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      <title>Chikungunya by marco</title>
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      <description>Biologia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-04-16 01:02:54 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Chikungunya?</title>
         <author>lima33782</author>
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         <description><![CDATA[<div>Febre Chikungunya é uma doença parecida com a <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/dengue">dengue</a>, causada pelo vírus CHIKV, da família Togaviridae</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 01:05:36 UTC</pubDate>
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         <title>Seu modo de transmissão</title>
         <author>lima33782</author>
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         <description><![CDATA[<div>é pela picada do mosquito <em>Aedes aegypti</em>infectado e, menos comumente, pelo mosquito <em>Aedes albopictus</em>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 01:07:03 UTC</pubDate>
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         <title>Causas</title>
         <author>lima33782</author>
         <link>https://padlet.com/lima33782/faew543zdjzb/wish/251961527</link>
         <description><![CDATA[<div>A febre chikugunya não é transmitida de pessoa para pessoa. O contágio se dá pelo mosquito que, após um período de sete dias contados depois de picar alguém contaminado, pode transportar o vírus CHIKV durante toda a sua vida, transmitindo a doença para uma população que não possui anticorpos contra ele. Por isso, o objetivo é estar atento para bloquear a transmissão tão logo apareçam os primeiros casos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 01:09:57 UTC</pubDate>
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         <title>Sintomas de Chikungunya</title>
         <author>lima33782</author>
         <link>https://padlet.com/lima33782/faew543zdjzb/wish/251961633</link>
         <description><![CDATA[<div>O período de incubação da febre chikungunya varia de dois a 12 dias. Muitas pessoas infectadas com CHIKV não apresentarão sintomas. O quadro clínico é muito semelhante ao da dengue, e os sintomas de febre chikungunya são:<br><br></div><ul><li>Febre</li><li>Dor nas articulações</li><li>Dor nas costas</li><li>Dor de cabeça.</li></ul><div>Outros sintomas incluem:<br><br></div><ul><li>Erupções cutâneas</li><li>Fadiga</li><li>Náuseas</li><li>Vômitos</li><li>Mialgias.</li></ul><div>Os sintomas comuns de chikungunya são graves e muitas vezes debilitantes, sendo as mãos e pés mais afetados. No entanto, pernas e costas inferiores frequentemente podem estar envolvidas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 01:10:46 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico de Chikungunya</title>
         <author>lima33782</author>
         <link>https://padlet.com/lima33782/faew543zdjzb/wish/251961723</link>
         <description><![CDATA[<div>Se você suspeita de febre chikungunya, vá direto ao hospital ou clínica de saúde mais próxima. O diagnóstico deverá ser feito por meio de análise clínica e exame sorológico (de sangue). A partir de uma amostra de sangue, os especialistas buscam a presença de anticorpos específicos para combater o CHIKV no sangue. Isso indicará que o vírus está circulando pelo seu corpo e que o organismo está tentando combatê-lo.<br><br></div><div>Para diferenciar febre chikungunya da dengue, outros exames podem ser feitos:<br><br></div><ul><li>Testes de coagulação</li><li>Eletrólitos</li><li>Hematócrito</li><li>Enzimas do fígado</li><li>Contagem de plaquetas</li><li>Teste do torniquete: amarra-se uma borrachinha no braço para prender a circulação. Se aparecerem pontos vermelhos sobre a pele, é um sinal da manifestação hemorrágica da dengue</li><li>Raio X do tórax para demonstrar efusões pleurais.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 01:11:30 UTC</pubDate>
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         <title>Prevenção</title>
         <author>lima33782</author>
         <link>https://padlet.com/lima33782/faew543zdjzb/wish/251961829</link>
         <description><![CDATA[<div>O mosquito Aedes aegypti é o transmissor do vírus e suas larvas nascem e se criam em água parada. Por isso, evitar esses focos da reprodução desse vetor é a melhor forma de prevenir a febre chikungunya! Veja como eliminar o risco:<br>Evite o acúmulo de água<br><br>Coloque areia nos vasos de plantas<br><br>Limpe as calhas<br><br>Coloque tela nas janelas<br><br>Lagos caseiros e aquários<br><br>Seja consciente com seu lixo<br><br>Uso de repelentes<br><br>Suplementação vitamínica do complexo B<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 01:12:20 UTC</pubDate>
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         <title>Dados da Doença</title>
         <author>lima33782</author>
         <link>https://padlet.com/lima33782/faew543zdjzb/wish/251962524</link>
         <description><![CDATA[<div>Em números totais, até abril de 2016 já houve 39.017 casos notificados, sendo 6.159 confirmados, enquanto que em 2015 o somatório do número de casos no ano todo chegou a 13.236.<br><br></div><div>A análise da taxa de incidência de casos prováveis (número de casos/100 mil habitantes) mostra a Região Nordeste com a taxa mais alta no país - um percentual de 56 casos/100 mil habitantes, sendo que Sergipe e Bahia, seguidos por Pernambuco e Rio Grande do Norte, têm as maiores taxas.<br><br></div><div>Em comparação, com 2015, quando ocorreram seis casos de óbito, até abril de 2016 já se computa um aumento de duas vezes do número óbitos: 12 casos confirmados laboratorialmente, sendo que 9 deles ocorreram no Recife. Também houve uma sensível mudança na mediana de idade dos óbitos. Em 2015. a faixa etária com mais óbitos estava na casa dos setenta anos (mediana: 75), sendo que até abril de 2016 a mediana está em 62 anos.<br><br></div><div>Pode-se observar ainda um grande aumento no número de municípios que passaram a apresentar chikungunya. Se em 2015 eram 696 municípios, até abril de 2016 a doença já foi vista em 1.126 municípios.<br><br></div><div>Segundo o infectologista Rivaldo Venâncio da Cunha, diretor da Fiocruz Mato Grosso do Sul, o aumento do número de números de casos de chikungunya pode ser explicado pelo mesmo raciocínio da explosão dos casos de zika. “Por um lado, temos uma população majoritariamente virgem em termos imunológicos em relação ao vírus do chikungunya. E pelo outro, temos índices elevados de infestação do mosquito transmissor do vírus, o nosso conhecido <em>Aedes aegypti”</em>.<br><br></div><div>O cenário que aponta para o aumento do número de casos de chikungunya, alertou o infectologista, está em franca progressão. A tendência, informou ele, é que os casos novos de chikungunya apresentem o mesmo comportamento sazonal das epidemia de dengue, com elevação nos períodos mais quentes e mais chuvosos do ano, fato que varia entre as várias regiões do Brasil. No entanto, ao contrário do que é visto na dengue, em relação à chikungunya observa-se que, mesmo passado o período epidêmico, os doentes continuam procurando as unidades de saúde.<br><br></div><div>“A chikungunya é uma doença que pode evoluir de forma crônica em um elevado percentual de doentes, nos quais os sintomas duram em média  seis meses, o que sobrecarrega muito  as redes pública e privada de saúde. O tratamento pode variar desde analgésicos usados de forma rotineira, como Paracetamol e Dipirona, passando por anti-inflamatórios e corticoides, até medicamentos de uso mais restrito, tais como Hidroxicloquina e Metotrexato, estes últimos mais comumente utilizados para doenças reumatológicas.<br><br></div><div><strong>Histórico<br></strong><br></div><div>Em 2014, no Brasil, entre os meses de julho e agosto, foram confirmados 37 casos de chikungunya importados, de pacientes originários, principalmente, do Haiti e da República Dominicana. Em setembro foram confirmados dois casos autóctones no município do Oiapoque (AP). Ambos os casos foram de residentes no município, sendo filha e pai, com início dos sintomas em 26 e 27 de agosto, respectivamente. Nesse ano, a cidade de Feira de Santana (BA) enfrentou uma grande epidemia com forte impacto socioeconômico para a rede pública de atendimento bem como para a qualidade de vida das pessoas acometidas.<br><br></div><div>O nome chikungunya significa “aqueles que se dobram” em swahili, um dos idiomas da Tanzânia. Refere-se à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada, na Tanzânia, localizada no leste da África, entre 1952 e 1953.<br><br></div><div>O vírus circula em alguns países da África e da Ásia. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), desde 2004 o vírus já foi identificado em 19 países. Naquele ano, um surto na costa do Quênia propagou o vírus para Comores, Ilhas Reunião e outras ilhas do Oceano Índico, chegando, em 2006, a Índia, Sri Lanka, Ilhas Maldivas, Cingapura, Malásia e Indonésia. Nesse período, foram registrados aproximadamente 1,9 milhão de casos – a maioria na Índia. Em 2007, o vírus foi identificado na Itália. Em 2010, há relato de casos na Índia, Indonésia, Mianmar, Tailândia, Ilhas Maldivas, Ilhas Reunião e Taiwan – todos com transmissão sustentada. França e Estados Unidos também registraram casos em 2010, mas sem transmissão autóctone (quando a pessoa se infecta no local onde vive). Recentemente o vírus foi identificado nas Américas.<br><br></div><div>No final de 2013, foi registrada transmissão autóctone em vários países do Caribe (Anguila, Aruba, Dominica, Guadalupe, Guiana Francesa, Ilhas Virgens Britânicas, Martinica, República Dominicana, São Bartolomeu, São Cristóvão e Nevis, Santa Lúcia e São Martinho) e em março de 2014, na República Dominicana. Toda a população do continente é considerada como vulnerável, por dois motivos: como nunca circulou antes em nossa região, ninguém tem imunidade ao vírus e ambos os mosquitos capazes de transmitir a doença estão presentes em praticamente todas as áreas das Américas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 01:18:45 UTC</pubDate>
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