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      <title>WORK  by Daniele Meneses</title>
      <link>https://padlet.com/danizinha_Iasmin/Dani_Iasmin</link>
      <description> Educação, comunicação e tecnologias digitais/ UFS</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-11 14:46:50 UTC</pubDate>
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         <title>A trajetória das TICs na educação, os desafios e a sua importância no meio social. </title>
         <author>danizinha_Iasmin</author>
         <link>https://padlet.com/danizinha_Iasmin/Dani_Iasmin/wish/2055975539</link>
         <description><![CDATA[<div>As Tecnologias de Comunicação e Informação (TICs) começam a ter mais visibilidade a parti da década de 1980. No entanto, quando internet chega ao Brasil,&nbsp; se tratava de uma rede sem muita qualidade que era utilizada pelo telefone fixo e, além do mais, muito cara. Porém em 2000 surge a discussão acerca do termo "alfabetização digital" no livro verde. No entanto, no âmbito escolar as tecnologias só começam a ser introduzidas em 2007, quando acontece a reformulação do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo) surgido em 1997. Ainda que esse assunto existisse nos documentos oficiais, nas práticas pedagógicas não passava de uma utopia. Nesse mesmo ano, o ProInfo foi marcado por oferecer a formação de professores da rede do ensino público, afim de promover a tecnologia como uma "ferramenta" pedagógica, sendo uma ideia equivocada. Isso porque a tecnologia tem o seu próprio protagonismo e não se intitula como ferramenta e muito menos pode ser usada para fazer parte do ensino tradicional que tem como objetivo jogar o modelo "conteudísta" em cima da tecnologia, assim, a tornando desanimadora e cansativa. É por isso que "Essa forma de utilização da tecnologia [...] reduz as suas possibilidades e esvazia as TIC de suas características fundamentais, transformando-as em animadoras da velha educação.’’ (p.46) Os professores para trabalhar tinham que aprender programas de informática e cursos de como usar softwares para que pudessem levar para a sala de aula como dinâmicas pedagógicas, a fim de manter o ensino tradicional atraente. Porém, mesmo que ainda não fosse à prática ideal para a educação já era um grande começo está envolvida na tecnologia e conectar os alunos ao ciberespaço. E a grande problemática que está por trás da formação dos professores nessa tecnologia se trata da própria formação em si que acontece de forma inadequada, pois como buscar formar um professor em EAD se ele não tinha nenhum conhecimento acerca desses ambientes digitais? Obviamente precisariam de uma atenção muito maior para aprender e terem agilidade com o assunto. Por outro ângulo, a tecnologia não pode ser compreendida como ferramenta porque ela não é um artefato que está sujeito a expandir uma habilidade através da força muscular do ser humano como se ela fosse manual. A tecnologia é uma precursora de conhecimento, informação, comunicação, interação, portanto, tecnologia digital. Um exemplo disso é que quando as coisas são manuais elas tendem a ser mais baratas que as tecnologias digitais, ou seja, obviamente uma tesoura é muito mais barata que um computador. Vale ressaltar também que existem dois tipos de tecnologias, a digital como já foi exemplificada e a tecnologia analógica que não há como ser mudada, como por exemplo, caderno, papel, livro, caneta e demais. É algo já pronto não há como ser modificado, um jornal que publica uma noticia e comete algum erro na digitação não há como ser concertado ou editado depois de impresso, para que aconteça uma atualização é necessário que seja feito um novo jornal. Muitas outras políticas públicas, programas e projetos são instituídos nessa perspectiva da inclusão digital nas escolas, vale mencionar que o principal responsável por disponibilizar a conexão e a tecnologia nas escolas urbanas foi um programa do governo federal em parceria com o MEC, o Gesac. Nessa mesma época surgiu o programa UCA que se tratava de um computador por aluno, era uma tecnologia por um preço acessível e veio em 2009 o PBLE (Programa Banda Larga nas Escolas) até chegar conectar todas em 2014. Mas foi em 2010 que aconteceu a compra dos laptops pelas prefeituras e estados. Então, quando aconteceu a disponibilização dessas tecnologias muitas escolas não permitiram que fossem levados para casa por receio das crianças serem roubadas, embora outras escolas aceitasse a saída com o laptop veio incluso o congestionamento e a diminuição da qualidade da internet na escola. Isso porque os alunos voltavam e ficavam em frente à escola para que tivesse acesso à rede, pois não tinham condições financeiras de terem em casa. Em contrapartida, as escolas que preferiram deixar esses computadores guardados vieram a ser invadida e foram roubados cerca de 200 computadores. E em 2021 o Gesac foi substituído pelo Wifi-Brasil. No entanto, é necessário mencionar as discussões que ocorreram acerca das TICs nos anos anteriores. Logo, quando veio à mudança do governo em 2003 surgiram algumas discussões sobre inclusão digital que se tratava de questões relacionadas à como capacitar a sociedade para o uso e como utilizar, assim, fazia parecer que aconteceria uma intensiva democratização das TIC e que estariam sempre presente e finalmente a sociedade seria contagiada pela cultura digital. Mas as ‘’TIC’’ vieram a ser pensada como uma "ferramenta" para o mercado de trabalho e quem sofreriam com isso eram os pobres que já nem sequer tinham acesso à internet e nem tecnologia, enquanto os filhos de famílias classe alta estariam bem contentes com isso, afinal de contas tinham acesso à internet e o seu próprio computador no conforto da sua casa. Sendo assim, o contexto explanado ao longo do texto, é importante ressaltar que o investimento em políticas públicas de inclusão digital é primordial, buscando garantir a toda sociedade o direito ao acesso as TIC, visto que ela funciona até mesmo como uma inserção na democracia, como também a comunicação e a informação que são princípios básicos dos direitos humanos. Atrelado ao cenário atual, de que modo seria a vida sem TICs em meio ao contexto da pandemia? A tecnologia foi e é tão necessária antes e mais ainda agora, seja para trabalhar, matar a saudade de alguém que está distante, pedir uma comida, estudar e muito mais. Se não fosse a tecnologia para simplificar a vida e tornar menos dolorida o fato de viver em lockdown seria muito mais difícil para a sociedade. Por isso, as TICs assumem uma importância central na vida social e individual na atualidade.&nbsp;<br>Apesar dos benefícios das tecnologias, existem grandes desafios que atingem esse novo modelo de educação, sendo eles o fato de que nem todos os alunos têm acesso à internet ou possui internet de qualidade, como também não ter um aparelho celular ou computador para assistir as aulas. Contudo, isso não perde a sua importância, pois ela traz segurança no meio pandêmico e facilita a rotina, mas também contribui para a evasão escolar daqueles que não tem condições financeiras para está conectado.&nbsp;<br><br>🤬: Daniele Meneses e Iasmin de Souza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 21:37:05 UTC</pubDate>
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         <title>INCLUSÃO DIGITAL</title>
         <author>danizinha_Iasmin</author>
         <link>https://padlet.com/danizinha_Iasmin/Dani_Iasmin/wish/2068156802</link>
         <description><![CDATA[<div>A inclusão surgiu na área da sociologia como um discurso por volta do final da década de 1970. O que levou a isso foi pela questão da desigualdade e muita falta de direitos concebidos as pessoas de classe baixa. Sendo assim, no cenário passado que se ver presente era visto desemprego, ausência de moradia, condições precárias e pobreza. Alguns autores sociólogos da época que lançaram livros relacionados à temática foi Jessé Martins, Robert Castel, esse ultimo defende a inclusão pelas relações de trabalho, políticas públicas e pela sociedade capitalista. No entanto, existe a inclusão pelo viés de três perspectivas: noção, conceito e discurso. A primeira define-se como uma ideia do que talvez seja, pois não é algo concretizado o que se configura em um senso comum. A segunda trata-se do significado provindo do campo da ciência que se relaciona também as pesquisas. Já a terceira é elaborada a partir de um argumento que tem a finalidade de convencer o outro. Contudo, surge à questão da exclusão como problemática social, sendo ele um processo social, logo um discurso. É tanto que Castel defende a ideia de integração do ser humano que permitiria o incluir em todos os âmbitos seja por está empregado ou pelos direitos concebidos, ou seja, seriam condições básicas realizadas para o apoio humano como saúde, segurança, comida, casa. Tais coisas que só podem ser consumidas por quem está inserido no mercado de trabalho. É também citado em aula algo muito interessante em relação à questão da oportunidade, ora o fato de uma pessoa não está onde queria está não está direcionado somente ao seu esforço tem a ver com oportunidades oferecidas. A qual, infelizmente, não existe para todos. O fenômeno Neymar está aí como exemplo, pois não significa que de jogador só ele era o melhor ou se destacou, houve o apoio de alguém para que ele estivesse lá, não foi atoa. Nesse viés, acontece a discussão da inclusão digital no Brasil sendo originada justamente pelas problemáticas já mencionadas e como também a ausência de acesso à informação e a comunicação por meio dos dispositivos. Contudo, de acordo com pesquisas realizadas pela cetic.br, o canal tecnopolítica do youtube disponibiliza um vídeo com o titulo ‘’ como anda a inclusão digital no Brasil?’’ acerca disso divulga informações importantes do decorrente assunto. Sendo assim, foram entrevistados brasileiros acima de 10 anos e 87% afirma que já acessaram&nbsp; a internet e 14% não. Mas os números demonstram uma diferença do meio urbano em relação ao meio rural, o que evidencia um grande retrocesso a muitos brasileiros que não tem acesso a informação. Desse modo, no meio urbano 88% afirma que já acessaram a internet e no meio rural somente 74%. Isso porque estão localizadas nos interiores com uma população pequena e com poucos fluxos de pessoas, logo as empresas de internet não acham lucrativo gastar fios para uma área tão longe atendendo a poucas pessoas. O acesso da internet é maior por pessoas que recebem acima de dois salários mínimos. No entanto, 58% das pessoas acessam a internet pelo celular e computador e 1% apenas computador. Com isso é notório que a maior parte da população só tem acesso à internet pelo celular o que limita muito e ainda principalmente quando se trata de rede de dados e não de Wifi. Pois, a rede de dados de certo contribui para com que as pessoas acessem apenas aplicativos específicos o que não os deixam imune das Fake News e os impedem de navegar por outros sites importantes e interessantes a fim de conhecer além do que está ao seu alcance diariamente. Mas caso decidissem fazer isso a internet seria reduzida ao máximo o que às vezes não é visto como algo compensatório. É algo que principalmente acontece pelos mais pobres. Em suma, foi criado o Programa Sociedade da Informação pela OMG com o intuito de que fossem desenvolvidas diretrizes para o país favorecer as tecnologias digitais em rede. O Brasil decide copiar os Estados Unidos que criou um modelo que tinha como objetivo impor infraestrutura para o uso dessas tecnologias. Nesse mesmo ângulo, o Brasil decide convocar reuniões para melhor discutir as diretrizes e como seriam elas pensadas do ponto de vista da Política Pública.&nbsp; Para as pessoas menos favorecidas a internet era rotulada como algo somente para compras e não como algo para capacitar e transformar a população para ter uma consciência critica. Desse modo, a partir de 2003 iniciou à realização de programas que buscavam favorecer a inclusão digital como sampa.org, telecentros e o tabuleiro digital na Bahia muito pensado na cultura do local, pois o tabuleiro era a mesma mesinha da bahiana do acarajé que era colocado em cima o computador. Nessa época o preço do computador não era nada acessível, então, poucos tinham acesso. Como também surgiu a ‘’alfabetização digital’’, presente no livro verde, que era destinado às pessoas que não tinham condições de acesso, ou seja, os pobres. E interligado a ele veio o ‘’fluência em TIC’’ para os que já dominavam essa tecnologia e pudessem ainda mais aprimorar e para os que também não dominavam. Contudo, seria um grande passo em busca da democratização digital para que as pessoas pudessem está conectada a informação e a comunicação presente no ciberespaço, o que é seu por direito.&nbsp; É valido mencionar que a tecnologia reconstrói as pessoas e o meio. É mencionado um trecho do livro do sociólogo Castell no livro Culturas digitais e tecnologias móveis na educação que muito descreve sobre a emancipação digital <em>‘’Castells (1999), [...] afirma que as tecnologias não determinam os rumos da sociedade, mas a forma como os sujeitos, praticantes culturais apropriam-se destes meios, passando, a partir deles, a produzir linguagens que fazem a diferença. Por estes meios ou mídias circulam signos, informações e comunicação que possibilitam a construção de novas formas de pensar, de conceber o mundo, a política, a sociedade, a economia, a cultura e a educação.’’ (p.280)&nbsp;<br><br>🤬: Daniele Meneses e Iasmin de Souza.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-27 13:03:00 UTC</pubDate>
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         <title>Software livre e proprietário. </title>
         <author>danizinha_Iasmin</author>
         <link>https://padlet.com/danizinha_Iasmin/Dani_Iasmin/wish/2079386538</link>
         <description><![CDATA[<div>O avanço tecnológico das últimas décadas, apresenta, entre outros aspectos, a crescente necessidade do desenvolvimento de softwares cada vez mais adequados para os diversos ramos da atuação humana. Nesse cenário, a adesão ao software livre tem se mostrado promissora pois impede situações de monopólio e a padronização de produtos proprietários, garantido a liberdade de escolha do usuário. Desde meados da década de 1990, um grupo de pessoas vem atuando no Brasil no sentido de propor a adoção e contribuir para o uso do que se convencionou chamar de softwares livres. Esse grupo, nem sempre homogêneo em seus posicionamentos, intitula-se “movimento software livre”, esse movimento social é de extrema importância para as pessoas, pois permite uma série de conhecimentos mais aprofundados, assim, o verdadeiro adentrar no sistema só é permitido através de softwares. Ou seja, qualquer computador ou dispositivos semelhantes somente funcionaram se tiver softwares instalados neles. Contudo, sem um programa inserido na máquina, seja ele livre ou proprietário é impossível à funcionalidade desse aparelho, portanto, ele funciona como se fosse o coração. E um grande passo atualmente para todos nós é a possibilidade de escolha, sendo assim você pode escolher o programa que melhor te agrada. Apesar de que a cultura que mais está impregnada aos brasileiros é a de softwares proprietários, infelizmente, sendo assim o Brasil investe inúmeros reais nesses programas fazendo com que o nosso dinheiro volte ao exterior. Contudo, é suspeito falar que boa parte dos brasileiros adora a esses softwares, mas a verdade é que todos estão acomodados, por se tratar de algo que já está disposto à rotina por muito tempo e também é considerado muito mais fácil de manejar, isso porque com o tempo se cria certo hábito. Porém, tal software não permite o ser humano ir além e possibilitar a liberdade de ter conhecimento sobre os dados desse programa, então, não se sabe como os dados pessoais são utilizados e o que acontece dentro de todo esse sistema, porque ele está fechado para o usuário. É possível considerar o software proprietário como algo que limita diferentemente do software livre que liberta e deixa livre permitindo que o usuário com saber possa ir à busca de mais conhecimento. No entanto, o processo para fazer um software é da seguinte maneira é preciso ser elaborado um projeto o qual terá que ser objetivado qual será sua função, ou seja, para o que será realizado a exemplo um programa para que o usuário assista vídeos, ouça músicas, leia livros e entre outros. Como também ter uma equipe de programadores para que trabalhem juntos. Nessa perspectiva, é necessária uma linguagem de programação e de programadores, eles são capazes de interpretar o que está ali contido, às vezes são palavras em inglês, códigos, símbolos. Ao passo que se tem esses códigos disponíveis para a sociedade qualquer um pode modificar e estudar ou analisar esse software. Isso porque o software livre tem o seu código fonte aberto, é deixado livre para quem quiser que tenha interesse possa fazer algum ajuste ou mudança em alguma coisa como já dito anteriormente. E isso é muito bom, porque pense que foi criado um software que é livre e todos tem acesso, mas ele é considerado fraquinho como um produto que precise melhorar e muito. Então, ao passo que muitos programadores tenham acesso e faça a modificação, estudo e analise desse software ele pode se tornar cada vez melhor. O código fonte é entendido como uma chave para abrir algo que você queira ter acesso, pois ele tem como finalidade decifrar e fazer com que se compreenda a tecnologia e conheça o que ela é capaz de fazer.&nbsp; Mas já no software proprietário acontece muito pelo contrário, o código fonte não é disponibilizado, o que aparece é uma sequencia binária de zeros e uns. Isso se trata de um emaranhado de informações criadas pelo programador no desenvolvimento do software que é permitida a leitura e compreensão pela máquina, mas não pelo ser humano. Desse modo, para que seja possível o acesso é necessário que seja pago a licença, quando isso não acontece o software é pirateado. Mas geralmente no preço do computador já vem incluso o preço do software proprietário. Logo, para saber se o software é pirata ou não, pode ser identificado através de tentar acesso ao código fonte e caso não consiga acessa-lo você já sabe qual é o resultado. Desse modo, se não se tem acesso a ele, não se tem a licença paga, ou seja, o pagamento não foi feito pelo software em si, somente pela linguagem binária. Por outro cenário, vale mencionar aquele C que representa direitos autorais e que aparece em conteúdos digitais que significa ‘’todos os direitos reservados’’, ou seja, é vedada qualquer forma de utilização daquela criação. Como também existe o CC- Creative Commons que significa que aquela criação pode ser utilizada para os fins que desejar, então, é o mesmo que dizer ’’seja bem vindo, usuário’’. Pois alguns ou nenhum direito reservado, o que permite que as pessoas usem da sua criatividade para realizar uma possível criação em cima de outra.&nbsp;</div><div>Vale ressaltar que a relação entre software livre e educação no Brasil é um processo em construção, tanto porque a aproximação entre essas áreas é um fenômeno recente como é marcada por tensões, avanços e retrocessos, consequência dos movimentos que se estabelecem a partir de interesses econômicos, políticos e sociais em torno do tema. Também, devido à forma como esses sistemas adentraram as escolas públicas, sem uma ampla discussão e formação dos professores que, sem conhecimento dos motivos que levaram a essa inserção, nem das propriedades e potencialidades dessa tecnologia, sentiram-se inseguros e despreparados para interagir com os ambientes e incorporá-los às práticas pedagógicas. No livro ,‘’ Software livre e formação de professores: para além da dimensão técnica’’ ,mencionado que a formação dos professores para o uso das tecnologias digitais somente é realizada depois da conclusão do curso, pois a maioria dos cursos não contribui com essa área nos currículos. O que acaba se tornando um verdadeiro retrocesso e dificulta o trabalho de muitos profissionais que por não entenderem como funciona abomina e prefere seguir a métodos antigos impossibilitanto, dessa forma, que sejam atualizados e participem da era digital. Portanto, a&nbsp; democratização e a formação para o uso das tecnologias em geral, e do software livre ,em particular, é fundamental. Visto que , a participação efetiva dos professores e dos jovens no contexto digital possibilita o desenvolvimento da capacidade não só de usar e manejar o novo meio, mas também de compreender as implicações políticas e sociais de seu uso, de aprender, conhecer e dominar estes artefatos e linguagens para prover serviços, informações e conhecimentos.&nbsp;<br><br>🤬: Daniele Meneses e Iasmin de Souza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-05 18:59:39 UTC</pubDate>
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         <title>As modalidades de  ensino no contexto pandêmico.</title>
         <author>danizinha_Iasmin</author>
         <link>https://padlet.com/danizinha_Iasmin/Dani_Iasmin/wish/2091672950</link>
         <description><![CDATA[<div>Em fevereiro de 2020 são identificados casos de covid19 no país, o que infelizmente culminou em um cenário pandêmico que trouxe diversas mortes, prejuízos no sistema educacional e desafios aos professores e alunos. Com isso, aconteceram suspensões das aulas presenciais para diminuir a propagação do vírus que estava em circulação. Muitas escolas ficaram sem rumos, não conseguindo pensar em qual seria o próximo passo para que mantivesse os vínculos educacionais, pois ficar sem aula por tanto tempo não poderia ser uma opção, já que poderia existir uma evasão escolar ainda maior. Sendo necessária assim a prática de um ensino emergencial para amenizar os impactos trazidos pela corona vírus. Desse modo, houve a migração das práticas pedagógicas para outras modalidades educacionais de ensino através das tecnologias digitais até então utilizadas pela EaD. Então, entrou em cena o ensino híbrido, a educação online, em contraste o ensino remoto emergencial o qual não foi considerado pela legislação vigente como uma modalidade de ensino. Acerca dessas novas interações pedagógicas que foram nomeadas e mencionadas anteriormente, as pessoas equivocadamente começaram a estipularem e as descreverem como uma EaD. No entanto, difere entre si, a maneira como acontece, os planejamentos das aulas, as formas como são elaboradas e as interações. A educação a distância surgiu em 1840 e está regulamentado pela LDB de 1996, o ensino começou por materiais impressos por envio postal e logo mais passaram a acontecer por meio de vídeo cassete com fitas de áudio gravadas, TV e rádio. Nessa época ainda não se tinha acesso à internet, então, o ensino não era contemplado pelas TIC’s. Assim, quando à internet surge é primeiro priorizado o acesso nas universidades e só depois acontece à difusão para as casas. Todavia, no decreto criado em 2017 a EaD é contemplada com uma nova definição na qual passa a ser necessário a utilização dos meios de tecnologias de informação e comunicação, sendo importante pessoal qualificado, políticas de acesso, como também acompanhamento e tudo que mais seja preciso para um ensino e aprendizagem qualificado. Vale ressaltar também que as provas são realizadas no polo, sendo assim, presencial. No entanto, é válido mencionar que as maiores diferenças estão sob a interação entre professores e alunos, o EaD são aulas administradas para muitas pessoas, sendo até necessários tutores para sanar dúvidas. Ela segue um padrão por anos seguidos. Já as outras modalidades e o ensino remoto emergencial tem certa aproximação entre alunos e professores e detém também de outras características mais específicas.&nbsp;</div><div>No entanto, o MEC dispõe que devem ter incluído no PPC os métodos e práticas de ensino que serão incorporadas nas TIC’s para ser disposto quais será os objetivos pedagógicos realizados e os materiais didáticos específicos utilizados. E também devendo descrever quais foram às atividades realizadas a distância indicando a carga horária que foi disposta para cada uma delas. E ainda sendo mencionado que deve existir a mediação de tutores e profissionais da educação com formação qualificada na área que visem ser compatível com o declarado no projeto pedagógico do curso.&nbsp;</div><div>&nbsp;No ensino remoto emergencial as práticas pedagógicas também acontecem pelas plataformas digitais , e são dividas em síncronas e assíncronas, é realizada através de aplicativos que contém os conteúdos, tarefas e notificações como o Zoom, o Meet, Google Classroom, Eduplay. As aulas seguem o mesmo formato de horário e dia como eram acontecidas no presencial. O ciberespaço é utilizado como lugar para o encontro para a realização das aulas ao vivo com a possibilidade de bate papos sobre o assunto da aula com seus colegas e professores, como também sanar dúvidas por meio de comentários ou microfone, assim chamado de síncrono. Já o assíncrono é utilizado para depósito de conteúdos e material para estudo da disciplina, sendo recomendados livros, vídeos e atividades. Sendo repartida a nomenclatura da expressão, remoto seria porque não há como professores e alunos frequentarem o espaço escolar por causa do covid-19. Já o emergencial é denominado pela circunstância em que tudo aconteceu rapidamente e teve que ser rompido bruscamente o ensino presencial e por isso necessitou tomar providências com a mesma velocidade para manter os alunos em aula, por isso se tornou algo de emergência.&nbsp;</div><div>O ensino híbrido, no Brasil, surge em 2014, no entanto, essa metodologia ganhou um maior destaque diante da pandemia-covid19. O ensino híbrido apresenta práticas que integram os ambientes online e presencial, possibilitando repensar práticas educacionais arraigadas ao longo do tempo e que muitas vezes excluem grandes possibilidades de transformação.&nbsp; Essa modalidade visa contribuir para a consolidação de um ensino verdadeiramente engajado com o contexto social e que de fato possa fazer com que o processo de ensino e aprendizagem ocorra de forma satisfatória, sendo assim, vem se mostrando como um poderoso aliado nesse processo, diante desse cenário onde a educação a distância tornou-se indispensável. O ambiente de sala de aula é, em essência, heterogêneo, isto porque é formado por sujeitos com histórias de vida diferentes, culturas diversificadas, e formas de relação com os saberes também diferentes. Diante disso, adotar metodologias que contemplem o maior número possível de anseios pode ser a melhor saída. Assim, uma metodologia de ensino híbrida possivelmente favorecerá um alcance maior e, muito provavelmente apresentará melhores resultados, uma vez que permitirá diferentes enfoques para uma mesma situação de aprendizagem, dessa forma, contemplando uma maior gama de necessidades, isto porque envolve a utilização das tecnologias com foco na personalização das ações de ensino e de aprendizagem, apresentando aos educadores formas de integrar tecnologias digitais ao currículo escolar.&nbsp;</div><div>A educação online, por sua vez, é uma modalidade de ensino que não está regulamentada por lei, como muitos pensam, a Educação a Distância e a Educação Online não são a mesma coisa, não são sinônimas uma da outra. A educação online surge como fenômeno da cibercultura, e não pode ser pensado fora de um ambiente virtual de aprendizagem, é todo um conjunto de processos, de modos de engendrar currículos online interativos, que se dispõem do potencial do digital em rede para educar sem distâncias, para educar com outras mediações utilizando-se do que há de melhor na comunicação síncrona e assíncrona. Segundo Edméa Santos, para que seja possível a participação, criação de cursos online e para ser uma professora de educação online, é necessário estar imersa e entender a cibercultura, pois somente quem conhece, entende e está imerso nela pode entender as potencialidades do ambiente virtual de aprendizagem, para não&nbsp; acabar por reduzi-lo a um repositório de atividades e de material para que o aluno apenas tenha acesso à informação, sem mediação. Nessa perspectiva, para ser considerado educação online, é preciso uma prática pedagógica mediadora com interatividade, com produção colaborativa e com materiais disponíveis em forma de hipertexto ou hipermídia.&nbsp;<br><br>🤬: Daniele Meneses e Iasmin de Souza</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-12 14:49:09 UTC</pubDate>
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         <title>Os REA como elementos essenciais dos processos educacionais.</title>
         <author>danizinha_Iasmin</author>
         <link>https://padlet.com/danizinha_Iasmin/Dani_Iasmin/wish/2102465810</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A medida em que as tecnologias digitais avançaram surgiram novos meios de comunicação, principalmente através da internet que possibilitou acesso a diversos conteúdos com ou sem licença. Diante disso, surge em 2002 pela Organização das Nações Unidas o termo REA (Recursos Educacionais Abertos) que referem a materiais de ensino, de aprendizagem e de pesquisa e que estão em domínio público. É notório o quanto os REA estão presentes o tempo todo tanto no meio digital como no meio físico. Eles vinculam aos princípios de aprendizagem e conhecimento, é tanto que estão implicadas completamente com os processos educacionais. Com base no site do REA – Brasil (2017) temos os princípios de liberdades mínimas de REA, que são os “4Rs”, a abreviação dos termos em inglês de review, reuse, remix e redistribute. Entendendo os termos em português teremos: usar é a liberdade de usar o original, ou uma nova versão criada com base num outro REA; aprimorar é a liberdade de adaptar e melhorar um REA e que outros possam dar continuidade ao recurso ou até mesmo traduzi-lo; recombinar é a liberdade de combinar REA com outros REA, a fim de poder produzir novos materiais, e, por fim, distribuir, que é a liberdade de fazer cópias e compartilhar o REA original, de forma que outros usuários possam ser beneficiados. Portanto, REA não se limita apenas ao acesso de determinado conteúdo, ele é um espaço aberto para diversos campos do conhecimento e qualquer pessoa pode se apropriar do conteúdo que nele está dependendo de seu interesse. O professor também pode estudar, planejar, construir, disponibilizar e reutilizar conteúdos de aulas. Alguns exemplos de sites com REA são do portal do professor do Ministério da Educação (MEC) e do domínio público. Quando se fala em REA , é comum o levantamento de muitos&nbsp; questionamento com relação a quais são esses recursos educacionais e o que eles evocam. Pois bem, eles se tratam de todo recurso educacional disponível abertamente para que os educadores utilizem no ensino para uma aprendizagem significativa, sendo eles: materiais de cursos, vídeos disponíveis na internet, artigos de pesquisa, softwares, livros didáticos e até mesmo esses livros impressos. Inclusive, esses recursos são nomeados pela sigla CC (Creative Commons) e seguidamente a editora deixar claro como pode ou não ser utilizada. Ademais, qualquer tipo de conteúdo que possa ser utilizado como meio estudantil e que tenha licenciamento aberto para ser reutilizado e até ser modificado como preferir trata-se de um REA. Porém, fica vetada a comercialização de qualquer obra feita através de um recurso educacional aberto. Dessa forma, esses recursos podem ser usados livremente por educadores e educandos, pois a sua licença não é cobrada e nem muito menos os direitos autorais. Nesse viés, é imprescindível a importância das REA na educação, sendo ela fundamental na ampliação de conhecimento procedendo a uma melhor aprendizagem. Isso porque tem acesso a uma Educação Pública de qualidade e que possibilita o desenvolvimento humano tanto acadêmico como social. Vale ressaltar também os recursos educacionais que tem a essência do seu licenciamento diferente dos recursos educacionais aberto. Por esse ângulo, vale mencionar a existência do ‘’copyright’’ que se trata de uma licença fechada que é vetado o uso para compartilhamento ou para modificação. Ou seja, um livro licenciado em ‘’copyright’’ somente o proprietário pode fazer qualquer modificação como copiar, distribuir e o que mais seja, pois o direito é exclusivo da editora. No entanto, há licenças que permitem alguns tipos de utilização da obra seja para alterar ou modificar alguma coisa de um livro ou vídeo, mas é obrigatório que quando publicado seja mencionado o autor da obra pelo qual o usuário se usufruiu. Caso o contrário seria se apropriar da obra de outra pessoa praticando assim um crime. Na licença fechada é logo atribuída a frase ‘‘todos os direitos reservados’’ que já deixa bem claro que o uso dessa obra trará sanções criminais. Sendo vetado, por exemplo, usufruir de um livro com licenciamento fechado e o transformar em pdf e sai divulgando. Diante de todo o contexto explicitado anteriormente , pode-se concluir que os REA vêm promover novos modos de ensinar a aprender. Portanto, essas novas configurações do processo de ensino e aprendizagem representam um avanço, pois quebram com uma perspectiva ultrapassada de transferência de conhecimento do ensino tradicional. As possibilidades de acesso e construção de conhecimento, a partir de REA, propicia criar uma personificação de autonomia, de liberdade e de responsabilidade dos professores. O conhecimento estando disponível, sendo possível criá-lo e recriá-lo, usá-lo e adaptá-lo, compartilhá-lo, exige que uma ação autônoma, de escolha e responsabilidade diante do acesso, uso e apropriação dos conteúdos. Eles vinculam aos princípios de aprendizagem e conhecimento, é tanto que estão implicadas completamente com os processos educacionais. Portanto, tratar sobre os REA na educação é tocar em múltiplas temáticas, como em uma rede, pois estão conectadas. Todas dentro das discussões sobre a tecnologia nos dias atuais, visto que, a tecnologia é essencial para a educação. Nesse sentido, é indispensável que haja cada vez mais informações e formações sobre as tecnologias, educação aberta, trabalhos colaborativos, REA, entre outros, e, sobretudo com professores e alunos, no processo de ensino e aprendizagem. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 19:47:16 UTC</pubDate>
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