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      <title>História A by Margarida</title>
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      <description>Reconquista Cristã </description>
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      <pubDate>2018-02-13 18:31:07 UTC</pubDate>
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         <title>Batalha de Covadonga</title>
         <author>anacarneiro2012</author>
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         <pubDate>2018-02-10 22:03:24 UTC</pubDate>
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         <title>Batalha de S.Mamende</title>
         <author>anacarneiro2012</author>
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         <pubDate>2018-02-10 22:04:20 UTC</pubDate>
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         <title>Tratado de Zamora </title>
         <author>anacarneiro2012</author>
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         <description><![CDATA[<div>1143</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 22:06:14 UTC</pubDate>
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         <title>Bula Manifestis Probatum</title>
         <author>anacarneiro2012</author>
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         <description><![CDATA[<div>1179</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-10 22:07:31 UTC</pubDate>
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         <title>Expansão Cristã</title>
         <author>anacarneiro2012</author>
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         <title>Reconquista Cristã </title>
         <author>anacarneiro2012</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Reconquista Cristã na Península Ibérica foi um processo lento e longo que começou em 722 na Batalha de Covadonga e terminou no século XV.<br> Tudo começou no ano de 711, quando os muçulmanos invadiram a Península Ibérica. Os cristãos refugiaram-se nas Astúrias, criando assim um núcleo de resistência que devido á falta de segurança e de liderança não conseguiu enfrentar os invasores.<br> Em 722, com a Batalha de Covadonga deu-se início a Reconquista. Como foi um longo e lento processo de avanços e recuos, 1095, vieram para a Península Ibérica cavaleiros franceses. Destes cavaleiros destacaram-se D. Raimundo e D. Henrique que tinham como objetivo alcançar fortuna e poder através da luta no território peninsular.<br> A estes dois cavaleiros o rei de Leão e Castela, D.AfonsoVI, concedeu territórios no extremo ocidental que exigiam garantia de segurança nas fronteiras. D. Henrique de Borgonha recebeu como recompensa o Condado Portucalense, a mão de D.Teresa,há do rei de Castela, em casamento ficando assim sujeito a um contrato feudo-vassálico que o obrigava a ser fiel, a prestar ajuda e conselho participando na cúria.<br> D. Henrique continuou a reconquista para sul promovendo o povoamento, o desenvolvimento de centros urbanos e do comércio.<br> À morte de D. Henrique em 1112, D. Teresa, sua esposa ficou á frente do condado enquanto o seu filho Afonso Henriques era pequeno. A nobreza galega era a favor de um novo casamento de D. Teresa com um galego. a nobreza portucalense, por sua vez, a nobreza portucalense defendia o casamento com um portucalense ou que mantivessem o estatuto de viúva o que garantia a autonomia do condado e lhes daria poder face a possibilidade de Afonso Henriques a assumir o cargo de governador do condado.<br> A aproximação de D. Teresa com a Galiza deixou tanto a nobreza como do clero do Condado Portucalense preocupados e fez com que estes dois grupos sociais se reunissem em torno de Afonso Henriques. Isto fez com que em 1128, se desse a Batalha de S. Mamede, momento a partir do qual Afonso Henriques surgiu como governador do condado com o título de príncipe e rei dos portucalenses a partir de 1140.<br> Em 1143, D. Afonso VII rei de Leão e Castela, através do Tratado de Zamora reconheceu Afonso Henriques como rei de Portugal, mas ainda existiam vínculos de vassalagem. Neste mesmo ano, Afonso Henriques declarou-se vassalo da Santa Fé, mas o papa era defensor de uma união política contra o Islão e não apoiou a dependência de Portugal. Só passados 36 anos de serviços prestados á igreja é que o papa Alexandre III, em 1179 através da Bula Manifestis Probatum reconheceu Afonso Henriques como primeiro rei e Portugal como reino com o pagamento anual de dois marcos de ouro.<br> Numa fase inicial de definição de fronteiras Afonso Henriques conseguiu alargar os seus domínios e expandido a fé cristã através de campanhas militares contra os muçulmanos. Para que os territórios alcançados se tornassem efetivos foi feita uma ação de povoamento dinamizada mediante a concessão de terras ao clero e a atribuição de forais.<br> Durante o reinado de D. Afonso Henriques destacaram-se a conquista de Santarém a 15 de março e de Lisboa a 25 de outro de 1147. Santarém era uma peça fundamental na defesa do território muçulmano e a sua conquista contribuiu para o domínio de um importante ponto estratégico. Lisboa tinha um importante papel comercial e marítimo. <br> A reconquista foi um processo de avanços e recuos para ambas as partes pois Afonso Henriques tentou conquistar várias vezes o baixo Alentejo mas não conseguio manter a manutenção desse território. Só mais tarde, no reinado de D. Sancho II é que as fronteiras se expandiram para sul , com a ocupação total do território alentejano e no reinado de Afonso III reconquistaram o Algarve. <br> Todo este processo de conquista de território muçulmano bem como o seu povoamento e defesa foi apoiado por ordens religioso-militares. Estes receberam doações régias como recompensa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-13 18:31:08 UTC</pubDate>
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