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      <title>A dor do desemprego  by </title>
      <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e</link>
      <description>Pesquisar (notícias de jornal, revistas, posts de redes sociais etc) e entrevistar uma pessoa desempregada  para entender seu contexto de vida e suas dores do desemprego.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-03 13:29:05 UTC</pubDate>
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         <title>Mães Solos e o Desemprego no Brasil.</title>
         <author>vitoriajackelines2</author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3483835700</link>
         <description><![CDATA[<p>Na última década, o número de mães solos (ou seja, que cuidam sozinhas de seus filhos) aumentou cerca de 17,68%, passando de 9,8 milhões de mulheres em 2012 para 11,3 milhões, em 2022. O percentual é ainda maior entre as mães pardas e pretas, de acordo com a pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). É importante ressaltar que, o "solo" não refere-se apenas à ausência de cônjuge, mas também à falta de rede de apoio, fazendo com que todas as responsabilidades recaiam sobre a mãe. </p><p><br></p><p>Cerca de 72,4% destas mães solos residem em domicílios monoparentais, isto é, um domicílio onde só reside a mãe e o(s) filho(s). Isso dificulta a inserção no mercado de trabalho, uma vez que não moram com parentes que poderiam contribuir nas responsabilidades familiares, promovendo o equilíbrio desta mulher entre o trabalho, família e vida pessoal.</p><p>Ainda na pesquisa do FGV, também pode-se observar que uma parcela expressiva dessas mães não possui ensino superior.&nbsp; Os dados do 4º trimestre de 2022 mostram que mais da metade (54,3%) das mães solo tem, no máximo, ensino fundamental completo e menos de 14% tem ensino superior. As mães solo brancas/amarelas têm uma composição menos desigual em relação ao ensino superior, quando comparadas às mães pretas, onde a proporção de mães com ensino superior (21,4%) é mais do que o dobro do observado para mães negras. </p><p><br></p><p>A conscientização e a mudança de atitude em relação ao preconceito são cruciais para que as mulheres possam exercer seus direitos e ter acesso às oportunidades de trabalho, sem ter que recorrer a informalidade. </p><p><br></p><p>Fonte: https://blogdoibre.fgv.br/posts/maes-solo-no-mercado-de-trabalho</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-09 20:11:24 UTC</pubDate>
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         <title>Falta de Dinheiro Gera Desemprego</title>
         <author>nicolasferreira62</author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3484069236</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Jornal:</strong><br>Então desempregada há seis meses e afundada em dívidas, Raíssa Cardoso, de 28 anos, foi procurada em junho por uma empresa oferecendo a ela uma vaga de trabalho.</p><p>Mas o que parecia uma oportunidade interessante se converteu em um constrangimento, devido à inflexibilidade da contratante quando a designer perguntou se poderia fazer a entrevista de forma virtual, por não ter naquele momento dinheiro para o deslocamento.</p><p>Num momento de inflação em alta e renda das famílias em queda, o processo de seleção de funcionários requer empatia das empresas, segundo especialista em recursos humanos.</p><p>"Eu estava desempregada há seis meses, devendo contas, cartões, empréstimo. Estava numa situação muito complicada, contando moeda. Então, de um dia para o outro, eu não tinha [dinheiro]", lembra a designer, que conta que sua situação se complicou após não receber pelo mês final na última empresa em que trabalhou.</p><p>"Eu moro com meus pais. Meu pai é aposentado e minha mãe é esteticista autônoma, mas ela também não estava conseguindo muita coisa. Então acabou ficando bastante difícil."</p><p>A trabalhadora perguntou então se havia a possibilidade de realizar a entrevista à distância. A recrutadora questionou qual seria a justificativa. Raíssa foi sincera: "No momento, estou sem dinheiro para o deslocamento", escreveu.</p><p>"Vamos então deixar para uma próxima oportunidade", foi a resposta.</p><p>A profissional pediu então para retornar mais tarde, dizendo que tentaria conseguir o dinheiro emprestado. Mas a resposta foi novamente negativa.</p><p>"Eles não ofereceram nenhuma possibilidade de reagendamento, não quiseram nem me dar um tempinho para eu poder pedir o dinheiro emprestado. Não me deram nenhuma abertura e me retiraram do processo seletivo", lamenta.</p><p>"Senti bastante inflexibilidade da parte deles e um pouco de falta de empatia também. Acho que, quando você está tratando com um candidato, precisa lembrar que tem uma pessoa ali do outro lado, que tem problemas, que tem vida pessoal como todo mundo. Fiquei frustrada e um pouco chocada, porque em questão de minutos, a conversa mudou totalmente."</p><p><strong>Fonte:</strong>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62430303">https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62430303</a></p><p><br></p><p><strong>Entrevista:</strong></p><p>Entrevistei o meu pai, Marcel dos Santos, porque ele ficou um período sem trabalhar e desempregado. Durante esse período, ele não passou por uma dificuldade financeira, porém sabia que iria precisar de outro emprego, então foi atrás, não antes de aproveitar o momento de seguro desemprego. Um ponto curioso é o fato dele ter ficado feliz ao ser demitido, já que não se sentia confortável na empresa em que estava e chegava todos os dias estressado por conta dos funcionários.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 01:10:13 UTC</pubDate>
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         <title>14 horas numa fila por um emprego: “As contas e a barriga não esperam”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3485088092</link>
         <description><![CDATA[<p>Desemprego no Brasil aumenta e 13,1 milhões de brasileiros estão em busca de um trabalho. Em São Paulo, Mutirão de Emprego atrai 15.000 pessoas e milhares chegam a dormir na fila para deixar o currículo e conseguir uma entrevista de emprego</p><p>"Aceito qualquer coisa". A frase era recorrente entre os candidatos que passaram horas na fila para obter ao menos uma entrevista de trabalho no Mutirão do Emprego, que atraiu 15.000 pessoas interessadas nas 8.000 vagas com carteira assinada oferecidas pelo evento em São Paulo. A média salarial das oportunidades disponíveis não ultrapassa os 1.500 reais, mas os perfis de pessoas atraídas pela possibilidade de poder voltar a pagar minimamente as contas do mês são os mais variados: do profissional pós-graduado ao trabalhador que não completou o ensino médio, está todo mundo no mesmo barco. As razões para tanta procura passam pela falta de perspectiva num momento em que a economia anda lenta, e sem sinais de reação de grande monta. Entre o mês de dezembro e fevereiro, 892.000 brasileiros passaram à categoria de "desempregados", segundo a mais recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que estima em 13,1 milhões o total de desempregados no Brasil. É uma taxa de 12,4% de trabalhadores sem salário. No mesmo período do ano passado, ainda no Governo Temer, o desemprego era de 12,6%. Mas a economia deu sinais de recuperação na sequência, e a taxa chegou a 11,6% entre setembro e novembro. Agora, voltou a subir.</p><p>O elevado número de interessados em busca de uma oportunidade fez com que os organizadores do mutirão (a prefeitura de São Paulo e o Sindicato dos Comerciários) prorrogassem o evento por uma semana, para até esta quinta-feira, 4 de abril. Mas, apesar do mar de gente que chegou a dormir no Vale do Anhangabaú, em três dias de maratona de processo seletivo, apenas 11 vagas de trabalho foram preenchidas. Para o Sindicato dos Comerciários, o baixo número de contratados não representa um fracasso do sucesso do mutirão, já que na maioria dos casos os candidatos selecionados para determinadas vagas disponíveis têm que passar por um segundo processo seletivo interno.</p><p>Mas o que faz alguém dormir ao relento numa fila no centro de São Paulo? "As contas e a barriga não podem esperar", disse Maria José, 50 anos.  "Passei 14 horas na fila na terça", revela Carlos Peinado, 61 anos, que estava procurando uma vaga de motorista após três meses desempregado. Dayane do Amor Divino, 26, esperou oito horas na terça para pegar uma senha e voltar na sexta, quando passou por entrevista e foi encaminhada para o processo seletivo em uma grande rede de supermercados. "Fiquei quase a semana inteira aqui", diz sorrindo, sem perder o bom humor.</p><p>Com a senha em mãos, os candidatos voltam para os dias definidos e passam por triagem e entrevista de trabalho. De lá, podem sair contratados, encaminhados para o Recursos Humanos ou são descartados.</p><p>Os organizadores do evento chamam a atenção para os mutirões do ano passado, quando foram preenchidas 3.500 vagas de 5.800 disponíveis. A falta de qualificação profissional foi uma barreira que neste ano tenta ser transposta. O Governo do Estado de São Paulo e o SENAI estão oferecendo 2.300 cursos profissionalizantes para 32 áreas diferentes, com duração aproximada de dois meses. O desemprego é uma pedra no sapato do presidente Jair Bolsonaro. Na semana passada, ele celebrou a criação de empregos em fevereiro no levantamento mensal do IBGE. Na conta final dos três meses analisados, no entanto, o resultado é negativo. Questionado sobre os dados do desemprego, o presidente disse: “Parecem índices feitos para enganar a população".</p><p><br/></p><p>Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/02/politica/1554156937_233006.html</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Entrevista: Além da pesquisa, eu entrevistei meu amigo, que ficou desempregado até hoje, desde sua conclusão do ensino médio no final de 2023. Em todas as entrevistas em que ele participou, ele tentava falar o que queriam, mas nunca foi aceito, teve vezes que ele chegou a criar um personagem, mas mesmo assim não funcionou. Quando ele desistiu, ele resolveu ser só ele mesmo. E funcionou. </p><p>Além desses problemas na entrevista, meu amigo tinha problemas para ser empregado por conta de não ter algo a mais, além do diploma do ensino médio. O pior de tudo era precisar de experiência para a vaga, era mais questionável ainda quando essas vagas eram para estágio ou jovem aprendiz. </p><p>Outro motivo que deixou isso mais desafiador, é a dispensa militar, algo que ele teve dificuldade de conseguir, pois, além de ter que aguardar a boa vontade das pessoas o dispensarem, haviam colocado que ele queria se alistar, o que demorou mais ainda para conseguir um emprego, devido a dispensa. Casos como esse ocorrem com diversos homens, pois essa situação envolve os deveres de um cidadão, que acaba se prejudicando devido fatores externos.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Créditos: Analice Jacinto de Lima </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 10:25:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&#39;Em 2 anos, só fui chamado para uma entrevista&#39;; 3 milhões de brasileiros vivem desemprego longo</title>
         <author>erickgoncalves01</author>
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         <description><![CDATA[<p>Desde junho de 2020, Diones Coutinho, técnico em mecânica industrial e petróleo e gás, está desempregado e busca vagas diariamente, sem sucesso — nesse período, foi chamado apenas para uma entrevista. Ele faz parte dos 2,9 milhões de brasileiros em <strong>desemprego de longa duração</strong> (mais de dois anos), grupo que representa cerca de um terço dos desempregados do país, segundo a Pnad Contínua.</p><p>Coutinho perdeu o emprego durante a pandemia e, apesar da recuperação gradual do mercado, continua sem oportunidades. Para sobreviver, fez um bico no ferro-velho do sogro e buscou mais qualificação. No entanto, sofre com o impacto psicológico e as dívidas, especialmente o financiamento do apartamento.</p><p>O desemprego de longa duração tem crescido desde a recessão de 2014-16 e preocupa os especialistas, pois quem passa muito tempo fora do mercado tende a ter seu capital humano depreciado. A falta de atualização profissional e o estigma do tempo parado dificultam a reinserção no mercado.</p><p>Dados mostram que o problema é mais grave em estados como Pernambuco, Amapá, Acre e Rio de Janeiro. A maioria dos desempregados de longa duração tem ensino médio ou superior incompleto.</p><p>Especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que melhorem a qualificação e facilitem o acesso às oportunidades, especialmente para pessoas com baixa escolaridade e renda, que muitas vezes não sabem como buscar emprego ou se requalificar.</p><p><br></p><p>fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/08/em-2-anos-so-fui-chamado-para-uma-entrevista-3-milhoes-de-brasileiros-vivem-desemprego-longo.shtml">https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/08/em-2-anos-so-fui-chamado-para-uma-entrevista-3-milhoes-de-brasileiros-vivem-desemprego-longo.shtml</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 13:08:58 UTC</pubDate>
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         <title>Desemprego sobe a 7,9% no trimestre terminado em março, diz IBGE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3485229080</link>
         <description><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil foi de 7,9% no trimestre encerrado em março, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p><p><br></p><p>Em relação ao trimestre imediatamente anterior, encerrado em dezembro, houve alta de 0,5 ponto percentual na desocupação, que era de 7,4%. No mesmo trimestre de 2023, a taxa era de 8,8%. Mesmo com a alta, o resultado do primeiro trimestre é o melhor para o período desde 2014 (7,2%) e vem abaixo das projeções do mercado financeiro (8,1%).</p><p><br></p><p>Com os resultados, o número absoluto de desocupados cresceu 6,7% contra o trimestre anterior, atingindo 8,6 milhões de pessoas. Na comparação anual, o recuo é de 8,6%.</p><p><br></p><p>No primeiro trimestre de 2024, houve queda de 0,8% na população ocupada, estimada em 100,2 milhões de pessoas. No ano, o aumento foi de 2,4%, com mais 2,4 milhões de pessoas ocupadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 13:09:08 UTC</pubDate>
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         <title>&#39;Perdi oportunidade de emprego por não ter dinheiro para ir à entrevista&#39;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3485232436</link>
         <description><![CDATA[<p>Raíssa Cardoso, uma designer de 28 anos de São Gonçalo (RJ), desempregada há seis meses e com dívidas, teve uma experiência frustrante ao perder uma oportunidade de emprego por uma questão que muitos brasileiros enfrentam: a falta de dinheiro para o transporte.</p><p>Em junho, Raíssa foi contatada por uma empresa para uma vaga. Após uma etapa de vídeo-apresentação, a empresa enviou o endereço e a convidou para uma entrevista presencial, sem aguardar sua resposta ou confirmar sua disponibilidade.</p><p>Com dívidas e em uma situação financeira precária – seu pai é aposentado e sua mãe, esteticista autônoma, também enfrenta dificuldades –, Raíssa não tinha condições de arcar com o custo do deslocamento de um dia para o outro. Ao perguntar sobre a possibilidade de uma entrevista virtual e justificar que estava sem dinheiro para o transporte, a resposta da recrutadora foi inflexível: "Vamos então deixar para uma próxima oportunidade."</p><p>Mesmo após pedir para tentar conseguir o dinheiro emprestado e retornar mais tarde, a resposta foi negativa. A empresa não ofereceu reagendamento nem qualquer outra alternativa, retirando-a imediatamente do processo seletivo.</p><p>Raíssa lamenta a falta de empatia e a inflexibilidade da empresa, ressaltando que, em um momento de alta inflação e queda na renda familiar, os processos seletivos deveriam considerar a realidade dos candidatos. Ela expressa sua frustração e choque pela rápida mudança na conversa, que culminou na perda da oportunidade.</p><p>Essa situação de Raíssa ilustra um desafio real no mercado de trabalho atual, onde a empatia das empresas no processo de seleção se torna crucial, especialmente diante do cenário econômico que afeta a capacidade de deslocamento de muitos desempregados.</p><p><br></p><p>https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62430303</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 13:12:02 UTC</pubDate>
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         <title>Desemprego de 7% no 1º tri é o menor já registrado para o período</title>
         <author>miiguelescoola</author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3485232967</link>
         <description><![CDATA[<p>O Brasil fechou o primeiro trimestre de 2025 com taxa de desocupação de 7%. Esse patamar fica acima do registrado no trimestre anterior, encerrado em dezembro (6,2%), no entanto, é o menor para os meses de janeiro a março em toda a série histórica do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge"><strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</strong></a> (IBGE), iniciada em 2012.</p><p>O<strong> recorde anterior era&nbsp;de&nbsp;2014, quando a taxa de desocupação no período marcou 7,2%. Em 2024, o índice era de 7,9%.</strong></p><p><br></p><p>Entrevista (mãe anônima):</p><p><br></p><p>"Sabe, às vezes eu acordo e me pergunto o que mais posso fazer. Mando currículo todo dia, bato de porta em porta, tento me manter firme… mas é difícil. A conta de luz chegou de novo, o aluguel vence semana que vem, e eu fico pensando como vou dar conta. Não é só o dinheiro que faz falta — é a sensação de ser inútil, de não estar fazendo nada por mim nem pelos que dependem de mim. Já pensei até em desistir… mas aí olho pros meus filhos, pra minha mãe, e sei que não posso parar. Só queria uma chance. Uma só. Mostrar que eu sei trabalhar, que eu tenho valor. Que eu também mereço viver com dignidade."</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 13:12:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desemprego sobe em 12 estados brasileiros no 1º trimestre de 2025, diz IBGE</title>
         <author>pedro2milkk</author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3485236250</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>taxa de desemprego subiu em 12 estados brasileiros</strong> no primeiro trimestre de 2025, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ibge/"><strong>IBGE</strong></a>).</p><p>Nas outras 15 unidades da federação (UFs), o índice ficou estável, com oscilações menos expressivas na comparação com o quarto trimestre de 2024. <strong><em>Veja abaixo.</em></strong></p><p><br></p><ul><li><p><strong>Tiveram alta na taxa de desemprego: </strong>Piauí, Amazonas, Ceará, Pará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Maranhão, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Paraná.</p></li><li><p><strong>Tiveram estabilidade: </strong>Bahia, Sergipe, Distrito Federal, Alagoas, Amapá, Paraíba, Acre, Roraima, Tocantins, São Paulo, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Santa Catarina.</p></li></ul><p><br></p><p>As <strong>maiores taxas de desocupação</strong> foram registradas em <strong>Pernambuco</strong> (11,6%), <strong>Bahia </strong>(10,9%) e <strong>Piauí </strong>(10,2%); e as <strong>menores</strong>, em <strong>Santa Catarina</strong> (3,0%), <strong>Rondônia</strong> (3,1%) e <strong>Mato Grosso</strong> (3,5%).</p><p>No ano passado, o índice anual de desemprego caiu em todos os estados brasileiros (menos Roraima), sendo que <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/02/14/desemprego-e-o-menor-da-serie-em-14-unidades-da-federacao-diz-ibge.ghtml"><strong>14 deles registraram o seu menor índice da história</strong></a>. Por isso, agora, já era esperado um desaquecimento do mercado de trabalho.</p><p>No primeiro trimestre deste ano, a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/30/desemprego-vai-a-7percent-no-trimestre-terminado-em-marco-diz-ibge.ghtml"><strong>média geral do desemprego no Brasil foi de 7%</strong></a>, o que representa um aumento em relação ao trimestre anterior (6,2%). No entanto, essa foi a menor taxa para o período desde que o IBGE começou a calcular o índice, em 2012.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 13:15:32 UTC</pubDate>
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         <title>Relato - Desemprego</title>
         <author>vitoriaoliveira376</author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3485236833</link>
         <description><![CDATA[<p>Desemprego</p><p>Irmãos, quanto tempo vcs passaram sem conseguir um emprego?</p><p><br></p><p>Pela primeira vez completei 6 meses desempregada, e o desespero bateu à porta. Sou qualificada, quase 15 anos de contribuição em carteira, aprendo rápido, escrevo, falo e leio bem, sei mexer com tecnologia, sou formada numa UF na área de humanas, já trabalhei até com serviço braçal. Até hoje só não roubei, nem matei, nem me prostitui (apesar que todos nós nos prostituimos no capitalismo.)</p><p><br></p><p>Eu entrego currículos o dia todo, até uso a gupy 🥲 e fiz um perfil no LinkedIn. Estou sofrendo. Não aguento mais depender de outros, é triste, é humilhante, a saúde mental vai pro lixo.</p><p><br></p><p>Meu último emprego me deixou com stress pós traumático, e tenho uma certa dificuldade de sair de casa sozinha. A incerteza do amanhã só piora toda a situação.</p><p><br></p><p>Me digam vocês, quanto tempo vcs já ficaram desempregados? E o que fizeram pra sobreviver nesse tempo?</p><p><br></p><p>https://www.reddit.com/r/antitrampo/comments/1l3ey82/desemprego/</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 13:16:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Desemprego no Brasil</title>
         <author>lanastudies78</author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3485246163</link>
         <description><![CDATA[<p>Taxa de desemprego sobe para 7%, mas é a menor da história para o 1º tri. A taxa de desemprego voltou a subir e atingia 7% da população brasileira no primeiro trimestre, mostram dados divulgados hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Apesar de manter a trajetória da alta apresentada nos últimos meses, o resultado representa o menor patamar da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), coletada desde 2012, para o período. "O bom desempenho do mercado de trabalho nos últimos trimestres não chega a ser comprometido pelo crescimento sazonal da desocupação. Mesmo com expansão trimestral, a taxa de desocupação do primeiro trimestre de 2025 é menor que todas as registradas nesse mesmo período de anos anteriores."</p><p>Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2025/04/30/desemprego---marco-de-2025.htm?cmpid=copiaecola">https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2025/04/30/desemprego---marco-de-2025.htm?cmpid=copiaecolahttps://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2025/04/30/desemprego---marco-de-2025.htm?cmpid=copiaecolahttps://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2025/04/30/desemprego---marco-de-2025.htm?cmpid=copiaecola</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/reel/DGoTOEixfWs/" />
         <pubDate>2025-06-10 13:23:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relato anônimo: Faxineira de Contagem perde emprego após enchente</title>
         <author>barrosarthur21</author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3485247202</link>
         <description><![CDATA[<p>A faxineira de 38 anos, mãe solo de quatro filhos em Contagem (Grande BH), perdeu todos os móveis e eletrodomésticos em dezembro de 2023 devido a uma enchente que derrubou um barranco em sua casa, ela tinha emprego esporádico como faxineira até ser contratada por uma empresa de conservação e pediu adiantamento para pagar aluguel, semanas depois sofreu um infarto, ficou internada em UTI, ao receber alta foi até a empresa para entregar atestado e cobrar salário mas não foi atendida, chegou a registrar boletim de ocorrência por falta de resposta, e na quarta-feira de cinzas recebeu mensagem de demissão por estar no período de experiência e ao fazer o acerto recebeu apenas R\$ 1.300, mesmo tendo adoecido devido a causas relacionadas ao trabalho e à tragédia da enchente, permanecendo sem rede de apoio, sem Bolsa Família (perdeu o benefício ao ser empregada formalmente), seu sonho agora é apenas conseguir outro emprego informal, como faxineira ou operadora de caixa, para sustentar a família e sobreviver.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 13:24:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Depressão e desânimo atingem 59% dos desempregados, de acordo com SPC Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3485248811</link>
         <description><![CDATA[<p>(Pesquisa focada em estudar o desemprego e suas consequências para a saúde mental e física dos afetados)</p><p><br/></p><p>A pesquisa “Impactos do Desemprego: saúde, relacionamentos e estado emocional”, conduzida pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mostra que além de trazer complicações à vida financeira, o desemprego afeta também o estado físico e emocional das pessoas. De acordo com o estudo, 59% dos entrevistados se sentem deprimidos ou desanimados, 63% estão estressados ou nervosos e 62% dizem ter estado angustiados. Também foram citados sentimentos de privação de consumo que tinha anteriormente (75%), ansiedade (70%) e insegurança de não conseguir um novo emprego (68%).</p><p><br/></p><p>Em menor proporção foram mencionados sentimentos de medo (57%), baixa autoestima (55%), perda de valor perante as pessoas (39%), vergonha diante de amigos ou parentes (37%) e culpa (26%).</p><p><br/></p><p>Por outro lado, 54% das pessoas passaram a sentir-se esperançosas com a vida após perder o emprego e três em cada dez (30%) estão mais otimistas do que era antes e confiam que coisas boas irão acontecer.</p><p><br/></p><p>Para José Vignoli, educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, por mais difícil que seja, a partir do momento em que a pessoa perde o emprego é importante agir com serenidade. “Uma pessoa que está nessa situação deve realizar um planejamento do orçamento com calma, para evitar atitudes precipitadas como empréstimos em condições desfavoráveis e com taxas de juros muito altas, por exemplo. Esse tipo de atitude pode comprometer a vida financeira e, consequentemente, a saúde mental e física”, orienta.</p><p><br/></p><p>Mais da metade dos entrevistados teve alterações no sono devido ao desemprego; seis em cada dez têm menos vontade de sair</p><p><br/></p><p>Os entrevistados também disseram que o desemprego afetou a saúde, à medida que mais da metade (51%) teve alterações no sono, 45% relatam mudanças no apetite, 40% têm dores de cabeça ou enxaquecas frequentes, 29% tiveram alteração na pressão (principalmente aqueles com mais de 50 anos, 54%) e 16% disseram descontar a ansiedade em vícios como álcool, cigarro, comida entre outros.</p><p><br/></p><p>Com relação aos impactos nos relacionamentos, o estudo mostra que seis em cada dez (59%) daqueles que perderam o emprego têm menos vontade de sair, 27% ficam mais isolados das pessoas, 9% tem feito algum tipo de agressão verbal a pessoas próximas e 4% agrediram fisicamente algum parente ou amigo.</p><p><br/></p><p>Segundo Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, o trabalhador precisa ter uma visão realista de sua situação para evitar problemas financeiros maiores. “É importante que o desempregado mantenha a mente aberta para propostas diferentes das que ele esteja esperando, seja em termos de salário ou função. Nessa hora, trabalhos alternativos também podem ser uma fonte de renda temporária”, diz.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>(Metodologia da pesquisa)</p><p><br/></p><p>A pesquisa buscou traçar o perfil do desempregado brasileiro e o impacto no processo de recolocação profissional no mercado. O ponto de partida foi a definição do que vem a ser uma pessoa considerada desempregada. Mediante os critérios adotados, se o indivíduo está trabalhando ou não tem interesse e/ou condições de trabalhar no momento, ou mesmo se está se organizando para montar o próprio negócio e por isso não procura emprego, não foi elegível para responder à pesquisa. Por outro lado, se está procurando emprego, ou recorrendo a formas alternativas de renda enquanto não encontra uma vaga, ou ainda, se não está em busca de emprego porque procurou por muito tempo, sem sucesso, e está aguardando para ver se surge alguma oportunidade, então foi elegível para responder à pesquisa.</p><p><br/></p><p>Foram entrevistados pessoalmente 600 brasileiros desempregados acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro geral é de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.</p><p><br/></p><p>Fonte: https://site.cndl.org.br/depressao-e-desanimo-atingem-59-dos-desempregados-d</p><p>e-acordo-com-spc-brasil/ </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 13:26:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desemprego sobe em 12 estados brasileiros no 1º trimestre de 2025, diz IBGE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3485252267</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A taxa de desemprego subiu em 12 estados brasileiros no primeiro trimestre de 2025, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p><p><br></p><p>Nas outras 15 unidades da federação (UFs), o índice ficou estável, com oscilações menos expressivas na comparação com o quarto trimestre de 2024. Veja abaixo.</p><p><br></p><p>Tiveram alta na taxa de desemprego: Piauí, Amazonas, Ceará, Pará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Maranhão, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Paraná.</p><p>Tiveram estabilidade: Bahia, Sergipe, Distrito Federal, Alagoas, Amapá, Paraíba, Acre, Roraima, Tocantins, São Paulo, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Santa Catarina.</p><p>As maiores taxas de desocupação foram registradas em Pernambuco (11,6%), Bahia (10,9%) e Piauí (10,2%); e as menores, em Santa Catarina (3,0%), Rondônia (3,1%) e Mato Grosso (3,5%).</p><p><br></p><p>No ano passado, o índice anual de desemprego caiu em todos os estados brasileiros (menos Roraima), sendo que 14 deles registraram o seu menor índice da história. Por isso, agora, já era esperado um desaquecimento do mercado de trabalho.</p><p><br></p><p>No primeiro trimestre deste ano, a média geral do desemprego no Brasil foi de 7%, o que representa um aumento em relação ao trimestre anterior (6,2%). No entanto, essa foi a menor taxa para o período desde que o IBGE começou a calcular o índice, em 2012.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-06-10 13:29:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relato anonimo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3486032034</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje resolvi sair e fazer mais esforço pra conseguir meu tão sonhado primeiro emprego em CLT, acordei cedo tendo quase nada pra lanchar, ainda por cima fui fraco pra rua e andei incríveis mais de 30km a pé distribuindo currículos. O problema não é nem o cansaço, e sim você ser menosprezado pelas pessoas. Gente dizendo que vai enviar o currículo no RH, e na real na maioria das vezes nem vai.</p><p>O que mais me doeu é que em uma empresa estava fazendo processo seletivo para jovem aprendiz, quando passei lá o safado do porteiro disse que tava ruim a situação e que os jovens aprendiz já tavam dando baixa. Como assim? Tá com medo de perder a vaga? Sendo que estava tendo processo hoje, aí me dá essa desculpa pra não concorrer com ele.</p><p>Eu passo por essas humilhações direto só pra procurar um sub-emprego, não exijo nem nada. Eu queria ver se alguém normal aguentaria essas humilhações. E o que mais me impressiona é que pessoas safadas igual a ele estão aí trabalhando, ganhando seu ganha pão, e eu que sou honesto estou sendo humilhado.                                                                                              <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.reddit.com/r/desabafos/comments/1bv5f0d/relatos_de_um_desempregado/?tl=pt-br">https://www.reddit.com/r/desabafos/comments/1bv5f0d/relatos_de_um_desempregado/?tl=pt-br</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.reddit.com/r/desabafos/comments/1bv5f0d/relatos_de_um_desempregado/?tl=pt-br" />
         <pubDate>2025-06-11 02:57:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desemprego afeta autoestima do trabalhador</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3488563077</link>
         <description><![CDATA[<p>Perder o emprego quase sempre provoca sofrimento, tanto para quem ficou desempregado quanto para familiares e amigos próximos. <strong><em>Mas e quando a situação perdura por muito tempo ou obriga o profissional a mudar de atividade e aceitar outros tipos de trabalho?</em></strong></p><p><br/></p><p><strong>Marcelo Afonso Ribeiro</strong>, do Instituto de Psicologia da USP (IP), aponta que o trabalho é algo central para a vida das pessoas. E no momento em que se perde o emprego, há a perda <strong>“da referência de vida”</strong>, já que muitas vezes o indivíduo tem de <strong>exercer uma profissão diferente daquela que estudou para garantir sua sobrevivência. </strong>Para ele, em tal situação, “a pessoa vai perdendo o sentido do trabalho em seu significado e, ao invés de se tornar algo prazeroso, se torna um fardo”, causando impactos também para as pessoas que convivem com o sujeito, independentemente de seu gênero ou situação socioeconômica. Em muitas situações de desemprego, a pessoa carrega um sentimento de culpa, como se ela tivesse gerado tal situação, ou por uma suposta falta de estudo ou de esforço.</p><p><br/></p><p><strong>O docente do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do IP considera que o discurso da crise e dos altos índices de desemprego tem forte impacto sobre a população</strong>, mas salienta que é necessário que o indivíduo se localize dentro desse discurso e pense o quanto tais números influenciam em sua vida. “Essa avaliação nem sempre é fácil, porque somos sempre ‘bombardeados’ de que a situação ‘está ruim’, diz. Ainda segundo ele, em meio ao sentimento de impotência diante de tal discurso, o trabalhador acaba por se sentir fragilizado em termos de <strong>poder de negociação</strong>, aceitando trabalhar em situações que normalmente não aceitaria.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://jornal.usp.br/atualidades/desemprego-afeta-autoestima-de-trabalhador/" />
         <pubDate>2025-06-12 22:00:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A pandemia de COVID-19 e seus impactos no desemprego no Brasil</title>
         <author>lagartadeasa</author>
         <link>https://padlet.com/ProfElissangila/fc82e7ww2m8dtb8e/wish/3490833889</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o mercado cada vez mais seletivo, por busca de novas habilidades, é cada vez mais difícil se integrar. Além da necessidade de diversas vocações, o participante tem que ter renda para deslocamento até o local da entrevista, às vezes para exames preventivos, e as mudanças na economia podem acarretar facilmente em desemprego.</p><p>Um exemplo de uma época em que houve um crescimento recorde de desempregados foi durante a pandemia de coronavírus, em que em média 377 brasileiros perderam o emprego por hora em um ano. Só no início de 2021, mais de 15 milhões de pessoas estavam desempregadas.</p><p>Trabalhadores informais tiveram ainda mais dificuldades na época de isolamento social, se sustentando apenas por pequenos bicos e tendo que enfrentar a incerteza sobre o que aconteceria, se em algum momento a situação melhoraria para encontrarem trabalho fixo. Segundo registros administrativos do Ministério do Trabalho e Emprego, no Brasil e no Estado de São Paulo o impacto da pandemia foi menos intenso sobre o nível de emprego com carteira assinada do que para as demais posições na ocupação. Apesar da queda de ocupados formais durante a pandemia ter sido expressiva, a queda de ocupados informais foi praticamente 3 vezes maior.</p><p>Houve, por exemplo, a expansão do trabalho remoto como uma solução para o desemprego, mas apenas se expandiu para os trabalhadores de qualificação mais elevada, cujo trabalho pôde ser feito de forma remota sem perda de produtividade. Por outro lado, trabalhadores de menor qualificação de setores de serviços pessoais, como hospedagem, alimentação e transporte de passageiros, foram&nbsp; afetados negativamente pela queda de demanda decorrente da realocação de parte da atividade produtiva de escritórios para residências.</p><p>O mercado brasileiro demorou cerca de 2 anos para se estabilizar. Essa foi uma das recuperações mais rápidas do mundo, porém não para quem esteve sem emprego durante todo esse tempo. Atualmente, o Brasil tem mais de 7 milhões de desocupados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-15 22:31:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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