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      <title>Diversidade &amp; literatura em ação by Letras Vernáculas • Prática Educativa I • Renailda Cazumbá • UEFS</title>
      <link>https://padlet.com/lvernaculas710/LTVN2021</link>
      <description>Repositório de textos e atividades de apoio a gestores e estudantes para uma educação mais acolhedora e inclusiva.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-29 13:59:03 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-20 01:04:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A transexualidade rompendo os muros da escola</title>
         <author>lvernaculas710</author>
         <link>https://padlet.com/lvernaculas710/LTVN2021/wish/1921515889</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Temos que concordar que a escola é um lugar onde a diversidade de gênero é nítida, mas que nem sempre há uma boa convivência, principalmente, em relação aos grupos que não se encaixam dentro da cisnormatividade. A escola por ser um dos locais socais mais plurais e diversificados, deveria, então, ser um espaço acolhedor e respeitoso. Porém, afinal, o que a instituição educacional poderia melhorar ou começar a fazer para tornar o ambiente de estudo mais seguro para essas pessoas?<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Diante desse contexto, para entrarmos no assunto de gênero e sexualidade, precisamos abordar na falta de preparo das escolas em relação a educação sexual. As pesquisadoras Mary Nerde e Carline Ascari, estimam que o percentual de escolas públicas brasileiras e privadas (do infantil ao médio) que tratam sobre educação sexual não chega nem a 20%, e abordam que estimar o 20% no total é até mesmo otimista de se pensar. <br><br>“A Educação Sexual alude à educação sobre a sexualidade (HIRD, 2003), tendo emergido como uma reação ao conservadorism moral.”<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Nesse sentido, essa falta de educação sexual nas escolas atrelada a ignorância ou medo, é o que, muitas vezes, faz com que o espaço escolar deixe de ser um espaço seguro, especialmente para pessoas trans. Juntamente com a educação precisamos falar também da falta de atenção para com esses alunos, afinal, quem poderia melhor relatar o que se pode fazer para a escola ter uma abordagem menos transfóbica, se não as que lidam com isso todos os dias? Porém, é nítido que elas não possuem esse espaço de fala, afinal, se o ambiente não é seguro, não existirá relatos e não haverá soluções.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Dessa forma, podemos observar o quanto a falta de educação sexual pode afetar a vida de um estudante trans, trazendo a ele não apenas violências físicas e emocionais, mas também a falta de pertencimento e anulação da voz. Não basta apenas ter as ideias no papel, sem nem ao menos ouvir de quem tanto sofre, pois, parafraseando a escritora brasileira Carolina Maria de Jesus, uma sociedade trans no Brasil ainda vive no quarto do despejo. Enfim, tendo o meio escolar como um dos responsáveis ​​pelo desenvolvimento social do indivíduo, é certo que essas instituições precisam transgredir como raízes opressoras históricas, por meio de palestras educacionais com profissionais, como psicólogos e pedagogos, e voluntários trans, com a cartilha <strong>"A transexualidade rompendo os muros da escola"</strong>como material de apoio para que, dessa forma, a informação verídica venha ser alicerçada em uma das bases da sociedade.<br><br></div><blockquote><em>"É junho, e se nós coexistimos no mesmo mundo <br>você sabe o que isso significa, <br>é o mês do orgulho LGBT, <br>ou melhor, LGBTQIA +, <br>mas parece que </em><strong><em>no 'T' sua boca trava</em></strong><em><br> você vive repetindo sempre, sempre <br>As separ falas . <br>Vira Luan Santana e começa a dizer <br>que amar não é pecado e que isso <br>não deveria ser errado, <br>e eu concordo, você é sim discriminado. <br>Eu não gosto de comparar como lutas, <br></em><strong><em>mas sem isso você não me escuta</em></strong><em> , <br>enquanto você ganha musiquinha <br>e as divas batem palma diante do seu dinheiro, <br>minhas irmãs e irmãos são </em><strong><em>mortos</em></strong><em> o mês / ano inteiro e você finge que não enxerga,<br>como se ignorar resolvesse alguma 'merda'. <br>Mas uma coisa que eu não vou <br>te deixar esquecer, <br>é que antes de tudo isso acontecer <br>lá na primeira vez quem estava de frente, <br></em><strong><em>não era você,</em></strong><em><br> eram travestis que batiam no peito e gritavam <br></em><strong><em>'eu existo e eu vou ficar aqui'</em></strong><em><br> Representando não só elas, <br>mas toda a comunidade trans. <br>A gente está aqui, <br>porque a gente sempre </em><strong><em>resistiu</em></strong><em> ! <br>Então abaixa a bolinha e por um momento, shiu! <br>Cala boca e escuta, porque essa também é <br>a nossa luta. <br><br></em><strong><em>Poesia feita por Raynara Jake, Jundiaí - SP</em></strong></blockquote><div><br><mark>Recomendações: https://blog.estantevirtual.com.br/2017/01/30/dia-nacional-da-visibilidade-trans-5-livros-representativos/</mark></div><div><br>&nbsp;<br><strong><em><br>DISCENTES: AIANE MARIA PINHEIRO, ITAMAR SANTOS; SARA SANTOS; TALITA OLIVEIRA <br></em></strong><br><br><br><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Referências:</strong><br><br> Artigo de educação: teoria e prática, Rio Claro, São Paulo, Brasil. <br><br>CAFÉ, Leonardo da Cunha Mesquita; COROA, Maria Luiza Monteiro Sales. <strong><em>Transexualidade nas escola: Impactos e demandas dos corpos marcador pela subversão. </em></strong>p. 235. 01 de agosto de 2020. PDF<br><br>FERREIRA, Pedro Miguel; Fávera, Marisalva; Delcampo, Amaia. <strong><em>Avaliação do impacto de um programa de educação sexual no primeiro ciclo de escolaridade. </em></strong>2013. PDF. <br><br>Redação. <strong><em>Educação sexual nas escolas locais e gravidez precoce</em></strong>. Revista educação, 2019. Disponível em: https: //revistaeducacao.com.br/2019/11/07/educacao-sexual-nas-escolas/. Acesso em: 24 de novembro de 2021, às 09:39.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 22:29:54 UTC</pubDate>
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         <title>Representatividade na Infância</title>
         <author>lvernaculas710</author>
         <link>https://padlet.com/lvernaculas710/LTVN2021/wish/1924132815</link>
         <description><![CDATA[<div>A importância de disponibilizar esses livros para crianças e adolescentes é para que elas possam ter acesso a essas representatividades para a formação da educação étnico-raciais na infância.<br><br><em>"É de extrema importância para a educação das relações étnico raciais na infância compreender a visão e percepção dos educadores em relação ao racismo e seus desdobramentos, e as concepções acerca do ensino de africanidades e do conceito de infância, e como essa visão vai ao encontro de práticas pedagógicas que contribuem para a construção da subjetividade dos alunos. A partir do levantamento das fragilidades ainda existentes, torna-se necessário a reflexão e o enfrentamento da questão, buscando mudanças positivas nas práticas destes profissionais." <br></em>Referência: https://www.geledes.org.br/contrucao-identitario-e-importancia-da-educacao-das-relacoes-etnico-raciais-na-infancia/?gclid=Cj0KCQiA15yNBhDTARIsAGnwe0V3ydHumxQ8Z8SD4_zOcYJJH4I77v15sqitjq30OXB0wUmSIoqPcv4aAo_fEALw_wcB<br><br>Drive com livros:<br>https://drive.google.com/drive/folders/1EifUsDKlfyHEG1M7y5LxHi9qXZ-F4zHQ?usp=sharing<br><br><br>DISCENTES: BRUNA LIMA, CÁSSIA CARVALHO, CAMILA DAS VIRGENS, RUTH SILVA, WDSON NEVES<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 01:53:46 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;RAÍZES&quot; EM SALA DE AULA </title>
         <author>lvernaculas710</author>
         <link>https://padlet.com/lvernaculas710/LTVN2021/wish/1925692711</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura e conhecimento de livros, como este sobre Marielle Franco, no ambiente escolar é de suma importância, para que crianças e adolescentes  possam ter acesso a histórias de representatividade e assim construir uma educação mais engajada e  voltada para a  formação étnico-racial e de gênero.<br><br></div><ul><li><strong><mark>SOBRE A HQ</mark></strong></li></ul><blockquote>A primeira edição da HQ tem o nome de 'Raízes' pois conta um pouco das origens da família de Marielle e alguns de seus primeiros passos até se formar na faculdade. É a primeira edição de várias outras que seguirão contando a história dessa mulher negra, favelada, LGBTQIA+, que transbordou fronteiras.<br><br>A HQ foi escrita, desenhada, colorida e diagramada por um time de profissionais 100% negros e financiada pela Fundação Rosa Luxemburgo e pela Fundação Lauro Campos e Marielle Franco.”</blockquote><div><br>FONTE: <a href="https://www.institutomariellefranco.org/hq">https://www.institutomariellefranco.org/hq</a></div><ul><li><strong><mark>&nbsp;ÁUDIO-LIVRO</mark></strong><strong>&nbsp;</strong></li></ul><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=GpoYpyWTGoE">https://www.youtube.com/watch?v=GpoYpyWTGoE</a><br><br></div><ul><li><strong><mark>E NA SALA DE AULA?</mark></strong></li></ul><blockquote><pre>1. O que fazer?</pre></blockquote><div>Leitura compartilhada&nbsp; e oral seguida de discussões e produção de trabalhos, pensando nas relações étnico-raciais&nbsp; e de representatividade que envolvem a história de Marielle.<br><br></div><blockquote><pre>2. Objetivos</pre></blockquote><div>Buscar uma participação coletiva dos alunos, trazendo para a sala de aula mulheres que são símbolos de resistência e, assim, fortalecendo as histórias de vida de cada aluno, que em alguma destas páginas se sentiram representados.<br><br></div><blockquote><pre>3. Como fazer?</pre></blockquote><div>&nbsp;<br>O primeiro passo é dividir o livro em três fases (infância, adolescência e fase adulta), e propor a leitura compartilhada do texto, de modo que todos os estudantes participem, a ser realizada em 3 momentos diferentes seguindo a divisão do livro.<br><br></div><var><em><sup> </sup></em><em><mark>FIQUE ATENTO(A)!!!</mark></em></var><div><em><br>É importante que após a leitura sempre seja feita uma discussão crítica sobre as relações étnico-raciais e sobre a representatividade de Marielle sendo uma mulher negra, favelada, LGBTQIA+ que transgrediu as barreiras impostas a ela.&nbsp;</em></div><div><br>Em seguida,&nbsp; após a leitura do livro, deve-se orientar a separação dos estudantes em grupos, os quais apresentarão, cada um, um trecho da história, de forma criativa através de poemas, paródias ou encenação.</div><div>Após as apresentações os estudantes deverão responder às seguintes perguntas, que serão propostas junto a apresentação:<br>&nbsp;</div><blockquote><blockquote>Qual nome de um conhecido (a) que você acha que representa&nbsp; a história de Marielle? E por que ele(a) representa essa história?&nbsp;</blockquote></blockquote><div><br>Dessa forma, há uma aproximação da comunidade externa, que participará da produção da atividade disseminando, deste modo, essa representatividade e força de Marielle além dos muros das escolas.</div><div><br></div><div><strong>DISCENTES:</strong> Cecília Cunha; Daiana Silva; Monalisa Moreira; Taynara Rocha.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 17:20:16 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura Acessível</title>
         <author>lvernaculas710</author>
         <link>https://padlet.com/lvernaculas710/LTVN2021/wish/1926473592</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Drive com livros: </strong>https://drive.google.com/folderview?id=1QV1QNIWEWuGH4L7lgo1sc68t7udmKjHz<strong><br><br>Link dos áudios: </strong>https://www.youtube.com/channel/UCcaVdOEwzwNqFEE1CLF66mA<br><br>Promover a diversidade e a inclusão não é um favor – é um compromisso! A leitura é uma das oportunidades mais democráticas e acessíveis de desenvolvimento pessoal. É através dela que o indivíduo quebra fronteiras e descobre novos universos sem ao menos sair do lugar. E a escola precisa ir além da socialização e da inserção social do aluno no espaço escolar. A literatura infantil é fonte de informação que contribui para o desenvolvimento da&nbsp;<br>criança, pois “os livros de histórias são de vital importância durante a infância, já que todas as&nbsp;<br>crianças possuem necessidade de imaginar, criar histórias e entrar no mundo da fantasia”&nbsp;<br>(PAULA; FERNANDES, 2016, p. 384). Quando apresentada à criança desde cedo, a literatura&nbsp;<br>colabora para a socialização entre indivíduos e para a formação de um leitor ativo, que tem&nbsp;<br>possibilidade de ampliar a sua visão de mundo.<br><br><br>Universidade Estadual de Feira de Santana&nbsp;<br>Discentes: Aline Araujo; Maiara Moraes;<br>Mariane Alves; Leticia Santos; Taynele Pereira<br>Curso: Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 02:14:45 UTC</pubDate>
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         <title>Raça&amp;Gênero </title>
         <author>lvernaculas710</author>
         <link>https://padlet.com/lvernaculas710/LTVN2021/wish/1926657806</link>
         <description><![CDATA[<div>As ideias do senso comum, em sua maioria, contribuem para a proliferação de muitos preconceitos. As questões de gênero e raça, por exemplo, muitas vezes são observadas pela perspectiva da cultura. O problema é que tal perspectiva costuma ser excludente, opressora e errônea. Já que criança usa a mimética no processo de aprendizagem, ela acaba adotando essas heranças culturais e, além de reproduzir a segregação, sofre por ela.<br>É papel do professor, como facilitador do conhecimento, desconstruir essas ideias, fomentando em sala de aula atividades e reflexões que floresçam no estudante um pensamento crítico e analítico.<br>E para isso é preciso uma série de planejamento, projetos e discussões pedagógicas tratando o modo como o assunto será abordado pela entidade de ensino.<br>É através dessas práticas e reflexões que se contribui para uma sociedade menos preconceituosa e segregada.<br><br>&gt; Drive com matérias de apoio e intervenção: https://drive.google.com/drive/folders/1Dp_5LBS2tpX7mCrb8TOsltTwyGZc8oeG?usp=sharing<br><br><br></div><div>Estudantes: Alexandre Cunha; Kaemelle Conceição; Manuela Silva; Taize dos Santos; Victoria Eduarda da Paixão.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 04:21:37 UTC</pubDate>
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