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      <title>Animação Comunitária by sara conduto</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-18 10:18:30 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-02 22:35:50 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Introdução do tema:</title>
         <author>saracondutoo</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3592585300</link>
         <description><![CDATA[<p>Escolhemos o tema violência doméstica/ violência no namoro por se tratar de uma questão social de grande relevância, especialmente entre grupos com os quais o Educador Social intervém frequentemente. A Educação Social tem como objetivo promover a inclusão, a cidadania ativa e o desenvolvimento pessoal e social, e a violência no representa um fator que pode comprometer seriamente o bem-estar físico, psicológico e social das pessoas.</p><p>Ao abordar este tema, pretendemos sensibilizar a comunidade académica para os sinais de violência, bem como desenvolver estratégias de prevenção e intervenção que promovam relações saudáveis. A escolha do tema justifica-se também pelo papel do Educador Social na promoção da literacia emocional e social, na prevenção de situações de risco e na capacitação das pessoas para a construção de relações baseadas no respeito, na igualdade e na comunicação assertiva.</p><p>Trabalhar este tema permite refletir sobre a importância da animação comunitária e da participação ativa dos jovens na construção de soluções, promovendo a responsabilidade coletiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 19:25:04 UTC</pubDate>
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         <title>APAV</title>
         <author>saracondutoo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 19:30:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Violência doméstica</title>
         <author>saracondutoo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Violência doméstica é qualquer ato de abuso físico, psicológico, sexual, económico ou social praticado dentro do ambiente familiar ou de convivência, com o objetivo de controlar, ferir ou intimidar a vítima. </p><p><br/></p><p>“O World Report on Violence and Health definiu violência como o uso intencional de força física ou poder, consumado ou sob a forma de ameaça, contra si mesmo ou outra pessoa, grupo ou comunidade, que resulte ou tenha uma probabilidade elevada de resultar em lesão, morte, dano psicológico, mau desenvolvimento ou privação” (Manuel, 2014, p. 5).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 19:31:24 UTC</pubDate>
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         <title>Violência no namoro</title>
         <author>ritamgrolao</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597591609</link>
         <description><![CDATA[<p>A violência no namoro é uma forma de abuso que ocorre em relações íntimas entre jovens, e que pode ter consequências graves para o bem-estar físico, emocional e psicológico das vítimas. Apesar de muitas vezes ser desvalorizada ou confundida com comportamentos “normais” de ciúme ou controlo, trata-se de uma realidade que merece atenção e intervenção. “A definição de violência não é o resultado de uma abordagem científica mas sim da conceção daquilo que é aceitável ou não em termos de comportamento e aquilo que constitui dano é culturalmente influenciado e constantemente analisado considerando os valores e as normas sociais” (Manuel, 2014, p. 5).</p><p>Estudos realizados em Portugal revelam que 1 em cada 4 jovens já foi vítima de algum tipo de conduta abusiva por parte do/a parceiro/a. Estes dados mostram que a violência no namoro é um fenómeno presente nas relações juvenis.</p><p>Legalmente, este tipo de violência está enquadrado no crime de violência doméstica, previsto no Artigo 152.º do Código Penal, o que reforça a sua gravidade e a necessidade de denúncia e apoio às vítimas.</p><p>“A compreensão da violência no namoro exige atenção às dinâmicas de poder, à construção das identidades de género e à socialização nos contextos educativos e familiares” (Manso &amp; Fernandes, 2015, p. 14, linhas 390‑395).</p><p>Promover relações saudáveis, baseadas no respeito, na liberdade e na igualdade, é essencial para prevenir a violência no namoro. A sensibilização nas escolas, nas famílias e nas comunidades é um passo fundamental para quebrar o ciclo de abuso e garantir que os jovens reconhecem os sinais de violência e sabem onde procurar ajuda.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:24:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como ajudar a vitima?</title>
         <author>ritamgrolao</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597600065</link>
         <description><![CDATA[<p>O apoio a vítimas de violência doméstica ou no namoro exige uma abordagem sensível, informada e ética, centrada no respeito pela autonomia da pessoa e no conhecimento dos recursos disponíveis. É essencial adotar uma escuta ativa e não julgadora, validando o relato da vítima, que frequentemente enfrenta sentimentos de isolamento e desconfiança.</p><p>O suporte emocional deve ser contínuo, reforçando que a culpa nunca recai sobre a vítima, e acompanhado da partilha de informação sobre os seus direitos e os serviços de apoio existentes, como a Linha Nacional de Emergência Social (144) e a APAV. A criação de um plano de segurança, com contactos de confiança e estratégias para emergências, é igualmente fundamental.</p><p>É importante respeitar o tempo e as decisões da vítima, sem exercer pressão para abandonar de imediato a relação abusiva. Confrontos diretos com o agressor devem ser evitados, pois podem agravar o risco. Por fim, deve-se incentivar o acesso a apoio profissional, promovendo a recuperação emocional e a reconstrução da autoestima.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:27:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Violência fisica</title>
         <author>ritamgrolao</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597603006</link>
         <description><![CDATA[<p>A violência física é a forma mais evidente, envolve agressões diretas ao corpo da vítima, como empurrões, socos, pontapés, queimaduras ou estrangulamento. Este tipo de violência pode deixar marcas visíveis, mas também causa traumas psicológicos profundos, podendo até resultar em hospitalizações ou situações de perigo de vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:29:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Violência psicológica</title>
         <author>ritamgrolao</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597603250</link>
         <description><![CDATA[<p>A violência psicológica é muitas vezes silenciosa, mas não menos destrutiva do que outras formas de abuso. Manifesta-se através de humilhações constantes, ameaças, insultos, chantagens emocionais e manipulação. O agressor procura controlar a vítima, desgastando a sua autoestima e isolando-a do convívio com amigos e familiares. As consequências deste tipo de violência têm um grande impacto, como depressão, ansiedade, perda de confiança, e um sentimento persistente de medo e insegurança. Muitas vezes, a vítima sente-se incapaz de pedir ajuda ou de sair da relação abusiva devido ao impacto emocional deste tipo de agressão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:29:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Violência sexual</title>
         <author>ritamgrolao</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597603589</link>
         <description><![CDATA[<p>A violência sexual refere-se a qualquer ato de natureza sexual praticado sem o consentimento da vítima. Pode manifestar-se através de relações forçadas, pressão para realizar atos sexuais contra a vontade, toques indesejados, ou até a partilha e divulgação de imagens íntimas sem autorização. É fundamental lembrar que o consentimento deve ser sempre explícito e contínuo, mesmo dentro de uma relação. As vítimas de violência sexual podem desenvolver traumas profundos, sentimentos de vergonha, culpa e medo, além de evitarem futuras relações íntimas devido ao impacto emocional e psicológico desta experiência. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:29:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Violência digital</title>
         <author>ritamgrolao</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597604811</link>
         <description><![CDATA[<p>A violência digital tem-se tornado cada vez mais comum, especialmente entre os mais jovens. Este tipo de violência ocorre através do uso da tecnologia como ferramenta de controlo e intimidação. As formas mais frequentes incluem a vigilância das redes sociais, a invasão de privacidade (como ler mensagens sem permissão), o envio de mensagens ofensivas, o cyberbullying, ou até a divulgação de imagens íntimas sem consentimento. As repercussões podem ser graves, comprometendo a estabilidade emocional e psicológica da vítima provocando ansiedade, depressão, isolamento social e sentimento de vergonha ou medo. m muitos casos, este tipo de violência mantém-se ao longo do tempo, pois os conteúdos publicados na internet são difíceis de apagar, o que prolonga o sofrimento psicológico da vítima.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:30:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Violência financeira</title>
         <author>ritamgrolao</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597605376</link>
         <description><![CDATA[<p>A violência financeira ocorre quando o agressor tenta controlar a vítima através do dinheiro ou dos recursos materiais. Exemplos comuns incluem impedir a vítima de trabalhar ou estudar, controlar todo o dinheiro da casa, proibir o acesso a contas bancárias ou até apropriar-se de bens pessoais. Este tipo de violência cria uma dependência económica, o que torna muito difícil para a vítima sair da relação abusiva. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:30:22 UTC</pubDate>
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         <title>Brain Storm☁️</title>
         <author>cvalentim625</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597605974</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:30:43 UTC</pubDate>
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         <title>Campanha da CIG #PortugalContraAViolênciaDoméstica</title>
         <author>cvalentim625</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597607194</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:31:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sinais de alerta no relacionamento⚠️</title>
         <author>cvalentim625</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597618718</link>
         <description><![CDATA[<p>É importante que as vítimas saibam reconhecer os sinais de alerta dentro dos seus relacionamentos. </p><p>“(...) a violência no namoro é um fenómeno que ocorre com frequência entre adolescentes, sendo muitas vezes naturalizada ou minimizada” (Manso &amp; Fernandes, 2015, p. 12, linhas 330‑335).</p><p>Ao reconhecer estes sinais vão poder proteger a sua saúde física e mental, evitando futuros constrangimentos. Por isso, decidimos reunir dez sinais de alerta num relacionamento:</p><p>1- Controlo excessivo: ex. Quando o/a agressor/a quer controlar todas as decisões da vítima como, o que ela vai vestir, onde ela vai, com quem vai.</p><p>2- Ciúmes possessivos: ex. Fica irritado/a cada vez que a vítima fala com alguém, pensa que toda a gente a quer “roubar” dele/a e usa os ciúmes como uma prova de amor.</p><p>3- Isolamento: ex. Faz com que a vítima se afaste dos amigos, familiares, colegas de trabalho… manipula de forma a que a vítima se sinta culpada por querer estar com outras pessoas.</p><p>4- Desvalorização: ex. Humilha, rebaixa, diminui e ridiculariza as conquistas, os sonhos, as capacidades da vítima em tom de gozo, através de chantagem emocional (“ninguém vai te amar como eu”).</p><p>5- Medo e intimidação: ex. A vítima vive com medo de enfrentá-lo/a e dizer o que pensa, pois surgiram gritos, ameaças ou até agressão para intimidar. O/A agressor/a vai ameaçar se a si próprio ou à vítima se a mesma quiser sair da relação.</p><p>6- Culpabilização: ex. Nunca assume a culpa, tenta sempre culpabilizar a vítima, dizendo que ela é que provocou certo comportamento- inverte os papéis.</p><p>7- Invasão de privacidade: ex. Ler mensagens privadas, exigir os códigos dos dispositivos, querer sempre saber onde a pessoa está (exigindo lhe até fotos/videos para comprovar)…</p><p>8- Violência física, verbal e sexual: ex. Empurrões, socos, chutos, insultos, ameaças, humilhações, forçar/ obrigar o outro a ter relações sexuais, continuar o ato mesmo depois da pessoa ter dito que não…</p><p>9- Falsas promessas e recaídas: ex. O/A agressor/a pede desculpas, faz inúmeras promessas (falsas) e diz que vai mudar. A vítima acredita, vê um melhor comportamento e pensa que é desta vez, porém os comportamentos abusivos voltam- o ciclo repete-se.</p><p>10- Gaslighting: ex. O/A agressor/a nega tudo o que foi dito/feito (“eu nunca disse isso, estás a inventar coisas”), minimiza sentimentos (“és louco/a, estás a exagerar”), mente com convicção de forma a que a vítima duvide dela mesma e acredite em tudo o que ele/a diz…</p><p>Sendo Voluntárias da APAV, conseguimos comprovar estes fatores de uma perspectiva mais próxima e perceber que de facto isto é a realidade de muitas pessoas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:37:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Atividade 1- &quot;Circulo de Sinais&quot;</title>
         <author>cvalentim625</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597623440</link>
         <description><![CDATA[<p>Iremos dinamizar três atividades, com o objetivo de ajudar os participantes a identificarem comportamentos abusivos nas relações íntimas e discutir estratégias de prevenção e apoio. </p><p>A primeira atividade chama-se "circulo de sinais". Portanto,&nbsp;em roda, cada participante irá receber um cartão com uma frase (ex: “proíbe-te usares certas roupas”, “impede-te de falares com amigos”, “grita contigo durante discussões” etc.) e outros, e também três cartões, um vermelho, um amarelo e outro verde. Depois, cada um terá que classificar cada atitude como:&nbsp;vermelho (violência), amarelo (sinal de alerta), verde (saudável).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:39:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 2- &quot;Entre o Respeito e o Controlo&quot;</title>
         <author>cvalentim625</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597625436</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta atividade serão disponibilizados dois sacos ou caixas, um saco é o respeito e o outro a violência O objetivo é promover uma reflexão crítica sobre estes temas, a partir da partilha anónima de situações reais, conhecidas ou observadas, que os participantes associem a cada um dos conceitos.</p><p>Ao lado dos sacos haverá folhas A4 e canetas, para que cada pessoa possa escrever livremente o que quiser como frases, comportamentos, episódios, expressões ou atitudes que considere representativas de cada tema. As folhas A4 servem para que os participantes possam rasgar ou cortar em vários pedaços, criando múltiplos registos individuais. Cada papel será depois colocado no saco correspondente, de acordo com o conteúdo escrito.</p><p>A participação é totalmente anónima e voluntária. Cada pessoa decide o que quer ou não partilhar, e será relembrado que não devem escrever sobre situações demasiado sensíveis se não quiserem que sejam lidas ou debatidas. O foco da atividade é a reflexão, não a exposição pessoal.</p><p>Depois dos sacos estarem preenchidos, serão retirados aleatoriamente alguns papéis de cada saco para leitura em voz alta. A partir dessas leituras, será promovido um debate coletivo, onde se discutirá por que razão cada situação foi colocada naquele saco, se poderia estar noutro, e que tipo de impacto ou significado pode ter numa relação. O objetivo é explorar as fronteiras entre o aceitável e o abusivo, reconhecer zonas cinzentas e reforçar a importância do respeito, da autonomia e da escuta nas relações íntimas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:40:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 3- &quot;Jogo de Tabuleiro Humano&quot;</title>
         <author>cvalentim625</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597625682</link>
         <description><![CDATA[<p>Vamos realizar o Jogo de Tabuleiro Humano, através da interação em grupo, os participantes vão perceber que só é possível “avançar” numa relação quando há atitudes positivas, baseadas no respeito, na empatia e na confiança.</p><p>Para isso, será criado no chão um percurso com cerca de 10 a 12 casas, utilizando arcos. A turma será dividida em 4 grupos, onde cada grupo terá um peão humano. Nós iremos fazer várias perguntas sobre o tema a cada peão, se acertar avança uma casa, se errar perde a vez e não avança. O grupo irá refletir entre si e ajudar o peão a dar as respostas certas. Quem chegar primeiro ao fim ganha!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:40:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>saracondutoo</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3597646662</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 13:50:26 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo “Violência no Namoro” – #EstudoEmCasa</title>
         <author>saracondutoo</author>
         <link>https://padlet.com/saracondutoo/fnqixadqpyaw94ip/wish/3616660680</link>
         <description><![CDATA[<p>A Direção-Geral da Educação (DGE) disponibiliza um vídeo com o testemunho de uma agente da Polícia Segura, Sofia Vaz, abordando situações reais de violência no namoro. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 10:27:39 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos de apoio</title>
         <author>saracondutoo</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Emergência:</strong> 112</p></li><li><p><strong>APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima):</strong> 808 202 148</p></li><li><p><strong>Linha de Apoio à Vítima:</strong> 116 006 (confidencial e gratuita)</p></li><li><p><strong>CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género:</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cig.gov.pt">https://www.cig.gov.pt</a></p></li><li><p>Centros de Saúde e Hospitais oferecem apoio psicológico e social.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 10:29:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Estatísticas e Dados</title>
         <author>saracondutoo</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>CIG – Dados Oficiais</strong>: Em 2024, registaram-se 6 homicídios em contexto de violência doméstica e 7.056 ocorrências participadas à PSP ou GNR. <a rel="noopener" class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://www.cig.gov.pt/2025/02/dados-oficiais-relativos-a-violencia-domestica-em-portugal-4o-trimestre-de-2024/?utm_source=chatgpt.com">CIG</a></p></li><li><p><strong>APAV – Relatório Anual 2020</strong>: A APAV registou 66.408 atendimentos em 2020, sendo a violência doméstica o crime mais prevalente. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://apav.pt">apav.pt</a></p></li><li><p><strong>Pordata – Violência Física ou Sexual contra Mulheres</strong>: Dados sobre a percentagem de mulheres com 15 e mais anos que experienciaram violência física ou sexual nos 12 meses anteriores ao inquérito.</p></li></ul><p><br></p><p>“Concretamente, 12 % refere ter sido vítima de violência verbal, 8 % vítima de violência psicológica e 4,5 % vítima de violência física” (Manso &amp; Fernandes, 2015, p. 10, linhas 257‑262).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-03 10:30:18 UTC</pubDate>
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         <title>Referências Bibliográficas:</title>
         <author>cvalentim625</author>
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         <description><![CDATA[<p>Guerreiro, A., Pontedeira, C., Sousa, R., Magalhães, M. J., Oliveira, E., &amp; Ribeiro, P. (2015). Intimidade e violência no namoro: refletir a problemática nos/as jovens. <em>Revista do Centro de Estudos Sociais</em>, <em>10</em>, 14-26. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ces.uc.pt/publicacoes/cescontexto/ficheiros/cescontexto_debates_x.pdf#page=10">https://ces.uc.pt/publicacoes/cescontexto/ficheiros/cescontexto_debates_x.pdf#page=10</a></p><p><br></p><p>Direção‑Geral da Saúde. (2016). <em>Violência interpessoal: abordagem, diagnóstico e intervenção nos serviços de saúde</em>(2.ª ed.). <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://platform.who.int/docs/default-source/mca-documents/policy-documents/guideline/PRT-GBV-19-04-GUIDELINE-2017-prt-Referencial-Tecnico-Violencia-Interpessoal-Abordagem-Diagnostico-e-Intervencao-nos-Servicos-de-Saude.pdf">https://platform.who.int/docs/default-source/mca-documents/policy-documents/guideline/PRT-GBV-19-04-GUIDELINE-2017-prt-Referencial-Tecnico-Violencia-Interpessoal-Abordagem-Diagnostico-e-Intervencao-nos-Servicos-de-Saude.pdf</a></p><p><br></p><p>Manuel, S. C. G. (2014). <em>A violência no namoro entre jovens adultos</em> (Master's thesis, Universidade do Porto (Portugal)).</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.proquest.com/openview/a45f2693e2c27c2a16f2d1864d8ad791/1?cbl=2026366&amp;diss=y&amp;pq-origsite=gscholar">https://www.proquest.com/openview/a45f2693e2c27c2a16f2d1864d8ad791/1?cbl=2026366&amp;diss=y&amp;pq-origsite=gscholar</a></p><p><br></p><p>Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. (2025). <em>Violência doméstica / Violência nas relações de intimidade</em>. Preciso de Ajuda. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://precisodeajuda.pt/vd/">https://precisodeajuda.pt/vd/</a></p><p><br></p><p>Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género. (2025, 14 de fevereiro). <em>Estudo Nacional de Violência no Namoro revela um aumento da legitimação da violência no namoro</em>. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cig.gov.pt/2025/02/estudo-nacional-de-violencia-no-namoro-revela-um-aumento-da-legitimacao-da-violencia-no-namoro/">https://www.cig.gov.pt/2025/02/estudo-nacional-de-violencia-no-namoro-revela-um-aumento-da-legitimacao-da-violencia-no-namoro/</a> <a rel="noopener" class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://www.cig.gov.pt/2025/02/estudo-nacional-de-violencia-no-namoro-revela-um-aumento-da-legitimacao-da-violencia-no-namoro/?utm_source=chatgpt.com">CIG+1</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-03 15:49:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de violência:</title>
         <author>ritamgrolao</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-03 15:50:19 UTC</pubDate>
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         <title>Anexos:</title>
         <author>ritamgrolao</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-03 18:04:16 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação: </title>
         <author>ritamgrolao</author>
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         <pubDate>2025-11-03 18:12:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Muitos dos que convivem diariamente com a violência assumem‑na como uma parte intrínseca da condição humana. Não tem de ser assim. A violência pode ser evitada. As culturas violentas podem ser mudadas. Os governos, as comunidades e os indivíduos podem fazer a diferença.” (Direção‑Geral da Saúde, 2016, p. 4)</title>
         <author>saracondutoo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-03 21:56:56 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão da apresentação</title>
         <author>saracondutoo</author>
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         <description><![CDATA[<p>As três atividades foram dinamizadas em aula no dia 10 de novembro, com a duração aproximada de 20 minutos cada, tendo como objetivo principal promover a reflexão e a consciencialização sobre comportamentos abusivos nas relações íntimas, bem como incentivar os participantes a identificar sinais de alerta e valorizar atitudes baseadas no respeito, na empatia e na confiança.</p><p>A primeira atividade “Círculo de Sinais”, permitiu aos participantes distinguir comportamentos saudáveis, sinais de alerta e comportamentos abusivos, através de uma dinâmica interativa e visual. A utilização dos cartões coloridos (verde, amarelo e vermelho) facilitou a compreensão e a classificação das situações apresentadas, promovendo uma discussão participativa e reflexiva<strong> </strong>sobre os limites do comportamento aceitável numa relação. Observou-se um bom nível de envolvimento e uma participação ativa e crítica, demonstrando que os participantes compreenderam a importância de reconhecer atitudes de controlo, desrespeito ou agressividade.</p><p>Na segunda atividade, “Os Sacos do Respeito e da Violência”, a escrita anónima de situações associadas a cada conceito possibilitou aos participantes expressar conhecimentos e experiências de forma segura e confidencial. A leitura e o debate dos papéis retirados dos sacos fomentaram uma reflexão coletiva sobre as fronteiras entre o respeito e a violência, ajudando a desconstruir ideias normalizadas e a reconhecer comportamentos abusivos muitas vezes disfarçados de preocupação ou ciúme. Esta dinâmica revelou-se muito eficaz para estimular o pensamento crítico, a empatia e a capacidade de análise moral e emocional.</p><p>Por fim, o “Jogo de Tabuleiro Humano” introduziu uma componente lúdica e cooperativa, reforçando de forma prática os conteúdos explorados anteriormente. Através da interação em grupo e da necessidade de refletir sobre as respostas, os participantes compreenderam que numa relação saudável só é possível “avançar” quando existem atitudes positivas, baseadas no respeito mútuo e na comunicação. A atividade promoveu a cooperação, o diálogo e o reforço das aprendizagens, num ambiente descontraído e motivador.</p><p>Em síntese, as três atividades cumpriram plenamente os objetivos definidos, proporcionando momentos de aprendizagem significativa, reflexão crítica e partilha de ideias. A metodologia participativa e diversificada utilizada revelou-se adequada e eficaz, contribuindo para o desenvolvimento da consciência individual e coletiva sobre a importância do respeito, da autonomia e da igualdade nas relações íntimas.</p><p>De forma global, a sessão revelou-se muito positiva e enriquecedora, tanto para os participantes como para os dinamizadores. As atividades propostas permitiram abordar um tema sensível e complexo de forma acessível, participativa e significativa, promovendo a reflexão sobre comportamentos abusivos nas relações íntimas e a valorização de atitudes baseadas no respeito e na igualdade.</p><p>Ao longo das dinâmicas, foi possível observar elevados níveis de envolvimento, interesse e cooperação, evidenciando que os participantes se sentiram confortáveis para partilhar opiniões e refletir criticamente sobre o tema. O ambiente de confiança e respeito criado ao longo da sessão foi determinante para que surgissem discussões construtivas e momentos de autorreflexão, permitindo reconhecer comportamentos que, muitas vezes, são socialmente normalizados.</p><p>Em termos pedagógicos, as atividades demonstraram a importância de metodologias ativas e experiencialmente significativas na educação para a igualdade e para a prevenção da violência nas relações. Através da combinação entre reflexão, debate e jogo, foi possível estimular o pensamento crítico, a empatia e a consciência social, consolidando aprendizagens de forma dinâmica e colaborativa.</p><p>Conclui-se, assim, que a intervenção contribuiu de forma relevante para o desenvolvimento da literacia emocional e relacional dos participantes, reforçando valores essenciais como o respeito, a comunicação e a responsabilidade afetiva pilares fundamentais na construção de relações saudáveis e equilibradas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-12 11:26:49 UTC</pubDate>
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