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      <title>Turma 1  Hipófise e Hipotálamo by jose paula</title>
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      <pubDate>2020-11-03 19:41:48 UTC</pubDate>
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         <title>Quando os valores de LH se encontram abaixo do valor de referência, pode ser indicativo de: *Alteração na hipófise, resultando na diminuição da produção de FSH e LH; *Deficiência da produção de gonadotropina (GnRH), que é um hormônio produzido e liberado pelo hipotálamo e que tem como função estimular a hipófise para produzir o LH e o FSH; *Síndrome de Kallmann, que é uma doença genética e hereditária caracterizada pela ausência de produção de GnRH, o que leva ao hipogonadismo hipogonadotrófico; *Hiperprolactinemia, que é o aumento na produção do hormônio prolactina</title>
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         <pubDate>2021-11-11 17:56:12 UTC</pubDate>
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         <title>O aumento na concentração de LH pode ser indicativo de: *Tumor na hipófise, havendo aumento na secreção de GnRH e, consequentemente, de LH; *Puberdade precoce; *Insuficiência testicular; *Menopausa precoce; *Síndrome do Ovário Policístico.</title>
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         <title>O hormônio luteinizante, também chamado de LH, é um hormônio produzido pela hipófise e que, nas mulheres, é responsável pelo amadurecimento dos folículos, ovulação e produção de progesterona, possuindo papel fundamental na capacidade reprodutiva da mulher. Nos homens, o LH também está diretamente relacionado à fertilidade, atuando diretamente nos testículos e influenciando a produção de espermatozoides.</title>
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         <title>A prolactina promove o desenvolvimento da glândula mamária e a produção do leite. Contudo, ela estimula a produção e a secreção de leite. A disfunção da prolactina é responsável por quase 20% dos casos de infertilidade feminina.</title>
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         <title>TSH – hormônio tireoestimulante, produzido pelas células tireotropos. Tem como função a estimulação da produção dos hormônios tireoidianos pelas células foliculares da tireoide e também mantém o tamanho das células foliculares. Por ser o estimulador da tireoide, é o responsável pela estimulação da produção de T3 e T4. </title>
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         <title>Doença relacionada: Hiperprolactinemia --&gt; A hiperprolactinemia é uma anomalia causada pela produção elevada de prolactina, conhecida também como hormônio do leite.</title>
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         <title>QUAIS AS CAUSAS DA HIPERPROLACTINEMIA?Vários fatores podem levar uma pessoa a apresentar disfunção na produção de prolactina. Entre as causas mais comuns estão:Hipotireoidismo primário (causado por um problema na tireoide que impede a secreção dos hormônios desta glândula);Síndrome dos ovários policísticos;Gravidez e período de lactação;Insuficiência renal;Traumas ou lesões na região torácica;Estímulo dos mamilos;Estresse psicológico;Efeito colateral ao uso de alguns medicamentos.</title>
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         <pubDate>2021-11-11 18:07:06 UTC</pubDate>
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         <title>QUAIS OS SINAIS E SINTOMAS DA PRODUÇÃO ELEVADA DE PROLACTINA? Os principais sinais e sintomas em pacientes com hiperprolactinemia são: *Infertilidade; *Falta de libido; *Menstruação irregular (oligomenorréia); *Ausência da menstruação (amenorreia); *Produção de leite sem gestação (galactorreia); *Disfunção erétil; *Osteoporose; *Tumor da hipófise.</title>
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         <pubDate>2021-11-11 18:08:17 UTC</pubDate>
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         <title>O FSH é uma glicoproteína que regula o crescimento, desenvolvimento, puberdade, reprodução e secreção de hormônios. O FSH é secretado pela glândula pituitária anterior. a produção de FSH é estimulada pelo hormônio liberador das gonadotropinas (GnRH) ou hormônio liberador do hormônio luteinizante (LHRH), na região pré-óptica do hipotálamo. A produção destes hormônios é afetada por vários fatores. Dopamina, serotonina, noradrenalina e endorfina regulam a secreção. Dopamina e endorfina diminuem a liberação de GnRh e LH. Ferormônios também influenciam a secreção de GnRH.A produção pulsátil de FSH é sincronizada com a de LH. Na ausência do LH, a produção de FSH cessa imediatamente, e quanto mais LH é produzido, mais FSH é secretado. Essa flutuação nos níveis de FSH e LH refletem a produção de hormônios como testosterona, que também são produzidos em pulsos.As células granulosas dos ovários e as células de Sertolli nos testículos possuem receptores específicos para o FSH, que circula na corrente sanguínea independente de proteínas. Na primeira fase do ciclo menstrual, o FSH e o LH se encontram em maior quantidade na corrente sanguínea, além de apresentar picos altos do dia da ovulação e dias próximos a ela. Isso pode auxiliar mulheres que desejam saber o dia certo de sua ovulação. Na mulher, o FSH é responsável pelo crescimento e maturação dos folículos ovarianos durante a ovogênese. Uma resposta positiva é exercida sobre o hipotálamo e sobre a pituitária durante a fase folicular do ciclo ovariano, resultando em um pico de LH e liberação de FSH, o que faz com que o folículo de Graaf se rompa e libere o óvulo, resultando na ovulação. A secreção de LH e FSH diminui durante a fase lútea.No homem, o FSH atua durante a espermatogênese.O FSH é utilizado em algumas técnicas de fertilização para induzir a ovulação. Níveis diminuídos e até mesmo a ausência de FSH levam à infertilidade masculina e feminina.O excesso de FSH em mulheres pode indicar deficiências nos ovários associadas à síndromes e até puberdade precoce.Nos testículos, o excesso de FSH causa níveis altos de testosterona.</title>
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         <pubDate>2021-11-11 18:11:03 UTC</pubDate>
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         <title>O hormônio do crescimento promove o crescimento de diversos tecidos do corpo.       Ele tem diversos efeitos metabólicos e promove a deposição de proteínas nos tecidos através do:aumento do transporte de aminoácidos através das membranas celulares; aumento da tradução do RNA para provocar a síntese de proteínas pelos ribossomos; aumento da transcrição nuclear do DNA para formar RNA; redução do catabolismo das proteínas e dos aminoácidos. Então, pode-se dizer que o hormônio do crescimento aumenta quase todos os aspectos da captação de aminoácidos e da síntese proteica pelas células e ao mesmo tempo reduzir a destruição das proteínas.      O hormônio do crescimento amplia a utilização das gorduras como fonte de energia, pode provocar o o efeito cetogênico quando em excesso. Ele reduz a utilização dos carboidratos. Estimula o crescimento das cartilagens dos ossos. E exerce grande parte de seus efeitos por meio de substâncias intermediárias chamadas somatomedinas.</title>
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         <pubDate>2021-11-11 18:14:28 UTC</pubDate>
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         <title>HIPOPITUITARISMO: O hipopituitarismo parcial ou total pode ocorrer em pacientes com adenomashipofisários, doença parasselar ou hipofisite.. Uma deficiência de qualquerum dos seis hormônios principais (LH, FSH, GH, tirotrofina, corticotrofina e prolactina)pode ocorrer. O sintoma mais comum é o hipogonadismo, devido à deficiência de LHe FSH. Classicamente, os hormônios hipofisários diminuem na seguinte ordem:gonadotrofinas (LH, FSH), GH, tirotrofina e corticotrofina</title>
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         <pubDate>2021-11-11 18:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>Principais distúrbios relacionados ao TSH:Hipotireoidismo =&gt; pode causar uma série de alterações laboratoriais: anemia, dislipidemia, elevação de enzimas musculares, aumento de prolactina e gonadotrofinas. O diagnostico de hipotireoidismo vem pelos exames de TSH e T4L.   - Hipotireoidismo primário: TSH elevado com T4L reduzido.  - Hipotireoidismo subclínico: TSH elevado com T4L normal.  - Hipotireoidismo secundário: TSH reduzido com TL reduzido.Hipertireoidismo =&gt; confirmação se dá pela dosagem de TSH e de T4L.  - Hipertireoidismo subclínico: TSH reduzido e T4L normal.   - Hipertireoidismo secundário: TSH elevado/normal e T4L elevado.</title>
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         <pubDate>2021-11-11 18:21:24 UTC</pubDate>
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         <title>Hipogonadismo masculino:A idade de início da deficiência de testosterona determina a apresentação clínica: hipogonadismo congênito, de início na infância, ou de início da idade adulta.O hipogonadismo congênito pode ter início no 1º, 2º, ou 3º trimestre. O início no 1º trimestre do hipogonadismo congênito resulta em diferenciação inadequada do sexo masculino. A ausência completa do efeito da testosterona resulta em genitais externos femininos de aparência normal. A deficiência parcial de testosterona resulta em alterações que variam de genitália externa ambígua até hipospadias. O início da deficiência de testosterona no segundo ou 3º trimestres resulta em micropênis e testículos criptorquídicos.A deficiência de testosterona de início na infância (ver Hipogonadismo masculino em crianças) tem poucas consequências e geralmente só é reconhecida até que a puberdade esteja atrasada. Hipogonadismo não tratado impede o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários. Quando adultos, os pacientes afetados apresentam mau desenvolvimento muscular, voz aguda, escroto pequeno, pelos púbicos e axilares raros e ausência de pelos corporais. Podem desenvolver ginecomastia e proporções eunucoides (envergadura &gt; altura em 5 cm e distância do púbis ao chão &gt; da cabeça ao púbis em &gt; 5 cm) em decorrência de fusão retardada das epífises e continuação do crescimento dos ossos longos.A deficiência de testosterona de início na vida adulta apresenta diversas manifestações que dependem do grau e da duração da deficiência. Libido diminuída; disfunção erétil; declínio das habilidades cognitivas, como interpretação visual-espacial; distúrbios do sono; instabilidade vasomotora (no hiponogadismo masculino grave) e alterações do humor, como depressão e raiva, são comuns. Perda da massa corporal magra, aumento da gordura visceral, atrofia testicular, osteopenia, ginecomastia e pelos corporais esparsos geralmente demoram meses para se desenvolverem. A deficiência de testosterona pode aumentar o risco de doença coronariana e câncer de próstata.</title>
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         <pubDate>2021-11-11 18:24:19 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O hormônio adrenocorticotrófico (<strong>ACTH</strong>) controla a secreção de alguns dos hormônios adrenocorticais que afetam o metabolismo da glicose, das proteínas e das gorduras. É responsável por estimular a síntese e a secreção de cortisol pelo córtex adrenal.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 18:30:17 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Síndrome de Cushing = resulta de excesso de produção de ACTH. Os sinais e sintomas típicos incluem face em lua e obesidade do tronco, hematoma fácil e pernas e braços finos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 18:30:38 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Os sintomas da doença de Addison aparecem conforme os níveis hormonais vão diminuindo, podendo incluir:</div><div>Dor abdominal; Fraqueza; Fadiga; Náuseas; Emagrecimento; Anorexia; hiperpigmentação; Hipotensão postural, que corresponde à tontura ao levantar-se, e desmaios.</div><div>Por não possuir sintomas específicos, é confundida com outras doenças, como anemia ou depressão.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 18:31:16 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>ACTH</strong> é um hormônio da hipófise que estimula a secreção de cortisol pelas glândulas suprarrenais. Em pacientes com insuficiência suprarrenal, níveis baixos de <strong>ACTH</strong> indicam insuficiência suprarrenal secundária, e níveis altos indicam insuficiência suprarrenal primária (<strong>doença de Addison - ACTH alto e cortisol baixo)</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-11 18:31:34 UTC</pubDate>
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         <title>Anormalidades da secreção do hormônio do crescimento:   	Pan-hipopituitarismo: secreção reduzida de todos os hormônios da hipófise anterior. Pode ser congênita ou pode ocorrer em qualquer momento da vida. Resulta na maioria das vezes de tumor hipofisário que destrói a hipófise.   	Nanismo: a maioria resulta de deficiência generalizada da secreção da hipófise anterior pan-hipopituitarismo durante a infância. Todas as partes do corpo se desenvolvem em proporção adequada entre si, mas o desenvolvimento está muito reduzido. Uma pessoa portadora de nanismo não entra na puberdade e nunca secreta a quantidade suficiente de hormônios gonadotróficos para desenvolver as funções sexuais adultas.             	Gigantismo: ocasionalmente as células acidofílicas produtoras do hormônio do crescimento da hipófise ficam excessivamente ativas e às vezes até mesmo tumores acidofílicos ocorrem na glândula. Como consequência são produzidas grandes quantidades do hormônio do crescimento todos os tecidos do corpo crescem rapidamente inclusive os ossos.        	Acromegalia: se um tumor acidofílico ocorrer depois da adolescência, ou seja, depois da fusão das epífises dos ossos longos o paciente não pode crescer mais mas os ossos ficam mais espessos e os tecidos moles continuam a crescer.</title>
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         <pubDate>2021-11-11 18:32:00 UTC</pubDate>
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