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      <title>Fadiga e Cãibra (câimbra) Muscular EF512A 2023 by Mara Patrícia Traina Chacon Mikahil</title>
      <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular</link>
      <description>Insira seus achados: resumo e referencias</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-19 00:07:03 UTC</pubDate>
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         <title>Fadiga local (exemplo)</title>
         <author>chaconm</author>
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         <description><![CDATA[<div>Escolha um tema. Escreva resumidamente as principais informações encontradas sobre ele, insira este texto aqui. Pode incluir ilustrações, videos, etc, e claro a(s) referência(s)!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-26 21:15:10 UTC</pubDate>
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         <title>Cãibra</title>
         <author>v246338</author>
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         <description><![CDATA[<div>A cãibra pode ser caracterizada como contrações espasmódicas dolorosas involuntárias seguidas de isometria sustentada na&nbsp; musculatura&nbsp; esquelética.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 12:34:49 UTC</pubDate>
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         <title>Cãibra Muscular</title>
         <author>t246304</author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578208559</link>
         <description><![CDATA[<div>A causa exata das cãibras ainda não é totalmente compreendida, mas vários fatores foram identificados como possíveis contribuintes.<br>A desidratação e a perda de eletrólitos, como sódio, potássio e magnésio, podem afetar a função muscular e aumentar o risco de cãibras.<br>Doenças neurológicas, desequilíbrios hormonais, deficiências nutricionais, certos medicamentos e condições médicas, como diabetes e doenças hepáticas, podem contribuir para o aparecimento de cãibras.<br>Em resumo, as cãibras musculares são um sintoma comum e incômodo, e várias causas e fatores de risco foram identificados. A prevenção e o tratamento eficazes dependem da identificação da causa subjacente e da adoção de medidas adequadas para abordar essa causa.<br><br>REFERÊNCIAS:<br>Casa DJ, Armstrong LE, Hillman SK, et al. National Athletic Trainers' Association Position Statement: Fluid Replacement for the Physically Active. J Athl Train. 2000 Jan-Mar;35(1):212-224. doi: 10.1097/00042752-200035010-00022. PMID: 16558652.<br>Miller KC, Stone MS, Huxel KC, Edwards JE. Exercise-Associated Muscle Cramps: Causes, Treatment, and Prevention. Sports Health. 2010;2(4):279-283. doi:10.1177/1941738110375602<br>Rizzi N, Fabbri T, Lippi G. Electrolyte imbalance and exercise-associated muscle cramping: a case report. J Sports Med Phys Fitness. 2019;59(11):1881-1886. doi: 10.23736/S0022-4707.19.09672-2. PMID: 31673723.<br>Cupisti A, D'Alessandro C, Gesualdo L, Cosola C, Gallieni M, Egidi MF. Magnesium and muscle cramps in patients with chronic kidney disease: an integrative review. Nutrients. 2021;13(1):96. doi: 10.3390/nu13010096. PMID: 33401453; PMCID: PMC7826795.<br>Shipton MJ, Thwaites CJ. Leg cramps: a review. Br J Hosp Med (Lond). 2015;76(8):C124-7. doi: 10.12968/hmed.2015.76.8.C124. PMID: 26280530.<br><br>Grupo:<br>Thales Soares Lemos Neto - 246304<br>João Gustavo Batista - 254620<br>Vinicius Gomes - 235499<br>Pedro Luiz Cerqueira - 243176<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 12:36:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teoria associada a causa da Cãibra:</title>
         <author>v246338</author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578217185</link>
         <description><![CDATA[<div>TEORIA METABÓLICA: explica que as cãibras são ocasionadas devido à “intoxicação” muscular por metabólitos provenientes&nbsp; da&nbsp; atividade&nbsp; contrátil.&nbsp; Dentre&nbsp; as várias dessas substâncias, uma delas é a amônia, que é produzida durante a oxidação das proteínas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 12:43:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CÃIBRA MUSCULAR</title>
         <author>a246003</author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578218585</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><sup>A cãibra é uma contração muscular súbita, localizada, involuntária, contínua e dolorosa, podendo acontecer em qualquer músculo, principalmente nos músculos da coxa, panturrilha e pés, durante ou após a execução de uma atividade física vigorosa.</sup></strong></div><div><strong><sup>Suas principais causas são a desidratação ou teoria do desequilíbrio eletrolítico, caracterizada pela perda de água e perda de eletrólitos importantes para o organismo, como sódio e potássio, "intoxicação" devido aos metabólitos produzidos durante o exercício físico e alteração no estado excitatório das fibras. </sup></strong><strong><sub><br><br></sub></strong><sub>Referências:<br>JUNIOR, Luiz Carlos Carnevali. Mecanismos bioquímicos da contração muscular promovida pela<br>cãibra. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício, v. 13, n. 4, p. 231-238, 2014.<br>SCHIMITT, J. C. et al. Câimbra: Uma análise com base nos conceitos de fisiologia e biofísica. Coleção Pesquisa em Educação Física, v. 15, n. 3, 2016.<br>FRANÇA, Guilherme Fernando Trigo. Cãibras Musculares Associadas ao Exercício e Nutrição: Mitos e Factos: Monografia: Exercise-Associated Muscle Cramps and<br>Nutrition: Myths and Facts. 2010.<br>SWASH, Michael; CZESNIK, D.; DE CARVALHO, M. Muscular cramp: causes and management.<br>MAUGHAN, Ronald J.; SHIRREFFS, Susan M. Muscle cramping during exercise: causes, solutions,<br>and questions remaining. Sports Medicine, v. 49, n. 2, p. 115-124, 2019.<br>European Journal of Neurology, v. 26, n. 2, p. 214-221, 2019.<br></sub><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 12:43:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TEORIA ASSOCIADA A CAUSA DA CÃIBRA:</title>
         <author>v246338</author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578221694</link>
         <description><![CDATA[<div>A teoria eletrolítica, intimamente relacionada à&nbsp; teoria&nbsp; da&nbsp; desidratação,&nbsp; é&nbsp; sustentada&nbsp; pela&nbsp; afirmação de que, juntamente com a água perdida, durante&nbsp; o&nbsp; exercício&nbsp; físico,&nbsp; é&nbsp; perdida,&nbsp; também, uma&nbsp; quantidade&nbsp; de&nbsp; eletrólitos&nbsp; necessários&nbsp; para o nosso organismo. Nas cãibras provocadas pelo desequilíbrio hidroeletrolítico comumente existe uma perda considerável de eletrólitos e água causada por uma sudorese acentuada, especialmente sódio e cloreto. Os principais eletrólitos que, em deficiência, levam&nbsp; ao&nbsp; aparecimento&nbsp; das&nbsp; cãibras&nbsp; musculares são o sódio e o potássio.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 12:46:27 UTC</pubDate>
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         <title>Fadiga</title>
         <author>h171745</author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578224507</link>
         <description><![CDATA[<div>A fadiga pode ser considerada a partir de alguns fatores como por exemplo: a fadiga no que diz respeito a mudança de performance motora, como a queda na capacidade de produzir força e potência. Assim como também pode ser considerada como um estado consciente de percepção, com ou sem mudanças na performance motora.<br>- Aumenta incidência de lesões<br>- Pode ser definida por vários fatores como:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;• Fatores metabólicos: como acúmulo de metabólitos,&nbsp; desequilíbrios eletrolíticos e depleção de glicogênio.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; •Fatores neuromusculares: como transmissão de sinal enfraquecida, alterações na excitabilidade muscular e fadiga central.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; •Fatores mecânicos: como danos musculares, sobrecarga mecânica e lesões.<br>- Pode ser modulada por fatores como: <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;•Fatores psicológicos (Ansiedade, estresse a motivação)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;•Fatores ambientais (Temperatura, altitude, umidade)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;•Fatores nutricionais (Alimentação, suplementação)<br><br><strong>REFERÊNCIAS:</strong><br>Constantin-Teodosiu D, Constantin D. Molecular Mechanisms of Muscle Fatigue. Int J Mol Sci. 2021 Oct 27;22(21):11587. doi: 10.3390/ijms222111587. PMID: 34769017; PMCID: PMC8584022.<br><br>Twomey R, Aboodarda SJ, Kruger R, Culos-Reed SN, Temesi J, Millet GY. Neuromuscular fatigue during exercise: Methodological considerations, etiology and potential role in chronic fatigue. Neurophysiol Clin. 2017 Apr;47(2):95-110. doi: 10.1016/j.neucli.2017.03.002. Epub 2017 Apr 20. PMID: 28434551.<br><br>Bestwick-Stevenson T, Toone R, Neupert E, Edwards K, Kluzek S. Assessment of Fatigue and Recovery in Sport: Narrative Review. Int J Sports Med. 2022 Dec;43(14):1151-1162. doi: 10.1055/a-1834-7177. Epub 2022 Apr 25. PMID: 35468639.<br><br>INTEGRANTES:<br>Guilherme Scali Mendes 246106<br>Heitor Barreto Massaro 171745<br>Henrique Antônio Toledo de Castro 246122<br>Pedro Henrique Lazzarini 246206</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 12:48:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como o Alongamento Passivo Auxilia a Cessar a Cãibra </title>
         <author>sayurikamozaki</author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578247177</link>
         <description><![CDATA[<div>O alongamento passivo alivia as cãibras musculares por meio da ativação inversa do reflexo de alongamento, o qual é desencadeado pela excitação dos órgãos tendinosos de Golgi (GTO) durante o estiramento muscular. <br>Quando os GTOs são ativados, eles enviam sinais para o sistema nervoso central (medula) gerando uma ação inibitória nos neurônios motores, o que causa o relaxamento muscular. <br>Em resumo, o alongamento passivo pode ajudar a tratar as cãibras pela estimulação inversa do reflexo de alongamento inverso.<br><br>POWERS, S. K; HOWLEY, E. T. Skeletal Muscle: Structure and Function. <em>In: </em><strong>Exercise physiology: theory and application to fotness and performance</strong>. 10. ed. cap 7. New York, NY: McGraw-Hill Eucation, 2018. p. 177-179.<br><br><em>Beatriz Sayuri Kamozaki - 167421<br>Dário Rosa Mondini - 233396<br>Matheus Azevedo Pedro - 241643<br>Marcel Bauab Levai - 183530<br>Guilherme da Silva - 198293</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 13:05:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fluxo Sanguíneo e Fadiga</title>
         <author>r246271</author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578247414</link>
         <description><![CDATA[<div>O fluxo de sangue possui a capacidade de transportar boas taxas de O2 para as células musculares para a produção de energia (ATP) de forma aeróbia. Além disso, é responsável pela produção e retirada de alguns metabólitos importantes para um bom funcionamento da contração muscular. O redirecionamento do fluxo sanguíneo para o membro muscular que está sendo mais recrutado, também é importante para que a contração continue acontecendo e o corpo não chegue ao estado de fadiga tão rapidamente.&nbsp;<br>Caso haja alterações no fluxo de sangue, por qualquer motivo que seja, o corpo pode entrar em estado de fadiga mais rapidamente<br><br>Wan, Jing-Jing et al. “Muscle fatigue: general understanding and treatment.” Experimental &amp; molecular medicine vol. 49,10 e384. 6 Oct. 2017, doi:10.1038/emm.2017.194<br><br>Heitor da Silva Freire - 246116<br>Lucas D'Amaro Chiara - 246197<br>João Felix - 246148<br>Rafael Luís Zanete - 246271</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 13:05:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teoria Multifatorial das Cãibras Musculares Associadas ao Exercício</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578395345</link>
         <description><![CDATA[<div>Pelo fato de que as cãibras ocorrem em várias situações, condições ambientais e populações, é improvável que sua causa direta seja relacionada a um único fator como desidratação, desequilíbrio de eletrólitos ou fatores neuromusculares. Provavelmente elas ocorrem devido a uma combinação de fatores simultâneos e em circunstâncias fisiológicas específicas para cada atleta. Estudos na literatura sugerem que há outros parâmetros que podem favorecer o aparecimento das cãibras, como histórico de câimbras, histórico de lesão em tendão e/ou ligamento e dor lombar (EDOUARD, 2014, p. 302).<br>A teoria multifatorial das Cãibras Musculares Associadas ao Exercício (sigla em inglês - EAMC), proposta por Moleiro, que criou um modelo fisiopatológico para as EAMC focado em como múltiplos fatores de risco interagem para provocar uma reação em cadeia que altera o controle neuromuscular e induz as EAMCs. Neste trabalho, ele teorizou que diversos fatores intrínsecos e extrínsecos únicos (por exemplo: lesões, descondicionamento, dor etc.) se agrupam através de diferentes vias e provocam as EAMCs. Também propôs que um limiar de fator deve ser atingido antes da ocorrência de EAMCs e esse limiar pode ser influenciado positiva ou negativamente por outros fatores de risco. Essa teoria multifatorial e o limiar fatorial podem explicar por que as EAMCs não ocorrem com todos os indivíduos e em todas as situações.<strong>&nbsp;</strong></div><div><br><strong>Referências<br></strong>EDOUARD, P. Exercise associated muscle cramps : discussion on causes, prevention and treatment. Science &amp; Sports, v. 29, 2014, p. 299-305.<strong><br></strong>MILLER, K. C. et al. An evidence-based review of the pathophysiology, treatment, and prevention of exercise-associated muscle cramps. Journal of athletic training, v. 57, n. 1, p. 5–15, 2022.<br><br><strong>Grupo</strong><br>Alexandra Natalense 870029<br>Andressa DeNardi 246017<br>Cristian Vitor Almeida 246053<br>Erica Dallecio 246476<br>Leticia Bonatti Chacon 246188<br>Letícia Correa Prado 246189<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 14:43:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fadiga Muscular - Fatores Gerais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578408474</link>
         <description><![CDATA[<div>A fadiga muscular é caracterizada como a incapacidade de realizar a manutenção de uma ação muscular em uma determinada tarefa. Os fatores que ocasionam a fadiga são subdivididos em dois grupos sendo os fatores centrais e periféricos.<br><br><strong>Fatores Centrais: </strong>São<strong> </strong>controlados pelo SNC que tem origem em todas as estruturas nervosas que se localizam acima da junção neuromuscular que causam uma alteração no comportamento de alguns neurotransmissores. Esses fatores se manifestam através da sensação de cansaço, diminuição da motivação, da atenção e do raciocínio; distúrbios na coordenação motora periférica.&nbsp; Por conta dos prejuízos na transmissão de impulsos elétricos da medula espinhal aos nervos motores e prejuízo no recrutamento de neurônios motores, reduzindo a capacidade de coordenação comparado ao estado anterior a fadiga.<br><br><br><strong>Fatores Periféricos: </strong>Alguma alteração dentro do músculo - variando de acordo com a tarefa e forma que é induzida, sendo ocasionada pela depleção dos substratos energéticos ou o acúmulo de metabólitos. A fadiga periférica pode se estabelecer em dois sítios principais: na junção neuromuscular e na membrana da fibra muscular (sarcolema). A junção neuromuscular é ponto de interação, ou seja, uma sinapse entre o neurônio e a fibra muscular. Qualquer alteração nos mecanismos de transmissão de informação na membrana da célula muscular pode dar origem à fadiga muscular. No sarcolema, os exercícios fatigantes de alta ou baixa intensidades, ocasionam uma liberação de potássio do músculo, o que resulta numa mudança no potencial de membrana. Esta alteração pode prejudicar a excitabilidade da fibra muscular e, consequentemente, a contração.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 14:51:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fadiga Central </title>
         <author>m246229</author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578413297</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Fadiga pode ser definida como uma redução na capacidade de desempenho do músculo esquelético em determinada tarefa.<br>&nbsp;A fadiga pode ser entendida também, em uma definição diretamente relacionada com o sistema nervoso central, como uma emoção, parte de um sistema complexo de regulação com o objetivo de proteger todo o organismo de lesões, ferimentos e manter a homeostase, neste caso, em decorrência do exercício físico. <br>&nbsp;Existem duas formas principais de fadiga, a periférica e a central, a central corresponde&nbsp; a todos processos anteriores à junção neuromuscular. Dentre as causas que contribuem para a fadiga central, estão: i) depleção de neurotransmissores;<br>ii) redução na ativação voluntária do motoneurônio, em decorrência do sinal de fibras aferentes; <br>&nbsp;A fadiga central pode influenciar tanto a região em estresse, quanto outras áreas.<br><br>Referências:<br>Carroll TJ, Taylor JL, Gandevia SC. Recovery of central and peripheral neuromuscular fatigue after exercise. <em>J Appl Physiol (1985)</em>. 2017;122(5):1068-1076. doi:10.1152/japplphysiol.00775.2016.</div><div><br>Constantin-Teodosiu D, Constantin D. Molecular Mechanisms of Muscle Fatigue. Int J Mol Sci. 2021 Oct 27;22(21):11587. doi: 10.3390/ijms222111587. PMID: 34769017; PMCID: PMC8584022.<br><br>Enoka RM, Duchateau J. Muscle fatigue: what, why and how it influences muscle function. J Physiol. 2008 Jan 1;586(1):11-23. doi: 10.1113/jphysiol.2007.139477. Epub 2007 Aug 16. PMID: 17702815; PMCID: PMC2375565.<br><br>Ferreira, H. Moro, N. Movimento repetitivo e fadiga muscular. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício, v. 10, n. 2, p. 111-116, abril/junho 2011<br><br>Scalon S. D. et al. Estudo sobre os fatores geradores de fadiga muscular. Revista brasileira de fisiologia do exercício, v. 7, n. 2, p. 93-99, maio/agosto 2008.<br><br>SILVA, B. A. R. S. et al.. Efeitos da fadiga muscular induzida por exercícios no tempo de reação muscular dos fibulares em indivíduos sadios. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 12, n. 2, p. 85–89, mar. 2006.<br><br>Noakes TD. Fatigue is a Brain-Derived Emotion that Regulates the Exercise Behavior to Ensure the Protection of Whole Body Homeostasis. Front Physiol. 2012 Apr 11;3:82. doi: 10.3389/fphys.2012.00082. PMID: 22514538; PMCID: PMC3323922.<br><br>Integrantes: Gabriel Miranda 253084; Luiz Felipe Macedo 246204; Matheus Soares 246761; Maurício Barbosa 246229 e Natália Dranka 242312</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 14:54:48 UTC</pubDate>
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         <title>Fadiga temporária e crônica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A fadiga muscular é amplamente descrita como a incapacidade dos músculos de manter a força necessária para uma determinada tarefa ou gerar uma potência esperada. A fadiga muscular pode ser classificada como:<br><br></div><div><em>temporária</em> devido a atividades físicas extenuantes e é causada pelo acúmulo no espaço intracelular de músculos em atividade com resíduos intermediários do metabolismo energético (por exemplo, lactato) ou depleção de seus compostos ricos em energia (por exemplo, estoque de glicogênio muscular). O tempo de recuperação da fadiga muscular dependerá da extensão da intensidade e duração da tarefa física. Em média, o indivíduo deve estar totalmente recuperado em 3 a 5 dias. A intervenção usual para acelerar a recuperação muscular envolve massagem, compressão fria e ingestão de analgésicos leves. No entanto, a fadiga muscular que dura mais de 2 semanas deve exigir atenção médica.</div><div><br><em>crônica:<br><br>- </em>atrofias musculares, devido à imobilização, também chamada de atrofia por desuso, presença de inflamação crônica em distúrbios cardiovasculares e respiratórios (por exemplo, insuficiência cardíaca, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), trauma, doença crítica, medicação (agonismo PPAR );<br><br>- atrofia muscular com o envelhecimento (sarcopenia);<br><br>- atrofia muscular neurogênica, devido a obstruções ou interferência com diferentes estágios de propagação do sinal nervoso do SNC para a placa do neurônio motor devido a doença ou lesão na coluna vertebral.&nbsp;<br><br>Além disso, a fadiga crônica anormal afeta gravemente o estado funcional e a qualidade de vida dos indivíduos afetados, restringindo suas atividades diárias habituais e reduzindo a sobrevida em algumas circunstâncias.</div><div><br>Referência:<br>Constantin-Teodosiu D, Constantin D. Molecular Mechanisms of Muscle Fatigue. <em>International Journal of Molecular Sciences</em>. 2021; 22(21):11587.<br><br>Grupo<br>David de Lima RA 166432<br>Giovane Ercolin RA 246091<br>Katemann Uemoto RA 171442<br>Marcel Nakahira RA 057666<br>Priscilla Bellini RA 204832<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 14:59:17 UTC</pubDate>
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         <title>Cãibra Muscular </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578494332</link>
         <description><![CDATA[<div>A cãibra muscular pode ser definida como uma contração involuntária e<br>dolorosa, porém temporária de um músculo estriado esquelético que pode<br>ocorrer durante ou após um exercício físico. Durante o esforço físico a cãibra pode variar desde um caso leve, onde a excitabilidade neuromuscular está elevada (indicada por pequenas contrações que não limitam a atividade muscular) e que retorna à normalidade quando a atividade é<br>interrompida, até casos mais graves onde é necessária a cessação imediata da<br>atividade, com possibilidade de sintomas mais sistêmicos como tontura,<br>desmaio, náusea ou vômito, e em muitos casos há necessidade de atendimento médico. As causas para a cãibra muscular ainda não estão totalmente estabelecidas, no entanto, existem teorias que<br>possuem maior embasamento. Dessa forma, podemos citar distúrbios de<br>desidratação e no balanço eletrolítico como possíveis causas para a cãibra muscular, visto que indivíduos em estado de desidratação apresentam maior<br>suscetibilidade à cãibra, assim como aqueles com excesso de ingestão de<br>água diminuindo a concentração de eletrólitos no meio extracelular (ex: sódio).<br>Também existem estudos que apontam para o papel do suor no processo da cãibra muscular, mostrando indícios que suor em maior quantidade ou maior concentração de eletrólitos poderia aumentar o risco de ocorrência da cãibra, bem como diminuir o tempo até que ela tivesse início, portanto uma alternativa para evitar essa situação seria a ingestão de isotônicos, restaurando a concentração do líquido extracelular. Além disso, há outra importante teoria para possíveis causas da cãibra muscular, relacionada ao controle neuromuscular, que poderia estar associada a uma anormalidade na atividade dos motoneurônios alfa, onde surge a ideia<br>de alongar passivamente o músculo em caso de cãibra, pois ao estimular os<br>órgãos tendinosos de Golgi e causar o relaxamento da musculatura afetada, os<br>sintomas devem reduzir. <br>Ainda sobre tratamentos de cãibra muscular, podemos pensar no repouso, para normalizar a atividade neuromuscular e avaliar a gravidade e o risco de piora, outros agente de alívio são a crioterapia, massagem, estimulação elétrica, hidratação e o já citado alongamento passivo<br><strong><br>REFERÊNCIAS:</strong><br><br><sub>Maughan, R. J., &amp;amp; Shirreffs, S. M. (2019). Muscle Cramping During Exercise: Causes,<br>Solutions, and Questions Remaining.&nbsp;Sports medicine (Auckland, N.Z.),&nbsp;49(Suppl 2),<br>115–124.<br>Miller, K. C., McDermott, B. P., Yeargin, S. W., Fiol, A., &amp;amp; Schwellnus, M. P. (2022). An<br>Evidence-Based Review of the Pathophysiology, Treatment, and Prevention of<br>Exercise-Associated Muscle Cramps.&nbsp;Journal of athletic training,&nbsp;57(1), 5–15.<br>Bordoni, B., Sugumar, K., &amp;amp; Varacallo, M. (2022). Muscle Cramps. In&nbsp;StatPearls.<br>StatPearls Publishing.</sub><br><br><strong>GRUPO</strong><br><br>Diego Marcelo Inacio RA 246058<br>Victor Hugo Sousa Abbade RA 254857</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 15:52:13 UTC</pubDate>
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         <title>Comer banana ajuda contra Cãibra?Mito X Realidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578926610</link>
         <description><![CDATA[<div>As opiniões quanto a esse assunto polêmico são bem divididas, mas é importante ressaltar que com base científica não podemos afirmar que a Banana impede que cãibras ocorram.&nbsp; O efeito da ingestão de banana em cãibras musculares associadas ao exercício (EAMC - exercise-associated muscle cramps) é desconhecido; no entanto, dados do estudo de Miller (2012) sugerem que é improvável que as bananas aliviam EAMC aumentando a concentração de potássio (K+) extracelular ou a concentração de glicose. Os aumentos da concentração de K+ foram periféricos e dentro dos valores clínicos normais. As alterações no conteúdo plasmático de K+ e de glicose não ocorrem com rapidez suficiente para tratar EAMCs agudos, especialmente se elas se desenvolverem perto do final da competição.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Isso ocorre pois os fatores que mais influenciam as câimbras durante o exercício estão relacionados à exaustão do indivíduo e não somente à concentração de potássio e glicose. Outros fatores que também influenciam são desidratação, fadiga muscular e ausência de outros nutrientes, como sódio e magnésio.<br><br>Referências:<br>Miller KC. Plasma potassium concentration and content changes after banana ingestion in exercised men. J Athl Train. 2012 Nov-Dec;47(6):648-54. doi: 10.4085/1062-6050-47.6.05. PMID: 23182013; PMCID: PMC3499889.<br><br>Grupo:<br>Gabriela Saggioro Nascimento&nbsp; 184234<br>Leonardo Faccina Ambrosin 230543<br>Sarah Siqueira Rodrigues 193863<br>Vitor Macedo Silva 220441</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 00:08:18 UTC</pubDate>
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         <title>Força muscular e índice de fadiga do extensores e flexores do joelho de jogadores de futebol de acordo com o posicionamento no campo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2578958227</link>
         <description><![CDATA[<div>O futebol envolve muitos movimentos que impõem uma carga assimétrica sobre os MMII (como o próprio chute, mudanças repentinas de direção, etc.)</div><div>Essa assimetria pode se acentuar em decorrência dos gestos que são impostos por sua posição no campo, causando maior déficit de força nos membros inferiores.&nbsp;</div><div><br></div><div>Com isso o estudo traz como objetivo: investigar a existência de diferenças na assimetria no torque, trabalho máximo, e índices de fadiga isocinética dos extensores e flexores do joelho dos jogadores de futebol.</div><div><br></div><div>Métodos utilizados:</div><div>Estudo retrospectivo com dados de avaliações isocinéticas de 164 atletas profissionais de futebol no período de pré-temporada entre 2008-2011.</div><div>Amostra constituída em:&nbsp;</div><div>40 atacantes, 27 zagueiros, 23 laterais, 61 meio-campistas e 13 goleiros.</div><div><br><br><br></div><div>Foi evidenciado que não houve diferença na assimetria no torque e no trabalho máximo dos extensores e flexores de joelho entre as posições dos jogadores. Demonstrou também que os flexores apresentam maior fadiga do que os extensores de joelho, e que os goleiros têm maior percentual de fadiga nos mesmos se comparado às demais posições. Foi demonstrado também que atletas que atuam como laterais apresentavam maior fadiga dos flexores do joelho quando comparado aos atacantes&nbsp;</div><div><br><br></div><div>O estudo constatou que a fadiga foi superior nos flexores se comparado ao extensores, e que tal fenômeno pode ser explicado pelas fibras encontradas na musculatura. Temos mais fibras do tipo II nos isquiossurais (em comparação ao quadríceps), pois as mesmas são menos resistentes à fadiga do que as fibras do tipo I. Além disso, maiores índices de fadiga dos flexores do joelho podem favorecer e ocasionar lesões, principalmente ruptura do ligamento cruzado anterior.<br><br>Referência:<br>CARVALHAIS, Viviane Otoni do Carmo; SANTOS, Thiago Ribeiro Teles dos; ARAðJO, Vanessa Lara; LEITE, Diego Xavier; DIAS, João Marcos Domingues; FONSECA, Sérgio Teixeira da. Força muscular e índice de fadiga dos extensores e flexores do joelho de jogadores profissionais de futebol de acordo com o posicionamento em campo. <strong>Revista Brasileira de Medicina do Esporte</strong>, [S.L.], v. 19, n. 6, p. 452-456, dez. 2013. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/s1517-86922013000600015.<br><br>Ana Julia Malachias - 257562</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 00:58:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fadiga e a influência na prática de handebol!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/chaconm/ff017neuromuscular/wish/2580032580</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A fadiga é um fenômeno complexo e multifatorial que pode afetar significativamente o desempenho dos atletas durante a prática esportiva, incluindo o handebol. A fadiga na prática do handebol pode ser influenciada por diversos fatores, como a intensidade e duração do treinamento, as características individuais do jogador, o nível de condicionamento físico, a qualidade do sono, a alimentação e a recuperação adequada.<br><br></div><div><br>A fadiga muscular é uma das principais manifestações da fadiga no handebol, resultando em diminuição da força, resistência e velocidade dos jogadores. Além disso, a fadiga também pode afetar a tomada de decisões, a coordenação motora, a concentração e o desempenho cognitivo dos atletas, prejudicando a execução de passes, arremessos e ações defensivas.<br><br></div><div><br>Estudos têm investigado estratégias para minimizar a fadiga e melhorar o desempenho no handebol. Entre as intervenções utilizadas estão o treinamento de resistência aeróbica, o treinamento de força, a periodização do treinamento, a nutrição adequada, a hidratação adequada, o sono de qualidade e as técnicas de recuperação, como a massagem e o uso de compressas de gelo.<br><br></div><div><br>É importante que treinadores, preparadores físicos e jogadores estejam cientes da influência da fadiga na prática do handebol e adotem medidas para preveni-la e minimizá-la. A compreensão dos fatores que contribuem para a fadiga e a implementação de estratégias de recuperação adequadas podem ajudar os atletas a manterem seu desempenho durante as competições.<br><br></div><div><br>Referências:<br><br></div><ol><li>Reis, A. M., Azevedo, L. P., Soares, M. M., Gabbett, T. J., &amp; Duarte, J. P. (2018). Fadiga muscular no handebol: uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 24(1), 68-73.</li><li>Coelho, R. W., Vieira, L. H., Cunha, S. A., Vianna, J. M., &amp; Bottaro, M. (2017). Efeito do treinamento concorrente na fadiga neuromuscular de atletas de handebol. Revista Brasileira de Cineantropometria &amp; Desempenho Humano, 19(6), 692-701.</li><li>Baroni, B. M., Lima, C. D., Salgueiro, D. F., Kalva-Filho, C. A., Ribeiro, L. F., &amp; Gomes, T. M. (2015). Efeitos da crioterapia e massagem na recuperação muscular pós-exercício em jogadoras de handebol. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 21(2), 127-131.</li></ol><div><br>Pedro Henrique Murari Cardoso - 243104<br>Pedro Cezar Lopes - 256213</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 23:17:50 UTC</pubDate>
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