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      <title>2º ANO  by Eduardo Lustosa</title>
      <link>https://padlet.com/eduardoflute/fct4t3sqltluvw9a</link>
      <description>Mural de Produções</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-05-12 16:31:00 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-24 08:18:53 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Nicole - nº 24</title>
         <author>nicolesartoreto12</author>
         <link>https://padlet.com/eduardoflute/fct4t3sqltluvw9a/wish/572987213</link>
         <description><![CDATA[<div><em>No Portal da Eternidade</em> é um filme biográfico sobre o pintor Van Gogh e de forma geral respeita o contexto histórico em que o mesmo vivia. O figurino é muito semelhante as roupas usadas pelo artista em seus auto retrato, os cenários campestres da França e os pontos pelo qual o mesmo passou em vida também são bem marcantes na obra. <br>Outro ponto muito interessante é a escolha da trilha sonora do filme que conta com possíveis referências a suas obras (“Sunflowers”) e até mesmo frases ditas pelo mesmo ao longo do filme (“I See Nothing But Eternity”). </div><div>A movimentação da câmera também é outro aspecto interessante. Diferente dos filmes e novelas que estamos acostumados a ver (onde os atores se movem em frente a câmera) a câmera acompanhava os movimentos do autor, por exemplo, se o ator estava correndo, o câmera também estava; se ele estava  tirando o sapato, o câmera focava nos pés do ator, entre outros...Essa movimentação e acompanhamento do autor provavelmente foi com a intenção de aproximar o telespectador do momento/pintor. </div><div>Houve também uma preocupação em mostrar como o pintor estava se sentindo, tal detalhe pode ser notado nos filtros usados. O amarelo para simbolizar sua cor favorita ou até momentos de ansiedade e a sobreposição de vozes e ações simbolizando possíveis delírios ou até mesmo o sofrimento do pintor. </div><div><em>No Portal da Eternidade</em> é um filme bem interessante e intenso e por mais que não pareça, é preciso prestar muita atenção nos detalhes. </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-14 15:28:59 UTC</pubDate>
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         <title>Cesar - nº 33</title>
         <author>hiracesar</author>
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         <description><![CDATA[<div>Principais fatos que me chamaram a atenção: <br><br></div><div>·        Vincent era um pintor que bebia muito, podemos dizer que tinha um certo desequilíbrio mental, o fazendo ser colocado em um asilo. </div><div> </div><div>·        Ele era obcecado pela presença do seu amigo artista Gauguin, que ao decidir sair de Arle, Sul da França, causa uma certa decepção e surto em van Gogh, que loucamente corta sua própria orelha fora.</div><div> </div><div>·        Van Gogh era um artista que observava muito a natureza, e usava como base em diversas de suas pinturas como é apresentado no filme.</div><div> </div><div>·        Van Gogh dava muita importância às opiniões das outras pessoas, porém após tantas críticas, ele decide parar de se importar e fazer o que o agrada profundamente, que era pintar a natureza conforme à realidade que ele interpretava por si.</div><div> </div><div><strong>Crítica sobre o filme</strong></div><div><strong> </strong></div><div>    "O Portal da Eternidade" narra uma parte da vida do pintor <strong>Vincent van Gogh</strong> (interpretado incrivelmente por William Dafoe). O filme por si não foca completamente na história de van Gogh, mas grande parte em seu lado emocional e da forma como ele interpretava o mundo. Vincent não era muito admirado pelas outras pessoas, pois elas consideravam suas obras feias e desagradáveis, tanto que o seu sucesso veio após sua morte. Enquanto estava vivo, ele vendeu apenas um quadro. Vincent van Gogh era um homem bem pobre, sustentado pelo seu irmão Theo, que era um negociador e que vendia quadros. Há vários momentos em que van Gogh está totalmente calmo pintando seus quadros diante de uma natureza esbelta por si só, porém, há outros momentos em que ele está louco, gritando ou se metendo em confusões<strong>.</strong></div><div>    </div><div>    As trilhas sonoras são bem dramáticas, são tocadas diversas vezes quando é mostrado o próprio Vincent correndo na natureza, procurando um lugar para fazer sua pintura. E isso ocorre repetidamente durante o filme, o que acaba tornando o filme cansativo por duas horas. </div><div>    </div><div>    <strong>Theo van Gogh</strong>, seu irmão, é literalmente o sustento e a única pessoa da família que Vincent tem. Theo é a base emocional de Vincent, e em todos os momentos que Theo aparece, o filme mostra que o laço dos dois é realmente algo muito fortificado, é notável o apego e compaixão que Vincent tem pelo seu irmão. <strong>Gauguin</strong>, um artista que foi muito importante para a história de Vincent, é mostrado como alguém muito amigo, mas ao mesmo tempo, uma pessoa com o ego muito inflado.</div><div>    </div><div>    O filme busca passar mais a visão artística e realista de Vincent van Gogh, aliás, há diversas cenas em primeira pessoa, mostrando como van Gogh enxergava o mundo de uma forma inóspita. As cores presentes neste filme são muito fortes, brilhantes, uma cor bem presente é o amarelo, que era uma cor predileta de Vincent. Van Gogh pintava bastante a luz do sol, então o diretor realmente se preocupou em apresentar esse aspecto luminoso. Mas, em outros momentos é possível notar muitas cores frias, com trilhas sonoras dramáticas que combinam com o cenário. O silêncio é algo que é bem preservado, pois em diversos momentos há conversas longas, sem cortes, sem trilha sonora, apenas com os sons da natureza, criando uma realidade.</div><div> </div><div>    As edições são algo que ocorre grotescamente em diversos momentos. O espectador assiste uma cena até que interessante e de repente corta para uma tela escura, indicando que esta no pensamento do pintor. É uma situação que gera um certo incômodo por você não esperar aquilo, causando uma falta de sentido em algumas partes do filme. O filme por si tem suas qualidades e defeitos, focando mais o lado artístico e a visão de mundo de Vincent van Gogh. </div><div>    É bom, mas não é algo que te deixa preso e querendo saber o que irá acontecer depois, pois a rotina de van Gogh é exposta ali, que era basicamente pintar, contudo, suas obras apresentadas no filme é algo que é bem admirável pois o ator que interpreta van Gogh se esforçou em aprender a fazer pinturas em base no van Gogh.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-14 15:50:51 UTC</pubDate>
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         <title>Clara - nº05</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eduardoflute/fct4t3sqltluvw9a/wish/573363134</link>
         <description><![CDATA[<div>•é filme biográfico que mostra a vida e a morte do pintor Van Gogh que faz entender toda a mentalidade do pintor e como ele via as coisas. </div><div>•Van Gogh era considerado louco, tinha problemas com bebidas e foi até internado em um manicômio durante um tempo.</div><div>•Theo Van Gogh (irmão de Vicent) era toda a base emocional, financeira de Van Gogh, mesmo não aparecendo muito no filme quando aparece mostra o laço forte que os dois tinham.</div><div>•A trilha sonora do filme são músicas com pianos, violinos e combina bem com o filme.</div><div>•O filme se preocupa bastante com o silêncio, quando os personagens estão conversando dá para ouvir o barulho dos pássaros, do vento, dando uma realidade, além de se preocupar também com as cores lembrando as obras do pintor.</div><div>•Apesar de ser um filme bibliográfico, ele não acentua especificamente na vida pessoal do pintor mas sim no seu lado emocional, mostrando o mundo na visão de Vicent.</div><div>•Em si o filme é bem interessante mas chega a ser cansativo, as edições não é tão boas e parece que não acontece muita coisa no filme. No geral é um filme bem bonito esteticamente mas poderia ter coisas mais fictícias para dar mais emoção.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-14 17:44:52 UTC</pubDate>
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         <title>Geovana - nº 8</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eduardoflute/fct4t3sqltluvw9a/wish/573407689</link>
         <description><![CDATA[<div>   O filme retrata a biografia de Van Gogh, que é considerado um dos maiores pintores do mundo.<br><br></div><div> Ele era um artista que observava muito a natureza, e no filme da para sentir um pouco dessa conexão que ele tinha.<br><br></div><div>   Um detalhe que me chamou bastante atenção foi a movimentação da câmera, era como se o personagem a comandasse e em alguns momentos passa a ser os olhos de Van Gogh, nós fazendo sentir o próprio pintor.<br><br></div><div>  A trilha sonora também chamou bastante atenção, principalmente quando passamos a ver a partir da visão do personagem, as músicas ficam mais altas nos fazendo sentir dentro do filme. O figurino também foi algo característico da época que chamou atenção.<br><br></div><div>   Única coisa que eu esperava é que tivesse alguma cena muito importante da história dele, como o corte da orelha.   <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-14 18:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>Kauã Enrico Pasti Altran - N º14</title>
         <author>kauaenrico</author>
         <link>https://padlet.com/eduardoflute/fct4t3sqltluvw9a/wish/573567889</link>
         <description><![CDATA[<div>     O filme No Portal da Eternidade é uma obra que mostra os últimos anos de vida de Van Gogh, mostrando toda a confusão de sua vida, misturando emoções durante o filme, com cenas de tristeza, outras de esperança, tudo isso trazido pela música, pelas cores, e as cenas. Penso que esse sentimento de confusão foi usado para nos trazer ao ponto de vista do pintor. <br>     Em alguns pontos achei o roteiro um pouco arrastado, sem mostrar o clímax, mas em outros conseguimos nos prender, percebendo a loucura de Vicent, juntamente com a sua genialidade. No filme, a história de vida de Van Gogh é bem respeitada, com as cenas combinadas, a música, e as roupas utilizadas pelos personagens, dando um ar mais realista a vida do Pintor. Voltando as emoções, podemos dizer que a edição ajudou muito, como por exemplo nas cenas que eram trocadas repentinamente, fazia com que desse um ar de desespero, de agonia, ou até de sofrimento. <br>      Alguns pontos que me chamaram a atenção foram:<br>- Os momentos em que Van Gogh observava a natureza, para depois se basear em suas pinturas;<br>- O desequilíbrio mental de Vicent, principalmente por conta das bebidas, o levava a outras realidades mentais, fazendo com que se perdesse do mundo real;<br>- A forte união que tem com seu irmão Theo, trazendo boa parte do lado emocional;<br>- Os sons são todos regulados de acordo com a cena e o acontecimento, como por exemplo as cenas de silencio, de sons naturais e as músicas. <br>      No Portal da eternidade é um filme profundo. Notei que talvez precise assistir mais de uma vez, para que note certos detalhes que possam passar despercebidos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-14 19:14:12 UTC</pubDate>
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         <title>Taylor - nº28 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eduardoflute/fct4t3sqltluvw9a/wish/575071415</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais do que biografar a vida de Van Gogh, o filme quer nos passar sensações. A primeira sensação forte que senti foi durante o primeiro ato, enquanto o pintor interagia com a natureza. Os planos de câmera, as cores vibrantes, a música e a atuação me fizeram sentir o contato profundo que Van Gogh tinha com a natureza. Quando a câmera passa a ser os olhos do personagem, novas sensações são estimuladas. Passamos a enxergar tudo pelo olhar turvo do Van Gogh e percebemos o quanto a luz do sol influencia em como enxerga as coisas e passa isso para a tela. Nestes momentos a mixagem de som fica bem alta e detalhada, fazendo nos sentir o próprio pintor. E apesar de ser irritante em alguns momentos, a câmera na mão ilustra bem o desequilíbrio do artista. No Portal da Eternidade é uma biografia que se esforça para sair das convenções do gênero e nos convida a ver e tentar decifrar a forma que Van Gogh enxergava o seu redor. Um ótimo filme para se assistir em um domingo a tarde com a família.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-15 13:30:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gabriel - n°7</title>
         <author>GabrielMilani</author>
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         <description><![CDATA[<div>No portal da eternidade, um filme feito por Julian Schnabel, contando a história do pintor Vincent Van Gogh e deixando claro pra todos que precisa ser uma alma atormentada para deixar uma marca na história.<br><br></div><div>Para contar os últimos dias de Van Gogh na terra, o diretor opta por uma abordagem crua e angustiante. Os movimentos são uma hora sutis, uma hora brusco, conforme o humor do personagem na cena. A montagem e a trilha sonora também seguem esse padrão, tendo violinos como músicas, o que faz muito a cara do filme.<br><br></div><div>Existem muitos corte repentinos o que quebra o ritmo da história e causa um certo estranhamento, mais que uma simples ousadia, porém, toda essa crueza carrega uma intenção junto dela: reproduzir os momentos de caos e calmaria na vida de Van Gogh. Por isso, o diretor Schnabel só ameniza de verdade quando Vincent está criando, dando a impressão de como a sua visão de mundo ficasse mais clara com o pincel em mãos.<br><br></div><div>Em minha opinião o ator que interpreta Van Gogh é como se fosse uma âncora que prende o espectador e sustenta o filme. O ator, Willian Defoe, interpreta a instabilidade emocional e com muita sensibilidade do pintor, dando peso à isso.<br><br></div><div>Assim, ao meu ver, ator, diretor e roteirista não tentam de maneira alguma arrancar lágrimas ou fazer o público sentir pena de Vincent. Emocianam, sim, em situações pontuais entre os irmãos Van Gogh ou uma conversa em específico, no fundo mesmo, colocam o espectador no lugar do protagonista. Enfim, a empatia é o fator central do filme, na minha opinião, e entender o artista enquanto ser humano é mais importante.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-15 13:34:52 UTC</pubDate>
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         <title>Matheus Gazoli - N°23</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As notas de um afetuoso piano, tocado com um tipo de distanciamento, acumulam-se sobre um campo de girassóis mortos no inverno, árvores balançando ao vento em um dia iluminado e, em seguida, uma longa planície, estendendo-se até se perder de vista. Estas podem ser vistas como imagens comuns, quase triviais, mas não aos olhos de Vincent van Gogh (Willem Dafoe). Ele desbrava um matagal, escala um pequeno morro, joga terra sobre o rosto, corre pelos campos: mais do que nunca, está em contato com a realidade, em contato com Deus que está na natureza, e a natureza é beleza, nas palavras do artista.<br><br></div><div><strong>Crítica</strong></div><div><br>No Portal da Eternidade nos incentiva a buscar a beleza do comum, como fez o holandês, mas também encerra-se em si próprio ao não fornecer informações o bastante para facilitar o entendimento das razões que fazem com que van Gogh seja van Gogh. Em outras palavras, não ter pelo menos uma base de conhecimentos sobre a História da Arte ou sobre a vida do biografado pode, de certo modo, prejudicar a experiência de algumas das questões colocadas por Schnabel.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-15 15:06:52 UTC</pubDate>
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         <title>Renan Sgubin - nº27</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>     “No Portal da Eternidade”<br><br></div><div> Fatos que me chamaram atenção: <br><br></div><div>- Ao que parece, o movimento “bipolar” da câmera é baseado nos sentimentos de Van Gogh, deixando bem claro seus momentos de “loucura”, e que ele era bastante instável psicologicamente.<br><br></div><div>- O filme retratou bem o quanto Van Gogh interagia com a natureza e a luz, sendo isso bastante detalhado.<br><br></div><div> Crítica:<br><br></div><div>      No “portal da eternidade” é mostrado os 2 últimos anos de vida de Van Gogh, que foram os mais produtivos, chegando a pintar quase 1 quadro por dia.<br><br></div><div>   O filme retratou bem quando Van Gogh estava abalado, até mesmo louco, isso devido a movimentação da câmera que se baseava nos sentimentos dele, mas essa movimentação em alguns momentos é irritante, porém o filme deixou bem claro a genialidade do protagonista.<br><br></div><div>  A atuação de Willem Dafoe foi impecável, e deu vida ao personagem, ele conseguiu construir um Van Gogh bastante similar ao artista, mostrando seus momentos de crises e loucuras.<br><br></div><div> Aspectos Históricos:<br><br></div><div>-Um dos aspectos que consegui perceber foi a Belle Époque, um momento de grandeza e luz para a Europa e França.<br><br></div><div>-Se parecia com pintores impressionistas, como Monet e Renoir.<br><br></div><div> Pontos Fortes:<br><br></div><div>O cenário é bastante fiel, mostrando a luz que Van Gogh observava e a natureza principalmente.<br><br></div><div>Para mim, a trilha sonora sombria representou muito bem Van Gogh, que tinha depressão e crises de loucura, grande parte das trilhas sonoras me fazem lembrar de filmes de terror.<br><br></div><div>Ao que parece, o figurino de Van Gogh é similar ao original, com um toque bastante antigo, deixando claro que o filme se passa em uma época antiga.<br><br></div><div>O roteiro conseguiu mostrar a essência do personagem, um Artista trágico e infeliz, que era considerado um louco fracassado, instável psicologicamente, porém um gênio na arte.<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-15 15:59:06 UTC</pubDate>
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         <title>João Andrade -n°13</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> No Portal da Eternidade dirigido por Julian Schnabel conta a história de Van Gogh e como sua vida foi confusa.  A confusão, talvez seja o artifício usado para nos levar à cabeça do pintor em todos os seus surtos<br><br></div><div> O pintor observava muito a natureza o filme retrata muito bem isso a câmera passa a ser os olhos do personagem buscando passar uma visão mais artística e realista. As roupas também são características da época.<br><br></div><div> O filme é bem bonito esteticamente os sons são de acordo com a cena e o acontecimento.<br><br></div><div> No geral o filme e bem interessante mas faltou a cena em que ele corta a orelha.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-15 17:54:35 UTC</pubDate>
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         <title>Isabela Fernandes - nº 10</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eduardoflute/fct4t3sqltluvw9a/wish/580968877</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme ‘’No portal da <br>eternidade’’ fala sobre o pintor holandês Van Gogh nascido em 30 de <strong>março </strong>de 1853. O filme apresenta um ponto de vista importante sobre a história do pintor e como lidam com sua fragilidade. Direcionado por Julian Schnable, Van Gogh é interpretado por Willem Dafoe um ótimo ator, Dafoe até mesmo aprendeu a pintar e recriou as pinturas para o filme, um fato interessante. Adorei a ideia do filme ao passar outra visão sobre Van Gogh e que era sim conhecido, apesar de ter vendido apenas uma obra em vida. É perfeito a forma de como o filme foi gravado e como é mostrado as paisagens, prendendo completamente a atenção do espectador ao filme. <br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-18 20:28:47 UTC</pubDate>
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         <title> Bárbara V. Lima - nº03                                                                        </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“No Portal da Eternidade” se destaca ao fazer um poético estudo de personagem em vez de simplesmente contar mais uma vez a sua história. O longa se passa em 1888, quando Vincent Van Gogh (Willem Dafoe) se muda para Arles, no sul da França, vivendo recluso em sua fase mais produtiva e criativa na pintura, porém também a mais conturbada mentalmente e na vida pessoal. Sofrendo por não conseguir vender nem expôr suas pinturas em galerias de arte, Van Gogh ouve o conselho de seu amigo e mentor, o também pintor Paul Gauguin (Oscar Isaac) de ir para o sul, onde há sol, calor e paisagens deslumbrantes esperando para serem eternizadas em pinturas. Retratadas em planos abertos com uma fotografia belíssima que prioriza a cor favorita do pintor holandês, o amarelo, que contrasta com o azul de sua depressão, solidão e melancolia, as paisagens são apresentadas de maneira contemplativa, como se o espectador as estivesse observando pelos olhos de Van Gogh, com os mesmos sentimentos e sensações. Enquanto aprecia as belas paisagens, o pintor reflete sobre a vida, a sua relação com Deus e a natureza, o mundo, os sentimentos, chamando o espectador para compartilhar das mesmas reflexões. “Talvez Deus me fez pintor para pessoas que ainda não nasceram”, diz Van Gogh. O problema é que o excesso de longas cenas contemplativas acabam tornando o filme muito arrastado e cansativo, levando a um tédio irreversível. Há quem goste desse tipo de filme e discorde, mas com certeza não é uma obra feita para o grande público.  No Portal da Eternidade é um retrato da genialidade incompreendida de um pintor, que foi se misturando com angústia, frustração, isolamento e se transformou em depressão e loucura até chegar ao fim terreno para ser eternizada em seus quadros, que começaram a ser valorizados após a sua morte <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-20 19:31:15 UTC</pubDate>
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         <title>Rafaela Secomandi N° 26</title>
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         <description><![CDATA[<div>O filme “no portal da eternidade” conta a história de um dos maiores artista do mundo, Van Gogh.<br>Van Gogh costumava em seus quadros retratar a natureza e esse foi um ponto explorado pelo filme.  Os figurinos são da época e quando começamos a perceber tudo com os olhos de Van Gogh a trilha sonora começa a ficar mais alta, fazendo a gente sentir ser o pintor<br>O filme é um pouco confuso e não tem algumas informações históricas do pintor, como por exemplo o corte da orelha, mas fora isso, é um filme muito interessante sobre o artista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-20 19:32:58 UTC</pubDate>
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         <title>Anna Julia S.Ferreira N°01</title>
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         <description><![CDATA[<div>O filme “O portal da eternidade”  é um filme de biografia dirigido por Julian Schnabel, o diretor tem como objetivo mostrar a vida de Van Gogh. Podemos observar a natureza muito presente, o diretor se preocupa bastante em retratar a natureza e características da época, um modo simples que percebi isso são os trajes, modelos de casas, falas e etc.<br><br></div><div>A trilha sonora do filme é  ligada ao gênero de músicas Clássicas, o som de violinos e outros instrumentos trazem essa cultura Clássica para o filme. Todo filme é gravado em primeira e terceira pessoa para tentar nos mostrar um filme mais realista.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-20 19:59:09 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Luiza Piconi Nº21      </title>
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         <description><![CDATA[<div>O filme conta a história do pintor renomado Vincent Van Gogh. De forma bastante sentimental, o filme conta toda a trajetória do artista e de todos os temores que o aflingiram durante toda a vida. O filme mesmo com poucas palavras por parte de Vincent, consegue passar sentimentos incríveis através de cores, fazendo que as pessoas que assistem o filme se coloquem no lugar do protagonista. Um dos pontos interessantes do filme é a forma em que ele retrata como Van Gogh estava abalado na época. E eu achei um filme confuso em algumas partes, mas acredito que isso seja feito para trazer o telespectador cada vez mais próximo do pintor e da vida dele.Mesmo assim gostei do filme e recomendaria para todos que gostariam de estar mais perto da verdadeira vida do artista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-20 22:20:54 UTC</pubDate>
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         <title>João Eduardo G. Pertile Nº11</title>
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         <description><![CDATA[<div>O filme mostra os últimos anos da vida de Van Gogh, que estava passando por uma por uma situação difícil, representada através da música, e cores pensando em mostrar a ponto de vista do pintor.<br><br></div><div>Em boa parte do filme podemos conferir a loucura de Gogh e também como ele era um gênio. No filme as cenas combinadas e o figurino dos seus personagens dão um ar realista do que Van estava passando junto com a música que trazia seus sentimentos à tona <br><br></div><div>Partes que achei interessante:<br><br></div><div>- Parte emocional, quando mostra a grande união com seu irmão Theo;<br><br></div><div>- Van Gogh se baseando na natureza, para fazer suas pinturas;<br><br></div><div>- Quando Gogh vai para “outro mundo” por conta das bebidas retratando seu desequilíbrio mental;<br><br></div><div>O filme No Portal Da Eternidade é um filme tocante e profundo, mesmo assim achei que teria características importantes da vida dela como por exemplo a parte em que corta sua orelha.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-22 11:20:20 UTC</pubDate>
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         <title>Érika Hansen - N°32</title>
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         <description><![CDATA[<div>O filme “No portal da Liberdade” retrata a vida e as experiências de Vincent Willem Van Gogh, um artista holândes muito reconhecido (atualmente) que pintou mais de duas mil obras. O longa mostra a vida do pintor durante sua vida na França e de como foi sua sobrevivência. Interpretado pelo ator Willem Dafoe que recriou-o da melhor forma possível, uma atuação impecável.</div><div><br><br></div><div>Vincent amava pintar, vivia para isso, acreditava que tinha recebido um dom de Deus para tal ato, o que eu concordo plenamente. Durante toda sua vida foi visto como louco pois via o mundo da sua própria maneira, uma maneira diferente e única. Arrisco a dizer até que seria a mais bela. Van sempre enfrentou problemas e rejeições e não sabia como lidar da melhor forma com estas, assim como foi retratado na cena em que ele corta uma de suas orelhas para dar de presente ao seu amigo Paul, que estava de partida, como um pedido de desculpas. Durante estas cenas, é perceptível as jogadas que as câmeras fazem, se aproximando, afastando, mexendo, girando, balançando, além da trilha sonora sutil que se encaixava em cada parte. Acredito que isso ajudou a passar o sentimento que estava presente no pintor para nós, para que pudéssemos sentir o mesmo. Por conta deste acontecimento, Vincent foi mandado para um hospício onde continuou praticando seu motivo de vida. Foi lá que ele pintou o tão famoso quadro “A noite Estrelada”. Lindíssimo. Mesmo com suas inúmeras tentativas de mostrar ao mundo seu modo de ver, seu modo de sentir, seu modo de ser, muitos ainda o repudiavam e acreditavam solenemente que suas pinturas não valiam um tostão. Van Gogh era sustentado por seu irmão, Theo. Em todas as cenas do filme é possível ver o quão próximo Vincent era da natureza, o quão bela ela era para ele, pura arte, era Deus em sua frente. Ele sim, conseguiu entender o que há de mais importante neste mundo, onde a verdadeira beleza está, seu significado. Sua conexão e a forma pela qual ele se relacionava com a mesma, sentindo-a, admirando-a e tocando-a eram inexplicáveis. É lindo, sentimental e profundo, mas ao mesmo tempo é desolador saber que viveu de tal forma, mesmo que não merecesse nada daquilo. Assim como ele mesmo disse “talvez Deus tenha me feito pintor para gente que ainda não nasceu”. Foi morto por dois jovens, com uma arma. Mesmo em seu leito de morte não pronunciou o nome de quem o fez. Vincent era um homem puro, incompreendido, sensível, admirador. Ele fez muito e mostrou muito para quem queria ver, para quem sabia ver.</div><div><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-22 11:33:12 UTC</pubDate>
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         <title>Tiago Soares dos Santos N°30</title>
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         <description><![CDATA[<div>O filme "No portal da Liberdade" é relatado a vida e as memórias do renomado pintor Van Gogh. Sua vida e situação complicada é representada por todos os aspectos mostrados no filme, como as cores, trilha sonora e etc.<br><br>O filme também conta como era visto como um louco pelo seu jeito único de retratar suas obras sobre a natureza.<br><br>Uma outra preocupação do filme é fazer o espectador sentir com muita emoção os sentimentos do protagonista, a sua tristeza e a frustração.<br><br>Gostei da proposta do filme e da forma que ele foi gravado, mesmo não tendo uma alta expectativa para assisti-lo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-22 15:17:31 UTC</pubDate>
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         <title>Breno Detoni Barbosa - Nº04</title>
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         <description><![CDATA[<div>“No portal da eternidade” é um filme de Julian Schnabel, lançado em 2018 que retrata a vida e a morte do famoso pintor Vincent van Gogh.<br><br></div><div>O filme conta parte da vida de van Gogh, com foto em seus últimos anos de vida, onde pintou diversos quadros, e tenta mostrar para nós os sentimentos de Vincent, tenta nos mostrar sua maneira de pensar, através da posição e movimentos da câmera, das cores e sons, de acordo com cada sentimento do pintor.<br><br></div><div>No filme é possível notar também uma forte presença da natureza e como van Gogh se inspirava e colocava sua visão do mundo nos quadros.<br><br></div><div>Mesmo sendo um filme de drama, um gênero que não me agrada muito, esse filme é capaz de nos prender por nos fazer sentir o mesmo que Vincent.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-22 15:27:05 UTC</pubDate>
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         <title>Rafaela Chiareli Cardozo - Nº25</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme conta a história e vivências do artista Van Gogh, que atualmente é conhecido no mundo todo através de suas obras.<br> <br> Van Gogh<br>passava por uma fase difícil e retratava isso através da arte, as cores de suas<br>obras e músicas que transmitiam seus sentimentos.<br> <br>Van era considerado<br>louco por viver a vida e ver o mundo de seu jeito único, gostei muito que os<br>detalhes das cenas sempre se entrelaçavam, o figurino juntamente com a trilha<br>sonora, despertam sentimentos e emoções que nos deixavam mais próximo do<br>artista.<br> <br>Gostei muito do<br>filme, pois há um tempo queria conhecer melhor quem foi Van Gogh, e acredito<br>que com o filme isso foi possível, porém acredito que alguns detalhes a mais de<br>sua vida deixariam o filme perfeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-22 15:33:58 UTC</pubDate>
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         <title>Bárbara Núbia 02</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Contando as histórias, loucuras e lutas de Van Gogh, o filme "No portal da <br>eternidade" consegue nos prender bastante ao retratar a vida de um dos <br>maiores artistas do mundo. Mostra que assim como qualquer outra pessoa, <br>Vincent teve seus altos e baixos em sua vida tanto emocional quanto <br>profissional e retratava tudo isso em suas obras. <br>No filme, tiveram elementos essenciais para transmitir os sentimentos do <br>artista sempre visando seu jeito único de viver que admiro muito, os<br>enquadramentos, cores, trilhas sonoras acompanhando a trama e seguindo o <br>ponto de vista do pintor.<br>Um ponto que me identifiquei muito foi a forte relação dele com a  <br>natureza e o filme conseguiu retratar muito bem isso.<br>Acho que muitos esperavam cenas que mostrassem os surtos principais e <br>polêmicos de Van Gogh como o corte das orelhas, mas acredito que o diretor <br>quis nos apresentar a vida do artista de uma forma que não conhecemos e <br>lembrar que ele não foi apenas "o cara que surtou e arrancou as orelhas".</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-22 17:59:53 UTC</pubDate>
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         <title>Thais Nantes - Nº29</title>
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         <description><![CDATA[<div>"No portal da eternidade", é um filme  que tem por objetivo transmitir muito dos conflitos mentais e emocionais que Van Gogh sentia, não só quando pintava. Eles juntam as expressões do personagem, com a trilha sonora lenta, e as cores frias e marcantes nas cenas para enfatizar todo a melancolia e solidão de Van Gogh. Isso deixa mais claro também, sua paixão por observar e pintar a natureza, visto que sempre que está a frente de paisagens, são usadas cores mais vivas dando a sensação de um ambiente mais alegre e calmo.<br><br></div><div>Ele demonstra ser uma pessoa intensa, e muitas de suas obras quando são olhadas rapidamente, não trazem significado nenhum, mas quando apreciadas podem despertar muitas emoções, e fazer você ver coisas que não tinham sido vistas antes, seus traços únicos parecem destacar mais ainda essa sensação. <br><br></div><div>Apesar de todas as críticas Vincent nunca desistiu do seu sonho, e cada vez mais acreditava ser um grande pintor que estava a frente de sua época, e por mais que naqueles tempos não haviam sido apreciadas, um dia fariam muito sucesso e mudariam o modo como a arte era vista, saindo dos padrões do realismo e impressionismo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-22 21:20:43 UTC</pubDate>
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         <title>Luana Pinheiro Nº17</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Filmes biográficos são com certeza um dos gêneros cinematográficos mais difíceis de serem produzidos. Por não terem a possibilidade de contar a história de maneira completa, como por exemplo em um livro, muitas cinebiografias não conseguem ser fieis e verdadeiras a vida do biografado. Porém o audiovisual possui uma característica vantajosa que não se vê em manuscritos, em que é possível retratar pensamentos, vontades, angustias apenas com uma boa direção e fotografia. <br> <br> Desta maneira "No portal da eternidade", narra os acontecimentos do final da vida do artista holandês pós-impressionista Vincent Van Gogh, investigando como estava a mente do pintor nesse período que criava incansavelmente obras quase como uma necessidade vital. Diversas vezes utilizando de artifícios do audiovisual como, câmeras subjetivas e desfocadas fazendo com que o espectador mergulhe na mente instável e turbulenta de Van Gogh, além do uso de cores saturadas e planos em primeira pessoa filmados sem auxílio de tripés provocando uma certa instabilidade, quase como se víssemos o mundo pelos olhos do artista. A atuação belíssima de Willem Dafoe com uma caracterização a altura de Vincent, contribui muito para estabelecer uma relação mais intensa entre público e o longa. <br> <br> O diretor beira a um abstracionismo na tentativa de expressar a complexidade da cabeça de um ser humano aparentemente incompreensível, e apresentar da forma mais sincera possível verdade sobre o protagonista, por vezes soando um pouco raso e repetitivo discursivamente , no entanto, proporciona uma experiencia sensorial e emocional tocante, também possui um ritmo lento destinado a dar um ar contemplativo, como as longas cenas focadas apenas nos ambientes das pinturas de Gogh, podendo desagradar aqueles não muito acostumados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-22 23:01:35 UTC</pubDate>
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         <title>Mateus Guimarães de Carvalho Nº22</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme “no portal da eternidade” retrata o pintor Vincent van Gogh (Willem Dafoe), lutando contra sua loucura e depressão.<br><br></div><div>Usando uma abordagem angustiante, até a própria filmagem é voltada para o tema de insanidade que o filme traz, sendo algumas vezes filmado com a própria mão, sem qualquer apoio, para retratar a incerteza do pintor.<br><br></div><div>Ao longo do filme, o uso de cores, músicas de fundo e ângulos alteram – se proporcionalmente ao sentimento de Vincent, seja ele tristeza, raiva ou esperança<br><br></div><div>Esta obra é lenta, focando sempre no estreitamento cada vez maior da insanidade do pintor, porém, ainda me chamou atenção, pois as músicas e trilhas sonoras usadas me prenderam demais, sendo eu uma pessoa que sempre amou a música.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-05-23 00:02:57 UTC</pubDate>
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         <title>Vinicius Zanata  Nº31</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>No filme “No Portal da Eternidade” de 2018 dirigido por Julian Schnabel retrata a vida<br>de um dos maiores pintores de todos os tempos, Vincent Van Gogh nasceu nos países<br>baixos por volta de 1853, no filme retrata os 2 últimos anos de vida de Van Gogh e<br>como sua loucura foi algo que fez ser os anos mais produtivos dele. É evidente no<br>manusear das câmeras como Julian quer expressar os sentimentos do pintor em seus<br>momentos de loucura.<br>A atuação de Willen como Van Gogh foi muito boa, passando os reais sentimentos que<br>o artista enfrentava, percebi que Van Gogh gostava muito de buscar a natureza de<br>inspiração.<br>Em questão de qualidade, o filme consegue retratar bem como era os figurinos de<br>época tudo com uma pegada meio antiga, os cortes e as movimentações de câmera<br>perfeitas, as trilhas sonoras também muito boas, ele consegue prender a atenção do<br>telespectador e enviar ele para a época de Van Gogh.<br>O roteiro em si consegue mostrar com Van Gogh era um artista emocionalmente<br>instável, porém um dos maiores gênios de todos os tempos, esse é um filme bem<br>profundo que de primeira vez alguns detalhes possam passar despercebidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-23 01:48:29 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Clara Fausto de Freitas  N°20</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme “No Portal Da Eternidade” retrata a vida de um dos maiores pintores Van Gogh, a história se concentra no período no qual o autor ficou isolado no interior da França, o que mais me chamou atenção nesse filme foi como o pintor se conecta com a natureza. <br><br></div><div>Outro tópico que me chamou a atenção foi quando a câmera passa a ser os olhos do personagem, isso dá um “tchan” a mais para o filme. Sem contar a atuação, que ao meu ver foi incrível, ele conseguiu retratar bem o jeito do Van Gogh, mostrando seus momentos de loucuras e crises.<br><br></div><div>No Portal da Eternidade é um filme bem intenso e muito bonito esteticamente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-26 21:02:07 UTC</pubDate>
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         <title>Enzo Ramos Alves N*06</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme “No portal da Liberdade” retrata a vida e as experiências de Vincent Willem Van Gogh, um artista holândes muito reconhecido (atualmente) que pintou mais de duas mil obras. podendo contar os últimos dias de Van Gogh na terra.<br>Van Gogh era considerado louco, tinha problemas com bebidas e foi até internado em um manicômio durante um tempo,mas mesmo assim era cosiderado como um gênio.</div><div>Theo Van Gogh (irmão de Vicent) era toda a base emocional, financeira de Van Gogh, mesmo não aparecendo muito no filme quando aparece mostra o laço forte que os dois tinham</div><div> O diretor opta por uma abordagem crua e angustiante. Os movimentos são uma hora sutis, uma hora brusco, conforme o humor do personagem na cena. A montagem e a trilha sonora também seguem esse padrão, tendo violinos como músicas, o que faz muito a cara do filme.<br><br>achei um filme diferenciado por que mostrou bem a vida dele , o que teve que passar , a loucura, o relacionamento com o irmão e mais a trilha sonora " batendo " com que a sena quer retratar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-15 20:53:57 UTC</pubDate>
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         <title>Leonardo Silva N17</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao assistir No Portal da Eternidade, se tem a impressão de que toda a carreira de Willem Dafoe foi um ensaio para viver Vincent. Mesmo já tendo colecionado desempenhos memoráveis em praticamente todos os gêneros cinematográficos, nada chega próximo ao resultado alcançado pelo ator neste filme pelo qual concorre ao Oscar. A semelhança física entre Willem Dafoe e Vincent van Gogh nos faz acreditar que um auto-retrato do pintor ganhou vida. O ator estudou as cartas escritas por Vincent a fim de desvendar o seu pensar. E, orientado por Schnabel, que também é artista plástico, aprendeu a pintar como Vincent, atacando a tela com pinceladas ansiosas. A angústia, o desespero, o duelo entre febril criação e torturada razão, estão presentes na respiração angustiada, no olhar perplexo. E os tortuosos caminhos percorridos por Vincent parecem marcados no próprio rosto do ator.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-18 19:05:42 UTC</pubDate>
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         <title>Leonardo Pires N°15</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>     O filme “No portal da eternidade”, dirigido pelo pintor e diretor Julian Schnabel, retrata a morte e a vida do pintor Vincent Van Gogh, no filme é mostrado os últimos anos da vida de Van Gogh onde é mostrado como estava sua cabeça ante, agora e depois.<br><br></div><div>      Para passar esses últimos anos de Van Gogh no filme, a maneira como cada cena é feita, vem do humor do personagem, se o mesmo está calmo os movimentos são sutis, se está mais irritado ou algo do tipo os movimentos são mais bruscos. As músicas do filme (trilha sonora), são feitas da mesma maneira.<br><br></div><div>      É possível ver também que o filme possui uma forte presença da natureza, onde Van Gogh ia muitas vezes para se inspirar e fazer suas obras. O filme conta com muitas cores vivas e uma delas é o verde, o presto e o branco são cores que aparecem mais repentinamente na cena.<br><br></div><div>      O filme é do gênero drama e uma biografia, mas é um filme muito bom até para alguém como eu que não gosta do gênero </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 11:57:28 UTC</pubDate>
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         <title>João Vitor Meira N°12</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Filme “No portal da eternidade”, produzido por Julian Schabel, e lançado no ano de 2018, retrata a vida e a morte do artista Vincent Van Gogh. Nasceu na Holanda por volta de 1853, e ao longo de sua carreira pintou mais de duas mil obras. Vincent era considerado louco, teve até problemas com bebidas e já foi internado em um manicômio por um tempo.<br><br></div><div>A  Atuação de Willen como Van Gogh foi simplesmente espetacular, e se tem a impressão que toda a vida do autor foi um ensaio para viver Vincent. A semelhança física entre o autor e o artista da a impressão que um auto-retrato do pintor ganhou vida, deixando o filme ainda mais interessante.<br><br></div><div>O filme por ser uma obra muito bem feita e se tratar de um dos maiores artistas de todos os tempos ficou muito legal, porém em meu ponto de vista, faltou contar sobre um fato muito importante, quando Van Gogh cortou sua própria orelha.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-25 19:24:35 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Danézi Nº18</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eduardoflute/fct4t3sqltluvw9a/wish/645967062</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Critica ao filme “No Portal da Eternidade</strong>”<br><br></div><div> <br><br></div><div>  No filme é abordada a biografia de Van Gogh, se observa o quanto o pintor interagia com a natureza, com uma ótima trilha sonora que fortalece mais o contato profundo de Van Gogh com a natureza, quando você consegue enxergar como a luz do sol influencia na imagem de diferentes ângulos abordados pelas câmeras, como ele passa a imagem para uma tela, observando todos os detalhes.<br><br></div><div>  No filme também se nota que naquela época não davam a devida atenção para ele, onde ele não ficava com os artistas, e suas obras não eram tão importantes, devido ao distúrbio mental ele sofria preconceitos, o chamavam de louco, e o filme consegue mostrar bem isso. No filme é passada a mensagem de um artista que que vivera para sempre, onde sua geração não apreciou suas obras, mas suas obras foram feitas para gerações futuras, um artista que o mundo não o enxergou enquanto vivo, mas observou sua grandiosidade depois de morto. Os surtos do personagem são vividos, e a atuação do personagem é muito boa, deixando realmente o sentimento do artista.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-02 13:08:19 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Pereira n° 09</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eduardoflute/fct4t3sqltluvw9a/wish/649185864</link>
         <description><![CDATA[<div>“No portal da eternidade” é um filme de Julian Schnabel, lançado em 2018 que retrata a vida e a morte do famoso pintor Vincent van Gogh.<br><br></div><div>A  Atuação de Willen como Van Gogh foi muito boa, e se tem a impressão que a a vida do autor foi um ensaio para viver Vincent. A semelhança física entre o autor e o artista da a impressão que um auto-retrato do pintor ganhou vida, deixando o filme ainda mais interessante.<br><br></div><div>O pintor observava muito a natureza o filme retrata muito bem isso a câmera passa a ser os olhos do personagem buscando passar uma visão mais artística e realista. As roupas também são características da época.<br><br></div><div>O filme No Portal Da Eternidade é um filme tocante e profundo, mesmo assim achei que teria características importantes da vida dela como por exemplo a parte em que corta sua orelha<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-07 13:46:50 UTC</pubDate>
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