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      <title>Principais ideias/conceitos do texto by Carlos Henrique</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-13 13:06:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carloshenriquebio18</author>
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         <description><![CDATA[<p>Seção 01: Introdução</p><p>Discute a natureza e a relevância dos conceito de professor pesquisador e professor reflexivo em relação ao trabalho docente. O professor pesquisador é destacado como profissional que se dedica a investigar e refletir sobre sua prática buscando aprimorar sua atuação e qualidade do ensino.</p><p><br/></p><p>Seção 02: Movimento de professores</p><p>A ideia de professor pesquisador emerge na década de 60 na Inglaterra com a ideia de fomentar o currículo e uma mudança pedagógica.</p><p>Conceito de currículo mais humanista; </p><p>Currículo como um conjunto de procedimento hipotéticos a serem experimentados com base na reflexão de ideias postas em ação (Pereira, 1998).</p><p>Professor como artista que busca as melhores maneiras de atingir os estudantes no processo de aprendizagem.</p><p><br/></p><p>Seção 03: Brasil: movimento de professores para além da Inglaterra</p><p> Pesquisa-ação  - estratégia que envolve professores e estudantes para criar novas possibilidades de ensino e aprendizagem.</p><p><br/></p><p>Seção 04: professor reflexivo, natureza e problemática para o Brasil</p><p>Formação profissional deve levar em conta os saberes constituídos na ação (conhecimento na ação)</p><p><br/></p><p>Seção 05: Professor pesquisador, professor reflexivo ou o que?</p><p>A produção do conhecimento educacional deve envolver professores e pesquisadores comprometidos com a compreensão dos fenômenos educativos, visando ao aprendizado e à formação humana dos alunos. É essencial considerar a interculturalidade e a pluralidade como aspectos intrínsecos da sociedade e do desenvolvimento dos sujeitos. Além disso, a reflexão deve ser vista como um processo contínuo, individual e coletivo, que busca compreender as dimensões sociais, psicológicas, afetivas, políticas e educacionais da realidade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 18:33:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carloshenriquebio18</author>
         <link>https://padlet.com/carloshenriquebio18/f7ij3p6igl2236ei/wish/3311508045</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu ponto de vista (eu acredito que...)</p><p><br/></p><p>Seção 01:</p><p>Acreditamos que para o processo de pesquisa-ação acontecer também é necessário o ter condições humanas e estruturais para isso.</p><p><br/></p><p>Seção 02:</p><p>Acreditamos que a partir da pesquisa-ação é possível lançar mão de estratégias para o fortalecimento das aprendizagens. </p><p><br/></p><p>Seção 03:</p><p>Acreditamos que a partir da pesquisa-ação é possível fortalecer a formação continuada.</p><p><br/></p><p>Seção 04: </p><p>Acreditamos que deve existir uma relação direta entre teoria e prática.</p><p><br/></p><p>Seção 05:</p><p>Compreendemos que o processo de pesquisa-ação deve ser contínuo, individual, coletivo e plural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 18:49:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leandrocsales</author>
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         <description><![CDATA[<p>Principais Ideias do Texto:</p><p>Seção 01: Apresenta os conceitos de professor pesquisador e professor reflexivo e como foram apropriados na educação. Discute os desafios e críticas a esses conceitos. Propõe uma (re)configuração do conceito de professor pesquisador considerando sua origem e aplicação prática.</p><p><br/></p><p>Seção 02: O conceito de professor pesquisador surgiu na Inglaterra nos anos 1960, relacionado à reforma curricular das secondary modern schools. A pesquisa-ação emergiu desse contexto para investigar e aprimorar a prática docente. Stenhouse argumenta que o currículo deve ser um processo investigativo.</p><p><br/></p><p>Seção 03: No Brasil, professores contestaram a falta de diálogo entre teoria e prática e criaram um movimento semelhante à pesquisa-ação. No Rio de Janeiro, professores começaram a exigir que a pesquisa acadêmica atendesse às necessidades reais do ensino.</p><p><br/></p><p>Seção 04: Donald Schön (1983) propôs o conceito de profissional reflexivo, primeiro aplicado à engenharia e arquitetura, depois à formação docente. O conceito foi adotado no Brasil sem mudanças estruturais no ensino, sendo criticado por responsabilizar individualmente o professor pelo desempenho educacional.</p><p><br/></p><p>Seção 05: Os conceitos de professor pesquisador e reflexivo têm origens diferentes, mas foram mesclados no Brasil. O professor pesquisador surgiu de um movimento docente, enquanto o professor reflexivo foi um conceito acadêmico aplicado à educação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-14 11:24:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>leandrocsales</author>
         <link>https://padlet.com/carloshenriquebio18/f7ij3p6igl2236ei/wish/3328791445</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu ponto de vista (eu acredito que...)</p><p><br/></p><p>Seção 01: A pesquisa sobre professor pesquisador e reflexivo deve ser analisada à luz da prática docente real, evitando abordagens descoladas da realidade.</p><p><br/></p><p>Seção 02: O conceito de professor pesquisador tem grande potencial para o ensino de matemática, especialmente quando aliado a estratégias investigativas e reflexivas. A Sequência Fedathi, por exemplo, incorpora uma abordagem investigativa, estimulando o professor a pesquisar a própria prática e os processos de aprendizagem dos alunos.</p><p><br/></p><p>Seção 03: O movimento de professores no Brasil destaca a necessidade de aproximação entre teoria e prática. Esse mesmo desafio ocorre com abordagens como a avaliação formativa, que precisa ser mais bem compreendida e, consequentemente, melhor aplicada nas escolas. A pesquisa-ação pode integrar a formação inicial e continuada dos professores, tornando a pesquisa um instrumento real de transformação da prática docente.</p><p><br/></p><p>Seção 04: A reflexão sobre a prática docente é essencial, mas no Brasil foi usada para transferir a responsabilidade exclusivamente ao professor, sem suporte institucional. </p><p><br/></p><p>Seção 05: A fusão dos conceitos tornou a abordagem genérica e muitas vezes ineficaz. É necessário resgatar a essência do professor pesquisador, conectando-o à formação prática e contínua. A avaliação formativa e a pesquisa na prática docente devem caminhar juntas, garantindo que professores investiguem, experimentem e aprimorem estratégias de ensino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-14 11:31:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Principais ideias / conceitos do texto</p><p>Nesse momento o texto apresenta a temática do professor reflexivo e o professor pesquisador e onde pode-se conhecer seus limites, desafios e perspectivas na educação brasileira, isso referenciado os trabalhos de &nbsp;Stenhouse (1975, 1981) e Schön (1983, 1992). A partir disso foram lançados alguns questionamentos sobre essa temática, para um estudo da natureza do conceito “professor reflexivo” e “professor pesquisador” possibilitando um estudo teórico-conceitual. (re)configurando o conceito de professor pesquisador, o texto fala que estão inseridos o público a qual s destina as práticas escolares, considerando-se pontos como construção sociocultural, interculturalidade e demanda de inclusão.</p><p>Seção 02</p><p>Este tópico se inicia explicando que a origem do conceito de professor pesquisador se deu com um movimento de professores em um processo de reforma do currículo das secondary modern schools. Tal movimento objetivava que todos os alunos, em especial os que apresentavam mais dificuldades, pudessem experimentar uma educação básica de qualidade. Levando-se em consideração o cotidiano dos alunos, surgiram reformas inovadoras reorganizando os conteúdos escolares, que ganharam viés interdisciplinar por serem tratados por professores de diversas áreas, no intuito de atrair o interesse dos alunos mostrando a importância em suas vidas. Lawrence Stenhouse realiza uma organização “o plano curricular surgido de forma embrionária nos movimentos das secondary modern schools” , defendendo a importância do currículo como agente de meio e processo em que as ideias educativas desenvolve-se e comprovam-se. Com isso o professor pesquisador desempenha um papel indispensável na busca de diferentes metodologias que chegassem aos estudantes da melhor forma em um processo de ensino aprendizagem. Das várias possibilidade de conceituação do termo pesquisa-ação, uma considera como uma estratégia que engloba os professores e pesquisadores que tem como objetivo comum oferecer varias possibilidades para o ensino e aprendizagem dos estudantes. Ao final dessa seção, o texto nos fala das dificuldades de se “encontrar” o professor pesquisador nas escolas e sala de aula, mas que isso seria possível se buscassem movimentos que priorizassem o aprendizado discente.</p><p>Seção 03</p><p>Em termos brasileiros, a origem da pesquisa-ação, surgiu no Rio de Janeiro em um momento de descontentamento por parte dos professores que estavam sendo alvos de críticas devido ao fracasso escolar dos alunos nas últimas décadas do século passado, pois existia uma miríade entre a teoria da academia e o cotidiano escolar. Neste contexto surgiu-se o Curso de Preparação do Magistério (CPM), que tratava-se de uma formação superior em que a habilitação do magistério tenha sido responsabilidade da Escola Normal de Ensino Médio. Os docentes do COM que eram providos de experiencia em sala de aula, questionavam algumas teorias implantadas pelos especialistas. De acordo com esse panorama, nasceu o movimento da ação-pesquisa-ação , atribuindo um valor acadêmico ao discente-docente. Isso ocasionou uma reflexão da academia, reconhecendo algumas fragilidades, gerando uma maior sensibilidade dos especialistas que produziam conhecimentos na educação após uma demanda dos professores.</p><p>Seção 04</p><p>Este tópico inicia uma discussão a partir da obra The reflective practitioner, em que considera-se que a formação profissional deve considerar os saberes que são construídos durante a ação, isto é, um conhecimento tácito que no professor são os hábitos. Mas durante o cotidiano vivenciado pelo docente, algumas demandas exigem certa expertise para suas resoluções. O artigo “Formar professores como profissionais reflexivos” mostra como o autor transpõe os conceitos do trabalho The reflective practitioner para a formação de professores, surgindo a ideia do professor reflexivo. No Brasil, ocorreu uma tomada desse conceito de forma que serviria de embasamento para as reformas educacionais onde o foco se deu na formação e prática docente. Com isso o professor reflexivo teria a capacidade de enfrentar diferentes situações-problemas durante o desenvolvimento do seu trabalho. O conceito de Professor Reflexivo encontra-se nas Diretrizes Curriculares para a Formação de professores da Educação Básica, e nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Docentes da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, em nível médio. Arce ressalta que uma formação do professor como um ser reflexivo deve ser bem analisada para que suas premissas fiquem claras.</p><p>Seção 05</p><p>O surgimento dos conceitos de professor pesquisador e professor reflexivo, surgiram para resolução de problemáticas diferentes no contexto educacional, e suas origens, também, são bem distintas. Neste momento o texto remete que a pesquisa-ação surgiu com professores ingleses com a demanda de adaptação do currículo escolar de forma a atender os conteúdos escolares com o cotidiano dos alunos. Entender os conceitos de professor-pesquisador e professor reflexivo de forma plural, pode ter contribuído para a ideia do professor como produtor de conhecimento, mas para o início dos movimentos de pesquisa-ação foi muito pouco válido. A prática do professor engloba a formação dos mais diferentes sujeitos sociais, com isso manter uma teoria que se desenvolva no campo da educação é, no mínimo, desafiador, como é o caso do conceito de professor reflexivo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-14 11:40:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Concepções pessoais </p><p>Seção 01</p><p>Considero os conceitos de professor pesquisador e professor reflexivos complementares e “faces de uma mesma moeda”. Um professor pesquisador que objetiva melhores metodologias para que um processo de ensino-aprendizagem aconteça atendendo os anseios dos estudantes, deve estar em constante reflexão em sua prática, pois considero o processo educacional uma realidade dinâmica. </p><p>Seção 02</p><p>Uma boa formação docente está em consonância com um currículo que se adeque a realidade escolar vigente, e tomando como referencia o atual contexto social, onde as tecnologias estão presentes em todos os campos da sociedade, em especial na educação, a realidade do estudante, dentro e fora de sala, deve ser levada em conta para a construção curricular</p><p>Seção 03</p><p>Corroboro com este tópico do texto, pelo motivo de que muitas vezes me vi aflito pelo distanciamento das teorias que a academia impunha e a realidade escolar a qual eu me encontrava. Por muitas vezes escutava, incrédulo, os discursos de profissionais sobre temas educacionais, em que estes não detinham nenhuma experiência de sala de aula. Por muitas vezes me sentia desmotivado e não conjugava do que escutava nesses momentos formativos.</p><p>Seção 04</p><p>Sinto que um professor pesquisador que forma professores, deve escutar sempre seus anseios refletindo de maneira a atender a demanda destes docentes em formação, seja inicial ou continuada, pois uma boa formação acarretará em estudante motivados que possam vislumbrar significados naquilo que está aprendendo com suas vidas pessoais.</p><p>Seção 05 </p><p>Durante uma formação docente, é importante que o professor formador possa entender o contexto social o qual o docente em formação está imerso, pois cada profissional da educação é um universo de variáveis, alguns mais complexos que outros. E isso retoma a questão do professor reflexivo, pois a partir destas reflexões é que podem surgir as melhores atitudes do pesquisador para o seu público.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-14 11:42:51 UTC</pubDate>
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         <author>filipe_carvalho</author>
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         <description><![CDATA[<p>Representação do tema por outros autores...</p><p>&nbsp;</p><p>Para José Carlos Libâneo (1994), e “o papel do professor como pesquisador é essencial para a renovação e crítica do ensino, não apenas como transmissor de conteúdo, mas como gerador de novos saberes que afetam diretamente a prática pedagógica.”</p><p>Nessa mesma perspectiva, Tardif (2002) argumenta que “o professor pesquisador é aquele que é capaz de analisar criticamente a sua própria prática pedagógica e os contextos nos quais ela se insere, propondo alternativas para que o ensino gere potencialmente aprendizagens...</p><p>Nesse sentido, a formação de professores tem incorporado a vertente das epistemologias da prática, destacando conceitos como professor reflexivo e professor investigador. Essa abordagem promove estudos sobre o professor aprendente, visando investigar o docente como sujeito epistêmico, que ajusta seus conhecimentos diante dos desafios profissionais da prática. Maria Isabel da Cunha (2013).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-14 13:45:12 UTC</pubDate>
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