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      <title>biologia 6ºC giovanni e vinicius by Giovanni Rodrigues Venancio</title>
      <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-05 17:02:51 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-08-12 19:25:55 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Características básicas de um ser vivo</title>
         <author>viniciuswada1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu/wish/3536127617</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das principais características é a <strong>organização celular</strong>. Todos os organismos são formados por células.            certos fungos, são <strong>unicelulares</strong>, compostos de uma única célula. Já organismos<strong> multicelulares</strong>, como alguns fungos e algas, têm muitas células, mas elas não formam tecidos verdadeiros.                                                                               os <strong>pluricelulares</strong>, como animais e plantas, têm muitas células organizadas em tecidos, permitindo a realização de funções específicas e complexas.</p><p>Outro aspecto essencial é o <strong>metabolismo</strong>, que envolve o conjunto de reações químicas responsáveis por garantir que os seres vivos desempenhem suas funções vitais, como a respiração, o crescimento e a excreção.                           todos os seres vivos passam por um <strong>ciclo de vida</strong>, que envolve o nascimento, o crescimento, a reprodução e a morte.                                                                                         Os seres vivos são constituídos de&nbsp;<strong>substâncias inorgânicas e substâncias orgânicas</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 17:12:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>viniciuswada1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu/wish/3536192954</link>
         <description><![CDATA[<p>Muitos cientistas ainda discordam sobre considerar os vírus seres vivos. O motivo principal é que eles não apresentam organização celular, uma característica fundamental dos seres vivos, ou seja, os vírus são acelulares. Além disso, eles não têm metabolismo próprio e só conseguem se reproduzir ao parasitar uma célula hospedeira. Por outro lado, os vírus contêm material genético (ácido nucleico) e são capazes de se replicar, mas apenas dentro de uma célula viva. Eles também estão presentes em todos os reinos dos seres vivos, infectando diversos tipos de organismo. Dessa forma, a questão sobre classificar ou não os vírus como seres vivos continua aberta, já que eles apresentam algumas características típicas dos seres vivos, como a reprodução, mas dependem de outros organismos para realizá-las, o que os coloca em uma posição intermediária entre o vivo e o não vivo.</p><p>Assim, não há consenso na ciência sobre se os vírus devem ser considerados seres vivos ou não. Enquanto alguns cientistas argumentam que a ausência de células os exclui da definição de vida, outros destacam a capacidade dos vírus de interagir com células e de se reproduzir como características que justificariam sua inclusão entre os seres vivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 18:57:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>como definimos o que é um ser vivo:</title>
         <author>viniciuswada1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu/wish/3536194148</link>
         <description><![CDATA[<p>os seres vivos são capazes de agir diante de certas circunstâncias e de modo semelheante os computadores são para executar funções. o movimento é o critério para determinar o que é vivo? que não se movem, tambémsão considerados seres vivos? As cadeiras, por exemplo , são objetos inanimados, mas muitas são feitas de madeira, que vem de árvores. Isso significa que uma cadeira de madeira poderia ser classificada como um ser vivo?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 19:00:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>viniciuswada1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu/wish/3541591442</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Células procarióticas</strong></p><p>Como vimos anteriormente, as células procarióticas são encontradas em bactérias e <strong><em>archaea</em>&nbsp;(arqueia)</strong>. Esse tipo de célula tem organização mais simples, pois, além da membrana plasmática, não tem nenhuma outra organela delimitada por membranas, nem mesmo o núcleo, que é formado por cromatina e fica disperso no citoplasma.</p><ul><li><p><strong>&nbsp;Membrana plasmática: </strong>também chamada de membrana celular, é uma membrana semisseletiva que circunda toda a célula.</p></li></ul><ul><li><p><strong>&nbsp;Parede celular: </strong>é uma estrutura rígida que dá proteção à célula e fica externa à membrana plasmática.</p></li></ul><ul><li><p><strong>Ribossomos: </strong>estruturas não membranosas, feitas de RNA ribossômico e que produzem as proteínas celulares.</p></li></ul><p><br></p><p>Algumas bactérias podem ainda ter uma <strong>cápsula </strong>externa à membrana plasmática, que contribui para sua proteção e, no caso de bactérias patogênicas, auxilia na infecção de outras células animais, vegetais ou fúngicas, por exemplo. Também podem contar com estruturas locomotoras chamadas <strong>flagelos</strong>, que se movimentam como chicotes. Os <strong>pili</strong>, ou fímbrias, presentes em algumas bactérias, são extensões fibrosas de sua superfície que facilitam sua reprodução e a aderência de mucosas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 16:55:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>viniciuswada1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu/wish/3541592433</link>
         <description><![CDATA[<p>dos seres vivos é entre os organismos cujas células têm núcleo, chamados de <strong>eucariotos </strong>– representados pelos animais, plantas, protozoários e fungos –, e os organismos cujas células não têm núcleo, chamados de <strong>procariotos</strong>, representados pelas bactérias e<em>&nbsp;archaea</em>&nbsp;(arqueias).&nbsp;</p><p>Tanto as células procarióticas quanto as eucarióticas são formadas por <strong>citosol (hialoplasma)</strong>, <strong>organelas </strong>e <strong>cromatina</strong>. O citosol é o líquido que preenche as células, constituído de água, sais minerais, proteínas e outras substâncias. Nele, estão mergulhadas as organelas, pequenas estruturas celulares com funções definidas. O conjunto formado por citosol e organelas é chamado de <strong>citoplasma</strong>. A cromatina é uma estrutura formada por <strong>DNA</strong>, o material genético que é o centro de controle da célula, pois contém todas as informações que determinam as características do organismo.</p><p><strong>Membrana plasmática</strong></p><p>Membrana plasmática em detalhes.</p><p>A <strong>membrana plasmática</strong>, presente em todas as células, é o que as delimita</p><p>e por meio dela, ocorre a entrada e a saída de substâncias na célula. Esse processo de entrada e saída de substâncias acontece de forma controlada</p><p>substâncias, geralmente muito pequenas, que conseguem entrar e sair livremente da célula pela membrana, como o gás oxigênio, e existem outras que têm sua entrada e saída controladas por canais presentes na membrana plasmática, como a água.</p><p>A membrana plasmática é composta de uma <strong>bicamada lipídica</strong>, que permite a movimentação de moléculas. Essa camada dupla, formada por moléculas chamadas lipídios, é responsável pela <strong>entrada e saída controlada de substâncias</strong> na célula. Por meio de canais específicos, ela regula a passagem de substâncias maiores ou que não podem atravessar a bicamada diretamente, como a água, enquanto permite que pequenas moléculas, como o gás oxigênio, atravessem livremente.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 16:57:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>viniciuswada1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu/wish/3541593826</link>
         <description><![CDATA[<p>pode passar por transformações físicas ou químicas. Em alguns casos, elas ocorrem simultaneamente e, por esse motivo, identificá-las exige aspectos além da observação desses fenômenos.&nbsp;</p><p>Diversos fenômenos que ocorrem no cotidiano podem ser caracterizados como transformações químicas ou físicas da matéria. Foram abordados alguns exemplos, como o derretimento de um sorvete, o preparo de um bolo, um pedaço de papel queimando e o ato rasgar um papel. Mas o que define um processo como uma transformação química ou física? A atividade a seguir conduzirá essa reflexão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 16:58:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lineu elaborou um sistema que agrupava os organismos segundo características físicas similares. Ele os organizou em grupos menores, depois maiores, até que os grupos englobassem todos os organismos de determinado tipo. Cada um desses agrupamentos é chamado de categoria taxonômica.</title>
         <author>viniciuswada1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu/wish/3541595972</link>
         <description><![CDATA[<p>As semelhanças e o grau de parentesco entre os organismos vão aumentando à medida que seguimos do maior grupo – que é o reino, no qual existe uma grande diversidade de organismos – até a espécie, em que todos os organismos que compõem o grupo são necessariamente muito similares. Reino é a mais ampla categoria taxonômica, enquanto espécie é a mais restrita categoria taxonômica. Entre um e outro, existem as categorias cada vez mais restritas: filo, classe, ordem, família e gênero.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 17:00:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>viniciuswada1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu/wish/3541596916</link>
         <description><![CDATA[<p>quando unidas, formam <strong>tecidos</strong>. Já a união de diferentes tecidos compõe estruturas maiores: <strong>órgãos</strong>. A união de órgãos que trabalham para uma função no organismo resulta em <strong>sistemas</strong>. O conjunto de todos os sistemas de determinado ser vivo forma um <strong>organismo</strong>.&nbsp;</p><p>Por exemplo, as células chamadas de<strong> osteoclastos</strong> formam o tecido ósseo. A união dos tecidos ósseo, cartilaginoso, epitelial, adiposo e sanguíneo forma os ossos, que são órgãos. O conjunto de todos os ossos forma o sistema esquelético. A união de todos os sistemas do corpo humano (esquelético, muscular, digestório etc.) forma um organismo: o ser humano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 17:00:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>viniciuswada1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu/wish/3541597278</link>
         <description><![CDATA[<p>A Sistemática é a ciência dedicada a <strong>inventariar</strong>, ou seja, fazer uma lista completa e identificar os diferentes tipos de ser vivo e, assim, descrever a biodiversidade e compreender as relações de parentesco entre os organismos.</p><p>A Sistemática pode ser desenvolvida a partir de duas abordagens: a <strong>taxonomia</strong>, que é responsável pela descoberta, descrição e classificação das espécies; e a <strong>filogenética</strong>, que estuda as possíveis relações evolutivas entre os seres vivos – em outras palavras, o grau de parentesco entre as espécies.</p><p><strong>Classificação dos seres vivos ao longo da História</strong></p><p>Ao longo da História, os seres vivos têm sido classificados de diferentes formas. Muito provavelmente, o ser humano começou classificando os seres que eram comestíveis ou não, os que representavam perigo à saúde e os mais dóceis; ou seja, de acordo com as suas necessidades. Com a modernização das sociedades, o nosso interesse pela biodiversidade também mudou: começamos a olhar para outros aspectos, como o lugar que os organismos habitam, sua alimentação, sua reprodução etc. – agora, não apenas por questões de sobrevivência da nossa espécie, mas em nome da ciência.</p><p>A ideia de classificar os organismos é antiga. O filósofo grego Aristóteles, por exemplo, tentou organizar os seres vivos conhecidos na sua época usando critérios específicos. Ele os dividiu em dois grupos principais: o reino dos animais incluía seres que se movimentam, e o reino das plantas, os que não se movimentam.&nbsp;</p><p>Mas são do século XVIII os trabalhos que deram origem ao sistema de classificação usado nos dias de hoje. Atualmente, utilizamos um sistema de nomenclatura científica elaborado pelo sueco Carl von Linné (1707-1778), também conhecido como Lineu, em português.</p><p><strong>Lineu e a classificação dos seres vivos</strong></p><p><em>Systema naturae</em>, um dos maiores trabalhos de Lineu, introduziu as regras de taxonomia e a nomenclatura binomial dos seres vivos.</p><p><strong><em>Fonte: Carl Linnaeus/Biblioteca William H. Hannon, Los Angeles, Estados Unidos</em></strong></p><p>Lineu começou a classificar os seres vivos de forma parecida com a que utilizamos para classificar os botões: observando o que eles tinham de semelhante, ou seja, as características físicas e estruturais – forma, tamanho, cor, ausência ou presença de estruturas como antenas, patas, pétalas etc. Com a disseminação do <strong><em>Systema naturae</em></strong>, o sistema criado por Lineu, foi possível organizar a biodiversidade do planeta em diversos grupos de maneira mais adequada e universalmente aceita pela comunidade científica.</p><p>O uso da nomenclatura desenvolvida por Lineu também permitiu que cientistas falantes das mais diversas línguas fossem capazes de compreender uns aos outros, pois Lineu adotou uma <strong>língua morta</strong>, o latim, para nomear as espécies.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 17:01:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>giovannivenancio1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu/wish/3541680389</link>
         <description><![CDATA[<p>Todas essas palavras se referem ao mesmo animal, mas, por estarem em diferentes idiomas (francês, alemão e espanhol, respectivamente), é mais difícil entendermos que se trata de uma galinha. Com milhões de espécies no planeta, a criação de um nome científico único para cada espécie foi necessária para facilitar o estudo dos seres vivos, independentemente do idioma nativo de quem as estivesse estudando. É por isso que, no <em>Systema naturae</em>, Lineu utiliza apenas uma língua para nomear os seres vivos: o latim.</p><p>Essa é uma das regras de nomenclatura do sistema desenvolvido por esse cientista. Listamos as principais regras a seguir.</p><ul><li><p>Os nomes científicos devem ser escritos em latim ou, se derivarem de outra língua, deverão ser latinizados.</p></li><li><p>Devem ser utilizadas duas palavras, por isso o sistema também é chamado de <strong>nomenclatura binomial</strong>. A primeira palavra refere-se ao gênero e deve ser escrita com inicial maiúscula, enquanto a segunda refere-se ao nome específico e deve ser escrita com inicial minúscula. O nome específico, chamado de <strong>epíteto específico</strong>, é o que caracteriza a espécie em questão.</p></li><li><p>Os nomes científicos devem ser destacados do restante do texto. Esse destaque pode ser em <em>itálico </em>(letras inclinadas) ou sublinhado.</p></li></ul><p>Quandro descrevendo as regras de nomenclatura biológica.</p><p>Como exemplo, podem ser citados os nomes científicos do ser humano e do leão: <em>Homo sapiens </em>e <em>Panthera leo</em>, respectivamente. Veja que esses nomes obedecem aos critérios citados: são originários do latim; são formados por duas palavras, sendo que o primeiro termo apresenta letra inicial maiúscula, e o segundo, letra inicial minúscula; e estão destacados em itálico.</p><p>Os humanos pertencem ao gênero <em>Homo </em>e à espécie <em>Homo sapiens</em>. Note que o nome da espécie é duplo. Se fosse mencionado apenas o segundo termo, que se refere à característica da espécie, poderia haver uma confusão, porque o nome específico pode ser comum a diferentes espécies. O nome científico da mosca é <em>Musca domestica</em>. Porém, se um texto citar apenas <em>domestica</em>, irá gerar indefinição, pois <em>domestica </em>também ocorre em outras espécies, como no vegetal <em>Nandina domestica </em>(planta chamada de <strong>avenca-japonesa</strong>) ou no mamífero <em>Monodelphis domestica </em>(conhecido como <strong>cuíca</strong>).</p><p>Na imagem, exemplares das espécies&nbsp;<em>Musca domestica </em>(mosca),&nbsp;<em>Monodelphis domestica&nbsp;</em>(cuíca) e&nbsp;<em>Nandina domestica </em>(avenca-japonesa), respectivamente.</p><p>O uso desses critérios de nomenclatura por toda a comunidade científica evita erros que poderiam ocorrer caso fosse usado o nome popular, além de considerar as línguas de cada país. Como exemplo, é possível citar a raiz comestível de nome científico <em>Manihot esculenta</em>, que, em alguns locais do Brasil, é chamada de <strong>macaxeira </strong>e, em outros, de <strong>aipim </strong>ou <strong>mandioca</strong>. Percebe-se que o nome popular impossibilita a definição precisa da espécie. Contudo, independentemente de diferenças regionais ou linguísticas, o nome científico em todo o mundo é um só: <em>Manihot esculenta</em>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 19:17:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>giovannivenancio1</author>
         <link>https://padlet.com/giovannivenancio1/f90ar61r9isme9qu/wish/3541683183</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A classificação em reinos</strong></p><p>Ao longo da história, já foram usadas diferentes propostas para a classificação dos seres vivos. As primeiras classificações a que temos acesso dividem os seres primariamente em duas categorias: <strong>animais </strong>e <strong>plantas</strong>. Na Antiguidade, o filósofo grego Aristóteles, observando animais e plantas a olho nu, distribuiu os organismos em três subcategorias: <strong>aquáticos</strong>, <strong>terrestres </strong>e <strong>aéreos</strong>. Contudo, o avanço da microscopia revolucionou a compreensão das características dos seres vivos, o que possibilitou o surgimento de novas formas de classificação.</p><p>Neste material, foi adotada a classificação do cientista estadunidense Robert Whittaker (1920-1980), que posteriormente foi modicada por Lynn Margulis (1938-2011) e Karlene Schwartz (1936?-?), cientistas de mesma nacionalidade. Esse sistema divide os seres vivos em cinco grandes reinos: <strong>Monera</strong>, <strong>Protoctista</strong>, <strong>Fungi</strong>, <strong>Plantae </strong>e <strong>Animalia</strong>. Veja as características de cada um deles.</p><p>Representação esquemática dos cinco reinos dos seres vivos. (Cores-fantasia; ilustração sem escala.)</p><p><strong>Reino Monera</strong></p><p>O reino Monera é composto de organismos <strong>unicelulares procariontes</strong>. Isso quer dizer que são constituídos por uma única célula, que não apresenta núcleo. Além disso, têm membrana plasmática e parede celular, mas não têm organelas membranosas, como a mitocôndria e o cloroplasto.</p><p>Esquema de célula bacteriana. (Cores-fantasia; ilustração sem escala.)</p><p>Alguns desses organismos podem produzir o próprio alimento, sendo considerados <strong>autótrofos</strong>. Outros precisam ingerir outros organismos ou parasitá-los, os chamados&nbsp;<strong>heterótrofos</strong>. Esse grupo é composto de bactérias, arqueobactérias e cianobactérias. Estas últimas realizam a <strong>fotossíntese</strong>, que consiste na produção de seu alimento a partir da energia luminosa do Sol.</p><p>Bacilos: bactérias representantes do reino Monera. (Cores-fantasia; ilustração sem escala.)</p><p>Bactérias estão por toda parte, habitando ambientes terrestres, aquáticos e até outros organismos. Muitas bactérias são causadoras de doenças nos seres humanos, como a sífilis, a pneumonia e a tuberculose. Porém, algumas delas fazem parte de nosso organismo e são benéficas para nossa saúde, como as bactérias que habitam nosso intestino e auxiliam na absorção saudável de alimentos e água.</p><p><strong>Reino Protoctista</strong></p><p>Os protoctistas são organismos <strong>unicelulares ou pluricelulares</strong>, constituídos por uma ou poucas células. São <strong>eucariontes</strong>, ou seja, têm núcleo organizado, organelas membranosas, como mitocôndrias e/ou cloroplastos, retículo endoplasmático etc.</p><p>Ilustração de célula eucariótica. (Cores-fantasia; ilustração sem escala.)</p><p>Esses organismos não têm tecidos organizados e, assim como as bactérias, podem ser autótrofos ou heterótrofos. Seus representantes são protozoários (como as amebas e os paramécios), algas (unicelulares e pluricelulares) e mixomicetos.</p><p>À direita, ilustração de um paramécio, organismo unicelular que vive em água doce. Ao centro, fotografia de algas unicelulares, organismos microscópicos que vivem em ambientes aquáticos, como lagoas. E, à esquerda, fotografia de um mixomiceto, organismo unicelular que vive em ambientes úmidos.&nbsp;</p><p>Os protoctistas foram, por muito tempo, conhecidos como <strong>protistas</strong>. Desde o século XIX, a denominação <strong>protista </strong>foi usada para se referir a seres unicelulares, ou seja, constituídos somente por uma célula. No entanto, com os estudos posteriores, sabemos que seres pluricelulares, como algumas espécies de algas, são parte do reino Protoctista. Por isso, a nomenclatura <strong>protoctista</strong>, que se refere a seres primitivos, é mais adequada nesse caso.</p><p><strong>Reino Fungi</strong></p><p>Os fungos são seres <strong>unicelulares </strong>ou <strong>pluricelulares eucariontes</strong>. Suas células têm parede celular de <strong>quitina</strong>. Não apresentam organização tecidual e se reproduzem principalmente pela produção de esporos. Sua nutrição é heterótrofa, por absorção com digestão extracelular. Cogumelos, mofos e leveduras são representantes desse grupo. Muitos fungos podem causar micoses em humanos e outros organismos.</p><p>Fotografia de um grupo de cogumelos, organismos multicelulares que crescem em ambientes úmidos, como florestas e troncos em decomposição. Os cogumelos têm uma aparência distinta, com chapéus em forma de guarda-chuva e hastes.&nbsp;</p><p><strong><em>Fonte: Kisova Elena/Shutterstock</em></strong></p><p><strong>Reino Plantae</strong></p><p>As plantas são organismos <strong>eucariontes </strong>e <strong>pluricelulares</strong>. Suas células apresentam parede celular de <strong>celulose</strong>. São também autótrofas e fotossintetizantes.</p><p>Ilustração de célula vegetal. (Cores-fantasia; ilustração sem escala.)</p><p>Diferentemente dos outros organismos mencionados, as plantas formam, em sua reprodução, <strong>embriões pluricelulares</strong> que darão origem a um novo indivíduo. Exemplos de plantas que conhecemos são musgos, samambaias, pinheiros, árvores frutíferas etc.</p><p>Fotografia de uma <em>Delonix regia</em>, conhecida como <strong>acácia-rubra</strong> ou <strong><em>flamboyant</em></strong>, uma das espécies representantes do reino Plantae. Essa árvore apresenta flores vermelhas e é frequentemente encontrada em regiões quentes.</p><p><strong>Reino Animalia</strong></p><p>Animais são seres <strong>eucariontes </strong>e <strong>pluricelulares</strong>. Realizam nutrição heterótrofa por ingestão, podendo ser parasitas ou se alimentar de outros organismos. Assim como as plantas, reproduzem-se pela formação de um embrião que se transformará em um novo indivíduo. Você com certeza poderia organizar uma grande lista de animais que conhece. Podemos dividi-los em animais invertebrados (por exemplo, insetos e moluscos) e animais vertebrados (como mamíferos, anfíbios, répteis e aves)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-12 19:22:44 UTC</pubDate>
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