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      <title>Conhecimento global e fronteiras na Ciência: Refugiados by MATEUS ANTONIO DE OLIVEIRA</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-12 20:02:47 UTC</pubDate>
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         <title>Refugiados no mundo 12/05/2023</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mateusoliveira30/f4qjjr7rcbhicgo7/wish/2589142223</link>
         <description><![CDATA[<div>89,3 milhões de pessoas em todo o mundo foram deslocadas à força.</div><div>&nbsp; &nbsp;No&nbsp; final de 2021 como resultado<br>perseguição, conflito, violência, violação de direitos humanos ou eventos que perturbem gravemente a ordem pública.<br>A Turquia acolheu cerca de 3,8 milhões de refugiados, a maior população mundial. A Colômbia ficou em segundo lugar, acolhendo aproximadamente 1,8 milhão, incluindo venezuelanos deslocados no exterior.<br>&nbsp; 69% saíram de apenas cinco países.<br>Mais de dois terços (69%) de todos os refugiadas e venezuelanos deslocados no exterior saíram de apenas cinco países.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 20:29:32 UTC</pubDate>
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         <title>Países de destino e como os refugiados são recebidos.</title>
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         <description><![CDATA[<div>-Principais países de acolhida</div><div><br>A Turquia acolheu cerca de 3,8 milhões de <strong>refugiados</strong>, a maior população mundial</div><div>Turquia3,800,000<br>Colômbia | 1,800,000<br>Uganda | 1,500,000<br>Paquistão | 1,500,000<br>Alemanha | 1,300,000</div><div><br>- Como os países acolhem os refugiados?<br><br></div><div>O reassentamento é a transferência de refugiados de um país de asilo para outro que concordou em admiti-los – como refugiados – com um status de residência permanente. O reassentamento é a única solução duradoura que envolve a realocação de pessoas refugiadas de um país de asilo para um terceiro país.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 20:35:24 UTC</pubDate>
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         <title> A ONU e a questão dos refugiados.</title>
         <author>juniorantonio0410</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Organização das Nações Unidas (ONU) é uma das principais instituições envolvidas na luta pelos direitos dos refugiados em todo o mundo. Através do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), a organização promove a proteção e ajuda aos refugiados, e também ajuda-los a achar algum lugar para ficar.</div><div>&nbsp; Além disso, a ONU vem promovendo a adoção de soluções inovadoras para a questão dos refugiados, como o Pacto Global sobre Refugiados, adotado em 2018. Esse acordo estabelece compromissos globais com o objetivo de melhorar a situação dos refugiados e facilitar a cooperação internacional no enfrentamento desse desafio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 20:35:57 UTC</pubDate>
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         <title>Refugiados no Brasil </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Dados do Ministério da Justiça apontam que 239 mil pessoas solicitaram refúgio ao <strong>Brasil</strong>, entre 2011 e 2019. A maioria delas são de nacionalidade venezuelana, síria ou congolesa. Ao final de 2020, havia mais de 57 mil <strong>refugiados</strong> reconhecidos vivendo legalmente no país.Entre janeiro e junho de 2022, o Brasil concedeu refúgio a 1.720 pessoas que buscam segurança fora de seu país de origem. Há pedidos de 121 nacionalidadesAs condições que eles encontram aqui nem sempre são extremamente hospitaleiras e, por vezes, são tratados com desprezo por parte da sociedade. Nota-se, no entanto, que muitas delas são recebidas de braços abertos e atendidas pelo Estado e pela população, conseguindo empregos, por exemplo, para poderem se sustentar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 20:40:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 20:40:57 UTC</pubDate>
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         <title>História de vida &quot;Cada um da família teve que ir para um canto&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mateusoliveira30/f4qjjr7rcbhicgo7/wish/2589151157</link>
         <description><![CDATA[<div>Quase um milhão de congoleses está refugiado em países estrangeiros, de acordo com a Agência da ONU para Refugiados. No Brasil, são mais de mil. Rocky é um deles e veio para fugir de perseguição política. Ele estava desempregado desde março do ano passado. No dia seguinte à entrevista, conseguiu um emprego de serviços gerais em uma padaria com a ajuda da Círculos de Hospitalidade.</div><div>"Em 2016, o meu pai lutava pelo Congo. Ele conscientizava as pessoas para protestar contra o presidente Joseph Kabila, no poder há quase 18 anos. O povo estava morrendo de fome.<br><br>Vários amigos do meu pai foram presos e ninguém sabe onde estão - ou se estão mortos ou não. Cada dia a gente dormia em uma casa diferente com medo da polícia buscar o meu pai.<br><br>Uma vez, uns policiais bateram na porta de um amigo dele à 1h da madrugada. Eles tinham recebido informação de que pessoas perigosas estavam na casa. Eu estava lá com meu pai e a gente pulou o muro para não nos encontrarem.<br><br>Meu pai ficou com medo de algo pior acontecer comigo e me mandou ir para o Equador. Para chegar até lá, precisava passar pelo Brasil. Mas não consegui fazer a conexão do Brasil para o Equador.<br><br>Para entrar no país, o meu passaporte deveria ter validade de 6 meses. E o meu documento era válido por 5 meses e 3 semanas. Dormi no aeroporto de Guarulhos por 5 dias. Nesse meio tempo, a situação do Congo piorou. Não tinham mais voos. Então fui até a Polícia Federal e pedi refúgio para ficar no Brasil.<br><br>O meu pai ficou no Congo, perdi o contato com ele. Minha mãe se refugiou em Angola e o meu irmão na Turquia.<br><br>O Congo é o meu país. Não tem nenhum país em que vou me sentir tão à vontade quanto na minha própria terra. Mas cada um da minha família teve que ir para um canto para fugir e se proteger.<br><br>Morei em São Paulo quando cheguei ao Brasil, em fevereiro de 2016. Ali, trabalhei como ajudante geral e fiz um curso de atendimento ao cliente e vendas. Fui vendedor e caixa em lojas de departamento.<br><br>Com a pandemia, perdi o emprego. Cheguei a vender água e refrigerante na rua até que tomei a decisão de vir para Florianópolis. Aqui, estou morando em um centro de acolhimento da prefeitura. Tenho uma filha de 3 anos para sustentar. Ela mora com a mãe angolana em São Paulo.<br><br>Eu acho que quem vem da Europa não é tratado no Brasil do mesmo jeito que uma pessoa que foge da guerra ou de um país pobre. Algumas pessoas nos veem como um objeto ou como se a gente não valesse nada. Eu não quero que a minha filha sofra com isso."<br>Publicado em 14 de outubro de 2021.<br><br>Edição: Ana Prado; Reportagem: Aline Takashima;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 20:44:40 UTC</pubDate>
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         <title>Causas do refúgio </title>
         <author>jugomeshk</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;O refúgio é causado, geralmente, por guerras. No entanto, não somente guerras mas conflitos de ordem política também colocam a pessoa na situação do refúgio. Muitos cidadãos fogem de seus países porque são ameaçados por organizações criminosas que dominam o cenário político local.<br>&nbsp; &nbsp; São pessoas que estão fora de seu país de origem devido a fundados temores de perseguição relacionados a questões de raça, religião, nacionalidade, pertencimento a um determinado grupo social ou opinião política, como também devido à grave e generalizada violação de direitos humanos e conflitos armados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 20:45:15 UTC</pubDate>
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         <title>Consequências do refúgio</title>
         <author>jugomeshk</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;A fome e a miséria instalam-se entre a população migrante e até entre a população local, pois a falta de emprego começa a afetar os moradores locais; Há o aumento da criminalidade pela falta de estrutura e de organização.<br>&nbsp;  &nbsp;Condições de vida precárias: muitos dos estrangeiros no Brasil sofrem com as precárias condições de vida que aqui encontram, sobretudo no momento em que chegam, quando ainda não dispõem de emprego, moradia, comida e dinheiro, além de sequer conhecerem o idioma português.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 20:46:39 UTC</pubDate>
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         <title>História de vida: Ahmed Hamed, 34, de Damasco (Síria) para Araçatuba (SP)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A guerra na Síria impulsionou um dos maiores êxodos populacionais desde a Segunda Guerra Mundial. Segundo o ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, cerca de 6,7 milhões de pessoas fugiram do conflito. No Brasil, os sírios representam a segunda nacionalidade com maior número de refugiados: são quase 3.600.</div><div>"Eu nasci refugiado e sempre fui chamado de refugiado. A família dos meus pais fugiu da Palestina em 1948. Meu pai saiu do seu país com 2 anos. A minha mãe nasceu e cresceu no campo de refugiados Nahr El Bared, no Líbano. É um local construído em 1949 para os palestinos que foram obrigados a abandonar a sua terra.</div><div>O meu país do coração é a Palestina. Mas eu não o conheço. A minha família foi tirada de lá à força.</div><div>Eu nasci na Síria. O governo sírio, ao contrário de outros países árabes, deu aos palestinos o direito de viverem lá. Mesmo assim, em todos os meus documentos da escola e da faculdade estava escrito: refugiado e palestino.</div><div>Ninguém gosta de sair do seu país. Mas quando acontece uma guerra as pessoas tentam sair para sobreviver. Em 2012 eu fugi da Síria. A minha família está separada: alguns irmãos continuam lá, e tenho um irmão na Noruega e uma irmã na Alemanha. Meus pais e outros três irmãos estão em Nahr El Bared, no Líbano. Eu morei lá até 2013."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 23:20:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 23:22:45 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O ACNUR trabalha diretamente com governos, organizações da sociedade civil e outras agências das Nações Unidas para garantir o direito à proteção para os refugiados. Entre suas principais atividades estão o registro e documentação de refugiados, a distribuição de ajuda humanitária e a busca por soluções duradouras, colocando eles em países com melhores condições.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 23:27:24 UTC</pubDate>
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         <title>A ONU e a questão dos refugiados </title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-05-16 23:40:14 UTC</pubDate>
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