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      <title>T2 | Of. 2 | 2023 | Impactes no Turismo by Unidade de Desenvolvimento Experimental e  Apoio ao Ensino a Distância – UDEAED-UAb</title>
      <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um</link>
      <description>Escolha 1 exemplo real de impacte positivo e outro de impacte negativo do turismo para uma dimensão a sua escolha (económico, sociocultural e ambiental). 

Lembre-se de colocar o seu nome na publicação.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-24 13:12:05 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-06-08 22:48:18 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Impacto positivo da Rota do Românico </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2595171802</link>
         <description><![CDATA[<div>A Rota do Românico sendo um projeto turístico cultural pretende divulgar o património artístico do período românico em Portugal. Permitiu não só reabilitar os monumentos mais significativos deste período na zona do Douro e do Tâmega, dando a conhecer este legado arquitetónico ás gentes das zonas onde se erguem os monumentos, mas também a todo um conjunto de visitantes quer nacionais quer estrangeiros que desta forma entram em contacto com a História, a cultura, a natureza e a forma de viver dos locais. O impacto deste projeto tem não só uma dimensão económica ao permitir reabilitar infraestruturas, ao gerar receitas e emprego direta e indiretamente - através da divulgação de uma série de empresas ligadas ao sector e não só (parceiros económicos)- mas também uma dimensão sociocultural ao envolver as populações, mostrando usos e costumes, artes e tradições. Sendo um projeto para diversos públicos, atinge grupos desde estudantes, investigadores, amantes da História, das artes, da religião e da natureza.<br><br>Este projeto oferece uma série de experiências e atividades que permitem conhecer regiões, restaurantes, hotéis, museus, trilhos, etc. Mais uma vez se reflete o impacto positivo na economia e se percebe como se articula com o objetivo 8.<br><br>Muito mais poderia dizer sobre este projeto mas nada melhor do que ir ao seu site  (https://www.rotadoromanico.com/pt/) e marcar uma experiência para vivenciar e sentir um pouco da nossa História.&nbsp;<br><br>Carmen Martins</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 19:08:46 UTC</pubDate>
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         <title>Impacto sociocultural do turismo no interior positivo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O interior inclusive na zona da covilhã, pelo envelhecimento da população o turismo sociocultural é muito importante para manter as zonas do interior de Portugal habitável, dessa forma o interesse sociocultural é mais importante que o económico.<br><br>Com a ODS encaixa-se na 8 devido com mais turismo é inevitável o desenvolvimento económico e 12, pois o interior possui muita natureza e muitas matérias-primas vindo do meio ambiente.<br><br>O lado positivo é uma zona mais habitável e com crescimento económico e social, o negativo é em determinado tempo as pessoas deixam a cidade como finais de semana e mês de dezembro e agosto.<br><br>Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/economia/1720584/impacto-sociocultural-do-turismo-e-mais-importante-nas-pequenas-cidades<br><br>com essa fonte e pela minha vivencia na covilhã, fiz esse texto!<br><br>Rennan Cunha<br><br><br>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-17 23:12:05 UTC</pubDate>
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         <title>Impacto negativo do turismo no Estuário do Sado - Roazes </title>
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         <description><![CDATA[<div>A observação de golfinhos no Sado é uma prática turística muito atraente e rentável.<br>Para além dos passeios de barco pelo rio, o contacto com os golfinhos é certamente uma experiencia inesquecível. A par de todos os aspetos positivos deste nicho do mercado turístico quer na sua dimensão económica e sociocultural, também podemos dizer que a nível ambiental, muitos são os fatores positivos ligados á existência deste mercado turístico, desde logo: os esforços de conservação do ambiente. No entanto, é necessário observar regras de conduta e respeito pelos animais, assim como ter em atenção ao numero de embarcações e frequência de atividades sob pena de provocar um stress excessivo nos golfinhos e algum tipo de alteração no&nbsp; equilíbrio do seu ambiente natural.&nbsp; Existem iniciativas de apoio e controle da atividade de observação dos golfinhos tendo em vista a sua proteção e vigilância. Sendo observadas as regras já instituídas certamente será possível uma boa convivência entre o turismo e o ambiente destes animais.<br><br>Existe um documento que descreve as "Bases para o plano de ação para a salvaguarda e monitorização da população de Roazes do estuário do Sado" O Plano de ação foi aprovado pelo <a href="https://files.dre.pt/2s/2009/10/192000000/4006840070.pdf">Despacho n.º 21997/2009. D.R. n.º 192, Série II, de 2 de outubro</a><br><br>Esta preocupação com o impacto ambiental quer no próprio rio e ecossistema que integra, quer na população marinha, está de acordo com o objetivo 14.<br><br>Carmen Martins<br>&nbsp;<br>fontes:&nbsp;<br><br>https://www.dn.pt/sociedade/palavra-a-palavra-salvam-se-golfinhos-no-sado-14119512.htmlhttps://www.dn.pt/sociedade/palavra-a-palavra-salvam-se-golfinhos-no-sado-14119512.html<br><br>https://www.icnf.pt/biodiversidade/gb/roazesdosadoplanodeacao<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dolphinbay.pt/golfinhos-do-sado/" />
         <pubDate>2023-05-18 10:18:09 UTC</pubDate>
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         <title>Impactos Ambientais Negativos da Atividade Turística de Navios de Cruzeiro</title>
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         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2597767775</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Impactos Ambientais Negativos da Atividade Turística de Navios de Cruzeiro<br></strong><br></div><div>Desde 1980 que a indústria dos navios de cruzeiro tem vindo a crescer constituindo atualmente a área de crescimento mais célere na indústria do turismo (7.5% de taxa média de crescimento anual) (Workshop Insider, 2021, <em>in </em>Pinto, 2022).<br><br></div><div>Atualmente a sustentabilidade de todas as atividades económicas deve ser avaliada do ponto de vista dos três pilares do Desenvolvimento Sustentável: Económico, Social e Ambiental.<br><br></div><div>Assim, é necessário ter em conta que a atividade turística dos navios de cruzeiro tem, , impactos negativos, a nível ambiental, ligados, à poluição do ar e da água, à gestão de resíduos, e à biodiversidade (Carapeto, C., 2022).<br><br></div><div>A título de exemplo, salienta-se que, em 2017, apenas os navios de cruzeiros de luxo da companhia <em>Carnival Corporation &amp; PLC</em>, emitiram só nos mares Europeus 10 vezes mais Dióxido de Enxofre (SO2) que todos os mais de 260 milhões de veículos de passageiros (T&amp;E 2019 in Carapeto, 2022).<br><br></div><div>Lloret et al. (2021), afirmam que os navios de cruzeiro têm impactes negativos a nível das águas residuais, águas de lastro, proteção anti-incrustrante, poluição do ar e ruído, efeito das esteiras em águas rasas, colisão com espécies de mamíferos marinhos, e efeitos negativos na saúde humana.<br><br></div><div>Afirmam ainda que estes impactos ambientais têm origem em múltiplas fontes ao longo do itinerário do navio de cruzeiro, afetando vários grupos biológicos (desde aves a mamíferos marinhos), e ecossistemas (aquáticos, aéreos e terrestres).&nbsp;<br><br></div><div>Estes impactes têm efeitos não apenas no mar, mas também em zonas terrestres como zonas onde estes navios podem interagir com a fragilidade costeira, sejam em locais próximos dos portos ou ao passar por áreas estreitas e sensíveis (por exemplo, estreitos, canais e áreas marinhas protegidas) e regiões muito frágeis como o Mediterrâneo Mar Râneo, Ártico e Antártida.<br><br></div><div>Aos impactos ambientais já referidos, Freire (2020), acrescenta ainda o efeito negativo da luz artificial, uma vez que esta “<em>pode interferir na orientação, reprodução e recrutamento das espécies, predação e comunicação</em>”.<br><br></div><div>Todos estes impactes ambientais deverão então ser considerados aquando da definição de estratégias de sustentabilidade desta atividade turística, de modo a garantir que os investimentos realizados vão de encontro às políticas e objetivos do Desenvolvimento Sustentável.<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>Joana Morais Sarmento<br><br></div><div>2202286<br><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Referência Bibliográficas:<br></strong><br></div><div>Carapeto. (2022). Black Trail in Blue Oceans. In P. Chowdhary et al. <em>Environmental Management Technologies: Challenges and Opportunities</em> (pp. 83-97). CRC Press. DOI: <a href="https://10.1201/9781003239956-6">10.1201/9781003239956-6<br></a><br></div><div>&nbsp;Freire. (2020<em>). Emissões gasosas de navios de cruzeiro: impactes das águas de lavagem dos scrubbers no meio marinho</em>. Tese de Mestrado em Engenharia da Qualidade e Ambiente. ISEL – Instituto Superior de Engenharia de Lisboa. Disponível em <a href="https://repositorio.ipl.pt/bitstream/10400.21/13377/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o.pdf">https://repositorio.ipl.pt/bitstream/10400.21/13377/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o.pdf<br></a><br></div><div>&nbsp;Lloret <em>et al</em>. (2021). Environmental and Human Health Impacts of Cruise Tourism: a Review. <em>Marine Pollution Bulletin</em>, Volume 173, (September 2021), published by Elsevier. Disponível em <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0025326X21010134">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0025326X21010134<br></a><br></div><div>Pinto. (2022). As Perceções dos Impactes do Turismo de Cruzeiros: Uma Análise ao Douro. Tese de Mestrado em Gestão Turística. Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Visão. Instituto Politécnico de Viseu. Disponível em <a href="https://repositorio.ipv.pt/bitstream/10400.19/7343/1/Tiago%20Vaz%20Pinto%20-%20Disserta%c3%a7%c3%a3o%20-%20MGT.pdf">https://repositorio.ipv.pt/bitstream/10400.19/7343/1/Tiago%20Vaz%20Pinto%20-%20Disserta%c3%a7%c3%a3o%20-%20MGT.pdf<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-19 15:53:44 UTC</pubDate>
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         <title>Impacto negativo no Turismo Selvagem.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O turismo selvagem, também conhecido como turismo de natureza ou ecoturismo, é uma forma de turismo que busca explorar e vivenciar áreas naturais e selvagens, com o objetivo de apreciar a natureza, a vida selvagem e as culturas locais. Um dos principais crescimento nesse setor seria a divulgação das imagens dos turistas nas redes sociais.<br><br>Nesse tipo de turismo, os visitantes têm a oportunidade participar de atividades como trilhas, observação de aves, mergulho em áreas marinhas, safáris, entre outros.<br><br>"A ONG internacional World Animal Protection (Proteção Animal Mundial) estima que aproximadamente 110 milhões de pessoas no mundo visitam locais que promovem turismo cruel com animais silvestres. E outro dado da Wildlife Conservation Research Unit (WildCRU) aponta que 550 mil animais silvestres sofrem no mundo todo por causa de atrações turísticas irresponsáveis."<br><br>Os impactos negativos podem variar de acordo com as espécies, ciclo de vida e habitats.&nbsp;<br><br>Podemos agrupá-los em 3 categorias como perturbação de atividade, morte direta ou lesão e alteração do habitat.<br><br>ODS 15: Proteger a vida terrestre.<br>"Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, travar e reverter a degradação dos solos e travar a perda de biodiversidade."&nbsp;<br><br>https://ods.pt/objectivos/15-ecosistemas-terrestres-biodiversidade/<br><br>https://www.ecycle.com.br/turismo-selvagem/<br><br>https://nationalgeographic.pt/natureza/grandes-reportagens/2163-turismo-animal-a-dor-que-causamos<br><br>Gislaine R. Francisquini</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-20 18:12:24 UTC</pubDate>
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         <title>Impacto negativo dos Passadiços </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os passadiços podem ter alguns efeitos negativos no meio ambiente, embora geralmente sejam considerados uma forma sustentável de acesso a áreas naturais. Alguns dos possíveis impactos negativos incluem:&nbsp;<br>1 - Perturbação da fauna e flora: A construção e o uso dos passadiços podem causar perturbação e alterações no habitat natural, afetando a vida selvagem local, especialmente se não forem implementadas medidas adotadas para minimizar a interferência.<br>2 - Compactação do solo: O tráfego frequente de visitantes nos passadiços, pode resultar na compactação do solo ao redor, o que pode prejudicar a estrutura do solo e a capacidade de absorção de água, levando ao fluxo e à degradação do meio ambiente.<br>3 - Poluição e abandono de resíduos: Se não houver um sistema adequado de gerenciamento de resíduos e conscientização dos visitantes, pode ocorrer o abandono do ambiente natural com lixo, plásticos e outros materiais descartados.<br>4 - Aumento da pressão sobre os recursos: A popularidade dos passadiços pode levar a um aumento no número de visitantes, o que pode sobrecarregar os recursos naturais, como água, fauna e flora. Isso pode resultar em danos à biodiversidade e à sustentabilidade do ecosssistema local.&nbsp;<br>Para minimizar esses impactos, é importante implementar medidas planeadas de gestão, como controle do número de visitantes, educação ambiental, monitoramento da vida selvagem, coleta de resíduos e adoção de práticas de construção orgânica. Além disso, é fundamental envolver a comunidade local e os visitantes na preservação e conservação do ambiente natural ao redor dos passadiços.<br><br>https://dokatano.blogspot.com/2020/06/passadicos-as-razoes-para-sermos-contra.html<br><br><br>Filomena Gaspar</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-20 19:17:59 UTC</pubDate>
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         <title>Impacto positivo sobre Hortas Comunitárias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2598499116</link>
         <description><![CDATA[<div>As hortas comunitárias têm diversos impactos positivos tanto ambientais quanto sócioeconómicos tais como:<br><strong><em>1 - Benefícios ambientais:</em></strong><br>&gt; Preservação e recuperação da biodiversidade: As hortas comunitárias podem incluir o cultivo de variedades de plantas nativas, certamente para a conservação da diversidade biológica local.<br>&gt; Melhoria da qualidade do solo: O cultivo de hortaliças e plantas nas hortas comunitárias pode promover a saúde do solo, aumentando a sua fertilidade e a sua satisfação.<br>&gt; Mitigação das ilhas de calor: as áreas verdes das hortas ajudam a reduzir o efeito das ilhas de calor urbanas, amenizando a temperatura ambiente.<br><strong><em>2 - Benefícios sócioeconómicos:<br></em></strong>&gt; Segurança alimentar: As hortas comunitárias fornecem alimentos frescos e saudáveis, promovendo a segurança alimentar e o acesso a dietas mais equilibradas para os participantes.<br>&gt; Fortalecimento comunitário: As hortas comunitárias proporcionaram um espaço de encontro e interação entre os membros da comunidade, promovendo o trabalho em equipe, o compartilhamento de conhecimentos e a criação de laços sociais.<br>&gt; Redução de custos: A produção de alimentos nas hortas comunitárias pode ajudar a reduzir os gastos com a compra de alimentos, principalmente para famílias de baixa renda.<br>&gt; Benefícios económicos: Além do consumo próprio, o excedente da produção pode ser comercializado, gerando uma fonte adicional de renda para os participantes da horta.<br>Em resumo, as hortas comunitárias tiveram um grande impacto positivo na conservação ambiental, na segurança alimentar, no fortalecimento comunitário e no desenvolvimento socioeconómico local.<br><br>https://ambiente.cascais.pt/pt/terrasdecascais/hortas-comunitarias<br><br>Filomena Gaspar<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-20 19:48:19 UTC</pubDate>
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         <title>Observação Turística de Cetáceos nos Açores</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2598929477</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Observação Turística de Cetáceos nos Açores<br></strong><br></div><div>A observação Turística de Cetáceos (também conhecida por <em>whale watching</em>) é atualmente uma atividade turística popular nos Açores, que atrai muitos turistas que querem ver cetáceos no seu habitat natural. O setor cresceu tanto que, segundo Ressurreição et al. (2022), é a atividade que atrai mais visitantes à região e aquela que tem maior um impacto económico.&nbsp;<br><br></div><div>Esta atividade apareceu no final dos anos 90 do século XX, com o objetivo de se constituir como alternativa sócio- económica à baleação, e simultaneamente como medida de conservação da natureza.<br><br></div><div>A atividade de <em>whale watching</em> tem um impacto positivo na conservação das espécies de cetáceos, contribuindo para o aumento da conscientização sobre a importância de proteger estes animais e seus habitats naturais (Cisneros-Montemayor et al., 2010).<br><br></div><div>De acordo com Buultjens et al. (2016)., a observação de cetáceos é uma atividade que contribui para a educação ambiental, contribuindo para a mudança de perspetiva das pessoas face a estes animais, promovendo a valorização da sua vida, o que se considera importante, uma vez que a maioria das espécies de baleias estão ainda a recuperar do risco de extinção.&nbsp;<br><br></div><div>Wearing. et al. (2014) defendem que a atividade de <em>whale watching</em> promove a valorização dos cetáceos e a sua proteção através da interação e da experiência que cria uma ligação a estes animais. Estes encontros com a vida selvagem têm o potencial de mudar as atitudes das pessoas face aos animais selvagens e seus habitats, beneficiando a conservação da natureza.<br><br></div><div>Verifica-se ainda que os operadores de observação de cetáceos dos Açores trabalham em conjunto com diversas organizações científicas de várias partes no mundo, em projetos de inovação e desenvolvimento, contribuindo para o aumento do conhecimento científico sobre a biodiversidade marinha e a sua proteção (Siciu et al, 2021).<br><br></div><div>Quanto ao bem-estar animal, a observação de cetáceos como alternativa à baleação, constitui-se como uma evolução positiva. No entanto, esta atividade oferece outros perigos para estas espécies. Oliveira, (2005) afirma que os cetáceos podem ter diferentes reações perante o ruído das embarcações e a presença humana, alterando o seu comportamento ou fisiologia, a curto ou longo prazo, podendo causar impactes negativos na saúde, na reprodução, na distribuição espacial, e, no limite, causar a morte de indivíduos e o declínio da população.<br><br></div><div>Assim, verifica-se que a observação de cetáceos pode ter um impacto negativo sobre estas espécies, caso não seja realizada de forma responsável e sustentável.<br><br></div><div>Nos Açores, esta atividade é regulada através de legislação regional que condiciona o crescimento da atividade através do limite de licenças, do número de embarcações e dos seus tamanhos, o que, segundo Kesser, e Harcourt, (2012) é uma forma de minimizar os impactes da observação de cetáceos nos animais A legislação estabelece ainda zonas de observação, sendo que os operadores são licenciados para determinadas zonas.<br><br></div><div>Neste contexto, a transição da caça à baleia para a atividade de observação de cetáceos regulada permite que estas espécies continuem a existir e, numa visão antropocêntrica, possam garantir também os serviços de ecossistemas para as gerações seguintes, assim como o gosto pelas espécies e pela sua proteção.<br><br></div><div>Salienta-se por fim, que os Açores estão certificados pela <em>World Cetacean Alliance</em> como <em>Whale Heritage Site</em>, destino que promove uma observação de cetáceos sustentável (<em>World Cetacean Alliance, s.d</em>.).<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Joana Morais Sarmento<br><br></div><div>2202286<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Referências Bibliográficas<br></strong><br></div><div>Buultjens. et al. (2016). Whale watching in Sri Lanka: Perceptions of sustainability. <em>Tourism Management Perspectives.</em> n.º 18. pp. 125-133. Disponível em <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.tmp.2016.02.003">http://dx.doi.org/10.1016/j.tmp.2016.02.003<br></a><br></div><div>Cisneros-Montemayor et al. (2010). The global potential for whale watching. <em>Marine Policy</em>. November 2010, 34(6). pp. 1273-1278. Disponível em <a href="https://www.researchgate.net/publication/224018260_The_global_potential_for_whale_watching">https://www.researchgate.net/publication/224018260_The_global_potential_for_whale_watching<br></a><br></div><div>Oliveira, C. (2005). <em>A actividade de observação turística de cetáceos no arquipélago dos Açores - Contribuição para o seu desenvolvimento sustentável</em>. Tese de Mestrado em Gestão e Conservação da Natureza. Universidade dos Açores. Disponível em <a href="https://core.ac.uk/download/pdf/61445504.pdf">https://core.ac.uk/download/pdf/61445504.pdf<br></a><br></div><div>Kessler, M., &amp; Harcourt, R. (2012). Management implications for the changing interactions between people and whales in Ha'apai, Tonga. <em>Marine Policy,</em> n.º 36. Issue 2. pp. 440–445. Disponível em <a href="https://doi.org/10.1016/j.marpol.2011.08.004">https://doi.org/10.1016/j.marpol.2011.08.004<br></a><br></div><div>Ressurreição et al. (2022). The value of marine ecotourism for an European outermost region. <em>Ocean and Coastal Management</em>. N.º 222. Disponível em <a href="https://doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2022.106129">https://doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2022.106129<br></a><br></div><div>Suciu, S.R.A., J. Zereba, L. Fiori and J.M.N. Azevedo 2021. Whale-watching contributions for the study of cetacean-cephalopod interactions. <em>Arquipelago</em>. <em>Life and Marine Sciences</em> 38: 1 – 6. https://doi.org/10.25752/arq.26535<br><br></div><div>Wearing et al. (2014). Whale Watching as Ecotourism: How Sustainable is it?. <em>Cosmopolitan Civil Societies Journal</em>. Vol.6. No.1. Disponível em <a href="http://utsescholarship.lib.uts.edu.au/epress/journals/index.php/mcs">http://utsescholarship.lib.uts.edu.au/epress/journals/index.php/mcs<br></a><br></div><div>World Cetacean Alliance. (s.d.). <em>Whale Heritage Sites</em>. Disponível em <a href="https://whaleheritagesites.org/whale-heritage-sites/">https://whaleheritagesites.org/whale-heritage-sites/</a> Acedido em 20 de maio de 2023<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 17:05:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Impacto positivo no Turismo Selvagem.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2598930537</link>
         <description><![CDATA[<div>Expedições marítimas realizada pela NATURALIST&nbsp;<br><br>Fundada por investigadores que acreditam que "O turismo sustentável deve incluir a coleta de dados ambientais."<br><br>Na Naturalist os turistas tem a oportunidade de fazer passeios terrestres e marinhos junto com a recolha de dados científicos das tartarugas marinhas e/ou aves. Onde podem caminhar para a direção da sustentabilidade do turismo, aproveitando o tempo que as motos marinhas ficam ao mar para realizar a coleta de dados.<br><br>ODS 14: Proteger a vida marinha.<br>"Conservar e usar de forma sustentável os oceanos, mares e os recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável."<br><br>ODS 15: Proteger a vida terrestre.<br>"Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, travar e reverter a degradação dos solos e travar a perda de biodiversidade."&nbsp;<br><br>https://www.naturalist.pt/<br><br>Gislaine R. Francisquini.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.naturalist.pt/" />
         <pubDate>2023-05-21 17:07:56 UTC</pubDate>
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         <title>- Inflação de diversos bens, terrenos e da habitação.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Em três anos, quase 76 mil pessoas saíram de Lisboa e do Porto<br>Quase 56 mil pessoas saíram de Lisboa nos últimos três anos e outras 20 mil deixaram o Porto no mesmo período. Subida dos preços da habitação explica o fenómeno."<br>(Jornal Publico 2dez2022)<br><br>A subida da inflação e aumento das taxas de juro dos empréstimo à habitação, foram transversais ao pais, enfraquecendo o poder de compra dos salários dos portugueses; Contudo o efeito da satisfação imobiliária face à procura turística exponencial foi particularmente sentido pelos nacionais residentes em determinadas regiões, como o Algarve, Costa Alentejana ou na Ilha de S. Miguel,&nbsp; e cidades, nomeadamente nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.&nbsp;<br><br>https://www.publico.pt/2022/12/02/economia/noticia/tres-anos-quase-76-mil-pessoas-sairam-lisboa-porto-2029955<br>Cristina Carvalho</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 17:17:22 UTC</pubDate>
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         <title>- Efeitos de aculturação à cultura dos visitantes, com impacto na autenticidade da cultura e do património local</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2598993251</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto natural, residente e descendente de avós maternos e paternos de Lisboa, tenho de me focar na minha única cidade, com dois exemplos bastante mediáticos, que creio todos identificarem:&nbsp;<br><br>"Pink Street" desde 2013 &nbsp;<br>A designação que modificou drásticamente a vida nocturna do Cais do Sodré; O bairro de diversão nocturna alternativa, que se impos a partir da década de 80 (em detrimento da exclusividade dos bares de prostituição que sempre existiram desde inicio sec 20 em consequencia da sua localização),&nbsp; com bares e discotecas icónicas como o Jamaica ou o Tóquio (que tiveram de fechar e mudar de local), transformou-se num local de animação de horário diurno e nocturno, para consumidores maioritariamente internacionais de permanência temporária (i.e turistas, alem de estudantes estrangeiros, residentes estrangeiros e uma minoria nacional), com comportamentos festivos&nbsp; desadequados e desrespeitosos ao nível ambiental e cultural (muito lixo, desordem e barulho). Estão a tornar-se particularmente populares as «despedidas da vida solteira» que vão sendo fortemente desencorajadas noutras cidades, devido aos mesmos comportamentos disruptivos.&nbsp;<br>Ex: Amesterdão, dirige actualmente uma campanha ao mercado britanico com este video: https://www.youtube.com/watch?v=TiIGqa0SW8s<br><br>Liberdade Avenue<br>É assim que a esmagadora maioria dos clientes das lojas Prada, Gucci, Burberry, Loewe, Longchamp, Louis Vuitton, YSL, MiuMiu...e Dior, a abrir em breve, chamam a Avenida da Liberdade, onde a oferta de marcas de luxo tem sido crescente nos ultimos 10 anos, com consequências óbvias ao nível do valor imobiliário; Sabemos que este crescimento não visa a satisfação dos residentes nacionais, cujo poder de compra não é maioritariamente compatível com «artigos de luxo de uso diário» mas ao perfil do turismo de "compras", que graças ao perfil de poder de compra elevado, potenciado pelo reembolso do IVA no caso dos mercados fora da UE, ou ainda por os preços em Portugal serem vantajosos face aos dos seus paises de origem (caso do Brasil e China, onde os impostos sobre a importação acresce ao valor deste tipo de produtos de luxo)<br><br>https://www.idealista.pt/news/imobiliario/lojas/2015/07/17/28334-lisboa-mais-de-20-marcas-de-luxo-na-fila-de-espera-para-entrar-na-avenida-da-liberdade<br>https://lisbonshopping.com/destaques/as-7-lojas-monomarca-de-moda-de-luxo-da-avenida-da-liberdade-em-lisboa/<br>https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/2150830/mais-luxo-na-avenida-da-liberdade-dior-vai-abrir-loja-em-lisboa<br>https://www.idealista.pt/media/relatorios-preco-habitacao/venda/lisboa/lisboa/<br>https://www.lisbonportugaltourism.com/guide/pink-street.html<br>https://www.dn.pt/cultura/historias-de-lx-este-espetaculo-e-um-grito-dos-lisboetas-10975489.html<br>https://www.publico.pt/2023/03/30/p3/noticia/amesterdao-mensagem-britanicos-querem-festa-nao-venham-2044321<br><br>Cristina Carvalho</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 19:06:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os impactos sociais negativos do turismo em regiões do Algarve e da Madeira, por Carlos Eduardo Crespo Aleixo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2599015485</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar do título deste pequeno trabalho se referir à estas duas regiões donde mais se salta aos olhos do observador tais impactos negativos, cumpre-nos, de partida, ressaltar que isto se sucede em outros sítios de Portugal afora ao redor do mundo. Sendo imperioso aludirmos, por outro lado, que existem muitos impactos positivos também.<br><br>Imperioso se faz situar que muitos dos aspectos os econômicos e os sociais se entrelaçam e se confundem. E não por isto que muitas vezes são abordados como impactos sócio-econômicos. Assim sendo, se parece que estamos a abordar a parte econômica, partimos dela para melhor entender a parte social.<br><br>Antes regiões pouco desenvolvidas de Portugal e distanciadas física e economicamente das regiões mais desenvolvidas do país, Algarve e Madeira conseguiram assim se integrar ao resto do país e se desenvolverem por meio da indústria do turismo ao longo das últimas décadas. Turistas afluindo de toda a Europa e da América do Norte e além, o que injeta dinheiro na economia e produz receita de impostos.<br><br>Crescimento econômico e trabalho digno, a meta 08 dos objetivos do desenvolvimento sustentável. Produção e consumo sustentáveis (não há grandes infra-estruturas antigas a se reformar e o que torna mais fácil a construção de novas infra-estruturas mais eficientes), a meta 12 dos mesmos ODS em questão. A proteção da vida marinha, a meta 14.<br><br>Por outro lado, acreditamos que muitos dos impactos negativos do turismo não seriam causados pelo turismo em si - o qual, aliás, traz sim muitos benefícios - e sim pelo que chamamos de "overturism" ou "turismo em excesso" em português. Há que se existir um equílibrio sob a pena ou do local ou da região - e, quiçá, do país - não ser bom para ambas as partes envolvidas no turismo: quem mora e quem visita. Sendo que o turista está de passagem e o que nos faz concluir que o local tem que ser bom para quem mora antes de bom para o turista.<br><br>Turismo é bom para se impulsinar o crescimento econômico inicial e para se gerar tais empregos, mas são empregos sazonais de baixa qualificação e baixa remuneração. Turistas e projetos de hotelaria e de entretenimento (sobretudo, os grandes empreendimentos) inflacionam os preços da habitação e do custo de vida (bens e serviços) e, apesar duma melhora da infra-estratura e duma melhora dos serviços de educação e de saúde, tais serviços ou públicos ou de utilidade pública tendem a se concentram nas zonas mais valorizadas. Isto vai se traduzir no fenômeno da "gentrificação" com as populações nativas sendo expulsas das melhores zonas para as piores zonas pelo aumento do custo de vida (baixos salários x alto custo de vida, moradia e bens e serviços) além destas populações locais vivendo cada vez mais em piores condições de vida mesmo que a região como um todo esteja tendo elevado o seu desenvolvimento econômico embora em termos sociais possa estar sendo assim bem limitado. Algo, inclusive, que causa ou a migração para outras regiões do país ou a emigração para outros países por parte das populações mais jovens em busca de melhores oportunidades de trabalho e de qualidade de vida.<br><br>Ora bolas, já acima e também abaixo viemos a se descrever em muito o que se acontece no Algarve e na Madeira, por exemplo. Aspectos econômicos com alto impacto social negativo na vida humana, no caso. E o preço dos imóveis nestas regiões e em Portugal como um todo é o que mais tem afetado os cidadãos e se perfaz numa das suas principais queixas, mais até do que os baixos salários que ainda predominam em nossa economia de média renda ao nível europeu.<br><br>Em termos sociais e culturais, os impactos negativos não seriam muito diferentes.&nbsp;<br><br>A predominância dos baixos salários podem tirar uma população da extrema-pobreza ou da pobreza embora mais não façam para uma maior ascenção social afora a sazonalidade da renda e do trabalho a se causar uma enorme insegurança na subsistência das pessoas. São aspectos econômicos que tem consequências sociais profundas: desagregação (separação) das famílias uma vez que vimos a tendência a dos mais em joveis em migrar ou emigrar. Desagragação das comunidades e da culturas locais na medida em que, sendo empurrados os seus integrandes para as zonas periféricas e em posição subaltena e estando em fragilidade econômica, perdem a sua auto-estima e são levavos a super-valorizar a cultura e o modo de vida ou dos turistas ou dos recém-chegados em detrimento da sua própria cultura e do seu próprio seu modo de vida tidos como ultrapassados. Algo que leva a perda de enorme patrimônio imaterial. E isto para não falarmos do aumento da criminalidade e do vandalismo e da prostituição e do jogo.<br><br>É neste contexto que vemos algumas cidades européias sendo pioneiras na imposição duma limitação diária na quantidade das visitas turísticas como Dubrovnik na costa dálmata da Croácia ou a imposição duma taxa para se visitar o centro histórico de Veneza no nordeste da Itália ou inúmeras outras cidades pelo mundo ou proibindo ou regulamentando a hospedagem pelo AirBnb para, da mesma forma, se criar um limite à este potencial hoteleiro. Assim tentando se minorar os impactos negativos e se manter uma sustentabilidade.<br><br>Portugal não ficou atrás, diante da inflação dos imóveis causada pelo afluxo cada vez mais elevado dos investimentos estrangeiros no setor da habitação pela parte dos estrangeiros ocupados sazonalmente e das dificuldade de acesso à moradia da população nacional oriundo deste inflacionamento, também resolveu começar a se tomar alguma atitude. Qual seja, antes incentivado, o nosso país cogita regovar alguns incentivos para o investimento estrangeiro no setor do turismo residencial e de resorts, como, por exemplo, a extinção do instrumento da ARI, as Autorizações de Residência para Atividades de Investimento.<br><br><br><br>Fontes:<br><br>chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/http://antigo.turismo.gov.br/images/pdf/Publica%C3%A7%C3%B5es/2020/Turismo-e-os-Objetivos-de-Desenvolvimento-Sustent%C3%A1vel-Final-WEB.PDF &nbsp; Acesso realizado em 21 / 05 / 2023.<br><br>https://janelasabertas.com/2020/05/11/o-que-e-overtourism/ &nbsp; Acesso realizado em 21 / 05 / 2023.<br><br>https://www.construir.pt/2023/03/09/associacao-portuguesa-do-turismo-residencial-e-resorts-apresenta-medidas-para-minimizar-impacto-da-extincao-das-ari &nbsp; Acesso realizado em 21 / 05 / 2023.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 19:52:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Impacto positivo - Eco Turismo  catalizador para o Desenvolvimento Rural - Índia - Govardhan EcoVila (GVS)</title>
         <author>susanafreitas78</author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2599042922</link>
         <description><![CDATA[<div>Govardhan Ecovillage constituída&nbsp; em 2003 tem mais de 40 ha e localiza-se em Palghar, Índia. É&nbsp; lar de mais de 350 residentes diversos como famílias, estudantes, voluntários e monges. Com o princípio fundamental 'Vida simples e pensamento elevado'; A comunidade esforça-se para viver em harmonia com o divino, o eu, a natureza, os membros da comunidade e as comunidades vizinhas.<br>O GEV modelou o Desenvolvimento Sustentável Simbiótico. Circularidade dos modelos SSDM propostos pelo PNUMA. Inspirado nas interconexões de sistemas naturais, o GEV é a comunidade Sustentável Lixo Zero e contribui para 13 ODS da ONU.<br>O GEV abriga um parque de biodiversidades, os edifícios têm classificação ecológica, financia programas de desenvolvimento rural de 78 aldeias ao nível da saúde, educação, agricultura entre outros. <br><br>Susana Freitas<br>Fontehttps://ecovillage.org/project/govardhan-eco-village/&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://ecovillage.org/project/govardhan-eco-village/" />
         <pubDate>2023-05-21 20:49:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os impactos ambientais positivos do turismo na Ilha do Faial no arquipélago dos Açores, por Carlos Eduardo Crespo Aleixo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2599050424</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar do título deste pequeno trabalho se referir à esta região do país, cumpre-nos, de partida, ressaltar que isto se sucede em outros sítios de Portugal afora ao redor do mundo. Sendo imperioso aludirmos, por outro lado, que muitos impactos negativos se apresentam e serão ou mais ou menos relevantes conforme a eficiência duma fiscalização constante por parte tanto do governo quanto da sociedade civil.<br><br>Assim como outras regiões de Portugal, não seria diferente com os Açores vindo a melhorar a sua integração ao restante do país mediante o incremento da sua atividade turística. Turismo ecológico, por exemplo. A se envolver as suas belezas naturais, em terra e no mar. E o que injeta dinheiro na economia e produz receita de impostos.<br><br>Crescimento econômico e trabalho digno, a meta 08 dos objetivos do desenvolvimento sustentável. Produção e consumo sustentáveis (não há grandes infra-estruturas antigas a se reformar e o que torna mais fácil a construção de novas infra-estruturas mais eficientes), a meta 12 dos mesmos ODS em questão. A proteção da vida marinha, a meta 14. A proteção da fauna terrestre, a meta 15.<br><br>A zona marinha ao redor das ilhas açorianas é famosa pela atividade pesqueira e, em muitos aspectos, esta se encontra no limite da atividade predatória. Ou, por outras palavras, não sustentável. Só que, ao longo dos últimos anos, o turismo traz uma nova esperança para a região. Turistas em busca do chamado ecoturismo, o que significa dinheiro uma nova alternativa de emprego e de renda para uma parte da população local e uma nova fonte de receitas fiscais para o governo regional.<br><br>Pessoas locais a se trabalhar com a natureza se tornam mais conscientes da necessidade a da sua preservação assim como os turistas que visitam a região e realizam os passeios ecológicos e, muitas vezes, tendo um caráter educativo também. As receitas dos impostos permitem se investir em universidades e centros de pesquisa dentro ou fora das primeiras visando a preservação do meio ambiente, ou o seu aproveitamento duma forma sustentável sem prejudicar a sua continuidade para as gerações futuras em termos dos recursos naturais. Inclusive, se possibilitando a parceria do setor público e do setor acadêmico ou com as populações locais ou com as empresas locais buscando desenvolver tanto este turismo sustentável quanto um manejo responsável (ou, sustentável) dos biomas donde as partes envolvidas se atuam. Podendo até cooperarem em fiscalizações e vigilância, algo que inibe em muito as atividades predatórias e não sustentáveis.<br><br>Isto nos mostra que o turismo, quando bem manejado, pode contribuir para a preserservação e a requalificação dos recursos naturais além dos próprios empreendedores do setor turístico investindo em medidas de proteção da natureza e o que, ademais, pode contribuir para se minorar os efeitos da poluição da água e do ar assim melhorando a sua qualidade em uma determinada região.<br><br>Um processo que pode ser intensificado na Região dos Açores a partir do incremento deste tipo de turismo sustentável e com a diminuição da atividade pesqueira para níveis mais sustentáveis e não predatórios. Meio ambiente protegido sem prejudiciar o desenvolvimento social e econômico, a sustentabilidade.<br><br><br><br>Fontes:<br><br>chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/http://antigo.turismo.gov.br/images/pdf/Publica%C3%A7%C3%B5es/2020/Turismo-e-os-Objetivos-de-Desenvolvimento-Sustent%C3%A1vel-Final-WEB.PDF &nbsp; Acesso realizado em 21 / 05 / 2023.<br><br>hhttps://www.rtp.pt/programa/tv/p42247/e6 &nbsp; Acesso realizado em 21 / 05 / 2023.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 21:08:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2599050424</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Impacto negativo - Dependência económica do Turismo</title>
         <author>susanafreitas78</author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2599056703</link>
         <description><![CDATA[<div>A excessiva dependência do turismo condiciona os países e pode conduzir ao seu colapso económico, quando o número de turistas diminui, como aconteceu na pandemia de Covid-19.&nbsp; A sazonalidade da procura turística e concentração de visitantes em determinadas localidades em detrimento de outras quase vazias provoca transtornos e consequências&nbsp; económicas negativas&nbsp; nas localidades receptoras.&nbsp;<br>Nesta&nbsp; publicação pode constatar-se que em Portugal 19% da riqueza produzida provem deste setor.&nbsp;<br>Susana Freitas<br>https://www.visualcapitalist.com/map-worlds-top-countries-tourism/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.visualcapitalist.com/countries-reliant-tourism/" />
         <pubDate>2023-05-21 21:24:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2599056703</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Impacte do Centro de Valorização do Burro de Miranda</title>
         <author>editemgcastro</author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2600201387</link>
         <description><![CDATA[<div>O Centro de Valorização do Burro de Miranda, na minha opinião, é um exemplo de impactes do turismo ambiental, mas que também tem impacte económico e social.<br><br></div><div><strong>O Centro de Valorização do Burro de Miranda</strong> (CVBM), além de assumir um papel fundamental na conservação e melhoramento das características genéticas da raça através da reprodução do Burro de Miranda, o CVBM contribui grandemente para a promoção desta raça autóctone e do território do Planalto Mirandês, não só fomentando a visita a este espaço como organizando atividades que têm o Burro como peça central (caminhadas, jogos, formações), dando assim a conhecer a raça asinina de Miranda a um público cada vez mais alargado. Sendo o bem-estar animal um aspeto fundamental da AEPGA, o Centro funciona também como um espaço onde as burras de outros criadores podem ser emprenhadas, minimizando assim o transporte do macho reprodutor de aldeia em aldeia. Este Centro tem vindo igualmente a afirmar-se como exemplo de sustentabilidade, servindo de modelo para práticas ecológicas, tanto a nível de procedimentos agrícolas – como a utilização do estrume para sementeiras – como de promoção da biodiversidade<br><br></div><div>(<a href="https://www.aepga.pt/area/cvbm/missao-1161721859/">https://www.aepga.pt/area/cvbm/missao-1161721859/</a>)<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>O Centro de Valorização do Burro de Miranda (CVBM) é um exemplo de <strong>impacte positivo</strong> na região de Trás-os-Montes, pois tem por objetivos contribuir para a caracterização, conservação, melhoramento, promoção e utilização sustentável da raça asinina de Miranda (ou Burro de Miranda), assim como promover o desenvolvimento integrado e sustentável do Planalto Mirandês, através de uma recuperação responsável do setor do turismo (preservar, valorizar e promover os recursos naturais e culturais do Planalto Mirandês reforçando o potencial atrativo deste património, da herança cultural e das tradições deste território, através do turismo de natureza, cultural e desportivo.<br><br></div><div><a href="https://www.11burros11destinos.pt/pt/apadrinhe-um-burro/">https://www.11burros11destinos.pt/pt/apadrinhe-um-burro/<br></a><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp;Este centro concebeu a atividade de apadrinhamento de burros, de modo a angariar um maior número de padrinhos e madrinhas do Burro de Miranda, de forma a obter fundos que permitam ajudar a missão da AEPGA de contribuir para o bem-estar de burros e pessoas levando, assim, à divulgação e conservação desta raça autóctone.&nbsp;<br><br></div><div>A utilização turística deste património pode ser encarada como um dos motores de desenvolvimento local/regional, sendo que, nos contextos rurais, poderá proporcionar a reestruturação das economias tradicionais, influenciando, assim, a prosperidade da qualidade de vida das comunidades.<br><br></div><div>Com a iniciativa “11 Burros, 11 Destinos”, a AEPGA pretende, para além da tradicional angariação de fundos que lhe permite assegurar a saúde e o bem-estar dos animais que estão ao seu cuidado, desafiar os padrinhos e madrinhas a visitarem o seu afilhado(a) no Centro de Valorização do Burro de Miranda, situado da aldeia de Atenor, no concelho de Miranda do Douro, e, a partir dali, iniciarem uma viagem exploratória pelo Planalto Mirandês.<br><br></div><div><br>&nbsp;(<a href="https://www.11burros11destinos.pt/pt/campanha">https://www.11burros11destinos.pt/pt/campanha</a>)<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Este centro é um exemplo de que os <strong>impactes</strong> do turismo podem ser potenciados através do planeamento adequado que vai ao encontro dos Objetivos do Desenvolvimento sustentável, pois pretende contribuir para a prossecução das metas estabelecidas para Portugal da Estratégia Turismo 2027, em que o turismo é visto como um fator de coesão territorial e o interior como destino para desconcentrar a procura dos grandes “centros turísticos”. Pode ainda contribuir para as metas dos objetivos 8 e 12 do ODS<br><br></div><div>No entanto, poderemos salientar do ponto de vista <strong>negativo</strong> que a vinda de um grande fluxo de turistas a esta pequena aldeia poderá contribuir para o congestionamento rodoviário, aumento da criminalidade, perda de identidade cultural através da influência exterior no estilo de Vida tradicional, desvio dos benefícios económicos, inflação, degradação estética dos locais e da paisagem (caso os turistas não tenham a preocupação de preservar o meio ambiente).&nbsp;<br><br></div><div>(Edite Castro)<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.11burros11destinos.pt/pt/campanha/" />
         <pubDate>2023-05-22 14:51:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2600201387</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O impacto no preço das moradias negativo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2600517939</link>
         <description><![CDATA[<div>Devido o aumento do turismo, morar em algumas cidades em Portugal como Porto e Lisboa é cada vez mais caro para: arrendar ou comprar. também a rede de hotéis estar elevando os preços para curta duração, entretanto com o desequilibro do ordenado de Portugal em comparação a outros membros da Europa, os preços tornam-se um problema em Portugal, onde o turista e o nativo não conseguem estar no mesmo local devido o desequilíbrio económico.<br><br>https://www.publico.pt/2023/01/30/economia/noticia/alojamento-local-precos-imobiliario-culpados-2036394<br><br>Rennan Cunha&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 19:18:42 UTC</pubDate>
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         <title>Arrebita Portugal | Gastronomia Local Sustentável</title>
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         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2600525719</link>
         <description><![CDATA[<div>O Arrebita Portugal e um festival de gastronomia local, criação da&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; empresa Amuse Bouche, que tem como missão estimular a economia e o comércio locais, dinamizar as cidades e incentivar o turismo nacional.<br><br></div><div>Foi distinguido com o Grande Prémio da Academia Portuguesa de Gastronomia como “um original e criativo evento que levou a todo o país os nossos melhores chefs".<br><br></div><div>Conta já com 7 edições, a colaboração de 135 chefs e mais de 37 mil visitantes. A próxima edição irá decorrer em Novembro de 2023 em Santiago do Cacem.<br><br></div><div>Merece na minha opinião destaque pelos seus impactes positivos na promoção da gastronomia local, pela descentralização geográfica que promove – o festival decorre nas mais variadas localizações, não se limitando ao Litoral ou as grandes cidades, e também pelo combate a sazonalidade, sendo organizado também em época baixa.<br><br></div><div>Ao oferecer entrada livro e pratos de chefes a 6 euros, promove também a democratização da cozinha de chefe junto dos locais, funcionando assim nas duas direções: atrai visitantes para as cidades onde decorre e cria nesses mesmos territórios a oportunidade de acesso a um tipo de abordagem gastronômica que de outra forma estaria mais limitado as grandes cidades.<br><br></div><div>Por tudo isto, enquadra-se, na minha perspectiva, principalmente dentro de objetivos de desenvolvimento sustentável como reduzir as desigualdades, cidades e comunidades sustentáveis e consumo e produção responsáveis.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Links utilizados:<br><br></div><div>https://amuse-bouche.pt/events/arrebita-portugal/<br><br></div><div><a href="https://www.arrebitaportugal.com/">https://www.arrebitaportugal.com<br></a><br></div><div><a href="https://www.publico.pt/2022/11/04/fugas/noticia/arrebita-alentejo-festival-gastronomico-estreiase-santiago-cacem-2026367">https://www.publico.pt/2022/11/04/fugas/noticia/arrebita-alentejo-festival-gastronomico-estreiase-santiago-cacem-2026367<br></a><br></div><div><a href="https://idanha.pt/media/noticias/2022/outubro/arrebita-idanha-bio-o-para%C3%ADso-da-gastronomia-sustent%C3%A1vel/">https://idanha.pt/media/noticias/2022/outubro/arrebita-idanha-bio-o-para%C3%ADso-da-gastronomia-sustentável/<br></a><br></div><div><br></div><div>Joana Melo<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 19:27:41 UTC</pubDate>
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         <title>Campos de Golfe no Algarve</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2600567313</link>
         <description><![CDATA[<div>Face à grave situação de seca em Portugal (<a href="https://www.ipma.pt/pt/oclima/observatorio.secas/">severa ou extrema em quase metade do território nacional</a>), importa discutir como podemos racionalizar o seu consumo.<br><br></div><div>O elevado <strong>consumo de água dos campos de golfe</strong>, especificamente na região do Algarve, não passa, portanto, despercebido no que diz respeito ao impacto ambiental da atividade turística. Muitos defendem que "o golfe é cada vez mais um negócio imobiliário insustentável ambientalmente".<br><br></div><div>"Para regar os 31 campos de golfe atualmente existentes no Algarve é necessário um <strong>volume de água</strong> equivalente ao consumo de uma cidade com <strong>240 mil habitantes</strong> - ou seja, cerca de <strong>60% da população residente</strong> na região -, indica um estudo universitário da Universidade do Algarve, desenvolvido em 2004.<br><br></div><div>Mais recentemente, em março de 2021, o estudo "<a href="https://docplayer.com.br/207395415-Eficiencia-hidrica-nos-campos-de-golfe-em-portugal-financiado.html?fbclid=IwAR34z3L9QFCWmxzqtkPDrD680nteOXjUDjW6tr2Lq7L0RGkhFeXamRJyxFg">Eficiência hídrica nos campos de golfe em Portugal</a>", financiado pelo Turismo de Portugal, revela que "hoje, na região do Algarve, um campo de golfe de 18 buracos apresenta <strong>em média uma área total regada de 36 hectares</strong>" e que "cerca de 56% dos campos de golfe no Algarve <strong>reduziram as suas áreas de rega</strong>, principalmente na zona dos <strong>roughs</strong>".<br><br></div><div>Ainda assim, o consumo parece estar longe do ideal de racionalização de consumo que será necessário atingir para travar as consequencias eminentes da seca.<br><br></div><div>No entanto, e segundo a FPG, "o golfe representa cerca de 13% do VAB (Valor Acrescentado Bruto) no Algarve em resultado dos 500 milhões de euros de impacto direto e induzido na região. Já no que diz respeito ao emprego, são cerca de 17.000 postos de trabalho gerados e mantidos graças ao cluster do golfe, sendo que os campos de golfe empregam diretamente cerca de 2.000 pessoas". Impactos estes que importa ter também em consideração para a sustentabilidade da região.<br><br></div><div>Em junho de 2022, o BE avançou com um projeto de lei para que os campos de golfe sejam regados exclusivamente com águas residuais reutilizadas, provenientes de ETARS, criticando a ausência de medidas do Governo perante a grave situação de seca.&nbsp;<br><br></div><div>Atualmente, apenas dois campos no país usam água proveniente de ETAR.&nbsp; “Não faz sentido que se esteja a utilizar água potável - que seria possivelmente usada para dar de beber a pessoas ou animais - desperdiçada em campos de golfe nos seus sistemas de rega”, criticou na altura o BE.<br><br></div><div>Também a Associação de Beneficiários do Plano de Rega do Sotavento do Algarve tem lutado para que alguns campos de golfe passem a ser regados a partir da ETAR de Tavira. Para o efeito, e segundo a ABPRS, existem verbas no PRR que permitiriam a realização desta mudança.<br><br></div><div>Ligando o tema aos ODS, a gestão melhorada da rega dos campos de golfe poderia contribuir para uma melhoria dos seguintes objetivos: agua potável e saneamento, ação climática e proteção da vida terrestre, entre outros de forma menos directa.<br><br></div><div>Links utilizados:<br><br></div><div><a href="https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/campos-de-golfe-no-algarve-consomem-tanta-agua-quanto-60-da-populacao-residente">https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/campos-de-golfe-no-algarve-consomem-tanta-agua-quanto-60-da-populacao-residente<br></a><br></div><div><a href="https://expresso.pt/politica/2022-06-29-Campos-de-golfe-regados-apenas-com-aguas-residuais-reutilizadas-avanca-BE-em-projeto-de-lei-31a94ba2">https://expresso.pt/politica/2022-06-29-Campos-de-golfe-regados-apenas-com-aguas-residuais-reutilizadas-avanca-BE-em-projeto-de-lei-31a94ba2<br></a><br></div><div><a href="https://regiao-sul.pt/ambiente/regantes-do-sotavento-sugerem-que-campos-de-golfe-sejam-regados-a-partir-da-etar-de-tavira/624241">https://regiao-sul.pt/ambiente/regantes-do-sotavento-sugerem-que-campos-de-golfe-sejam-regados-a-partir-da-etar-de-tavira/624241<br></a><br></div><div><br></div><div>Joana Melo<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 20:14:58 UTC</pubDate>
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         <title>Impacto Negativo dos Protetores Solares na Vida Marinha</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2601584198</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Responsáveis da República de Palau (Micronésia), proibiram em 2020 o uso dos protetores solares “tóxicos para os recifes” com o objetivo de proteger os corais. Vários estudos demonstraram que a maioria dos protetores solares feitos com oxibenzona, octocrileno e parabenos têm um impacto muito negativo no meio ambiente pois levam à morte dos corais. Nos últimos anos, as ilhas Palau tem sofrido com aumento de fluxos de turistas e face ao impacto negativo do turismo as autoridades tomaram medidas para cumprir com as metas do ODS 14 – Proteger a Vida Marinha levando os turistas a assinar uma declaração sobre compromisso de honra de respeito do meio ambiente.&nbsp;<br>(Teresa Oliveira)<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sciencesetavenir.fr/nature-environnement/pollution/les-palaos-interdisent-la-creme-solaire_129168" />
         <pubDate>2023-05-23 11:39:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Expo 98 modernizou Lisboa e colocou Portugal no mapa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2601607563</link>
         <description><![CDATA[<div>A Expo 98, teve um impacto económico significativo para Portugal pois atraiu milhões de visitantes de todo o mundo. De facto, a realização da Expo 98 levou a grandes investimentos em infraestrutura na cidade de Lisboa (construção de pavilhões, centros de convenções, instalações turísticas, melhorias na rede de transporte, entre outros) onde houve a preocupação de os aspetos sustentáveis (ODS 9 e 11) . Esses investimentos impulsionaram a economia local e contribuíram para o desenvolvimento urbano de Lisboa. Salienta-se que toda a zona de implementação foi recuperada e, passados, 25 anos continua a ser uma zona de atração turística. Foi um projeto que gerou emprego e com impacto económico positivo no curto, médio e longo prazo, destacam-se as melhorias nos ODS 01, 02, 04 e no 08.<br><br>(Teresa Oliveira)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://observador.pt/2023/05/22/expo-98-a-exposicao-que-modernizou-lisboa-ha-25-anos/" />
         <pubDate>2023-05-23 12:00:49 UTC</pubDate>
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         <title>Açores, Destino Turístico Sustentável</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2604660706</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Açores, são o primeiro arquipélago do mundo a ganhar o selo “<a href="https://earthcheck.org/news/2019/september/azores-sets-benchmark-for-sustainable-tourism/">Destino Turístico Sustentável</a>’’, ao abrigo do programa <a href="https://earthcheck.org/products-services/certification/sustainable-destinations/">EarthCheck Destino Sustentável</a>.<br>Coloquei na parte ambiental mas poderia colocar em qualquer uma das dimensões, uma vez que, o Governo dos Açores tem a iniciativa da&nbsp; Cartilha da Sustentabilidade dos Açores, para reforçar o desenvolvimento sustentável de todo o território.<br>Esta visa apoiar a adoção dos princípios da Agenda 2030 de forma inclusiva e abrangente nos diversos setores da sociedade. A Cartilha está perfeitamente alinhada com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, tendo um papel fundamental para a sua materialização nos Açores. Este é um importante contributo para um mundo mais justo, mais digno, mais inclusivo e sustentável.<br>Um excelente exemplo de sustentabilidade!</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.visitazores.com/destino-turistico-sustentavel" />
         <pubDate>2023-05-25 10:11:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Overtourism em Barcelona - Impacto negativo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2604954470</link>
         <description><![CDATA[<div>O turismo em Barcelona, tem sido objeto de debate devido aos impactos negativos que o setor turístico tem causado na cidade ao longo dos anos. Embora o turismo tenha trazido benefícios económicos significativos para Barcelona, também teve algumas consequências negativas para a comunidade local e o ambiente urbano. Barcelona enfrenta um problema sério de overtourism, onde o grande número de visitantes sobrecarrega a infraestrutura da cidade. Aqui estão alguns dos impactos negativos mais comuns do overtourism em Barcelona:<br><br></div><div>- A popularidade de atrações como, por exemplo, a Sagrada Família, o Parque Güell e as Ramblas originam multidões enormes, longas filas e áreas superlotadas, causando desconforto para os moradores locais e afetando a qualidade de vida.<br><br></div><div>- Aumento dos preços dos imóveis: A oferta turística em Barcelona levou ao aumento dos preços dos imóveis na cidade. Proprietários de apartamentos e casas encontraram oportunidades lucrativas ao alugar as propriedades para turistas em vez de residentes locais, o que levou à gentrificação e ao deslocamento de moradores de baixa renda das áreas centrais.<br><br></div><div>- Descaracterização dos bairros: Alguns bairros tradicionais de Barcelona, como o Bairro Gótico e El Raval, sofreram transformações significativas devido ao turismo. Lojas e estabelecimentos tradicionais foram substituídos por lojas de souvenirs, bares e restaurantes voltados para turistas, o que afetou negativamente a autenticidade e a identidade cultural dessas áreas.<br><br></div><div>- Pressão sobre recursos naturais e infraestrutura: O aumento do turismo em Barcelona colocou pressão adicional sobre os recursos naturais e as infraestruturas da cidade. O consumo excessivo de água, energia e alimentos, bem como o aumento da geração de resíduos, têm um impacto negativo no meio ambiente. Além disso, o transporte turístico intensivo e a construção de novos hotéis levam a congestionamentos no trânsito e à degradação da qualidade do ar.<br><br></div><div>- Tensões sociais: O turismo em massa também causa tensões sociais entre os moradores locais e os turistas. Alguns moradores sentem que o turismo descontrolado está a alterar negativamente o tecido social da cidade, criando uma atmosfera de desrespeito e falta de consideração pelos moradores locais.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Para mitigar esses impactos negativos, Barcelona tem implementado medidas como a limitação de novas licenças para hotéis e alojamentos turísticos, a promoção do turismo sustentável, a diversificação de atrações e a criação de campanhas de consciencialização para os turistas. O objetivo é equilibrar os benefícios económicos do turismo com a preservação da identidade cultural e qualidade de vida dos moradores locais.<br><br>Mais links úteis:&nbsp;<br><br>https://pt.euronews.com/2017/06/28/a-incomoda-industria-do-turismo-em-barcelona<br><br>https://bdm.unb.br/bitstream/10483/26186/1/2020_IzabellaAquinoDeBastos_tcc.pdf<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.publituris.pt/2022/01/26/observatorio-do-turismo-de-barcelona-entra-na-omt-para-bem-da-sustentabilidade" />
         <pubDate>2023-05-25 14:34:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2607719928</link>
         <description><![CDATA[<div>Não encontrei referências que pudessem basear o tema. Pelo menos não referências diretas sobre. Mas falar sobre a migração e seus impactos positivos e negativos, é fator fundamental no turismo em todos as três dimenções da sustentabilidade. É assunto real e presente na rotina turistica de qualquer destino do mundo.<br><br>Mas para efeito desta atividade focarei na dimenção Sociocultural e também na migração por escolha, não naquela compulsória, por guerras ou questões sociais.<br><br>Eu sou imigrante. Cheguei do Brasil em outubro passado. Me orgulho e sou feliz de ter escolhido Portugal. Vim planejado, com organização financeira, com o objetivo de somar a este lindo pais, e não somente sugar o que ele me puder proporcionar e talvez até retornar ao Brasil com menos que cheguei, como muitos estão fazendo.<br><br>Mas o que isso tem a ver com o turismo?<br><br>Imigrante é mão de obra barata. Imigrante, necessita de morar. Imigrante precisa comer, precisa se adaptar, precisa de regramento para estar onde escolheu. &nbsp;<br><br>Tenho acompanhado deste muito antes de minha chegada a Portugal, o problema da mão de obra escassa, onde portugueses jovens emigram em busca de melhores oportunidades em paises mais desenvolvidos economicamente como França, Luxemburgo, Suíça, Canadá, onde serão cozinheiros, empregados de mesa, trabalharão com limpeza ou na construção civil e com isso abrem espaço para uma orda de vagas sem profissionais qualificados e que acendem o fogo migratório de outros por vidas melhores.&nbsp;<br><br>O setor do turismo é motor de propulsão para a migração trazendo impactos socioculturais que são dificeis de controlar. Imigrantes por estarem em faze de adaptação, são, como já mencinado, mão de obra barata muitas vezes sem qualificação e na grande maioria das vezes sem vontade estar nessa profissão, de aprender e se desenvolver.&nbsp;<br><br>Sabemos que o setor implica horas e horas extras, trabalho aos domingos, e serviços pesados como o de cozinha por exemplo. Fator agravado pela ganância de alguns empresários que insistem em contratar de forma ilegal ou se aproveitarem da necessidade do imigrande em se adaptar.&nbsp;<br><br>Ao mesmo tempo, o imigrante trás questões e costumes que não a auxiliam em nada o desenvolvimento do pais que escolherem.. Vide o processo de financiamento dos bancos portugueses que ficou mais burocrático e dificil dada a inadimplesncia de imigrados que aqui chegam e não pagam as dividas que fazem.&nbsp;<br><br>Para não alongar muito, digo que o imigrante, traz com ele benefícios como ser a mão de obra necessária em muitos setores, mas traz consigo também maleficios, que precisam ser olhados de forma coerente e focada pelo poder público, visto que são um grande braço motor, principalmente do setor turístico.<br><br>Phillipe Felicidade<br><br>https://eurocid.mne.gov.pt/artigos/imigracao-e-emigracao-em-portugal<br><br>https://journals.openedition.org/lerhistoria/1979<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://eurocid.mne.gov.pt/artigos/imigracao-e-emigracao-em-portugal" />
         <pubDate>2023-05-29 08:49:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Destino sustentável: ecoturismo em Troia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2618649921</link>
         <description><![CDATA[<div>Os destinos sustentáveis pressupõem-se que são destinos cuidados e preservados, ligados ao ambiente, à sustentabilidade ou área. Um dos muitos exemplos em Portugal, é o caso do grupo Pestana que aliou a hotelaria ao ecoturismo. Ou seja, alojou-se numa zona sensivel em Troia, construi os seus alojamentos num ambito de ecoambiental e turistico.&nbsp;<br>Uma das vantagens foi preservar e conservar o ambiente existente, não danificando o seu meio, por exemplo na construção de passadiços impermeáveis, pelo contrário são todos permeáveis para não danificar as plantas autoctones, criou os 10 mandamentos que não são mais que regras de bom senso, para preservar o que existe, que todos que ali habitam ou permanecem, respeitam a conduta.<br>Uma das vantagens, entre outras, tem haver com a legislação nacional não acompanhar as necessidades do ambiente e local a preservar. Levando a uma prevaricação dos infratores com ilegalidades e destruição do meio.<br><br>Teresa da Luisa</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/dQUbf3SFfeE" />
         <pubDate>2023-06-08 22:18:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O futuro das aldeias de xisto, preservação da memória</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2618654521</link>
         <description><![CDATA[<div>A associação das aldeias de xisto, em concreto ADXTUR – Agência para o Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto foi criada alguns anos atrás com o intuito e missão de "procura inverter um ciclo vicioso de declínio económico e social no seu território de missão, que se inclui entre aqueles que maiores dificuldades enfrentam no contexto europeu". Ou seja, através de apoios do fundo social europeu pretendem fomentar o desenvolvimento local de forma sustentável&nbsp; preservando a raíz das aldeias, caraterizado pelas casas de xisto. Tendo como vantagens a criação de emprego local, através de alojamento, comércio (cafés, restaurante, mercearia), para que permanece jovens e não se torne tão envelhecida a população ou se desertifique.<br><br>Muitos são os beneficios para o beneficio deste projeto que agrega mais:<br>- 5.000 km2 território<strong><br></strong>- 27 aldeias<br>- 4 unidades territoriais<br>- 4 áreas classificadas<br><br>As desvantagens pode ser a nivel politico, a falta de sensibilidade cultural e patrimonial dos politicos camarários em preservar e conservar desde raíz as aldeias. Ou seja, deixando por diferentes razões, construir casas não xistosas por exemplo, ou infraestruturas que descarateriza o ambiente local e social da comunidade. Em favor, monetário de alguns empresários!</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.aldeiasdoxisto.pt/pt/" />
         <pubDate>2023-06-08 22:32:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Preservação da cortiça e montado português, em vias de extinção?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/centrodecompetencias/f8hmzp53rhs8u4um/wish/2618659634</link>
         <description><![CDATA[<div>Todos nós sabemos que o sobreiro é uma árvore nacional protegida desde 2011. Por isso, todos os envolvidos e interessados no montado e na cortiça resolveram-se juntar e desenvolver um projeto que se baseio na construção de um observatório do sobreiro e da cortiça.<br>Este observatório juntamento com algumas empresas do setor, exemplo da empresa Amorim corticeira, pagam a investigadores e professores catedráticos que estudem sobre o montado alentejano e o sobreiro em geral. Portugal é o maior país&nbsp; e responsável por mais de 50% da cortiça transformação no mundo. Logo , temos a obrigação social, moral e ambiental de preservar este tesouro. está a ser feito porque os donos de sobreiro veem a rentabilidade economica da cortiça, bem como preservar o sobreiro passa de geração em geração mas, também é uma árvore que não dá só cortiça como o seu fruto pode servir de alimento às várias espécies animais e ao Homem, a bolota triturada serve para fabricar pão ou bolos e está estudada e analisada&nbsp; que é isenta de glúten. Logo, assim, a preservação do sobreiro tem tudo para ser preservado e conservado.<br><br>Mas não existem só vantagens, as desvantagens também existem, como por exemplo, abater ser sobreiros sem autorização ICNF para construção de uma estrada ou um aldeamento pode acontecer. Os interesses gerais (população) e de alguns politicos e empresários valam mais alto em desfavor do ambiente e do ecossistema que o montado possui. Outro exemplo, problemas de saúde, relativo à destruição do montado e a substituição por monoculturas de espécies não nativas pode aumentar o risco de incêndios florestais e afetar a qualidade do ar e da água. Isso pode ter consequências negativas para a saúde pública.<br><br>Por isso, a preservação e conservação através de estudos sistemáticos, aculturar as comunidades e empresários para os benefícios para um bem comum, é um trabalho contínuo.<br><br>Link para consulta Quercus: <a href="https://quercus.pt/2021/03/08/a-importancia-dos-montados-de-sobro-em-portugal/">A Importância dos Montados de Sobro em Portugal – Quercus</a><br><br><br>Teresa da Luisa</div>]]></description>
         <enclosure url="https://montadodesobroecortica.pt/visitar/observatorio-do-sobreiro-e-da-cortica/" />
         <pubDate>2023-06-08 22:47:15 UTC</pubDate>
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