onde ingressou na comunidade cristã local e teve encontros com figuras importantes da época.</p><p>&nbsp;No início do século V, Pelágio foi acusado de heresia pelo Bispo de Roma, Celestino I, e seus ensinamentos foram condenados pelo Sínodo de Cartago. Ele continuou a defender sua visão teológica, mas acabou sendo excomungado e suas obras foram condenadas ao ostracismo.</p><p>&nbsp;Após sua condenação, Pelágio deixou Roma e pouco se sabe sobre o que aconteceu com ele depois disso. Alguns relatos sugerem que ele pode ter ido para o Egito ou para o Oriente Médio, mas não há registros conclusivos de seu paradeiro final.</p><p>GPT - Bretanha é uma região histórica no noroeste da França. Embora a Bretanha tenha uma identidade cultural distinta, faz parte da França e é governada pelo governo francês.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 14:48:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>5VB) §5. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810608559</link>
         <description><![CDATA[<p>Reduzida a seus elementos essenciais, e tal como santo Agostinho a compreendeu, a doutrina de Pelágio define o pecado como sendo apenas um mau uso do livre-arbítrio; não diminui nem sua liberdade nem sua bondade natural, nem, consequentemente, seu poder de fazer o bem. Se é assim, <strong>o socorro da graça não tem que se aplicar à vontade, que, não estando corrompida, não tem essa necessidade</strong>; ele (VB - o socorro)se reduz, consequentemente, ao perdão da ofensa feita a Deus pela realização do ato mau. Deus não confere a graça de agir bem a uma vontade tornada impotente, ele agracia como um juiz que perdoa e remove o erro cometido. <strong>Segue-se uma profunda transformação na economia geral do dogma da redenção. Com efeito, a vontade livre, estando intacta depois da queda do primeiro homem, deve ter permanecido tal e, uma vez que sua natureza não foi corrompida,</strong> todo homem vê o dia no mesmo estado de <mark>liberdade</mark> que Adão ao sair das mãos de Deus. A partir disso, a humanidade, não estando decaída, não tem mais necessidade da justificação, se esta se refere à remissão de ofensas; o sacrifício do Cristo, que outrora foi uma brilhante demonstração da infinita bondade de Deus e uma poderosa incitação ao bem que se direciona à humanidade inteira, <strong>opera em todo homem somente a remissão dos pecados, sem atingir a</strong> <strong>vontade</strong>: <em>sola remissio peccatorum. (GPT - </em> apenas a remissão dos pecados). <strong>Não há como endireitar o que o erro não deformou realmente.</strong></p><p>GPT -</p><p>1. Reduzida a seus elementos essenciais, e tal como santo Agostinho a compreendeu, a doutrina de Pelágio define o pecado como sendo apenas um mau uso do livre-arbítrio; não diminui nem sua liberdade nem sua bondade natural, nem, consequentemente, seu poder de fazer o bem.<br>2. Se é assim, o socorro da graça não tem que se aplicar à vontade, que, não estando corrompida, não tem essa necessidade; ele se reduz, consequentemente, ao perdão da ofensa feita a Deus pela realização do ato mau.<br>3. Deus não confere a graça de agir bem a uma vontade tornada impotente, ele agracia como um juiz que perdoa e remove o erro cometido.<br>4. Segue-se uma pro­funda transformação na economia geral do dogma da redenção.<br>5. Com efeito, a vontade livre, estando intacta depois da queda do primeiro homem, deve ter permanecido tal e, uma vez que sua natureza não foi corrompida, todo homem vê o dia no mesmo estado de liberdade que Adão ao sair das mãos de Deus.<br>6. A partir disso, a humanidade, não estando decaída, não tem mais necessidade da justificação, se esta se refere à remissão de ofensas; o sacrifício do Cristo, que outrora foi uma brilhante demonstração da infinita bondade de Deus e uma poderosa incitação ao bem que se direciona à humanidade inteira, opera em todo homem somente a remissão dos pecados, sem atingir a vontade: sola remissio peccatorum. (GPT - apenas a remissão dos pecados).<br>7. Não há como endireitar o que o erro não deformou realmente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 14:50:23 UTC</pubDate>
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         <title>6 VB) §6 </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810609670</link>
         <description><![CDATA[<p>Sendo tal a doutrina, seria de se espantar que Agostinho tenha se erguido contra ela? Certamente não se pode negar que, quanto a esse ponto, havia uma história do pensamento agostiniano. As expressões que ele usa não são de todo idênticas antes e depois de Pelágio. Tendo que lutar contra um adversário definido, Agostinho polemizará, será orador, retórico, advogado; buscará fórmulas lapidares, sempre muito perigosas; algumas vezes ele tentará tantas que, para querer corrigir uma com a outra, às vezes permanecerão aquém, às vezes além de seu verdadeiro pensamento. Por mais interessante que pudesse ser o estudo dessas variações, ou melhor, dessas modulações, deve-se colocá-lo de lado para entendermos o que há de <strong>constante na atitude de Agosti­nho</strong>. Com efeito, ela contém um elemento de uma constância invariável, o fato de Agostinho ter refutado Pelágio antes mesmo de conhecê-lo. O que domina toda a história da controvérsia é que o pelagianismo era a negação radical da experiência pessoal de Agostinho ou, se preferimos, a experiência pessoal de Agosti­nho era em sua essência, e até em suas particularidades mais íntimas, <strong>a negação mesma do pelagianismo.</strong></p><p>GPT - </p><p>1. Sendo tal a doutrina, seria de se espantar que Agostinho tenha se erguido contra ela?<br>2. Certamente não se pode negar que, quanto a esse ponto, havia uma história do pensamento agostiniano.<br>3. As expressões que ele usa não são de todo idênticas antes e depois de Pelágio.<br>4. Tendo que lutar contra um adversário definido, Agostinho polemizará, será orador, retórico, advogado; buscará fórmulas lapidares, sempre muito perigosas; algumas vezes ele tentará tantas que, para querer corrigir uma com a outra, às vezes permanecerão aquém, às vezes além de seu verdadeiro pensamento.<br>5. Por mais interessante que pudesse ser o estudo dessas variações, ou melhor, dessas modulações, deve-se colocá-lo de lado para entendermos o que há de constante na atitude de Agosti­nho.<br>6. Com efeito, ela contém um elemento de uma constância invariável, o fato de Agostinho ter refutado Pelágio antes mesmo de conhecê-lo.<br>7. O que domina toda a história da controvérsia é que o pelagianismo era a negação radical da experiência pessoal de Agostinho ou, se preferimos, a experiência pessoal de Agosti­nho era em sua essência, e até em suas particularidades mais íntimas, a negação mesma do pelagianismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 14:51:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> 9 VB) §9  ESTUDINHO DE 19 01 2024 INICIAR AQUI</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810613005</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando apreendemos essa ideia essencial, certamente não nos encontramos à altura de compreender o detalhe das polêmicas agostinianas, mas temos o fio condutor, que permite errar nesse dédalo com a certeza de sempre nos reencontrarmos. A tese de Pelágio, Agos­tinho oporá constantemente a seguinte: “Nem o conhecimento da lei divina, nem a natureza, nem a única remissão dos pecados constituem a graça, mas ela nos é dada por Jesus Cristo nosso Senhor, a fim de que, por ela, a lei seja cumprida, a natureza resgatada e o pecado vencido”. Façamos, pois, abstração do detalhe da controvérsia para retermos somente as articulações mestras do pensamen­to agostiniano: ele aparecerá em sua força e em sua simplicidade.</p><p>GPT -</p><p> 1. Quando apreendemos essa ideia essencial, certamente não nos encontramos à altura de compreender o detalhe das polêmicas agostinianas, mas temos o fio condutor, que permite errar nesse dédalo com a certeza de sempre nos reencontrarmos.<br>2. A tese de Pelágio, Agos­tinho oporá constantemente a seguinte: “Nem o conhecimento da lei divina, nem a natureza, nem a única remissão dos pecados constituem a graça, mas ela nos é dada por Jesus Cristo nosso Senhor, a fim de que, por ela, a lei seja cumprida, a natureza resgatada e o pecado vencido”.<br>3. Façamos, pois, abstração do detalhe da controvérsia para retermos somente as articulações mestras do pensamen­to agostiniano: ele aparecerá em sua força e em sua simplicidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 14:53:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>7 VB) §7</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810615273</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Com efeito, a que conclusão a doutrina de Pelágio conduzia?</strong> Aquela em que a graça não tem que intervir antes do pecado para preveni-lo mas somente depois, para apagá-lo. Livre para cumprir ou para não cumprir a lei, a vontade sempre pode cumpri-la. A que conclusão, ao contrário, conduz a experiência de Agostinho? A que, durante longos anos, ele via a lei sem poder cumpri-la. E não apenas viu a lei, mas viu a lei cumprida sob seus olhos por outros, enquanto, com toda sua alma desejando imitá-los, foi necessário confessar-se incapaz. <strong>Somente são Paulo, através de sua luminosa doutrina do pecado e da graça, soube dissipar essa contradição interna na qual Agostinho se debatia em vão por anos.</strong> <strong>Posto que a vontade deseja o bem, então ela é por essência destinada a realizá-lo; não obstante, posto que ela é incapaz de realizar o bem que ela deseja, então há nela algo corrompido</strong>; nomeemos como causa dessa corrupção o pecado, e prescrevamos o remédio para ele, a Redenção do homem por Deus, desenvolvida com a graça de Jesus Cristo. A economia da vida moral, impenetrável para os filósofos, a partir de então torna-se transparente, porque essa doutrina é a única que leva em conta todos os fatos e principalmente este: <strong>por mais tempo que uma vontade contar apenas consigo mesma para fazer o bem, ela per­manece impotente.</strong> A solução do enigma, aqui como alhures, é que é necessário receber o que se quer ter quando se é incapaz de dá-lo a si mesmo. Graças ao sacrifício do Cristo, a partir de então, há um socorro divino sobrenatural pelo qual a lei se torna realizável pela vontade humana, e da qual a essência mesma do pelagianismo é desconhecer a necessidade.</p><p>GPT - </p><p>1. Com efeito, a que conclusão a doutrina de Pelágio conduzia?<br>2. Aquela em que a graça não tem que intervir antes do pecado para preveni-lo mas somente depois, para apagá-lo.<br>3. Livre para cumprir ou para não cumprir a lei, a vontade sempre pode cumpri-la.<br>4. A que conclusão, ao contrário, conduz a experiência de Agostinho?<br>5. A que, durante longos anos, ele via a lei sem poder cumpri-la.<br>6. E não apenas viu a lei, mas viu a lei cumprida sob seus olhos por outros, enquanto, com toda sua alma desejando imitá-los, foi necessário confessar-se incapaz.<br>7. Somente são Paulo, através de sua luminosa doutrina do pecado e da graça, soube dissipar essa contradição interna na qual Agostinho se debatia em vão por anos.<br>8. Posto que a vontade deseja o bem, então ela é por essência destinada a realizá-lo; não obstante, posto que ela é incapaz de realizar o bem que ela deseja, então há nela algo corrompido; nomeemos como causa dessa corrupção o pecado, e prescrevamos o remédio para ele, a Redenção do homem por Deus, desenvolvida com a graça de Jesus Cristo.<br>9. A economia da vida moral, impenetrável para os filósofos, a partir de então torna-se transparente, porque essa doutrina é a única que leva em conta todos os fatos e principalmente este: por mais tempo que uma vontade contar apenas consigo mesma para fazer o bem, ela permanece impotente.<br>10. A solução do enigma, aqui como alhures, é que é necessário receber o que se quer ter quando se é incapaz de dá-lo a si mesmo.<br>11. Graças ao sacrifício do Cristo, a partir de então, há um socorro divino sobrenatural pelo qual a lei se torna realizável pela vontade humana, e da qual a essência mesma do pelagianismo é desconhecer a necessidade.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 14:55:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>8 VB)§8 </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810615748</link>
         <description><![CDATA[<p>Em qual ponto a leitura de são Paulo foi uma iluminação decisiva para Agostinho, pode-se ver pelas palavras da Escritura que ele lembra ao fazer o relato dessa descoberta, a saber, precisamente as da <em>Epístola aos Romanos: </em>“Não faço o bem que quero, e faço o mal que não quero. Mas se é o que não quero que faço, não sou eu portanto que o faço, mas algo que habita em mim: o pecado. Encontro, então, diante de mim a lei quando quero fazer o bem... e consinto a ela com alegria no interior de mim mesmo, mas encontro em meu corpo uma outra lei, que se revolta contra a lei do meu pensamento e me subordina à lei do pecado. Infeliz de mim! Quem me libertará deste corpo de morte? - A graça <strong>de </strong>Jesus Cristo nosso Senhor”. Quando se tem presente ao pensa­mento o que foi essa iluminação para Agostinho - a qual, descobrindo nele o sentido de sua dolorosa impotência, revela-o de algum modo a si -, então, tende-se a julgar vãs as discussões relativas à influência de Pelágio em sua doutrina da liberdade. Como seria possível que a necessidade de se opor aos erros pelagianos o teria levado a exagerar os direitos da graça e a compreender o livre-arbítrio, se é verdade que o livre-arbítrio esteve sempre fora de discussão e que, no mais, Agostinho conferirá tudo à graça desde o dia em que leu são Paulo e o compreendeu? Jamais Agostinho irá mais longe, porque ele foi diretamente até o fim: o homem só pode fazer o que Deus lhe dá força para fazer; <em>Da quod jubes, et jube quod vis: </em>dá-me o que tu exiges, e exijas o que tu queres. Eis um dos temas essenciais das <em>Confissões, </em>e se Agostinho as escreveu em 400, pergunta-se o que, depois de 410, ele poderia ter acrescentado à essa fórmula para ultrapassá-la.</p><p>GPT -</p><p>Em qual ponto a leitura de são Paulo foi uma iluminação decisiva para Agostinho, pode-se ver pelas palavras da Escritura que ele lembra ao fazer o relato dessa descoberta, a saber, precisamente as da Epístola aos Romanos: “Não faço o bem que quero, e faço o mal que não quero. Mas se é o que não quero que faço, não sou eu portanto que o faço, mas algo que habita em mim: o pecado. Encontro, então, diante de mim a lei quando quero fazer o bem... e consinto a ela com alegria no interior de mim mesmo, mas encontro em meu corpo uma outra lei, que se revolta contra a lei do meu pensamento e me subordina à lei do pecado. Infeliz de mim! Quem me libertará deste corpo de morte? - A graça de Jesus Cristo nosso Senhor”.<br>- Quando se tem presente ao pensa­mento o que foi essa iluminação para Agostinho - a qual, descobrindo nele o sentido de sua dolorosa impotência, revela-o de algum modo a si -, então, tende-se a julgar vãs as discussões relativas à influência de Pelágio em sua doutrina da liberdade.<br>- Como seria possível que a necessidade de se opor aos erros pelagianos o teria levado a exagerar os direitos da graça e a compreender o livre-arbítrio, se é verdade que o livre-arbítrio esteve sempre fora de discussão e que, no mais, Agostinho conferirá tudo à graça desde o dia em que leu são Paulo e o compreendeu?<br>- Jamais Agostinho irá mais longe, porque ele foi diretamente até o fim: o homem só pode fazer o que Deus lhe dá força para fazer; Da quod jubes, et jube quod vis: dá-me o que tu exiges, e exijas o que tu queres.<br>- Eis um dos temas essenciais das Confissões, e se Agostinho as escreveu em 400, pergunta-se o que, depois de 410, ele poderia ter acrescentado à essa fórmula para ultrapassá-la.</p><p>Pedi ao GPT para colocar números nos parágrafos: </p><p>1. A leitura de São Paulo foi uma iluminação decisiva para Agostinho.<br>2. Agostinho descobriu em si mesmo o sentido de sua dolorosa impotência.<br>3. As discussões sobre a influência de Pelágio em sua doutrina da liberdade tornam-se vãs.<br>4. Agostinho conferiu tudo à graça desde o dia em que leu São Paulo.<br>5. Agostinho compreendeu que o homem só pode fazer o que Deus lhe dá força para fazer.<br>6. Um dos temas essenciais das Confissões é a ideia de que Deus deve dar o que exige e exigir o que deseja.<br>7. Após 410, fica em dúvida o que mais Agostinho poderia ter acrescentado a essa fórmula nas Confissões.</p><p><mark>Estudinho de 15 01 2024 - Lemos § 6,7 e 8. Dia 19 iniciaremos no 9. </mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 14:55:54 UTC</pubDate>
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         <title>10 VB) §10 pag. 303</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810668879</link>
         <description><![CDATA[<p>De&nbsp; início,&nbsp; imitando&nbsp; o&nbsp; próprio&nbsp; Agostinho,&nbsp; lembramos&nbsp; que a exaltação da graça deixa absolutamente intacto o livre-arbítrio; salientamos isso porque a razão exige e pode-se acrescentar que a Escritura o atesta; de todo modo, seria impossível excluí-lo sem fazer a vontade esvaecer e, por consequência, também a graça, que não teria mais um sujeito a quem se aplicar. A diferença entre o homem que tem a graça e aquele que não tem não está na posse ou não posse de seu livre-arbítrio, mas em sua eficiên­cia. Aqueles que não têm a graça reconhecem-se pelo fato de seu livre-arbítrio não se aplicar em querer o bem ou, se eles querem, em serem incapazes de realizá-lo; ao contrário, aqueles que têm a graça querem fazer o bem e obtêm sucesso nisso. Assim, <strong>a graça pode ser definida:</strong> o que confere à vontade seja a força para querer o bem, seja para realizá-lo. <mark>Ora, esta força dupla é a própria definição de liberdade. Em que condições ela é adquirida por nós?</mark></p><p>GPT - </p><p>1. De início, imitando o próprio Agostinho, lembramos que a exaltação da graça deixa absolutamente intacto o livre-arbítrio; salientamos isso porque a razão exige e pode-se acrescentar que a Escritura o atesta; de todo modo, seria impossível excluí-lo sem fazer a vontade esvaecer e, por consequência, também a graça, que não teria mais um sujeito a quem se aplicar.<br>2. A diferença entre o homem que tem a graça e aquele que não tem não está na posse ou não posse de seu livre-arbítrio, mas em sua eficiên­cia. Aqueles que não têm a graça reconhecem-se pelo fato de seu livre-arbítrio não se aplicar em querer o bem ou, se eles querem, em serem incapazes de realizá-lo; ao contrário, aqueles que têm a graça querem fazer o bem e obtêm sucesso nisso.<br>3. Assim, a graça pode ser definida: o que confere à vontade seja a força para querer o bem, seja para realizá-lo. Ora, esta força dupla é a própria definição de liberdade.<br>4. Em que condições ela é adquirida por nós?</p><p><mark>22.01.224. seguir do parágrafo 10.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 15:40:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>11 VB) §11 </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810672848</link>
         <description><![CDATA[<p>Alguns, como Pelágio, estimam que o livre-arbítrio é a condição mesma da graça. Ao se esforçar, lutando e buscando Deus, a vontade do homem adquire méritos; a graça é apenas o dom de<strong> </strong>Deus que os coroa. Mas tal concepção é contraditória com a noção de graça: por sua definição e também por seu nome ela é um dom gracioso, gratuito. Uma graça que fosse merecida seria uma dívida e não uma graça verdadeira. De fato, basta observar o que se passa para constatar que ao conceder a graça, Deus não restitui o bem pelo o bem, mas o bem pelo mal. São Paulo, convertido pela luz divina depois de ter perseguido a Igreja, e Agostinho, que a graça de Deus vai buscar no mais profundo de seus desregramentos&nbsp; e&nbsp; de&nbsp; sua&nbsp; miséria,&nbsp; estão&nbsp; aqui&nbsp; para&nbsp; testemunhá-lo. A graça de Deus não nos é dada segundo nossos méritos, já que não apenas não vemos boas ações às quais possa ser atribuída, mas a vemos também a cada dia atribuída a ações manifestamente­ más. Ao contrário, a partir do momento em que a graça é dada, os méritos começam; se ela nos falta, nosso livre-arbítrio, sempre intacto, não faz senão ir de queda em queda. Tal tese deve ser admitida em seu sentido mais absoluto. <em>Bonum certamen certavi, (GPT - </em>Eu lutei uma boa luta) diz são Paulo. Para combater o bom combate, ele deve ter tido essa ideia: a graça inspirou-a nele. Para ser bem sucedido, ele deve ter tido a força: a graça conferiu-a para ele. Obtendo nova­mente sucesso, ele tornou a obter a vitória: é também a graça que a coroou. Então, se Deus o coroa para tal vitória, não são os méritos humanos que ele coroa, mas seus próprios dons: <em>si ergo Dei dona merita tua, non Deus coronat merita tua tanquam merita tua, sed tanquam dona sua" (GPT -  </em>Se, portanto, as dádivas de Deus são os teus merecimentos, Deus não coroa os teus merecimentos como sendo teus méritos, mas como sendo seus dons.)<em> </em><mark>Sob uma nova fórmula,</mark> a tese fundamental das <em>Confissões </em>reaparece: não podemos oferecer a Deus o que ele exige a não ser que ele o tenha previamente dado.</p><p>&nbsp;GPT - </p><p>1. Alguns, como <strong>Pelágio</strong>, estimam que o livre-arbítrio é a condição mesma da graça. 2. Ao se esforçar, lutando e buscando Deus, a vontade do homem adquire méritos; a graça é apenas o dom de Deus que os coroa.<br><em>3. <mark>Mas </mark>tal concepção é contraditória com a noção de graça: </em><mark>por sua definição e também por seu nome ela é um dom gracioso, gratuito.</mark><br>4. Uma graça que fosse merecida seria uma dívida e não uma graça verdadeira.<br>5. De fato, basta observar o que se passa para constatar que ao conceder a graça. Deus não restitui o bem pelo o bem, mas o bem pelo mal.<br>6. São Paulo, convertido pela luz divina depois de ter perseguido a Igreja, e Agostinho, que a graça de Deus vai buscar no mais profundo de seus desregramentos e de sua miséria, estão aqui para testemunhá-lo.<br>7. A graça de Deus não nos é dada segundo nossos méritos, já que não apenas não vemos boas ações às quais possa ser atribuída, mas a vemos também a cada dia atribuída a ações manifestamente más.<br>8. Ao contrário, a partir do momento em que a graça é dada, os méritos começam; se ela nos falta, nosso livre-arbítrio, sempre intacto, não faz senão ir de queda em queda.<br>9. Tal tese deve ser admitida em seu sentido mais absoluto.<br>10. Bonum certamen certavi, (GPT - Eu lutei uma boa luta) diz são Paulo.<br>11. Para combater o bom combate, ele deve ter tido essa ideia: a graça inspirou-a nele.<br>12. Para ser bem sucedido, ele deve ter tido a força: a graça conferiu-a para ele.<br>13. Obtendo nova­mente sucesso, ele tornou a obter a vitória: é também a graça que a coroou.<br>14. Então, se Deus o coroa para tal vitória, não são os méritos humanos que ele coroa, mas seus próprios dons: si ergo Dei dona merita tua, non Deus coronat merita tua tanquam merita tua, sed tanquam dona sua amp; quot; (GPT - Se, portanto, as dádivas de Deus são os teus merecimentos, Deus não coroa os teus merecimentos como sendo teus méritos, mas como sendo seus dons.)<br>15. Sob uma nova fórmula, a tese fundamental das Confissões reaparece: não podemos oferecer a Deus o que ele exige a não ser que ele o tenha previamente dado.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 15:43:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>12 VB ) §12 - livro P. 305 </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810674098</link>
         <description><![CDATA[<p>Sob essa estrita sujeição à graça, <mark>o que se torna a vontade humana?</mark> A resposta tem poucas palavras: ela (VB a vontade humana) conserva seu livre-arbítrio, <mark>ela alcança a liberdade</mark>.</p><p><strong>02 02 2024. Prosseguir daqui. </strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 15:44:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>13 VB) 13 </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810674989</link>
         <description><![CDATA[<p>Ela (VR A vontade humana) conserva a princípio seu livre-arbítrio, pois, mesmo ao admitir que a graça dá tudo ao livre-arbítrio, ainda é necessário que ele (Vb o livre arbítrio) esteja presente para receber. O que tendes que não tenhais recebido? - pergunta o <em>Salmo </em>(101, 28). Mas então, quem receberia, se nossa vontade e consequentemente também nosso livre-arbítrio não estivessem presentes para receber? Pois receber é acei­tar, é consentir, é agir; <strong>é também agir querendo, </strong>ou seja, como convém que uma vontade aja e ao seguir sua própria natureza. Mas uma vontade que age como vontade atesta, por isso, seu li­vre-arbítrio. A palavra célebre: <em>quid habes quod non accepisti? (GPT </em>"O que você tem que não recebeu?"<em> ), </em>bem longe de negar o livre-arbítrio, ao contrário, implica-o. Quan­do Deus dá à vontade o querer e a ajuda a fazer o que ele comanda, é, sem embargo, ela que quer e faz o que ele comanda: <em>adjuvat utfaciat cui juhet. (GPT </em>Ele deve ajudar a quem for necessário)<em>  </em>Deus vem em ajuda do homem que age, não para dispensá-lo de agir, mas para permiti-lo; assim, é necessário que, mesmo sob a pressão vitoriosa da graça, o livre-arbítrio esteja sempre presente.</p><p>GPT_ Numerar as orações do texto acima:</p><p>1. Ela, (VB a vontade)  conserva a princípio seu livre-arbítrio<br>2. Mesmo ao admitir que a graça dá tudo ao livre-arbítrio<br>3. Ainda é necessário que ele esteja presente para receber<br>4. O que tendes que não tenhais recebido? - pergunta o Salmo (101, 28)<br>5. Mas então, quem receberia, se nossa vontade e consequentemente também nosso livre-arbítrio não estivessem presentes para receber?<br>6. Pois receber é aceitar, é consentir, é agir<br>7. É também agir querendo, ou seja, como convém que uma vontade aja e ao seguir sua própria natureza<br>8. Mas uma vontade que age como vontade atesta, por isso, seu livre-arbítrio<br>9. A palavra célebre: quid habes quod non accepisti? (GPT "O que você tem que não recebeu?"), bem longe de negar o livre-arbítrio, ao contrário, implica-o<br>10. Quando Deus dá à vontade o querer e a ajuda a fazer o que ele comanda, é, sem embargo, ela que quer e faz o que ele comanda: adjuvat utfaciat cui juhet. (GPT Ele deve ajudar a quem for necessário)<br>11. Deus vem em ajuda do homem que age, não para dispensá-lo de agir, mas para permiti-lo<br>12. Assim, é necessário que, mesmo sob a pressão vitoriosa da graça, o livre-arbítrio esteja sempre presente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 15:45:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>14 VB) 14 </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810679484</link>
         <description><![CDATA[<p>Contudo, ele ( VB_ o livre-arbítrio) permanece livre, se for verdade que Deus prepara sempre a graça, que é necessária para que a vontade daqueles que Deus quer salvar dê seu consentimento a ele? Deve-se responder pela afirmativa, em nome da psicologia da vontade tal como a descrevemos previamente. Por essência ela (VB a graça) é amor ou, como diz também Agostinho, deleitação. Um tipo de peso interior a arrebata em direção a certos objetos mais do que a outros e esse movimento, que a leva para fins diferentes, é sua liberdade. Qualquer que seja o objeto com o qual ela se deleita, ela se deleita livremente; qualquer que seja a origem da atração que ela sente mais em direção a um fim que na direção de outro, essa atração não pode colocar sua liberdade em perigo, uma vez que se trata da escolha mesma pela qual a vontade se exprime. Então, qual é o efeito produzido pela graça sobre a liberdade? Ela substitui na liberdade deleitação do mal pela do bem. Ao contrário, a lei, irrealizável pela vontade do homem decaído, torna-se ao contrá­rio objeto de amor e de deleite para o homem em estado de graça. A caridade, no homem, em nada diferente nele do amor por Deus e por sua justiça, que é inspirada na alma pela graça e que, não obstante, faz com que o homem passe a encontrar espontaneamente sua alegria naquilo que ele até então repugnava. </p><p>GPT -1. Contudo, ele (VB o livre-arbítrio)  permanece livre, se for verdade que Deus prepara sempre a graça, que é necessária para que a vontade daqueles que Deus quer salvar dê seu consentimento a ele. (VB o livre-arbítrio). <br>2. Deve-se responder pela afirmativa, em nome da psicologia da vontade tal como a descrevemos previamente.<br>3. Por essência ela é amor ou, como diz também Agostinho, deleitação.<br>4. Um tipo de peso interior a arrebata em direção a certos objetos mais do que a outros e esse movimento, que a leva para fins diferentes, é sua liberdade.<br>5. Qualquer que seja o objeto com o qual ela se deleita, ela se deleita livremente.<br>6. Qualquer que seja a origem da atração que ela sente mais em direção a um fim que na direção de outro, essa atração não pode colocar sua liberdade em perigo, uma vez que se trata da escolha mesma pela qual a vontade se exprime.<br>7. Então, qual é o efeito produzido pela graça sobre a liberdade?<br>8. Ela substitui na liberdade deleitação do mal pela do bem.<br>9. Ao contrário, a lei, irrealizável pela vontade do homem decaído, torna-se ao contrário objeto de amor e de deleite para o homem em estado de graça.<br>10. A caridade, no homem, em nada diferente nele do amor por Deus e por sua justiça, que é inspirada na alma pela graça e que, não obstante, faz com que o homem passe a encontrar espontaneamente sua alegria naquilo que ele até então repugnava.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 15:49:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>15 VB) 15 Começar daqui o Estudinho de 05 02 2024 - Livro p. 306.</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810684049</link>
         <description><![CDATA[<p>Assim, portanto, nada impede que a graça se aplique ­ vitoriosamente à vontade sem com isso alterar a liberdade. Admite- se, sem dificuldade, que o homem age livremente quando conhece o dom divino da graça e se estabelece no pecado. Mas o que se passa nesse caso? Ele ouve o chamado da graça; ela lhe aparece como um bem em certa medida desejável, mas a concupiscência lhe traz mais deleite e, como a deleitação é tão-somente o movi­ mento mesmo da vontade para seu objeto, o homem em que a paixão domina prefere inevitavelmente o pecado à graça. Nesse sentido, é rigorosamente verdadeiro dizer que nós sempre faremos necessariamente o que nos deleitar mais: <em>quod enim amplius nos delectat, secundum id operemur necesse est.(GPT_ </em>De fato, é necessário agir de acordo com o que nos agrada mais).<em>  </em>Mas seria um erro crer que a deleitação prevalente abolisse o livre-arbítrio, de que ela é apenas a manifestação. A deleitação do pecado que me tenta não é algo que se acrescenta à minha vontade para <strong>arrebatá-la </strong>para baixo, é a espontaneidade mesma do meu pensamento no movimento que a arrebata ao mal; a deleitação do bem que a graça&nbsp; substitui&nbsp; pela&nbsp; primeira&nbsp; não&nbsp; é,&nbsp; pois,&nbsp; tampouco&nbsp; uma&nbsp; força que, de dentro, a violenta, mas o movimento espontâneo da vontade mudada e liberta, que então tende toda para Deus; o homem é verdadeiramente livre quando age de sorte que o objeto de sua deleitação seja precisamente a liberdade.</p><p>GPT - 1. Assim, portanto, nada impede que a graça se aplique ­ vitoriosamente à vontade sem com isso alterar a liberdade.<br>2. Admite-se, sem dificuldade, que o homem age livremente quando conhece o dom divino da graça e se estabelece no pecado.<br>3. Mas o que se passa nesse caso?<br>4. Ele ouve o chamado da graça; ela lhe aparece como um bem em certa medida desejável, mas a concupiscência lhe traz mais deleite e, como a deleitação é tão-somente o movimento mesmo da vontade para seu objeto, o homem em que a paixão domina prefere inevitavelmente o pecado à graça.<br>5. Nesse sentido, é rigorosamente verdadeiro dizer que nós sempre faremos necessariamente o que nos deleitar mais: quod enim amplius nos delectat, secundum id operemur necesse est. (<em>GPT_ </em>De fato, é necessário agir de acordo com o que nos agrada mais).<em> </em><br>6. Mas seria um erro crer que a deleitação prevalente abolisse o livre-arbítrio, de que ela é apenas a manifestação.<br>7. A deleitação do pecado que me tenta não é algo que se acrescenta à minha vontade para arrebatá-la para baixo, é a espontaneidade mesma do meu pensamento no movimento que a arrebata ao mal; a deleitação do bem que a graça substitui pela primeira não é, pois, tampouco uma força que, de dentro, a violenta, mas o movimento espontâneo da vontade mudada e liberta, que então tende toda para Deus.<br>8. O homem é verdadeiramente livre quando age de sorte que o objeto de sua deleitação seja precisamente a liberdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 15:53:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>16 VB) 16 GPT não enumerou... </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810689087</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar das repetidas asserções de Agostinho, geralmente hesita-se em reconhecer de que maneira precisa sua doutrina asse­ gura os direitos do livre-arbítrio. Alguns creem ser útil insistir no fato de a liberdade agostiniana não ser a pura volição, mas uma volição que sempre supõe um objeto conhecido e que, consequentemente, implica uma escolha. O fato não é duvidoso e vimos como Agostinho demonstra que jamais se quer o desconhecido, mas ele deixa a verdadeira questão intacta. A escolha livre certamente não se confunde com uma volição bruta no sistema de santo Agostinho, mas certamente se confunde com o livre-arbítrio,  que segue sua deleitação, boa ou má. É preciso compreender que, agindo sobre a vontade, a graça não somente diz res­ peito ao livre-arbítrio, mas também lhe confere a liberdade. Com efeito, a liberdade <em>(libertas) é </em>apenas o bom uso do livre-arbítrio <em>(liberum arbitrium). </em>Ora, se a vontade sempre permanece livre<strong>, </strong>no sentido de livre-arbítrio, ela não é, por consequência, sempre boa e não é sempre livre, no sentido de liberdade. Se ela quiser o bem e realizá-lo, qualquer que seja a origem de seu querer e de seu poder, nossa vontade estará de uma só vez em estado de liberdade e de livre-arbítrio; mas é fato que ela quer frequentemente o mal, ou que, querendo o bem, não possa realizá-lo. Assim, de onde vem, nesse livre-arbítrio, tal ausência de liberdade? Do pecado, que são Paulo nos ensina ser uma defecção original de nossa vontade. Portanto, quando nos perguntamos se o livre-arbítrio passa&nbsp; a&nbsp; ser&nbsp; capaz,&nbsp; por&nbsp; suas&nbsp; próprias&nbsp; forças,&nbsp; de&nbsp; amar&nbsp; Deus,&nbsp; nos perguntamos, portanto, se a vontade do homem basta para res­tabelecer a ordem criada pela onipotência divina. O que <mark>Pelágio</mark> ensina, sem perceber o alcance de sua própria doutrina, é que o homem pode fazer o que um poder divino foi requisitado <strong>para</strong> criar. O que não mais existe é a ordem da criação; para restabelecê-la é necessária uma nova criação. Ora, o “recriador” só pode ser um criador, ou seja. Deus. Pode-se sempre cair por si mesmo, mas não é possível sempre se reerguer; nunca se pode, quando a queda é infinita, a menos que Deus, ele mesmo, nos estenda a mão e nos reerga.®^ Isto é precisamente o que ele faz ao nos conferir a graça: ao restaurar em nós o amor de Deus, do qual nossa vontade primeira' era capaz, a graça lhe restitui sua dominação sobre o corpo e sobre as coisas materiais; longe de abolir a vontade, a graça refaz uma boa vontade, liberta-a; do livre-arbítrio, sempre intacto em sua essência, ela refaz uma liberdade.</p><p><strong>GPT - Pode enumerar as orações: Resposta: Num número de expressões diferentes é difícil determinar exatamente quantas orações estão contidas neste trecho. </strong>No entanto, podemos identificar algumas orações principais:<br>1. "Precisamente, se a liberdade se reduz à graça, é também à graça."<br>2. "A caridade é o amor por Deus."<br>3. "Ora, esse amor é precisamente o que o pecado destruiu em nós, e o que a graça restaura."<br>4. "Assim, não há de se espantar que os pelagianos nos atribuam o mérito da caridade, como eles nos atribuem o da graça."<br>5. "Mas em nenhuma outra parte o erro deles é mais profundo, precisamente porque, de todas as graças, a caridade é a mais elevada."<br>6. "Quem, sobrepujar esse ponto, portanto, sobrepuja toda a doutrina da graça."<br>7. "Ora, segundo são João, a caridade é tão eminentemente um dom de Deus que ela é o próprio Deus."<br>8. "Por conseguinte, como sustentar que nós não a tenhamos recebido?"<br>9. "Mas se, ao recebê-la, é Deus que recebemos, como se espantar que possamos possuir, aqui de baixo, os sinais de nossa beatitude futura?"<br>10. "Por essa graça."<br>Além das principais, existem outras orações subordinadas, mas a enumeração exata dependerá da análise e interpretação do texto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 15:58:34 UTC</pubDate>
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         <title>20 </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810693466</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 16:02:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>17 VB) 17 </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810695462</link>
         <description><![CDATA[<p>§17. Somente quando se vê a noção de liberdade no seu sentido propriamente agostiniano, pode-se dar o sentido exato a toda uma série de fórmulas aparentemente paradoxais, que provoca­ram a curiosidade e alimentaram controvérsias seculares, às vezes por falta de terem sido reportadas à significação precisa que santo<strong> </strong>Agostinho lhes atribuiria. Com efeito, dado que em tal doutri­na a liberdade se confunde com a eficácia de um livre-arbítrio orientado para o Bem, e que o ofício próprio da graça é conferir esta eficácia, não somente não pode haver oposição entre a liberdade e a graça, mas, ao contrário, é unicamente a graça que confere a liberdade ao homem. Quanto mais a vontade se assujeita à graça, portanto, mais é sã, e quanto mais sã, tanto mais livre.®® Se supomos, por consequência, um livre-arbítrio que estivesse submetido somente a Deus, isso seria para ele a liberdade suprema: <em>illo solo dominante, liherrimus,^^ </em>pois é no serviço a Cristo que consiste a verdadeira liberdade: <em>libertas Vera est Christo servire. (GPT - </em>A frase em latim "libertas Vera est Christo servire" pode ser traduzida para o português como "a verdadeira liberdade está em servir a Cristo".<em>  </em>Palavras que se unem a estas de são Paulo (Rm. 6,20-21): “Quando estiverdes sujeitados ao pecado, estareis libertos da justiça; hoje, libertos do pecado, vós vos tornastes os servidores de Deus”; o que Agostinho traduz numa fórmula ainda mais concisa: <em>Eris liber, si fueris servus: liber peccati, servus justitiae. (GPT </em>"Se você for livre, ó Eris: livre do pecado, servo da justiça.")</p><p><em>GPT - </em>1) Somente quando se vê a noção de liberdade no seu sentido propriamente agostiniano, pode-se dar o sentido exato a toda uma série de fórmulas aparentemente paradoxais, que provocaram a curiosidade e alimentaram controvérsias seculares, às vezes por falta de terem sido reportadas à significação precisa que santo Agostinho lhes atribuiria.<br>2) Com efeito, dado que em tal doutrina a liberdade se confunde com a eficácia de um livre-arbítrio orientado para o Bem, e que o ofício próprio da graça é conferir esta eficácia, não somente não pode haver oposição entre a liberdade e a graça, mas, ao contrário, é unicamente a graça que confere a liberdade ao homem.<br>3) Quanto mais a vontade se assujeita à graça, portanto, mais é sã, e quanto mais sã, tanto mais livre.<br>4) Se supomos, por consequência, um livre-arbítrio que estivesse submetido somente a Deus, isso seria para ele a liberdade suprema: illo solo dominante, liherrimus.<br>5) Pois é no serviço a Cristo que consiste a verdadeira liberdade: libertas Vera est Christo servire.<br>6) Palavras que se unem a estas de são Paulo (Rm. 6,20-21): “Quando estiverdes sujeitados ao pecado, estareis libertos da justiça; hoje, libertos do pecado, vós vos tornastes os servidores de Deus”; o que Agostinho traduz numa fórmula ainda mais concisa: Eris liber, si fueris servus: liber peccati, servus justitiae.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 16:04:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>18VB) 18 </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2810696470</link>
         <description><![CDATA[<p>§18. Através dessa identificação da liberdade com a graça, Agostinho não reconciliava simplesmente o livre-arbítrio com a vida sobrenatural, ele também resolvia a dificuldade com a qual concluiríamos nosso estudo sobre a caridade cristã: como chegar à beatitude, que é Deus, se apenas se chega a ela através caridade, que igualmente é Deus?</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 16:05:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>19 VB) 19</title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<p>§ 19. Precisamente, se a liberdade se reduz à graça, é também à graça&nbsp; que&nbsp; nos&nbsp; reconduz&nbsp; à&nbsp; caridade:&nbsp; <em>lex&nbsp; itaque&nbsp; libertatis,&nbsp; </em><strong><em>lex </em></strong><em>charitatis. </em>A caridade é o amor por Deus. Ora, esse amor é precisamente o que o pecado destruiu em nós, e o que a graça restaura. Assim, não há de se espantar que os pelagianos nos atribuam o mérito da caridade, como eles nos atribuem o da graça; mas em nenhuma outra parte o erro deles é mais profundo, precisamente porque, de todas as graças, a caridade é a mais elevada. Quem, sobrepujar esse ponto, portanto, sobrepuja toda a doutrina da graça.^"* Ora, segundo são João, a caridade é tão eminentemente um dom de Deus que ela é o próprio Deus. Por conseguinte, como sustentar que nós não a tenhamos recebido? Mas se, ao recebê-la, é Deus que recebemos, como se espantar que possamos possuir, aqui de baixo, os sinais de nossa beatitude futura? Por essa graça. Deus está em nós como está no céu; através dela ele nos dá um amor que nos faz desejar amá-lo ainda mais, e nós só o amamos, enfim, porque ele nos amou primeiro: <em>nos </em>non <em>diligeremi4s </em>Deus, <em>nisi nos prior ipse diligeret.^ </em>Nesse ponto, ain­da mais do que alhures, é de dentro que Deus confere à alma o movimento e a vida: busquemos segundo qual lei e quais obras essa vida da alma vai se desenvolver. // FIM DO CAPÍTULO. </p><p><strong>&nbsp;GPT -</strong> 1. "Precisamente, se a liberdade se reduz à graça, é também à graça que nos conduz à caridade."<br>2. "A caridade é o amor por Deus."<br>3. "Ora, esse amor é precisamente o que o pecado destruiu em nós, e o que a graça restaura."<br>4. "Assim, não há de se espantar que os pelagianos nos atribuam o mérito da caridade, como eles nos atribuem o da graça."<br>5. "Mas em nenhuma outra parte o erro deles é mais profundo, precisamente porque, de todas as graças, a caridade é a mais elevada."<br>6. "Quem, sobrepujar esse ponto, portanto, sobrepuja toda a doutrina da graça."<br>7. "Ora, segundo são João, a caridade é tão eminentemente um dom de Deus que ela é o próprio Deus."<br>8. "Por conseguinte, como sustentar que nós não a tenhamos recebido?"<br>9. "Mas se, ao recebê-la, é Deus que recebemos, como se espantar que possamos possuir, aqui de baixo, os sinais de nossa beatitude futura?"<br>10. Nesse ponto, ain­da mais do que alhures, é de dentro que Deus confere à alma o movimento e a vida: busquemos segundo qual lei e quais obras essa vida da alma vai se desenvolve. (Conferir) </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 16:07:44 UTC</pubDate>
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         <title>3VB MEMÓRIA:                                                       Mapa mental dos três primeiros parágrafos.          </title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-02 17:02:43 UTC</pubDate>
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         <title>3 VB) Questão do parágrafo 3º. Mapa</title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<p>O poder de escolhermos o que podemos fazer é mais do que o livre-arbítrio, é a liberdade. <mark>É o problema da graça e da liberdade. Em que termos ele se coloca?</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-03 09:38:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-04 10:19:13 UTC</pubDate>
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         <title>9.1. VB) Contribuição de Jose Carlos: 19 01 2024 </title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os livros escritos por Santo Agostinho cronologicamente são:</p><p><br/></p><p>1. “De Ordine” (386–387)</p><p>2. <mark>“Sobre o Livre-Arbítrio” (388–395)</mark></p><p>3. “A Catequese dos Instruídos” (396)</p><p>4. “A Conversão de Agostinho” (início de 397)</p><p>5. <mark>“Confissões” (397–398)</mark></p><p>6. “A Doutrina Cristã” (397–398)</p><p>7. “A Trindade” (399–419)</p><p>8. “A Catequese dos Rudes” (403)</p><p>9. “Cidade de Deus” (413–426)</p><p>10. “Tratado sobre a Graça de Cristo e o Livre-Arbítrio” (426–427)</p><p>Essa é apenas uma seleção dos trabalhos mais conhecidos de Santo Agostinho e a ordem pode variar ligeiramente dependendo da fonte consultada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-19 21:06:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>13VB) 1. Mapa </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2855430762</link>
         <description><![CDATA[<p>O que a vontade humana conserva, apesar da graça lhe dar tudo? Conserva o livre -arbítrio.</p><p><br></p><p>E o livre arbítrio precisa estar presente para receber a graça? </p><p>Sim. É preciso que a vontade e consequentemente o livre arbítrio estejam presentes, pois receber  é aceitar, é agir, e agir querendo o que convém a vontade.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-20 12:32:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>13. VB)  2. Mapa  </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/fr195nx2ao0dwbo1/wish/2855436126</link>
         <description><![CDATA[<p>Relembrando o § 3. A conciliação da graça com o livre arbítrio (problema que não existe para Agostinho. Quando me exa­mino e escruto o conteúdo do meu pensamento, constato que existo, que sou, que penso e que vivo; isso é evidente. Minha vontade é dada para mim como um fato subtraído de toda discussão possível. <strong><mark>Ora, para santo</mark></strong><mark> </mark><strong><mark>Agostinho, querer é usar o livre-arbítrio, cuja definição sempre se confunde com a de vonta­de.</mark></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-20 12:45:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>13VB) 3. Mapa -Relembrando o §3. </title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[<p>13VB) 3. Mapa -Relembrando o §3. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-20 12:45:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Memória para 22 01 2024 </title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-22 19:30:19 UTC</pubDate>
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         <title>12.1 Memória para iniciar o § 12.</title>
         <author>vabraga</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-30 11:00:56 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto histórico e sociocultural da época de Santo Agostinho - Contribuição de Elias Feitosa, em 30 01 2024, a quem agradecemos carinhosamente. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Período Plurirreligioso do Império Romano (313-391 d.C.)</p><p>&nbsp;</p><p>Concessão da liberdade de culto com o Édito de Milão (313)</p><p>&nbsp;</p><p>Todas as religiões foram permitidas no Império e cessaram as perseguições aos cristãos.</p><p>&nbsp;</p><p>(*) Santo Agostinho (354-430 d.C.)</p><p>&nbsp;</p><p>Oficialização do Cristianismo 391 d.C. Édito de Tessalônica - Imperador Teodósio</p><p>&nbsp;</p><p>O Império tornou-se formalmente cristão, a conversão se tornou obrigatória e parte de um <strong>processo gradativo atingindo lentamente as diferentes camadas da sociedade romana.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-30 11:36:03 UTC</pubDate>
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