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      <title>Camões by CarlaCunha</title>
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      <description>o Super-Herói da Língua Portuguesa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-16 20:14:26 UTC</pubDate>
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         <title>Lisboa</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Fascinante talvez se possa dizer que foi a vida de Luís Vaz de Camões, se consideramos de igual peso as Aventuras e Desventuras que [...] lhe aconteceram"</p><p><br/></p><p>"Portanto, Luís Vaz de Camões nasceu! Mas quando? Esta é a primeira dúvida com que nos deparamos....</p><p>Pois bem, ele nasceu em 1524 ou em 1525..."( Pág. 17)</p><p><br/></p><p>Mas na sua poesia, Camões mostra que queria esquecer o seu dia de nascimento.</p><p><br/></p><p><strong>" O dia em que eu nasci morra e pereça,</strong></p><p><strong>não o queira jamais o tempo dar;</strong></p><p><strong>Não torne mais ao Mundo e, se tornar,"</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 20:59:49 UTC</pubDate>
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         <title>Galiza, Espanha - Tetravô</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Julga-se que o seu antepassado mais antigo de que há notícias se chamava Vasco Pires de Camões e que terá vindo da Galiza para Portugal em 1370[...] Há quem afirme que este fidalgo...era um bom trovador" a quem apelidaram de "Cancioneiro de Baena". (Pag.18)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 21:05:51 UTC</pubDate>
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         <title>Lisboa: Os Pais</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>O pai do nosso poeta, Simão Vaz de Camões era natural de Lisboa " andou embarcado nas naus que partiram para a Índia".</p><p>"Ao certo, ao certo não se sabe bem quem foi a sua mãe. Dizem que se chamava Ana de Macedo e que morreu quando ele nasceu." (Pág. 19)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 21:09:41 UTC</pubDate>
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         <title>Constância</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Muito jovem ainda, pensa-se que viveu na linda Vila ribatejana de Constância, onde residia alguma família sua e onde fez grandes amigos para a vida toda" (pág.24)</p><p><br></p><p>"Nesse tempo -  que o Poeta refere como <em>o tempo em que a baraba então nas faces apontava - deve ter conhecido a sua primeiríssima paixão: Belisa, como ele chamava a D. Isabel Freire " a quem terá dedicado os versos </em></p><p><em>" Verdes são so campos,</em></p><p><em>De cor de limão;</em></p><p><em>Assim são os olhos </em></p><p><em>Do meu coração. [...]"</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 21:33:01 UTC</pubDate>
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         <title>Coimbra - Terá 18 anos? Terá 19 anos?</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>"É, em todo o caso, a Coimbra que o Poeta vai ficar a dever a sua cultura Humanista,[...] Sabiamente, envolvido pelas ideias e práticas do Renascimento, deve ter estudado Artes e Humanidades [...] estudou Gramática, Retórica, Dialética e Latim, além de História Universal, Geografia, Astronomia, Mitologia Grega e Romana, Literaturas antigas e modernas e Poesia popular e culta".</p><p><br/></p><p>Aqui lê os livros escritos há séculos e descobre o " mundo novo que atrai as atenções: os Descobrimentos, o mar, o desconhecido" É aqui que escreve os primeiros sonetos (pág. 28) </p><p><br/></p><p>"Terá 18 anos? 19 anos?</p><p>Dizem que se meteu ao caminho, a pé, de Coimbra até Lisboas, dormindo num albergue aqui, num convento além, indo de vila em vila e levante no forro das vestes umas cartas de recomendação[...] e mais umas poucas moedas de prata e ainda, talvez o diploma de bacharel latino em Artes! Ah! E ainda, de certeza, um rolo de manuscritos com os seus primeiros versos..." "De Coimbra despede-se com um soneto ao seu modo:</p><p>Doces e Claras águas do Mondego,</p><p>Doce repouso da minha lembrança,..."</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 21:46:14 UTC</pubDate>
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         <title>Mosteiro de Santa Cruz,  Coimbra</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Foram bons os tempos passados no Colégio do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, do qual era prior seu tio Dom Bento de Camões [...] Camões aí estudou desde os doze anos de idade, e o seu tempo era passado quer disputando com os companheiros corridas e pequenas lutas por ruas e vielas, de espada à cinta, quer olhando as bonitas meninas que passavam ao seu lado. [...] </p><p>Consta que, naquela altura, o seu poder de sedução já era muito forte." (pág. 29)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 21:54:57 UTC</pubDate>
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         <title>Xabregas</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Chegado a Lisboa, eis que Luís de Camões não encontra dificuldades de maior em se integrar na vida da capital[...] O nosso Poeta não tardou a frequentar a Corte, acompanhado por D. Manuel de Portugal, poeta e também admirador do talento de Camões, que o introduziu no Paço Real da Rainha, em Xabregas, e no Palácio de Santa Clara.</p><p>Na verdade, ainda antes de Camões chegar a Lisboa, já o seu nome e os seus versos circulavam de boca em boca, por entre os nobres, criando especialmente entre as belas e jovens fidalgas a curiosidade de o conhecer" (pág. 33)</p><p><br/></p><p>Para essas jovens pensa-se que uma das primeiras redondilhas tenha sido:</p><p><em>"Descalça vai para a fonte</em></p><p><em>Leonor pela verdura;</em></p><p><em>Vai formosa e não segura..."</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 22:02:38 UTC</pubDate>
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         <title>Constância, Rua Luís de Camões, Constância</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>" Em nome do Amor... Camões vai ser na Corte de Lisboa vítima de uma espécie de intriga palaciana, que faz com que D. Catarina o force a abandonar Lisboa[...] retirou-se para a bonita e saudosa vila de Constância, onde já vivera" e onde encontrou a paz. (pág.44)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 00:34:18 UTC</pubDate>
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         <title>Ceuta, Espanha</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Alistou-se em 1549 na guarnição destacada para ir até Ceuta[...] E lá foi o nosso Poeta!</p><p>Longos meses passaram, de muitas escaramuças e intensos combates. Até que, certo dia, Camões é gravemente atingido no rosto, perdendo o olho direito." (pág. 47)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 00:37:17 UTC</pubDate>
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         <title>Lisboa</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Regressa a Lisboa em 1551, muito diferente do jovem descuidado e cheio de ânimo que dali partira. As injustiças da vida passam a ser tema dos seus poemas, onde descreve os seus infortúnios e aventuras." (pág.48)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 00:44:25 UTC</pubDate>
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         <title>Goa, Índia</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante uma escaramuça em que Camões defende dois amigos, fere com uma espada o cavaleiro que os atacara. "Prenderam-no logo ali! [...] é enviado para a Cadeia do Tronco, onde sofre dura prisão" Nove meses depois é perdoado por D. João III, tem de pagar uma multa e tem de "embarcar para a Índia para servir por três anos na milícia do Oriente. Ainda nesse mês parte para Goa", numa viagem que durou 6 meses. (pág. 54/55)</p><p>" Camões já então tinha começado a escrever um livro, que mais tarde daria origem a<em> Os Lusíadas..."  (pág.58)</em></p><p>É nesta cidade que se dá o episódio do jantar com iguarias para o espírito! (pág.60)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 00:54:30 UTC</pubDate>
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         <title>Macau</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Aí viveu uma espécie de desterro e todo o tempo livre era dedicado a escrever <em>Os </em>Lusíadas. Refugiava-se para isso numa pequena gruta[...que] existia num bonito jardim da cidade de Macau e ainda hoje é conhecida como a "Gruta de Camões". Lá do alto avistava-se o cais da cidade..."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 01:03:45 UTC</pubDate>
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         <title>Goa, Índia</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>"...foi chamado a Goa por motivo de uma acusação de apropriação de dinheiro alheio pela qual deveria responder.</p><p>Mais uma encrenca em que se viu envolvido! As intrigas perseguiam-no. Embarcou como prisioneiro na famosa nau de Prata, nos finais de 1557.</p><p>Interrogado sobre o papel enrolado que levava na mão. Camões respondeu que era toda a sua fortuna e que talvez fosse aquela a sua única herança." (Pág. 75)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 01:09:01 UTC</pubDate>
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         <title>Rio Mekong</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Nessa viagem sofre um naufrágio na costa do Camboja, na foz do Rio Mekong. (pág. 75)</p><p>"Vendo que as águas lhe poderiam roubar e levar para longe o seu precioso rolo de manuscritos, Camões não hesitou: atirou-se à água e nadou, nadou com todas as suas forças!</p><p>E assim salvou a nado, <em>Os Lusíadas</em>!" (pág. 78), mas nesse naufrágio perde aquele que foi o seu último amor a chinesa Dinamene.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 01:15:37 UTC</pubDate>
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         <title>Goa, Índia</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Recolhe à cadeia e é-lhe instaurado um processo para ser remetido para Lisboa," (pág.80)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 01:17:51 UTC</pubDate>
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         <title>Mouraria, Lisboa</title>
         <author>carlaalvescunha9</author>
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         <description><![CDATA[<p>Chegado a Lisboa vai viver na Mouraria " passando por dificuldades económicas[...]A sua única esperança era a publicação de Os Lusíadas. Tenta durante dois anos; e por fim em 1572, obtém permissão real  para levar adiante a publicação do seu livro.</p><p>Consegue passar a barreira da Censura do tribunal da Inquisição[...]</p><p>A primeira edição de Os Lusíadas vê a luz dia ainda em 1572, tendo sido impressa na Casa Tipográfica de António Gonçalves[...].Dali saem 200 exemplares cheios de erros tipográficos..." </p><p>Camões consegue ler o seu poema a D. Sebastião. O poema era longo e a sessão demorada. Mas todos ouviram suspensos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-17 01:26:38 UTC</pubDate>
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