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      <title>A Primeira Guerra Mundial. by Deolinda Silveira</title>
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      <description>PANDEMIA DA GRIPE ESPANHOLA X PANDEMIA DA COVID19.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-02 13:13:00 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 11:35:28 UTC</pubDate>
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         <title>PANDEMIA DA GRIPE ESPANHOLA X PANDEMIA DA COVID19</title>
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         <description><![CDATA[<div>Algumas semelhanças do covid 19 e a gripe espanhola. Venda rapida de produtos: Quando a covid 19 surgiu varios produtos como álcool em gel 70% e máscaras desapareceram das prateleiras e sofreram alta nos seus preços. Já na gripe espanhola aconteceu a mesma coisa: O medicamento chamado "quinino"&nbsp; também sumiu das farmácias e ficou mais caro.<br>Mortes de pessoas de todas as idades. covid 19: O covid 19 é mais letal para pessoas idosas, mas mesmo assim TODOS os tipos de pessoas podem morrer por causa dessa doença. gripe espanhola:&nbsp; A gripe espanhola era bem parecida, pessoas mais idosas eram as maiores vítimas, mas mesmo assim, TODO o tipo de pessoa morria se contraisse a doença.<br>Aluno: Felipe Gonçalves/900</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 15:06:12 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>pandemia do coronavírus guarda semelhanças com a da gripe espanhola, também de alcance mundial, com um impacto devastador: infectou cerca de 500 milhões de pessoas, o equivalente a um terço da população mundial, a epidemia de gripe também gerou desorganização econômica e social, já que os portos, o transporte e outros serviços públicos pararam de funcionar.Em todo o mundo, o discurso das autoridades do governo sobre o controle da epidemia conflitava com a imensa dificuldade das equipes dos serviços de saúde em atender as pessoas doentes pra acalmar a população as autoridades determinaram fechar as cidades.<br>PARALISAÇÃ MUNDIAL= os serviços básicos, como correios, mercados e transportes, foram afetados, pois os carteiros, comerciantes e entregadores estavam doentes. O isolamento aconteceu pelo grande número de pessoas que estavam em casa doentes.&nbsp;<br>CRISE NO SISTEMA FUNERÁRIO=Além da crise e colapso do sistema de saúde, visto durante as duas pandemias, há também o colapso no sistema funerário. São tantas mortes que faltam covas e o sistema não dá conta de sepultar todos.&nbsp;<br>NOTÍCIAS FALSAS=Nos dias atuais, foram uma infinidade de notícias falsas criadas sobre o novo coronavírus, ora desacreditando da pandemia, ora tornando o desespero ainda maior. coronavírus ser um vírus criado em laboratório pela China ou Estados Unidos para infectar o mundo.Em 1918, também não faltaram teorias sobre a origem da doença. Muitos acreditavam ser um doença criada artificialmente pelos alemães, que haviam perdido a guerra, e espalhada ao mundo .<br>Aluno:Rhuan Andrade&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 23:44:13 UTC</pubDate>
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         <title>PANDEMIA DA GRIPE ESPANHOLA X PANDEMIA DA COVID19.</title>
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         <description><![CDATA[<div>algumas semelhanças do covid19 e a gripe espanhola:Rápida disseminação</div><div>Por conta do mundo globalizado e mais conectado pelos meios de transporte, o novo coronavírus saiu da China e chegou em poucos dias ao restante do mundo.&nbsp;</div><div>Em 1918, apesar da dificuldade maior na conexão entre os países, a guerra provocou o deslocamento e contato de tropas de diversas partes do mundo e, ao voltar para casa, os soldados doentes levaram o vírus para seu país de origem. Além do mais, os dois vírus são altamente transmissíveis.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Busca desenfreada por remédios e proteção Com a chegada da covid-19 ao Brasil, logo os produtos como álcool em gel 70% e máscaras desapareceram das prateleiras e sofreram alta nos seus preços. Houve alta procura também da substância cloroquina, um medicamento ainda estudado pelos pesquisadores como um dos tratamentos contra a covid-19, mas que ainda não teve sua eficácia comprovada.&nbsp;</div><div>Da mesma forma, há 100 anos, o medicamento quinino sumiu das farmácias e ficou mais caro. O quinino era originalmente utilizado contra a malária e ainda estava sendo testado pelos médicos para o tratamento da gripe espanhola, Paralisação do mundo&nbsp;</div><div>Atualmente, a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) contra a covid-19 é o isolamento social de todas as pessoas como forma de evitar o colapso dos sistemas de saúde. A quarentena tem esvaziado ruas e mudado a rotina e paisagem do mundo todo.</div><div>Na época da gripe espanhola, o governo não recomendou o isolamento social e paralisação das atividades econômicas e sociais. Mas, naturalmente, os serviços básicos, como correios, mercados e transportes, foram afetados, pois os carteiros, comerciantes e entregadores estavam doentes. O isolamento aconteceu pelo grande número de pessoas que estavam em casa doentes,rise no sistema funerário</div><div>Além da crise e colapso do sistema de saúde, visto durante as duas pandemias, há também o colapso no sistema funerário. São tantas mortes que faltam covas e o sistema não dá conta de sepultar todos. A covid-19 já levou diversos países e cidades decretarem colapso no sistema funerário Atendimento aos doentes de gripe espanhola </div><div>Do mesmo modo, as mortes por gripe espanhola eram tantas que muitas pessoas faleciam em casa, diversos corpos se acumulavam nas ruas e haviam covas coletivas. E pior: não havia nem quem fabricasse os caixões, transportasse os corpos e os enterrasse, pois estes profissionais também tinham falecido pela doença.                                      ALUNA:Maria Eduarda Monteiro                   TURMA:901</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 21:40:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma das semelhanças entre a gripe espanhola e a gripe da Covid 19, e que elas alcançaram a população mundial, causando milhões de infectados e milhões de mortes.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Por causa desses vírus, vários países tiveram uma baixa economia. Esses vírus fizeram a economia mundial diminuir.<br>&nbsp;Vários comércios tiveram que fechar, várias pessoas foram mandadas embora, pois as empresas não tinham dinheiro suficiente para pagar todos os funcionários.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Outro grande problema foi nos sistemas de saúde de todo mundo; hospitais onde não tinham lugar para colocar os infectados, pois eles já estavam lotados, estão em colapso.&nbsp;<br>&nbsp;É o mundo praticamente parou, pois as pessoas tinham que ficar em casa, apenas saiam para fazer coisas que eram mais importantes. Mesmo assim, várias pessoas saiam para trabalhar (tomando o máximo de cuidados possíveis para não ser infectados), pois aquele era o único sustento delas.&nbsp;<br><br>Aluna: Geovanna Penha Tulinto (901)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-04 20:57:59 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos charcas,referência científica há um século, era ouvido por autoridades e liderou enfrentamento à gripe espanhola. Um século depois, a ciência é desprezada pela principal autoridade do país363A análise comparativa das reações sociais e governamentais entre a gripe espanhola (1918-1921) e a covid-19 (2020-?) no Brasil indica muitas semelhanças. Entre elas, a difusão de medicamentos ineficazes alardeados como soluções. Mas também traz relevantes diferenças, com destaque para a ação, a omissão e o discurso das autoridades públicas.Ambas as doenças vieram do Exterior, pelos meios de transporte, e ambas foram desacreditadas no início, como uma espécie de alarme falso ou exagerado. Em ambas, a semelhança com a gripe comum causou falsa impressão inicial de conhecimento da doença. Além disso, ambas reforçaram a desigualdade social existente: os primeiros disseminadores eram viajantes vindos do Exterior, geralmente das camadas de renda média e alta; mas a contaminação atingiu rápida e amplamente os grupos de baixa renda, dadas suas condições socioambientais. Prosseguindo com as semelhanças, em ambas, houve teorias conspiratórias: na gripe espanhola, os dois lados na Primeira Guerra Mundial acusavam-se reciprocamente; na covid-19, a disputa Estados Unidos-China afetou as responsabilizações. Também nos dois casos, medicamentos “fantásticos”, jamais confirmados pela ciência, tiveram seus dias de glória: grippina e quinino, na Espanhola; cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina na covid-19. A curiosidade é que a cloroquina, há muito tempo, passou a substituir o quinino no combate à malária, com eficácia e validação da ciência. Outra semelhança significativa é a repulsa ao uso de máscaras por segmentos minoritários, porém barulhentos.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br>Um aspecto notável é o do avanço simultâneo do conhecimento e da ignorância, no século entre as duas pandemias. O que explica que, não obstante o grande avanço e popularização do conhecimento científico, argumentos anticientíficos continuem a prosperar um século após? A hipótese básica é que o negacionismo científico, antes restrito a grupos articulados em torno de interesses religiosos ou econômicos específicos, e aos amantes de teorias da conspiração, tem ganhado corações e mentes nos últimos anos por intermédio das redes sociais.<br><br></div><div><br>Com a chegada da covid-19, o fenômeno se intensificou. E, assim, o que era a contracorrente tornou-se, em alguns casos, discurso oficial e política de Estado. Esse processo de institucionalização do negacionismo na figura de líderes políticos teria comprometido a eficácia das medidas de combate à pandemia em países como Brasil, Estados Unidos e Reino Unido.<br><br></div><div>A saúde pública é outro tema em comum. O Brasil da Velha República praticamente não possuía nada digno desse nome. Mas, um século depois, o SUS sofreu sucessivos cortes e desativações no quinquênio 2015-2020. Com isso, 40 mil leitos foram desativados no início da covid-19. Houve fortes restrições orçamentárias para a compra de equipamentos e contratação de novos profissionais, resultando no trabalho hercúleo (e heróico) dos profissionais da saúde.&nbsp;<br><br></div><div><br>Durante a gripe espanhola, destacou-se o sanitarista Carlos Chagas no comando das ações de combate à pandemia. Mas bem diferente foi o percurso da saúde pública no Brasil da covid-19. Dois médicos sucederam-se no Ministério da Saúde, buscando cumprir protocolos científicos, mas o confronto não foi com a imprensa ou a opinião pública, como em 1918-1919. Agora, o bloqueio veio do chefe do Executivo e suas diretrizes, em confronto direto com as entidades médicas nacionais e internacionais e com a comunidade científica.<br><br>O terceiro ministro da Saúde, um general, preencheu diversos cargos de responsabilidade do órgão com membros de sua corporação. Assim, os sucessivos desencontros com a comunidade médica e científica culminaram com a tragédia sanitária e humana em Manaus. O quarto ministro, empossado no final de março de 2021, adota discurso mais consentâneo com a comunidade médica, mas entra cercado de ceticismo pela sociedade.<br><br></div><div><br>“Em 1918, não tínhamos nenhuma autoridade política ou científica apoiando o uso de sal de quinino, como Bolsonaro faz hoje com a cloroquina”, compara a historiadora e antropóloga <a href="https://www.youtube.com/watch?v=u-VNSB8OAIk">Lilia Schwarcz</a>, professora da USP e da Universidade Princeton, nos Estados Unidos.<br><br></div><div><br>“Ao contrário do que aconteceu no início do século 20, vemos hoje uma vontade deliberada do governo de sabotar todas as medidas de prevenção e contra a disseminação do coronavírus”, analisa o professor João Malaia, da Universidade Federal de Santa Maria. Segundo especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, o principal ponto que separa as crises da gripe espanhola e da covid-19 está na atuação dos órgãos federais.<br><br></div><div><br>Os governantes da época da gripe espanhola, como alguns da covid-19, também começaram negando a crise e criticando o suposto alarmismo da imprensa. Mas logo convenceram-se da necessidade de adotar providências mais drásticas. “As autoridades sanitárias recomendaram que as pessoas se mantivessem em casa e não fossem aos locais públicos. Decretos proibiram algumas práticas bastante comuns no período, como cuspir no meio da rua”, conta historiadora Daiane Silveira Rossi, pós-doutoranda pela Fiocruz e Faperj. A situação exigiu a construção rápida de hospitais de campanha e locais para isolamento de infectados.<br><br><br>Na atualidade, uma <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2021/07/cpi-da-covid-estrategia-militar-bolsonaro/">Comissão Parlamentar de Inquérito</a> apura as ações e omissões do Poder Executivo. Pesquisa da Universidade de Michigan e da Fundação Getulio Vargas mostra que o Brasil tinha os mecanismos necessários para combater a covid-19, mas o presidente optou pela ‘pseudociência’ e pelo ‘negacionismo’.<br><br></div><div><br>Na espanhola, durante a República Velha, houve desencontros com o governo federal. Mas, enquanto a pandemia arrefecia na capital federal, ocorrências dramáticas em alguns estados eram tratadas como “problema dos presidentes” (governadores) pelo chefe do governo federal. Já agora, o presidente empenhou-se em guerra com os governadores, buscando travar suas ações e responsabilizá-los pelos insucessos.<br><br></div><div><br>Segundo estudo da Universidade de Michigan e FGV, o resultado só não foi mais trágico porque o país tem infraestrutura de vigilância sanitária desenvolvida para lidar com pandemias. Desse modo, rede de atenção primária do Sistema Único de Saúde foi essencial para mitigar o impacto da Covid19. A atuação dos estados e prefeituras também ajudou a controlar o caos no País.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 23:36:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar dos 100 anos que as separam, Gripe Espanhola e Coronavírus tem também em comum a dificuldade dos poderes públicos em lidar com a quantidade muito grande de óbitos, ao não conseguirem dar um destino rápido aos corpos das pessoas mortas e há um século e que já são observadas novamente nos países mais afetados pela pandemia.&nbsp;<br><br>Em relação à idade das pessoas que faleceram&nbsp; é comum de que o coronavírus é mais letal em pessoas idosas ou que já possuem algum problema de saúde.Também existem&nbsp; casos de pessoas jovens e saudáveis que vieram a morrer por Covid-19. Tenta-se passar a imagem que ele também é um “limpa-velhos” como a gripe era vista antigamente, mas os dados têm mostrado que a situação real não é exatamente essa.&nbsp;<br><br>Os meios de comunicação por espalharem a sensação de pânico entre a população, ao anunciarem o grande número de vítimas em outros países.<br><br>As duas pandemias possuem muitas semelhanças.Ao contrário da Gripe Espanhola, o atual surto tem sua origem já estabelecida, suas formas de propagação bem conhecidos e maneiras de evitar a contaminação. A situação está gerando uma corrida contra o tempo na busca por um remédio para curar os doentes e por uma vacina para tentar evitar novos casos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 12:30:46 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar dos 100 anos que as separam, Gripe Espanhola e Coronavírus tem também em comum a dificuldade dos poderes públicos em lidar com a quantidade muito grande de óbitos, ao não conseguirem dar um destino rápido aos corpos das pessoas mortas e há um século e que já são observadas novamente nos países mais afetados pela pandemia.&nbsp;<br><br>Em relação à idade das pessoas que faleceram&nbsp; é comum de que o coronavírus é mais letal em pessoas idosas ou que já possuem algum problema de saúde.Também existem&nbsp; casos de pessoas jovens e saudáveis que vieram a morrer por Covid-19. Tenta-se passar a imagem que ele também é um “limpa-velhos” como a gripe era vista antigamente, mas os dados têm mostrado que a situação real não é exatamente essa.&nbsp;<br><br>Os meios de comunicação por espalharem a sensação de pânico entre a população, ao anunciarem o grande número de vítimas em outros países.<br><br>As duas pandemias possuem muitas semelhanças.Ao contrário da Gripe Espanhola, o atual surto tem sua origem já estabelecida, suas formas de propagação bem conhecidos e maneiras de evitar a contaminação. A situação está gerando uma corrida contra o tempo na busca por um remédio para curar os doentes e por uma vacina para tentar evitar novos casos.</div>]]></description>
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         <title>Gripe Espanhola e Covid 19</title>
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         <pubDate>2021-09-17 12:33:52 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2021-09-17 12:39:58 UTC</pubDate>
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