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      <title>meu belo futuro by maria clara Castro</title>
      <link>https://padlet.com/cbagnari/f8vvstz5qdz0</link>
      <description>Feito com uma aura de desconfiança</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-02 17:54:46 UTC</pubDate>
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         <title>Carta de Apresentação (Mod 0 - Tarefa A.3.1)</title>
         <author>cbagnari</author>
         <link>https://padlet.com/cbagnari/f8vvstz5qdz0/wish/227670073</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Olá sou Maria Clara Martinho Ferrão Bagnari de Castro, professora do quadro da Escola Secundária Domingos Rebelo, em Ponta Delgada, S. Miguel Açores, do grupo 520 - Biologia/Geologia. Tenho cerca de 28 anos de serviço alguns dos quais dedicados ao ensino de cursos profissionais. Tenho alguma experiência de implementação de projetos inovadores, não tanta quanto gostaria daí a realização desta formação. Aguardo com muita expectativa este projeto e o modo como se possa implementar numa escola pública condicionada pelo espartilho dos exames nacionais….. vou aguardar serenamente... </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-02 20:24:25 UTC</pubDate>
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         <title>Mod 1 - Tarefa 1.2</title>
         <author>cbagnari</author>
         <link>https://padlet.com/cbagnari/f8vvstz5qdz0/wish/227768297</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global”</strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div>O aumento da autonomia dos jovens só se conseguirá se a escola tiver a autonomia total do currículo, deixando de estar “presa” por diplomas legais pensados para a escola que produz uniformidade. </div><div>-      A gestão do trabalho dos professores não deverá continuar a estar dependente daquilo que é considerado atividade letiva e não letiva, e, que se encontra inflexivelmente e minuciosamente descrito num estatuto com referência explícita a programas, definindo mesmo o que se entende por aula (hora letiva).</div><div>-      Por outro lado, a constituição de turmas, o número de alunos por turma, as regras para a elaboração dos horários…. encontram-se nos diplomas que regulam o funcionamento da escola.</div><div>-      A avaliação externa é feita de forma compartimentada (disciplina a disciplina) testando, acima de tudo, conteúdos programáticos. Esta avaliação serve, principalmente, para seriar os alunos no acesso ao ensino superior e não tem qualquer utilidade na preparação dos jovens para o mundo descrito nos recursos disponibilizados neste módulo.</div><div> </div><div>Assim, importa criar condições para que a escola seja capaz de acompanhar as mudanças necessárias à preparação dos jovens, orientando-os na criação da sua individualidade num mundo cada vez mais competitivo.</div><div> </div><div>À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo Global, tendo por base um conjunto de atividades pedagógico-didáticas operacionalizáveis, na esperança de que o “perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória” se concretize num contexto mais alargado, familiar ou profissional. Infelizmente a escola não “coloca a cabeça no mundo” para proporcionar aos alunos uma gama variada de modelos que o possam enriquecer. Com base na necessidade da mudança de paradigma, de um modelo de ensino mais “industrializado” para um modelo de ensino “social” parece importante:</div><div>-        investir numa escolha “elástica” do grupo de disciplinas do ensino secundário - a rigidez na escolha das áreas curriculares no ensino secundário (digo áreas já que as disciplinas são obrigatoriamente aquelas e não outras)  não permite o contato com outras dimensões que não sejam as da área específica. Porque não pode o aluno escolher desenho, biologia e economia? ou matemática, latim e fisico-quimica? apesar da publicação do Despacho 5908/2017 que introduz uma leve flexibilização na escolha de uma das disciplinas da formação específica. Tal induz no aluno a ilusão de escolha pessoal das suas disciplinas, porquanto a entrada no ensino superior se continua reger pelos mesmos critérios.</div><div> </div><div>Já em 1979 Bronfenbrenner afirmava que o indivíduo se desenvolve numa perspetiva de interação com os diferentes meios onde cresce e se desenvolve e esta relação ecológica do indivíduo com escola, família, núcleo de amigos, vizinhos, professores promove, no aluno a autonomia e a capacidade de criar e intervir no futuro, por isso, permitir que o aluno construa o seu currículo no ensino secundário sem ficar condicionado a precedências de disciplinas e, a nível micro, apostar num questionamento em sala de aula e em momentos formais de avaliação, aberto dedutivo, com aumento gradual de metacognição - analisar, deduzir, transpor, aplicar em novas situações, prever novas situações - resolver problemas, podem fazer parte da solução.</div><div> </div><div>Alunos autónomos serão o espelho de uma escola autónoma; alunos interventivos num mundo global serão efetivamente o espelho de uma escola aberta ao exterior; alunos com atitudes e responsabilidade perante a importância da sustentabilidade do planeta serão o espelho de uma verdadeira ecoescola. Em jeito de conclusão “aos governantes pede-se que preparem a escola para ser autónoma, capaz de construir o seu perfil de alunos à saída da escolaridade obrigatória”.</div><div> </div><div>Clara Bagnari</div><div>Célia Figueiredo</div><div>Domingos Neto</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-03 16:24:47 UTC</pubDate>
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         <title>Mod 1 - Tarefa 1.3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cbagnari/f8vvstz5qdz0/wish/227786806</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?”</strong></div><div><br></div><div>Falar do “perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória” é bastante diferente de falar do “perfil do aluno após 12 anos obrigatórios de permanência na escola”. Se na primeira situação o alunos cumpre, pelo menos com o mínimo, do que lhe é exigido, e transita paulatinamente, até ao 12º ano, na segunda situação ao aluno mantém-se na escola por obrigação normativa, sem motivação, com elevado grau baixa autoestima, com atitudes de desinteresse pela maioria das tarefas escolares, com uma crescente incapacidade de reagir perante o desafio de “conhecer” ou “saber mais”, embora, em inúmeros casos, com capacidades para ser criativo, interventivo, líder, etc. Para estes <em>dois perfis</em>, em bom rigor será para os vários “perfis”, deve a escola ter capacidade de se organizar, mas não sozinha! Deve chamar a si a comunidade intrínseca – professores, assistentes operacionais e assistentes técnicos, Técnicos superiores, associação de encarregados de educação associação de estudantes, bem como a comunidade extrínseca - autarquias, instituições sociais, centro de saúde, centros paroquiais, associações de desporto, câmara de comércio, associações de industriais, entre outros parceiros para que em conjunto se definam caminhos e se organizem percursos escolares. Neste contexto deverá a escola</div><div>1- estabelecer protocolos fidelizadores com as instituições parceiras;</div><div>2 - definir planos de formação em função da sensibilidade do mercado profissional, versus aptidões dos seus alunos; </div><div>3 - reorganizar-se e flexibilizar-se relativamente a aprendizagens essenciais e respetivas competências essenciais e tendências do mercado de trabalho;</div><div>4 - organizar os currículos com uma redução de tempos letivos e respetivos programas com igual número de segmentos semanais (3) para cada disciplina e por ano de escolaridade (permitindo uma igualdade de oportunidade a todas as áreas de formação do aluno);</div><div>5 - organizar em todas as disciplinas momentos de trabalho projeto em par pedagógico com as TIC ou expressões.</div><div>6 - Eliminar disciplinas como Educação Cívica, Cidadania;</div><div>7 - Organizar-se de modo a que o aluno que ainda não atingiu as competências em determinados conteúdos possa frequentar as aulas correspondentes ao seu nível e as outras que já atingiu, seguir em frente. Não é viável que o “não transita” implique por um lado, um repetir de tudo o que o aluno já demonstrou ser capaz, nas disciplinas com nível de classificação positiva e, por outro, repetir do mesmo modo, os mesmos conteúdos que ele não compreendeu no passado sem avaliar quais são efetivamente as suas bases ou a falta delas; </div><div>8 - Atribuir, ao fim de 12 anos de frequência escolar, o certificado correspondente às suas competências, independentemente do ano de escolaridade em que se situa. </div><div><br></div><div>Parece-me que estas medidas poderiam ser uma forma da Escola poder atender a todos os “perfis do aluno à saída da escolaridade obrigatória” e não apenas ao “Perfil”.</div><div>Clara Bagnari</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-03 19:59:50 UTC</pubDate>
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         <title>Mod 1 - Tarefa 1.4 – Fórum 3</title>
         <author>maria_cmfb_castro</author>
         <link>https://padlet.com/cbagnari/f8vvstz5qdz0/wish/229600392</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Do Perfil dos Alunos à promoção da educação inclusiva</strong> <strong>– Que tipo de projetos poderei desenvolver com os meus alunos?<br></strong><br></div><div>Falar de educação inclusiva, na minha opinião é simplesmente olhar para todos os alunos que não conseguem atingir adquirir as suas aprendizagens essenciais tenham apoio do gabinete de educação especial ou não. O aluno que se afasta por desinteresse, por desmotivação, por maus tratos em casa, por ser vítima de bulling, ou outras causas da baixa autoestima não consegue estar focado nas suas aprendizagens e para eles, a escola é um local ou de escape para se libertar do péssimo em contexto familiar, não por dedicação ao estudo, mas normalmente, através de comportamentos desviantes, ou um local onde tudo de mau acontece e, por isso, passível de ser odiado e terrível. Num contexto desta natureza não considero que a educação seja inclusiva, na medida em que nem todos os alunos estão envolvidos no compromisso aprender, estão em causa características do perfil de saída da escolaridade obrigatória como relacionamento interpessoal; desenvolvimento pessoal e autonomia e, indiretamente, todas as outras. Aqui, parece-me que estratégias como a construção de um “diário de escola” partilhado com um tutor ou um professor revelador de grande empatia com o aluno, momentos de pintura livre e breve memória descritiva; sessões de dança ou desporto participação em jogos matemáticos ou olimpíadas, poderão numa primeira fase, despoletar a “conversa” sobre as razões de tal ou tais comportamentos. Bem sei que sendo professora do 520 o programa de Ciências ou de Biologia/Geologia não está a ser cumprido na versão clássica mas também sei que é muito mais facilmente recuperável se esta fase de exclusão for eliminada. Normalmente, num segundo momento surge a tomada de consciência sobre o valor do conhecimento e de como as capacidades de resolução de problemas ou de domínio das TIC serão uma mais-valia no futuro. Esta sequência alternada de sentimentos sobre a escola abre portas para o interesse no saber mais para aplicar mais. Não serão também, estes alunos excluídos de uma educação que se quer inclusiva? &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-08 14:59:39 UTC</pubDate>
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         <title>Mod 2 - Tarefa 2.2</title>
         <author>cbagnari</author>
         <link>https://padlet.com/cbagnari/f8vvstz5qdz0/wish/231621532</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Sala 3</strong><br><strong>&nbsp;"De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?"<br></strong><br></div><div>Começando pelo cartaz posso afirmar que os 4C’s – comunicar, colaborar, criticar (pensamento) e criar estão bem evidenciados no esquema conceptual do Perfil e, por conseguinte, através dos descritores operativos parece-me claro que contribuirá para o desenvolvimento daquelas competências. Tal será ainda melhor sucedido se os professores entenderem o verdadeiro significado das competências essenciais e as transcreverem para as suas práticas.</div><div>Quanto ao filme levou-me a um outro lado da reflexão que se prende com a importância das regras do “jogo”. Na realidade, ninguém informou aqueles jovens que a partir do Kit poderiam construir livremente o seu “gokart (?)” nem que poderia ser um trabalho a pares e, porque o incumprimento das regras leva a penalizações, o jovem rapaz nem pensou em não seguir os passos para a construção do seu <em>gokart</em>. Aliás se tal tivesse sido dito no momento da entrega dos Kit’s acredito que na corrida nem todos os <em>gokart</em> seriam exatamente iguais Exclusivamente a este nível, não gostei do filme, nem achei um bom exemplo para evidenciar algumas competências do Perfil. Em relação à necessidade dos alunos saberem aplicar os conhecimentos em novas situações, partilharem ideias e conhecimentos numa base de respeito, colaboração, responsabilidade, comunicarem pensamentos e ideias, criarem e inovarem perante situações do quotidiano parece-me que o Perfil é abrangente, claro e de simples operacionalização no desenvolvimento das competências do cidadão do séc. XXI.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 17:45:44 UTC</pubDate>
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         <title>Mod 2 - Tarefa 2.4</title>
         <author>cbagnari</author>
         <link>https://padlet.com/cbagnari/f8vvstz5qdz0/wish/232127830</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Folha 3</strong><br><strong>Qual o impacto das AE na</strong>&nbsp; <strong>Sala de aula</strong><br>A resposta à questão prende-se sobretudo com a mudança de paradigma ao nível da organização do ensino dos professores e as repercussões nas aprendizagens dos alunos desse novo paradigma. Na realidade, de que adianta um Perfil bem estruturado, uma nova conceção do que é essencial ensinar e aprender se continuarmos a preparar as aulas do mesmo modo de há 10 ou 15 anos atrás ou achar que se é mesmo muito bom sem partilhar ou desenvolver um verdadeiro trabalho colaborativo com os colegas? A sala de aula que eu quero é uma sala dinâmica com capacidade de proporcionar momentos de pensamento crítico, criativo, responsável, capaz de prever situações futuras, capaz de estimular a curiosidade e reflexão. Uma sala de aula construída numa base humanista encorajadora do rigor e da excelência e perseverança perante as dificuldades, com o saber a ocupar um lugar central de todo o processo educativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 20:02:06 UTC</pubDate>
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         <title>Mod 2 - Tarefa 2.6</title>
         <author>cbagnari</author>
         <link>https://padlet.com/cbagnari/f8vvstz5qdz0/wish/232212740</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Mapa de Ideias - Educação para todos</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 02:25:34 UTC</pubDate>
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         <title>Mod 3 - Tarefa 3.2 </title>
         <author>cbagnari</author>
         <link>https://padlet.com/cbagnari/f8vvstz5qdz0/wish/239865278</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas"&nbsp;<br><br></strong>"É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas" é o que nos é pedido para comentar apresentando algumas estratégias pedagógicas promotoras destas aprendizagens.<br><br></div><div>Esta tarefa leva-me a uma série de questões “Mas não foi isso que nos ensinaram na formação inicial? Não é isso que temos feito ao longo de todos estes anos de docência?” Mas não foram aprendizagens significativas que promovemos nos médicos, professores, advogados, ministros, deputados, comerciantes, industriais, etc, etc deste país? Mas se não existiram aprendizagens significativas até ao momento como é que os alunos progrediram nestes últimos anos? como chegaram até aos exames nacionais e aos respetivos cursos superiores?. Todas as estratégias de promoção das aprendizagens significativas só surtirão efeito se a sociedade onde elas se desenvolvem deixar de lado o facilitismo, o conseguir a meta sem esforço por força do amigo ter influencia aqui e ali, o alhear-se do outro e o “que é que ganho em fazer essa tarefa?”, enfim deixar de ser uma sociedade egocêntrica. Não acho que o insucesso escolar (pois é disso que se trata) esteja exclusivamente centrado na incapacidade que repentinamente todos os professores (qualquer que tenha sido o seu desempenho profissional ao longo da sua carreira) têm para promover aprendizagens significativas nos seus alunos….. muito mais gostaria de dizer mas… ficarei por aqui.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 19:17:48 UTC</pubDate>
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         <title>Mod 4 - Tarefa 4.3</title>
         <author>cbagnari</author>
         <link>https://padlet.com/cbagnari/f8vvstz5qdz0/wish/239899771</link>
         <description><![CDATA[<div>“Relato de uma prática de diferenciação pedagógica”<br><br></div><div>Leciono uma turma de 12 ano do ensino profissional em diferentes disciplinas e uma turma de 7 ano de Ciências Naturais composta por 24 alunos. As maiores dificuldades de alguns dos meus alunos são a interpretação de enunciados de questões, análise de gráficos e serem objetivos nas respostas. As estratégias delineadas assentaram em trabalho de pares entre um aluno sem dificuldade e aluno com dificuldade.&nbsp; Nos turnos, foi feito um acompanhamento mais centrado nos alunos com dificuldades e num questionamento mais dirigido. Aos alunos sem dificuldade foram dados exercícios mais exigentes. Foram feitos vários momentos de avaliação formativa quer escrita quer oral.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 20:17:13 UTC</pubDate>
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