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      <title> História e o Sentido da Pesquisa Histórica na Educação by Déborah Tonete</title>
      <link>https://padlet.com/deborahtonete/Bookmarks</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-08 13:55:07 UTC</pubDate>
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         <title>História e Pesquisa Histórica</title>
         <author>deborahtonete</author>
         <link>https://padlet.com/deborahtonete/Bookmarks/wish/1875882882</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Ghiraldelli (1990), a palavra história tem dois significados:&nbsp;<br><br></div><div>1)&nbsp; &nbsp; &nbsp;História como processos de existência e vida real dos homens no tempo;<br><br></div><div>Refere-se aos modos de vida em diferentes espaços e em diferentes tempos, marcando o processo de desenvolvimento da vida dos homens em sociedade.&nbsp; Implica entender a história como resultado de uma dinâmica sociocultural especifica de cada cultura.&nbsp;<br><br></div><div>2)&nbsp; &nbsp; &nbsp;Estudo científico, referente à pesquisa e ao relato estruturado desses processos humanos;<br><br></div><div>A história refere-se, também, ao estudo científico e ao seu relato de forma estruturada. Trata-se, sob essa perspectiva, da reconstituição dos fatos que é fundamental para o entendimento do fenômeno educativo como um todo. A partir dela, o fenômeno educativo é compreendido dentro da realidade em que ele se produz, pois é impossível compreendê-lo sem considerar as condições sociais, econômicas e políticas que marcam as práticas educacionais.<strong>&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 17:48:44 UTC</pubDate>
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         <title>O Tecnicismo</title>
         <author>deborahtonete</author>
         <link>https://padlet.com/deborahtonete/Bookmarks/wish/1875894922</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A educação brasileira foi fortemente influenciada pelo <strong><em>tecnicismo,</em></strong> o qual foi implementado na legislação educacional, pelo governo militar, a partir da década de 1960. Seu objetivo era tornar a educação compatível, por meios teóricos e práticos, com a ditadura.&nbsp; O núcleo doutrinário do tecnicismo foram os acordos MEC/USAID. Eram uma série de convênios realizados a partir de 1964, durante o regime militar brasileiro, entre o Ministério da Educação (MEC) e a <em>United States Agency for International Development</em> (USAID). Romanelli (1986) aponta que esse modelo educacional carrega a mentalidade empresarial, estabelece-se uma correlação entre a educação e o crescimento da renda nacional.&nbsp;<br><br></div><div>Características:</div><ul><li>Centra-se em: métodos, conteúdo e domínio de técnica</li><li>Privilegia a perspectiva microssocial, desvalorizando a compreensão do contexto social.</li><li>Compartimentalização do conteúdo e hierarquização do conhecimento, o que reflete no modo de avaliação.</li></ul><div><br></div><div>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Reforma Universitária:<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Instituída pela lei 5540/68, a reforma do ensino superior ficou conhecida por ser baseada no modelo universitário americano. O ensino é estruturado neste modelo em básico e profissional com dois níveis de pós-graduação: mestrado e doutorado. Foi utilizado para extinguir o movimento social e político dos estudantes e de outros setores da sociedade civil. O Estado de Segurança Nacional institucionalizou triagens ideológicas, cassação de professores e alunos, cesura do ensino, intervenções militares dentre outras intervenções características de polícia-política das universidades. Muitos intelectuais foram caçados e exilados pelo governo militar, dentre eles, Paulo Freire.<br><br></div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Reforma de Ensino de 1 e 2 graus<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Instituída pela Lei 5692/71, a reforma do ensino de 1 2 graus inovou ao aumentar os anos de ensino primário obrigatório de 4 para 8 anos, causando a consequente redução do ensino médio de 7 para 3 a 4 anos. Inovou também na implementação do ensino médio profissionalizante.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Freitag (1980) aponta que essa forma de ensino visa impossibilitar a ascensão social pelos estudos, dificultando o acesso à universidade e facilitando a integração direta no mercado de trabalho, de acordo com sua classe social. Nesse meio tempo, as vagas às universidades ficavam reservadas aos alunos que de classe alta.&nbsp; Acabava-se assim, por reproduzir e manter o status quo das classes sociais dominantes. Outro objetivo era cumprir a função de reprodutor da força de trabalho, beneficiando a economia nacional. Desenvolveu uma estrutura para acomodar a população à subordinação do país ao capital estrangeiro.&nbsp;<br><br>Princípios da educação hegemônica durante a ditadura:</div><ul><li>&nbsp;Doutrina de segurança nacional: consolidação do regime militar pela coerção, valendo-se de força para controlar idelogicamente os movimentos sociais e a educação.</li><li>&nbsp;Teoria do capital humano:&nbsp; tenta aplicar o modelo empresarial, adequando a escola às exigências da sociedade capitalista, industrial e tecnológica.&nbsp;</li><li>Teoria tecnicista: busca a mudança de comportamento do aluno por meio de treinamento, a fim de desenvolver habilidades. Em tese, seria capaz de suprir a necessidade emergentes de um sistema capitalista em expansão.&nbsp;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 17:53:08 UTC</pubDate>
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         <title>As Teorias Críticas da Educação</title>
         <author>deborahtonete</author>
         <link>https://padlet.com/deborahtonete/Bookmarks/wish/1875902868</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Novas teorias educacionais passam a ser discutidas durante o processo de redemocratização do país. Apesar de não implantadas, serviram de base para reformas: Teoria do sistema de ensino enquanto violência simbólica do Estado; Teoria da escola enquanto aparelho ideológico do Estado; Teoria da escola dualista.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A pedagogia crítico-social dos conteúdos surge na segunda metade dos anos 70. É uma tendência pedagógica brasileira que foi viabilizada por lutas sociais por maior democratização da sociedade. Foi proposta por José Carlos Libâneo, ele busca enfatizar a importância do domínio sólido por parte dos professores e alunos dos conteúdos científicos como condição para a participação efetiva do povo nas lutas sociais.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 17:56:01 UTC</pubDate>
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