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      <title>Atividade  by daniel cavalcante</title>
      <link>https://padlet.com/cavalcante_daniel95/f71pu2pznqje</link>
      <description>Feito com uma mente aberta</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-12-06 19:19:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2017-12-11 12:09:48 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Doenças Infecciosas </title>
         <author>cavalcante_daniel95</author>
         <link>https://padlet.com/cavalcante_daniel95/f71pu2pznqje/wish/214452504</link>
         <description><![CDATA[<div>CONCEITO E CARACTERÍSTICAS&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>- DOENÇAS INFECCIOSAS:</div><div>&nbsp;</div><div>É causada por um agente infeccioso e ocorre pela transmissão deste agente ou dos seus produtos de uma pessoa, animal ou reservatório infectado para um hospedeiro susceptível. Sendo assim é caracterizado pelos sinais, sintomas e alterações fisiológicas, bioquímicas e histopatológicas decorrentes das lesões causadas pelo agente infeccioso.&nbsp; A pessoa pode ter sintomas como:&nbsp; Febre, cefaleia, adinamia (grande fraqueza muscular), cansaço, sensação de mal-estar indefinido, sonolência, corrimento nasal, lacrimejamento, dor de garganta, tosse entre outras. Essas doenças podem ser transmitidas através de <strong>água e alimentos, ferimentos animais, insetos e carrapatos, via respiratória e via sexual.</strong></div><div>&nbsp;</div><div>-DOENÇAS NÃO INFECCIOSAS:</div><div>As doenças não contagiosas são aquelas que não podem ser transmitidas para outras pessoas, em outras palavras, são doenças não-infecciosas, mas sim doenças crônicas. Algumas doenças não infecciosas são hereditárias sendo passadas de pais para filhos. Elas acontecem quando há um problema em um ou mais genes.</div><div>Exemplo: Diabetes, Colesterol e Doenças Cardíacas.</div><div>&nbsp;</div><div>- TODA DOENÇA CONTAGIOSA É INFECCIOSA?</div><div>Sim, pois toda doença que é considerada contagiosa, ela apresenta um risco, com certeza por ser transmissível, ou seja, haver penetração de um agente infeccioso.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>-TODA DOENÇA INFECCIOSA É CONTAGIOSA? JUSTIFIQUE.</div><div>Não, pois as doenças infecciosas significam que certamente você contraiu algum vírus, porém não quer dizer que ela é contagiosa. Como por exemplo uma gripe (influenza) simples, que é uma doença viral.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>-DOENÇAS INFECCIOSAS:</div><div>&nbsp;</div><div>MALÁRIA</div><div>&nbsp;</div><div>AGENTE TRANSMISSOR: Protozoários do gênero <em>Plasmodium</em>, transmitida por mosquitos <em>Anopheles .</em></div><div>CICLO DE VIDA DO PATÓGENO: Um mosquito não infectado pica uma pessoa infectada. Ao se alimentar do sangue dessa pessoa, ele é infectado pelos protozoários presentes na corrente sanguínea; Ao picar outra pessoa para se alimentar, o mosquito libera uma pequena quantidade dos microrganismos na corrente sanguínea do indivíduo; Os parasitas viajam até o fígado, onde ficam alojados por um tempo até alcançar a maturação — isso pode levar dias, semanas e até mesmo anos, dependendo da espécie do parasita; Quando estão maduros, os parasitas migram para a corrente sanguínea, usando principalmente os glóbulos vermelhos para sua reprodução, que se dá de forma intensa e veloz. Essa multiplicação resulta na destruição dessas células, provocando os sintomas da doença; Nessa hora, se um mosquito não infectado pica o enfermo, ele adquire os parasitas para si, por consumir o sangue cheio de protozoários da vítima. Assim, o ciclo reinicia.</div><div>PREVALÊNCIA NO BRASIL: No Brasil o maior índice dessas doenças são os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, oeste do Maranhão, noroeste do Tocantins e norte do Mato Grosso. No entanto, há registros também ao longo da Mata Atlântica na região sudeste e no Vale do Rio Paraná.</div><div>ÁREAS ENDÊMICAS: São 88 países onde há endemia da doença, sendo que a maior parte se concentra perto do Equador, sendo classificados como países tropicais. Os países africanos abaixo do deserto do Saara são os mais afetados e também onde há o maior número de mortes.</div><div>PREVENÇÃO: A prevenção consiste em evitar picadas do mosquito, fazendo o uso de repelentes, calças e camisas de manga longa, principalmente no período de fim da tarde e início da noite. Evitar o acúmulo de água parada a fim de impedir a ovoposição e nascimento de novos mosquitos é outra forma de evitar a malária.</div><div>&nbsp;</div><div>DIAGNÓSTICO: Os sintomas da malária costumam aparecer entre 1 e 2 semanas após a infecção, pois o protozoário precisa amadurecer no fígado antes de ser liberado na corrente sanguínea. Seus sintomas costumam ser: Dor de cabeça; Febre; Calafrios e ataques de tremedeira; Dores articulares; Náusea e vômito; Suor intenso; Dor abdominal; Diarreia; Falta de apetite; Tonteira e Fadiga. O diagnóstico deve ser feito por um infectologista no qual ele irá detectar microrganismos causadores da malária; identificar o protozoário específico que infectou o paciente; verificar se o parasita é resistente aos medicamentos e a possibilidade de anemia e danos a outros órgãos através de exames.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>LEISHMANIOSE</div><div>&nbsp;</div><div>TEGUMENTAR:</div><div>AGENTE TRANSMISSOR: Protozoários do gênero <em>Leishmania</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div>PREVALÊNCIA NO BRASIL: Campo Grande, Campinas, São Paulo&nbsp; e Sorocaba.</div><div>&nbsp;</div><div>PREVENÇÃO:&nbsp; Lembre-se de usar produtos repelentes de insetos nos ambientes que favorecem o desenvolvimento de mosquitos vetores do protozoário; Evite a exposição nos horários em que os mosquitos estão mais ativos, ou seja, ao amanhecer e no final da tarde; Coloque mosquiteiros ao redor das camas, e telas na portas e janelas; Conserve limpos quintais e terrenos baldios próximos das casas a fim de evitar criadouros de insetos; Dê destino adequado ao lixo doméstico. Isso ajuda a manter afastados roedores que podem servir reservatório dos parasitas; Mantenha a distância de pelo menos 400 ou 500 metros entre as residências e a mata nas áreas de maior risco; Cuide da saúde do seu cão. Existem serviços veterinários públicos voltados para o atendimento dos animais domésticos de maneira geral.<br><br></div><div>DIAGNÓSTICO: O diagnóstico baseia-se no aspecto clínico das feridas e no achado dos seguintes testes laboratoriais:1) exame parasitológico direto e biopsia que determinam a presença, ou não, do parasita em amostra de tecido retirada das bordas das lesões;2) reação intradérmica de Montenegro, de caráter imunológico, que registra se a pessoa entrou em contato com a Leishmania. Resultado positivo, porém, não indica necessariamente que ela seja portadora da doença. O diagnóstico diferencial com outras doenças de pele é indispensável para a eficácia do tratamento.<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>HANSENÍASE</div><div>&nbsp;</div><div>AGENTE TRANSMISSOR: bactéria <em>Mycobacterium leprae</em>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>CICLO DE VIDA DO PATÓGENO: É uma bactéria resistente a ambientes ácidos e alcoólicos, e parasita celular obrigatório, ou seja, precisa estar dentro de uma célula para se reproduzir. A reprodução ocorre pelo processo de divisão binária e é muito lenta, durando de 12 a 14 dias. A bactéria pode ser corada pelo método de Gram. O bacilo ainda não pode ser cultivado in vitro. Para que possa ser estudado, ele é cultivado em tatus e injetado nas patas de camundongos.</div><div>&nbsp;</div><div>PREVALÊNCIA NO BRASIL: No Brasil, a Hanseníase é uma doença de notificação obrigatória e importante problema de saúde pública. A doença acometeu aproximadamente 488 mil pessoas até agosto de 2010, sendo então uma preocupação constante dos órgãos governamentais de saúde.</div><div>O Programa Nacional de Eliminação da Hanseníase do Ministério da Saúde, com a última versão implantada de 2006 e com duração de quatro anos, tem por objetivo orientar os diversos tipos de serviços de saúde nas diversas ações de promoção e educação em saúde, para tentar diminuir essa doença entre a população.</div><div>&nbsp;</div><div>PREVENÇÃO: É importante que se divulgue junto à população os sintomas da hanseníase e a existência de tratamento e cura. A prevenção da lepra baseia-se no exame dermato-neurológico e aplicação da vacina BCG em todas as pessoas que compartilham o mesmo domicílio com o portador da doença.</div><div>Pessoas com contado diário em casa com alguém com a doença, especialmente crianças, devem ser examinadas anualmente por pelo menos até cinco anos depois do último contato. Pessoas de menos de 25 anos com contado diário podem receber tratamento preventivo.</div><div>Segundo a OMS, nosso país é líder mundial em prevalência da hanseníase. Em 1991, foi assinado pelo governo brasileiro um termo de compromisso mundial, comprometendo-se a eliminar esta doença até 2010. Entretanto, a cada ano, há mais de quarenta mil novos casos tendo, entre eles, vários indivíduos em situação de deformidade irreversível.</div><div>&nbsp;</div><div>DIAGNÓSTICO: O diagnóstico da hanseníase é realizado de duas formas: clínico, em que o médico faz testes nas lesões, como o teste de sensibilidade à temperatura, com dois tubos de vidro, um com água fria e outro com água quente; e laboratorial, através de exame microscópico do tecido da pele infectado, em busca dos bacilos.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>DOENÇA DE CHAGAS</div><div>&nbsp;</div><div>AGENTE TRANSMISSOR: protozoário Trypanosoma Cruzi</div><div>&nbsp;</div><div>CICLO DE VIDA DO PATÓGENO: O barbeiro pica uma pessoa infectada com o parasita no seu intestino os parasitas se reproduzem O barbeiro deposita as fezes na pele da pessoa, que se infecta com o Trypanosoma cruzi quando se coça os parasitas invadem primeiro as células da pele e em seguida a circulação sanguínea na fase assintomática da doença, os Trypanosoma cruzi se concentram nas fibras musculares o ciclo recomeça quando a pessoa é picada de novo.</div><div>&nbsp;</div><div>PREVALÊNCIA NO BRASIL: Regiões originalmente de risco para a transmissão vetorial (AL, BA, CE, DF, GO, MA, MG, MS, MT, PB, PE, PI, PR, RN, RS, SE, SP, TO):&nbsp; vigilância epidemiológica visa detectar a presença e prevenir a formação de colônias domiciliares do vetor</div><div>&nbsp;</div><div>PREVENÇÃO: Assim, entre as principais formas de prevenção contra a doença, podemos:<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Evitar que o barbeiro forme colônias dentro das residências, nas áreas onde os insetos possam entrar nas casas voando pelas aberturas ou frestas. Para isso, faça uso de mosquiteiros ou telas metálicas.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Usar medidas de proteção individual (repelentes, roupas de mangas longas, etc) durante a realização de atividades noturnas (caçadas, pesca ou pernoite) em áreas de mata.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Seguir boas práticas de higiene e manipulação de alimentos, em especial os consumidos<em> in natura</em>.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>DIAGNÓSTICO:O exame mais comum para diagnosticar a doença é um exame de sangue (sorologia), é realizado gratuitamente pelo SUS em todos os estados nos Laboratórios Centrais de Saúde Pública. O médico especialista também poderá solicitar como testes adicionais:</div><div>&nbsp;</div><div>Eletrocardiograma: procedimento que regista a atividade elétrica do coração.</div><div>Raio X abdominal: utiliza a radiação para capturar imagens do estômago, intestinos e cólon.</div><div>Endoscopia digestiva alta: é colocado um tubo iluminado (endoscópio) no paciente e, transmitirá imagens do esôfago em uma tela.</div><div>Diagnóstico na fase aguda</div><div>&nbsp;</div><div>É realizado por meio das provas parasitológicas diretas, visualizando o parasita no sangue do paciente com suspeita da infecção diretamente no microscópio. Em vários casos, a fase aguda não é diagnosticada, pois a maioria dos indivíduos são assintomáticos ou têm sintomas inespecíficos.</div><div>&nbsp;</div><div>Com isso, esses pacientes não têm acesso aos cuidados médicos, pois não lhe são oferecidos, já que não foram diagnosticados. Outras vezes, também por causa da falta de conhecimento dos profissionais de saúde sobre a doença de Chagas.</div><div>&nbsp;</div><div>Importante: O diagnóstico não é considerado e o tratamento também não é oferecido para os casos que têm grandes chances de se curar completamente.</div><div>&nbsp;</div><div>Diagnóstico na fase crônica</div><div>&nbsp;</div><div>Investiga-se a presença indireta de anticorpos (IgG, anti-T.cruzi) no sangue do paciente, utilizando exames sorológicos, além da equipe de saúde precisar fazer de 2 a 3 exames de sangue para ter precisão no diagnóstico.</div><div>&nbsp;</div><div>O Programa Médicos Sem Fronteiras tem pressionado pelo desenvolvimento de novos testes rápidos para simplificar o diagnóstico da doença, e que possibilitem ampliar o acesso a ele já na atenção primária de saúde. &nbsp;<br><br>COMENTARIO: Com todas essas doenças podemos analisar que são vários os fatores que vem a ocasionar essas doenças, por isso o estudo da epidemiologia se faz de suma importância, para assim podermos trabalhar através do levantamento de dados e melhor planejar sua prevenção.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-08 12:09:01 UTC</pubDate>
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         <title>Doenças Infecciosas e Não Infecciosas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cavalcante_daniel95/f71pu2pznqje/wish/214968811</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Doenças Infecciosas<br></strong><br></div><div>CONCEITO E CARACTERÍSTICAS </div><div> </div><div>- DOENÇAS INFECCIOSAS:</div><div> </div><div>É causada por um agente infeccioso e ocorre pela transmissão deste agente ou dos seus produtos de uma pessoa, animal ou reservatório infectado para um hospedeiro susceptível. Sendo assim é caracterizado pelos sinais, sintomas e alterações fisiológicas, bioquímicas e histopatológicas decorrentes das lesões causadas pelo agente infeccioso.  A pessoa pode ter sintomas como:  Febre, cefaleia, adinamia (grande fraqueza muscular), cansaço, sensação de mal-estar indefinido, sonolência, corrimento nasal, lacrimejamento, dor de garganta, tosse entre outras. Essas doenças podem ser transmitidas através de <strong>água e alimentos, ferimentos animais, insetos e carrapatos, via respiratória e via sexual.</strong></div><div> </div><div>-DOENÇAS NÃO INFECCIOSAS:</div><div>As doenças não contagiosas são aquelas que não podem ser transmitidas para outras pessoas, em outras palavras, são doenças não-infecciosas, mas sim doenças crônicas. Algumas doenças não infecciosas são hereditárias sendo passadas de pais para filhos. Elas acontecem quando há um problema em um ou mais genes.</div><div>Exemplo: Diabetes, Colesterol e Doenças Cardíacas.</div><div> </div><div>- TODA DOENÇA CONTAGIOSA É INFECCIOSA?</div><div>Sim, pois toda doença que é considerada contagiosa, ela apresenta um risco, com certeza por ser transmissível, ou seja, haver penetração de um agente infeccioso. </div><div> </div><div>-TODA DOENÇA INFECCIOSA É CONTAGIOSA? JUSTIFIQUE.</div><div>Não, pois as doenças infecciosas significam que certamente você contraiu algum vírus, porém não quer dizer que ela é contagiosa. Como por exemplo uma gripe (influenza) simples, que é uma doença viral.</div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-11 11:51:25 UTC</pubDate>
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         <title>MALÁRIA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cavalcante_daniel95/f71pu2pznqje/wish/214969036</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>AGENTE TRANSMISSOR: Protozoários do gênero <em>Plasmodium</em>, transmitida por mosquitos <em>Anopheles .</em></div><div>CICLO DE VIDA DO PATÓGENO: Um mosquito não infectado pica uma pessoa infectada. Ao se alimentar do sangue dessa pessoa, ele é infectado pelos protozoários presentes na corrente sanguínea; Ao picar outra pessoa para se alimentar, o mosquito libera uma pequena quantidade dos microrganismos na corrente sanguínea do indivíduo; Os parasitas viajam até o fígado, onde ficam alojados por um tempo até alcançar a maturação — isso pode levar dias, semanas e até mesmo anos, dependendo da espécie do parasita; Quando estão maduros, os parasitas migram para a corrente sanguínea, usando principalmente os glóbulos vermelhos para sua reprodução, que se dá de forma intensa e veloz. Essa multiplicação resulta na destruição dessas células, provocando os sintomas da doença; Nessa hora, se um mosquito não infectado pica o enfermo, ele adquire os parasitas para si, por consumir o sangue cheio de protozoários da vítima. Assim, o ciclo reinicia.</div><div>PREVALÊNCIA NO BRASIL: No Brasil o maior índice dessas doenças são os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, oeste do Maranhão, noroeste do Tocantins e norte do Mato Grosso. No entanto, há registros também ao longo da Mata Atlântica na região sudeste e no Vale do Rio Paraná.</div><div>ÁREAS ENDÊMICAS: São 88 países onde há endemia da doença, sendo que a maior parte se concentra perto do Equador, sendo classificados como países tropicais. Os países africanos abaixo do deserto do Saara são os mais afetados e também onde há o maior número de mortes.</div><div>PREVENÇÃO: A prevenção consiste em evitar picadas do mosquito, fazendo o uso de repelentes, calças e camisas de manga longa, principalmente no período de fim da tarde e início da noite. Evitar o acúmulo de água parada a fim de impedir a ovoposição e nascimento de novos mosquitos é outra forma de evitar a malária.</div><div>&nbsp;</div><div>DIAGNÓSTICO: Os sintomas da malária costumam aparecer entre 1 e 2 semanas após a infecção, pois o protozoário precisa amadurecer no fígado antes de ser liberado na corrente sanguínea. Seus sintomas costumam ser: Dor de cabeça; Febre; Calafrios e ataques de tremedeira; Dores articulares; Náusea e vômito; Suor intenso; Dor abdominal; Diarreia; Falta de apetite; Tonteira e Fadiga. O diagnóstico deve ser feito por um infectologista no qual ele irá detectar microrganismos causadores da malária; identificar o protozoário específico que infectou o paciente; verificar se o parasita é resistente aos medicamentos e a possibilidade de anemia e danos a outros órgãos através de exames.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;COMENTÁRIOS: para se evitar uma proliferação da malaria é correto se evitar acumulo de águas basicamente como o combate a dengue, e fazer uso de repelente e roupas fechadas em áreas de risco.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-11 11:52:42 UTC</pubDate>
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         <title>LEISHMANIOSE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>TEGUMENTAR:</div><div>AGENTE TRANSMISSOR: Protozoários do gênero <em>Leishmania</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div>PREVALÊNCIA NO BRASIL: Campo Grande, Campinas, São Paulo&nbsp; e Sorocaba.</div><div>&nbsp;</div><div>PREVENÇÃO:&nbsp; Lembre-se de usar produtos repelentes de insetos nos ambientes que favorecem o desenvolvimento de mosquitos vetores do protozoário; Evite a exposição nos horários em que os mosquitos estão mais ativos, ou seja, ao amanhecer e no final da tarde; Coloque mosquiteiros ao redor das camas, e telas na portas e janelas; Conserve limpos quintais e terrenos baldios próximos das casas a fim de evitar criadouros de insetos; Dê destino adequado ao lixo doméstico. Isso ajuda a manter afastados roedores que podem servir reservatório dos parasitas; Mantenha a distância de pelo menos 400 ou 500 metros entre as residências e a mata nas áreas de maior risco; Cuide da saúde do seu cão. Existem serviços veterinários públicos voltados para o atendimento dos animais domésticos de maneira geral.<br><br></div><div>DIAGNÓSTICO: O diagnóstico baseia-se no aspecto clínico das feridas e no achado dos seguintes testes laboratoriais:1) exame parasitológico direto e biopsia que determinam a presença, ou não, do parasita em amostra de tecido retirada das bordas das lesões;2) reação intradérmica de Montenegro, de caráter imunológico, que registra se a pessoa entrou em contato com a Leishmania. Resultado positivo, porém, não indica necessariamente que ela seja portadora da doença. O diagnóstico diferencial com outras doenças de pele é indispensável para a eficácia do tratamento.<br><br></div><div>&nbsp;COMENTÁRIOS: Basicamente, é mais uma doença que podemos combater se tendo uma boa gestão de resíduos e limpeza de áreas comuns, isso incide direto na educação da população e serviços oferecidos pelo poder publico.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-11 11:55:26 UTC</pubDate>
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         <title>HANSENÍASE</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>AGENTE TRANSMISSOR: bactéria <em>Mycobacterium leprae</em>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>CICLO DE VIDA DO PATÓGENO: É uma bactéria resistente a ambientes ácidos e alcoólicos, e parasita celular obrigatório, ou seja, precisa estar dentro de uma célula para se reproduzir. A reprodução ocorre pelo processo de divisão binária e é muito lenta, durando de 12 a 14 dias. A bactéria pode ser corada pelo método de Gram. O bacilo ainda não pode ser cultivado in vitro. Para que possa ser estudado, ele é cultivado em tatus e injetado nas patas de camundongos.</div><div>&nbsp;</div><div>PREVALÊNCIA NO BRASIL: No Brasil, a Hanseníase é uma doença de notificação obrigatória e importante problema de saúde pública. A doença acometeu aproximadamente 488 mil pessoas até agosto de 2010, sendo então uma preocupação constante dos órgãos governamentais de saúde.</div><div>O Programa Nacional de Eliminação da Hanseníase do Ministério da Saúde, com a última versão implantada de 2006 e com duração de quatro anos, tem por objetivo orientar os diversos tipos de serviços de saúde nas diversas ações de promoção e educação em saúde, para tentar diminuir essa doença entre a população.</div><div>&nbsp;</div><div>PREVENÇÃO: É importante que se divulgue junto à população os sintomas da hanseníase e a existência de tratamento e cura. A prevenção da lepra baseia-se no exame dermato-neurológico e aplicação da vacina BCG em todas as pessoas que compartilham o mesmo domicílio com o portador da doença.</div><div>Pessoas com contado diário em casa com alguém com a doença, especialmente crianças, devem ser examinadas anualmente por pelo menos até cinco anos depois do último contato. Pessoas de menos de 25 anos com contado diário podem receber tratamento preventivo.</div><div>Segundo a OMS, nosso país é líder mundial em prevalência da hanseníase. Em 1991, foi assinado pelo governo brasileiro um termo de compromisso mundial, comprometendo-se a eliminar esta doença até 2010. Entretanto, a cada ano, há mais de quarenta mil novos casos tendo, entre eles, vários indivíduos em situação de deformidade irreversível.</div><div>&nbsp;</div><div>DIAGNÓSTICO: O diagnóstico da hanseníase é realizado de duas formas: clínico, em que o médico faz testes nas lesões, como o teste de sensibilidade à temperatura, com dois tubos de vidro, um com água fria e outro com água quente; e laboratorial, através de exame microscópico do tecido da pele infectado, em busca dos bacilos.</div><div>&nbsp;</div><div>COMENTÁRIOS: Uma doença de notificação obrigatória, e de grande problema de saúde publica, devido a impossibilidade de se criar o agente causador in vitro, se tem certa dificuldade em se encontrar curas ou tratamentos eficientes, para isso são cultivados em tatu e aplicado em patas de camundongos, por isso é importante se tomar a vacina BCG.</div><div>&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-11 11:59:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DOENÇA DE CHAGAS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>AGENTE TRANSMISSOR: protozoário Trypanosoma Cruzi</div><div>&nbsp;</div><div>CICLO DE VIDA DO PATÓGENO: O barbeiro pica uma pessoa infectada com o parasita no seu intestino os parasitas se reproduzem O barbeiro deposita as fezes na pele da pessoa, que se infecta com o Trypanosoma cruzi quando se coça os parasitas invadem primeiro as células da pele e em seguida a circulação sanguínea na fase assintomática da doença, os Trypanosoma cruzi se concentram nas fibras musculares o ciclo recomeça quando a pessoa é picada de novo.</div><div>&nbsp;</div><div>PREVALÊNCIA NO BRASIL: Regiões originalmente de risco para a transmissão vetorial (AL, BA, CE, DF, GO, MA, MG, MS, MT, PB, PE, PI, PR, RN, RS, SE, SP, TO):&nbsp; vigilância epidemiológica visa detectar a presença e prevenir a formação de colônias domiciliares do vetor</div><div>&nbsp;</div><div>PREVENÇÃO: Assim, entre as principais formas de prevenção contra a doença, podemos:<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Evitar que o barbeiro forme colônias dentro das residências, nas áreas onde os insetos possam entrar nas casas voando pelas aberturas ou frestas. Para isso, faça uso de mosquiteiros ou telas metálicas.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Usar medidas de proteção individual (repelentes, roupas de mangas longas, etc) durante a realização de atividades noturnas (caçadas, pesca ou pernoite) em áreas de mata.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Seguir boas práticas de higiene e manipulação de alimentos, em especial os consumidos<em> in natura</em>.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>DIAGNÓSTICO:O exame mais comum para diagnosticar a doença é um exame de sangue (sorologia), é realizado gratuitamente pelo SUS em todos os estados nos Laboratórios Centrais de Saúde Pública. O médico especialista também poderá solicitar como testes adicionais:</div><div>&nbsp;</div><div>Eletrocardiograma: procedimento que regista a atividade elétrica do coração.</div><div>Raio X abdominal: utiliza a radiação para capturar imagens do estômago, intestinos e cólon.</div><div>Endoscopia digestiva alta: é colocado um tubo iluminado (endoscópio) no paciente e, transmitirá imagens do esôfago em uma tela.</div><div>Diagnóstico na fase aguda</div><div>&nbsp;</div><div>É realizado por meio das provas parasitológicas diretas, visualizando o parasita no sangue do paciente com suspeita da infecção diretamente no microscópio. Em vários casos, a fase aguda não é diagnosticada, pois a maioria dos indivíduos são assintomáticos ou têm sintomas inespecíficos.</div><div>&nbsp;</div><div>Com isso, esses pacientes não têm acesso aos cuidados médicos, pois não lhe são oferecidos, já que não foram diagnosticados. Outras vezes, também por causa da falta de conhecimento dos profissionais de saúde sobre a doença de Chagas.</div><div>&nbsp;</div><div>Importante: O diagnóstico não é considerado e o tratamento também não é oferecido para os casos que têm grandes chances de se curar completamente.</div><div>&nbsp;</div><div>Diagnóstico na fase crônica</div><div>&nbsp;</div><div>Investiga-se a presença indireta de anticorpos (IgG, anti-T.cruzi) no sangue do paciente, utilizando exames sorológicos, além da equipe de saúde precisar fazer de 2 a 3 exames de sangue para ter precisão no diagnóstico.</div><div>&nbsp;</div><div>O Programa Médicos Sem Fronteiras tem pressionado pelo desenvolvimento de novos testes rápidos para simplificar o diagnóstico da doença, e que possibilitem ampliar o acesso a ele já na atenção primária de saúde. &nbsp;<br><br>COMENTARIO:&nbsp;A doença de Chagas acometeu durante muito tempo população de área rural, isso devido as características do agente transmissor, que se faz bastante presente em regiões de mata e beira rio, e também em produtos consumidos in natura. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-12-11 12:05:15 UTC</pubDate>
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