<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Compartilhando conhecimentos by Darlene Maciel</title>
      <link>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento</link>
      <description>Espaço para compartilhar informações e conhecimentos na área da educação.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-25 22:38:37 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-21 17:15:39 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-assets.s3.amazonaws.com/icons/Bagshop.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Como as práticas sociais e os novos processos de comunicação podem inspirar outras práticas pedagógicas e a gestão de processos educacionais?</title>
         <author>darlenemaciel</author>
         <link>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/133188519</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-10-25 23:06:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/133188519</guid>
      </item>
      <item>
         <title>As novas práticas sociais onde cada vez mais as mídias influenciam no comportamento humano estão crescendo a cada dia uma vez que um número maior de pessoas tem acesso as redes comunicativas. A informação está em todo lugar e ao acesso de todas as pessoas e cada vez mais rápidas. Além de assistirmos e vermos a influencia das mídias o tempo todo, agora podemos ser autores de notícias de uma forma muito particular, pois cada um tem a sua visão de determinado acontecimento. Dependendo do que é publicado se expande por diversos canais de comunicação, sendo compartilhado e debatido por inúmeras pessoas. A internet ganhou uma dimensão enorme, dando voz para quem não tem. É preciso ter cuidado porque tudo o que se publica nunca é para si mesmo, sendo visualizado e compartilhado muitas vezes pelo mundo todo.O
computador, celular, tablets entre outros, conectado a uma rede de internet oferece diversas ferramentas para o
ensino aprendizagem. Encontramos recursos, velocidade, comunicação e programas.
Ele permite a criação de um espaço amplo para pesquisa e produção de textos.
Diante desses recursos é possível criar e explorar muitas coisas com os alunos
no espaço virtual. É preciso que todos os alunos possuam um endereço eletrônico
para comunicação. A criação de uma página na internet para a troca de
informações entre alunos e professor. A ferramenta de participação em fórum,
onde podem ser discutidos assuntos das aulas anteriores ou posteriores. Devido
à diversidade de tecnologias os alunos estão cada vez mais informatizados.
Sendo assim o professor deve pensar sua prática pedagógica voltada para o uso
das tecnologias,
atendendo a realidade dos alunos.</title>
         <author>darlenemaciel</author>
         <link>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134121590</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=CJWOFbuwiPg" />
         <pubDate>2016-10-31 00:37:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134121590</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MICROBLOGS:Os micro blogs são ferramentas que permitem atualização rápida, curta e em diversos ambientes(instante Messenger, pela web, por meio de dispositivos móveis,(smartphones), por meio de SMS em qualquer aparelho celular, desde que a sua operadora tenha convenio com o serviço e disponibilize-o).Tornou-se uma febre na web e os micro blogs tornaram-se uma das principais ferramentas de comunicação online, pois, sua dinâmica consiste na atualização instantânea, e com postagens curtas Serviços como Twitter, Tumblr e Jaiku são os mais populares do segmento. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; BLOG:É uma espécie de “diário online”, é uma página da web de fácil personalização, é uma forma eficiente de comunicação, além de ser rápida e barata permite interação com o usuário, por meio dos comentários que podem ser deixados em cada publicação ou postagem.Utilizador frequente é denominado de Blogueiro, muitos alcançaram a “fama” por meio destes serviços, que consiste na postagem de um conteúdo especifico, ou particularidades do proprietário.Atualmente, vem crescendo o número de pessoas que migraram do Blog que deriva de ‘web -log’. (registro na web) para Vlog, os vlogs que derivam de vídeo – log.(registro em vídeos) têm dinâmica similar ao Blog, porém em videos, o que quebra o paradigma do anonimato adotado por muitos no blog, a plataforma mais popular que hospeda Vlogs atualmente é o youtube.</title>
         <author>darlenemaciel</author>
         <link>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134127068</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: <a href="https://informandos.wordpress.com/2011/05/03/diferenca-entre-microblog-blogs-sites-portais-e-comercio-eletronico/">https://informandos.wordpress.com/2011/05/03/diferenca-entre-microblog-blogs-sites-portais-e-comercio-eletronico/</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/aws/143095598/0c806a06d64bdd8ce3162bc1ad1ab7c3/microblog2.png" />
         <pubDate>2016-10-31 01:49:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134127068</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Webconferências</title>
         <author>darlenemaciel</author>
         <link>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134127855</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Hangout<br><br></div><div>A ferramenta para conferências e reuniões mais descolada do momento é o Hangout, do Google+. Com ela, é possível realizar conversas com até 10 pessoas e o mais divertido: transmitir o bate-papo ao vivo pelo YouTube. Além disso, toda a conversa fica disponível para consulta dentro do canal da empresa ou do organizador do chat.<br><br>&nbsp;Skype<br><br></div><div>Uma das ferramentas para troca de mensagens e conversas via Voip mais popular do mundo, pode ser usada para a realização de conferências e treinamentos no Skype. Seus recursos para compartilhamento de tela e reuniões com múltiplos participantes permitem que você e seus contatos conversem sem pagar nada. Sem dúvida, para diálogos rápidos e troca de informações, é uma das ferramentas mais usadas e indicadas.<br><br></div><div>Fonte: <a href="http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/07/top-5-melhores-servicos-para-realizar-conferencias-e-treinamentos-online.html">http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/07/top-5-melhores-servicos-para-realizar-conferencias-e-treinamentos-online.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padletuploads.blob.core.windows.net/aws/143095598/9f9d3feb35980a0a2d46611b95e5f3a0/Web.jpg" />
         <pubDate>2016-10-31 02:02:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134127855</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo</title>
         <author>darlenemaciel</author>
         <link>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134638591</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo a Wikipédia, o&nbsp; vídeo, do latim eu vejo, é uma tecnologia de processamento de sinais eletrônicos, analógicos ou digitais, para capturar, armazenar e transmitir ou apresentar uma sucessão de imagens com impressão de movimento. A aplicação principal da tecnologia de vídeo resultou na televisão, com todas as suas inúmeras utilizações, seja no entretenimento, na educação, engenharia, ciência, indústria, segurança, defesa, artes visuais.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>O termo vídeo ganhou com o tempo uma grande abrangência. Chama-se também de vídeo uma gravação de imagens em movimento, uma animação composta por fotos sequenciais que resultam em uma imagem animada, e principalmente as diversas formas de gravar imagens eletronicamente em fitas (analógicas ou digitais) ou outras mídias (cartões de memória, discos etc.). <br><br>Fonte: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADdeo">https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADdeohttps://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADdeo</a><br><br>Youtube<br><br>A palavra “youtube” foi feita a partir de dois termos da língua inglesa: “you”, que significa “você” e “tube”, que provêm de uma gíria que muito se aproxima de “televisão”. Em outras palavras seria a “televisão feita por você”. Essa é justamente a principal função do fenômeno da internet: permitir que os usuários carreguem, assistam e compartilhem vídeos em formato digital.<br><br></div><div>O Youtube foi criado em fevereiro de 2005, por Chad Hurley e Steve Chen, dois funcionários de uma empresa de tecnologia situada em São Francisco, EUA. O site surgiu em virtude do inconveniente que era compartilhar arquivos de vídeo, já que estes eram muito grandes, o que dificultava seu envio por e-mail.<br><br></div><div>O site permite que os usuários coloquem seus próprios vídeos na rede, sendo visualizados por qualquer pessoa no mundo inteiro. O Youtube utiliza o formato Macromedia Flash para reproduzir os conteúdos, além de permitir que usuários coloquem os vídeos em seus blogs e sites pessoais. Todo o potencial do Youtube foi reconhecido pela revista americana Time, que elegeu o site como a melhor invenção de 2006.<br><br></div><div>Devido ao grande sucesso do Youtube, em outubro de 2006, a gigante Google anunciou a compra do site pela quantia de US$1,65 bilhão, unificando os serviços do seu próprio site de compartilhamento de vídeos, Google Vídeo, ao Youtube. A principal regra do site é o não-compartilhamento de vídeos protegidos por direitos autorais, fato que na maioria das vezes não é cumprido.<br><br></div><div>Outro fato que chamou a atenção de todos foi uma determinação judicial no dia 05 de janeiro de 2007 que ordenava o bloqueio do site. Essa determinação havia sido ocasionada pelo polêmico vídeo envolvendo uma apresentadora de TV trocando carícias com seu namorado em uma praia espanhola. Isso acarretou o bloqueio de cerca de 5,5 milhões de usuários brasileiros, o que fez despertar uma onda de protestos contra a medida. No dia 09 de janeiro foi declarado que o site não deveria ser bloqueado.<br><br></div><div>Estima-se que diariamente cerca de vinte mil novos vídeos são carregados e trinta milhões são assistidos no Youtube.<br><br></div><div>Fonte: DANTAS, Tiago. "Youtube"; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em &lt;http://brasilescola.uol.com.br/informatica/youtube.htm&gt;. Acesso em 01 de novembro de 2016.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-11-01 22:02:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134638591</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Redes Sociais</title>
         <author>darlenemaciel</author>
         <link>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134645566</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Desde a década de 90 com a origem da Internet, a conexão entre as pessoas fica mais fácil e com o aprimoramento desta tecnologia da informação, surgem as Redes Sociais. A Rede Social é uma estrutura que inter-relaciona empresas ou pessoas, que estão conectadas pelas mais diversas relações. Cada qual se relaciona de acordo com as suas preferências e particularidades. Trata-se de uma ligação social e conexão entre pessoas.</div><div><br></div><div> Atualmente existem diferentes tipos de rede social, dentre as mais famosas, podemos citar as profissionais como LinkedIn e de relacionamentos como Twitter, Myspace, Orkut, Facebook entre outras redes como políticas e comunitárias. A primeira rede social surgiu em 1995 nos Estados Unidos e Canadá, chamada Classmates, com o objetivo de conectar estudantes da faculdade. A partir de então as redes sociais se popularizaram até os dias de hoje, com o surgimento das redes de música como Last.FM, fotos como o Flickr e vídeo como o Vimeo.</div><div><br></div><div> <br><br></div><div>A rede social Facebook foi criada em 2004 pelos estudantes de Harvard, Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Chris Hughes e Dustin Moskovitz e possui mais de 750 milhões de usuários no mundo todo. Também em 2004, foi desenvolvido o Orkut, pelo engenheiro turco que trabalhava no Google, Orkut Büyükkökten, atualmente possui em média 35 milhões de usuários. A rede MySpace criada em 2003 por Tom Anderson e Christopher DeWolfe, chegou a ser a mais popular do mundo mas perdeu a força com a vinda de outras redes. A mais nova Rede Social, o Twitter é algo inovador e atualmente possui mais de 44,5 milhões de usuários no mundo. Foi desenvolvido em 2006 por Jack Dorsey. Já o LinkdIn é muito conhecido no mundo empresarial, desenvolvido e criado por Dan Nye em 2002, cinco anos depois já registrava mais de 16 milhões de usuários.<br><br></div><div> O conceito de Rede Social se refere a Antropologia e Sociologia, matérias estas que estudam o comportamento da sociedade. Denomina-se Rede Social o complexo de relações entre pessoas que fazem parte de um grupo e que facilitam a interação. Atualmente devido ao enorme sucesso das Redes Sociais, estima-se mais de 300 tipos, as empresas aderiram a esta ferramenta, e procuram manter um relacionamento com seus consumidores e inserir sua publicidade de alguma forma.</div><div><br></div><div> Outra característica interessante das Redes Sociais é a facilidade da democratização e compartilhamento das informações, de conhecimento e interesses entre as pessoas, além de fomentar o networking e ser uma ferramenta que auxilia as empresas em processos de seleção. Neste sentido, pode-se dizer que a rede social pode dar voz as pessoas, dando mais importância a opinião pública.</div><div><br></div><div> <br><br></div><div>Fonte: Redes Sociais<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div>Desde a década de 90 com a origem da Internet, a conexão entre as pessoas fica mais fácil e com o aprimoramento desta tecnologia da informação, surgem as Redes Sociais. A Rede Social é uma estrutura que inter-relaciona empresas ou pessoas, que estão conectadas pelas mais diversas relações. Cada qual se relaciona de acordo com as suas preferências e particularidades. Trata-se de uma ligação social e conexão entre pessoas.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Atualmente existem diferentes tipos de rede social, dentre as mais famosas, podemos citar as profissionais como LinkedIn e de relacionamentos como Twitter, Myspace, Orkut, Facebook entre outras redes como políticas e comunitárias. A primeira rede social surgiu em 1995 nos Estados Unidos e Canadá, chamada Classmates, com o objetivo de conectar estudantes da faculdade. A partir de então as redes sociais se popularizaram até os dias de hoje, com o surgimento das redes de música como Last.FM, fotos como o Flickr e vídeo como o Vimeo.<br><br></div><div> <br><br></div><div>A rede social Facebook foi criada em 2004 pelos estudantes de Harvard, Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Chris Hughes e Dustin Moskovitz e possui mais de 750 milhões de usuários no mundo todo. Também em 2004, foi desenvolvido o Orkut, pelo engenheiro turco que trabalhava no Google, Orkut Büyükkökten, atualmente possui em média 35 milhões de usuários. A rede MySpace criada em 2003 por Tom Anderson e Christopher DeWolfe, chegou a ser a mais popular do mundo mas perdeu a força com a vinda de outras redes. A mais nova Rede Social, o Twitter é algo inovador e atualmente possui mais de 44,5 milhões de usuários no mundo. Foi desenvolvido em 2006 por Jack Dorsey. Já o LinkdIn é muito conhecido no mundo empresarial, desenvolvido e criado por Dan Nye em 2002, cinco anos depois já registrava mais de 16 milhões de usuários.<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div>O conceito de Rede Social se refere a Antropologia e Sociologia, matérias estas que estudam o comportamento da sociedade. Denomina-se Rede Social o complexo de relações entre pessoas que fazem parte de um grupo e que facilitam a interação. Atualmente devido ao enorme sucesso das Redes Sociais, estima-se mais de 300 tipos, as empresas aderiram a esta ferramenta, e procuram manter um relacionamento com seus consumidores e inserir sua publicidade de alguma forma.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Outra característica interessante das Redes Sociais é a facilidade da democratização e compartilhamento das informações, de conhecimento e interesses entre as pessoas, além de fomentar o networking e ser uma ferramenta que auxilia as empresas em processos de seleção. Neste sentido, pode-se dizer que a rede social pode dar voz as pessoas, dando mais importância a opinião pública.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Fonte: <a href="http://www.infoescola.com/sociedade/redes-sociais-2/">http://www.infoescola.com/sociedade/redes-sociais-2/</a><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=2ePr6RstQNw" />
         <pubDate>2016-11-01 23:10:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134645566</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aplicativos</title>
         <author>darlenemaciel</author>
         <link>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134656887</link>
         <description><![CDATA[<div>Aplicativos: uma revolução do cotidiano</div><div>O universo dos apps é tão diverso e sua relação com seus usuários tão estreita que ousamos fazer o desafio: “Diga-me seus aplicativos que te direi quem és”</div><div><br></div><div>PUBLICADO EM 18/07/14 - 11h25</div><div><br></div><div>JESSICA ALMEIDA</div><div><br></div><div>Não faz muito tempo, eles migraram dos computadores para os celulares e, em nossas mãos, mudaram para sempre as nossas vidas. Hoje, exercemos com grande prazer, além de um pouquinho de culpa, a função de seus escravos – pesquisa sobre o uso de aplicativos feita pela empresa norte-americana Apigee com usuários de smartphones de cinco países apontou que 85% dos entrevistados prefere ficar sem água para beber do que deletar todos os seus apps, e 82% acreditam que existem ferramentas sem as quais eles não conseguiriam viver um único dia.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Exageros à parte, os aplicativos vêm mudando profundamente a forma como nos relacionamos uns com os outros e com as atividades do cotidiano. Como espectadores, acompanhamos nossas vidas virarem pelo avesso, mas é provável que só tenhamos a dimensão do que tudo isso tem provocado no futuro.</div><div>&nbsp;</div><div>De um simples app de conversação entre amigos a uma ferramenta mais complexa que, por exemplo, faça a conversão de qualquer moeda estrangeira, difícil encontrar alguém que não tenha se rendido a essa facilidade e, consequentemente, se divertido, economizado tempo, facilitado tarefas, estreitado relações.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>A revolução no dia a dia é inegável e será abordada em um documentário realizado por dois norte-americanos, “App: The Human History” (Aplicativos: a história humana, em tradução livre – leia mais em texto nesta página). O universo dos aplicativos é tão diverso e sua relação com seus usuários tão estreita que poderíamos ousar fazer o desafio: “Diga-me seus aplicativos que te direi quem és”.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Organizada, comprometida, preocupada com a saúde. Poderíamos constatar que a psicóloga Luisa Guimarães, 26, é assim pelas ferramentas que utiliza. Foi aprovada num concurso público, conseguiu condicionamento físico e perda de peso e não espera mais no ponto de ônibus, para citar apenas a influência de três aplicativos em sua vida.</div><div>&nbsp;</div><div>“Com o PCI Concursos eu consegui me organizar, encontrar vagas, editais e conteúdos. Acabei sendo aprovada em um dos que me inscrevi. Já o RunKeeper me estimulou a fazer exercícios, porque tem diferentes modalidades, controla a quilometragem percorrida, o ritmo médio, me permite pôr metas, interagir com outros usuários, tudo de uma forma muito personalizada. E o Moovit me mostra as melhores rotas do transporte público e a hora exata em que a linha vai passar. Esses três, pra mim, são essenciais”, conta.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Fazendo coro com Luisa, o analista de teste Fábio Gomes, 30, brinca que seu telefone ainda não faz seu almoço, mas manda buscar, com o app PedidosJá. “Ele também me permite monitorar o serviço prestado pela minha operadora, movimentar minha conta bancária, rastrear encomendas no correio, consultar a previsão do tempo, conhecer pessoas, manter contato com as que já conheço, pra citar apenas alguns exemplos”, enumera. “Inclusive a função do aparelho que eu menos uso é o telefone em si, ao qual eu só recorro quando não consigo resolver o problema com um app”.</div><div>&nbsp;</div><div>A estudante Marina Novais sabe que conseguiria viver plenamente sem nenhum desses recursos, mas os entende como pequenos facilitadores do dia a dia e não hesita em usá-los a seu favor. “Acho tudo isso incrível, fico fascinada com toda tecnologia que me permita otimizar meu tempo, de modo que eu possa me dedicar mais às coisas que eu gosto”, afirma. “Não dirijo até a esquina sem Google Maps e acho maravilhoso não precisar mais ler revistas ruins na sala de espera do dentista”. Ela ainda conta com a facilidade do Hora da Pílula, que não a deixa esquecer de tomar o comprimido, e o Duoling, que a ajuda a aprender novas línguas. No momento, ela se dedica ao espanhol.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Simples e essencial</strong></div><div>&nbsp;</div><div>É cada vez maior o número de pessoas como Marina, Luisa e Fábio e o público que resiste ao uso dos aplicativos cada vez menor. De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abnee), de janeiro a maio de 2014 foram vendidos 28,2 milhões de celulares no país, sendo 8,6 milhões modelos tradicionais e 19,5 milhões smartphones, que já são 76% dos aparelhos em uso atualmente – isso sem contar os tablets e Smart TVs, suportes de uso dos apps também já difundidos.</div><div>&nbsp;</div><div>Tanto sucesso se deve, talvez, à simplicidade das ideias e sua relação com as demandas do dia a dia. Foi a partir de um problema pessoal que o desenvolvedor em tecnologia belo-horizontino André Almeida, 43, acabou criando o WayTaxi, um dos apps para chamar táxi pioneiros e de maior sucesso no Brasil. “Eu passei um mês sem carro e tinha que me locomover usando táxi. Percebi o quão ineficiente era aquele sistema do taxista se comunicando com a cooperativa por meio de um radinho e pensei ‘por que não fazer um aplicativo que permita o contato direto entre cliente e taxista por um smartphone ou tablet?’”, conta.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Hoje, o WayTaxi é um dos três maiores aplicativos do segmento no país, mas já faz parte do passado de André, que se dedica a uma nova empreitada. “Estamos lançando o Freet, que vai permitir a conexão entre estabelecimentos comerciais e consumidores interessados em descontos, sem custo para os clientes e sem a emissão de papéis”, explica.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Documentário vai relatar impacto social</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Com a chegada da App Store, em 2008, quando programadores de todo o mundo passaram a poder vender seus próprios apps e das outras lojas de aplicativos que a seguiram, o mundo deu um passo adiante. E foi com o objetivo de investigar as consequências desse passo que os diretores norte-americanos Jake Schumacher e Jedidiah Hurt decidiram produzir o documentário “App: The Human Story”, com lançamento previsto para o fim de 2015.</div><div>&nbsp;</div><div>“Nós queremos fazer um filme que faça as pessoas falarem sobre o que significa ser humano num mundo em que a tecnologia está em todo lugar. Queremos mostrar o que têm a dizer os desenvolvedores e designers que estão colocando o usuário final em primeiro lugar”, explica Schumacher.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Trabalhando no projeto há cerca de um ano, eles já recolheram alguns depoimentos importantes, mas para levá-lo adiante vão precisar de apoio e estão arrecadando dinheiro via crowdfunding. Interessados podem contribuir (por meio do site appdocumentary.com) até o dia 31de julho. Serão dados vários tipos de “recompensa” aos apoiadores, incluindo todas as entrevistas que forem feitas pelos diretores, na íntegra.</div><div>&nbsp;</div><div>Segundo Schumacher, com o que têm até agora já foi possível tirar algumas conclusões. “Nós estamos vivendo o início de algo que será parte de nossas vidas por um período muito longo. E é importante dar mais valor às pessoas do que ao dinheiro ou à informação”, diz.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>CAMINHO TECNOLÓGICO QUE NÃO TEM VOLTA</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Em uma ida recente a uma agência bancária, o engenheiro de controle e automação Guilherme Gusman, 25, se surpreendeu ao ver uma pessoa fazer uma transferência de R$ 50 em um dos caixas eletrônicos. Ele, que tinha ido resolver um problema de maior complexidade, jamais se deslocaria até a agência para uma tarefa trivial que pode ser feita com poucos toques no celular.</div><div>Adepto e entusiasta das facilidades proporcionadas pelos smartphones e seus apps, Gusman acredita que essas ferramentas tecnológicas entraram nas nossas vidas de forma irreversível e que o nosso papel é nos adequar. “Mas me preocupo um pouco quando, por exemplo, vou almoçar com meus colegas de trabalho e, no final da refeição, estamos todos checando o celular, em vez de aproveitar o tempo livre juntos”, confessa.</div><div>&nbsp;</div><div>Ao mesmo tempo que cada vez mais nos entregamos às benesses proporcionadas pelos aplicativos, surge outra questão: estaríamos deteriorando as nossas relações? Para a psicóloga Luisa Guimarães, o efeito colateral da evolução proporcionada pelos apps é a dependência causada por eles. “Eu não sou completamente feliz porque, às vezes, estou em um grupo de pessoas e quero me desligar, mas não consigo. Tem horas que meu telefone não me permite ficar sozinha. Sendo muito sincera, estou dividida, porque a gente também perde tanta coisa, um olhar, um sorriso”, declara.</div><div>&nbsp;</div><div>O fim da bateria do celular, para o analista de teste Fábio Gomes, é análogo à ausência do plano de saúde. “É a sensação de que, se alguma coisa der errado, estou desprotegido”, explica. Até pouco tempo atrás, se acabasse perdido em algum lugar, pediria informações na rua, procuraria por placas, daria um jeito sem ter muito transtorno. Hoje, ele acha que perdeu um pouco essa destreza. “Nem o telefone do táxi perto da minha casa eu tenho mais”, diz.</div><div>&nbsp;</div><div>A insegurança em relação às transformações que essas novas ferramentas têm provocado é compreensível, mas para a professora de história e de comunicação da UFMG Regina Helena Alves da Silva, as pessoas não precisam se preocupar tanto com isso. “A tecnologia sempre existiu. Algumas mudanças tecnológicas mudaram o mundo, mas nós nunca fomos abduzidos por isso. Não é para ter medo disso, nem dessas promessas de extinção de coisas que são fundamentais como o livro. A tecnologia não é perigosa e as coisas que serão extintas são as que a gente não quer mais”, ressalta.</div><div>&nbsp;</div><div>O mesmo vale para os que se recusam a surfar nessa onda e preferem fechar os olhos para as transformações. “Nas palestras que faço, costumo dizer que estamos dentro de um carro em alta velocidade, rumo a uma parede, e inevitavelmente vamos nos chocar”, elabora o empreendedor Endeavor Gustavo Ziller. “Nós temos duas opções: estar preparados para a colisão, nos informando e tentando entender o que isso vai acarretar, ou simplesmente ignorar o que vai acontecer e ser jogados à própria sorte”.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Pelos corpos</strong></div><div>&nbsp;</div><div>O que vem por aí é ainda mais arrebatador e as linhas entre o real e o virtual tendem a se tornar cada vez mais difusas. “Acredito piamente que em muito pouco tempo estaremos conectados a partir dos nossos corpos. Não sei exatamente qual será o dispositivo, se um chip ou uma pílula sob a pele, mas será diretamente conectado a nós”, acrescenta Ziller. “E isso não só vai facilitar a inserção dos nossos dados nos aplicativos – uma das grandes dificuldades atuais – como vai facilitar a convergência entre os corpos e os aparelhos, uma vez que a principal tendência entre as startups é a automação de tudo: das residências, dos automóveis e estabelecimentos comerciais”.</div><div>Prova do que Ziller afirma é a declaração recente de David Gonzáles, diretor geral da Intel no Brasil – uma das maiores desenvolvedoras de microprocessadores do mundo –, ao jornal “O Globo” de que “a internet das coisas é um campo com muito potencial” e que “se a computação pode melhorar a experiência de um aparelho, é do interesse da empresa”. Segundo a publicação, o objetivo da Intel é estar presente em cada vez mais produtos, de termostatos aos carros.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Na arte</strong></div><div>&nbsp;</div><div>E quem sai na frente são os que enxergam esse potencial e conseguem utilizá-lo a seu favor. Como é o caso do ex-Beatle Paul McCartney, que relançou cinco de seus álbuns clássicos – “McCartney” (1970), “RAM” (1971), “Band on the Run” (1973), “Wings Over America” (1976) e “McCartney II” (1980) – em formato de aplicativos para iPad, assim como Björk, Lady Gaga e Jay-Z, que têm iniciativas parecidas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Pelo valor de por £ 5,49 cada (cerca de R$ 22), os discos de McCartney podem ser adquiridos na App Store e trazem entrevistas, fotos raras, artes do álbum, dos singles e vídeos que incluem imagens dos ensaios e documentários, além, obviamente, das faixas de áudio remasterizadas. É mais uma forma de explorar, pelo viés da arte.<br><br>Fonte: <a href="http://www.otempo.com.br/pampulha/reportagem/aplicativos-uma-revolu%C3%A7%C3%A3o-do-cotidiano-1.885385">http://www.otempo.com.br/pampulha/reportagem/aplicativos-uma-revolu%C3%A7%C3%A3o-do-cotidiano-1.885385</a></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-11-02 01:08:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/darlenemaciel/compartilhandoconhecimento/wish/134656887</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
