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      <title>Aula Atividade 1: Assistência Nutricional para Gravemente Enfermos_Nutrição 6º e 7º semestres_Unime Paralela - Salvador by Gabi Tessmann</title>
      <link>https://padlet.com/gabrielletessmann/fdp43uhiy7vltax5</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-13 20:15:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-19 12:11:43 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Aula Atividade 1: Assistência Nutricional para Gravemente Enfermos_Nutrição 6º semestre_Unime Paralela - Salvador (Gabrielle Tessmann Pessoa)</title>
         <author>gabrielletessmann</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielletessmann/fdp43uhiy7vltax5/wish/3451413246</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Instrumentos de Triagem Nutricional com suas diferenças e similaridades e</mark></strong></p><p><strong><mark>abordagem específica para pacientes admitidos com COVID-19.</mark></strong></p><p> </p><p><strong>Score de Risco Nutricional (NRS 2002 Nutritional Risk Screening)</strong></p><p>·         <strong>População-alvo</strong>: Pacientes adultos hospitalizados. Objetiva monitorar e detectar precocemente o desenvolvimento ou risco nutricional durante o período de internação hospitalar, independentemente da idade e do diagnóstico clínico.</p><p>·         <strong>Componentes</strong>: IMC, perda ponderal indesejada nos últimos três meses, redução da ingestão alimentar na última semana e presença de doença grave / Porcentagem de peso perdida, aceitação da dieta, IMC, grau de severidade da doença e idade (acima de 70 anos fator de risco adicional para a desnutrição).</p><p>·         <strong>Pontuação</strong>: ≥ 3 em risco nutricional.</p><p>·         <strong>Similaridades</strong>: Similar ao MUST quanto aos componentes, porém mais específico para pacientes hospitalizados.</p><p>·         <strong>Diferencial</strong>: Método preconizado pela ESPEN, valida a influência da doença no risco nutricional. Necessita de menor tempo para treinamento do aplicador quando comparada a ANSG, podendo ser utilizado por enfermeiros e médicos após rápido treinamento.</p><p> </p><p><strong>Índice de Risco Nutricional (NRI)</strong></p><p>·         <strong>População-alvo</strong>: Pacientes idosos não hospitalizados, objetiva rastrear pacientes em risco de desenvolver complicações clínicas relacionadas ao seu estado nutricional.</p><p>·         <strong>Componentes</strong>: Alterações da ingestão e hábito alimentar, restrições dietéticas, morbidades associadas e sintomas gastrintestinais.</p><p>·         <strong>Classificação</strong>: Baixo risco, risco moderado e alto risco.</p><p>·         <strong>Similaridades</strong>: Similar ao NRS em alguns componentes.</p><p>·         <strong>Diferencial</strong>: Específico para pacientes idosos.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Instrumento Universal de Triagem de Desnutrição (MUST Malnutrition Universal Screening Tool)</strong></p><p>·         <strong>População-alvo</strong>: Adultos em ambientes hospitalares, pacientes idosos, cirúrgicos, ortopédicos e em cuidados intensivos.</p><p>·         <strong>Componentes</strong>: IMC, perda de peso não intencional nos últimos três a seis meses e presença de doença aguda com mais de cinco dias de jejum.</p><p>·         <strong>Classificação</strong>: alto risco de desnutrição, médio risco de desnutrição e baixo risco de desnutrição.</p><p>·         <strong>Similaridades</strong>: Semelhante ao SGA na avaliação do IMC e perda de peso, mas mais padronizado para uso generalizado.</p><p>·         <strong>Diferencial</strong>: Inclui uma pontuação que ajuda a determinar a intervenção nutricional necessária, associando a alteração da ingestão alimentar à gravidade da doença. Fácil aplicação, possibilidade de aplicação mesmo quando não é possível mensurar altura e peso, visto que os critérios utilizados podem ser subjetivos e referidos.</p><p> </p><p><strong>Avaliação Nutricional Subjetiva Global ANSG (SGA Subjective Global Assessment)</strong></p><p>·        <strong> População-alvo</strong>: Pacientes em todas as faixas etárias hospitalizados, em diversos contextos clínicos e avalia o tanto risco como o estado nutricional.</p><p>·         <strong>Componentes</strong>: História de perda de peso, de tecido adiposo e muscular, mudanças no padrão alimentar, sintomas gastrintestinais, alteração de capacidade funcional e exame físico.</p><p>·         <strong>Classificação</strong>: Nutridos, moderadamente desnutridos ou gravemente desnutridos.</p><p>·         <strong>Similaridades</strong>: Compartilha componentes com MUST e NRS-2002.</p><p>·         <strong>Diferencial</strong>: Mais subjetivo, requer treinamento profissional. Simples, de baixo custo, não invasivo, pode ser facilmente aplicado à beira do leito, além de apresentar alta reprodutibilidade, sensibilidade e especificidade.</p><p> </p><p><strong>Mini Avaliação Nutricional (MNA) e Mini Avaliação Nutricional Reduzida (MNA-SF)</strong></p><p>·         <strong>População-alvo</strong>: Pacientes idosos hospitalizados e ambulatoriais.</p><p>·         <strong>Componentes</strong>: Alterações da ingestão alimentar (por perda de apetite, problemas digestivos ou dificuldade de mastigação ou deglutição), perda de peso, mobilidade; ocorrência de estresse psicológico ou doença aguda, problemas neuropsicológicos e IMC / Modo de vida, lesões de pele ou escaras, medicação, avaliação dietética (perguntas relativas ao número de refeições, ingestão de alimentos e líquidos e autonomia na alimentação), auto-avaliação (autopercepção da saúde e da condição nutricional) e antropometria. Leva em consideração alterações psicológicas como depressão e isolamento, comuns nesta fase da vida e que podem agravar o estado nutricional do idoso.</p><p>·         <strong>Classificação</strong>: Normal (ou sem risco de desnutrição), em risco nutricional e desnutrido.</p><p>·         <strong>Similaridades</strong>: Como o MUST, incorpora várias dimensões da avaliação nutricional.</p><p>·         <strong>Diferencial</strong>: Mais sensível para detectar risco precoce em idosos, com avaliação mais detalhada da ingestão dietética e das condições sociais.</p><p> </p><p><strong>NUTRIC Score (Nutrition Risk in Critically Ill)</strong></p><p>·         <strong>População-alvo:</strong> Pacientes críticos em UTI.</p><p>·         <strong>Componentes</strong>: Idade, APACHE II, SOFA, comorbidades, tempo de internação pré-UTI, PCR (na versão modificada: <em>mNUTRIC Score</em> sem PCR)</p><p>·         <strong>Pontuação</strong>: ≥ 5 alto risco nutricional.</p><p>·         <strong>Diferencial</strong>: Focado em gravidade clínica e resposta inflamatória.</p><p> </p><p><strong><mark>Triagem Nutricional para Pacientes com COVID-19</mark></strong></p><p>Os métodos podem ser adaptados para segurança da equipe e do paciente, priorizando a coleta de dados não invasiva.</p><p> </p><ul><li><p><strong>NUTRIC Score</strong></p></li><li><p><strong>Cálculo de necessidades nutricionais (evitando medidas físicas): </strong>Uso de equações preditivas de gasto energético, com foco em manutenção de massa magra e suporte imunológico.</p></li><li><p><strong>Indicadores Bioquímicos e Funcionais: </strong>Uso de níveis séricos (PCR, albumina, creatinina) e monitoramento de força de preensão manual e capacidade funcional pós-alta (quando possível).</p></li><li><p><strong>Avaliação do estado inflamatório: </strong>Pacientes com COVID-19 podem apresentar inflamação sistêmica, e isso deve ser considerado na triagem nutricional.</p></li></ul><p>  </p><p><em>*Uma revisão sistemática com pacientes com COVID 19,  que passaram por ferramentas de triagem nutricional, NRS-2002, MNA, MNA-sf, NRI, MUST e NUTRIC score, o MNA e o MUST apresentaram melhor validade de critério.</em></p><p><em>A CP </em>foi considerada <em>medida antropométrica importante, já que a diminuição da circunferência da panturrilha pode estar relacionada com pior desfecho clínico em idosos hospitalizados. </em></p><p><em>A maioria das ferramentas para avaliar o risco nutricional foram desenvolvidas e validadas em ambientes ambulatoriais ou de internação, mas não especificamente para o ambiente de UTI, sendo que a maioria dos escores dessas triagens pontua alto risco para todos os pacientes críticos, porém, nem todos os pacientes críticos são iguais em termos de risco nutricional. Assim, a NUTRIC escore pode ser a melhor ferramenta validada para avaliação do risco nutricional em pacientes criticamente enfermos.</em></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rasbran.com.br/rasbran/article/view/2702">https://www.rasbran.com.br/rasbran/article/view/2702</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 01:08:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielletessmann/fdp43uhiy7vltax5/wish/3451413246</guid>
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         <title>Aula Atividade 2: Assistência Nutricional para Gravemente Enfermos_Nutrição 6º semestre_Unime Paralela - Salvador (Gabrielle Tessmann Pessoa)</title>
         <author>gabrielletessmann</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielletessmann/fdp43uhiy7vltax5/wish/3451462112</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Quais as recomendações para boas práticas de manipulação dos alimentos e preparações</mark></strong><mark>? </mark><em><mark> </mark></em></p><p>Higienizar as mãos, usar touca e luva. </p><p>Higienizar o local de trabalho, bem como todas as embalagens dos alimentos e os utensílios que serão utilizados (estes devem ser exclusivos para este fim).</p><p>Utilizar água filtrada/fervida para os preparos e cozinhar bem os alimentos.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Quais cuidados devem ser tomados em relação aos alimentos selecionados para a preparação da dieta enteral artesanal</mark></strong><mark>?</mark></p><p>Escolher alimentos de fonte confiável, dar preferencia a alimentos com alto valor nutricional e fácil digestibilidade e observar a maturação.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Como deve ser conservada a dieta?</mark></strong></p><p>Administrar em até duas horas (em temperadura ambiente). O restante deve ser mantido na geladeira entre 2º a 8º C por até 12h em recipiente fechado, de vidro ou plástico. Pode ser separada em porções para congelamento e o descongelamento deve ser sob refrigeração ou banho-maria. Manter em congelamento por no máximo 30 dias.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-15 01:31:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gabrielletessmann/fdp43uhiy7vltax5/wish/3451462112</guid>
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         <title>Aula Atividade 3: Assistência Nutricional para Gravemente Enfermos_Nutrição 6º semestre_Unime Paralela - Salvador (Gabrielle Tessmann Pessoa)</title>
         <author>gabrielletessmann</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielletessmann/fdp43uhiy7vltax5/wish/3457238427</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Instrumentos e métodos de triagem nutricional utilizados em pediatria para queimados:</mark></strong></p><p>Embora não exista um instrumento único e padronizado para queimaduras pediátricas, são utilizadas ferramentas adaptadas para o contexto clínico, com base em evidências e protocolos hospitalares.</p><ul><li><p><strong>STRONGkids (Screening Tool for Risk On Nutritional status and Growth)</strong></p><p>Avalia:</p><p>- Condição clínica (ex: doença aguda ou crônica)</p><p>- Subjetividade do estado nutricional</p><p>- Perda de peso recente ou baixa ingestão</p><p>- Crescimento (baixa estatura ou peso)</p><p>- Pode ser adaptado para incluir extensão da queimadura e estado hipermetabólico.</p></li><li><p><strong>STAMP (Screening Tool for the Assessment of Malnutrition in Pediatrics)</strong></p><p>Avalia:</p><p>- Diagnóstico clínico</p><p>- Medidas antropométricas (peso, IMC, altura)</p><p>- Ingestão alimentar recente</p><p>- Pode ser utilizado com crianças hospitalizadas, inclusive em unidades de queimados.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>A Avaliação Antropométrica </strong>é importante para confirmar e monitorar o risco identificado na triagem, como por exemplo Peso Atual e Habitual para monitorar perdas rápidas.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Avaliação clínica e dietética complementar</strong></p></li></ul><p>- % de área corporal queimada (%ACQ) (crianças com ≥20% ACQ têm alto risco nutricional).</p><p>- Profundidade das queimaduras</p><p>- Presença de infecção, febre, cirurgia ou sepse</p><p>- Ingestão alimentar reduzida ou jejum prolongado</p><p>- Prescrição de nutrição enteral ou parenteral</p><p>- Gastos energéticos estimados (fator de estresse + necessidade de cicatrização)</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Exames laboratoriais </strong>para apoio à triagem e à avaliação do estado nutricional:</p></li></ul><p>- Albumina, pré-albumina, PCR (inflamação)</p><p>- Hemoglobina, hematócrito</p><p>- Eletrólitos, ureia e creatinina</p><p>- Perfil glicêmico e lipídico</p><p><br/></p><p>A presença de queimaduras extensas, perda de peso, e baixa ingestão são sinais de alto risco nutricional, e devem ser considerados mesmo que ferramentas como STRONGkids ou STAMP não apontem risco imediato.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><mark>Terapia Nutricional indicada e seus benefícios:</mark></strong></p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Via oral (preferencial, se possível):</strong></p></li></ul><p>Dieta hiperproteica e hipercalórica fracionada</p><p>Benefícios:</p><p>- Preserva a integridade do trato gastrointestinal e mantém sua função imunológica.</p><p>- Evita complicações associadas a sondas ou cateteres.</p><p>- Favorece a aceitação da alimentação pela criança, respeitando o paladar e a rotina alimentar, o que pode reduzir o estresse.</p><p>- Facilita a transição para o retorno da alimentação domiciliar.</p><p>- É a via menos invasiva, de menor custo e risco infeccioso.</p><p>- Permite ajustes individualizados com base nas preferências e tolerâncias da criança.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Nutrição enteral precoce </strong>(iniciada em até 24–48h, por sonda nasogástrica ou nasoenteral).</p></li></ul><p>Benefícios:</p><p>- Preserva a mucosa intestinal, evita atrofia e mantém a barreira intestinal, reduzindo o risco de translocação bacteriana.</p><p>- Estimula o sistema imunológico intestinal.</p><p>- Reduz o risco de sepse e complicações infecciosas.</p><p>- Mantém a motilidade intestinal e a função digestiva.</p><p>- Ajuda a controlar a resposta hipermetabólica e hipercatabólica.</p><p>- Garante fornecimento contínuo de nutrientes, mesmo em situações de recusa alimentar ou sedação.</p><p>- Fórmulas são completas e ajustáveis conforme o estado clínico da criança.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Nutrição parenteral (NPT)</strong></p></li></ul><p>Utilizada quando há impossibilidade do uso do trato gastrointestinal</p><p>Benefícios:</p><p>- Garante nutrição adequada em casos críticos, como Íleo paralítico, Obstrução intestinal, Isquemia mesentérica, Intolerância grave à alimentação enteral.</p><p>- Evita desnutrição severa quando não é possível utilizar a via oral ou enteral.</p><p>- Permite controle preciso da composição da dieta (macro e micronutrientes).</p><p>- Pode ser combinada com a via enteral (suporte misto) para transição segura até o TGI estar funcional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-19 12:03:58 UTC</pubDate>
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