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      <title>Diário de Bordo:Devaneios de uma mestranda feminista estudando masculinidades by Marihen</title>
      <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx</link>
      <description>Diário musical sobre as percepções e sentimentos forjados do cotiadiano e da prática profissional e emergidos  nas disciplinas Pesquisa aplicada a educação/Laborátorio de prática e pesquisa educação II.É musical  pq sem a música a vida seria um erro, né não Friedrich Nietzsche ? Agora em word https://docs.google.com/document/d/1zzDWauedUlQv0Fo4D6GNN9Z57NptI4U9JnufJ0-XoRs/edit?usp=sharing</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-31 22:57:46 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-11-18 19:48:21 UTC</lastBuildDate>
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         <title>&quot;Compasso...&quot; 30/09/2022</title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2278397004</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"Encontro 1.Pesquisa aplicada a educação/Laborátorio de prática e pesquisa educação II ..<del>.</del><strong>Quatro professoras na sala, Ana Lúcia, Juliana Salvadori, Jacy Bandeira e Ione Jatobá...mulheres potentes e inspiradoras, provocando reflexões&nbsp; coletivas com questionamentos sobre a pós graduação em educação e diversidade.Pesquisa, pesquisa boa, boa pesquisa, movimento,vida, ação.Orientador,orientando,postura deslocada para dentro de nós mesmos.Daí um jogo, o jogo da pós graduação , do mestrado profissional em educação e diversidade,cooperativo e colaborativo, jogo de perguntas e respostas em roda, girando , parando e movendo as estruturas.Que jogo é esse?Um jogo onde de as ideias e  as novas perspectivas são semeadas .Provocadas a pensar sobre o nosso desejo na pesquisa, nós, estudantes de mestrado do MPED 2022.1, fomos adentrando o campo do desejo.O campo do desejo tão pessoal, próprio e intimista desemboca na pesquisa acadêmica e cientifíca.São nossos desejos que dão sentido ao ato de pesquisar, são eles que nos fazem levantar , é onde pulsa nosso desejo" Angela Ro Ro, música Compasso https://www.youtube.com/watch?v=I8Y-DqFcBnM</strong></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-31 23:10:40 UTC</pubDate>
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         <title>Encontro 1.O que eu desejo...</title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2278404936</link>
         <description><![CDATA[<div>"O que eu desejo depende por vezes do lugar onde estou, do papel social que ora exerço nesse contexto de sermos muitas.Como mãe, eu desejo que meus filhos homens não reproduzam e nem pratiquem violencia de gênero e que possam viver livremente a sua identidade de gênero para além do seu sexo biólogico.Lembro que antes de ser mãe temia ter filhas, por temer as violências a que as mulheres desde mennas estão sujeitas e expostas a viverem, por nao suportar os lugares de genero determinados, as limitações por sermos mulheres, ou a frase quem mandou nascer mulher ao questionar por que não poderia fazer algo comum os meninos.Temia as piadas sem graça e os assobios desrespeitosos.Quando me tornei mãe, mãe de meninos, percebi logo o lugar dos meninos na sociedade expressos nos olhares empolgados da revelação do sexo na ultrassom, nas roupas leves e práticas  e dos brinquedos infantis dizendo tudo que os meninos podem ser, nas coisas de meninos, um universo pronto com liberdade e espaço.Mas o medo ainda estava ali, na mãe que fui me tornando aos poucos, o medo de que meus filhos fossem os praticantes de violência de gênero.Como educar meninos nesse contexto?Essa questão se juntou com outras de professora e pesquisadora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-31 23:22:16 UTC</pubDate>
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         <title>continuação:O que eu desejo...</title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2278411396</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto professora da rede básica de ensino pública municipal e estadual da cidade de Ourolândia-Bahia, eu desejo que as meninas sejam empoderadas ao ter acesso a história de luta das mulheres e do feminismo, e que os meninos sejam inseridos nesse acesso para que assim respeitem e reconheçam a importancia da equidade de gênero.Desejo que as meninas e meninos possam excercer livremente sua sexualidade e sua identidade de gênero, que se apropriem de seu corpos com conhecimento e liberdade de ser o que são, que construam formas saúdaveis de vivenciar suas experiencias, que não fiquem presos aos padrões da heterocisnormatividade.E enquanto esse desejo não se concretize, que sejam acolhidos em sua diversidade.Que ao serem acolhidos, os meninos possam quebrar o silêncio se assim quiserem, podendo falar dos sentimentos que os afetam ou silenciar no afeto que os acolhe.Que os meninos entendam que sua masculinidade não precisa expressar violência, que sensibilidade é uma caracteristica humana independente do gênero e que a sexualidade é construída diariamente em conjunto com outros aspectos.Eu desejo que as relações afetivas e sexuais cheguem ao fim sem ser o fim da vida das mulheres envolvidas.O que eu desejo ao fazer pesquisa, segue entrelaçado, amaranhado em um nó apertado entre o eu mãe e o eu professora, atravessado pelas vivências e experiências no curso da vida.O que eu desejo ao fazer pesquisa&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-31 23:31:26 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Dona de mim...&quot;</title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2283543240</link>
         <description><![CDATA[<div>"O que ser feminista?Por que ser feminista?&nbsp; Diante da população mundial somos 52% , carregamos no nosso corpo a vida,parimos a humanidade e embora isso somos alvo constante de violência de gênero pautadas no sexo biológico.As diferenças biológicas existem, alguns homens são fisicamente mais fortes, mas a força não é um atributo para ocupar lugares na sociedade,não mais, a capacidade de exercer um lugar não pode ser medido pela quantidade de peso que alguém pode levantar.Segundo Chimamanda, as ideias de genero nâo evoluiram de modo que a socialmente somos organizados pelos , continuamos A palavra feminista limitada por esteriótipos, relacionada pejorativamente a mulheres com raiva, a raiva para Chimamanda é um impulsionador de mudanças.Feminismos são diversas correntes de pensamento, os feminismos variam de tempo e espaço .Pensar em feminismo negro, decolonial, com diferentes opressões que as mulheres sofrem e atravessamentos como raça e cor que no Brasil são marcadas pelo colonialismo que originou o patriacardo.Feminista:alguém que acredita e luta por uma igualdade não coloque como questão central o sexo biólogico."Sejamos todas feministas de Chimamanda Ngozi Adichie  Iza, música Dona de Mim https://www.youtube.com/watch?v=FnGfgb_YNE8</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 23:53:24 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Atenção para o refrão : É preciso estar atento e forte...&quot;</title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2283544929</link>
         <description><![CDATA[<div>Quem meu feminismo está abarcando?Ele ultrapassa os muros acadêmicos?Ele insere camadas populares, mulheres negras, pessoas sem acesso a produções acadêmicas?Nesse processo constante de reflexão e ação da minha atuação pedagógica.Peço licença para contar como percebi a força do discurso opressor .Nos últimos dias do ano letivo de 2017, meu terceiro ano no Colégio Estadual de Ourolândia depois da remoção de Umburanas e primeira vez lecionando a disciplina de filosofia na mesma turma desde o primeiro ano deles, primeira vez do contato deles com a disciplina de filosofia ,eu havia arriscado tudo em metodologias&nbsp; discursivas sobre machismo, empoderamento, violência, eram debates riquississimos e eu ia pra sala de aula segura de que estava dando o melhor de mim e aprendendo.Eu estudava com dedicação inclusive estudando uma segunda graduação em Filosofia pela identificação com as possibilidades da disciplina que me restava ensinar na rede estadual, já que a disciplina da primeira formação já era ocupada por um professor. Durante uma auto avaliação sobre a disciplina de filosofia, já que era a primeira vez que eu trabalhava com essa disciplina, e a auto avaliação já era uma prática incorporada em meu exercício profissional desde seu inicio,eu citei uma questão do ENEM sobre Simone de Beauvouir que tinha gerado uma movimentação em torno das discussões sobre ser mulher.A intençao era demostrar como a filosofia caia nos exames e avaliações.Ès que uma aluna surpresa perguntou se ela era mulher, por que não sabia que tinha mulheres filósofas.Eu, engoli a seco o misto de vergonha e pavor que senti.A percepção que ao me deparar com o fato de que durante todo o ano letivo eu anulei as mulheres da filosofia, eu ocultei um legado da humanidade importantissímo,eu reproduzi o machismo, o patriarcado e ideia de supremacia masculina de tão forte e subliminar o discurso que coloca o homem no centro do mundo eu estava reproduzindo em grande escala na sala de aula de uma escola pública.Não As mulheres filósofas não estavam nos livros didáticos usados em sala de aula e eu não li o silêncio, eu apenas o perpetuei compactuando com uma hierarquia de ordem patriarcal que rege as leis do mundo.Diante do susto inicial, eu respondi trêmula que sim, Beauvoir foi uma mulher, e que mulher, contei sobre seu livro o Segundo Sexo e de como ela é significativa ao pensar sobre ser mulher como uma construção social indo além da ideio de determinismo do sexo biólogico, por isso torna-se mulher.Foi uma auto avaliação mesmo, daquelas que nos jogam na parede e quebram todos os nossos conceitos concretos .Fui refletir sobre isso, eu estava na minha formação feminista, lendo várias coisas, postando posicionamentos, discutindo com os estudantes em sala de aula, mas sem nunca citar mulheres como filósofas.Eu entre muitas coisas, transmiti a falsa ideia de que não existem mulheres filósofas, sim elas existiram em todos os períodos da história e&nbsp; atualmente existem, ativas e atuantes.Me debrucei na busca, pesquisei nomes, referências e encontrei o livro: Mulheres Filósofas, foi como encontrar um tesouso.Esse episódio marcou profundamente minha atuação profissional e minha visão de mundo.Como educadora vamos rasurando um pouco a cada ação consciente e feminista as estruturas do colonialismo e do patriarcado, essas fissuras do sexismo dão presentes e condensadas no espaço escolar.A escola é um lugar de disputa, de conflito, de permanências e rupturas.Pedagogias feministas e prática cotidiana." Gal Costa, música Divino https://www.youtube.com/watch?v=7HvW-xu_j_o</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 23:55:35 UTC</pubDate>
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         <title>Super homem...Qual lugar dos homens no feminismo? in construção</title>
         <author>marihenrosa</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gilberto Gil música Super HOmem https://www.youtube.com/watch?v=oG-drSJ52x0</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-06 00:27:22 UTC</pubDate>
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         <title>Masculinidades...</title>
         <author>marihenrosa</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://padlet.com/marihenrosa/ii16bpngexwfqzt6<br>https://qgfeminista.org/o-que-e-masculinidade/<br>https://www.youtube.com/watch?v=d2B0ikOh7l4<br>Música Masculinidade de Tiago Iorc https://www.youtube.com/watch?v=V5GUxCQ8rl4<br>Musica: Masculino e feminino, Pepeu Gomes https://www.youtube.com/watch?v=84SeYkNiXFs</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-06 00:31:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Triste, Louca ou Má...&quot; 04/09</title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2283644529</link>
         <description><![CDATA[<div>"A cada 7 minutos uma mulher é vitíma de violência e 1 mulher é assassinada a cada 2 horas, sendo 58% dessas negras.Não tem como não se senti afetada pelo que acontece no mundo político, ainda mais quando as declarações do presidente da república afetam diretamente as relações de gênero e a luta das mulheres pelo direito de existir no mundo machista, heteronormativo e sexista.Não tem como não se sentir indignada pelos absurdos contidos nessa pergunta que desconsidera a violência dentro dos lares estampada nos números alarmantes de femínicidio do Brasil, palavra introduzida apenas em 2015, anterior a isso a morte de mulheres por serem mulheres era qualificado como crime comum.Não tem como não se sentir revoltada por declarações como essa, que minimizam a importância histórica da lei Maria da Penha conquista de mulheres que antes de nós sofriam caladas, a lei além de considerar a violência contra as mulheres uma violência, puni o agressor&nbsp; e garante proteção a vítima adentrando o espaço doméstico tido como lugar privado e mete uma lei onde só cabia silêncio e agressões diversas.Não tem como não perceber que a luta das mulheres por direitos básicos é uma luta cotidiana atravessada por questões de raça, etnia e econômicas.Não tem como não sentir o peso cruel de tais declarações, que caminham junto com a ausência de políticas públicas para as mulheres e do ataque ao ensino de educação sexual nas escolas orquestrado por setores tradicionais em nome do Evangelho. A violência contra as mulheres resiste ao tempo e ao espaço, afeta todas nós em diferentes momentos de nossa existência,converte os discursos em práticas e existe um perigo real em normalizar a violência expressa , como diz Grada Kilomba , na Flip 2019 ao encerrar sua participação na mesa 12:"O pior de isso tudo é normalizar a violência de se normalizar a violência"<br>Vídeo disponivel emhttps://www.youtube.com/watch?v=NgClPHzDUkI &nbsp; Os dados iniciais fazem parte do Atlas da Violência editado anualmente pelo Instituto de Ciência Econômica Aplicada (IPEA). Os dados que compoem o atlas são provenientes do Ministério da Saúde e das polícias brasileiras."&nbsp;</div><h1>Francisco, el Hombre - música Triste, Louca ou Má&nbsp;</h1><div>https://www.youtube.com/watch?v=lKmYTHgBNoE</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/09/03/prefere-sacar-a-lei-maria-da-penha-ou-uma-pistola-diz-bolsonaro-no-rs.htm" />
         <pubDate>2022-09-06 01:04:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar...&quot; 06/09</title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2289019795</link>
         <description><![CDATA[<div>"De quantos sonhos e desejos somos feitos?Quanto de nós é razão e quanto é emoção?Pode essas duas dimensões se encontrarem, difundirem , condensadas na pesquisa acadêmica?Eu me vi dissolvida, diluída e efarelada na exposição de Ana Lúcia sobre os percursos e os atêlies de pesquisa.Transparecia paixão em tempo que aparecia postura científica, e tudo que categoricamente tenta subdividir nossas dimensões emergia campactuadas.Eu compreendi que meu percurso profissional e minhas experiências pessoais são faces da mesma eu mestranda pesquisadora, girando numa roda em constante movimento.Que pra chegar até aqui, trilhei pelos caminhos da maternidade e da docência, sem despir de um para vestir outro, eles são flores e frutos da mesma árvore.Eu vim pelos caminhos que outras trilharam antes de mim e alargardando o caminho para que outras venham.Eu desejei está onde estou, e não há o que chorar sobre o que deseja.Eu sinto que não é sobre eu, é sobre nós, é sobre olhar pra si e vê muitos e muitas.Dá pra chegar sozinha, mas juntos o caminho fica mais doce.A pesquisa acadêmica no mestrado profissional em educação e diversidade tende a ser coletiva, configurada no movimento da roda que gira formação, atuação, pesquisa e vida."<br>Siba música Toda vez que eu dou um passo"https://www.youtube.com/watch?v=_sqkepDZqq8</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-09 01:10:17 UTC</pubDate>
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         <title>Enquanto eu escrevo Grada Kilomba </title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2289957906</link>
         <description><![CDATA[<div>"<em>Às vezes eu temo escrever. A escrita adentra o medo .Para que eu não possa escapar de tantas.Construções coloniais. Nesse mundo eu sou vista como um corpo que&nbsp;não pode produzir conhecimento.Como um corpo fora do lugar.&nbsp;Eu que, enquanto escrevo.Cada palavra escolhida por mim. &nbsp; &nbsp; Será examinada e, provavelmente, deslegitimada.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Então, por que eu escrevo? Eu tenho que fazê-lo&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Eu estou incrustada numa história&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;De silêncios impostos,de vozes torturadas, de línguas interrompidas por idiomas forçados e interrompidas falas&nbsp; &nbsp; &nbsp; E eu estou rodeada por espaços brancos,&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Onde dificilmente eu posso adentrar e permanecer.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Então, por que eu escrevo? Escrevo, quase como na obrigação para encontrar a mim mesma&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Enquanto eu escrevo eu não sou o Outro&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Mas a própria voz&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Não o objeto mas o sujeito. Torno-me aquela que descreve&nbsp; E não a que é descrita&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu me torno autora, e a autoridade em minha própria história&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Eu me torno a oposição absoluta ao que o projeto colonial predeterminou&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu retorno a mim mesma&nbsp;</em></div><div><em>Eu me torno."&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Tradução livre do texto "WHILE I WRITE" de Grada Kilomba, feito por Anne Caroline Quiangala (UNB).Disponível em: www.youtube.com/watch?v=UKUaOwfmA9w&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-09 16:24:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;É caminhando que se faz o caminho... &quot; 14/09</title>
         <author>marihenrosa</author>
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         <description><![CDATA[<div>A caminhada da pesquisa no mestrado profissional, ora parece solitária ora padece de companhia.Apenas parece ser uma busca individual pois o tempo toda se configura de forma coletiva e colaborativa.Ás vezes parece uma corrida de obstáculos.Ou um malabarismo na cientificidade de equilibrar os sentidos e sentimentos, os teóricos e as infinitas discussões, em um caldeirão de emoções e aprendizados.Nesse percursos, os cruzamentos e imersões fundamentam o encontro com várias histórias de vida e várias experiências profissionais que vão se juntando, somando e divindindo na bagagem dessa caminhada.Só consigimos carregar de forma confortável aquilo que for realmente importante nesse momento.Como toda caminhada que se preze, os caminhos tortuosos exigem paciência ensinando o quanto podemos superar passo a passo, pausando ou acelerando o ritmo sem perder os sonhos que nos movem.As teorias, filosofias, paradigmas e epistemologias parecem uma montanha alta e inalcançável de compreensão, são diversos os olhares sobre a mesma paisagem sendo diversas também as interpretações sobre a mesma, que trazem consigo nesse percurso subjetividade e aspectos de tempo e espaço.A história influência nesses caminhos, não dá pra inverter a estrada sem assumir o risco, nem colar as setas que indicam a direção sem perder-se um pouco.Nos caminhos retos e tranquilos podemos apreciar a diversidade do cheiro das flores e o sabor de uma lasanha farta que alimenta o corpo em tempo que alimenta a alma.Nessa caminhada a percepção de que nossos valores, nossas crenças, nossa visão de ciência, de conhecimento,de realidade e de sujeito orientam e sustentam a pesquisa vão se entrelaçando com as ideologias daqueles que caminharam nesse estrada,solidificando e dando relevância nessa caminhada que muitos já fizeram por esse mesmo caminho.E&nbsp; é preciso encontrar os rastros apagados para trilhar sobre eles não inventando um novo caminho mas trilhando em um caminhar com nossos próprios jeito.Aproveite o caminho, assim como a chegada, ambos são parte fundamental da arte de caminhar...."<br>Titãs, música Enquanto houver sol https://www.youtube.com/watch?v=3POrNGHfBsc</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 20:26:31 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Eu caçador de mim...&quot; 13/09</title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2299093399</link>
         <description><![CDATA[<div>Escrevendo os paradigmas a lápis...&nbsp;<br>O mestrado profissional em Educação tem sido um "abrir o peito a força numa procura" constante, configurado-se em alargamentos do ato político de pensar socialmente na produção de um conhecimento novo em meio a tantas emoções que vivemos. Essa roda foi imersa de novos entendimento sobre a nossa visão enquanto pesquisadores.De forma mansa e feroz fomos conduzindo os fios que tecem o conjunto de paradigmas que aconram uma pesquisa.Ele está diluidos não longe de nós,presente desde a proposta inicial, na escolha do objeto, ou na percepção desse objeto como potencial a ser pesquisado, na elaboração da pergunta problema que permeia a atividade acadêmica.Os paradigmas embora sejam como faróis a nos guiar, eles existem numa lógica , preso a cancões e entregue a paixões conectados ao momento histórico, ao tempo presente e as possibilidades existentes na ciência.Citando Alfredo Veiga em Paradigmas: cuidado com eles: "...o paradigma funciona como uma imagem de fundo, qual uma imagem de quebra-cabeça, a partir da qual se vê e se compreende aquilo que se ver e compreender do mundo..."(p.40). Os paradigmas amparam a pesquisa, proporcionam um norte, um percurso., descortinam e acoram nossa percepção de ciência, de sujeito e de conhecimento como esclareceu de maneira bem didática a professor Jacy Bandeira.Numa pesquisa interventiva e colaborativa a concepção de ciência consiste em compreender que o conhecimento cientifico está em constante movimento de mudança e permanência.que os participantes da pesquisa são pessoas dotadas de uma infinidade de potencialidades e fraquezas que a caracterizam em tempo que as singularizam na pluraridade da diversidade humana.Esse movimento perceptivel também nas mudanças de paradigmas da ciência ao deslocar de um lugar de pré-ciência, ciência normal,&nbsp; crise e revolução na perspectiva de Thomas Kuhn.As crises, os momentos conturbados são momentos de abandono de uma teoria ao que Kuhn chamou de anomalias, para assim ver surgir outras ideias num movimento constante. Viveriamos nesse momento uma crise de paradigma?Ou as crises da ciência nunca tiveram fim?<br><br>Longe se vai sonhando demais "Milton Santos, música Eu caçador de mim https://www.youtube.com/watch?v=PmHCFConF14&amp;t=80s"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 23:48:48 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Apesar de você amanhã a de ser outro dia...&quot; 27/09</title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2309245825</link>
         <description><![CDATA[<div>Confesso que hoje proferir a palavra desistir. Era tamanha as incertezas sobre os caminhos da pesquisa, sobre os percursos métodológicos,métodos e metodologias emergidos antes, durante e depois da Roda de Conversa 3 ,&nbsp; <strong>Leitores-guias: Eliete, Erica e Orleane </strong>como atividade da disciplina Pesquisa In(ter)ventiva em Educação<br>.Diante disso uma dor de cabeça latente gritando em mim, como se algo dentro dela quisesse ser maior do que o espaço que deveras ter. Seria as novas ideias em ebulição? Me permitir dormir, á tarde, um luxo e tanto diante de tantas leituras por desvendar, mas eu precisei acolher meu instante e aprendi a ouvir os silêncios que compõe meu ser. Eu senti o peso da pesquisa científica, o peso de quando você precisa deixar chegar nossas teorias no espaço das que vão indo, de quando se é questionado a pensar para além daquilo que se concebe como verdade. Eu senti o peso de estar onde desejei.Quais as especificidades e os elementos constitutivos do percurso metodológico das pesquisas no MPED? Como os/as pesquisadores/as fundamentaram suas escolhas metodológicas?<br>Acordei de sobressalto do cochilo vespertino, pois apesar da indisposição eu tinha compromisso e quando firmo algo eu o faço mesmo que todas as forças façam esforço oposto. Que isso se firma nos percursos da pesquisa. Tomei um gole de café a contra gosto e fui para a reunião do grupo de mulheres de Jacobina. Participar desse grupo, como de outras ações coletivas, tem sido um exercício diário de sentir o poder de compartilhar experiências, dividir dores e alegrias, e fazer parte de algo na sociedade.</div><div>Era dia da esperada oficina :Cartografia e o espaço feminino, desbravando caminhos para a liberdade com o tema: Mapa de índice de violência contra a mulher, ministrada por Carolaine Santos Vasconcelos.&nbsp; A roda de conversa animada foi desfazendo meu desânimo e dissolvendo o dissabor da dor de cabeça. Uma roda diversa, com mulheres, homens, jovens e adultos. Os diferentes lugares de fala enriqueceram a discussão. Nos foi apresentado um mapa da concentração da violência doméstica contra as mulheres, contendo os bairros com maiores números para produção de uma legenda, e diante daquele mapa e da constatação materializada da violência por tantas vezes silenciada, várias vozes e histórias iam tecendo a trama daquela narrativa e tentativa de não naturalização das diversas violências. Um mapa, disparou em todas muitas questões e histórias. Foi referenciado nas falas e narrativas, no convite a reflexão e ação. Apesar de distintas as vozes encontravam uma permanência, a violência existe, precisa ser combatida com educação e faz-se urgente que os homens desconstruam a masculinidade que caracteriza as relações machistas. Sem espaço para o desistir persistir, fomos desafiados a escrever sobre o que cada um de nós acredita que pode ser feito para o enfrentamento da violência contra a mulher. As falas foram circulando na roda numa dinâmica de escuta e acolhimento, alimentando minha esperança e perseverança. Falamos dos aparelhos instituídos socialmente como forma de proteger e apoiar as vítimas, sobre a delegacia das mulheres, sobre formas de denúncia, sobre casos e histórias que todos e todas conhecem, de alguma mulher vítima de um homem, de alguma mulher perto de nós.&nbsp;</div><div>Quando a gira da roda chegou a mim, eu falei sobre minha proposta de pesquisa, falei sobre minha crença de que a educação feminista, a educação sexual, a educação, é minha esperança na luta pelo fim das violências contra as mulheres. Eu não falei apenas para ser ouvida pelo outro, eu falei de maneira que eu pude escutar minha fala. Era o eco que eu precisava sem nem saber que necessitava me ouvir. Eu captei os olhares e gestos dos presentes na roda, eu capturei em mim ao estar para o outro a intensidade perdida no cansaço cotidiano. Eu entendi, os desejos todos que me movem em seguir.</div><div>Eu senti que vale a pena seguir. Tomei o fôlego. E como não há outra direção senão a frente,&nbsp; segui e&nbsp; na leitura de dissertações do MPDE, comecei a lê o memorial de Lucemberg Rosa de Oliveira, a maneira como tece a escrita rompendo com as abordagens tradicionais da escrita, compondo aspectos de seu exercício profissional com o pesquisar sem dissociar os dois atos, cartografando as performances de gênero na escola, método idealizado por Deleuze e Guattari (1995), foi como vê o dia raiar sem pedir licença.Na sua construção da pesquisa engajada, implicada ,que como ele mesmo aponta é uma das similaridades da pesquisa do MPED da UNEB, do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus IV, Jacobina Ba, os trajetos percorridos pelo pesquisador , as alterações e as possibilidades.<br>O guarda-chuva girando na sala pela manhã, começou a fazer sentido.Sentido de que o conhecimento acadêmico, que uma das formas de conhecimento existentes, é um poder.Os modos de pensar, de compreender o conhecimento são modos do nosso tempo, nosso lugar. O método tem 03 dimensões: epistemológica, filosófica e operativa. se a abordagem da pesquisa é qualitativa, carrega em suas raízes os estudos das correntes filosóficas da fenomenologia, do marxismo e dos estudos antropológicos. de modo geral enfoca-se em 02 tipos de pesquisas qualitativas: a pesquisa fenomenológica-hermenêutica e a crítico-dialética (SÁNCHEZ GAMBOA, 1989).&nbsp;</div><div>E apesar de tudo, um método não é apenas um método.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 17:52:22 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;ética...&quot; 04/10</title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2326605155</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu sempre fui fascinada pelo contexto histórico da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), pelos filmes, documentários,livros e tudo produzido sobre o período triste mas que necessita ser lembrado para que não seja repetido, e acho até que isso influenciou subjetivamente minha opção pela graduação em história.</div><div>Sempre me emociono ao ler Olga(dos primeiros livros que tive como meu) ou ao assistir A vida é Bela e sinto uma profunda tristeza pelos crimes cometidos contra a humanidade nesse momento histórico.O que me toma minha atenção não é somente a ideologia nazista ou facista, nem poderia ser,mas a maneira como essas ideias foram tomando forma em ações e materializando em práticas.Talvez por isso eu tema tanto os discursos, as coisas que falamos repetidas vezes como se fossem isentas de pretensões como proferir que homossexualidade é uma escolha e isso fazer parte de um senso comum materializado em ações violentas.</div><div>As práticas em nome da Ciência, dos experimentos atrocidades em seres humanos, judeus que naquele momento tinham sua humanidade negada em nome da ideologia dominante fundamentada na cientificidade que legitimou ideias racistas de superioridade.Para que essa história não se repita é preciso aprender com ela, a Declaração dos Direitos Humanos em 1948 é um marco fundamental nesse processo.</div><div>A incorporação nas pesquisas com seres humanos das Ciências Sociais e Humanas de códigos de ética visam minimizar os impactos emocionais e cognitivos das pesquisas com humanos e reconhecer a existência do outro no processo de escuta e sua dignidade.</div><div>Como pontua Severino( ) “a ética é uma das tentativas de normalização da prática da pesquisa científica com sujeitos humanos" e sua finalidade nas pesquisas em Educação é resolver questões que podem surgir no processo de investigação, preocupação presente desde os primeiros passos da pesquisa…<strong>continua</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-04 23:44:33 UTC</pubDate>
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         <title>20/09 Como, na pesquisa que será desenvolvida você vai concebe metodologia e método? Por que e quais seus elementos constitutivos? Fundamente.</title>
         <author>marihenrosa</author>
         <link>https://padlet.com/marihenrosa/f6gmcf0cmgyzmhmx/wish/2326687486</link>
         <description><![CDATA[<div>A roda da manhã mesmo que dinâmica com um repertório musical vasto compondo a trilha sonora das discussões teóricas, havia sido intensa pelos questionamentos tensionados.Como na pesquisa que será desenvolvida você vai conceber metodologia e método? Por que e quais seus elementos constitutivos?Essas questões norteadoras sobresaltaram a imersão nos textos teóricos.<br>A roda 2, anterior a roda 3, claro, mas que só agora consegui aquietar os pensamentos e escrever sobre ela.Mesmo com a dinâmica dos leitores-Guias Felipe, Ione, Senaria e Pablo de permear a discussão com um repertório musical vasto compondo a trilha sonora das teorias, havia sido intensa pelos questionamentos tensionados.</div><div>Como na pesquisa que será desenvolvida você vai conceber metodologia e método? Por que e quais seus elementos constitutivos?Essas questões norteadoras&nbsp; estavam presentes na imersão nos textos teóricos e musicais.</div><div>Então esse primeiro momento do diário vai ser a análise da música A noite, Canção de Tiê,relacionando quando possível com as referências teóricas e respeitando a liberdade musical .Essa música foi a que ficou com a minha equipe (Ovídio, Luana e eu) quando dividida a sala para a roda girar.</div><div><strong>adicionar a analise da música que está fotografada</strong></div><div><br><br><br></div><div>Os leitores-guias também levaram um jogo com perguntas que seguia uma trilha.Cada representante das equipes escolhe uma cor no tabuleiro e jogava o dado para avançar na pista.Eu, como representante da minha equipe vermelha ao jogar o dado fui parar na pergunta:Como os novos olhares e formas de conceber um problema de investigação pesquisa em educação podem provocar rupturas filosóficas e epistêmicas?&nbsp;</div><div>Eu já havia pensado nisso antes, não nesses termos , mas de como os estudos em gênero focam no estudo sobre as mulheres, e não era pra ser diferente porque a história dos homens sempre foi contada silenciando as mulheres ou delegando a elas um lugar de submissão ou apenas de reprodutora.Os estudos de gênero tem expandido sua visão a contemplar também o estudo das masculinidades como construções sociais e históricas, e como tais, não são naturais, acompanham o curso da história.Se são constuções podem ser desconstruídas?Esse olhar para a ausência ou pequena participação dos homens nas pautas feministas, ou nos eventos escolares sobre mulheres provoca rupturas filosóficas e epistêmicas?Realizar uma proposta de pesquisa com meninos sobre a construção das masculinidades, as subjetividades e afetamentos em meio ao retrocesso as questões de gênero e sexualidade na escola com um ataque a suposta “ideologia de gênero” ou a caça ao que pejorativamente ficou conhecido como kit gay, me desassossega em tempo que provoca&nbsp; vibrações e vontade de debruçar sobre a pesquisa, e a cada nova leitura surgem novos questionamentos.Inclusive, sobre o método e a metodologia para construir um percurso de pesquisa que contemple a juventude e os homens sem fazer um julgamento moral ou ético, sem fazer juízo de valor ou considerar que as respostas são já óbvias.</div><div>Se a maneira de olhar para essa questão de investigação vai provocar rupturas filosóficas ou epistêmicas nos estudos de gênero ou na maneira de conceber a inserção dos meninos em pautas feministas na escola, isso eu ainda não sei, e pode até ser pretensão fantasiosa mas que os mergulhos nas etapas da pesquisa e nos estudos já tem feito diversos furos em mim, deslocado meu modo de perceber as realidades e de entender os sujeitos da pesquisa como frutos do seu espaço e seu tempo com grande potencial de pesquisa.Por esses furos ecoam ideias e visões mas também ,num movimento dialético,&nbsp; vai sendo lugares de chegada, de mudança e permanência de muitas novas filosofias.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-05 00:58:08 UTC</pubDate>
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