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      <title> Grupo 3: Ser criança na Grécia Antiga by Tamara Silva Medeiros</title>
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      <description>Grupo 3: Carlos Roberto, Lívia Celita, Maria Clara Dantas, Maria Vitória Bruna e Tamara Silva </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-29 18:41:33 UTC</pubDate>
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         <title>Em Esparta, ainda no nascimento de um menino, era decidido se ele iria viver ou não.</title>
         <author>tamaramedeiros</author>
         <link>https://padlet.com/tamaramedeiros/f7kuaylnxvvfpsrz/wish/1779086055</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A educação na sociedade espartana era voltada para as virtudes guerreiras. E sendo assim, o primeiro critério de seleção para os futuros guerreiros era no seu nascimento, onde o Conselho dos Anciões da Cidade-Estado decidia se o bebê poderia dar continuidade a sua vida ou não, caso fosse considerado inadequado para a vida militar.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 18:49:56 UTC</pubDate>
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         <title>Atenas e Esparta, opostos em Educação.</title>
         <author>tamaramedeiros</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Enquanto em Atenas a educação acontecia no seio da família e nas escolas, com o objetivo de formar as crianças para serem futuros governantes, e transmitir a elas o amor à pátria, às instituições e aos deuses, em Esparta, os meninos eram retirados de suas famílias dos sete aos vinte anos de idade e levados para escolas-ginásios onde teriam uma educação militar, que defendia a obtenção da força e da coragem, considerando a alfabetização desnecessária.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 18:53:35 UTC</pubDate>
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         <title>Descoberta de 450 bebês em um poço de Atenas evidencia concepção da infância na Grécia Antiga</title>
         <author>mariadamasceno2</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://oglobo.globo.com/brasil/historia/descoberta-de-450-bebes-em-um-poco-de-atenas-evidencia-concepcao-da-infancia-na-grecia-antiga-16503923</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 10:40:56 UTC</pubDate>
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         <title> A criança vítima da violência dos adultos</title>
         <author>mariadamasceno2</author>
         <link>https://padlet.com/tamaramedeiros/f7kuaylnxvvfpsrz/wish/1780949488</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Numa investigação centrada no estudo da relação entre violência e infância no mundo grego constata-se de imediato que a violência cometida contra crianças – sejam elas divinas, heróicas ou humanas – está amplamente representada na mitologia, na literatura e na arte, pelo menos desde os primórdios da Época Arcaica.<br>Disponível em: FERREIRA, Luísa de Nazaré. Violência e infância na Grécia antiga: três aspectos de uma problemática. <strong>Parte: http://hdl. handle. net/10316.2/36605</strong>, 2015.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 10:45:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariadamasceno2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-30 10:47:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariaclaaradaantas</author>
         <link>https://padlet.com/tamaramedeiros/f7kuaylnxvvfpsrz/wish/1784787144</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Na Grécia, os recém-nascidos eram lavados, com água, vinho ou outro líquido e, em alguns lugares, se fosse menino pendurava-se um ramo de<br>oliveira, se menina, uma fita de lã. Os meninos eram apresentados à frátria (o<br>conjunto de todos os familiares). Por ocasião dos nascimentos, as famílias<br>abastadas faziam festas, as pobres contentavam-se apenas em dar nome à<br>criança, sempre segundo a fórmula "fulano, filho de cicrano": "Mégacles, filho<br>de Hipócrates". <br><strong>FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. Contexto, 2001.</strong></li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-01 17:29:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mariaclaaradaantas</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-01 17:30:49 UTC</pubDate>
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         <title>Crianças de Esparta</title>
         <author>mariaclaaradaantas</author>
         <link>https://padlet.com/tamaramedeiros/f7kuaylnxvvfpsrz/wish/1784792159</link>
         <description><![CDATA[<div><em>"De todo modo, é sabido que em Esparta crianças portadoras de deficiências físicas ou mentais eram consideradas sub-humanas, o que legitimava sua eliminação ou abandono, prática perfeitamente coerente com os ideais atléticos e clássicos, além de classistas, que serviam de base à organização sócio-cultural de Esparta e da Magna Grécia"</em> <strong>(Pessotti, 1984, p. 3).</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-01 17:32:15 UTC</pubDate>
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         <title>Demais referências:</title>
         <author>mariaclaaradaantas</author>
         <link>https://padlet.com/tamaramedeiros/f7kuaylnxvvfpsrz/wish/1785095767</link>
         <description><![CDATA[<div>COSTA, Leila Pessôa da; SANTA BÁRBARA, Rubiana Brasílio. A educação da criança na idade antiga e média. <strong>VII Jornada de Estudos Antigos e Medievais, VI Ciclo de Estudos Antigos e Medievais do PR e SC. <br>Disponível em: http://www. ppe. uem. br/jeam/anais/2008/pdf/c008. pdf. Acesso em</strong>, v. 20, 2008.<br>PINTO, Tales dos Santos. "As crianças de Esparta e o militarismo"; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/guerras/as-criancas-esparta-militarismo.htm. Acesso em 20 de Setembro de 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-01 20:44:24 UTC</pubDate>
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