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      <title>VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER - 9C by alfia Nunes</title>
      <link>https://padlet.com/alfianunes/feesrpzwti5f</link>
      <description>Resumo dos textos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-18 20:21:09 UTC</pubDate>
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         <title>cronometro da violência contra as mulheres no brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alfianunes/feesrpzwti5f/wish/368285518</link>
         <description><![CDATA[<div>Davi Meireles, Hennry Wendel, Paulo Sergio, Kauan  Rodrigues <br><br>5 Espancamentos em cada a 2minutos<br>1 Estrupo a cada 11 minutos <br>1 feminicidio a cada 90 minutos <br>179 relatos de agressão por dia <br>13 Homicídios femininos por dia <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-19 10:20:10 UTC</pubDate>
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         <title>Lei Maria da Penha (resumo)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alfianunes/feesrpzwti5f/wish/368285772</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo 6 - Igor, Juan, Mazoni, Ashley, Deivid e Kristian.<br><br>Essa lei (n.º 11.340)  foi sancionada em 7 de agosto de 2006 e tem esse nome devido à luta da farmacêutica bioquímica Maria da Penha Maia Fernandes contra seu agressor na justiça. A lei serve para o sexo feminino, heterossexuais e homossexuais. Mulheres transexuais também estão incluídas.<br><br>A pessoa, obviamente, deve estar em vulnerabilidade em relação às agressões. A lei não apenas serve para agressões físicas, mas psicológicas também (ofensas, calúnias etc).<br><br>O Caso Maria da Penha<br><br>Maria da Penha, em 1983, foi vítima de várias agressões de seu marido, Marco Antônio Heredia Viveros, que tentou, no mesmo ano, assassiná-la 2 vezes. Na primeira, Maria levou um disparo de uma espingarda nas costas, e devido a isso, se tornou paraplégica. Ficou em um hospital onde passou por 2 cirurgias e vários tratamentos. 4 meses depois, quando voltou para casa, foi mantida em cárcere privado durante 15 dias e seu marido tentou eletrocutá-la durante o banho.<br><br>Essa lei visa a defesa da mulher em casos de agressão doméstica e/ou familiar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-19 10:22:28 UTC</pubDate>
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         <title>Dados de violência contra a mulher são evidência da desigualdade de gênero no Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alfianunes/feesrpzwti5f/wish/368286160</link>
         <description><![CDATA[<div>Marcelo Henrique e Paulo Francisco<br><br>Os dados divulgados pelo Monitor da Violência neste 8 de março indicam que a<br>violência contra a mulher permanece como a mais cruel e evidente manifestação da<br>desigualdade de gênero no Brasil. A sociedade, cada vez mais entregue à hipocrisia<br>política e populista daqueles que estimulam a violência como resposta pública ao<br>medo e ao crime, ignora que não há lugar seguro para as mulheres no país. Não há<br>separação entre espaço público e privado para elas – a morte está à espreita dentro<br>das casas, no transporte público, nas ruas e nos espaços de educação e lazer. A<br>violência compõe um cotidiano perverso sustentado por relações sociais<br>profundamente machistas.<br><br>Apesar da redução de 6,7% no número de homicídios femininos entre 2017 e 2018 –<br>que passou de 4.558 para 4.254 vítimas -, o percentual frustrou a expectativa diante<br>dos dados divulgados na semana passada, que indicavam 13% de redução das mortes violentas em todo o país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-19 10:25:59 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriela,  Willian, Julia</title>
         <author>gordao157</author>
         <link>https://padlet.com/alfianunes/feesrpzwti5f/wish/368286473</link>
         <description><![CDATA[<div>violência contra as mulheres</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-19 10:28:26 UTC</pubDate>
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         <title>gráficos contra a violência das mulheres </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Lívia Sampaio, Maria Eduarda, Leticia Barbosa <br><br>o gráfico se trata de varias coisas de violência: estrupo , veneno,  arma de fogo , fogo/ meio cruel , veiculo , afogamento , espancamento, ferramenta , faca/foice, madeira /barra, objetos/materiais, asfixia com as mãos , asfixia com objeto. no segundo gráfico se trata de em cada pais a violência contra a mulher aumenta: porto seguro:(22,1), serra; (19,7)<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-19 10:28:31 UTC</pubDate>
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         <title>Bruna Micaely, Leticia Roseno, Melany, Larissa, Vitória e Marcos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alfianunes/feesrpzwti5f/wish/368287257</link>
         <description><![CDATA[<div>Historia da Maria da Penha Maia Fernandes. Falar sobre Maria da Penha Maia Fernandes é uma grande honra. Embora sua vida apresente nuances de muita tristeza e covardia ela nos remete às verdadeiras heroínas do mundo moderno. Sua causa é muito mais que sua história. Um exemplo. Uma verdadeira missão!<br>Inspiradora da Lei nº 11.340 (mais conhecida por Lei Maria da Penha), vítima de um relacionamento abusivo com um marido que tentou matá-la, por duas vezes e que a deixou paraplégica, Penha sobreviveu e lutou para o que aconteceu com ela não fosse enquadrado apenas nos crimes que já constavam do Código Penal Brasileiro. A partir dela, a violência doméstica contra as mulheres passa a ser reconhecida como um crime grave que ocorre muito, e, em todos os níveis sociais.<br>A luta dela hoje , como líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres é divulgar a lei contra a violência doméstica, pois apesar de completar dez anos este mês, mais de 70% das pessoas não conhecem seu conteúdo além de sua efetiva aplicação , pois se esta fosse aplicada corretamente, Elisa Samúdio, do caso do goleiro Bruno, ainda estaria viva, pois a moça realizou diversas denúncias de agressão e maus tratos, na delegacia de policia mas, não foi atendida.<br>Voltando ao passado, para compreender melhor como tudo se passou, relembremos a trajetória da jovem Maria da Penha que, se casou pela primeira vez aos 19 (dezenove) anos no Ceará. Como o marido a prendia muito e não a deixava estudar, ela se separa. Resolve entrar na Faculdade de Farmácia e Bioquímica. Em 1966, ela faz parte da primeira turma de formandos, em farmácia da Universidade Federal do Ceará. Resolve fazer mestrado em parasitologia na Universidade de São Paulo (USP). Conhece um moço simpático e solícito, mestrando em economia. Seu nome Marco Antonio Heredia Viveros, o colombiano que logo se tornou seu segundo marido.<br>Terminadas as pós graduações, passaram a viver em Fortaleza. Quando, acabou o processo de naturalização brasileira, Heredia muda o seu comportamento. Maria da Penha já tinha a segunda filha. Ele passa a ter explosões de raiva e, a agredir a ela e as meninas. Ela passou a falar em separação, ele desconversava. A terceira filha já estava com um ano quando a primeira tentativa de homicídio ocorreu. Heredia, simulou um assalto. Maria da Penha recebeu um tiro de espingarda nas costas. Passou meses no hospital. Realizou várias cirurgias mas, infelizmente ficou paraplégica. Era 1983, ela estava com 38 (trinta e oito) anos de idade.<br>De volta a casa, Heredia cancelou a visita de parentes e amigos. A manteve em cárcere privado. A agrediu outras vezes e tentou eletrocutá-la enquanto esta tomava banho. Mas, Maria da Penha gritou e foi salva pela babá das crianças. Depois disso, procurou a Justiça e conseguiu uma ordem judicial para sair de casa com as três filhas.<br>O processo contra Heredia, pelas duas tentativas de homicídio corre com muitas artimanhas. Um ano após os fatos ele é detido e, logo depois liberado. Apenas em 1991, vai a júri. É condenado a 15 (quinze) anos de prisão, mas graças a recurso impetrado tem seu julgamento anulado. Isto também ocorreu com o jornalista Pimenta Neves, homicida confesso da ex namorada e também jornalista Sandra Gomide ( 40 anos mais jovem que ele). Apesar de condenado, Pimenta recorreu em liberdade. Foi até o Supremo Tribunal Federal que lhe negou o pedido e hoje, se encontra preso.<br>Para não deixar o caso cair no esquecimento, Maria da Penha lança em 1994, o livro: Sobrevivi… Posso contar. Pede ajuda a várias ONGS e inicia o processo a nível internacional, já que estava decepcionada com a Justiça brasileira que pouco fazia. Todo o processo começou no Centro de Justiça pelo Direito Internacional (Cejil) e no Comitê Latino Americano de Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem). O pedido foi formalizado a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) que pela primeira vez acatou uma denúncia de violência doméstica. Viveros só foi preso em 2002, para cumprir apenas dois anos de prisão.<br>Condenado pela Organização das Nações Unidas por negligenciar a violência doméstica, o Brasil também deveria criar uma Lei nos moldes da Constituição de 1988 para coibir este tipo de violência não somente nos aspectos físico e sexual, mas também, psicológico, moral e patrimonial. Surge a Lei<br>11.340/2006 que aumentou em 600% o disque denúncia, uma espécie de S.O.S., mulher.<br>Com esta lei, a violência contra a mulher deixou de ser tratada como um crime de menor potencial ofensivo. Ela acaba também com as penas de pagamento em cestas básicas ou multas.<br>Nestes dez anos de vigência, a lei recebeu mais meios de efetivação . Um deles é o Projeto Violeta proposto pela Juíza carioca Adriana Mello. Os casos mais graves recebem uma tarja violeta. No Rio, Juízes, Promotores de Justiça, Delegados da Mulher, Defensores Públicos, Assistentes Sociais, Psicólogas, se uniram em torno da causa de celerizar esses casos para tentar salvar a vida das mulheres. A adoção da figura do feminicídio, ou seja o assassinato da mulher por simples motivo de ser mulher também foi muito importante. É preciso não parar, a causa da mulher vítima de violência deve ser prioridade de todos os que militam na Justiça.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-19 10:35:16 UTC</pubDate>
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