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      <title>Trabalho de artes: Sudeste. by Nahuan Kotek</title>
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      <description>Grupo: Gabrielle, Nahuan, Evelyn, Vitória Alves, Henrique Grabowsky e Nelson.</description>
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      <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div> O&nbsp;Lobisomem é um personagem do folclore que durante o dia se assemelha a um homem comum e durante as noites de lua cheia se transforma em uma espécie de lobo.<br><br></div><div> Uma das versões da origem da lenda afirma que como castigo de Deus, um homem foi mordido por um lobo e passou a transformar-se em um ser semelhante nas noites de lua cheia.<br><br></div><div> As pessoas costumam identificar o Lobisomem quando ele está sob a forma humana por conta de suas grandes olheiras, aspecto cansado e comportamento estranho: o homem que vira Lobisomem costuma desconfiar de tudo e de todos e está sempre muito atento às outras pessoas.<br><br></div><div> Sob a forma de lobo, a criatura tem o hábito de vaguejar pela noite em busca de sangue para se alimentar.<br><br></div><div> Diz-se que a prata e o fogo são as duas únicas formas de aniquilar o Lobisomem.<br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div> A lenda da mula sem cabeça é a história de uma mulher que foi amaldiçoada por Deus como punição pelos seus pecados.<br><br></div><div> Há muitas variações sobre o que seriam exatamente esses pecados, mas a teoria que ganhou mais força ao longo dos tempos afirma que a mulher teria tido um relacionamento amoroso com um padre.<br><br></div><div> A maldição transformou a mulher em uma mula que possui um freio de ferro e, que no lugar da cabeça, possui chamas de fogo.<br><br></div><div> A Mula sem cabeça costuma correr pelos campos relinchando muito alto e assustando pessoas que aparecem em seu caminho. Por vezes, ela parece soluçar como um ser humano.<br><br></div><div> Diz-se que o encanto apenas terá fim se alguém tiver a coragem de lhe arrancar tal freio de ferro ou de feri-la a fim de que ela perca um pouco de sangue.<br><br></div><div> A lenda da mula sem cabeça é uma espécie de lição de moral religiosa para mostrar que as mulheres não podem se envolver com os religiosos ou recebem um castigo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A lenda da Missa dos Mortos teve origem no início do século XX, por volta do ano 1900, na cidade de Ouro Preto, em <strong>Minas Gerais</strong>.<br><br></div><div>&nbsp;No local, havia uma igreja chamada<strong> Igreja de Nossa Senhora das Mercês de Cima</strong>, que era carinhosamente cuidada por um zelador de nome João Leite.<br><br></div><div>&nbsp;Diz-se que, certa vez, João foi acordado a meio da noite por barulhos que vinham da igreja. O zelador se dirigiu ao local temendo se tratar de um assalto. Ao chegar lá, em vez de encontrar ladrões, João Leite se deparou com a celebração de uma missa.<br><br></div><div> Quando o sacerdote levantou o rosto para dizer o <em>Dominus Vobiscum</em> (O Senhor esteja convosco), João reparou que seu rosto, na verdade, era uma caveira.<br><br></div><div> Ao observar melhor os fiéis, viu que também eles, que estavam vestidos com uma espécie de capa com capuz e tinham suas cabeças ligeiramente inclinadas para baixo, eram esqueletos vestidos.<br><br></div><div> Assustado, correu para uma porta que dava para um cemitério. João ficou ainda mais surpreso ao ver que essa porta, que estava sempre trancada, nesta noite estava totalmente aberta.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div> A lenda do Chibamba consiste em um fantasma que assombra crianças, participando de seus pesadelos. Trata-se de uma lenda da África que chegou ao Brasil por intermédio dos nativos.<br><br></div><div> Os africanos costumavam ornamentar o corpo com folhas de bananeira em alguns de seus rituais (pesca, caça, colheita, etc.). Por vezes eram mostrados às crianças como criaturas que viriam atormentá-las sempre que elas não quisessem dormir.<br><br></div><div><br> Considerado uma <strong>variação do Bicho-papão</strong>, o Chibamba é também conhecido como “espírito das bananeiras”, pois assim como faziam os africanos em alguns de seus rituais, o Chibamba se veste com folhas da planta.<br><br></div><div> A criatura é conhecida por roncar como um 🤬, dançar descompassadamente e girar enquanto caminha.<br><br></div><div> Essa lenda era utilizada pelos adultos como forma de educar as crianças a irem para a cama no horário correto, pois elas acabavam por ter medo de que o Chibamba viesse assombrar os seus sonhos.<br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div> Na época da Quaresma, período que antecede a Páscoa, os fiéis se preparam para celebrar a Ressurreição de Jesus Cristo.<br><br></div><div> No entanto, muitas pessoas não acreditam ou não dão importância a essa tradição.<br><br></div><div> Diz-se que o cavalo invisível é uma espécie de recado de Deus para os descrentes, como forma de impor respeito ao sofrimento de seu filho.<br><br></div><div> O cavalo costuma passar galopando de noite, perto da janela do quarto onde dorme a pessoa que não acredita nas tradições da Quaresma (como não comer carne e praticar a caridade, etc.).<br><br></div><div> Ao ouvir o galope do cavalo, muitos já tentaram olhar pela janela, ou mesmo sair rapidamente de casa, a fim de ver o animal. No entanto, ninguém teve sucesso.<br><br></div><div> Dizem que o motivo de ninguém conseguir vê-lo é o fato de ele ser invisível.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Festas tradicionais: </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>-Carnaval&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>-Festa da Cavalhadas&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>-Festa do Senhor Bom Jesus de pirapora.<br>-Festa Ticumbi.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Festa do Senhor Bom Jesus de Pirapora</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>São milhares de pessoas a cavalo, a pé, em carroças, de bicicleta, carros e até motos, que chegam para homenagear e reverenciar a imagem de <strong>Bom Jesus</strong> em mais uma festividade paulista de cunho religioso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Folia de Reis</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um grupo de Folia de reis é formado por um mestre ou embaixador, um contramestre, os três Reis Magos, os palhaços, os alfeires e os foliões.<br><br></div><div>Além disso, durante a Folia de Reis é possível assistir aos desfiles dos grupos dedicados ao festejo pelas ruas.<br><br></div><div>Os integrantes dos grupos usam fantasias coloridas, dançam e tocam músicas típicas com diversos instrumentos (como, por exemplo, violas, reco-reco, tambores, acordeões, sanfonas, pandeiros, gaitas, etc.).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Carnaval</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Baile funk</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>De fato, as <strong>características</strong> desse estilo musical são: ritmo sincopado, a densa linha de baixo, uma seção de metais forte e rítmica, além de uma percussão (batida) marcante e dançante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Mineiro-pau</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma dança tipicamente mineira que conta apenas com a participação de homens, que usam bastões de madeira para marcar o ritmo da coreografia</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Rock in Rio</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>O ano era o de 1985 e o país passava por grandes transformações. Após longo período sob uma ditadura militar, o país começava a dar os primeiros passos rumo à democracia. Foi nesse cenário que nasceu o <strong>Rock in Rio</strong>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Festa Junina </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>As festas dos santos populares (Santo Antônio, São João e São Pedro), também conhecidas como festas caipiras, são festas populares brasileiras especialmente comemoradas nas regiões Nordeste e Sudeste.<br><br>Essas festas são comemoradas com a dança da quadrilha, e com comidas e bebidas tradicionais da época (como, por exemplo, canjica, pipoca, bolo de fubá, arroz doce e quentão).<br><br>Além da fogueira, muitas brincadeiras juninas estão presentes nessas festas, que são decoradas com bandeirinhas e balões coloridos de papel. São elas: cadeia, correio-elegante, pescaria, entre outras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Cristo Redentor </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>A estátua começou a ser idealizada em meados do século 19, quando o padre francês Pierre Marie Boss exercia suas atividades em uma igreja com vista para o Monte Corcovado. A ideia de erguer um monumento religioso foi resgatada em 1888 pela princesa Isabel.<br><br>Após a assinatura da Lei Áurea, abolicionistas sugeriram homenagear a princesa com uma escultura no alto do Corcovado. Paroquiana do padre Boss e apelidada de “redentora”, ela negou a proposta e sugeriu uma imagem do Sagrado Coração de Jesus, para ela o verdadeiro redentor.<br><br>Embora tenha sido promulgado um decreto para viabilizar o monumento, a proclamação da República e a separação entre Igreja e Estado, em 1889, interromperam os planos. O projeto só saiu do papel em 1921, com os preparativos para a comemoração do centenário da Independência.<br><br>Com altura de um prédio de 13 andares, a maior parte da estátua foi construída no Brasil, no estilo art déco. As 50 peças da face e as oito das mãos foram moldadas em Paris e vieram para cá como um quebra-cabeça, com cada parte numerada para ser montada em solo brasileiro.<br><br>Cristo é feito de concreto armado, revestido com pedra-sabão. Sua construção engajou a população tanto na arrecadação de fundos quanto no processo de montagem dos mosaicos que o constituem. E assim nasceu um dos maiores símbolos do país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Cultural de Ouro Preto</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Implantada nas encostas de um estreito e sinuoso vale delimitado por duas cadeias de montanhas na região das chamadas Minas Gerais, no interior do Brasil, a cidade histórica de Ouro Preto originou-se do processo de agregação de diversos arraiais de garimpo de ouro, ali estabelecidos no final do século XVII e início do XVIII. Declarada Monumento Nacional em 1933 e tombada pelo Iphan em 1938 por seu conjunto arquitetônico e urbanístico, foi declarada pela Unesco como patrimônio mundial em 5 de setembro de 1980, sendo o primeiro bem cultural brasileiro inscrito na Lista do Patrimônio Mundial</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Coleções do Museu Paulista da Universidade de São Paulo</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atualmente, o Museu Paulista possui um acervo de mais de 125.000 unidades, entre objetos, iconografia e documentação textual, do século 17 até meados do século 20.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Casa do Sítio Mirim</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>O que resta da preciosa Casa do Sítio Mirim são, na verdade, seus fragmentos. Construída por volta de 1750, em taipa de pilão, hoje faz parte de uma praça pública em São Miguel Paulista.<br><br>Seu tombamento aconteceu em 1973 e, infelizmente, pouco se fez por sua conservação. Assim, a cada ano que passa os fragmentos se tornam menores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Acervo do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>O MASP, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, foi inaugurado em 1947 por Assis Chateaubriand e Pietro Maria Bardi. O local comporta uma coleção considerada a mais importante do Hemisfério Sul, tombada pelo IPHAN. São artistas brasileiros e estrangeiros em um acervo que cobre desde o século 19 ao 20.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Estação da Luz</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das mais importantes estações ferroviárias de São Paulo é também um dos prédios mais admirados pelos paulistas. A estação ainda abriga o Museu da Língua Portuguesa e o Expresso Turístico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Conjunto Arquitetônico Sesc Pompéia </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Sesc Pompéia é considerado um marco na arquitetura brasileira, segundo o IPHAN, principalmente por seus valores técnicos e estéticos, em especial pelas intervenções em sua estrutura, feitas por Lina Bo Bardi. Hoje, é tido como um dos centros de cultura e convivência mais importantes de São Paulo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Na região do sudeste, existem uma grande variedade de gírias, sendo elas: </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>-Bater um rango (comer, matar a fome).</div><div>-Chapar o coco (beber muito).</div><div>-É fria (diz que algo é perigoso).</div><div>-Sangue bom (pessoa legal, gente fina).</div><div>-Trem (qualquer coisa, qualquer objeto).</div><div>-Padoca (padaria).</div><div>-Troar (fugir).</div><div>-Bagalho (baralho).<br>- Trem bão (coisa legal).<br>- Quiabar (desfazer um negócio já realizado).<br>- Barbeiro (mau motorista).<br>- Cara de pau (cínico).<br>- Pisante (pé ou sapato).<br>- Bulhufas (nada).<br>- Bagulho (alguma coisa).<br>-Cagamba (caramba).<br>- Dançou (bobeou).<br>- Tutu (dinheiro).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Apesar de incerta, a história do pão de queijo se mistura com o Ciclo do Ouro em Minas Gerais.&nbsp;<br><br>&nbsp;Alguns registros apontam sua criação no estado mineiro por volta do século XVIII, época em que a farinha de trigo disponível era de péssima qualidade e, no lugar, era utilizado o polvilho, oriundo da mandioca, trazido pelos portugueses.<br><br>&nbsp; À receita eram adicionadas sobras de queijo que haviam endurecido, ovos e leite, que, graças à expansão da pecuária, eram ingredientes de fácil acesso. A massa enrolada e assada daria início à história do pão de queijo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Cuscuz Paulista </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A história do cuscuz paulista é recheada de controvérsias. Há décadas, pesquisadores buscam as raízes da receita, mas só conseguem ampliar a discussão. A versão mais difundida, aquela que circula livremente pela internet, afirma que o cuscuz surgiu nos farnéis dos bandeirantes e tropeiros, entre os séculos 16 e 18 – transportados em sacos de tecido, farinhas de milho, de mandioca e demais ingredientes teriam se misturado com o balanço dos animais, dando origem ao prato. Mas o antropólogo Luís da Câmara Cascudo, autor de História da Alimentação no Brasil (Global), afirma em sua obra que o cuscuz tem origem na dieta dos mouros, que habitavam do Egito ao Marrocos, e de lá seguiu para Portugal, onde já era popular quando o Brasil foi descoberto. Trazida pelos colonizadores, a receita à base de farinha granulada, de trigo ou de cevada, sofreu adaptações até assumir a configuração que conhecemos.&nbsp;<br><br>     Sua receita leva:</div><ul><li>1/2 xícara (chá) de azeite</li><li>1 cebola picada</li><li>1 lata ou caixa de molho de tomate</li><li>2 latas de água</li><li>1 lata de ervilha</li><li>1 lata de milho verde</li><li>1 pimentão</li><li>2 latas de sardinha ou atum</li><li>cheiro-verde a gosto</li><li>sal e temperos a gosto</li><li>1 tablete de caldo de legumes ou do seu sabor preferido</li><li>3 xícaras de farinha de milho grossa</li><li>3 ovos cozidos</li><li>tomate para decorar</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Feijoada Paulista</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A feijoada ainda carrega uma forte mitologia. Por muito tempo se considerava que a feijoada seria um prato “inventado” nas senzalas. Os escravos cozinhariam o feijão preto (originário) da América com os restos de carne que os senhores de engenho desprezavam.<br><br>&nbsp;Segundo o historiador Câmara Cascudo, essa seria uma hipótese absurda. Os portugueses não desprezavam essas carnes. E o que os escravos comiam era basicamente feijão com farinha.<br><br>&nbsp;A feijoada (prato com técnica europeia, similar aos vários tipos de cozidos, como os de Portugal, Espanha, França, e outros) teria se desenvolvido no final do século XIX, em restaurantes cariocas. E Câmara Cascudo consagra a origem da feijoada, quando afirma que:<br><br>“Uma feijoada completa é tão local quanto a Baía da Guanabara.“<br><br>&nbsp; Posteriormente, a feijoada foi tratada como símbolo do Brasil.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Receita sugerida pela Perdigão:</div><ul><li>- 1 Pé Suíno Perdigão</li><li>- ½ kg de feijão preto cru</li><li>- Água</li><li>- 2 colheres (sopa) de óleo vegetal</li><li>-&nbsp; 4 dentes de alho descascados e amassados</li><li>-&nbsp; 2 Linguiças Calabresa defumadas e cortadas em rodelas médias.</li><li>- 3 Linguiças Paio Perdigão cortadas em rodelas médias</li><li>- 1 Costela Suína Perdigão</li><li>- 1 colher (sobremesa) de sal</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Bauru </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Víamos o mestre cortar o <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Receitas/noticia/2018/10/dia-do-pao-14-receitas-para-fazer-em-casa.html">pão</a> francês, ir à <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Receitas/noticia/2018/09/pao-de-queijo-de-frigideira-leva-apenas-4-ingredientes-e-fica-pronto-em-15-minutos.html">frigideira</a>, recolher a <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Receitas/Pratos-principais/Massa-e-risoto/noticia/2017/01/10-massas-com-molhos-suculentos.html">massa</a> (imaginávamos lava de <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Receitas/Ingredientes/noticia/2019/07/queijos-metodos-de-fabricacao-e-dicas-de-harmonizacao-de-20-tipos.html">queijo</a>) candente, colocá-la sobre o pão, separar com carinho as fatias de <a href="http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Receitas/noticia/2017/09/rosbife-em-crosta-de-lapsang-souchong.html">rosbife</a>, o <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Reportagens/Comida/noticia/2016/09/chuva-de-tomates-conheca-os-tipos.html">tomate</a> e o <a href="http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Receitas/noticia/2016/03/pepino-para-refrescar-seis-receitas.html">pepino</a> e depositar à nossa frente. Um ritual.” Assim o escritor Ignácio de Loyola Brandão descreve a elaboração de um clássico <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Receitas/Paes-e-sanduiches/noticia/2017/03/troque-o-jantar-por-um-tostex-3-sanduiches.html">sanduíche</a> que conheceu ainda nos tempos de jovem repórter de jornal na capital paulista, nos anos 60: o bauru.<br><br></div><div>Em meio a dezenas de <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Receitas/index.html">receitas</a> de sanduíches e <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Receitas/Paes-e-sanduiches/noticia/2015/01/hamburguer-vegano-de-batata-doce-com-quinoa.html">hambúrgueres</a> que surgem o tempo todo em <a href="http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Casa-SA/noticia/2014/07/bares-que-sao-verdadeiras-obras-de-arte22.html">bares</a> e lanchonetes, o bauru completa 80 anos em plena forma: todos os meses, cerca de 10.000 deles são devorados nas três unidades do bar e <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Poe-no-mapa/noticia/2018/06/conheca-o-nomad-marrakech-um-restaurante-marroquino-com-decoracao-moderna.html">restaurante</a> Ponto Chic, em <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Dicas/noticia/2015/06/9-sugestoes-de-passeios-culturais-em-sao-paulo.html">São Paulo</a>, onde nasceu e continua sendo servido da mesma maneira há oito décadas: com finas fatias de rosbife, tomate, pepino e muito queijo transbordando pelas pontas.<br><br> “Quando o sanduicheiro entregava o prato, o queijo ainda escorria quente, derretendo, caindo pelas bordas do pão”, descreve Loyola no livro <em>Ponto Chic – Um Bar na História de São Paulo</em>, de Angelo Iacocca (Ed. Senac), que conta a história do bar fundado em 1922, no centro da capital paulista. O icônico sanduíche surgiria 15 anos depois, por mérito de um cliente. Em 1937, um estudante da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco chamado Casimiro Pinto Neto, que era de Bauru (SP) e ficaria famoso tempos depois como o Repórter Esso, chegou ao balcão do restaurante onde era frequentador assíduo e, com muita fome, pediu ao sanduicheiro:<br><br></div><div>“Abre um pão francês, tira o miolo e bota um pouco de queijo derretido dentro”. Quando o funcionário ia fechando o pão ele falou: “Calma, falta um pouco de albumina e proteína nisso; coloca umas fatias de rosbife junto com o queijo”. Quando ele ia fechando novamente, Pinto Neto arrematou: “falta a <a href="http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/noticia/2018/09/10-sintomas-que-falta-de-vitaminas-causa-no-seu-corpo.html">vitamina</a>, bota aí umas fatias de tomate”. Um colega ao lado no balcão gostou da novidade e pediu: “Me vê um desses como o do ‘Bauru’”, disse, referindo-se ao apelido do amigo do interior paulista. Pronto. O nome pegou, o sanduba foi incorporado ao cardápio e assim está até hoje. O pepino foi incluído anos depois, na década de 50, por sugestão dos bebedores de chope, para servir de tira-gosto.<br><br></div><div><br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Torresmo </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div> Feito com barriga de 🤬, o torresmo é aquele aperitivo que conta com uma textura crocante e um sabor irresistível. O preparo começa temperando a carne. Depois, ela deve ser colocada em uma panela de pressão junto com óleo frio. Ao levar ao fogo, é preciso esperar 15 minutos para o óleo esquentar e, depois, mexer a cada 5 minutos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Onion rings </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com uma casquinha crocante e cebola por dentro, essa é uma ótima opção de comida de boteco. Aqui, você aprende o corte correto para a cebola, a massa usada para empaná-la e também como fritá-la. O passo a passo é simple e a lista de ingredientes é curtinha. Mesmo assim, o resultado é irresistível. Vale a pena experimentar!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Coxinha de Frango </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div> A origem da coxinha, certamente, é rondada de histórias. A mais famosa delas é da escritora Nadir Cavazin. No livro <em>Histórias e Receitas</em>, a autora contou uma história bem curiosa sobre a coxinha ― e bem duvidosa.<br><br></div><div> A coxinha teria sido criada em Limeira, no século 19. Diz a lenda que a nobreza imperial escondia um menino na Fazenda Morro Azul. Ele seria filho da Princesa Isabel, herdeira do Império do Brasil, e do Conde D’Eu e seria mantido longe da corte porque era tinha deficiência mental.<br><br></div><div> Essa criança exigia cuidados intensos na alimentação e era muito “chato” para comer. Ele só comia coxas de galinha. Os outros pedaços da ave, como peito e asas, eram rejeitados e servidos às outras pessoas.<br><br></div><div> Certa vez, a cozinheira da fazenda não tinha número  suficiente de coxas de frango para o menino e, com medo de represálias, resolveu transformar uma galinhada inteira em coxas. Ela preparou uma massa de batatas, desfiou o frango e recriou uma coxinha de galinha. Para a surpresa, o filho da princesa amou o quitute e passou a pedir apenas pela tal “coxinha de galinha”.<br><br></div><div> Com a fama, até a imperatriz Teresa Cristina teria ido a Limeira para experimentar o famoso quitute adorado pelo neto. Ela gostou tanto que solicitou que o modo de preparo fosse fornecido ao mestre da cozinha imperial, no Rio de Janeiro.<br><br></div><div> A história é boa, mas pouco consistente. Não há documentos nem relatos oficiais de que isso teria acontecido. Todos os filhos da princesa Isabel moravam com ela no Rio.<br><br></div><div> A princesa, inclusive, já devia conhecer a coxinha. Provavelmente, o quitute desembarcou por aqui muito antes, por volta de 1808, quando a D. João e a família real escaparam das tropas napoleônicas e se instalaram no Brasil.<br><br></div><div> Ao Estadão, o chef franco-brasileiro Laurent Suaudeau garante que a receita original da coxinha é francesa e que outros países, como Portugal, já faziam, inspirados na culinária francesa.<br><br></div><div> A tese do cozinheiro francês é apoiada na obra do grande chef Antonin Carême (1784-1833). Entre as páginas 268, 269 e 270 do livro <em>L’Art de la Cuisine Française au XIXème Siécle – Traité des Entrées Chaudes, </em>de 1844, o cozinheiro ensina a fazer um “croquette de poulet” (croquete de frango) e aconselha moldá-la “em forme de poires” (“no formato de peras”).<br><br></div><div> “Obviamente, a receita foi modificada no Brasil”, disse Laurent em 2011. “Mas, do ponto de vista técnico, é a mesma.”<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Pastel </title>
         <author>nahuan</author>
         <link>https://padlet.com/nahuan/fkl78mvg400rq0xz/wish/2124554674</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o professor Ricardo Maranhão, da Universidade Anhembi Morumbi, coordenador do Centro de Pesquisas em Gastronomia Brasileira, o pastel tipicamente brasileiro, frito, é originário da Europa. “Na Idade Média, havia várias receitas de massas recheadas que eram levadas ao forno. A ideia de fritar o pastel surgiu na Península Ibérica, no fim desse período”, afirma. &nbsp;<br><br></div><div>No entanto, de acordo com Marcelo Angele, professor de gastronomia do Senac, o pastel é derivado do tradicional Rolinho Primavera da culinária chinesa e do gyosa <a href="https://revistacasaejardim.globo.com/Curiosidades/noticia/2018/08/8-razoes-para-visitar-setouchi-no-japao.html"><strong>japonês</strong></a>. “A introdução do pastel no Brasil se deu por meio de imigrantes chineses, que tiveram de se adaptar aos ingredientes disponíveis por aqui”, conta.<br>Se foram os chineses os “criadores” da receita, então por que vemos tantos japoneses fritando pastéis em feiras e pastelarias em todo o país? O professor Angele explica: “Por conta da Segunda Guerra Mundial, os japoneses abriram pastelarias no intuito de se passarem por chineses, livrando-se, dessa forma, da discriminação que havia na época em razão da aliança entre alemães, italianos e japoneses, inimigos do Brasil no conflito”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Músicas:</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>sudeste</strong> brasileiro é muito musical e conta com ritmos marcantes e contagiantes, entre eles o samba, o pagode, o funk e a bossa nova. O samba é um dos ritmos mais tradicionais do <strong>sudeste</strong>, e está presente principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro durante o carnaval das escolas de samba.<br>A região Sudeste tem estilos músicas nacionalmente conhecidos, como:&nbsp;<br><br>-Bossa Nova.<br>-Choro.<br>-Funk.<br>-Lundu.<br>-Pagode.<br>-Samba.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Bossa Nova</title>
         <author>nahuan</author>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Samba </title>
         <author>nahuan</author>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Danças da região</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>Batuque;<br>Capoeira;<br>Catira;<br>Caxambu;<br>Ciranda;<br>Congo;<br>Dança açoriana;<br>Dança alemã;<br>Dança de cana-verde;<br>Dança do tamanduá;<br>Dança de velhos;&nbsp;<br>Fandango;&nbsp;<br>Funk;&nbsp;<br>Jongo;&nbsp;<br>Quadrilha e Samba de lenço;<br>Bate flechas;<br>Dança de São Gonçalo;<br>Mineiro-pau;<br>Ticumbi.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>História da Capoeira </title>
         <author>nahuan</author>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Demonstração da Capoeira </title>
         <author>nahuan</author>
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         <title>Jongo</title>
         <author>nahuan</author>
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         <title>História da Congada </title>
         <author>nahuan</author>
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         <title>Catira </title>
         <author>nahuan</author>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Demonstração da Congada </title>
         <author>nahuan</author>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Religiões:</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Religião</strong> na Região <strong>Sudeste</strong></div><div>Por influência especialmente portuguesa a maior parte da população da região <strong>sudeste</strong> é católica, Mas existem também:</div><div><br>-Espiritismo.<br>-Umbanda.<br>-Budismo.<br>-Religião evangélica.<br>-Candomblé.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Religião Candomblé e Umbanda </title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Bate flechas</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma dança de cunho religioso, em louvor a São Sebastião, tipicamente capixaba. Nesta, os dançarinos homens e mulheres usam duas flechas cada para marcar ritmo juntamente com a batida dos pés.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:57:45 UTC</pubDate>
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         <title>Dança de São Gonçalo</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>De origem portuguesa, pode ser encontrada em diversos estados do Brasil, com características próprias em cada região. As moças se vestem de branco, rosa ou azul. Cada figurante conduz um arco de madeira enfeitado de papel de seda da cor do vestido. Em certos lugares, um único homem participa da dança e comanda a função, trajado de branco, o qual desempenha o papel de São Gonçalo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 00:58:51 UTC</pubDate>
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         <title>Mineiro-pau</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma dança tipicamente mineira que conta com a participação de apenas homens, os quais usam bastões de madeira, que marcam o ritmo da coreografia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 01:00:42 UTC</pubDate>
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         <title>Ticumbi</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma versão capixaba da Congada. Só é encontrada no estado do Espírito Santo, é uma dança dramática guerreira. É praticada por negros que se vestem de branco, usam batas longas enfeitadas de fitas muito coloridas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 01:02:57 UTC</pubDate>
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         <title>Comunidades tradicionais da região Sudeste</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Fundo e fecho de pasto da Bahia.</li><li>Geraizeiros do Vale das Cancelas.</li><li>Retireiros do Araguaia.</li><li>Ribeirinhos de Montanha e Mangabal.</li><li>Caiçaras de Paraty.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 01:30:22 UTC</pubDate>
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         <title>Povos</title>
         <author>nahuan</author>
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         <description><![CDATA[<div>A cultura da <strong>região Sudeste</strong> é resultado do processo de colonização do Brasil, mediado pela formação do <strong>povo</strong> brasileiro a partir de três grandes vertentes: o índio, o negro e o europeu. Desse modo, as manifestações culturais da <strong>região</strong> mesclam características desses <strong>povos</strong>.</div><div><strong>Rio de Janeiro: </strong>17.366.189 habitantes</div><div><strong>Espírito Santo: </strong>4.064.052 habitantes</div><div><strong>São Paulo: </strong>46.289.333 habitantes</div><div><strong>Minas Gerais: </strong>21.292.666 habitantes</div>]]></description>
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         <title>Religião evangélica.</title>
         <author>nahuan</author>
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         <title>Budismo </title>
         <author>nelsondasilva456</author>
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