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      <title>O Sentido da Vida by DHYOVANNA LEMOS FERREIRA</title>
      <link>https://padlet.com/dhyovanna_ferreira/osentidodavida</link>
      <description>Estudo de caso de Maximiliano Kolbe 
à luz da teoria de Viktor Frankl</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-10 13:20:52 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-18 11:30:38 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Abordagem Logoterapia</title>
         <author>dhyovanna_ferreira</author>
         <link>https://padlet.com/dhyovanna_ferreira/osentidodavida/wish/620701290</link>
         <description><![CDATA[<div>A logoterapia consolidada pelo psiquiatra vienense Viktor Frankl tem  bases teóricas dos movimentos intelectuais da fenomenologia é do existencialismo, tendo como  fito a busca de um sentido para a existência do ser humano, além de ter a necessidade de encontrar um sentido na vida faz com que a vontade do sentido seja mais eficiente do que a força motivadora da pessoa .A ideia é expandir uma reflexão profunda a respeito de nossa presença neste plano e objetivo.A logoterapia é uma das Terceira Escola de Psicoterapia sendo composta pela Psicanálise de Freud e a Psicologia Individual de Adler.<br>A logoterapia tem pela sua premissa 3 pilares principais que fazem com que seja a Terceira Escola de Psicoterapia:<br>1 - Liberdade da vontade: Ganha realmente um espaço de conduzir as nossas vidas de acordo com  as possibilidades que no contexto em que estamos inseridos,isso ocorre justamente pela realidade nossa  espiritual em relação ao mundo e à própria mente<br>2- Sentido da vida : A logoterapia não impõem simplesmente um sentido universal para os seres humano,mais sim sentidos de vida totalmente subjetivos paras as pessoas  dando flexibilidade para entender e moldar as suas vidas de modo mais relevante para elas mesmas.<br>3- Vontade de sentido: É Basicamente ter a liberdade de  uma busca de  sentido para a vida subjetiva do indivíduo.Com isso,os indivíduos tem propósitos é Objetivos diferentes um dos outros ,que quando procuramos por eles automaticamente estamos procurando por um sentido em nossas vidas,sem essa vontade de sentido os indivíduos tende a experimentar a um vazio existencial e sem sentido podem ocorrer doenças psicologias graves.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-10 13:30:57 UTC</pubDate>
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         <title>Estudo de caso de Maximiliano Kolbe</title>
         <author>dhyovanna_ferreira</author>
         <link>https://padlet.com/dhyovanna_ferreira/osentidodavida/wish/620708859</link>
         <description><![CDATA[<div>Franciszek Gajowniczek era um homem destinado a morrer no campo de concentração de<a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/aventuras-na-historia-entrevista-andor-stern-o-unico-sobrevivente-brasileiro-do-holocausto.phtml"> Auschwitz</a>. Membro da resistência judaica na Polônia, o sargento foi sentenciado à morte e seria morto pelos guardas do campo como consequência da fuga de outro prisioneiro.<br><br>Seu destino estava traçado, mas, Rajmund Kolbe apareceu no exato momento e se ofereceu no lugar do sargento. Kolbe era um <a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/padres-estupradores-de-criancas-surdas-mudas-sao-condenados-na-argentina.phtml">padre</a> missionário.<br><br>Tornou-se propriamente Frei em 1914, e passou a se chamar Frei Maximiliano “Maria” Kolbe.  <br><br>Kolbe rodou o mundo em missão, indo inclusive ao Japão,  mas voltou para a Polônia. <br><br>Por não se curvar às vontades nazistas, foi preso pela Gestapo em 17 de fevereiro de 1941, e levado para Auschwitz com outros 320 presos.<br><br>Era política no campo de concentração que diante de toda fuga que ocorresse no local, outros presos seriam levados para uma cela subterrânea privados de luz, água e comida. Lá, os escolhidos deveriam permanecer até a morte.<br>Maximiliano assumiu a sentença do polonês depois de ter ouvido o homem suplicar pela vida de sua mulher e de seus filhos. Na solitária, sentenciado à morte por inanição, Kolbe celebrava missas e recitava cânticos encorajando os demais.<br><br>Depois de duas semanas, apenas Kolbe e outros três prisioneiros continuaram vivos. Para esvaziar a cela, os guardas nazistas deram-lhe uma injeção. Ao se dirigirem a Maximiliano para injetar o ácido carbônico, ele estendeu levemente o braço, sem medo da morte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-10 13:34:43 UTC</pubDate>
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         <title>Leitura do caso à luz da Fenomenologia Existencial</title>
         <author>dhyovanna_ferreira</author>
         <link>https://padlet.com/dhyovanna_ferreira/osentidodavida/wish/620709175</link>
         <description><![CDATA[<div>Logoterapia é uma abordagem de psicologia que apareceu no pós guerra, que aplicadamente nos dias de hoje, coloca como objeto, o sujeito contemporâneo, cujo possui a ausência de sentido de vida, ao fato de estar perdido, à circunstância de que são tantas opções hoje em dia, que há a apartação de referência e o indivíduo acaba caindo no vazio existencial, logo então, a terapia procura trabalhar e encontrar neste “sentido” nas diferentes circunstâncias da vida mesmo em meio ao sofrimento.</div><div> A logoterapia, discursa sobre assuntos que corroboram com as mesmas da fenomenologia existencial. Uma vez que tange o assunto do sentido da vida, nada mais justo que se articular sobre a existência, coisa que Victor Frankl, autor da logoterapia, questionou, analisou de forma crítica e psicológica as pessoas que estiveram presas com ele em campos de concentrações, para saber por que o ser humano, em condições adversas, poderiam desistir ou não, levando o a considerar que o desespero que lhes eram infligidos podia ser resumido em uma pequena equação matemática, considerada como “D=S-S”. Lendo-se como desespero é igual a sofrimento sem(menos) sentido, considerando que o ser humano poderia significar aquela dor como um sentido de algo maior, utilizando-se desta equação, poderíamos relacionar então sobre a angústia de Kierkegaard. Que considera a angústia algo que é constituía a nossas existência, não é algo que se fuga, é um caminho que se coloca conosco, algo que nos coloca contra nós mesmos, algo que nós traz profundo mal-estar, basicamente algo que nos mostra a possibilidade da possibilidade. A angústia de Kierkegaard, mais profundamente, em relação a Logoterapia, pode-se relacionar ao primeiro princípio básico da Logoterapia, a Liberdade de Vontade, que postula como a capacidade humana de ver a si mesmo, adaptando e visualizando, considera que o indivíduo é livre para ser responsável e é responsável por que é livre, conceituando com a ideia de liberdade dessa angústia que oportuna o ser humano, que é sempre livre de ser livre, podendo utilizar das suas escolhas para mudar a realidade da forma que deseja, ou ficando a mercê da mesma. A criação de Victor Frankl, tange também a base da fenomenologia, que foi contribuída por Edmund Husserl, por uma vez que na fenomenologia, considera que o fenômeno é a essência, sentido do ser (ou eidos), onde o manifestar da eidos, revela-se uma consciência, e é uma filosófica eidética, que procura por fenômenos, procura por essências, que equiparado a Logoterapia, corrobora com os dois outros princípios não mencionados ainda desta, a Vontade de Sentido e o Sentido da Vida, que em sequência significam, sempre aponta para algo além de si, um sentido que qual plenitude deve alcançar , encontro de um proposito para ser feliz e a vida se conservara até o final para que se realize o sentido, se tornando uma busca pelo eidos, onde o sujeito significará o seu próprio sentido para qual lugar sobre.<br>Em conclusão, hoje em dia, a Logoterapia, as teorias de Kierkegaard e a fenomenologia, são formas de abordar  e edificar a visão sobre o sentido da vida (o Eidos), assuntos esses, muito importantes para o hoje em dia, onde vivemos em um tempo que o ser humano é obrigado a ser feliz, é uma espécie de pecado mortal ser pobre, gordo, feio, onde se é considerado que formas de gratificação são colocadas em nossa disposição, numa escala de acessibilidade consumista, onde a tecnologia disponibiliza estes acessos e torna-se imperativo seguir tudo isto. Tantas possibilidades ainda mais de forma forçada em nossa sociedade, tornam a procura do “sentido da vida” algo complicado pois com tantas opções, fica-se difícil escolher uma única, sendo tantas disponibilizadas, sendo de grande ajuda então, as abordagens como Logoterapia e a fenomenologia para  discutir com esta pressão social que procura ditar como deveríamos ser, nos dificultando até de descobrimos a nós mesmos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-10 13:34:54 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Viktor Frankl</title>
         <author>dhyovanna_ferreira</author>
         <link>https://padlet.com/dhyovanna_ferreira/osentidodavida/wish/620713707</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Apenas 25 quilos. </em><br>Viktor Frankl pesava 25 quilos quando saiu do último dos quatro campos de concentração nazista pelos quais passou de 1942 a 1945.</div><div>A esse terror chamou de “experimentum crucis”. Conceito que permeia toda a sua obra. Biografia e obra de Viktor Frankl é a mesma coisa. Tristemente fácil de notar…</div><div>Ele estava com 40 anos. Não sabia ainda, mas havia perdido o pai, o irmão e o grande amor de sua vida, a linda Tilly Grosser.</div><div>Os primeiros anos em liberdade foram para descobrir por onde suspiraram pela última vez todos esses a quem tanto amava.</div><div><strong>Como tudo começou…</strong></div><div>Foi nestes anos de horror que o grande intelectual do sentido da vida construiu a primeira versão do livro <strong>Em busca de sentido –</strong> <strong>Um psicólogo no campo de concentração</strong>.</div><div>Durante nove dias seguidos registrou em um gravador todas as suas emoções, expectativas e dores diante do nunca antes imaginado – e o que jamais teria fim, mesmo estando já liberto.</div><div>Entre elas, ter visto a própria mãe sendo obrigada a entrar em uma câmara de gás.</div><div>Nascido Viktor Emil Frankl, em 26 de março de 1905, em Viena, capital da Áustria, quando o Danúbio ainda resplandecia em sua inocência, era de família judaica.</div><div>Seu pai, Gabriel Frankl, foi diretor no Ministério da Educação e sua mãe, Elsa Lion, pertencia à família do rabino polonês Loew – Judá Loew ben Betzalel, de linhagem europeia antiquíssima – importante referência no estudo do Talmud e da Cabalá.</div><div>Como podemos perceber, Frankl teve infância e adolescência em excelente atmosfera de afeto e cultura, o que aumenta ainda mais o contraste dos anos que se descortinariam à sua frente. O maior espetáculo de horror que a humanidade já viveu e presenciou fez nascer um gênero próprio.</div><div>Nas artes, em sua própria obra.</div><div>Todavia, foi na Primeira Guerra Mundial que a família atravessou graves problemas financeiros, chegando a passar fome, e os meninos por vezes pediram esmolas. O irmão de Viktor chamava-se Walter.</div><div>O desejo de se tornar médico veio desde criança. Um desejo original. Queria abrir mão – tanto quanto fosse possível – do uso de medicamentos.</div><div>Foi então em 1924 que Viktor Frankl se tornou aluno da Universidade de Viena no curso de medicina. Formou-se em 1930.</div><div>Nestes anos, se tornara conhecido de Freud e corresponderam-se por muitos anos.</div><div>Não deixa de ser interessante ler ambos, hoje, quando já conquistamos tanto no campo do prazer e mesmo assim nossas angustias existenciais continuam nos frustrando…</div><div>Parte da história da neuropsiquiatria e da psicologia, Frankl criou o conceito logoterapia, que é a psicologia do sentido da vida, a tentativa de compreender o ser humano em sua totalidade – inclusive para além do próprio indivíduo, quando entra a beleza e o valor da vida em comunidade.</div><div>Se sua biografia e sua obra se misturam, é no meio da Segunda Guerra Mundial, quando Viktor e sua família foram capturados pelas forças de Hitler, que tudo começa a tomar forma.</div><div>Neste momento, especificamente em 1942, Frankl já estava casado com Tilly e ela guardava o primeiro filho. O casamento acontecera em 1941.</div><div>Pouco antes da captura, Frankl conseguiu um visto de emigração para os Estados Unidos. Sua irmã, Stella, conseguira ir para a Austrália e Walter para a Itália, embora Walter tenha sido capturado e deportado para os campos de concentração.</div><div><strong>Salvação pela beleza: Frankl exime Tilly do compromisso matrimonial</strong></div><div>A beleza de Tilly poderia salvá-la da morte. Assim pensou Frankl quando foram capturados. Outro dilema que viveu foi na decisão de eximir a esposa do compromisso matrimonial caso algum membro da SS se interessasse por ela.</div><div>Se pedisse fidelidade à Tilly, ela poderia morrer, e Viktor não suportava a ideia de ser, de alguma forma, responsável por isso.</div><div>Contudo, Tilly foi obrigada a abortar e morreu no campo de concentração por exaustão. Viktor só descobriu as circunstâncias de sua morte em 1984, aqui no Brasil, quando veio para o I° Encontro Latino-Americano Humanístico-Existencial: Logoterapia, que aconteceu em Porto Alegre. Neste evento, uma cunhada o procurou.</div><div>Durante a guerra, a família de Tilly viera para nossas terras. O sogro de Frankl chegou a exercer o cargo de professor na PUC-RS.</div><div><strong>Viktor Frankl: o intelectual</strong></div><div>O vienense foi titular das cadeiras de neurologia e psiquiatria da Universidade de Viena, além de professor de logoterapia na Universidade Internacional da Califórnia. Também ocupou cadeiras em Harvard, Stanford, Dallas e Pittsburgh.</div><div>Em 1948, doutorou-se em filosofia com o tema: “O Deus inconsciente”. Tornou-se, em 1955, professor de neurologia da Universidade de Viena. E foi em 1970, em San Diego, Califórnia, que foi fundado o primeiro instituto de logoterapia. Hoje, são mais de 30 ao redor do mundo.</div><div>Sim, foi nos Estados Unidos – país onde foi professor nas Universidades de Harvard, Dallas e Pittsburgh – que Frankl conquistou notoriedade.</div><div>O seu testamento intelectual deixa em <a href="https://www.erealizacoes.com.br/produto/o-que-nao-esta-escrito-nos-meus-livros---memorias?utm_source=blog"><strong>O Que Não Está Escrito nos Meus Livros – Memórias</strong></a>, no qual narra fatos marcantes de sua vida. Os fatos são desde o extremo sofrimento nos anos em que foi prisioneiro ao reconhecimento mundial de seu trabalho.</div><div><br></div><div>Frankl veio ao Brasil em 1984, em Porto Alegre; 1986, Rio de Janeiro; e 1987 em Brasília.</div><div>Publicou, ao todo, 26 livros, que foram traduzidos para pelo menos vinte idiomas, incluindo os asiáticos e os africanos.</div><div>Morreu em 1997.</div><div>Um autor sempre atual, porque apesar de não vivermos em guerra lutamos por algo que nos ajude em nossas tarefas diárias, um sentido maior do que tudo, que permita que tudo seja suportável, Frankl tem muito a ensinar.</div><div>Após a leitura de seus relatos, é impossível não perceber os sentidos mais prosaicos de nossa vida. E automaticamente são ressignificados.<br>Fonte: https://www.erealizacoes.com.br/blog/viktor-frankl-o-homem-do-sentido/</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-10 13:37:13 UTC</pubDate>
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         <title>Relação da Logoterapia com a Covid-19</title>
         <author>dhyovanna_ferreira</author>
         <link>https://padlet.com/dhyovanna_ferreira/osentidodavida/wish/635317488</link>
         <description><![CDATA[<div>Em momentos de pandemia, é natural que a espécia humana reflita sobre o sentido da vida. O distanciamento social nos trazem lembraças de histórias que passamos um dia, com pessoas importantes e essenciais que proporcionaram emoções marcantes. Vontades e desejos simples, como um abraço, ter reuniões de familia, praticar um esporte coletivo, confraternizar com amigos, viajar a destinos desconhecidos, impedidos devido a quarentena, pode nos desencadear situações de estresse e ansiedade. A logoterapia conduz o indivíduo para que este encontre o seu sentido sobre a sua própria existência. O momento no qual vivemos nos desafia, a cada dia, descobrir um novo sentido. <br>Podemos ajudar o mundo e fazer nossa parte ficando em casa e, quando não conseguimos mudar a realidade externa, podemos mudar a nós mesmos. Se não pudermos mudar a situação ainda resta-nos a liberdade de mudar nossa atitude frente a essa situação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 20:44:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>dhyovanna_ferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div> A análise existencial focaliza a luta do homem pelo sentido – não apenas o do sofrimento, mas também o sentido da vida (Frankl, 1978). A logoteoria, por sua vez, é a fundamentação teórica da logoterapia com a finalidade de proporcionar o saber necessário para uma leitura de mundo a partir dos seus conceitos fundamentais. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 13:54:21 UTC</pubDate>
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         <author>dhyovanna_ferreira</author>
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         <pubDate>2020-06-22 14:04:47 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2020-06-22 14:23:00 UTC</pubDate>
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         <author>dhyovanna_ferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em uma entrevista concedida na África do Sul, em 1985, Viktor Frankl responde a questionamentos sobre decisão perante a sofrimento e desespero diante condições adversas. Ele define desespero em uma equação matematica: D=S-S, ou seja, decisão é igual sofrimento sem o sentido. Em certo momento da entrevista, ele nos faz refletir sobre a liberdade, apesar da limitação externa das circunstâncias. Para encerrar, Frankl traz um exemplo de um jovem que sofreu um acidente, durante um mergulho; “ eu quebrei o meu pescoço mas ele não me quebrou.”<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 14:44:40 UTC</pubDate>
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         <author>dhyovanna_ferreira</author>
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