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      <title>Nordeste by Jhanniffer S</title>
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      <description>Trilhas do Português</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-23 22:19:51 UTC</pubDate>
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         <title>Gastronomia</title>
         <author>gabihsoares231</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A gastronomia Nordestina possui uma das culinárias mais ricas em sabores, aromas e cores. Reflexo da culinária brasileira, sendo o maravilhoso resultado da fusão aculturada de hábitos alimentares do português colonizador, do indígena espoliado e do escravo africano, através de pratos gostosos que falam das raízes e que simbolizam a região, sofrendo constantes modificações de cunho local, econômico, político e cultural.&nbsp;<br>Os pratos típicos caracterizam-se pela presença marcante de temperos fortes e apimentados. Sendo alguns deles :&nbsp;<br><br></div><div>*<strong>Vatapá<br></strong><br>O vatapá é de origem <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Africana">africana</a>, e chegou ao Brasil por intermédio dos africanos iorubás com o nome de ehba-tápa.</div><div>É um prato típico das cozinhas nordestina e nortista e é marca da influência da população negra nessas regiões. É muito divulgado pela <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bahia">Bahia</a> onde em seu feitio acrescentam o azeite de dendê, e serve como um acompanhamento do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Acaraj%C3%A9">acarajé</a>. É igualmente popular no <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Amazonas">Amazonas</a>, no <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Amap%C3%A1">Amapá</a>, no <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Par%C3%A1">Pará</a>, no <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maranh%C3%A3o">Maranhão</a> e em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Rond%C3%B4nia">Rondônia</a>, onde a receita sofre variações como a ausência de amendoim (ingrediente original das Américas) e outros ingredientes comuns na versão tradicional. O vatapá é influência da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria_africana">culinária africana</a> trazida pelos africanos escravizados nos <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Navio_negreiro">navios&nbsp; </a>negreiros, a partir do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVI">século XVI</a>. Com os ingredientes encontrados nesta nova terra e a necessidade de suplementar sua dieta alimentar, desenvolveram outros pratos, que passaram a ser típicos da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria_brasileira">culinária </a>brasileira.<br><br>*Tapioca<br><br><strong>Tapioca</strong> ou <strong>goma</strong> é a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9cula">fécula</a> extraída da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mandioca">mandioca</a>, usualmente preparada em forma granulada. Trata-se do ingrediente principal de algumas iguarias típicas do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Brasil">Brasil</a>, como o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Beiju">beiju</a>, quitute <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndios_do_Brasil">indígena</a> descoberto pelos portugueses em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pernambuco">Pernambuco</a> no <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVI">século </a>XVI. É muito comum o uso do termo tapioca para referir-se ao beiju.<br><br>*Bolo de rolo&nbsp;</div><div><br>Doce típico de Pernambuco, sua origem está na adaptação do bolo português “colchão de noiva”. Ao chegarem ao Brasil, os portugueses passaram a trocar o recheio de amêndoas pela goiaba, fruta abundante na Zona da Mata, pelo fato de o bolo ficar parecido com um rolo, deu-se origem ao seu nome. Pela Lei 13.436 de 2008, a sobremesa foi reconhecida como patrimônio imaterial de Pernambuco.<br>&nbsp; <br>*Buchada <br><strong>Buchada de bode</strong>, ou simplesmente <strong>buchada</strong>, é um prato típico da região <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nordeste_do_Brasil">Nordeste do Brasil</a>. A iguaria tem origem no <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Maranho">Maranhão</a>, da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria_portuguesa">culinária portuguesa</a> tradicional. A buchada remete também ao prato crux mechi da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria_libanesa">gastronomia libanesa</a>.<br><br></div><div><br><br></div><div><strong><br><br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 15:00:42 UTC</pubDate>
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         <title>Variação linguística</title>
         <author>gabihsoares231</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Quando falamos em gírias do Nordeste, temos que saber que apesar de algumas delas serem conhecidas por todo a região, a maioria dos estados tem suas gírias próprias.</div><div>O dialeto nordestino, também chamado simplesmente de “sotaque nordestino”, é a variante da língua portuguesa mais usada nos estados do Nordeste brasileiro, sendo o dialeto com maior número de falantes dessa região, com mais de 53 milhões de habitantes, sofrendo variações.</div><div>É fácil tomar como primeira impressão está a velocidade com que os nordestinos costumam conversar. Para isso, é só prestar atenção e entender que algumas palavras podem ter sofrido uma contração. O famoso “oxênte” pode ser tomado como exemplo. Pode se dizer que a expressão deve ser originária de um “olha, gente!” e vem sendo contraído até hoje. A expressão dita como “oxênte” pelos mais velhos, foi reduzida pelos mais jovens e passada a, simplesmente, um “ôxi” e, provavelmente, muito em breve, será apenas um “xi”. Provando sempre que a língua do povo é viva e multável.</div><div><br>Exemplos:</div><div><br>Alma sebosa=É como os pernambucanos chamam alguém ruim, assaltante, aquele que só faz coisas ruins para os outros.</div><div><br>Baratinado=Pessoa sem rumo, doida, que não liga para nada.</div><div><br>Caça Rato=Pessoa que se envolve com quem não presta.</div><div><br>Dispense=É o modo como os pernambucanos mandam os outros pararem.</div><div><br>Mancoso=Uma pessoa que vacila muito, que dá muita mancada na vida.</div><div><br>Morgado=Desanimado, fraco, sem gente (esvaziado).<br><br></div><div>Pala=O mesmo que mentira. Uma pessoa que mente muito, é chamada de palosa ou cheia de “pabulagem”.</div><div><br>Tabacudo=Pessoa besta, que não é muito esperta.<br><br></div><div>Apombaiado=Uma pessoa distraída, que nunca entende nada.<br><br></div><div>Avechada=Uma pessoa avechada está apressada.</div><div><br>Ficar com a gota=É o mesmo que ficar com raiva, nervoso.<br><br></div><div>Mangar=É o mesmo que zoar com alguém – por sinal, essa gíria é usada em quase todos os estados do Nordeste.<br><br></div><div>Peba=Coisa mal feita, desorganizada, ruim ou mixuruca. Essa gíria também é muito usada no Ceará.<br><br></div><div>Só quer ser as pregas=Os paraibanos usam essa gíria para falar de alguém que é metido, que se acha.<br><br></div><div>Arenga=É o mesmo que briga, confusão. Quem briga muito, é arengueiro.<br><br></div><div>Buliçoso=Pessoa enxerida, que quer mexer em tudo que vê.</div><div><br>Catimbó=O mesmo que macumba.<br><br></div><div>Jerimum=O mesmo que abóbora</div><div><br>Môca=Pessoa que parece surda, que nunca escuta o que os outros falam.</div><div><br>Ariado=É o mesmo que dizer que alguém é perdido.<br><br></div><div>Arriégua=É como se fosse o “uai” do mineiro ou o “oxe” dos pernambucanos. A palavra não tem bem um significado próprio, mas pode ser empregada em qualquer lugar.</div><div><br>Baixa da égua=Lugar distante. Geralmente, a expressão é usada quando alguém está nervoso e quer mandar o interlocutor para bem longe.<br><br></div><div>Botar boneco=Perturbar, encher o saco dos outros.<br><br></div><div>Cambito=Diz-se de alguém que tem perna fina.<br><br></div><div>Diabeísso=É o modo que os cearenses dizem “que diabo é isso?”, demostrando estranhamento ou dúvida.</div><div><br>Batoré=É o mesmo que homem pequeno.<br><br></div><div>Caçar conversa=É o mesmo que arrumar briga, confusão.</div><div><br>Fazer moganga=Fazer bagunça, palhaçada. Também pode significar que alguém está com graça para cima dos outros.</div><div><br>Ficar bestando=Ficar à-tôa, sem fazer nada.<br><br></div><div>Fuleiragem=Ficar de molecagem.</div><div><br>Galalau=Diz-se de pessoa alta, grande!</div><div><br>Pêia=É o mesmo que porrada, soco, murro.</div><div><br>Por riba=É como os piauienses dizem “por cima”.<br><br></div><div>Rebolar\avoar no mato=É o mesmo que jogar fora<br><br></div><div>Armaria=É uma abreviação para Ave Maria. É usado para expressar espanto, surpresa ou quando há algo muito exagerado. Depende da intonação.<br><br></div><div>Égua=Essa expressão não tem um significado por si só, seve para dar mais destaque no sentimento, seja dúvida, empolgação, susto. Por isso a entonação é importante. Essa gíria também é muito conhecida e falada no Pará.</div><div><br>Esparroso|Espalhafatoso=Algo que chama muita atenção.</div><div><br>Kiu!=Geralmente é usado para zombar de alguém.</div><div><br>Nigrinha=É o mesmo que fofoqueira, que só fala da vida dos outros.</div><div><br>Parêa=É o mesmo que limites, então é dito que a pessoa não tem “parêa”, ou seja, não tem jeito.</div><div><br>Qualira=É o mesmo que chamar alguém de gay.<br><br></div><div>Aluado=Quem fica no mundo da lua ou faz muita besteira ou, ainda, quem fala sem pensar.</div><div><br>Barril=É como os baianos chamam algo muito bom. Porém, barril também pode ser usado para falar de algo muito feito.<br><br></div><div>Làele=Essa palavra é usada quando um baiano não entende alguma coisa, quando não tem resposta para algo, ou quer negar.<br><br></div><div>Migué=É o mesmo que vacilar, enrolar, tentar falar algo só para convencer alguém.<br><br></div><div>Ôxe=Pode ser usado para tudo, é como o “uai” dos mineiros. Dependendo da entonação, indica surpresa ou dúvida ou empolgação.</div><div><br>Tô na bruxa=É o mesmo que estar com raiva.</div><div><br>Acoitar=É o mesmo que esconder. Também pode ser usado para acolher ou abrigar.</div><div><br>Afolozar=Algo estragado, que não dá mais para usar, frouxo demais.<br><br></div><div>Aperreado=É o mesmo que estar aborrecido, chateado.</div><div><br>Ai Dento=Pode ser usada do mesmo modo que o “sai fora” ou “vai se danar”. É uma gíria para negação, usada em quase todos os estados do Nordeste.</div><div><br>Estribado=Gente rica, montada na grana.</div><div><br>Iapois=É o modo como os alagoanos dizem sim.</div><div><br>Pagar sapo=É o mesmo que passar vergonha.<br><br></div><div>Vou chegar=É como eles dizem tchau, é um modo de se despedir, é o mesmo que “vou sair”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 17:48:44 UTC</pubDate>
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         <title>Política geral do Nordeste </title>
         <author>kellysilvadossantos216</author>
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         <description><![CDATA[<div>A região Nordeste é composta pelos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Em seu território há uma grande diferenciação de características físicas, refletindo diretamente nas atividades econômicas e sociais da população. Devemos romper com o paradigma de que o Nordeste brasileiro é um lugar de seca, fome e miséria, e sim, saber analisar essa região tão rica em belezas naturais e diversidade cultural. Entender as sub-regiões do Nordeste é o primeiro passo.<br><br>A Região Nordeste é dividida em quatro sub-regiões: meio-norte, zona da mata, agreste e sertão.<br><br>O meio-norte corresponde à faixa de transição entre o sertão semiárido do Nordeste e a região Amazônica, inclui os estados do Maranhão e oeste do Piauí. A vegetação natural dessa área é a mata de cocais, carnaúbas e babaçus, em sua maioria. Apresenta índices pluviométricos maiores a oeste. As atividades econômicas de maior destaque são o extrativismo vegetal, praticado na mata de cocais remanescente, a pecuária extensiva e o cultivo do arroz e do algodão.<br><br>O sertão é uma extensa área de clima semiárido, que compreende o centro da região Nordeste, está presente em quase todos os estados da região. As chuvas são escassas e mal distribuídas. A vegetação típica é a caatinga. A bacia do rio São Francisco é a maior da região e a única fonte de água perene para as populações que habitam suas margens, é aproveitado para irrigação e também é fonte de energia através de hidrelétricas como a de Sobradinho (BA). As maiores concentrações humanas estão nos vales dos rios Cariri e São Francisco. A pecuária é a principal atividade econômica, ao lado do cultivo irrigado de frutas e flores.<br><br>O agreste é a área de transição entre a zona da mata, úmida e cheia de brejos, e o sertão semiárido. A principal atividade econômica nos trechos mais secos do agreste é a pecuária extensiva; nos trechos mais úmidos é a agricultura de subsistência e a pecuária leiteira.<br><br>Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)<br><br></div><div><br>A zona da mata compreende uma faixa litorânea de até 200 quilômetros de largura que se estende do Rio Grande do Norte ao sul da Bahia. É a sub-região mais urbanizada e populosa. O clima é tropical úmido e o solo é fértil em razão da regularidade de chuvas. A vegetação natural é a mata Atlântica, praticamente extinta e substituída por cana de açúcar. Além da cana, do cacau, do fumo e da lavoura de subsistência, destaca-se também a produção de sal marinho, principalmente no Rio Grande do Norte.<br><br>As características das sub-regiões nordestinas são de fundamental importância para a compreensão das relações sociais ali estabelecidas, outros aspectos de grande importância devem ser entendidos, para que uma análise da região seja feita sem preconceitos e distorções.<br>Como diz o cantor e compositor Belchior em trecho de sua canção “Conheço o meu lugar”, ao se referir do Nordeste:<br><br>Nordeste é uma ficção! Nordeste nunca houve!<br>Não! Eu não sou do lugar dos esquecidos!<br>Não sou da nação dos condenados!<br>Não sou do sertão dos ofendidos!<br>Você sabe bem:<br>Conheço o meu lugar!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 17:58:49 UTC</pubDate>
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         <title>Lendas do Nordeste </title>
         <author>kellysilvadossantos216</author>
         <link>https://padlet.com/jhanniffer9/fq5zqe6kslaw8w9f/wish/2311773117</link>
         <description><![CDATA[<div>1- <strong>Lenda do Quibungo<br><br></strong>Segundo essa lenda, que é muito contada na Bahia, o quibungo seria um monstro que persegue crianças rebeldes.<br><br></div><div>A aparência da criatura se assemelha a do bicho papão. Ele é peludo como um lobo, muito feio e malvado, e possui uma enorme boca cheia de dentes nas costas.<br><br></div><div>O bicho persegue as crianças que se recusam a dormir e que fazem malcriações. Quando capturadas, as crianças são devoradas e instantaneamente digeridas.<br><br>2-&nbsp;<strong>Lenda do Papa-figo<br><br></strong>Segundo conta a lenda, esse ser é um homem velho e maltrapilho que vive perambulando com um saco nas costas onde guarda os ossos das crianças que ele capturou.<br><br></div><div>Também conhecido como "homem do saco", essa figura teria a intenção de pegar crianças para comer seus fígados, por isso o nome "papa-figo".<br><br></div><div>Em algumas versões, ele teria a aparência de um homem idoso, em outras possui também grandes orelhas e dentes de vampiro.<br><br></div><div>A história é contada para as crianças com a finalidade de causar medo e de afastá-las de estranhos.<br><br>3-&nbsp;<strong>Lenda do Barba Ruiva<br></strong><br></div><div>Segundo os moradores contam, havia uma moça que engravidou do namorado e ficou muito triste. Envergonhada e em desespero, ela teve a criança, colocou-a em um tacho de cobre e pousou-a sobre um riachinho.<br><br></div><div>A Mãe-D'água, que vivia no riacho, ficou com raiva da situação e criou uma grande enchente, deixando as águas encantadas, de onde um choro de bebê era evocado. Era assim que nascia a lagoa Paranaguá.<br><br></div><div>Depois disso, conta-se que um homem começou a sair das águas. De manhã, ele surgia como um menino; à tarde como um jovem de barba ruiva; à noite, como um velho de barba branca.<br><br></div><div>Esse homem emerge da lagoa com a intenção de agarrar as moças que vão à beira do Paranaguá bater roupa. Conta-se que se ele for abençoado por uma dessas mulheres, o feitiço se desfaz.<br><br>4- <strong>Lenda da Cabra Cabriola<br><br></strong>Cabra Cabriola é uma lenda contada principalmente em Pernambuco e teve origem no fim do século XIX.<br><br></div><div>Segundo contam, essa personagem é metade cabra, metade monstro, possui dentes afiados e um cheiro fétido.<br><br></div><div>Ela vive procurando por crianças para se alimentar, mas também ataca pessoas que andam nas ruas sozinhas durante a noite.<br><br></div><div>O pior, é que o caprino também tem a habilidade de entrar nas casas a procura de meninos desobedientes.<br><br>5-&nbsp;<strong>Lenda da Cidade Encantada de Jeriquaquara<br><br></strong>Jeriquaquara, no Ceará, possui uma lenda sobre uma antiga cidade encantada que existia no local onde está hoje localizado um farol.<br><br></div><div>Era uma cidade incrível e próspera, onde vivia uma princesa que foi enfeitiçada e transformou-se em uma cobra. Com escamas douradas, ela manteve a cabeça e os pés de mulher, sendo uma figura abominável.<br><br></div><div>Ela deve ser desencantada com o sangue de algum humano, sacrificado para que volte a ser princesa e a cidade volte a existir.<br><br></div><div>Como nenhuma pessoa deu sua vida para que o feitiço seja quebrado, a princesa-cobra continua enclausurada.<br><br></div><div><strong><br></strong><br></div><div><br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 19:16:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Lugares Turísticos </title>
         <author>kellysilvadossantos216</author>
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         <description><![CDATA[<div>1- <strong>Lençóis Maranhenses<br><br></strong>Dezenas de quilômetros de dunas imaculadamente branquinhas, pontilhadas por lagoas de água doce que vão do verde ao azul mais profundo. O cenário natural dos Lençóis Maranhenses é mesmo digno de cinema.<br><br></div><div>A circulação pela região, cheia de trilhas de areia e rios, requer uso de jipes potentes ou de barcos. E escalar alguma das dunas pode exigir certo esforço físico. Mas tudo é recompensado pelas vistas estonteantes desse paraíso protegido pelo status de Parque Nacional. Dica: entre junho e setembro, as lagoas ficam completamente cheias e o cenário fica ainda mais deslumbrante.<br><br></div><div>As lagoas têm águas cristalinas e quentinhas e as areias das dunas, mesmo sob calor intenso, não são demasiadamente quentes. Na temporada de ventos, os adeptos do kitesurf levam um colorido a mais à paisagem dos Lençóis.<br><br>2- <strong>Serra da Capivara, Piauí<br><br></strong>Uma cidadezinha a 510km de Teresina é a base para visitar o mais antigo sítio arqueológico das Américas. É entrando pela simpática São Raimundo Nonato, no Piauí que chega-se ao Parque Nacional Serra da Capivara, criado em 1979.<br><br></div><div>Trata-se da maior concentração de pinturas rupestres do mundo, tombadas como Patrimônio Cultural da Humanidade. São quase 130 mil hectares e mais de mil sítios arqueológicos identificados e catalogados.<br><br></div><div>A reserva, aliás, é formada por um conjunto de quatro serras – Serra da Capivara, Serra Branca, Serra Talhada e Serra Vermelha, envolvendo ainda os municípios de Brejo do Piauí, Coronel José Dias e João Costa.<br><br></div><div>No parque está a maior coleção de arte pré-histórica ao ar livre do planeta, com passarelas e trilhas que revelam pinturas datadas de até 12 mil anos. Um dos passeios mais famosos é o Baixão da Pedra Furada, onde ficam o logotipo e o cartão-postal do parque, a Pedra Furada, com um mirante estonteante.<br><br>3- <strong>João Pessoa, Paraíba<br><br></strong>Entre os imperdíveis lugares para viajar no Nordeste, João Pessoa não pode faltar na lista. A capital da Paraíba é uma das mais antigas capitais da região, mas tem traços marcantes e atrativos para todos os gostos – das belas praias à orla preservada, do povo hospitaleiro a um rico acervo histórico e arquitetônico.<br><br></div><div>Não deixe de ver de perto o Farol do Cabo Branco, um dos cartões-postais da cidade, que marca João Pessoa como o ponto oriental extremo das Américas (por isso diz-se que o sol nasce primeiro nas suas praias).<br><br></div><div>Falando em praias, há opções de belas praias rústicas, no litoral Sul (incluindo Tambaba, o mais famoso ponto naturista do Brasil); praias mais urbanas e badaladas como Tambaú, Manaíra e Cabo Branco; ou as adoradas pelos surfistas, mais ao litoral norte, como a de Picãozinho.<br><br></div><div>A cidade é famosa ainda por suas festas e ritmos populares ao longo do ano – do frevo e maracatu da Folia de Rua e Muriçocas do Miramar, ao forró das festas juninas.<br><br>4- <strong>Porto de Galinhas, Pernambuco<br></strong><br></div><div>Pensou em praia no Nordeste, logo vem à mente o nome de Porto de Galinhas. Famosa internacionalmente por suas estonteantes piscinas naturais, a praia fica no município de Ipojuca, a meros 70km da capital Recife.<br><br></div><div>Porto de Galinhas fica a cerca de 200 metros da costa. Suas águas cristalinas e esverdeadas, barreiras de recifes e corais formam piscinas naturais que viram verdadeiros aquários cheios de peixinho coloridos. Para chegar até os corais, o passeio é por meio de jangadas coloridas – caso a maré esteja baixa, é possível até nadar e caminhar mar adentro.<br><br></div><div>O local tornou-se um dos mais badalados balneários do litoral pernambucano, com praias para todos os gostos. Incluindo algumas com ondas fortes, perfeitas para a prática de surfe (destaque para Maracaípe). No verão, todo o vilarejo ganha movimento ainda maior, com turistas do Brasil e do mundo.<br><br>5- <strong>Praia do Gunga, Alagoas<br><br></strong>Outra praia imperdível para quem estiver viajando no Nordeste é a Praia do Gunga, frequentemente presente na lista das praias mais bonitas do Brasil. A paisagem digna de cartão-postal mistura incontáveis coqueirais, falésias coloridas, águas calmas e cristalinas.<br><br></div><div>A praia faz parte do município de Roteiro (a menos de uma hora de carro de Maceió) e só pode ser acessada via mar ou por dentro uma propriedade rural privada. Durante a maré baixa, o mar e a lagoa se encontram, e o visitante pode banhar-se na água doce e na água salgada ao mesmo tempo.<br><br></div><div>Uma vez lá, a dica é fazer passeio de buggy por entre as falésias. Para quem gosta de mais adrenalina, vale se arriscar no “fly boat”, uma espécie de ultraleve que decola da Lagoa do Roteiro e atinge cerca de 100 metros de altura – as vistas são nada menos que espetaculares.<br><br>6- <strong>Cânion do Xingó, Sergipe<br><br></strong>Há muitos lugares no Nordeste para visitar que vão além de praias maravilhosas. Um ótimo exemplo é o Cânion do Xingó, em pleno Rio São Francisco, na divisa entre os estados de Sergipe e Alagoas. Verdadeiro tesouro escondido, o cânion apareceu apenas em 1994, depois que a Usina Hidrelétrica do Xingó foi construída.<br><br></div><div>Quem quiser visitar o cânion a partir de Aracaju, pode ir de carro e hospedar-se em Canindé de São Francisco, no Sergipe; outra opção, é ir de Maceió e dormir em Piranhas (Alagoas). Em ambos os casos, o trajeto até o cânion leva cerca de uma hora de catamarã.<br><br></div><div>Ao chegar na grande piscina natural, o visitante pode descer do barco e nadar nas águas verdes e meio a seus paredões alaranjados. Também vale pegar um barquinho e ir até o chamado “paraíso talhado”, que é a parte mais estreita do cânion e considerado o trecho mais bonito do passeio.<br><br>7- <strong>Fernando de Noronha, Pernambuco<br><br></strong>Sinônimo de turismo no Nordeste, o arquipélago de Fernando de Noronha merece estar na lista de sonhos de viagem. Suas paisagens com areias douradas, mar em tons de azul turquesa e verde esmeralda, corais, vida marinha esplendorosa, mata e formações rochosas fazem do arquipélago um verdadeiro paraíso natural, cobiçado por brasileiros e estrangeiros.<br><br></div><div>São 21 ilhas que compõe o arquipélago, em apenas 17 quilômetros total de área. Mas há uma infinidade de atrativos naturais e atividades. Dentre elas, observação de golfinhos, mergulho de cilindro, trilhas para caminhada e bike, surf, passeios de barco e buggy, e por aí vai. Entre os pontos imperdíveis para visitação, estão as famosas praias da Baía do Sancho e Baía dos Porcos, os morros dos Dois Irmãos e do Pico.<br><br></div><div>O custo para curtir todo isso pode ser alto – por causa da taxa de preservação ambiental e do ingresso necessário para entrar no Parque Nacional Marinho – mas quem vai, garante que vale cada centavo.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 19:51:56 UTC</pubDate>
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         <title>Costumes </title>
         <author>kellysilvadossantos216</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O Nordeste é uma das regiões mais belas e ricas culturalmente de nosso país. Exatamente por esse motivo, encontramos nesse cantinho do Brasil, uma série de coisas peculiares que só poderiam acontecer mesmo por lá, porque se tem uma coisa que não falta no nordestino é espontaneidade e muita criatividade.<br>Muitas vezes, nós como turistas até achamos que conhecemos mesmo o Nordeste, mas apenas um nordestino de verdade poderia identificar e se lembrar dos pequenos detalhes e costumes que existem por ali.<br><br><strong><br>1- Cobrir os espelhos em dia de chuva<br></strong><br></div><div><br>Essa tradição típica do Ceará ainda hoje é praticada pelos mais antigos, que acreditam que em dias chuvosos que são cheios de trovões e raios é preciso cobrir os espelhos da casa com panos, pois caso contrário o objeto poderia "atrair" as descargas elétricas.<br><br></div><div><strong><br>2- Jogar o dente de leite em cima do telhado<br></strong><br></div><div><br>Segundo a tradição, jogar os dentinhos de leite das crianças sobre o telhado de sua própria casa ou até mesmo no mar, pode trazer sorte e bons presságios.<br><strong><br>3- Adora comer cuscuz com leite<br></strong><br></div><div><br>Que o cuscuz é bastante consumido no Nordeste, isso todo mundo sabe! O prato que é originário da Arábia, pode ser preparado como uma iguaria doce ou salgada.<br>Mas no Nordeste existe também uma nova "modalidade" e releitura da receita, que é o famoso cuscuz com leite. Agora aqui entre nós, dá ou não dá vontade de comer essa tigela todinha?<br><br><strong><br>4- Dormir em rede<br></strong><br></div><div><br>Se para muitos a ideia pode soar um tanto quando desconfortável, saiba que uma rede bem "espichada" é muito valorizada pelos Nordestinos, que garantem, depois que você passa a dormir em uma delas, nunca mais vai querer voltar para a cama!<br><br><strong><br>5- Evitar comidas e bebidas quentes em dias de chuva<br></strong><br></div><div><br>Se no restante do país o apreciado mesmo é tomar um chazinho ou sopinha bem quente em dias de chuva, no Nordeste essa tradição é invertida. O motivo para isso é o medo de pegar "trombose", o que é cientificamente conhecido como "Acidente Vascular Cerebral"<br><br><strong><br>6- Reisado<br></strong><br></div><div><br>Uma das festas comemorada nessa região do país, é a chamada Reisado ou festas dos Reis, que não é celebrada nos demais estados do Brasil.<br>A festa celebra a visita feita pelos 3 reis magos ao menino Jesus. Nessa festa os foliões se caracterizam com roupas especiais, e visitam as casas das pessoas consideradas hospitaleiras.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-24 20:16:07 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura </title>
         <author>jhanniffer9</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os estados que compõem a região Nordeste são: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Esse complexo regional apresenta grande diversidade cultural, composta por manifestações diversificadas. Portanto, serão abordados alguns dos vários elementos culturais da região em destaque:<br><br>O <strong>carnaval </strong>é o evento popular mais famoso do Nordeste, especialmente em Salvador, Olinda e Recife. Milhares de turistas são atraídos para o carnaval nordestino, que se caracteriza pela riqueza musical e alegria dos foliões.<br><br>O <strong>coco</strong> também é conhecido por <strong>bambelô ou zamba</strong>. É um estilo de dança muito praticado nos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. A dança é uma expressão do desabafo da alma popular, da gente mais sofrida do Nordeste brasileiro. É uma dança de roda ou de fileiras mistas, de conjunto, de pares, que vão ao centro e desenvolvem movimentos ritmados.<br><br>O <strong>maracatu</strong> é originário de Recife, capital de Pernambuco, surgiu durante as procissões em louvor a Nossa Senhora do Rosário dos Negros, que batiam o xangô, (candomblé) o ano inteiro. O maracatu é um cortejo simples, inicialmente tinha um cunho altamente religioso, hoje é uma mistura de música primitiva e teatro. Ficou bastante conhecido no Brasil a partir da década de 1990, com o movimento manguebeat, liderado por Chico Science e Nação Zumbi, Mundo Livre, entre outros.<br><br><strong>O Reisado, ou Folia de Reis</strong>, é uma manifestação cultural introduzida no Brasil colonial, trazida pelos colonizadores portugueses. É um espetáculo popular das festas de natal e reis, cujo palco é a praça pública, a rua. No Nordeste, a partir do dia 24 de dezembro, saem os vários Reisados, cada bairro com o seu, cantando e dançando.<br><br><strong>As festas juninas</strong> representam um dos elementos culturais do povo nordestino. Essa festa é composta por música caipira, apresentações de quadrilhas, comidas e bebidas típicas, além de muita alegria. Consiste numa homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro. As principias festas juninas da região Nordeste ocorrem em Caruaru (PE) e Campina Grande (PB).<br><br><strong>Bumba</strong> <strong>meu boi</strong> é um festejo que apresenta um pequeno drama. O dono do boi, um homem branco, presencia um homem negro roubando o seu animal para alimentar a esposa grávida que estava com vontade de comer língua de boi. Matam o boi, mas depois é preciso ressuscitá-lo. O espetáculo é representado por um boi construído em uma armação de madeira coberta de pano colorido. Ao final, o boi é morto e em seguida ressuscitado.<br><br>O<strong> frevo</strong> surgiu através da capoeira, pois o capoeirista sai dançando o frevo à frente dos cordões, das bandas de música. É uma criação de compositores de música ligeira, especialmente para o carnaval. Com o passar do tempo, o estilo ganhou um gingado composto por passos soltos e acrobáticos.<br><br><strong>Quilombo</strong> é um folguedo tradicional alagoano, tema puramente brasileiro, revivendo a época do Brasil Colônia. Dramatiza a fuga dos escravos que foram buscar um local seguro para se esconder na serra da Barriga, formando o Quilombo dos Palmares.<br><br>A <strong>capoeira </strong>foi introduzida no Brasil pelos escravos africanos e é considerada uma modalidade de luta e também de dança. Rapidamente adquiriu adeptos nos estados nordestinos, principalmente na Bahia e Pernambuco. O instrumento utilizado durante as apresentações de capoeira é o berimbau, constituído de arco, cabaça cortada, caxixi (cestinha com sementes), vareta e dobrão (moeda).<br><br>A <strong>festa de Iemanjá</strong> é um agradecimento à Rainha do Mar. A maior festa de Iemanjá ocorre na Bahia, no Rio Vermelho, dia 2 de fevereiro. Todas as pessoas que têm “obrigação” com a Rainha do Mar se dirigem para a praia. Nesse evento cultural há o encontro de todos os candomblés da Bahia. Levam flores e presentes, principalmente espelhos, pentes, joias e perfumes.<br><br><strong>Lavagem do Bonfim</strong> é uma das maiores festas religiosas populares da Bahia. É realizada numa quinta-feira do mês de janeiro. Milhares de romeiros chegam ao Santuário do Senhor do Bonfim, considerado como o Oxalá africano. Existem também promessas católicas de “lavagens de igrejas”, nas quais os fiéis lavam as escadarias da igreja com água e flores.<br><br>O <strong>Candomblé </strong>consiste num culto dos orixás que representam as forças que controlam a natureza e seus fenômenos, como a água, o vento, as florestas, os raios, etc. É de origem africana e foi introduzido no país pelos escravos negros, na época do Brasil colonial. Na Bahia, esse culto é chamado de candomblé, em Pernambuco, nomeia-se xangô, no Maranhão, tambor de menina.<br><br>A<strong> Literatura de Cordel</strong> é uma das principais manifestações culturais nordestinas, consiste na elaboração de pequenos livros contendo histórias escritas em prosa ou verso, sobre os mais variados assuntos: desafios, histórias ligadas à religião, política, ritos ou cerimônias. É o estilo literário com o maior número de exemplares no mundo. Para os nordestinos, a Literatura de Cordel representa a expressão dos costumes regionais.<br><br>A <strong>culinária do Nordeste</strong> é bem diversificada e destaca-se pelos temperos fortes e comidas apimentadas. Os pratos típicos são: carne de sol, buchada de bode, sarapatel, acarajé, vatapá, cururu, feijão-verde, canjica, tapioca, peixes, frutos do mar, etc. As frutas também são comuns, como por exemplo: manga, araçá, graviola, ciriguela, umbu, buriti, cajá e macaúba.<br><br>O <strong>artesanato </strong>da região Nordeste é muito variado, destacam-se as redes tecidas, rendas, crivo, produtos de couro, cerâmica, madeira, argila, as garrafas com imagens produzidas de areia colorida, os objetos feitos a partir da fibra do buriti, entre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-25 20:36:08 UTC</pubDate>
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         <title>Bioma predominante</title>
         <author>jhanniffer9</author>
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         <description><![CDATA[<div>A região Nordeste tem uma vegetação tão rica quanto a sua cultura. Dependendo do clima e local, podem ser encontrados <a href="https://www.fragmaq.com.br/blog/bioma-tipos-existentes/">biomas</a> diferentes, variando entre mangue, <a href="https://www.fragmaq.com.br/blog/conheca-principais-animais-mata-atlantica/">Mata Atlântica</a>, vegetação de dunas, cerrado, caatinga, restinga, Floresta Amazônica e Mata dos Cocais.<br><br></div><div>O tipo de vegetação pelo qual o Nordeste é mais conhecido é a que forma a caatinga. Típica do sertão e do clima semiárido, esta formação vegetativa pode ser encontrada em todos os estados da região, exceto no Maranhão. Ao contrário do que se imagina, é muito rica ecologicamente e suas principais espécies vegetais são o pereiro, a aroeira, as leguminosas e as cactáceas.<br><br><strong>O clima e as chuvas</strong><br>O clima que predomina na Caatinga é o semiárido. Ele constitui uma característica importante que determina a natureza da Caatinga. O clima semiárido possui uma precipitação (quantidade de chuva) em torno de 800mm por ano. Em períodos mais chuvosos pode chegar a 1.000mm por ano e nos mais secos, apenas 200mm por ano. A temperatura média anual varia de 25°C a 30°C e é mais ou menos constante em toda região. O sistema de chuvas divide o ano em dois períodos: o chuvoso e o seco.<br><br><strong>O relevo e os solos</strong><br>Cerca de metade dos terrenos da Caatinga são de origem cristalina (um tipo de rocha matriz dura e muito antiga que não favorece a acumulação de água) sendo a outra metade representada por terrenos sedimentares, que possuem boa capacidade de armazenamento de águas subterrâneas. O relevo na Caatinga possui especificidades e formas, que foram modeladas durante milhões de anos da história da Terra pelo clima da região (temperatura, chuvas, vento, umidade), que atuou como agente modelador e diferenciador da paisagem. O resultado são as várias formações de relevo encontradas na Caatinga como serras, chapadas, planaltos e depressão sertaneja.<br><br>O tipo de solo mais comum é o raso e pedregoso, que apresenta plantas de baixo porte (arbustos) e cactáceas. É comum este solo sob a depressão sertaneja, a porção mais plana do relevo. As serras e as chapadas são as porções mais altas. Possuem clima ameno e maior umidade devido às chuvas, permitindo o desenvolvimento de matas maiores e mais fechadas.Em alguns lugares existem afloramentos de rochas chamados de “lajedos” que atuam ecologicamente como desertos e locais onde se desenvolvem plantas suculentas como cactáceas e bromélias.<br><br><strong>Os rios</strong><br>A maioria dos rios na Caatinga é intermitente, ou seja, correm apenas durante o período das chuvas, ficando secos durante a estação de estiagem. Os rios perenes, aqueles que permanecem com água corrente o ano todo, são menos frequentes. Dois rios perenes de grande porte e bastante conhecidos são o rio São Francisco e o Rio Parnaíba. Na formação dos rios, as nuvens de chuvas vindas do litoral são barradas pelas serras e as chapadas mais altas, onde a água da chuva se infiltra e escoa, originando nascentes de encosta e pés de serra úmidos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-25 20:41:59 UTC</pubDate>
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         <title>Danças Típicas.</title>
         <author>misabelly460</author>
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         <description><![CDATA[<div>As danças típicas do Nordeste são um importante legado para entender a cultura dessa região do Brasil, onde os gêneros musicais, acompanhados de bailados específicos, são uma tradição há séculos. &nbsp;<br><br>Quais são as principais danças da região Nordeste?<br><br>• Frevo<br>O frevo é um ritmo e uma dança tipicamente surgida no Nordeste, mais especificamente no estado de Pernambuco, a partir da junção de gêneros como a marcha militar, o maxixe e o dobrado, com elementos da capoeira.&nbsp;<br><br>• Forró<br>A história do forró se confunde com a do Rio Grande do Norte, por exemplo, e a do Nordeste, uma vez que o gênero musical pode denominar outros ritmos, como o xote, o baião e o xaxado, praticados em inúmeros estados da região. O forró se caracteriza, principalmente, pela música produzida com o acordeão, também chamado de sanfona, o triângulo e a zabumba.<br><br>• Bumba meu boi<br>Bumba meu boi, também chamado de boi-bumbá, é uma dança e uma festa do folclore nacional, sendo bastante praticada no Maranhão e em estado do Norte do país. A cultura celebra a lenda da morte e da ressurreição do boi, em cortejos competitivos em torno da figura desse animal.<br><br>• Xaxado<br>Xaxado é uma dança muito significativa para o Sertão de Pernambuco, onde era praticada, inicialmente, pelos cangaceiros, na figura do líder Lampião, morto em emboscada em 1938. Variante de outro ritmo musical, o baião, a dança cangaceira servia como entretenimento e demonstrava ainda a disposição para a guerra, com passos marcados pelos membros inferiores.<br><br>• Torém<br>O torém é uma dança típica dos povos tremembés, fixados atualmente em comunidades do Ceará. O ritmo, que remete aos séculos 16 e 17 (quando os índios dessa etnia ocupavam extensa área entre o Pará e o Ceará), é um poderoso indício de resistência ao processo de aculturação.<br>A dança é feita com a participação de cerca de 20 homens e mulheres, que se reúnem em torno de um “chefe”, detentor do aguaim, uma espécie de instrumento similar ao maracá. Ao longo da celebração, os índios tomam o mocororó, uma bebida feita à base de caju em homenagem à colheita dessa fruta.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 22:24:58 UTC</pubDate>
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         <title>Economia.</title>
         <author>misabelly460</author>
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         <description><![CDATA[<div>A economia da Região Nordeste do Brasil foi a base histórica do começo da economia do Brasil, já que as atividades em torno do pau-brasil e da cana-de-açúcar predominaram e foram iniciadas no Nordeste do Brasil. O Nordeste foi a região mais rica do país até a metade do século XVIII.&nbsp;<br>As principais atividades que marcam a economia do Nordeste são agricultura, pecuária, produção de mercadorias industrializadas e o turismo.&nbsp;<br><br>• Agricultura<br>Na Região Nordeste se desenvolve a agricultura da cana de açúcar, para a produção de açúcar e etanol, na Zona da Mata, região que se estende numa faixa litorânea, que vai do Rio Grande do Norte até o sul da Bahia, com destaque para os estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba.<br><br>• Extrativismo vegetal e mineral<br>No setor de extração, o Nordeste se destaca na produção de petróleo, e gás natural, produzidos na Bahia, Sergipe e Rio Grande do Norte, Piauí e Ceará. Na Bahia é explorado no litoral e na plataforma continental.<br><br>• Indústria<br>A Região Nordeste vive intenso processo de industrialização. O Complexo Industrial Portuário de Suape, localizado na cidade de Ipojuca, em Pernambuco, a 40 km ao sul da cidade do Recife, é um dos principais polos de investimentos do país.<br><br>• Turismo<br>A região concentra grandes áreas repletas de belezas naturais como o extenso litoral, com praias de águas quentes e cristalinas, que estão entre as mais bonitas do país, o Arquipélago de Fernando de Noronha (PE), um paraíso ecológico, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, os Canyons do São Francisco entre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-26 22:33:04 UTC</pubDate>
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