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      <title>Sábado de Humanas - Mulheres que fizeram história na literatura, arte, ciência e esportes ao longo da história até a atualidade 🌎🇧🇷 by Amanda Aparecida</title>
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      <description>Escola Estadual Caio Martins
🤾🏻‍♀️💃🏻🤼🏽‍♀️👩🏻‍🔬👩‍💼👩🏻‍🎤👩🏽‍🎨 🙋🏻‍♀️👩🏽‍🎓🥰🤩😍</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-23 01:27:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>amandaaparecida1</author>
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         <description><![CDATA[<div>	Margarida Maria Alvez e a Marcha das Margaridas🌼Margarida Maria Alves&nbsp; foi uma sindicalista e defensora dos direitos humanos brasileira. Foi uma das primeiras mulheres a exercer um cargo de direção sindical noupaís.Seu nome e sua história de luta inspiraram a Marcha das Margaridas, que foi criada em 2000.	<br>A luta e as ações de Margarida Maria Alvez inspiraram a Marcha das Margaridas, manifestação realizada por mulheres trabalhadoras rurais brasileiras desde 2000, que integra a agenda permanente do Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais.Omovimento propõe visibilidade, reconhecimento social e político e cidadania plena a essas profissionais do cenário rural. <br>Pautas com reivindicações específicas das mulheres e questões de interesse geral da categoria de trabalhadoras rurais fazem parte do cenário da manifestação. A mobilização, com denúncias e pressão, mas, também, diálogo e negociação política com o governo federal, tem ganhado grande reconhecimento como a maior e mais efetiva ação das mulheres da América Latina.Suas <strong>frases</strong> marcantes: "é melhor morrer na luta, do que morrer de fome" e "da luta eu não fujo". Sua vida: ceifada, a mando do latifúndio. Margarida presente!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 01:46:43 UTC</pubDate>
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         <author>amandaaparecida1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Escolha uma mulher que marcou ou marca um momento na literatura, ciência, arte, música ou esporte no Brasil. Pesquise sobre ela e faça um cartaz expondo quem ela é e por que é ou foi&nbsp; marcante para a sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 01:50:03 UTC</pubDate>
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         <title>Zilda Arns</title>
         <author>laisbezerra2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascida em Santa Catarina, Zilda Arns se formou em Medicina, se especializou em Pediatria e também era sanitarista. Era irmã do arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, que se destacou pela sua oposição à ditadura militar.<br><br></div><div>Foi mãe de cinco filhos e ficou viúva em 1978. Desta maneira, pôde dedicar sua vida aos necessitados através da fundação da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa.<br><br></div><div>Esta instituição, ligada à Igreja Católica, tinha como objetivo combater a desnutrição infantil, a <a href="https://www.todamateria.com.br/desigualdade-social-no-brasil/">desigualdade social</a> e a violência.<br><br></div><div>A Pastoral da Criança orienta as mães ao aleitamento materno, a fazerem o soro caseiro e a multi-mistura. Além disso, ensina noções de higiene e saúde.<br><br></div><div>A pastoral atua em 43 mil municípios do Brasil e calcula-se que mais de dois milhões de crianças tenham sido beneficiadas pelo seu trabalho.<br><br></div><div>Zilda Arns faleceu durante o terremoto que devastou o Haiti em 2010.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 14:11:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 11:03:45 UTC</pubDate>
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         <title>Cecília Meireles </title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Foi uma jornalista, pintora, poeta, escritora e professora brasileira. Uma das grandes poetas da língua portuguesa e é amplamente considerada a melhor poeta do Brasil, embora tenha combatido a palavra poetisa por causa da discriminação de gênero.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 11:05:30 UTC</pubDate>
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         <title>Luisa rodrigues guedes mota </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Francisca Edwiges Neves Gonzaga, ou simplesmente Chiquinha Gonzaga, nasceu em 17 de outubro de 1847 e foi uma pianista, maestrina e compositora carioca. Considerada uma das maiores influências da música popular brasileira, era neta de uma escrava liberta e foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. A partir de 1877, passou a fazer da música uma profissão, condição ainda inédita para a figura feminina no Brasil. Sua primeira composição de sucesso foi "Atraente", mas não lhe rendeu o sucesso esperado. Chiquinha contou com o auxílio do pianista português Artur Napoleão dos Santos para melhorar a técnica ao piano. A parceria lhe rendeu a primeira regência no teatro, em janeiro de 1885, quando apresentou a opereta "A Corte na Roça".&nbsp;</div><div>Sua consagração com a música chega na virada do século, com a marchinha "Ó Abre Alas". A canção foi repetida na passagem do século XIX para o século XX e é mantida no repertório carnavalesco até os dias atuais.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 11:06:15 UTC</pubDate>
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         <title>Tarsila do Amaral, pintora (1886-1973)                     Tarsila do Amaral Você certamente tem gravado na cabeça a imagem do quadro Abaporu, aquela tela com um cacto ao fundo e um protagonista com um pé enorme. Tarsila do Amaral é a autora dessa obra-prima, além de muitas outras obras que pertenceram ao Modernismo. Os trabalhos da pintora são em geral divididos em três fases: Pau-Brasil, Antropofágica e Social. Tarsila também fundou, ao lado de Oswald de Andrade e Raul Bopp, o movimento Antropofágico, um divisor de águas na cultura brasileira.Filha de uma família rica e tradicional, a pintora cresceu em fazendas no interior de São Paulo. Já aos dezesseis anos foi estudar artes plásticas fora do país, em Barcelona. Regressou para o Brasil, casou e teve uma filha. Separou e voltou a viver na Europa onde conheceu escultores, pintores, teve uma vida dinâmica e participou das altas rodas.Tarsila foi uma mulher a frente do seu tempo: experimentou viver em vários lugares do mundo, pintou como e quando quis, foi uma criatura pensante no universo das artes plásticas e teve namorados e maridos quando lhe apeteceu.              </title>
         <author>maycon9882599</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 11:24:10 UTC</pubDate>
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         <title>Clarice Lispector</title>
         <author>thaynaraguedes001</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Haya Pinkhasovna Lispector nasceu no dia 10 de dezembro de 1920 na cidade ucraniana de Tchetchelnik.Descendente de judeus, seus pais Pinkhas Lispector e Mania Krimgold Lispector, passaram os primeiros momentos de vida de Clarice fugindo da perseguição aos judeus durante a Guerra Civil Russa (1918-1920).<br><br>Diante disso, chegam ao Brasil em 1921 e vivem nas cidades de Maceió, Recife e Rio de Janeiro onde passaram algumas dificuldades financeiras.<br><br>Desde pequena, Clarice estudou várias línguas (português, francês, hebraico, inglês, iídiche) e teve aulas de piano. Era boa aluna na escola e gostava de escrever poemas.<br><br>Após a morte de sua mãe em 1930, Clarice termina o terceiro ano primário no Collegio Hebreo-Idisch-Brasileiro.<br><br>Mais tarde, sua família vai viver no Rio de Janeiro. Em 1939, com 19 anos, ingressa na Escola de Direito da Universidade do Brasil e começa a dedicar-se totalmente à sua grande paixão: a literatura.<br><br>Fez cursos de antropologia e psicologia e, em 1940, publica seu primeiro conto, intitulado “Triunfo”.<br><br>Após a morte de seu pai, em 1940, Clarice começa sua carreira de jornalista. Nos anos seguintes, trabalha como redatora e repórter na Agência Nacional, no Correio da Manhã e no Diário da Noite.<br><br>Em 1943, casa-se com o Diplomata Maury Gurgel Valente, com quem teve dois filhos. Seu primogênito, Pedro, foi diagnosticado com esquizofrenia. Seu segundo filho, Paulo, foi afilhado do escritor Érico Veríssimo.<br><br>Devido à profissão de seu marido, Clarice viveu em muitos países do mundo, desde Itália, Inglaterra, Suíça e Estados Unidos. O relacionamento durou até 1959, e quando resolveram se separar, Clarice retornou ao Rio com seus filhos.A escritora foi naturalizada brasileira e se declarava pernambucana. Seu nome, Clarice, foi uma das formas que seu pai encontrou de esconder toda sua família quando chegaram ao Brasil.<br><br>Clarice falece no dia 09 de dezembro de 1977, véspera de seu aniversário de 57 anos, na cidade do Rio de Janeiro, vítima de câncer de ovário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 11:38:23 UTC</pubDate>
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         <title>Marília Giovanna Andrade Almeida </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ruth Rocha&nbsp;<br>Ruth Rocha (1931) é uma importante escritora brasileira de literatura infanto juvenil. É autora do Best-Seller “Marcelo, Marmelo, Martelo”. Foi eleita para a cadeira 38 da Academia Paulista de Letras.<br>Ruth Rocha nasceu em São Paulo, no dia 2 de março de 1931. Formou-se em Ciências Políticas e Sociais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Começou a trabalhar na biblioteca do Colégio Rio Branco. Foi orientadora educacional do mesmo colégio.<br>Em 1967 passou a escrever sobre educação para a revista Cláudia que é voltada para o público feminino. Recebeu o convite para trabalhar para a revista Recreio, onde publicou uma série de histórias infantis. Em 1973 passou a coordenar o departamento de publicações infantojuvenil da Editora Abril.<br>Em 1976 publicou seu primeiro livro, “Palavras, Muitas Palavras”, com imagens de Raul Fernandes, para mostrar as crianças que aprender a ler pode ser uma diversão. Seu segundo livro, “Marcelo, Marmelo, Martelo” (1976) foi traduzido para vários idiomas e se tornou um Best-seller.<br>Defensora dos direitos das crianças, Ruth Rocha escreveu em parceria com Otávio Roth, a “Declaração Universal dos Direitos Humanos Para Crianças” (1988), lançado na sede da Organização das Nações Unidas em Nova Iorque.<br>Ruth Rocha tem mais de duzentos títulos publicados e sua obra já foi traduzida para vinte e cinco idiomas. A escritora se dedica também à tradução de diversos livros infanto juvenis. É coautora de livros didáticos, entre eles, “Pessoinhas”, em parceria com Anna Flora, e a coleção “O Homem e a Comunicação”, em parceria com Otávio Roth.<br>Ruth Rocha foi condecorada, em 1998, pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, com a Comenda da Ordem do Ministério Cultural. Recebeu prêmios da Academia Brasileira de Letras, da Associação Paulista dos Críticos de Arte, da Fundação Nacional do livro Infantil e Juvenil, oito Jabutis da Câmara Brasileira de Letras, entre outros.<br>Ruth Rocha foi escolhida para fazer parte do Pen Clube - Associação Mundial dos escritores, localizada no Rio de Janeiro. Foi eleita para a cadeira n.º 38 da Academia Paulista de Letras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 13:31:08 UTC</pubDate>
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         <title>Nísia Floresta</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascida em 12 de outubro de 1810, Nísia Floresta Brasileira Augusta foi uma educadora, poetisa e escritora, considerada a primeira feminista brasileira.<br>Seu primeiro livro, "Direitos das Mulheres e Injustiça dos homens", foi escrito aos 22 anos. No decorrer dos anos, até seu falecimento em 1885, escreveria outras 14 obras, hoje prestigiadas mundialmente, defendendo os direitos das mulheres, dos índios e dos escravos. Nísia também participou ativamente das campanhas abolicionista e republicana.<br>Aos 28 anos, ela abriu uma escola para meninas. Como quando havia uma oportunidade para uma mulher estudar, ela só aprendia a costurar, cuidados com o lar, boas maneiras e as virtudes morais de uma boa mãe e esposa, Nísia mudou esse cenário quando começou a ensinar em sua escola, a gramática, escrita e leitura do português, francês e italiano, ciências naturais e sociais, matemática, música e dança às meninas.<br>Essa mulher foi uma peça fundamental para o feminismo, ainda mais naquela época em que várias limitações eram impostas as mulheres.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-24 14:03:48 UTC</pubDate>
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         <title>Mari Curie </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mari Curie (1867-1934) foi uma cientista polonesa naturalizada francesa que contribuiu nos estudos da radioatividade e a primeira mulher a receber um prêmio Nobel. Descobrio também os elementos rádio e Apolônio a este dando um nome em homenagem ao país onde nasceu.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 23:24:53 UTC</pubDate>
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         <title>Elizabeth Blackwell</title>
         <author>joao6198536</author>
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         <description><![CDATA[<div>Elizabeth Blackwell foi a primeira mulher a receber um diploma de medicina nos Estados Unidos. Se formou em 1849, na Geneva Medical College, onde mais tarde sua irmã também concluiu o curso.<br><br></div><div>Ao longo de toda a sua vida, Elizabeth teve que trabalhar muito para conseguir reconhecimento na área. Seus amigos não acreditavam que ela conseguiria ser aceita em um curso de medicina. Quando isso aconteceu, tentaram distanciá-la do resto dos alunos (todos homens) várias vezes, inclusive durante as aulas, quando abordavam a reprodução humana — na época, o tema era considerado inapropriado para uma mulher.<br><br></div><div>Depois de formada, abriu caminho para que outras mulheres seguissem a carreira médica e fundou diversas instituições como a New York Infirmary for Indigent Women and Children, a Woman’s Medical College da New York Infirmary, a London School of Medicine for Women e a National Health Society.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 15:10:50 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Firmina dos Reis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Firmina dos Reis (São Luís, Maranhão, 11 de março de 1822— Guimarães, 11 de novembro de 1917) foi uma escritora da época, considerada a primeira romancista negra brasileira.Em 1859, publicou o romance “Úrsula” considerado o primeiro romance de uma autora do Brasil.Em 1887, publicou na Revista Maranhense o conto "A Escrava", no qual se descreve uma participante ativa da causa abolicionista.<br><br>Aos 54 anos de idade e 34 de magistério oficial, anos antes de se aposentar, Maria Firmina fundou, em Maçaricó, a poucos quilômetros de Guimarães, uma aula mista e gratuita para alunos que não podiam pagar: conduzia as aulas num barracão em propriedade de um senhor de engenho, à qual se dirigia toda manhã subindo num carro de boi.Lá, lecionava às filhas deste, aos alunos que levava consigo e a outros que se juntavam.A acadêmica Norma Telles classificou a iniciativa de Maria Firmina como "um experimento ousado para a época".Essa ação inovadora vai ao encontro das lutas das feministas brasileiras do final do século XIX que desejam a igualdade de ensino para meninas.<br><br>Maria Firmina dos Reis participou da vida intelectual maranhense: colaborou na imprensa local, publicou livros, participou de antologias, e, além disso, também foi musicista e compositora.A autora era abolicionista:ao ser admitida no magistério, aos 22 anos de idade, sua mãe queria que fosse de palanquim receber a nomeação, mas a autora optou por ir a pé, dizendo a sua mãe: "Negro não é animal para se andar montado nele."Chegou também a escrever um "Hino da Abolição dos Escravos"<br><br>Descreveu-se, em 1863, como tendo "uma compleição débil, e acanhada" e, por conta disso, "não poderia deixar de ser uma criatura frágil, tímida, e por consequência, melancólica."Os que a conheceram, quando tinha cerca de 85 anos, descreveram-na como sendo pequena, parda, de rosto arredondado, olhos escuros, cabelos crespos e grisalhos presos na altura da nuca. Uma antiga aluna caracterizou-a como uma professora enérgica, que falava baixo, não aplicava castigos corporais, nem ralhava, preferindo aconselhar. Era reservada, mas acessível, sendo estimada pelos alunos e pela população da vila: toda passeata de moradores de Guimarães parava em sua porta, ao que davam vivas e ela agradecia com um discurso improvisado.<br><br>Morte	<br>Maria Firmina dos Reis morreu, cega e pobre, aos 95 anos, na casa de uma ex-escrava, Mariazinha, mãe de um dos seus filhos de criação.<br><br>É a única mulher dentre os bustos da Praça do Pantheon, que homenageiam importantes escritores maranhenses, em São Luís.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-07 20:36:46 UTC</pubDate>
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