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      <title>SubProduto 2 by Kyo</title>
      <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0</link>
      <description>Curso: Farmácia 
Integrantes: Fátima Pola, Kettley Pádua, Luiz Felipe Campos, Maria Eduarda Silva, Rayssa Freitas 
Citogenética 
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-20 23:13:46 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-09-21 22:02:45 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Definição </title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3130443052</link>
         <description><![CDATA[<p>A varicocele também conhecida como varizes do testiculo a dilatação anormal das veias testiculares e é uma das causas da infetilidade. Tais veias fazem parte do cordão espermático. Essa dilataçao pode dificultar o retorno venoso provocando a disfunçao do testiculo, que é o orgão resposavel por produzir espermatozoides.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 23:20:18 UTC</pubDate>
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         <title>Prevalência </title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3130443245</link>
         <description><![CDATA[<p>Atinge geralmente adolescentes e não aparece na infância, é um problema relativamente comum entre homens mais jovens entre 15 e 25 anos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 23:20:42 UTC</pubDate>
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         <title>Como leva a infertilidade?</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3130443394</link>
         <description><![CDATA[<p>O surgimento dessas varizes causa um aumento da temperatura no testículo, reduzindo a produçao de espermatozoides e diminuindo a qualidade seminal, essas varizes geram o chamado estresse oxidativo que ocasiosa essas alterações e também um aumento na fragmentaçao do DNA e esse conjunto de fatores leva a infertlidade masculina.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 23:21:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diagnóstico</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3130443505</link>
         <description><![CDATA[<p>O diagnóstico deve ser feito pelo urologista, de preferencia especializado em infertilidade, que deve aplicar um exame fisico auxiliado por uma ultrassom de bolsa testicular.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 23:21:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sintomas</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3130443842</link>
         <description><![CDATA[<p>A varicocele pode atingir dois testículos ou apenas um, geralmente o esquerdo por caraterísticas anatômicas, geralmente não apresenta sintomas, exceto aquilo que se pode observar a olho nu. Em alguns casos pode apresentar dor, inchaço, mudança no formato dos testículos e embora não seja comum, pode causar infertilidade. (BROWN M. D. 1976)</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 23:22:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tratamento</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3130444705</link>
         <description><![CDATA[<p>A varicocele tem tratamento e tem cura, dependendo do grau basta fazer o uso de medicamentos e utilizar o suspensório escrotal para realizar atividades físicas. Se chegar ao estágio da infertilidade, pode ser recomendada a intevenção cirúrgica.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 23:25:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Refêrencias</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3130445072</link>
         <description><![CDATA[<p>BROWN M. D., J. S. Varicocelectomy in the Subfertile Male: a Ten-Year Experience with 295 Cases *. , 16 set. 1976.&nbsp;</p><p>COMHAIRE M. D., F.; VERMEULEN, A. Varicocele Sterelity: cortisol and Cetacholamines. , 25 jan. 1974&nbsp;</p><p>PINHEIRO, D. P. Varicocele: sintomas, causas e tratamento | <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://MD.Sa">MD.Sa</a>úde. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mdsaude.com/urologia/varicocele/">https://www.mdsaude.com/urologia/varicocele/</a>&gt;.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 23:26:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tratamento</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131058637</link>
         <description><![CDATA[<p>O tratamento deve ser individualizado, levando-se em conta sempre os sintomas da paciente e o impacto da doença e de seu tratamento sobre a sua qualidade de vida. Uma equipe multidisciplinar especializada deve ser, sempre que possível, envolvida, na tentativa de fornecer um tratamento capaz de abranger todos os aspectos biopsicossociais da paciente.</p><p>As drogas hormonais investigadas - progestagênios isolados, anticoncepcionais orais combinados, gestrinona, danazol e GnRHa - mostram- se igualmente efetivas no alívio da dor. Contudo, os efeitos adversos apresentados e os custos são diferenciados e devem ser levados em consideração quando da escolha terapêutica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 19:12:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico </title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131059091</link>
         <description><![CDATA[<p>O diagnóstico da endometriose pode ser fortemente sugerido por meio de ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética. No entanto, esses exames não apresentam sensibilidade e especificidade adequadas. O único biomarcador sérico usado com certa frequência em pacientes com endometriose é o CA-125, que mostrou potencial diagnóstico para endometriose moderada/grave. No entanto, o CA-125 apresentou baixa sensibilidade, com valores de 24% a 94% na concentração de corte de 35 U/mL. (19) Assim, até o momento, o padrão-ouro para o diagnóstico de endometriose consiste na laparoscopia e no diagnóstico histológico baseado nas lesões, sendo este último de importância controversa. Dessa forma, a identificação visual ou histológica do tecido endometriótico na cavidade pélvica durante a cirurgia não é apenas o melhor teste disponível, mas o único teste de diagnóstico para endometriose que é usado rotineiramente na prática clínica.(20) O diagnóstico cirúrgico tem muitas desvantagens</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 19:12:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Definição</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131059908</link>
         <description><![CDATA[<p>A endometriose pode ser definida como a presença de mucosa do tipo endometrial fora da cavidade uterina, e seu diagnóstico padrão é realizado por meio de visualização direta e exame histológico das lesões (VERCELLINE et al., 2014). Estimativas apontam que a endometriose afeta até10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva. A prevalência de endometriose se eleva drasticamente para valores tão altos quanto entre 25 e 50% em mulheres com infertilidade, e entre 30 e 50% das mulheres com endometriose têm infertilidade (COZZOLINO et al., 2019).</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 19:14:34 UTC</pubDate>
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         <title>Infertilidade</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131060000</link>
         <description><![CDATA[<p>Endometriose é uma doença crônica que afeta cerca de 20% das mulheres em idade fértil causada por implantes de tecido endometrial localizados fora da cavidade uterina, principalmente em locais como ovários e cavidade peritoneal. A origem dessa condição ainda permanece desconhecida, existindo na literatura diversas teorias que objetivam explicar a fisiopatologia envolvida, como por exemplo a Teoria de Sampson, conhecida como teoria da menstruação retrógrada. A doença apresenta dois desfechos principais, sendo eles: dor pélvica e infertilidade. A dificuldade de concepção espontânea está relacionada à resposta inflamatória local gerada pelas células endometriais ectópicas, o que leva a aumento nos níveis de citocinas, interleucinas, fatores de crescimento, fatores angiogênicos e células de defesa. Esse ambiente pode alterar mecanismos fisiológicos envolvidos na ovulação, fecundação e implantação, além de prejudicar a qualidade dos espermatozoides e promover alterações anatômicas do trato genital feminino. O presente estudo teve como objetivo reunir os dados existentes na literatura contemporânea para compreender os mecanismos envolvidos na infertilidade gerada pela endometriose. Assim, concluiu-se que a inflamação é o evento base para todos os processos envolvidos que podem influenciar na fertilidade e que os estudos acerca do tema elevam a expectativa para o desenvolvimento de novas abordagens dessas pacientes.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 19:14:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Prevalência</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131060110</link>
         <description><![CDATA[<p>A determinação precisa sobre a incidência e a prevalência de endometriose na população geral é difcultada pelo fato de o diagnóstico defnitivo ainda requerer visualização cirúrgica para ser estabelecido, limitando a parcela de mulheres que realmente chega à confrmação da doença. Em decorrência desse aspecto, o conhecimento sobre manifestações, fatores de risco e sobre a própria distribuição populacional é restrito aos dados de endometriose em mulheres diagnosticadas, sendo as características dos casos não diagnosticados desconhecidas. Em vista disso, é importante ressaltar que a compreensão atual da endometriose é enviesada pelas condições de acesso à saúde e à possibilidade de realizar o diagnóstico (8). Assim, embora a real prevalência seja indeterminada, estima-se que cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva sejam afetadas, o que representaria aproximadamente 190 milhões de mulheres no mundo em estimativa de 2017 (8). No entanto, as estimativas de prevalência divergem amplamente de acordo com diferentes abordagens diagnósticas e amostras populacionais: entre mulheres assintomáticas, permanece em torno de 2 a 10%, enquanto varia de 5 a 50% em mulheres inférteis e de 5 a 21% entre 55 mulheres hospitalizadas devido à dor pélvica. Ainda, em relação a adolescentes sintomáticas, a prevalência é de cerca de 49% quando há presença de dor pélvica e de 75% quando a dor é irresponsiva a tratamento farmacológico (8, 9, 10).</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 19:15:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sintomas</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131060337</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das manifestações mais comuns é a dor pélvica que,</p><p>descrita como crônica, cíclica, progressiva e persistente,</p><p>aumenta a probabilidade de ocorrer devido à endometriose. Há, possivelmente,</p><p>correlação entre o tipo de dor e a localização das lesões endometriais,</p><p>bem como entre a intensidade e a profundidade dessas lesões,</p><p>sobretudo no fenótipo infltrativo. O mecanismo possivelmente associado envolve características neuropáticas e infamatórias, uma vez que a sensibilização nervosa central, que gera alteração no processamento da dor, é estimulada pela produção local de estradiol e de mediadores infamatórios que induzem infltração de células imunes, vascularização e nocicepção pronunciadas. A ocorrência de dismenorreia, dor cíclica muito prevalente entre as mulheres, advém da produção excessiva de prostaglandinas pelos implantes endometriais, gerando hipertonia e isquemia secundária</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 19:16:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131060467</link>
         <description><![CDATA[<p>1. Sampson JA. Peritoneal endometriosis due to the menstrual dissemination of endometrial tissue into the pelvic cavity. Am J Obstet Gynecol. 1927;14(4):422-69. doi: 10.1016/S0002-9378(15)30003-X</p><p>2. Vercellini P, Crosignani PG, Abbiati A, Somigliana E, Viganò P, Fedele L. The effect of surgery for symptomatic endometriosis: the other side of the story. Hum Reprod Update. 2009;15(2):177-88. doi: 10.1093/humupd/dmn062</p><p>3. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://e-revista.unioeste.br/index.php/salutis/article/">https://e-revista.unioeste.br/index.php/salutis/article/</a> view/26895</p><p>4. Fauconnier A, Chapron C. Endometriosis and pelvic pain: Epidemiological</p><p>evidence of the relationship and implications. Hum Reprod Update. 2005;11(6):595-606. doi:10.1093/humupd/dmi029</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 19:16:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DEFINIÇÃO</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131116218</link>
         <description><![CDATA[<p>A caxumba, também chamada de parotidite epidêmica ou papeira, é uma infecção viral aguda que acomete principalmente crianças, mas pode ocorrer também em adolescentes e adultos. A doença é causada por um vírus pertencente à família Paramyxoviridae, do gênero Rubulavirus, e sua transmissão se dá principalmente por via aérea, através de gotículas respiratórias ou da saliva de uma pessoa infectada, podendo ocorrer até mesmo por meio da urina.</p><p>A caxumba é comum em locais com grandes aglomerações de pessoas, principalmente em áreas onde a vacinação de rotina não é amplamente praticada. Surtos da doença podem ocorrer em escolas e instituições com grande número de pessoas, devido à facilidade de transmissão do vírus nesses ambientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 21:55:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PREVALÊNCIA</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131116294</link>
         <description><![CDATA[<p>Entre os anos de 2018 e 2022, foram diagnosticados 2.503 casos de caxumba no Brasil. O maior índice de casos ocorreu no ano de 2022, onde foram registrados um total de 604 casos (24,13%), já em 2021, teve a menor quantidade de casos registrados no Brasil, com 388 casos (13,50%). Dentro desse período, o Sudeste foi a região brasileira mais afetada. A grande predominância nos casos de caxumbas foram no sexo masculino, com maior incidência em crianças com idade entre 1 a 4 anos. Porém, também foi registrado um aumento nos casos de Caxumba em pessoas com 50 anos ou mais ao longo desse período (Santos, 2023). A prevenção da caxumba é feita através de vacinação, onde, são tomadas duas doses, uma aos 12 meses de vida e outra aos 15 meses. Segundo dados divulgados pela Unicef, a agência da ONU para a infância, a quantidade de crianças que receberam a segunda dose da vacina caiu de 77% para 41% do ano de 2016 para 2017.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 21:56:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;&quot;</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131116391</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo a pediatra Cristina Duarte, diretora da Clínica Neovacinas, em matéria postada na BBC News Brasil, Acho que a queda nessa cobertura vacinal tem a parte do governo e da população. O Programa Nacional de Imunização, que é modelo para o mundo inteiro, é espetacular, mas não basta ter vacinas, postos de saúde e equipes bem estruturadas. É preciso fazer uma busca ativa das famílias (BBC News, 2018).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 21:56:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>COMO LEVA A INFERTILIDADE</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131116552</link>
         <description><![CDATA[<p>A caxumba pode afetar a fertilidade quando causa inflamação nos testículos, conhecida como orquite. Essa complicação da doença pode danificar o tecido testicular, prejudicando a produção de espermatozoides. Quando os testículos ficam inflamados, pode haver redução no número de espermatozoides produzidos ou alterações na qualidade deles. Isso pode resultar em condições como azoospermia (ausência de espermatozoides) ou astenozoospermia (problemas de mobilidade). Além disso, uma inflamação grave pode levar à atrofia testicular, que é uma redução permanente no tamanho dos testículos, comprometendo a fertilidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 21:57:05 UTC</pubDate>
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         <title>DIAGNÓSTICO</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131117349</link>
         <description><![CDATA[<p>Normalmente, o diagnóstico da Caxumba é baseado em critérios clínicos e epidemiológicos. No entanto, há alguns exames de sangue que podem ajudar na identificação da presença do vírus Paramyxoviridae (Helena, 2022). No hemograma, geralmente parece normal, exceto em casos mais graves, já podendo haver a leucocitose. Também podendo ter o aumento da Amilase Sérica, embora não sejam exames rotineiros, o isolamento viral ou também a reação em cadeia da polimerase em tempo real (RT-PCR) em amostras de saliva, líquor ou swab bucal podem ser utilizados para confirmar a doença. Também deve ser feita a sorologia, sendo feita a primeira coleta na fase aguda da doença e a segunda fase de coleta 15 a 20 dias após a aferição da primeira. Se tiver um aumento de quatro vezes nos títulos de IgG é confirmado o diagnóstico da doença. Porém, quando já se tomou as vacinas, esse aumento pode não ocorrer, de modo que um teste de resultado negativo não exclui a infecção (Costa, 2017).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 21:57:26 UTC</pubDate>
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         <title>SINTOMAS</title>
         <author>skettley0</author>
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         <description><![CDATA[<p>A caxumba se manifesta principalmente como parótida, ou seja, inchaço das glândulas parótidas, que pode ser bilateral e durar de 3 a 7 dias. Os sintomas podem incluir febre baixa, mal-estar, dores musculares (mialgias), dor de cabeça (cefaleia) e perda de apetite (anorexia). Muitas vezes, os pacientes sentem dor ao redor da mandíbula, dor no ouvido (otalgia) e têm dificuldade para comer, engolir ou falar. O orifício do ducto parotídeo pode ficar vermelho e inchado, e, embora menos comum, as glândulas submaxilares e sublinguais também podem ser afetadas. Em casos raros, o inchaço bilateral das glândulas salivares pode causar edema pré-esternal, e o edema supraglótico, que representa maior risco de vida, também pode ocorrer. Aproximadamente 20% dos casos podem ser assintomáticos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 21:57:43 UTC</pubDate>
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         <title>TRATAMENTO</title>
         <author>skettley0</author>
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         <description><![CDATA[<p>Por ser uma doença viral, a Caxumba é tratada pelo próprio organismo de forma natural. É recomendado o repouso e medicamentos para dor e temperatura e também uma observação cuidadosa para caso se tenha alguma complicação. A maioria dos casos têm sua recuperação natural e progressiva, sem grandes complicações. Também é recomendado uma dieta com restrição de alimentos ácidos, uma hidratação adequada, repouso, e se possível, evitar locais com aglomerações. Já nos caso que exigem a internação do paciente devem ser adotadas precauções para doenças que têm sua transmissão via aérea (Costa, 2017).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 21:58:09 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author>skettley0</author>
         <link>https://padlet.com/skettley0/f2trwcauake9swh0/wish/3131118401</link>
         <description><![CDATA[<p>SANTOS, Camile Xavier Souza et al. ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DA CAXUMBA E A SITUAÇÃO VACINAL DA TRÍPLICE VIRAL NO BRASIL, NO PERÍODO DE 2018 A 2022.<strong> The Brazilian Journal of Infectious Diseases</strong>, v. 27, p. 103435, 2023. </p><p><strong>Por que os casos de caxumba continuam crescendo no Brasil, apesar da vacina?</strong> Disponível em: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2018/07/26/por-que-os-casos-de-caxumba-contin/</p><p>GIORDANI, E. P. et al. <strong>Semiologia odontológica e estomatologia.</strong> Porto Alegre: SAGAH, 2022.</p><p>HELENA, M.<strong> Caxumba (papeira)</strong>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://drauziovarella.uol.com.br/pediatria/caxumba-papeira/">https://drauziovarella.uol.com.br/pediatria/caxumba-papeira/</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-21 22:01:14 UTC</pubDate>
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