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      <title>O uso das Tics na Educação do mundo. by Tecnologias TFPS</title>
      <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht</link>
      <description>Pesquisa - Santos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-01 19:56:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-27 05:02:01 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Desafios da TICs na Educação dos países Ibero-americanos</title>
         <author>geoinatg</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/239463279</link>
         <description><![CDATA[<div>Percebemos que por mais que os professores tenham interesse, eles também apresentam muita dificuldade em lidar com as novas tecnologias. Os professores não sabem como incluir as tecnologias nas metodologias educacionais, algo muito parecido com a realidade brasileira.<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=8rJi49e3gQc">https://www.youtube.com/watch?v=8rJi49e3gQc</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=8rJi49e3gQc" />
         <pubDate>2018-03-08 00:57:26 UTC</pubDate>
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         <title>Utilização de vídeo game portátil como recurso educacional no Japão.</title>
         <author>kojiunimes</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/239578993</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No Japão desde 2008 usa-se vídeo game portátil como um recurso educacional para aprender o inglês; e conforme Chigusa Matsumoto de 12 anos, uma aluna entrevistada: "você pode estudar enquanto se diverte".<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;E segundo Yasuhiro Yamamoto, gerente de software; essa é uma das apostas para o futuro, pois pode-se atrair não somente os jovens, mas também os jogadores novatos e idosos, além de se utilizar esse recurso não somente para o ensino de idiomas, mas também para o ensino de raciocínio lógico e matemático, além de outras habilidades através de uma série de quebra-cabeças e&nbsp;<br>jogos desafiantes. Porém para Tsuneo Saneyoshi, um diretor de escola, tal iniciativa dividi opinião entre os professores que estão&nbsp; acostumados a afastar os jogos eletrônicos em salas de aulas.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;E é interessante que até mesmo no Japão, terra das inovações tecnológicas, encontra-se muita resistência em salas de aula, quando o assunto é a utilização de dispositivos eletrônicos portáteis.<br><br>Fonte:&nbsp; http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL614569-6174,00-ESCOLA+JAPONESA+USA+VIDEOGAME+PORTATIL+PARA+ENSINAR+INGLES.html</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 10:40:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O professor que viralizou com aula de computação sem computador e chamou atenção da Microsoft</title>
         <author>katiaabezerra</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/239625796</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>A notícia escolhida por mim, fala sobre um professor, de Gana, que ensina computação para seus alunos sem o computador. A história é bem interessante, pois mostrou a criatividade do professor e o interesse dele em ensinar seus alunos algo que será necessário para eles. Fonte:<a href="http://www.bbc.com/portuguese/salasocial-43240086">http://www.bbc.com/portuguese/salasocial-43240086</a>. Acesso em 08/03/2018&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-03-08 13:21:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>França vai banir celulares em salas de aula a partir de 2018</title>
         <author>elis_florentino</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/239922093</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir de 2018 a França proibirá o uso de celulares em sala de aula. Os estudantes deverão deixar os aparelhos dentro de armários ou em locais que serão cuidados por um profissional da escola.<br>Observamos nessa notícia que o governo francês acredita que o uso de BYOD não é saudável para as crianças e jovens.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/12/12/Por-que-a-Fran%C3%A7a-quer-banir-completamente-os-celulares-das-escolas" />
         <pubDate>2018-03-08 21:08:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Em inversão de papéis, alunos dão aulas de tecnologia para professores e idosos na Finlândia - </title>
         <author>joelma_d</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/240401252</link>
         <description><![CDATA[<div>No mês de novembro de 2017 foi divulgada a notícia sobre os projetos    das escolas públicas na Finlândia,  junto a comunidade de jovens demonstrando que a inversão de papéis entre alunos e professores alcança um resultado positivo em relação ao uso da tecnologia. O projeto ganhou visibilidade justamente pelo grau de satisfação dos alunos que se tornaram protagonistas no sentido de "ensinar" seus professores a usarem a tecnologia juntamente com seus professores de modo que  estes instrumentos de aprendizagem  ganhassem um papel crucial nas aulas e projetos educacionais.<br>Disponível em &lt; <a href="https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2017/11/27/em-inversao-de-papeis-alunos-dao-aulas-de-tecnologia-a-professores-na-finlandia.htm">https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2017/11/27/em-inversao-de-papeis-alunos-dao-aulas-de-tecnologia-a-professores-na-finlandia.htm</a>.&gt; Acesso em 09/03/2018.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2017/11/27/em-inversao-de-papeis-alunos-dao-aulas-de-tecnologia-a-professores-na-finlandia.htm" />
         <pubDate>2018-03-10 01:46:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alargar as possibilidades da educação graças às novas tecnologias</title>
         <author>analu_pacto</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/240445492</link>
         <description><![CDATA[<div><br>De que se trata?</div><div><br>Uma aprendizagem aberta e flexível consiste em explorar plenamente as possibilidades oferecidas pelas TIC para melhorar os sistemas de educação e formação e adaptá-los ao mundo digital de hoje.<br><br></div><div><br>As ferramentas de TIC e os sistemas e recursos educativos abertos permitem <strong>aumentar a eficácia da educação</strong>, favorecendo uma aprendizagem mais personalizada, uma melhor experiência de aprendizagem e uma utilização dos recursos mais adequada. Estas medidas também promovem a equidade ao aumentarem a disponibilidade dos conhecimentos.<br><br></div><div><br>O alargamento das possibilidades da educação pode, em última análise, oferecer a <strong>todos</strong>a possibilidade de aprender <strong>em qualquer momento, em qualquer local</strong>, com o apoio de <strong>qualquer pessoa</strong> e utilizando <strong>qualquer dispositivo</strong>.<br><br></div><div><br>Porquê uma política neste domínio?</div><div><br>A Europa e o resto do mundo são confrontados com uma <strong>procura crescente de educação</strong> e a meta fixada no âmbito da estratégia <a href="http://ec.europa.eu/europe2020/index_pt.htm">Europa 2020<br></a><br></div><div><br></div><div><br></div><div>&nbsp;de aumentar para <a href="http://ec.europa.eu/education/policy/higher-education/attainment_pt">40% a percentagem de diplomados do ensino superior</a> torna necessário um aumento da oferta. Estima-se que em 2030 o número de estudantes do ensino superior atinja os 414 milhões a nível mundial. Seria impossível responder a estas necessidades com sistemas de educação e formação rígidos.</div><div><br></div><div><br>A Europa está também confrontada com um <a href="http://ec.europa.eu/education/policy/strategic-framework/skills-development_pt">défice de competências</a>, e em tempos de crise económica as pessoas altamente qualificadas têm melhores hipóteses de encontrar emprego. Visto que, num futuro próximo, cerca de 90 % dos empregos exigirão competências digitais, é essencial que os sistemas de educação e formação permitam adquirir as competências necessárias.<br><br></div><div><br>Ao mesmo tempo, estão a surgir <a href="http://openeducationeuropa.eu/pt/initiative">novos prestadores<br></a><br></div><div><br></div><div><br></div><div>&nbsp;no setor da educação, que trazem soluções mas também colocam desafios aos estudantes e aos estabelecimentos de ensino. Através da iniciativa <a href="http://openeducationeuropa.eu/pt/initiative">Abrir a Educação</a></div><div><br></div><div>, é oferecida aos estabelecimentos de ensino a possibilidade de analisarem os seus modelos organizacionais a fim de determinar se são necessárias mudanças para converter os desafios em oportunidades.</div><div><br></div><div><br>Por último, há uma clara <strong>pressão sobre os custos </strong>dos sistemas de educação e formação. Alguns países da UE estão a reduzir o investimento público na educação, sendo, pois, necessárias soluções para uma utilização mais eficiente dos recursos, assim como medidas que permitam reduzir os custos para as famílias.<br><br></div><div><br>O que foi feito até agora</div><div><br>Em setembro de 2013, a Comissão Europeia lançou a iniciativa <strong>Abrir a Educação</strong>, tendo apresentado as ações que irá realizar, incluindo as orientações estratégicas para operações financiadas ao abrigo dos programas <a href="http://ec.europa.eu/programmes/erasmus-plus/">Erasmus+<br></a><br></div><div><br></div><div><br></div><div>&nbsp;e <a href="http://ec.europa.eu/programmes/horizon2020/">Horizonte 2020</a></div><div><br></div><div>.</div><div><br></div><div><br>Lançou igualmente o portal <a href="http://openeducationeuropa.eu/pt/initiative">OpenEducationEuropa.eu<br></a><br></div><div><br></div><div>, que ajuda os utilizadores (professores e estudantes) a encontrar recursos educativos abertos e dá a conhecer recursos de elevada qualidade produzidos na Europa.</div><div><br></div><div><br>Próximas etapas</div><div><br>A Comissão concederá <strong>financiamento</strong> a estabelecimentos que trabalhem neste domínio através dos programas Erasmus+ e Horizonte 2020. <a href="http://ec.europa.eu/programmes/erasmus-plus/">Os projetos financiados pelo Erasmus+<br></a><br></div><div><br></div><div><br></div><div>&nbsp;terão de cumprir um <strong>requisito de «livre acesso»</strong> aos materiais pedagógicos, o que significa que estes devem estar acessíveis livre e gratuitamente, mediante licenças abertas.</div><div><br></div><div><br>A Comissão está a preparar uma cimeira europeia sobre a educação através das TI, em colaboração com a futura presidência italiana do Conselho.<br><a href="http://ec.europa.eu/education/policy/strategic-framework/education-technology_pt">http://ec.europa.eu/education/policy/strategic-framework/education-technology_pt</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-10 13:07:28 UTC</pubDate>
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         <title>SINGAPURAMaiores investimentos em tecnologiaSingapura é um dos países com as melhores estatísticas em conclusão do período escolar na Ásia e também no mundo, graças a investimentos massivos em tecnologia na sala de aula para professores e alunos.No país, acredita-se que a tecnologia tem um papel essencial para melhorar as escolas e também as oportunidades de acesso à informação. Os investimentos em práticas escolares mais tecnológicas incluem internet de alta velocidade para todos e livros em plataformas digitais, fazendo com que os materiais didáticos sejam mais acessíveis, especialmente para os estudantes com menor poder aquisitivo.A importância da psicologia positivaNos últimos anos, o sistema de ensino de Singapura passou por uma reforma profunda. Uma das mudanças aplicadas foi o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, baseadas em recentes descobertas da psicologia positiva, que contribuem para a criação de um novo mindset e maior resiliência. Essas mudanças são fundamentais dentro da sala de aula e foram aplicadas para moldar a forma como as matérias são ensinadas, além de estimular a positividade na vida das crianças.</title>
         <author>eliana7</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/240489549</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/10/24/1144860/conheca-4-paises-melhores-sistemas-educacionais.html">http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/10/24/1144860/conheca-4-paises-melhores-sistemas-educacionais.html</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-10 19:57:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Três exemplos de como a Educação tem sido repensada no mundo - Na Playmaker School, nos Estados Unidos, os alunos aprendem por meio de jogos, simuladores, produção de mídia e criação de projetos.</title>
         <author>perlamatos</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/240495201</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A importância da utilização datecnologia computacional<br>na área educacional é indiscutível e necessária, seja no<br>sentido pedagógico, seja no sentido social. Não cabe<br>mais à escola preparar o aluno apenas nas habilidades<br>de lingüística e lógico-matemática, apresentar o<br>conhecimento dividido em partes, fazer do professor<br>o grande detentor de todo o conhecimento e valorizar<br>apenas a memorização. Hoje, com o novo conceito de<br>inteligência, em que podemos desenvolver as pessoas em<br>suas diversas habilidades, o computador aparece num<br>momento bastante oportuno, inclusive para facilitar o<br>desenvolvimento dessas habilidades – lógico-matemática,<br>lingüística, interpessoal, intrapessoal, espacial, musical,<br>corpo-cinestésica, naturista e pictórica (TAJRA, 2000).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://novaescola.org.br/conteudo/4665/tres-exemplos-de-como-a-educacao-tem-sido-repensada-no-mundo" />
         <pubDate>2018-03-10 21:09:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Comparação de um sistema de Ensino Tradicional x sistema de Ensino com o uso das TICs</title>
         <author>aazevedo972</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/240590054</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje não podemos falar de Educação sem o uso das TICs. Fazendo um comparativo das diferenças no sistema de ensino finlandês e português (este último semelhante ao sistema brasileiro), podemos considerar o seguinte:<br><strong>Portugal:</strong><br>* Crianças sentadas, ouvindo um professor.<br>* Professores como meros funcionários a cumprir um currículo (que não acreditam).<br>* Currículo fragmentado com conteúdos extensos e com muita lição de casa.<br>* Conteúdos dados para avaliações, a fim de cumprir metas estabelecidas pelo governo.<br>* Quantidade excessiva de alunos em sala.<br>* Pouco uso das TICs na educação (como no sistema brasileiro).<br><strong>Finlândia:<br>* </strong>Ensino totalmete público e gratuíto, sem lista de melhores escolas.<br>* Carga horária reduzida dentro no ambiente escolar, onde as crianças passam menor tempo na escola.<br>*Aulas ao ar livre.<br>*Aprendizagem é centrada na criança, com destaque no aprender a fazer.<br>* Uso constante de TICs, como celulares, smartphones, para registro de observação, efetuação de cálculos matemáticos, pesquisas de fontes diferentes, entre outros.<br>* Espaço escolar planejado de forma democrática entre arquitetos e professores.<br>Em comparação aos sistemas aqui apresentados, destacamos que o uso das TICs na educação amplifica e inova seu processo educativo, criando um ambiente favorável ao desenvolvimento de sua população em seus saberes e consequente diminuição das desigualdades sociais.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.facebook.com/rtp1.pt/videos/1244407412246913/" />
         <pubDate>2018-03-11 16:39:42 UTC</pubDate>
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         <title>URUGUAI DÁ UM COMPUTADOR POR ALUNO PARA COMBATER DESIGUALDADE                                   Iniciativa da organização OLPC (“One Laptop per Child”, ou Um Computador por Aluno, em português), que inspirou o Plano Ceibal. Criado por Nicholas Negroponte, físico do MIT, com o apoio de empresas de tecnologia, desenvolveu o XO, um laptop de US$ 100 robusto suficiente para aguentar a rotina do aluno.                                 No Uruguai, os XO são popularmente chamados de ceibalitas e podem ser levados para casa.            O Plano Ceibal, lançado em 2007, distribuiu um computador portátil para cada aluno e cada professor de todas as escolas públicas do país. O projeto, além de levar novas ferramentas de aprendizagem para os estudantes, contribuiu para a inclusão digital das famílias mais pobres. Simultaneamente, instalou internet e rede WI-FI em todas as escolas públicas.                                     DESTAQUES DA EXPERIÊNCIA                             Distribuição de computadores abriu espaço para colaboração entre alunos, professores e famílias.                   Índice de famílias de baixa renda com computador em casa cresceu de 5% para 76% de 2006 a 2013. Computadores e conectividade tornaram possível realização de aulas a distância, adoção de livros digitais e uso de plataforma adaptativa de matemática.      Avaliações nacionais passaram a ser feitas de forma digital, e os resultados são obtidos em tempo real.             Percebe-se com a pesquisa que as escolas públicas brasileiras ainda estão muito distantes do investimento e da adequação ao uso das TIC nas escolas. O Uruguai também tem um grande público com desigualdades sociais, mas investiu na educação e principalmente no investimento das tecnologias tanto para alunos como para professores. Acredito que também tenham muitos desafios para que o modelo implantado funcione, mas já é uma iniciativa. Quem sabe, o Brasil possa investir nas escolas públicas, tanto para professores como para alunos, em um modelo adequado para nossa realidade. Não custa sonhar, não é mesmo?                                                            Acesso em: 04 mar. 2018.</title>
         <author>belcapires</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/240599837</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=qGjFf4ONIbo" />
         <pubDate>2018-03-11 17:39:50 UTC</pubDate>
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         <title>Crescimento das tecnologias de informação e comunicação nas universidades africanas</title>
         <author>profmarisafreitas</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/240614949</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Em toda a África, o acesso às tecnologias de informação e comunicação (TIC) continua a melhorar conforme o custo da telecomunicação e dos dispositivos de acesso cai rapidamente. Corpos nacionais, regionais e continentais reconhecem o papel crítico que as TICs podem desempenhar no ensino superior do continente.</div><div>&nbsp;Estabelecida em 2008, a Parceria pelo Ensino Superior, Iniciativa de Tecnologia do Ensino tem como objetivo apoiar a integração de TIC nas universidades africanas. As iniciativas de ensino e aprendizado são apoiadas e integram o uso da tecnologia e a promoção da criação colaborativa do conhecimento e sua disseminação. A política também se concentra em iniciar e sustentar projetos eficazes de tecnologia educacional envolvendo a natureza e a qualidade da experiência e do resultado da experiência de aprendizado dos estudantes. As experiências de administração desse projeto proporcionam uma ilustração do desenvolvimento das TICs nas universidades africanas.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Aprimorando o ensino e o aprendizado</strong><br>No ensino superior africano, as TICs vêm sendo usadas para superar os desafios de ensino e aprendizado enfrentados nas salas de aula – incluindo as turmas grandes, a multiplicidade de idiomas falados, o desenvolvimento da alfabetização e a superação do abismo entre teoria e prática.<br>Além disso, as crescentes evidências do uso correto das TICs no ensino superior africano são promissoras, podendo, com sorte, estimular governos, parceiros internacionais e as próprias instituições a seguir investindo no uso das TICs no ensino superior.<br><br><a href="https://www.revistaensinosuperior.gr.unicamp.br/international-higher-education/crescimento-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-universidades-africanas">https://www.revistaensinosuperior.gr.unicamp.br/international-higher-education/crescimento-das-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao-nas-universidades-africanas</a><br>(texto adaptado)<br><br>Discussão válida e interessante.<br>Penso que incentivar a pesquisa e o uso de TICs no Ensino Superior é muito importante para o fomento à pesquisa. Mas deveríamos também questionar porque esses recursos não chegam aos bancos da Educação Básica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 19:14:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tecnologias, tendências e desafios no ensino superior até 2018Relatório ouviu 51 especialistas em educação, tecnologia e futuro, além de escritores e pensadores Acaba de sair do forno o Horizon Report 2013 voltado ao ensino superior. Já tradicional e esperado, o documento anual identifica seis tecnologias emergentes que deverão se tornar populares até 2018, seis tendências e seis desafios que as universidades devem ter no seu dia a dia para um período de até cinco anos. O grupo que ajudou a elaborar o relatório foi composto por 51 especialistas em educação, tecnologia e futuro, além de escritores e pensadores. Eles foram reunidos pelo New Media Consortium e pela Educase Learning Initiave, ambas organizações localizadas nos EUA e dedicadas ao estudo das tendências na educação. Confira, a seguir, as três listas.  TECNOLOGIAS Ao grupo de especialistas foi perguntado que tecnologias teriam maior importância para o ensino, a aprendizagem e o questionamento criativo nos próximos cinco anos, dividindo as análises em três espaços de tempo: até 1 ano, de 2 a 3, e até 5. A pergunta, respondida por meio de uma complexa metodologia que envolve análise de bibliografia e compilação de dados colaborativamente, tentava determinar muito mais do que uma moda, mas as ferramentas que passariam a ser usadas pelas principais instituições de ensino superior. Confira a lista: 1. Moocs (1 ano)Os Cursos Abertos Online Massivos (Moocs, na sigla em inglês) se tornaram muito populares a partir do ano passado, com o lançamento de iniciativas de peso, como edX, Coursera e Udacity. Algumas das características que justificam toda essa popularidade são a possibilidade de aprendizado continuado, de nível superior e gratuito. 2. Tablet computing (1 ano)Na medida em que os tablets têm se tornado tecnologias mais baratas, também fica mais claro que esses aparelhinhos têm características únicas, que podem ser aproveitadas no universo educacional. Como são portáteis, facilitam o acesso à internet e o compartilhamento de documentos em quase qualquer ambiente. Além disso, com a possibilidade de baixar uma variedade imensa de apps, cada tablet também facilita um aprendizado customizado. 3. Gaming e gamificação (2 a 3 anos)Gaming, ou simplesmente jogar, tem por objetivo promover o engajamento dos alunos, uma vez que desafia seus conhecimentos em uma determinada disciplina. Mais recentemente, surgiu a necessidade de se incluir também a gamificação nessa tendência. A gamificação é a integração dos elementos dos jogos, como níveis, badges e competição, ao currículo. Nas edições anteriores do Horizon Report, essa dimensão vinha sendo chamada de educação baseada em jogos, mas foi ampliada na medida em que, além de incluir as ferramentas necessárias para apoiar o aprendizado, essa tendência também está envolta a em uma cultura e em um design específicos. 4. Learning analytics (2 a 3 anos)Ferramenta usada para decifrar tendências e padrões a partir de big data disponível sobre o aprendizado dos alunos. Primeiro, o uso do analytics se restringia a alunos com dificuldades de aprendizado. Hoje ele já se mostra um recurso mais generalizado e extremamente útil para fazer escolhas pedagógicas a partir da necessidade dos alunos. As universidades têm usado o analytics para fazer com que o processo de orientação dos estudantes se torne muito mais preciso.5. Impressoras 3D (5 anos)As impressoras 3D oferecem uma forma muito mais barata e rápida de se prototipar projetos. No cenário educacional, essas ferramentas têm sido usadas em uma gama muito grande de pesquisas e laboratórios, especialmente de Stem (acrônimo que reúne áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática). A expectativa dos especialistas é que, em cinco anos, elas passem a ser amplamente usadas em outras áreas para criar modelos tridimensionais 6. Tecnologia para vestir (5 anos)Pela primeira vez no Horizon, a chamada “wearable technology” integra equipamentos eletrônicos a roupas e acessórios. Muitas dessas tecnologias já têm aparecido no mercado e já mostram potencial para serem usadas no ensino e no aprendizado. Realidade aumentada e telas finas que podem ser acopladas a superfícies são exemplos que devem se desenvolver. TENDÊNCIAS Para produzir o relatório, os especialistas são convidados a entender o contexto em que a educação está para tentarem prospectar temas que se tornarão tendências. Muitas das tendências descritas pelos especialistas têm estreita correlação com as tecnologias há pouco apresentadas. 1. Educação abertaConceitos como conteúdo, dados e recursos abertos, assim como noções de transparência e acesso fácil à informação estão se tornando um valor importante. Muito comumente confundida com educação gratuita, a educação aberta não só é grátis, mas replicável, remixável e sem barreiras ao acesso e à interação. 2. Cursos abertos e gratuitos  Com a popularização dos Moocs, os cursos online, abertos e gratuitos passam a se fortalecer como uma alternativa ao estudo tradicional. 3. Habilidades do mundo realO mercado de trabalho demanda dos recém-formados habilidades que são mais frequentemente adquiridas fora da escola, em situações de aprendizado informal. 4. Novas fontes de informaçãoExiste um crescente interesse em usar novas fontes de informação para personalizar e medir a experiência do aprendizado. Com os alunos se dedicando cada vez mais a atividades online, há cada vez mais pegadas digitais que podem ser rastreadas pelo analytics, ferramenta também em franco desenvolvimento. 5. Novo papel para o professorO crescimento e a valorização do aprendizado informal e o aumento na quantidade de recursos de educação têm feito com que as funções dos educadores sejam repensadas. Agora, eles devem se portar muito mais como mentores e conectores de todas as informações disponíveis do que detentores do conhecimento. 6. Novo paradigmaA educação caminha para se tornar cada vez mais online, híbrida e calcada em modelos colaborativos. DESAFIOS Tanto as tecnologias emergentes quanto as grandes tendências esperadas no campo da educação superior têm sua ocorrência atrelada a importantes desafios por que passam as universidades. 1. Capacitação de professoresDocentes ainda não estão sendo capacitados para agir na era digital. 2. Novas formas de avaliação de paresA métrica que costumava ser usada para avaliar trabalhos científicos não consegue avaliar com precisão trabalhos difundidos via internet. Novas formas de revisão de pares, tais como notas de leitores, inclusão e menção em blogs influentes, tagueamento e retuítes, começam a ser valorizadas. 3. Resistência internaMuito frequentemente é o próprio processo educacional que limita a adoção de novas tecnologias. 4. Tecnologias e práticas inadequadasTecnologias capazes de oferecer um aprendizado cada vez mais personalizado têm sido muito demandadas, mas elas estão apenas começando a ser adotadas. 5. Modelos tradicionais são questionadosA popularidade e o alcance dos Moocs está obrigando instituições tradicionais de ensino superior a repensarem o seu papel. 6. Pesquisadores não usam tecnologiasMuitos professores e pesquisadores ainda não usam as tecnologias digitais para aprender, ensinar ou mesmo organizar a sua pesquisa.A proposta da atividade é bem interessante. Mas, acredito, também, ser importante destacar uma reportagem do Jornal Estadão, sobre estudos realizados em 2013 apontando as tendências a serem introduzidas na educação (ainda que o foco estivesse no ensino superior). Cabe destacar a preocupação para a formação do professor como instrumento primordial para a implantação de sucesso de tais tendências.Disponível em : http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,tecnologias-tendencias-e-desafios-no-ensino-superior-ate-2018,1026859</title>
         <author>claudioprof2010</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/240636871</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 21:34:28 UTC</pubDate>
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         <title>Professor do Gana mostra que é possível ensinar informática sem um computador</title>
         <author>s_oliveira61</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/240660320</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando se fala da utilização das TICs na educação e da forma como o mundo se apresenta em quase todas as áreas, globalizado, conectado, é quase impossível pensar no ensino sem a utilização de ferramentas e equipamentos que sirvam para facilitar a aprendizagem e o conhecimento dos alunos.</div><div>No Brasil, boa parte dos estudantes tem acesso às TICs, seja através da utilização de computadores ou celulares. Mas o que pensar do ensino da informática, em sala de aula, sem utilizar qualquer equipamento informático?</div><div>Na era das TICs, um professor no Gana apresenta essa capacidade ao ensinar as crianças matéria de informática, sem utilizar um computador ou celular. Utiliza apenas um quadro negro e giz colorido para simular a tela de um computador garantindo assim que os seus alunos tenham uma ideia daquilo que irão ver quando tiverem a possibilidade de utilizar um computador. </div><div>Para este professor, a utilização das TICs na educação é feita, sobretudo, com muita imaginação e vontade de proporcionar aos seus alunos o conhecimento sobre as mesmas. </div><div> </div><div><a href="https://zap.aeiou.pt/professor-gana-informatica-sem-computador-193849">https://zap.aeiou.pt/professor-gana-informatica-sem-computador-193849</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 00:40:28 UTC</pubDate>
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         <title>Falta de uma tecnologia primária: uma ponte que leve à escola </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/240798670</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa reportagem não fala especificamente do uso das TICs na escola, porém achei bastante pertinente trazê-la por tratar-se de algo que deveria ser básico, mas falta em muitas partes do país e do mundo: acessibilidade à escola. Uma tecnologia que deveria ser algo normal, não existe. Isso faz com que os alunos necessitem atravessar o rio numa bóia para chegar até a escola.&nbsp; Triste realidade.&nbsp;<br><br>Priscilla Justus&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/video-mostra-criancas-atravessando-rio-em-boia-para-ir-a-escola-no-piaui.ghtml" />
         <pubDate>2018-03-12 12:05:34 UTC</pubDate>
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         <title>Acesso à tecnologia: o novo indicador de desigualdade</title>
         <author>isalimal04</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241100350</link>
         <description><![CDATA[<div>A reportagem do jornal espanhol El País fala um pouco mais sobre o óbvio: a forma como o acesso às tecnologias e também à internet  configuram um novo indicador das desigualdades sociais no mundo. Ao mesmo tempo que o acesso é um indicador, a falta dele atua como um agravante destas desigualdades já tão conhecidas pelo mundo. De acordo com a reportagem, "  O <a href="https://brasil.elpais.com/tag/internet/a">acesso à internet</a> pode marcar a diferença entre a exclusão social e a igualdade de oportunidades. Se não forem adotadas soluções, aumentará a disparidade existente entre os países mais desenvolvidos e as nações em desenvolvimento."<br>Os dados são assustadores. De acordo com a reportagem, 60% da população do Continente Africano, entre 15 e 24 anos, não tem acesso à internet. Na Europa esta porcentagem cai para 4%. Mais uma vez enxergamos a discrepância vivida no continente africano, usurpado por anos por estas mesmas sociedades mais "evoluídas" . O resultado desta exploração que se viu até hoje na forma de guerrilhas, fome e preconceitos de todo o tipo, agora assume mais uma característica: a da exclusão digital. Em tempos de "Pantera Negra", vale a pena pensar sobre o que mundo tem feito sobre isso e todo o restante.<br>Matéria disponível em </div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/05/tecnologia/1512475978_439857.html" />
         <pubDate>2018-03-12 19:57:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>SINGAPURA : Maiores investimentos em tecnologia</title>
         <author>cclaudiomar</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241162976</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Singapura é um dos países com as melhores estatísticas em conclusão do período escolar na Ásia e também no mundo, graças a investimentos massivos em tecnologia na sala de aula para professores e alunos.</div><div>No país, acredita-se que a tecnologia tem um papel essencial para melhorar as escolas e também as oportunidades de acesso à informação. Os investimentos em práticas escolares mais tecnológicas incluem internet de alta velocidade para todos e livros em plataformas digitais, fazendo com que os materiais didáticos sejam mais acessíveis, especialmente para os estudantes com menor poder aquisitivo. <br><br><a href="http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/10/24/1144860/conheca-4-paises-melhores-sistemas-educacionais.html">http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/10/24/1144860/conheca-4-paises-melhores-sistemas-educacionais.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 00:30:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Educação a Distância na África pelos Celulares</title>
         <author>tmarinathame</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241177024</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste artigo da blogueira Liliam Silva, é possível entender como atrelar as TICs à EaD.<br>Este "novo" conceito de educação idealizado para transpor as barreiras das distâncias geográficas e também financeiras pode ser um alento ao tão sofrido povo africano.<br>Silva, aborda aspectos financeiros e culturais que podem ser amenizados por esta "ferramenta moderna", o celular!<br><a href="http://www.educacao-a-distancia.com/a-educacao-a-distancia-na-africa-pelos-celulares/">http://www.educacao-a-distancia.com/a-educacao-a-distancia-na-africa-pelos-celulares/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 01:42:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vizinhos do Brasil na América do Sul, conseguem eficiência na distribuição e avaliação do impacto positivo do uso das TIC&#39;s na educação. </title>
         <author>profvitorcaetano</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241185945</link>
         <description><![CDATA[<div>A presente reportagem, " Chile e Uruguai investem em tecnologia em classe", publicada no site da "IG", demostra a importância do investimento atrelado a avaliação e verificação do desempenho. No Brasil, dependentemente da mudança de governos, temos a filosofia do "cada um deixa a sua marca". Ou seja, um novo político muda o que havia sido feito por exemplo na área da educação e lança a sua nova ideia, o que acaba por gerar modismos na educação, diminuindo a eficiência de programas educacionais e aumentando gastos desnecessários.  O relato Uruguaio mostra a necessidade do acesso de todos as tecnologias da informação, assim por um certo período o governo do pais literalmente tentou munir toda a população com computadores, para a partir da daí praticar o direito de todos para com o acesso as informações e saberes. No caso do Chile, um pouco mais avançado, está o direcionamento para avaliar e verificar o uso dos recursos nas escolas e nos meios familiares, afinal um investimento caro necessita de um controle para não haver um número alarmante de perdas  e sim mais lucros mediante a formação plena de indivíduos ativos em sociedade. Obviamente também existe a diferença entre o tamanho territorial e populacional do Brasil para com seus países vizinhos porém a diferença de riquezas também está na mesma proporção, onde um país da riqueza alimentícia como o Brasil não consegue nem ao menos acabar com a fome que o assola. <br> </div>]]></description>
         <enclosure url="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/chile-e-uruguai-investem-em-tecnologia-em-classe/n1237600374940.html" />
         <pubDate>2018-03-13 02:38:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tecnologias estão mais presentes nas salas de aula na América Latina                                      Investimentos, entretanto, ainda não impactam no aprendizado</title>
         <author>edmarsmoreira</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241560969</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta notícia aborda o fato de existir um amplo investimento nas tecnologias em alguns países da América Latina, porém ainda não é o significativo no processo de aprendizagem dos alunos. Um dos aspectos importantes apresentados é de que a formação dos docentes argentinos ainda é precária, enquanto que no Chile práticas simples e inovadoras são compartilhadas entre os professores e existe parceria com demais entidades de formação referente às TICs.&nbsp;<br><br></div><div>No Peru, apesar de o país investir cada vez mais nas tecnologias, também compartilha dos mesmos problemas dos argentinos: formação docente. A notícia ainda traz experiências do Brasil e Colômbia e destaca que todos esses países ainda enfrentam as mesmas dificuldades: formação docente e impacto significativo na aprendizagem dos alunos.<br><br>CONFIRA A NOTÍCIA NA ÍNTEGRA:</div><div><br>BUENOS AIRES - No lugar do lápis e do caderno, os tablets e os smartphones aparecem cada vez mais nas salas de aula de diferentes países da América Latina. Pesquisadores apontam que este fenômeno estaria em seu impulso definitivo e que até poderia ser chamada de uma revolução tecnológica. Porém, tamanho aumento tem demonstrado carências e deficiências que a região ainda enfrenta. Entre os mais variados lugares, há iniciativas promissoras e inovadoras, mas o impacto das tecnologias no processo de aprendizagem ainda é um desafio sem resultado concreto.</div><div><br></div><div><br></div><div>Segundo o relatório do Sistema Informativo de Tendências Educativas na América Latina (SITEAL) de 2014 , a região é uma das mais ativas em termos de integração das Tecnologias da Informação e Comunicação, as TICs, mas ainda não possuiu uma boa formação de professores para a aplicação dessas plataformas. Além disso, existem problemas básicos como a universalização das práticas educativas.</div><div><br>Se por um lado ainda há desafios, por outro, a criatividade e a inovação, tanto no setor público como no privado, tentam superar barreiras. No Chile, por exemplo, onde pelo menos 81% dos estabelecimentos de ensino possuem acesso a internet, o site “Rede de Professores Inovadores de Educar Chile” coloca a tecnologia a serviço do ensino. Lá, profissionais de todo o país trocam métodos e experiências. Um deles é o professor de língua Roberto Flores, que, usando o Facebook, realizou um o trabalho baseado numa peça de Eugene Ionesco. Os estudantes tinham que fazer um perfil para cada personagem da história na rede social e interagir com seus pares de acordo com o texto do autor. Esta plataforma recebeu mais de 200 mil visitas em um ano e permitiu o download do material para que outros professores também pudessem utilizá-lo.<br><br>Outra iniciativa chilena inovadora foi feita através da Fundação Telefônica, que lançou um curso de robótica nas escolas técnicas profissionais. Além de aprender conceitos básicos de programação e eletrônica, os alunos desenvolvem competências e habilidades sociais, tais como trabalho em equipe, raciocínio crítico, entre outros. No Colégio Técnico de Las Nieves, 40 crianças construíram protótipos de uma casa automatizada sob diferentes condições climáticas. Em 2015, o projeto será expandido para regiões agrárias.</div><div>Já no Peru, os quadros interativos, os computadores e os softwares educacionais são algumas das ferramentas cada vez mais usadas em escolas. No país andino, os métodos de ensino estão passando por uma metamorfose para se adaptarem às atuais mudanças tecnológicas. Para o consultor educacional Ivan Montes, apesar do avanço, os novos dispositivos por si só não melhoram a qualidade do ensino.</div><div>— A questão é que você deve treinar professores para as ferramentas que são dadas, mas isso também não é suficiente. Um professor que não tem o hábito de leitura, que não tem o espírito de conhecimento, que não prepara as aulas, não vai tirar qualquer proveito das novas tecnologias — disse Montes.</div><div><a href="https://oglobo.globo.com/anuncie/"><br></a>Além disso, grande parte das escolas públicas do país não possui sinal de internet sem fio, o que limita o uso de dispositivos.<br><br></div><div><strong>NO BRASIL, PROGRAMA LEVA TABLETS ÀS ESCOLAS<br></strong><br></div><div>No Brasil, o governo federal também possui uma iniciativa chamada de “Tablet educacional”, que faz parte do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo Integrado). Todas as escolas indicadas pelos estados receberão um projetor para cada quatro salas e dois tablets de 9,7 polegadas.</div><div>Embora as novas ferramentas tenham permitido um salto no número de matrículas de ensino a distância (EAD) no ensino superior, as TICs ainda são uma realidade irrisória nas escolas brasileiras. A pesquisa TIC Educacional 2013, realizada pelo Comitê Gestor de Internet no Brasil (CGI.br), mostra que, num universo de 1.987 professores entrevistados em 994 escolas públicas e privadas, 52% não cursaram nenhuma disciplina específica sobre uso de tecnologia no ensino superior.</div><div>Na Colômbia, o governo federal também atuou para unir tecnologia e educação. O projeto “Computadores para Educar” beneficiou oito milhões de crianças em seus 15 anos de existência. É um programa conjunto do Ministério da Tecnologia da Informação (MINTIC), o Ministério da Educação e empresas privadas, que visa a melhorar a conectividade das escolas públicas e fornecer computadores e tablets de qualidade.</div><div>Já na Argentina, vários projetos refletem o potencial dos avanços tecnológicos aplicados à educação. Uma das primeiras instituições que aderiu a essa nova realidade foi a escola Belgrano Day School, no bairro de Belgrano. Lá, o processo começou em 2003 com a formação de professores, implantação da conectividade e compra de equipamentos (pendrive, câmeras digitais, projetores). Isto tudo como forma de preparação para aplicar a aula virtual.</div><div>O projeto simula uma reunião entre professores e seus alunos, disponíveis 24 horas por dia, com armazenamentos de materiais, sugestões de leitura e de outros recursos.</div><div>— Junto com o e-mail da escola, a aula virtual foi o principal recurso que permitiu que as crianças não perdessem dias de aulas durante a epidemia da gripe H1N1 em 2009, que forçou o fechamento da escola. Eles trabalharam de suas casas — lembra o diretor acadêmico nível primário, Andrea Pelliccia.</div><div>Apesar de todo esse investimento e da presença crescente das tecnologias nas salas de aula, a maioria das avaliações realizadas na região até o momento não identifica ganhos de aprendizado nos alunos.<br><br></div><div>* <em>“La Nación" integra o Grupo de Diarios América (GDA), do qual O GLOBO faz parte</em></div><div><br><br>Disponível em: <a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/tecnologias-estao-mais-presentes-nas-salas-de-aula-na-america-latina-16047334">https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/tecnologias-estao-mais-presentes-nas-salas-de-aula-na-america-latina-16047334</a></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 18:22:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Uso das TICs na educação: formando o cidadão do século XXI</title>
         <author>eustaquio_carlos</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241584734</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste artigo, podemos compreender que os desafios da educação chilena são muito parecidos com os nossos aqui no Brasil.<br>Em primeiro lugar, os custos para implementação e depois a atualização dos profissionais da educação. Na opinião da articulista, este é um ponto fundamental para que o professor possa repassar ao aluno a importância das TICs no cenário mundial e prepará-los para o mercado de trabalho.<br><a href="http://www.elmostrador.cl/noticias/opinion/2014/01/17/uso-de-tic-en-la-educacion-formando-al-ciudadano-digital-del-siglo-xxi/">http://www.elmostrador.cl/noticias/opinion/2014/01/17/uso-de-tic-en-la-educacion-formando-al-ciudadano-digital-del-siglo-xxi/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 19:03:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241584734</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Portugal desinvestiu 200% no ensino das Tecnologias da Informação</title>
         <author>vivibenpati</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241658296</link>
         <description><![CDATA[<h1><br>Esse título é bem impactante quando pensamos na sociedade da informação. Nessa era da cibermodernidade e vivências cada vez mais pautadas no uso e aplicabilidade das TIC, ler sobre a falta de investimento na área educacional causa um estranhamento, ainda mais quando associamos a notícia a um país da europa.</h1><div>Em termos comparativos enquanto falamos da falta de investimento em aulas de TIC na educação básica, com o déficit de aulas, pouco temos para falar sobre a realidade da educação básica pública brasileira em aulas exclusivas para as TIC.<br>Mesmo assim o olhar para o uso das TIC está voltado para a preparação ao mercado de trabalho, atendendo ao futuro econômico e produtivo do país. E quando a pesquisa adentra no viés acadêmico é visto o quesito do chamado pela noticia de "pensamento computacional"  que pretende ir além da mera utilização.<br>É bem interessante esse olhar e o desejar do desenvolvimento desse pensamento que visa a capacidade cognitiva bem como profissional do aluno.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.jn.pt/nacional/educacao/interior/portugal-desinvestiu-200-no-ensino-das-tecnologias-da-informacao-5089533.html" />
         <pubDate>2018-03-13 23:03:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241658296</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tecnologias estão mais presentes nas salas de aula na América Latina		Vive-se a era da sociedade tecnológica, propiciada pelo avanço científico. A sociedade tecnológica traz recursos e desafios; ambos convocam a escola a, novamente, refletir sobre conhecimento e valores. Um dos sentidos desta reflexão se faz sobre porquê e para quê se produz e se ensina conhecimento e sobre suas implicações éticas. A tecnologia, resultado da produção científica do conhecimento, traz contribuições ao homem, na mesma medida em que lhe traz compromissos. Em meio a estes compromissos contemplam-se a finalidade do uso e o princípio da democratização, do acesso ao conhecimento das linguagens e recursos tecnológicos. É necessário que o uso da tecnologia se faça para o benefício humano, social; é necessário garantir a democratização do acesso, para que não se instale mais uma forma, mais um tipo de seletividade, elitização e privilégio social.	Além desses desafios, os países latino-americanos, ainda enfrentam outras dificuldades nesta sociedade tecnológica, a partir da rapidez com que se dá a evolução do conhecimento. Para quem ensina e aprende, para quem supervisiona o processo didático, acompanhar esta evolução significa manter uma atitude constante de estudo, reafirmando-se, portanto, a relação entre ação supervisora, ensino-aprendizagem, estudo, pesquisa.	Percebe-se, nesta magnitude exploratória de aprendizagem e conhecimento que, cada vez mais, o mundo como um todo, carece de investimento, abordagens e, principalmente, o reconhecimento de que apenas o investimento monetário e tecnológico não são suficientes; existindo em todo momento a necessidade no investimento no “humano”. É preciso conhecer para saber interagir, correlacionar, criar e recriar frente as tecnologias e tudo que elas têm para nos oferecer de forma concreta e significativa em todos os contextoLeia mais: https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/tecnologias-estao-mais-presentes-nas-salas-de-aula-na-america-latina-16047334#ixzz58viZhaoH</title>
         <author>cris_santosdantas</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241665696</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-13 23:45:48 UTC</pubDate>
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         <title>A importância das TICs no ensino à distância. Esta é uma amostra prática da utilização das TICs como não apenas importante, mas essencial para a construção da aprendizagem. Nossa própria formação aqui presente e o acesso à plataforma são exemplos concretos de como a escola nos pode chegar não apenas fisicamente. Ana Carolina </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241687031</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.educacao-a-distancia.com/tecnologias-da-informacao-e-comunicacao-tics-na-educacao-a-distancia/">http://www.educacao-a-distancia.com/tecnologias-da-informacao-e-comunicacao-tics-na-educacao-a-distancia/http://www.educacao-a-distancia.com/tecnologias-da-informacao-e-comunicacao-tics-na-educacao-a-distancia/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 01:44:53 UTC</pubDate>
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         <title>AS TECNOLOGIAS MÓVEIS NO ENSINO DA MATEMÁTICAEsta dissertação de Mestrado apresentada no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, em 2015, da aluna Talita Cristina Moretto , Orientada pela Professora Doutora Neuza Sofia Guerreiro Pedro, aborda o avanço rápido das tecnologias da informação e da comunicação a partir do século XXI e o desafio encontrado pela educação que é adaptar-se ao perfil dos jovens atuais, nativos digitais.A autora alerta que as TICs demoraram muito para serem inseridas no currículo de integração  e ela sugere e pretende contribuir para o aprendizado da Matemática, fazendo uso do celular em sala de aula. Concordo com a autora em fazer uso do celular em sala de aula, para facilitar e promover o aprendizado. Bem sabemos que no Brasil, geralmente os professores não aceitam que os estudantes usem os celulares durante as aulas. Será que não estão remando contra a maré?Usado com planejamento e objetivo do que se quer alcançar, o celular poderá vir a ser um aliado do professor e não um inimigo.Fonte: http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/23658/1/ulfpie051049_tm.pdfAcesso 13.03.2018 15:33</title>
         <author>profasandramolla</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241693478</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 02:26:30 UTC</pubDate>
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         <title>Mobile Learning na Espanha</title>
         <author>carlosfboliveira</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/241694868</link>
         <description><![CDATA[<div>De forma geral, o estudo procurou saber qual o estado do <em>Mobile Learning </em>ou aprendizagem móvel na Espanha. A pesquisa aponta que há um crescente na utilização dos dispositivos móveis, porém ainda é algo incipiente. A utilização do <em>Mobile Learning </em>parece acompanhar o desenvolvimento dos próprios dispositivos móveis, com incrementos possíveis de serem utilizados na Educação, com destaque para aplicativos de QRcode e de realidade aumentada. Por fim, os autores destacam a importância de formar professores com papel fundamental de integrar essa tecnologia nos processos educacionais, fomentar a criação de conteúdos educacionais pensando nos dispositivos móveis, difundir exemplos de práticas utilizando o <em>Mobile Learning,</em> incentivar a utilização dessas tecnologias e aceita-las nos contextos de formação.     <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 02:36:00 UTC</pubDate>
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         <title>Reinventando a Educação: TICs ao alcance de quem mais precisa - Escola flutuante à base de energia solar traz inovações para educação de  crianças em Bagladesh.</title>
         <author>ig_beth</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/243009816</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Uma instituição sem fins lucrativos - Shidhulai Swanirvar Sangstha - surgiu com uma ideia inovadora para favorecer a educação das crianças de Bangladesh. É muito comum algumas  localidades ficarem submersas pelas águas das inundações e consequentemente, as crianças serem prejudicadas por não poderem frequentar as escolas, por este motivo,  a <a href="http://www.shidhulai.org/">http://www.shidhulai.org/</a> criou escolas flutuantes, que viajam para diferentes comunidades pegando as crianças, todas as manhãs, ao longo do caminho. Cada embarcação comporta até 30 crianças que são favorecida pelo uso das TICs em seu aprendizado. As escolas flutuantes  contém laptops, diversos livros e variados recursos eletrônicos alimentados por energia solar obtida pelas placas presentes nas embarcações.<br><br>Source: <a href="https://edition.cnn.com/2017/09/18/health/gallery/schools-learning-new-ways/index.html">https://edition.cnn.com/2017/09/18/health/gallery/schools-learning-new-ways/index.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-16 21:06:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O uso de TIC na educação do Brasil</title>
         <author>celso_aguaviva</author>
         <link>https://padlet.com/tfps2018/fq736mlmolht/wish/247686792</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil precisa melhorar a competência dos professores em utilizar as tecnologias de comunicação e informação na educação. A forma como o sistema educacional incorpora as TIC afeta diretamente a diminuição da exclusão digital existente no país.<br><br></div><div>Vários pontos devem ser levados em conta quando se procura responder a questões como: Como as TIC podem ser utilizadas para acelerar o desenvolvimento em direção à meta de "educação para todos e ao longo da vida"? Como elas podem propiciar melhor equilíbrio entre ampla cobertura e excelência na educação? Como ela podem contribuir para reconciliar universalidade e especificidade local do conhecimento? Como pode a educação preparar os indivíduos e a sociedade de forma a que eles dominem as tecnologias que permeiam crescentemente todos os setores da vida e possam tirar proveito delas?<br><br></div><ul><li>Primeiro, as TICs são apenas uma parte de um contínuo desenvolvimento de tecnologias, a começar pelo giz e os livros, todos podendo apoiar e enriquecer a aprendizagem.</li><li>Segundo, as TIC, como qualquer ferramenta, devem ser usadas e adaptadas para servir a fins educacionais.</li><li>Terceiro, várias questões éticas e legais, como as vinculadas à propriedade do conhecimento, ao crescente tratamento da educação como uma mercadoria, à globalização da educação face à diversidade cultural, interferem no amplo uso das TIC na educação.</li></ul><div>Na busca de soluções a essas questões, a UNESCO coopera com o governo brasileiro na promoção de ações de disseminação de TIC nas escolas com o objetivo de melhorar a qualidade do processo ensino-aprendizagem, entendendo que o letramento digital é uma decorrência natural da utilização frequente dessas tecnologias. O <a href="http://www.mec.gov.br/">Ministério da Educação</a> tem a meta de universalizar os laboratórios de informática em todas as escolas públicas até 2010, incluindo as rurais. A UNESCO também coopera com o Programa <a href="http://portal.mec.gov.br/tvescola/">TV Escola</a>, para explorar a convergência das mídias digitais na ampliação da interatividade dos conteúdos televisivos utilizados no ensino presencial e a distância.<br><br></div><div>A UNESCO no Brasil conta com a permanente parceria das Cátedras UNESCO em Educação a Distância em várias universidades brasileiras, que utilizam as TIC para promover a democratização do acesso ao conhecimento no país.<br><a href="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/communication-and-information/access-to-knowledge/ict-in-education/">http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/communication-and-information/access-to-knowledge/ict-in-education/</a><br><br>O esforço da UNESCO de facilitação de acesso e construção de políticas publicas em aplicação das TIC's, não basta se o educador não se apropriar da tecnologia e vivencia-la, pois do contrario se tornará mais um evento de desenvolvimento da educação em que não passa de uma ação politica, mas uma realidade prática e significativa na exercício profissional do professor como ocorrerá em outras circunstâncias históricas da educação brasileira. As TIC's estão presente na vida da sociedade civil, essa participação cada vez mais é exigida ao educador, não como usufrutuário, mas como protagonista da educação para a uso da tecnologia,  de forma a incluir e fortalecer a cidadania.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-01 18:12:28 UTC</pubDate>
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