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      <title>Trabalho de Português by </title>
      <link>https://padlet.com/jgcerqueiraa/f7juximio5kz</link>
      <description>Equipe:
João Cerqueira n°23  /2°ano E/
Arthur Carvalho n°5 /2°ano E/
Kevin Rigaud n°27  /2°ano E/
Henrique Senna n°17 /2°ano E/
Albert Gomes n°1 /2°ano E/
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-05-04 21:14:12 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2019-05-06 19:20:49 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Resenha Crítica</title>
         <author>jgcerqueiraa</author>
         <link>https://padlet.com/jgcerqueiraa/f7juximio5kz/wish/356937341</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto “As Comedoras de Batatas” é um poema produzido pela escritora Rita Santana na obra “Cortesanias” e que foi trazido,também, para o livro “Mulheres poetas e Baianas”. Ele é dividido em 5 estrofes e tem como eixo temático a reflexão acerca dos problemas enfrentados pela comunidade afrodescendente na atualidade. Na primeira estrofe, o eu-lírico aponta a desunião dos grupos étnicos brasileiros bem como expõe suas desigualdades. Na segunda, ele ressalta a distorção da realidade feita pelos veículos de comunicação os quais tendem a omitir atitudes abomináveis das elites brasileiras e enaltecer os problemas vividos pelas classes populares. Nas últimas três estrofes, o eu-lírico enfatiza a luta diária da população negra contra o preconceito, a busca por reconhecimento e, ainda, ilustra um futuro esperançoso, porém dificilmente atingível, para este grupo étnico. Nesse sentido, percebe-se que o poema apresenta um entendimento amplo acerca das constantes lutas das minorias sociais brasileiras, utilizando intertextualidades com obras de artistas famosos, como os quadros “Comedores de Batatas”, “Girassóis” e “Noite estrelada” de Vincent Van Gogh, para construir um eixo temático sólido marcado por alegorias que evidenciam o sofrimento das classes populares no Brasil. Ademais, o texto reforça a busca pelo reconhecimento social dessas minorias criticando fortemente a imagem idealizada da sociedade brasileira a qual aparenta ser harmônica, porém encontra-se mergulhada em uma crise de valores morais fundada, principalmente, na desigualdade e na falta de consciência coletiva. Diante do exposto, pode-se concluir, portanto, que o poema é um instrumento imprescindível para a compreensão das mazelas sociais brasileiras as quais ainda, lamentavelmente, mostram-se presentes em nosso contexto sociopolítico. Por isso, essa obra é recomendada a todos àqueles que buscam uma análise crítica e poética acerca de nossa sociedade.<br><br>Henrique Senna n°17/ 2°E<br>Arthur Carvalho n°5/ 2°E<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-05 14:41:20 UTC</pubDate>
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         <title>Texto não-literário</title>
         <author>jgcerqueiraa</author>
         <link>https://padlet.com/jgcerqueiraa/f7juximio5kz/wish/356996073</link>
         <description><![CDATA[<div>Jovens negros são as principais vítimas da violência e têm 2,5 vezes mais chances de serem assassinados no Brasil do que jovens brancos, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (7) pela Secretaria Nacional de Juventude da Presidência da República, em Brasília.</div><div>Os dados fazem parte do Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade Racial 2014, elaborado em parceria da secretaria, Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Ministério da Justiça e o escritório da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) no Brasil. Os dados utilizados são de 2012.</div><div>De acordo com o levantamento, em todos os estados brasileiros, exceto o Paraná, os negros, que incluem pretos e pardos, com idade de 12 a 29 anos, correm mais risco de exposição à violência, ou seja, estão mais vulneráveis que os brancos (que incluem brancos e amarelos), na mesma faixa etária.<br><br>Fonte:<a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/05/jovem-negro-tem-25-vezes-mais-chance-de-ser-morto-diz-relatorio.html">http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/05/jovem-negro-tem-25-vezes-mais-chance-de-ser-morto-diz-relatorio.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-05 22:58:21 UTC</pubDate>
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         <title>Texto literário</title>
         <author>jgcerqueiraa</author>
         <link>https://padlet.com/jgcerqueiraa/f7juximio5kz/wish/356997905</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-05-05 23:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>Releitura artística</title>
         <author>jgcerqueiraa</author>
         <link>https://padlet.com/jgcerqueiraa/f7juximio5kz/wish/357006118</link>
         <description><![CDATA[<div> Há duas coisas infinitas: o universo e a tolice do homem. à medida que paro para refletir sobre nosso universo em expansão, com suas galáxias mergulhadas no tecido tetradimensional do espaço-tempo sempre se esticando para longe uma das outras, eu me esqueço que mesmo quando os chicotes pararam de açoitar, o sangue preto cessou de jorrar e a escravidão, finalmente, abolida no Brasil, eles ainda são linchados nas esquinas da nossa pátria amada e nos quartos de despejos milhões vivem um novo tipo de escravatura: A FOME. Quando paro para refletir que inicialmente um ponto extremamente denso de energia, deu origem a tudo que conhecemos ( e desconhecemos) hoje, esqueço-me que em todo sonho tenso do meu país, Marielle foi ASSASSINADA, mulheres são ESTUPRADAS, índios são EXTERMINADOS e LGBTs são TORTURADOS, eliminando as marcas do seu avanços. Quando paro para refletir que existem mais estrelas do que grãos de areia em qualquer praia ou segundos que se passaram desde que a Terra foi formada, eu me esqueço que pessoas matam e são mortas em nome das suas religiões e/ou matam em nome das suas necessidades. Eventualmente me esqueço desse caos terráqueo porque por maior que o universo seja, em nossos corações, em nossas mentes e em nossos algoritmos, o universo é ainda maior. <br><br>Albert Gomes-2E</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-06 00:18:56 UTC</pubDate>
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