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      <title>Personalidades do antes e pós 25 de abril by Fernanda Freitas</title>
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      <description>Mural da História - 6º2 - 
Diana Dória</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-02-13 22:47:44 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2017-03-04 22:03:10 UTC</pubDate>
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         <title>Mário Soares</title>
         <author>diana_doria</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Mário Alberto Nobre Lopes Soares, nasceu em Lisboa, no dia 7 de Dezembro de 1924. Filho de João Lopes Soares, professor, pedagogo e político da Iª República, e de Elisa Nobre Soares, casou com Maria de Jesus Simões Barroso Soares em 1949, com quem teve dois filhos: Isabel Soares e João Soares.&nbsp;</div><div><br>Desde muito cedo destacou-se na actividade política. Ainda como estudante universitário (licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas em 1951 e em Direito em 1957), foi secretário da Comissão Central da Candidatura do General Norton de Matos à Presidência da República, em 1949, e estaria 11 anos depois na Comissão da Candidatura do General Humberto Delgado à Presidência da República.<br><br>Fez parte de vários movimentos de oposição à ditadura do Estado Novo, o que lhe valeu ser preso 12 vezes pela PIDE, a polícia política do regime. Cumpriu quase três anos de prisão. Em 1968 esteve deportado em São Tomé e dois anos depois foi obrigado a exilar-se em França, de onde desenvolvia a oposição ao regime.<br><br>Foi no exílio que se tornou um dos fundadores do Partido Socialista, em 1973, tendo assumido o cargo de secretário-geral dos socialistas durante praticamente 13 anos.<br><br>No dia 28 de Abril de 1974, três dias depois da Revolução dos Cravos, Mário Soares regressa do exílio em Paris no que ficou conhecido como "o comboio da liberdade”, tendo sido recebido em autentica euforia pela população.<br><br>Após o seu regresso, integra o primeiro governo provisório, onde ocupa a pasta dos Negócios Estrangeiros, passando a ser responsável pelo estabelecimento de relações diplomáticas com diversos países do mundo e pelas negociações que levariam à independência das colónias portuguesas.&nbsp;<br><br>No plano da política interna, destaca-se principalmente pela oposição à influência política e social de comunistas e partidos de extrema-esquerda, combatendo não só o peso daqueles dentro das instituições militares e no aparelho de Estado, mas também a proposta de unicidade sindical.<br><br>Teve um papel preponderante no verão quente de 1975, especialmente no comício da Fonte Luminosa, e no famoso frente-a-frente na televisão com o secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal.<br><br>Foi o segundo presidente da República eleito democraticamente após o restabelecimento da democracia, cumprindo dois mandatos sucessivos entre 1986 e 1996. Destacou-se como um Presidente interventivo, especialmente no seu segundo mandato, em que criou as famosas presidências abertas, percorrendo o país.<br><br>Mesmo afastado dos cargos políticos activos, Soares manteve a sua influência no PS e uma voz activa na sociedade portuguesa, tendo sido particularmente contundente no período do Governo de Passos Coelho, em que Portugal esteve sob um programa de assistência financeira.<br><br>Mário Soares cruzou a segunda metade do século XX e com ela todas as grandes derivas históricas: o fim do colonialismo, a construção europeia, a queda do muro de Berlim, o fim da guerra fria e a primeira guerra do Iraque. Em todas, Soares esteve do lado certo da história, tendo sido personagem importante em alguns desses momentos.<br><br>Faleceu no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, no dia 7 de Janeiro de 2017.<br><br>Fonte: wikipedia<br>Diana Dória, 6º 2, Nº 10</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-27 21:36:03 UTC</pubDate>
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