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      <title>Padlet referente a F1 by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-10 17:07:40 UTC</pubDate>
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         <title>Narrador</title>
         <author>luizafarias1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro é narrado pela personagem principal Ada, em primeira pessoa, como podemos ver no trecho retirado do capítulo 1: "A Mãe me bateu. Forte. Minha cabeça acertou a perna da cadeira, e, por um instante, eu vi estrelas."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 17:09:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo</title>
         <author>luizafarias1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A história se passa durante a Segunda Guerra Mundial, entre os anos de 1939 a 1945.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 17:09:33 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço</title>
         <author>luizafarias1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Capitulo 1: O primeiro capítulo se passa em Londres dentro do apartamento onde Ada ficava fechada.<br>Capitulo 2: Ada e seu irmão estão sendo evacuados<br>A partir do capitulo 3: se passa no campo em uma vila no interior da Inglaterra.<br>Capitulo 33: Consultório médico<br>Capitulo 38: Abrigo<br>Capitulo 41 e 42: eles voltam a casa da mãe em Londres&nbsp;<br>Capitulo 46: se passa na estação de trem e em sua casa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 17:09:40 UTC</pubDate>
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         <title>Enredo</title>
         <author>luizafarias1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A guerra que salvou a minha vida é uma história fictícia que utiliza como pano de fundo um acontecimento real – a segunda guerra mundial – todavia, sem que esse seja o grande foco do livro, porque para nossa protagonista e narradora, temos uma guerra na qual ela batalha pela vida desde que nasceu.</div><div><br></div><div>Tendo sua narrativa em primeira pessoa, com uma simplicidade que está de acordo com a personalidade da personagem que nos conta sua vida – Ada –, a autora nos conduz de forma muito rápida ao final do livro, porque ela consegue nos prender e só o largamos quando chega o fim. Aliás, fim esse que me deixou com uma necessidade de: <em>“Por favor, só mais algumas páginas, por favor...”</em> – mas, é óbvio que o meu pedido não tem como ser atendido, afinal, o livro já está pronto. Acredite em mim, o fim nos deixa com uma grande necessidade de “bater um papo” com a autora por não ter nos presenteado com apenas um capítulo mais. Ok, vamos ao livro! – risos.</div><div><br></div><div>Ada é uma menina que vivia em Londres – Inglaterra –, com seu irmão – Jamie – e “a Mãe” – Pela qual, já nas primeiras páginas, passei a nutrir certa raiva, muita, confesso! – em um apartamento pequeno, fétido, sem condições de saneamento – para Ada – adequadas, na periferia – ao meu ver.</div><div><br></div><div>“A Mãe” é uma mulher que nos causa nojo, raiva, que nos faz querer ver Jamie e Ada livres dela, livres para sempre. A mulher trata os filhos como qualquer coisa, não presa por suas vidas, não se preocupa com eles e adora puni-los, principalmente a nossa mocinha, Ada, ela os mantém – mal e porcamente – apenas por obrigação<br>Ada nasceu com uma má formação em um de seus pés, o chamado, no livro, “pé-torto”, que, segundo consta na história, poderia ter sido corrigido facilmente enquanto a menina ainda era bebê – fato desconhecido por Ada e seu irmão que é mais novo do que ela. Ada tem a idade estimada entre 10 e 12 anos, e Jamie entre 6 e 7, nem isso eles sabem ao certo, a “Mãe” nunca falou direito para, nem com eles. O Pai das crianças é falecido desde que Jamei era apenas um bebê. E o fato de Ada ser “aleijada” faz com que a “Mãe” tenha vergonha dela, que a trate muito mal, com um desprezo imenso, deixando a menina presa no apartamento, proibindo-a de sair, alimentando-a muito, muito mal, proibindo a menina de fazer qualquer coisa que não seja cuidar do Jamie – quando ele está em casa – ou fazendo chá para a megera (Sério, gente, eu odiei essa mulher! Deus, quanta raiva passeia em todos os momentos que eu sabia que eram por culpa dela, estivesse ela presente ou não!) – e fazendo as pessoas pensarem que Ada é – como ela diz – retardada, incapaz de aprender ou de interagir com as pessoas – e assim a menina segue sua vida, achando que é a culpada por não poder sair para brincar, como o seu irmão faz, achando que é a responsável por tudo de ruim que acontece e que é a sua vida, achando que ela é um nada, uma coisa, uma aberração, que as pessoas tem nojo dela, pois é a visão que a “Mãe” a faz ter de si.</div><div><br></div><div>“A Mãe” abusa psicológica e fisicamente de seus filhos, batendo neles e punindo-os sem necessidade, acabando com suas autoestimas e diminuindo a Ada muito, ao ponto de a menina sentir-se um nada, de achar que não merece amor. O livro mexe muito com o lado psicológico das crianças, com imenso destaque para o estado da menina, que é bem dolorido de se imaginar que uma mãe leve um filho ao extremo.</div><div>Enfim, com o anuncio de que a Guerra está caminhando para a Inglaterra, as crianças de Londres são evacuadas para o interior do país – no intuito de protegê-las e isso é um fato que aconteceu na realidade e utilizado na história –. No caso, as crianças deixam seus pais, suas casas, tudo para trás e partem para viver na casa de parentes do interior e aqueles que não os tem, na casa de estranhos que se dispõe a acolhe-los.<br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 17:10:05 UTC</pubDate>
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