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      <title> Grupo 3 - fumonisina by Denise</title>
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      <description>Projeto Toxicologia Integrada
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-23 23:06:51 UTC</pubDate>
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         <title>Fumonisinas- GRUPO 3</title>
         <author>juliam2502</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Adrielle Roberta de Siqueira 99397<br>Bianca Campos Smanioto 101353&nbsp;<br>Beatriz Valentim 95061&nbsp;<br>Júlia Marcello 99633<br>Manuela Candolo 99331</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 13:51:48 UTC</pubDate>
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         <title>Absorção </title>
         <author>juliam2502</author>
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         <description><![CDATA[<div>Estudos toxicocinéticos mostraram que as fumonisinas são muito pouco absorvidas no tratogastrintestinal, rapidamente eliminadas, ocorrendo pequeno acúmulo no fígado e rim (NORRED et al.,1996; VOSS et al., 2001).&nbsp;<br>Após administração de uma única dose de FB1 (7,5mg/Kg) por via intraperitoneal em ratos, o tempo de concentração plasmática máxima foi de aproximadamente 20 minutos, o tempo de meia vida de eliminação sérica de aproximadamente 18 minutos (VOSS et al., 2001).&nbsp;<br>Em macacos, estudos toxicocinéticos, demonstraram que a FB1 tem baixa biodisponibilidade e uma curta meia vida de eliminação. De fato, os níveis séricos após uma dose oral atingem um máximo dentro de duas horas, diminuindo rapidamente em níveis abaixo do limite de detecção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 13:55:54 UTC</pubDate>
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         <title>Distribuição </title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1771230522</link>
         <description><![CDATA[<div>As fumonisinas são hidrosolúveis, geralmente fracamente acumuladas nos tecidos animais. A FB1 persiste por mais tempo nos órgãos do que no plasma, sendo que 72 horas após a ingestão de FB1 marcada, alguma radioatividade ainda é mensurada em suínos, notadamente no fígado e rins, e 70% da dose administrada é encontrada na bile. Em galinhas, nenhum resíduo foi detectado nos ovos. A distribuição e eliminação de FB1 no organismo não são dependentes da dose administrada intravenosamente em vacas (0,05 ou 0,2mg FB1/kg de peso corpóreo).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 14:00:47 UTC</pubDate>
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         <title>Excreção </title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1771239954</link>
         <description><![CDATA[<div>Em geral, a fumonisina é rapidamente absorvida e é eliminada nas fezes e urina. Como esperado, esses componentes geralmente são rapidamente eliminados, motivo pelo qual algumas das toxicoses podem atingir resolução apenas pela remoção da micotoxina. Urina e fezes são as principais vias de excreção de fumonisinas e de seus metabólitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-27 14:03:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1789639730</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Bianca Campos Smanioto 101353 &nbsp;<br>Beatriz Valentim&nbsp;95061<br>Júlia Marcello 99633<br>Manuela Candolo 99331</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:38:49 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura química do fumonisina</title>
         <author>juliam2502</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:42:33 UTC</pubDate>
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         <title>Mecanismo de ação </title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1789655077</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:42:44 UTC</pubDate>
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         <title>Mecanismos de ação </title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1789658574</link>
         <description><![CDATA[<div>Estudos revelaram que a FB1 age sobre antígenos de superfície de linfócitos T, além de interromper o equilíbrio da subpopulação linfocitária e inibir a síntese de DNA em linfócitos normais e com isto suprime a resposta imunológica dependente de antígenos T in vivo.<br>As fumonisinas podem levar a um efeito imunossupressivo que pode estar diretamente relacionado com a inibição da síntese de proteína, incluindo uma diminuição nos títulos de IgG e IgA, redução no número de linfócitos e efeitos sobre a “bursa de Fabricius”, levando a uma redução na produção de anticorpos que pode resultar em um aumento a susceptibilidade às infecções por bactérias, vírus, fungos e doenças parasitárias, podendo comprometer a criação industrial de aves.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:43:40 UTC</pubDate>
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         <title>Absorção intestinal</title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1789660062</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:44:04 UTC</pubDate>
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         <title>Efeitos colaterais </title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1789663114</link>
         <description><![CDATA[<div>Os sintomas mais graves como diarreia, diminuição do consumo de alimentos, diminuição do ganho de peso corporal, aumento do peso relativo do fígado e rins hepatite ou hiperplasia hepatocelular em frangos de corte, perus e patos, são observados nas doses maiores que 150 mg/kg de fumonisinas. As fumonisinas estão associadas à leucoencefalomalácea equina  (LEME) e ao edema pulmonar suíno, além de apresentarem atividade promotora de câncer em alguns testes laboratoriais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:44:51 UTC</pubDate>
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         <title>Metabolização </title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1789705627</link>
         <description><![CDATA[<div>Nenhum estudo comprova o metabolismo de fumonisina, mas as hidrolases hepáticas e enzimas intestinais poderiam hidrolizar FB1 em monoéster e aminopentol e então excretá-la nas fezes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 13:55:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1824050430</link>
         <description><![CDATA[<div>Adrielle Roberta de Siqueira<br>99397<br>Bianca Campos Smanioto<br>101353<br>Beatriz Valentim 95061<br>Júlia Marcello 99633<br>Manuela Candolo 99331</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 13:09:04 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento </title>
         <author>beatrizvalentim11</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1824053346</link>
         <description><![CDATA[<div>A fumonisina é produzida principalmente no milho. Essas micotoxinas causam edema pulmonar intersticial que pode resultar em morte súbita. Por causa de seus danos nos pulmões, é muito importante monitorar essa micotoxina. Não há tratamento para animais afetados porém uma prevenção válida é sempre descartar os alimentos suspeitos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 13:10:09 UTC</pubDate>
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         <title>Manejo de fumonisinas </title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1824065571</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A produção e consequente acumulação de fumonisinas em grãos de milho podem ocorrer tanto em fase de campo quanto nos grãos armazenados. Existem diferentes tipos de estratégias de manejo para as diferentes fases.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 13:14:26 UTC</pubDate>
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         <title>Manejo- Uso da resistência genética </title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1824067663</link>
         <description><![CDATA[<div>Para o manejo de fumonisinas no campo, é considerado como principal metodologia o uso da resistência genética. A herança da resistência genética a F. verticillioides tem sido estudada ao longo dos anos, utilizando tanto sintomas visuais quanto infecções assintomáticas. Porém, a maioria das empresas desenvolvedoras de genótipos de milho emprega somente como metodologia de seleção o descarte de genótipos que são altamente suscetíveis por apresentarem sintomas visuais. Essa metodologia apresenta um grave problema, pois se baseia em taxas visuais de doença, o que nem sempre reflete as infecções assintomáticas ou os níveis de fumonisinas, descartando possíveis genes de resistência específicos à acumulação de fumonisinas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 13:15:06 UTC</pubDate>
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         <title>Adoção de genótipos transgênicos</title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1824070362</link>
         <description><![CDATA[<div>Outra metodologia que pode ser utilizada no manejo integrado de fumonisinas em milho é a adoção de genótipos transgênicos, principalmente Bt. Resumidamente, genótipos de milho Bt são cultivares que receberam genes de uma bactéria chamada Bacillus thuringiensis, e tornaram-se capazes de sintetizar uma proteína derivada desses genes, conhecidos como CryIA. Em ordem, a proteína Cry é tóxica a certos tipos de insetos, principalmente aqueles que utilizam o milho em sua alimentação. Tais insetos muitas vezes abrem portas para a entrada de F. verticillioides ou proporcionam um ambiente favorável para o desenvolvimento dele, causando assim um aumento nos teores de fumonisinas. Consequentemente, genótipos que são denominados Bt muitas vezes são resistentes à infecção e acumulação de fumonisinas. Porém, ainda é alvo de muita especulação a utilização de genótipos de milho Bt no manejo de fumonisinas em milho, pois, mesmo com estes genótipos, ainda são detectados em alguns casos, altos teores de fumonisinas nos grãos em plantios convencionais. Basicamente, estudos voltados para a ação direta desses genes sobre a colonização de F. verticillioides e acumulação de fumonisinas em milho ainda devem ser realizados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 13:16:02 UTC</pubDate>
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         <title>Milho com fumonisina</title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1824072654</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 13:16:46 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha da densidade do plantio</title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1824076035</link>
         <description><![CDATA[<div>A escolha da densidade de plantio também pode ser adotada como uma metodologia de controle de fumonisinas. Trabalhos recentes relatam que os teores de fumonisinas em densidade de 65 mil plantas/ha podem ser duplicados quando adotada densidade de plantio de 85 mil plantas/ha, ou seja, quando há adensamento de plantas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 13:17:53 UTC</pubDate>
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         <title>Controle químico </title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1824077684</link>
         <description><![CDATA[<div>Outro aspecto importante a ser abordado é o combate de fumonisinas em grãos de milho utilizando controle químico. Existem vários relatos na literatura sobre o efeito da aplicação de fungicidas no controle de fumonisinas em milho, porém, são trabalhos que apresentam resultados pouco conclusivos. No último ano, na Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas, Minas Gerais, foi conduzida uma série de três experimentos utilizando vários fungicidas para o controle de grãos ardidos e fumonisinas em milho. Os resultados deste trabalho foram conclusivos, indicando que os fungicidas existentes no mercado aplicados via foliar de maneira convencional, independentemente do número de aplicações, não foram capazes de controlar os teores de fumonisinas nos grãos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-18 13:18:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Para a questão, quero que vocês foquem na toxicodinâmica e consequente indução da LEME.</title>
         <author>denisegrotto</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1836271942</link>
         <description><![CDATA[<div>A apresentação de vocês também deve deixar bem claro esse mecanismo de ação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-22 13:25:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1841643852</link>
         <description><![CDATA[<div>Adrielle Roberta de<br>Siqueira<br>99397<br>Bianca Campos Smanioto<br>101353<br>Beatriz Valentim 95061<br>Júlia Marcello 99633<br>Manuela Candolo 99331</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 13:27:03 UTC</pubDate>
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         <title>Questão para apresentação </title>
         <author>juliam2502</author>
         <link>https://padlet.com/denisegrotto/fha9ub2y22c001ep/wish/1841800769</link>
         <description><![CDATA[<div>*Pergunta*<br>“As fumonisinas são micotoxinas produzidas por fungos do gênero Fusarium, um dos principais fitopatógenos de grãos de milho. São caracterizadas como compostos citotóxicos carcinogênicos aos animais.”<br><br>“A leucoencefalomalácia equina, é uma doença degenerativa, esporádica e altamente fatal de equídeos. É um processo degenerativo do sistema nervoso central causado por alterações metabólicas que produzem malácia (amolecimento e liquefação) da massa branca do encéfalo”<br><br>Levando em consideração as afirmações acima, qual a relação das fumonisinas com a Leucoencefalomalácia equina ?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-25 14:09:28 UTC</pubDate>
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