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      <title>NOTAS SOBRE SINTAXE FUNCIONALISTA by Daniela Malta</title>
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      <description>Florescer de um Diário Reflexivo sobre a vivência na disciplina de Sintaxe Funcionalista ministrada pela Profª Drª Medianeira Souza - Doutorado em Letras 2020.2 (PPGL-UFPE)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-01 09:38:51 UTC</pubDate>
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         <title>A Linguista e a Professora: Tempo de semear</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Sou Daniela Malta, professora de Língua Portuguesa da rede municipal de Serra Talhada, também atuo como Educadora de Apoio da EREFEM Methódio de Godoy Lima. Venho de um lar de professores, por isso ingressei no curso de Magistério no final dos anos 90. Cursei Letras e Pedagogia na Autarquia Educacional de Serra Talhada. Pelas limitações locais e financeiras fiz  especializações em Programação do Ensino de Língua Portuguesa pela UPE, Literatura e Cultura além de Libras pela Barão de Mauá, Língua Portuguesa: oratória e redação. Em 2019 conclui o mestrado em Letras pela UFPE , antigo sonho. Hoje sou doutoranda do curso de Pós-graduação em Letras pela UFPE, momento de grande aprendizado não apenas profissional, mas também pessoal. Sigo aos cuidados acadêmicos de minha orientadora Profª Cláudia Roberta, a quem considero como uma irmã. A linguista nasce em meio a curiosidade de buscar meios para trabalhar a língua, objeto de fascínio ao  longo da história da humanidade. Fui construindo minha biblioteca motivada pelas incansáveis pesquisas guiadas pelo senhor "Google", como também referenciadas nos curso de formação complementar e continuada. Assim, nasce a linguista... Nesse semear de sonhos e conquistas não poderia de deixar de lançar a frase do saudoso Rubem Alves:<br>"O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos".</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 12:33:31 UTC</pubDate>
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         <title>Meu lugar de fala</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O falar não se restringe ao ato de emitir palavras, mas de poder existir".       (Djamila Ribeiro)<br><br></div><div>Na minha caminhada profissional ingressei na carreira do Magistério por intermédio de minha mãe, que sonhava com um destino justo para mim e minha irmã. Naquela época as opções eram mínimas atravessadas pelo receio de trabalhar no comércio. O desemprego de meu pai e o esforço de mãe, resultaram na escolha pela educação. O Colégio Cônego Tôrres  foi cenário de uma vida... Lá minha mãe foi coordenadora pedagógica por 17 anos, também lá ingressei na 5ª série e permaneci até o 3º ano do curso de Magistério. Lá peguei licenças, substitui professores, aos poucos me tornando professora. Foi nesse colégio que tanto amo que conheci meu esposo e hoje leciono de forma efetiva desde 2010. Mas o sonho de entrar na rede estadual só aconteceu muito depois. Com a aprovação no concurso público da rede estadual e ao mesmo tempo agraciada pela aprovação no mestrado em Letras pela UFPE, meus sonhos foram se delineando. Nesse ínterim, casei com Benedito Malta me tornei mãe de Ana Clara e Brenno, minhas maiores riquezas! Construí com muito afinco uma família linda. Tive a oportunidade de atuar no ensino superior nos cursos de Letras, Matemática, História e Psicologia de 2003 a 2019. Escolhas foram necessárias e optei pela educação básica. Acreditando que meu lugar de fala precisa do meu esforço acadêmico e o anseio de transformar a Educação Básica venceu em meio de outros espaços. Como professora de curso preparatório para concursos me realizo, ânsia da pesquisa-ação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 12:49:07 UTC</pubDate>
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         <title>O divisor de águas...</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O encorajamento para prestar a seleção de mestrado surgiu em meio a interiorização do ensino superior em Serra Talhada. Foi através do curso de Letras e o diálogo com a Secretaria de Educação de Serra Talhada que curso de formação continuada trazia "luz" aos estudos da língua para nossa docência. Os eventos puderam dialogar com o que fazíamos no chão da sala de aula através de relato de experiências. Lembro-me com tamanho afeto da menção honrosa recebida em 2015  e pelo trabalho com "Bilhetes orientadores na (re)escrita de contos no 9º ano do EF" na semana de Letras da UAST. Isso me encorajou a centrar minha atenção em desbravar outros espaços. Deus colocou em meu caminho anjos especiais: o prof. Marcelo Sibaldo, Adeilson Sedrins e Dorothy. Essa equipe especial preparou módulos de formação com professores da rede chamado "RELATE" no ano de 2016. Com duração de 5 meses, a indicação de leituras motivaram buscar as seleções de mestrado em Letras e no final de 2016 já me encontrava com esse sonho realizado. Ressalto que minha caminhada "tardia" para continuação da formação acadêmica, se deu por fatores que pesaram durante esses  anos... A questão do deslocamento e a estabilidade financeira-profissional. Costumo dizer que a maternidade nunca foi empecilho e que meus filhos compreendem minhas ausências... Memória explodem à mente... Mas serei sempre grata pela acolhida de Cláudia Roberta na UFPE e pelo também pelo encorajamento de especialmente do prof. Marcelo Sibaldo.<br>Termino minhas divagações com o coração cheio de GRATIDÃO, porque os sonhos me alimentam .  Já diz Adélia Prado:<br>"O sonho encheu a noite<br>Extravasou pro meu dia<br>Encheu minha vida<br>E é dele que eu vou viver<br>Porque sonho não morre".</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 13:08:15 UTC</pubDate>
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         <title>A Docente e a Disciplina: a educação do olhar</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div>"<strong><br>Diego não conhecia o mar. O pai Santiago Kovakloff , levou-o  para que descobrisse o mar. Viajaram para o sul. Ele, o mar, estava do outro lado das duas altas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. E, quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: - Pai, me ajuda a olhar!"</strong></div><div><strong>(Eduardo Galeano – O Livro dos Abraços) <br><br>Como a vida nos proporciona encontros incríveis... Foi em 2020 durante o cumprimento de créditos complementares para o Doutorado que tive o imenso prazer de conhecer a Profª Drª Medianeira Souza, a nossa Medi. Uma professora vanguardista que em meio a dureza da academia nos ensinou a caminhar com leveza. A educação do olhar foi determinante para que em meio a uma Pandemia, sim!!!! Protagonizamos a história avassaladora da COVID 19, o medo, a ansiedade, as incertezas e perdas desenharam as linhas desse anos de 2020. Contudo foi a serenidade firme de nossos docentes que tornaram essa caminhada possível. E Medi foi excepcional! A escolha pela disciplina foi guiada pelo amor a sintaxe, esta que me acompanha na minha retomada acadêmica desde 2017. Desejo de compreender com clareza as interfaces do que diz ser a "língua em USO".  O olhar diante de tal cenário faz diferença, sobretudo, quando temos a distância das interações. Uma mediação virtual depende do desprendimento de um mediador sábio e experiente... que denote em seu falar não apenas as sentenças de especialistas,  pois como afirma  Leonardo da Vinci "todo o nosso conhecimento se inicia com sentimentos". Não podemos  esquecer que "</strong>A minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim". Ailton Krenak. E é assim que sigo adiando...<br><br></div><div><a href="https://www.pensador.com/autor/leonardo_da_vinci/"><br></a><br></div><div><strong> </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 13:27:56 UTC</pubDate>
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         <title>Uma disciplina: costuras teóricas sobre o Funcionalismo Linguístico</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Butler (2003, p. 29)<br>1. A linguagem é primariamente um instrumento de comunicação humana em contextos sociais e psicológicos situados;<br>2. Rejeição, total ou parcial, da alegação de que o sistema linguístico (a 'gramática') seja arbitrária e autocontida (autônoma), ou seja, defendem-se explicações funcionais em termos de fatores cognitivos, socioculturais, psicológicos e diacrônicos;<br>3. Rejeição, total ou parcial, da alegação de que a sintaxe é autocontida (autônoma), ou seja, defende-se que a estruturação semântica e pragmática são centrais, ao passo que a sintaxe é vista como um dos meios de expressão de significados, sendo, ao menos, parcialmente motivada por esses significados;<br>4. Reconhecimento do caráter não discreto das categorias da dimensão cognitiva;<br>5. Interesse pela análise de textos e de seus contextos de uso;<br>6. Forte preocupação com questões tipológicas;<br>7. A adoção de uma visão construcionistas - em vez de adaptacionista - acerca da aquisição (ou aprendizagem) de linguagem.<br><br>As perspectivas funcionalistas de acordo com Nuyts (1992; 1993):<br>a) Função informativa<br>b)Função intencional<br>c) Função socializante<br>d) Função contextualizante<br><br>Espectro de teorias funcionalistas<br><br>- Gramática do Papel e da Referência (RRG) - Van Valin; Van Valin e LaPolla<br>- Gramática Funcional (FG) - Dik<br>- Gramática Discursivo-funcional (FDG) - Hengeveld e Mackenzie<br>- Linguística Sistêmico-Funcional  - Halliday; Halliday E Matthiessen.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 13:51:08 UTC</pubDate>
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         <title>Uma disciplina a várias mãos: diálogos e saberes colaborativos</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div>TECENDO A MANHÃ<br>1 <br>Um galo sozinho não tece uma manhã:<br>ele precisará sempre de outros galos.<br>De um que apanhe esse grito que ele<br>e o lance a outro; de um outro galo<br>que apanhe o grito que um galo antes<br>e o lance a outro; e de outros galos<br>que com muitos outros galos se cruzem<br>os fios de sol de seus gritos de galo,<br>para que a manhã, desde uma teia tênue,<br>se vá tecendo, entre todos os galos.<br><br>2.<br><br>E se encorpando em tela, entre todos,<br>se erguendo tenda, onde entrem todos,<br>se entretendendo para todos, no toldo<br>(a manhã) que plana livre de armação.<br>A manhã, toldo de um tecido tão aéreo<br>que, tecido, se eleva por si: luz balão.<br><br><br>Publicado no livro A educação pela pedra (1966).<br><br>In: MELO NETO, João Cabral de. Obra completa: volume único. Org. Marly de Oliveira. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. p.345. (Biblioteca luso-brasileira. Série brasileira</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 14:26:55 UTC</pubDate>
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         <title>O que é SINTAXE?</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div>1. A sintaxe especifica como os lexemas se combinam uns com os outros em determinadas construções (LYONS, 1982, P. 103).<br><br>2. A sintaxe compreende o estudo de estruturação interna da frase (PERINI, 1998, p. 50).<br><br>3. Disciplina da Linguística que estuda como  combinamos palavras para formar sintagmas para formar sentenças. (MIOTO; SILVA; LOPES, 2013, p. 36).<br><br>4. A sintaxe estuda o emprego das classes de palavras e as relações de regência, concordância e colocação que elas mantém entre si, na estruturação das orações, e as relações que se estabelecem entre as orações do período. (HAY,  2015, p. 72).<br><br>5.  A sintaxe é a área da Linguística que investiga como as palavras são organizadas de modo a formar frases em uma língua natural (KENEDY; OTHERO, 2018, p. 9)<br><br>6. O termo Sintaxe é oriundo do vocábulo de origem graga "syntaxis", que significa "ordem", "disposição" (BERLINK et. al., 2001). Esse termo, tradicionalmente, refere-se ao plano da gramática que trata da estrutura interna da sentença, considerando as regras de hierarquia, combinação e funções de seus constituintes bem como das relações intersentenciais. (SILVA; BISPO, no prelo)<br><br>7. A sintaxe é vista como a codificação e dois domínios funcionais distintos: a semântica (proposicional) e a pragmática (discursiva) (NEVES, 2001, p.24) </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 14:59:42 UTC</pubDate>
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         <title>SINTAXE FUNCIONAL</title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1253605938</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Marcos nos estudos sintáticos funcionalistas: THE ORIGINS OF SYNTAX IN DISCOURSE: a case study of Tok Pisin relatives (SANKOFF; BROWN, 1976) e From discourse to syntax: grammar as a processing strategy (GIVÓN, 1979).<br><br>2. Investigação que relaciona discurso e sintaxe leva à conclusão de que a Sintaxe das línguas humanas existe em razão de funções que a estrutura desempenha.<br><br>3. A sintaxe não seria uma entidade autônoma, mas estreitamente relacionada a e dependente da semântica e da pragmática.<br><br>4. a pragmática é a moldura dentro da qual a semântica e a sintaxe devem ser estudadas. A semântica é dependente da pragmática, e as prioridades vão da pragmática, e as prioridades vão da pragmática para a sintaxe, via semântica (DIK, 1978)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 15:19:05 UTC</pubDate>
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         <title>BASES DA SINTAXE FUNCIONAL</title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1253678014</link>
         <description><![CDATA[<div> […] se você quer compreender o que é a ciência, você deve olhar, em primeiro lugar, não para as suas teorias ou as suas descobertas, e certamente não para o que seus apologistas dizem sobre ela; você deve ver o que os praticantes da ciência fazem. Geertz, 2008 [1989], p. 4 <br><br>* Os estudos acerca de fenômenos sintáticos sob esse viés teórico assentam-se na premissa de que a língua é um código a serviço da comunicação e, em decorrência, assumem que tais fenômenos refletem, em algum grau, diferentes valores e intenções comunicativas construídos no uso real da língua.<br><br>* Para um funcionalista, pesquisar a sintaxe de uma língua implica compreender e descrever o valor funcional ( em termos comunicativos e  de estrutura informacional, por exemplo) das diversas unidades estruturais existentes na gramática dessa língua. A ênfase está, portanto, na relação entre forma função.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 15:30:21 UTC</pubDate>
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         <title>19/11/2020</title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1253811234</link>
         <description><![CDATA[<div>- Apresentação da disciplina<br>- Esclarecimentos sobre a dinâmica das aulas<br>- Ementa como percurso formativo - Metáfora de "Um teto todo seu" (Virgínia Woolf)<br>- Aula Inaugural com o prof. Dr. Wellington Mendes (UERN)<br>* Funcionalismo, Funcionalismos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 15:52:42 UTC</pubDate>
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         <title>Texto-base </title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1253840318</link>
         <description><![CDATA[<div>Leitura indicada para exposição dialogada da aula 1 - 19/11/2020. <br> Por que é a língua como é? A natureza da língua está intimamente relacionada com as necessidades que lhe impomos, com as funções que deve servir. Nos casos mais concretos, estas funções são específicas de uma cultura; o uso da língua para organizar expedições de pesca nas Ilhas Trobriand, descrito há meio século atrás por Malinowski, não tem paralelo na nossa sociedade. Mas subjacentes a tais instâncias de uso da língua estão funções mais gerais que são comuns a todas as culturas. Nem todos participamos em expedições de pesca; porém, todos nós usamos a língua como um meio de organizarmos outras pessoas e determinarmos os seus comportamentos2 (HALLIDAY, 1970, p.141). <br><br> 1. A linguagem tem uma função representacional – usamo-la para codificar a nossa vivência e experiência do mundo; faculta-nos imagens da realidade (física ou mental). Ajuda-nos, portanto, a codificar significados da nossa experiência, isto é, a codificar significados ideacionais (FUNÇÃO IDEACIONAL). 2. A linguagem tem uma função interpessoal – usamo-la para codificar interacção e mostrarmos quão defensáveis achamos as nossas posições, os nossos enunciados. Ajuda-nos, portanto, a codificar significados de atitudes, interacção e relações sociais, isto é, significados interpessoais (FUNÇÃO INTERPESSOAL). 3. A linguagem tem uma função textual – usamo-la para organizarmos os nossos significados ideacionais e interpessoais num todo linear e coerente. Permite-nos, portanto, codificar significados de desenvolvimento textual e organização retórica, isto é, significados textuais (FUNÇÃO TEXTUAL). <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 15:57:43 UTC</pubDate>
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         <title>FUNCIONALISMO, FUNCIONALISMOS </title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div>Prof. Dr. Welligton Mendes (UERN) <br><br># A língua como sistema estratificado;<br># Como seres humanos, existimos na linguagem e continuamente tecemos a ideia linguística em que estamos incorporados. [...] Esse mundo humano inclui centralmente o nosso mundo interior do pensamento abstrato, dos conceitos, das crenças, das imagens mentais, das intenções e da auto percepção" (CAPRA, LUISI, 2014, p. 336)<br><br># LSF: preparando o terreno - <br>"I am not really interested in the boundaries between disciplines, but if you pressed me for one specific answer, I would have to say that for me linguistics is a branch of sociology. Language is a part of the social system [...]" (HALLIDAY, 1978, p. 38-9)<br><br># O programa da teoria envolve uma abordagem da língua como um recurso sociossemiótico, enfatizando os modos pelos quais a linguagem empodera os a falantes para , por um lado, extrair sentido da realidade e, por outro, criar concepções dessa realidade, negociando-as na interação social</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 16:00:48 UTC</pubDate>
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         <title>26/11/2020</title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1253932577</link>
         <description><![CDATA[<div># Para que serve a linguagem? A principal finalidade da linguagem é a COMUNICAÇÃO. (MEDINA, 2007, p. 09)<br><br>-  A linguagem é uma ferramenta que está presente a todo o momento em nossas vidas. Compreender seus usos e funções deveria ser uma obrigação a todos nós, mas, sabemos que nem sempre é assim. É visível que a falta de conhecimento da relação linguagem e poder, de seus usos e funções existe, levando em consideração vários exemplos de pessoas que atribuem ao “mau uso da nossa linguagem” ao “fracasso como cidadão”. Mas, não saber usá-la não significa não saber compreendê-la. <br><br># Pensamento e Linguagem<br>- Falar é nomear objeto, é formar conceitos, é articulá-los de forma coerente; falar é manifestar nosso pensamento sobre o mundo: mundo subjetivo e objetivo.<br>- Linguagem estruturada: instrumento pela qual podemos estabelecer diálogos, atribuindo sentido à realidade que nos cerca.<br>- Matrizes da linguagem: verbal, visual e sonora.<br>- Linguagem: corporal, matemática, física, digital, etc.<br><br># <a href="https://image.slidesharecdn.com/aula-falaeescritacap-150904141844-lva1-app6891/95/aula-fala-e-escrita-cap-1-12-638.jpg?cb=1441376616"> </a>“Mais do que um simples instrumento, a língua é uma prática social que produz e organiza as formas de vida, as formas de ação e as formas de conhecimento.” O que é a Língua? (MARCUSCHI; DIONÍSIO, 2007, p. 14)<br><br>#A língua tem como características: • É universal • É histórica • É situada “[…] todos os povos têm uma língua e com ela referem, significam, agem, contextualizam, expressam suas ideias, etc.” (MARCUSCHI; DIONÍSIO, 2007, p. 26). “[…] cada uma é histórica e tem surgimento no tempo” (MARCUSCHI; DIONÍSIO, 2007, p. 26). “[…] todo texto é produzido por alguém situado em algum contexto, e toda produção discursiva é localizada. (MARCUSCHI; DIONÍSIO, 2007, p. 26).<br><br># Para Vigotsky a  <strong>linguagem</strong> é o sistema simbólico do homem, fornece os conceitos, as formas de organização do real, a mediação entre o sujeito e o objeto do conhecimento.<br><br>*Texto para ampliar a discussão:  A natureza da linguagem humana , de Esmeralda Vailati Negrão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 16:13:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>03/12/2020</title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1254094147</link>
         <description><![CDATA[<div> A aula foi conduzida pela profa. Dra. Flávia Ferreira da Silva Rocha (UFSE) que apresentará sua tese de base na LSF entremeada com a aplicação desta teoria a discursos de cunho político. <br><br>#Aporte teórico -  o arcabouço da Linguística Sistêmico-Funcional desenvolvida por Halliday (1985), ampliada por Halliday e Mathiessen (2004, 2014) e seguida por Eggins (1994, 1997); Bloor e Bloor (1995); Thompson (2007) dentre outros. <br><br># Corpus da pesquisa:  12 editoriais distribuídos em quatro fases: Fase I: Golpe de Estado – Ditadura velada, Fase II: Ditadura consolidada, Fase III: Processo de abertura e Fase IV: Cinquentenário do golpe. No que diz respeito à metodologia, selecionamos treze itens lexicais que serviram de guia para escolhermos as porções textuais que evidenciavam as representações do golpe. Usamos a ferramenta computacional Word Smith’s Tools para a identificação dos Processos, dos Participantes e das Circunstâncias envolvidos em cada editorial em análise com vistas a investigar os significados das escolhas feitas por cada veículo de comunicação. <br><br># Resultados apontam para representações do golpe, principalmente, como ação necessária à proteção da democracia contra as ameaças de invasão do comunismo. Para isso, a ditadura foi instanciada nos editoriais investigados como Participante Meta, desvelando, na perspectiva dos jornais, os anseios da sociedade nas três primeiras Fases e reduzido, especialmente, às Circunstâncias históricas na comemoração dos cinquenta anos. Com esse posicionamento, os jornais fazem um alinhamento discursivo em cada uma das quatro Fases de nosso estudo, sustentando um discurso que vai de encontro aos princípios básicos da imprensa, a alegada imparcialidade e compromisso com a verdade.<br><br> Palavras-chave: Linguística sistêmico-funcional. Sistema de transitividade. Ditadura civilmilitar brasileira de 1964. Editorial. Representação. <br><br><br>*Língua e poder<br> 1. Tanto cognitivistas (Langacker, 2008; Geeraerts, 2010; Ferrari, 2011; Fauconnier e Turner, 2002) quanto sistemicistas (Halliday e Matthiessen, 2004; Matthiessen, 2012; Gonzaga, 2011; Gouveia, 2011; Taverniers, 2011) assumem o significado como aspecto central da linguagem e o tomam como elemento-chave para a descrição do sistema e do uso.<br><br> 2. Além disso, ambas as propostas concebem um continuum entre léxico e gramática (fluidez categorial), destacam o papel das construções e das alternativas construcionais como aspectos fundamentais da linguagem (perspectiva), assumem a dimensão interacional (interpessoal) e simbólica (ideacional) como constitutivas da língua e propõem que a língua seja organizada em forma de redes. <br><br>3. A LSF é orientada para a descrição da língua em termos de produção e propõe categorias que permitam integrar a análise fonético-fonológico-grafológica, morfossintática, semântica e pragmática à construção textual.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 16:38:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>10/12/2020</title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1254212938</link>
         <description><![CDATA[<div># Halliday (2009): a língua consiste em um sistema semogenético, ou seja, um sistema capaz de criar significado.<br><br># Mathiessen (2009): a língua configura-se em um sistema dinâmico aberto que atua como recurso tanto para a reflexão quanto para a ação.<br><br>#  Segundo Halliday (2009), são cinco os princípios que guiam as dimensões de organização do sistema: <br>1. a realização;<br>2. a organização metafuncional; 3. a organização paradigmática dos sistemas; <br>4. a organização sintagmática das estruturas; <br>5. a instanciação.<br><br>#  Halliday &amp; Matthiessen (2004) postulam que a evolução da língua, como um sistema dinâmico e aberto, está relacionada a seu papel intrínseco como recurso para a construção da experiência humana externa e interna e para a negociação de relações sociais, papéis discursivos e posicionamentos intersubjetivos. Esses dois modos complementares de construção de significados são denominados metafunção ideacional e interpessoal da linguagem. Além disso, um terceiro componente, a metafunção textual, é concebido como responsável por mapear esses significados entre si, relacionando-os ao contexto nos quais os significados são negociados. Tal função seria responsável por garantir a criação da tessitura (texture) — estrutura temática e informacional, além de coesão, coerência, foricidade, dentre outras possibilidades. Segundo os autores, todo enunciado de um falante linguisticamente adulto é intrinsecamente multifuncional, apresentando uma configuração sistêmica e estrutural que permite concebê-lo como: <br>a. Representação = metafunção ideacional (experiencial) <br>b. Negociação =  metafunção interpessoal <br>c. Mensagem =  metafunção textual  <br><br>*  LSF: Organização Metafuncional da Linguagem <br> 1. A língua deve interpretar o conjunto de nossa experiência, reduzindo a variedade indefinida de fenômenos do mundo ao nosso redor, e também do nosso mundo interior, além dos processos de nossa própria consciência, para um número de classes e fenômenos gerenciáveis: tipos de processos, eventos e ações, classes de objetos, pessoas e instituições, dentre outros; -  METAFUNÇÃO IDEACIONAL (EXPERENCIAL) <br>2. A língua deve expressar certas relações lógicas elementares, como ‘e’ e ‘ou’ e ‘se’, assim como aquelas criadas pela própria lingua, como ‘isto é’, ‘diz’ e ‘significa’;  -  METAFUNÇÃO IDEACIONAL (LÓGICA) <br>3. A língua deve expressar nossa participação, como falantes, na situação discursiva; os papéis que nós assumimos e impomos aos outros; nossos desejos, sentimentos, posicionamentos e julgamentos; -  METAFUNÇÃO INTERPESSOAL <br>4. A língua deve fazer todas essas coisas simultaneamente, de modo que ela relacione o que está sendo dito ao contexto do que está sendo dito, ambos em relação ao que já foi expresso e ao ‘contexto situacional’; em outras palavras, ela deve ser capaz de ser organizada em um discurso relevante, não somente em palavras e frases de uma gramática ou dicionário  -  METAFUNÇÃO TEXTUAL (HALLIDAY, 1978, p. 21-22.)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 16:56:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>17/12/2020 - Parte 1</title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1254296129</link>
         <description><![CDATA[<div># TRANSITIVIDADE E SEUS CONTEXTOS DE USO<br><br>- "O MASCULINO E O FEMIINO IMPERIAIS: UMA ANÁLISE SISTÊMICO-FUNCIONAL" <br><br> resumo - Este trabalho partiu de uma investigação realizada segundo a Linguística Sistêmico-Funcional (LSF) sobre as construções de feminino e masculino realizadas através de trabalhos de linguagem em gênero biográfico. Por meio do Sistema de Transitividade (ST) e seus Componentes, Participantes e Circunstâncias, bem como do Sistema de Avaliatividade (SA), realizou-se uma averiguação do modo pelo qual as personagens feminina e masculina são construídas e identificadas no texto biográfico. Os dados levantados a partir deste procedimento serão analisados segundo a LSF, observando questões de Ideologia e Poder subjacentes ao discurso. A pesquisa terá como corpus a biografia "O Castelo de Papel", em que Mary del Priore (2013) aborda a vida conjugal da Princesa Isabel do Brasil com o Conde d'Eu, da qual serão coletados casos de Processos (Materiais, Mentais, Relacionais, Existenciais, Comportamentais e Verbais) para compor o corpus da investigação. Através deste, pretende-se investigar o comportamento autoral frente à biografação da Princesa e de seu Consorte a fim de identificar se há ou não alguma marca de hierarquização de gênero ou de condicionamento de gênero no tratamento das personagens. O trabalho de linguagem de del Priore na composição e identificação de suas personagens será observado a partir da atitude autoral frente a quebra ou ao reforço de estereótipos de gênero, numa obra presente (séc.XXI) que remonta um passado (séc.XIX) ainda dissensual na história do Brasil. O trabalho de investigação aqui realizado concluiu que há um expressivo destaque a figura do Príncipe em detrimento à Princesa, com base na análise dos Processos ao longo da obra - o que pode ser entendido como uma perpetuação das estruturas sociais de privilégio do Masculino sobre o Feminino. <br><br><br>PALAVRAS-CHAVE: Gênero Biografia. Linguística Sistêmico-Funcional. Identidade de Gênero. Princesa Isabel. <br><br>* A concepção de <strong>transitividade</strong> desenvolvida na <strong>LSF</strong> está associada à metafunção ideacional, que será apresentada ao longo desta seção. A <strong>LSF</strong> é uma teoria geral do funcionamento da linguagem humana, de caráter descritivo e com base no uso linguístico (GOUVEIA, 2009)<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 17:10:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>17/12/2020 - Parte 2</title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1254408870</link>
         <description><![CDATA[<div># TRANSITIVIDADE E SEUS CONSTEXTOS DE USO<br><br><br>"Os processos mentais e a construção de identidade dos moradores de Tejucupapo"<br><br>resumo -  Reconhecendo uma relação dialética entre sociedade e linguagem, que já vem sendo explorada por diversos autores e áreas de estudo, entendemos que é da fricção entre ambos que as identidades emergem e se moldam. Assim, este trabalho analisa a construção de identidades dos moradores de Tejucupapo, um povoado pertencente ao município de Goiana, em PE. Essa análise foi feita através das orações com verbos de cognição, tais orações são entendidas como Processos Mentais dentro do escopo da Linguística Sistêmico-Funcional (HALLIDAY 1999; HALLIDAY &amp; MATHISSIESSEN 2014). Os autores propõem que nossas experiências são representadas através do Sistema de Transitividade, o qual é composto por seis tipos de Processos, entre eles, os Processos Mentais. Baseamo-nos, também, em Figueredo (2007; 2011), uma vez que esse autor apresenta aspectos do funcionamento dos Processos Mentais em seus estudos. Além dos Processo Mentais, guiamos nossa análise pelos Princípios de Identidade, formulados por Bucholzt e Hall (2005). O corpus da pesquisa é composto por dez entrevistas, em formato de áudio, realizadas por Cordeiro da Silva (2015) para sua tese de doutorado, em que o pesquisador investigou a construção da cláusula completiva nos dizeres dos moradores de Tejucupapo. Ainda trazemos uma breve discussão de como a entrevista se alinha aos conceitos de identidade e são bastante utilizadas em trabalhos sobre o tema. A análise das orações com Processos Mentais, feita basicamente através dos Processos Gostar, Ver, Achar, Saber e Querer, revelou variados traços identitários dos tejucupapenses, entre eles, a importância dada ao exercício de alguma atividade profissional e o apreço pelo trabalho de pesca na maré realizado por eles. Também pudemos visualizar como foram percebidas e sentidas diversas modificações pelas quais passaram Tejucupapo e seus habitantes ao longo dos anos. Como essas mudanças, tais como o aumento da violência, o aparecimento das drogas, algumas melhorias, ainda que poucas, nas condições de vida no lugar etc, foram capazes de transformar hábitos e comportamentos e, assim, alterar as identidades deles e as de seus conterrâneos. Por fim, foi unânime o desejo de, num futuro próximo, uma vida melhor, tanto para eles, quanto para seus filhos e netos. <br><br>Palavras-chave: Processos Mentais. Identidade. Moradores de Tejucupapo. LSF. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 17:28:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>07/01/2021 </title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1254433120</link>
         <description><![CDATA[<div> A MODALIZAÇÃO VERBO-GESTUAL EM ENTREVISTAS DO PROGRAMA RODA VIVA  <br><br>resumo:  Este trabalho tem por objetivo investigar a relação verbo-gestual em construções modalizadoras realizadas em interações face a face. Como base teórico-metodológica trabalhamos com um diálogo entre a Linguística Sistêmico-Funcional, a partir do sistema de modalidade, afunilando para modalização, e a Multimodalidade, no que diz respeito às práticas gestuais e suas categorizações. Partimos do princípio de que as nossas atividades discursivas, muitas vezes, estão repletas de formulações modalizadoras. Elas estão presentes em opiniões, julgamentos, dúvidas e ações sutis para sermos polidos ou livrarmos a face em determinadas circunstâncias. Quando se trata de interação face a face, ainda temos a presença de gestos e expressões faciais que também podem denotar muito sobre o que se fala, a depender da postura e feição de quem fala. A partir da perspectiva do texto multimodal, utilizamos como corpus um recorte de três entrevistas gravadas em vídeo no programa Roda Viva, da TV Cultura. Neste recorte, escolhemos entrevistas com foco no processo de impeachment da ex-Presidente Dilma Rousseff. Na transcrição do corpus e nas análises, procuramos descrever detalhadamente as características não verbais presentes nas falas dos entrevistados e ainda utilizar capturas de imagens das ocorrências gestuais para melhorar a qualidade das considerações. Por tratarmos de uma abordagem qualitativa, prezamos pela análise dissertando ponto a ponto de cada ocorrência. Diante disso, percebemos que não apenas há uma relação interligada entre fala e gesto(s) na maioria das modalizações, como também existe um preenchimento do que é limitado em um modo com o que é potencial em outro. Nas categorias analisadas, foram bastante recorrentes os usos de expressões modalizadoras e adjuntos modais associados a gestos metafóricos. Embora em menor número, também tivemos associações entre verbos modais e gestos icônicos e dêiticos. A metaforização gestual frequente pode representar a relação com o processamento cognitivo altamente complexo da língua. <br><br>PALAVRAS-CHAVE: Modalização. Verbo-gestual. Multimodalidade. Entrevista. Roda Viva. <br><br><br># A atenção para a língua em uso constitui um acontecimento notável dos </div><div>dias atuais. Mais do que representar, simplesmente, uma escolha de obje-</div><div>to de estudo ao qual se pode dedicar o investigador, com tal ou tal opção </div><div>teórica, a língua em uso já em si constitui bandeira de teorias específicas, </div><div>representando, assim, uma opção de diretriz teórica, denida com ponto </div><div>de partida no objeto.<br><br>#Mais do que ser importante, é imprescindível que todo estudo se oriente </div><div>por proposições teóricas que deem validade aos resultados. Entretanto, </div><div>toda pesquisa que se limite a, simplesmente, “aplicar” algum modelo </div><div>teórico – por mais bem fundamentado e bem desenvolvido que seja – será </div><div>um exercício que se contenta em validar apenas a si mesmo, ou, quando </div><div>muito, será peça de validação para ponto(s) de tal teoria, o que, anal, de </div><div>nada valerá, pois, em geral, a teoria já passou do estágio de puramente </div><div>buscar validações tópicas. Denida a natureza de uma pesquisa – seja ela </div><div>puramente teórica, seja prática – a criação dos “fatos” de análise a que se </div><div>procederá (necessariamente, com um aparato teórico de base) não pode </div><div>contentar-se com simplesmente colocá-los em esquemas classicatórios, </div><div>catalogações, rotulações etc. previamente disponibilizados, sem nenhuma interpretação que legitime a análise singular dentro de um esquema </div><div>maior que sustente avanço do conhecimento<br>(Maria Helena de Moura Neves)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 17:32:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> 14/01/2021 - Linguística Sistêmico-funcional e interfaces</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>" Palavra viva Palavra com temperatura, Palavra que se produz Muda Feita de luz mais que de vento, palavra".<br>(Chico Buarque de Holanda )<br><br># Multimodalidade e a gramática do designer visual<br>*<strong>Multimodalidade</strong> é um fenômeno em que diferentes modos semióticos – isto é, diferentes "linguagens", como idiomas, representações visuais, gestos – são combinados e integrados em situações comunicativas.<br><br>* Kress e van Leeuwen (1996, 2000) desenvolveram um trabalho para análise de imagens, baseado na Gramática Sistêmico-Funcional ou GSF, proposta por M.A.K. Halliday (1985, 1994, 2004), denominada de Gramática do Design Visual. A proposta de Kress e van Leeuwen para a análise de imagens utilizando os aportes da GSF é de relacionar a noção teórica de metafunção de Halliday com a análise de imagens, e não de verificar se as estruturas lingüísticas têm correspondentes nas estruturas visuais. Esses dois meios “não são simplesmente alternativas de representação da mesma coisa” 49 (Kress e van Leeuwen, 2000:76), pois cada um tem seus próprios códigos e regras para isso .<br><br># A <strong>referenciação</strong> faz parte do processo de organização global de um texto e, dentre esses processos, destacaremos aqueles que se dão por meio da anáfora e da catáfora. Resumidamente, podemos dizer que as anáforas dizem respeito ao resgate dos termos que foram previamente explicitados em um texto.<br><br>A abordagem da aula seguiu mediada pelas convidadas e suas respectivas pesquisas:<br><br>1.(TESE)  Referenciação, multimodade  e tipografia cinética: reflexões em Linguística textual , de Nadiana Lima da Silva (2016)<br>2. (TESE)  A construção de sentidos no trailler cinematográfico : aspectos sociorretóricos, de Paloma Pereira Borba (2013)<br><br>- A gramática do designer , multissemiose e tradição discursiva – estudos retóricos; reconhecimento(Gêneros)<br>ü    Parte da idéia da Linguística Textual “Todo texto é multimodal”.<br><br></div><div>Diálogos teóricos – Reflexões sobre a caminhada acadêmica; contribuições e partilha. </div><div><br><br><br><br> <br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 17:42:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>21/01/2021</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div>#Classificando e definindo:<br>- Orações atributivas<br>- Orações identificativas<br># Funcionalismo Norte-americano <br>- Regras gramaticais modificadas pelo uso – observar a língua como ela é falada. <br>-  1976 – The Origins of Syntax in Discourse – Gillian Sankoff e Penelope Brown <br>-  1979 – From Discourse to Syntax – Talmy Givón <br>-  1980 – Transitivity in gramar and discourse – Paul Hopper <br>- 1987 – Perspectiva Funcional da frase portuguesa – Rodolfo Ilari <br>- Grupos de estudos: - Projeto Norma Urbana Culta - Projeto de Estudo do Uso da Língua - Grupo de Estudos Discurso &amp; Gramática No Brasil</div><ol><li>Princípios e Categorias Centrai</li><li> Informatividade - Focaliza o conhecimento que os interlocutores compartilham (ou supõem) na interação verbal. -</li><li>Status Informacional dos referentes nominais (sintagmas nominais) </li></ol><div>a) Dado (ou velho) b) Novo c) Disponível d) Inferível</div><ol><li>Princípios e Categorias Centrais </li><li>Iconicidade - Correlação natural e motivada entre a forma e a função, isto é, entre o código linguístico (expressão) e seu significado (conteúdo) - Versão original – iconicidade postula uma relação isomórfica de uma para um – entre forma e conteúdo (Bolinger, 1977) - Processos de variação e mudança – relação entre forma e significado é aparentemente arbitrária Exemplos: Entretanto (valor opositivo) – Entre tantos acontecimentos (valor temporal) Embora (valor concessivo) – Em boa hora – valor temporal</li><li><a href="https://image.slidesharecdn.com/funcionalismo-170516194319/95/funcionalismo-19-638.jpg?cb=1494964088"> </a>Princípios e Categorias Centrais </li><li> Iconicidade - A iconicidade do código linguístico está sujeita a pressões diacrônicas corrosivas tanto na forma quanto na função.: a) O código (forma) – erosão pelo atrito fonológico – “em boa hora” – “embora” b) A mensagem (função) – alterada pela elaboração criativa através de processos metafóricos e metonímicos - Manifesta-se em 3 subprincípios: 1) Subprincípio da Quantidade de Informação 2) Subprincípio da Integração 3) Subprincípio de ordenação sequencial</li><li><a href="https://image.slidesharecdn.com/funcionalismo-170516194319/95/funcionalismo-20-638.jpg?cb=1494964088"> </a>Princípios e Categorias Centrais </li><li>Subprincípio da Quantidade de Informação: a complexidade do pensamento tende a refletir-se na complexidade da expressão - Palavras derivadas – belo – embelezar – embelezamento - Repetição – aspecto interativo ou intensidade </li><li> Subprincípio da Integração: correlaciona na distância linear entre expressões à distância conceptual entre as ideais que elas representam. - Maria ordenou: fique aqui (-) - A filha não queria ficar ali (+) </li><li> Subprincípio da ordenação sequencial: subdivide-se entre - Ordenação linear – sequência temporal dos eventos - Relação entre ordem sequencial e topicalidade – tipo de informação veiculada por um elemento e a ordenação que assume.</li><li><a href="https://image.slidesharecdn.com/funcionalismo-170516194319/95/funcionalismo-21-638.jpg?cb=1494964088"> </a>Princípios e Categorias Centrais </li><li>Marcação </li><li>Contraste entre dois elementos de uma mesma categoria linguística – fonológica, morfológica ou sintática – (+ marcado) (- marcado) - Exemplo: Eu uso esta roupa / Esta roupa eu uso. - Uma forma linguística mais corriqueira, que apresenta alta frequência de uso, tende a ser conceptualizada de modo mais automatizado pelo usuário da língua e isso significa que essa forma tem pouca expressividade.</li><li>Princípios e Categorias Centrais </li><li>Transitividade e Plano discursivo </li><li> Gramática tradicional – transitividade é uma propriedade dos verbos. </li><li>Hopper e Thompson (1980)- transitividade como propriedade escalar que focaliza diferentes ângulos de transferência da ação de uma agente para um paciente em diferentes porções da oração. </li><li> Transitividade associada a uma função pragmática – o modo como o falante organiza seu texto – orações com alta transitividade assinalam porções centrais no texto – orações com baixa transitividade marcam porções periféricas. a) Então o Pinguim chegou a festa. a) Batmam derrubou o Pinguin com um soco.</li><li>Princípios e Categorias Centrais </li><li>Gramaticalização  Concepção dinâmica do funcionamento das línguas; Gramática como um organismo maleável, que se adapta às necessidades comunicativas e cognitivas dos falantes. </li><li>É um fenômeno relacionado a essa necessidade de se refazer que toda gramática apresenta Exemplos: - Verbo “querer” como conjunção alternativa – “quer chova quer faça sol” - Substantivo “mente” (intelecto) passa a ser sufixo formador de advérbio – “tranquilamente”.</li></ol><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 18:11:04 UTC</pubDate>
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         <title>28/01/2021</title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1254744730</link>
         <description><![CDATA[<div>·         Funcionalismo norte-americano. </div><div>·          Transitividade e relevo discursivo. </div><div>·          Estrutura argumental e fluxo de informação.</div><div>·         Gramaticalização e discursivização.</div><div>- Aplicação conceitual<br><br></div><div>Prof. Dr. Cléber Ataíde (UFRPE – UAST)<br><br></div><div>Textos-base:<br><br></div><div>1.      Formas de Funcionalismo na sintaxe, de Mary Kato</div><div>2.      Iconicidade – Do léxico à sintaxe, de Cléber Ataíde e Emanuel Cordeiro da Silva<br>3. Iconicidade em sentenças transitivas da Libras: uma motivação formal e conceptual, de Daiana do Amaral Jeremias.<br><br><strong>-     </strong>Versão  mais clássica<br>- Contribuição da Linguística Cognitiva<br>- Discussões que norteiam<br>- Princípio motivanional </div><div> - A Evolução das formas gramaticais, de Anoine Meillet (Editora Parábola).</div><div> </div><div>- Da esquerda para a direita: descrição e uso das cláusulas vs<br>em textos pernambucanos dos séculos XVIII, XIX e XX, Cléber Alves de Ataíde (2013) </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 18:24:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>04/02/2021</title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1254794324</link>
         <description><![CDATA[<div># Gramática de construções<br># Funcionalismo de Base Givoniana e a Gramática das construções<br>Prof. Dr. Emanuel Cordeiro da Silva (UFPE) <br>&amp;. Textos para guiar a compreensão da aula:<br>ü    CUNHA, M. A, F.; BISPO, E. B.; SILVA, J. R. Linguística funcional centrada no uso: conceitos básicos e categorias analíticas. In; CEZÁRIO, M. M.; CUNHA, M. A. F. (Orgs.) Linguística centrada no uso: uma homenagem a Mário Martelotta. Rio de Janeiro: Mauad X: FAPERJ, 2013.(13 - 39)</div><div>ü    CUNHA, M. A, F.; LACERDA, P. F. A. C. A gramática de construções: princípios básicos e contribuições. In; CEZÁRIO, M. M.; CUNHA, M. A. F. (Orgs.) Linguística centrada no uso: uma homenagem a Mário Martelotta. Rio de Janeiro: Mauad X: FAPERJ, 2013.(17 - 45)<br><br>-  A linguagem é prática social e a gramática de uma língua é uma rede de símbolos erguida na cultura. <br>-  O papel do uso na arquitetura cognitiva do léxico e da gramática. <br>-  nesse enquadre que a metáfora ganha relevo como construto fundamental no desvelamento da rede de construções - periféricas ou centrais - que instituem a gramática de uma língua. Consideremos o exemplo de uma construção cristalizada, como o provérbio Quem corre cansa. Trata-se de uma instanciação de uma construção sintática mais genérica, a Construção Condicional Universal (Quem estuda passa no vestibular/ Quem tem emprego hoje levanta as mãos pro céu...). O provérbio Quem corre cansa, que conceptualiza uma experiência cotidiana, tem o Esquema Imagético do Trajeto e a metáfora complexa ‘Vida é Percurso’ (JOHNSON, 1987; LAKOFF &amp; JONHSON, 1999) <br>ü APROFUNDAMENTO    <br>- Abralin ao vivo<br>Gramática das construções: estabilidade, variação e mudança<br><br></div><div> - Gramática das construções – Introdução à Linguística cognitiva, de Lilian Ferrari.<br><br></div><div>Leitura complementar – Tese : A construção transitiva no PB: uma abordagem funcional centrada no uso (Niedja Lima de Lucena, 2016) </div><div><br>-  <strong>Construções</strong> gramaticais O paradigma denominado <strong>Gramática</strong> de <strong>Construções</strong> propõe que as ex- pressões linguísticas, desde as mais simples até as mais complexas, constituem unidades simbólicas baseadas em correspondências entre forma e significado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 18:33:07 UTC</pubDate>
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         <title>11/02/2021</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div>ü    Retomada das discussões teóricas de base Hallidiana</div><div>ü    Apresentação da proposta do Memorial reflexivo<br><br></div><div>Socialização das análises a partir dos conceitos estudados a partir de materiais que circulam nas redes sociais. <br># - Registro das impressões conceituais. <br>#  - Halliday’s Introduction to Funcional Grammar (2014) </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 18:49:35 UTC</pubDate>
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         <title>18/02/2021</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A escrita é seiva da academia" (Ken Hyland, 2000)<br><br># Construção do Memorial reflexivo sobre a vivência na disciplina <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 18:51:13 UTC</pubDate>
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         <title>19/02/2021</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div># Conferência sobre os usos da língua - ampliando repertório<br>#Resenha - Opção por resenhar a Conferência do Prof. Dr. Sebastião Votre parte da programação da Abralin Ao vivo, que trouxe um percurso histórico-reflexivo sobre o Funcionalismo Norte-americano no Brasil. Assim, trago o texto intitulado: ALGUMAS NOTAS SOBRE O FUNCIONALISMO NORTE-AMERICANO NO BRASIL..<br># Construção do memorial reflexivo sobre a vivência na disciplina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 19:04:17 UTC</pubDate>
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         <title>25/02/2021</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div># Seminário de encerramento da disciplina<br>1. Marcone cantou em versos de cordel a experiência com a disciplina e sua resenha atentou o olhar para teoria da complexidade  à luz da LSF;<br>2. Liliane trouxe uma linha do tempo sistematizada no CANVA com anotações descritivas da experiência ao longo da disciplina e sua resenha trouxe um olhar pontual para os conceitos abordados na disciplina.<br>3. Daniele ilustrou sua experiência por meio do mural digital "Padlet", com olhar atento aos conceitos-chave além de socializar o desejo antigo de vivenciar a disciplina.<br>4. Wesley com sua ousadia artística nos brindou com um memorial no formato Tik Tok, mostrando sua versatilidade com toque de teoria científica.<br># Apresentação do memorial e da resenha<br># Experiência e impressões da caminhada na disciplina<br># A cada apresentação fomos convidados a externas nossas impressões e ao mesmo tempo rememorar as referências descortinadas gentilmente pelos colegas.<br># Seguimos para o último encontro (Re)descobrindo percursos e a justando a bússola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 19:11:52 UTC</pubDate>
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         <title>04/03/2021 - O que levo da disciplina em minha caminhada...</title>
         <author>danielamalta131</author>
         <link>https://padlet.com/danielamalta131/fhvi8qbyz208h33e/wish/1255025145</link>
         <description><![CDATA[<div># Seminário de encerramento da disciplina - Parte 2<br>1. Hadassa trouxe a inovação da escrita acadêmica no percurso dos 140 caracteres do twitter. Mostrando que a divulgação científica é necessária, precisamos buscar o lugar do linguista na sociedade de forma acessível e atraente.<br>2. Eduardo em suas Memórias literárias traçou um percurso de costuras conceituais sem deixar de trazer as impressões carregadas de subjetividade.<br>3. Nídia nos convida a pensar o lugar do pesquisador e estudante de Pós-graduação. os diversos questionamentos trazidos pelas leituras teóricas. Além da busca pela disciplina no intuito de encontrar o viés transformador da natureza da Linguagem.<br>- A certeza de que a dedicação e o empenho são ferramentas para tornar sonhos em realidade;<br>- Que o domínio de uma teoria requer leitura e pertencimento;<br>- Que o lugar da academia pode ser humanizador. <br># Fomos surpreendidos ao convite de refletir sobre o percurso da disciplina através do Memorial da professora Medianeira, com o toque literário das "Memórias sintático-afetivas". Compartilhando o anseio de quebra de paradigmas ao moldar a disciplina em contexto de pós-graduação com um olhar instigante ao pensar a teoria de forma colaborativa, com professores-pesquisadores que muito acrescentaram na composição do "teto todo meu". A Gratidão é recíproca, por pensar o lugar da linguística funcional de natureza acessível, promovendo um pertencimento e ao mesmo tempo o empoderamento científico. Você, Medi, foi além da formalização dos créditos, como também no cumprimento do percurso indispensável proposto pelo  plano de ensino. A poeticidade do olhar e aceitação do outro trouxe a segurança necessária para conciliarmos um país que se esvai numa crise indescrítivel, como também o medo, a ansiedade e a impotência causada pelo silenciamento do ir e vir como medida de prevenção.  Gratidão de coração é o sentimento que me define...<br># O enlace da LSF com a Análise crítica do discurso de orientação  faircloughiana - retorno à teoria com a Profª Dra Ana Cláudia Camargo Carvalho - análise documentos oficiais e o discurso de adolescentes em situação de reclusão social, além do regimento do Distrito Federal, com o título "Práticas Discursivas Disciplinadoras voltadas para adolescentes: uma perspectiva crítica.<br># Encerramento da disciplina</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 19:14:08 UTC</pubDate>
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         <title>04/03/2021 - PARTE 2</title>
         <author>danielamalta131</author>
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         <description><![CDATA[<div>A ACEITAÇÃO DA TRAVESSIA<strong><br>“Quem elegeu a busca  não pode Recusar a travessia [...]”</strong></div><div><strong>Guimarães Rosa </strong></div><div><br>É importante destacar que este processo de construção é contínuo, ocorre de diversas formas e que por isso é imprescindível romper com a visão de homogeneidade do conhecimento científico e que este é detentor da verdade. Como também, os conhecimentos cotidianos e científicos estão em constante interação para a consolidação do conhecimento acadêmico.<br><br></div><div>Portanto, é neste sentido que a epistemologia linguística pode contribuir na compreensão destas distinções e informações descritas, por buscar um estudo crítico acerca da construção do conhecimento sobre a ciência da linguagem. Enfim, a estrada infinita da ciência que, iniludivelmente, nos projeta no futuro.<br>"Sei perfeitamente como o tempo é precioso. Aproveite o momento" (Stephen Hawking)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 19:28:56 UTC</pubDate>
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