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      <title>Aula Atividade 2 by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-10 18:56:51 UTC</pubDate>
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         <title>Aula Atividade 2 - Turma 5/6 Petrópolis</title>
         <author>andrevws</author>
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         <description><![CDATA[<div>CUIDADOS E HIGIENIZAÇÃO NO PREPARO DA DIETA ENTERAL<br>&nbsp;HIGIENE PESSOAL DO CUIDADOR Fórmulas industrializadas • Manter as unhas curtas e limpas; • Lavar as mãos com água e sabão (conforme figura abaixo), secar com toalha limpa ou toalha de papel e finalizar, de preferência, passando álcool a 70% nas mãos e deixar secar naturalmente; • Usar cabelos presos ou protegidos com lenço ou rede; • Usar roupas limpas durante o preparo da dieta; • Não fumar, tossir, falar e espirrar durante o preparo da dieta; • Evitar a presença de animais domésticos no local de preparo da dieta; • Deixar o ambiente (pias, bancadas, mesas e chão) sempre limpo para preparar a dieta e evitar o acúmulo de louças sujas. Logo antes de iniciar o preparo da dieta, higienizar a bancada, e se possível, finalizar passando álcool em gel sobre a mesma. As dietas industrializadas são apresentadas na forma de pó ou na forma líquida. As dietas em pó usualmente são diluídas em água (filtrada, fervida ou mineral) conforme orientação do nutricionista.&nbsp;<br>HIGIENIZAÇÃO DE FRUTAS, VERDURAS E LEGUMES 1. Lavar bem as frutas, verduras e legumes em água corrente. 2. Deixá-las de molho em solução clorada por 15 minutos em uma vasilha de vidro ou de plástico. 3. Observar se todos os alimentos ficaram cobertos pela água. 4. Após os 15 minutos enxaguá-las em água corrente. Como preparar a solução clorada 1. Colocar em uma vasilha de vidro ou de plástico 1 litro de água limpa. 2. Acrescentar 1 colher de sopa de água sanitária. 3. Mergulhar os alimentos na solução, até cobri-los completamente. Observações: Se 1 litro de água não for suficiente para cobrir todos os alimentos, colocar mais 1 litro de água limpa e acrescentar mais 1 colher de sopa de água sanitária. ATENÇÃO: Não utilizar água sanitária perfumada (alvejantes) HIGIENIZAÇÃO DE UTENSÍLIOS (panelas, peneiras, talheres, etc.) Após o preparo da dieta os utensílios devem ser bem limpos: 1. Remover a sujeira aparente. 2. Lavar com detergente. 3. Enxaguar com água corrente. 4. Deixar secar. 5. Guardar em local limpo e fechado. Obs: Preferir utensílios de material liso, resistente e de fácil limpeza (vidro, louça). Após limpeza com detergente de utensílios de vidro ou louça, passar água fervente. Não passar água fervente em utensílios de plástico. Utensílios de plástico podem ser utilizados desde que bem higienizados e separados exclusivamente para uso no preparo da dieta. 7 • Os ingredientes perecíveis (frutas, leite, carnes, ovos) devem ser guardados separadamente, na parte interna da geladeira para evitar a deterioração, e se já estiverem porcionados ou picados devem ser consumidos em no máximo 15 horas; • Caso seja necessário preparar a dieta antes do horário a ser administrado: • Colocar a dieta nos frascos e fechá-los ou em outro recipiente com tampa, devidamente lavado e higienizado; • Conservar a dieta na geladeira (na prateleira de cima e no fundo para melhor conservação) em recipiente tampado. Recomenda-se não colocar outros alimentos na prateleira em que a dieta estiver acondicionada; • Retirar a dieta da geladeira 30 a 40 minutos antes do horário da administração. Em dias muito frios, retirar 1 hora antes para que a mesma esteja à temperatura ambiente no momento da administração; • Nunca congelar a dieta; • A dieta pronta não deve ser aquecida em banho-maria ou micro-ondas, pois o calor pode alterar a composição da dieta; • O frasco da dieta não deve ser aquecido. Se o recipiente for de plástico, o calor pode fazer com que o plástico solte resíduos na dieta; • A dieta preparada deve ser administrada no mesmo dia, NÃO devendo ser utilizada no dia seguinte.&nbsp;<br>HIGIENIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS (liquidificador, mixer, etc.) 1. Retirar da tomada e desmontar. 2. Lavar com detergente. 3. Enxaguar com água corrente. 4. Realizar a sanitização com solução clorada. 5. Enxaguar novamente com água corrente tratada. 5. Deixar secar. 6. Remontar. 7. Guardar em local limpo e fechado.&nbsp;<br>&nbsp;ATENÇÃO!!! Sempre seguir o horário da administração da dieta, prescrito pelo nutricionista.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-10 18:58:18 UTC</pubDate>
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         <title>6° SEMESTRE POLO: PETRÓPOLIS-RJ *ALUNA: GEYSA VASCONCELOS MADEIRA *DISCIPLINA: ASSISTÊNCIA NUTRICIONAL PARA GRAVEMENTE ENFERMOS ATIVIDADE 02</title>
         <author>geysamadeira</author>
         <link>https://padlet.com/andrevws/f1ak8ut4m8vwp1so/wish/2276414464</link>
         <description><![CDATA[<div>1)Quais as recomendações para boas práticas de manipulação dos alimentos e preparações?</div><div>&nbsp;</div><div>RESPOSTA=</div><div>&nbsp;</div><div>DIETAS NÃO INDUSTRIALIZADAS, CASEIRAS OU ENTERAIS</div><div>São aquelas preparadas à base de alimentos in natura ou de mescla de produtos naturais com industrializados (módulos), liquidificados e preparadas artesanalmente em cozinhas domésticas ou hospitalar.</div><div>VANTAGENS:</div><div>Individualização da fórmula quanto à composição nutricional e o volume.</div><div>DESVANTAGENS:</div><div>Instabilidade bromatológica, microbiológica e organolepédica ( características que podem ser percebidas pelos sentidos humanos, como cor, brilho, luz, odor, textura, som e o sabor) do produto final, acarretando um custo maior que da dieta industrializada. Não é de composição nutricional definida, dificuldade para se formular dietas especializadas, à&nbsp; base de hidrolisados proteicos ou ricas em nutrientes imunomoduladores. O fornecimento de micronutrientes fica prejudicado.</div><div>&nbsp;</div><div>CUIDADOS NO PREPARO DA NUTRIÇÃO ENTERAL</div><div>Dietas enterais ricas em macro e micronutrientes são um excelente meio para crescimento de microorganismos. A administração de dieta eventualmente contaminada por diferentes germes pode causar distúrbios gastrintestinais (náuseas, vômitos e diarreia).</div><div>Independente da administração, é fundamental que as dietas sejam preparadas com maior cuidado para evitar contaminação.</div><div>&nbsp;O preparo da NE no Brasil é regido pela Portaria nº 337, de 14 de abril de 1999, e Resolução 63, de 6 de julho de 2000.</div><div>Os locais de manipulação das dieta enterais são fontes de contaminação.</div><div>Os processos para transferência da dieta de sua embalagem original para frascos e a reconstituição e a mistura de ingredientes favorecem a&nbsp; contaminação das formulações. Por essa razão, as áreas distintas de preparação da NE (sala de limpeza e sanitização de insumos, sala de preparo de alimentos in natura, de manipulação e envasamento da NE, dispensação e distribuição)&nbsp; e os procedimentos para manipulação preestabelecidos e validados podem minimizar os riscos de contaminação.</div><div>É importante o estabelecimento de um fluxograma para o preparo das dietas industrializadas, como:</div><div>1. Recebimento dos insumos e materiais para preparo da NE.</div><div>2. Armazenamento dos materiais e insumos.</div><div>3. Procedimentos de higienização.</div><div>4. Procedimentos para o preparo.</div><div>5. Conservação e transporte.</div><div>&nbsp;</div><div>Devem ser implantados rotinas e procedimentos de validação da cada etapa do fluxograma que assegurem e comprovem a qualidade microbiológica da dieta enteral. Além disso, toda documentação referente à preparação da NE deve ser arquivada ordenadamente por 5 anos. Legislação utilizada para boas práticas de manipulação de nutrição enteral?</div><div>No preparo das formulações, as legislações básicas preconizadas pela ANVISA são:</div><div>⦁ RDC 63 de julho de 2000 e a 12 de janeiro de 2001.&nbsp;</div><div>Entretanto, para que se tenha um serviço adequado é necessária a associação com outros compêndios e/ou referências como:</div><div>⦁&nbsp; &nbsp; Manual da ANVISA sobre Assepsia e Anti-sépsia;&nbsp;</div><div>⦁&nbsp; &nbsp; RDC 50 que fala sobre estrutura de área física;&nbsp;</div><div>⦁&nbsp; &nbsp; Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT NBR ISO 14644-1 Norma Brasileira) que determina diretrizes para salas limpas e ambientes controlados associados de 2005;&nbsp;</div><div>⦁&nbsp; &nbsp; USP Pharmacopeia de 2007 dentre outras.</div><div>Pontos críticos que devem ser monitorados durante a produção de nutrição enteral</div><div>água de preparo das formulações, manipulador do produto e o recipiente de preparo, que normalmente são liquidificadores.</div><div>Controle de qualidade do processo de manipulação de nutrição enteral</div><div>Através de análises microbiológicas visando controle de sepsia e anti-sepsia do processo produtivo previamente validado. Isto representa swab de superfícies e mãos dos colaboradores, controle de água de consumo dentre outros.</div><div>fonte:</div><div>http://boaspraticasnet.com.br/nutricao-enteral-aplicacoes-e-cuidados/</div><div>&nbsp;</div><div>BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS</div><div>São um conjunto de regras que orientam a produção de alimentos e evitando que ocorra contaminação durante esse processo. Garantindo a qualidade higiênico sanitária do alimento&nbsp; desde a escolha até o armazenamento dos alimentos. Devem ser aplicadas as dietas enterais artesanais para reduzir risco de contaminação, evitar o desenvolvimento de doenças transmitidas por alimentos e promover a saúde do paciente.&nbsp;</div><div>Para uma preparação enteral artesanal segura, é necessário que os manipuladores de alimento adotem as seguintes ações:</div><div>• Lavar a bancada de preparação com água potável e detergente neutro com o auxílio de uma esponja e borrifar álcool a 70% na superfície, deixando secar naturalmente;</div><div>• Ter utensílios exclusivos para preparação da dieta, higienizá-los com água potável e detergente neutro, deixando-os secar naturalmente;</div><div>• Higienizar as mãos e antebraços, antes de iniciar a preparação, com detergente neutro e água potável, secar com papel toalha não reciclado, passar álcool a 70%, deixando secar naturalmente;</div><div>• Usar água filtrada e fervida;</div><div>• Olhar a embalagem do alimento a ser usado, verificando principalmente a data de validade e se possui alguma alteração como furos ou estufamento. Descartar o alimento caso esteja com data de validade vencida ou se a embalagem não estiver íntegra;</div><div>• Certificar-se que o alimento é proveniente de um fornecedor que tenha condições higiênicas adequadas;&nbsp;</div><div>• Observar se os alimentos congelados ou refrigerados a serem adquiridos estão e temperatura adequada. Não adquirir produtos com sinais de descongelamento ou re-congelamento, como: cristais de gelo no produto, embalagens molhadas, produtos amolecidos ou deformados;</div><div>• Escolher alimentos de boa aparência com aspecto e coloração próprios, textura adequada, sem manchas e sem odores indesejáveis;</div><div>• Antes do preparo da dieta, lavar as embalagens dos alimentos industrializados com água potável corrente e detergente neutro e passar álcool a 70% para a desinfecção;</div><div>• Antes do preparo da dieta, higienizar as frutas, verduras e hortaliças com água potável, se necessário, usar uma escova e, em seguida, colocar em solução clorada (hipoclorito de sódio e água, numa proporção de 15mL:1L). Deixar durante 10 minutos e lavar em seguida em água corrente.</div><div>&nbsp;</div><div>A elaboração de dietas enterais artesanais é um processo desafiante. Caso esse processo não seja adequadamente planejado e executado, a preparação final pode apresentar perda de nutrientes, ter alteração de cor e viscosidade e aumentar o risco de contaminação microbiológica. Todos esses fatores comprometerão a prescrição dietética e seu papel na recuperação e/ou manutenção da saúde dos pacientes.&nbsp;</div><div>Muitas vezes, na tentativa de se aumentar o valor energético da preparação, alimentos podem ser introduzidos ou quantidades aumentadas. Entretanto, isso pode acarretar aumento de componentes fibrosos, comprometendo a fluidez adequada da preparação para passagem pelo equipo e/ou sonda. Diante disso, é importante seguir a quantidade exata dos ingredientes das preparações. O valor nutricional das preparações artesanais devem ter estimativas baseadas em tabelas de composição de alimentos.&nbsp;</div><div>Dessa forma, a composição, principalmente de micronutrientes, está sujeita as flutuações esperadas em alimentos in natura.&nbsp;</div><div>As preparações artesanais devem ter consistência e fluidez compatível (para passagem) com a sonda. A administração da dieta artesanal em bolus também pode ser recomendada e, talvez, seja a forma mais prática em nível domiciliar. Afim de evitar contaminação microbiológica e infecção alimentar, é importante que essas preparações sejam confeccionadas seguindo as boas práticas de manipulação de alimentos e sejam administradas em até 4h após sua preparação.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>2)Quais cuidados à serem tomados em relação aos alimentos selecionados para a preparação da dieta enteral artesanal?</div><div>&nbsp;</div><div>RESPOSTA=</div><div>&nbsp;</div><div>PREPARAÇÕES ARTESANAIS&nbsp;</div><div>Para preparações artesanais é fundamental que os alimentos sejam escolhidos adequadamente. Alguns alimentos são mais indicados que outros na preparação de dietas enterais artesanais. Dependendo do grau de maturação ou da forma de preparo, um alimento pode alterar positiva ou negativamente as características da dieta artesanal. Nesse contexto, alguns cuidados devem ser tomados:</div><div>• Preferir as frutas maduras e de época. Quanto menos madura uma fruta, mais consistente a sua polpa. Utilizar frutas ainda imaturas pode gerar preparações bastante viscosas e de difícil fluidez. Os principais indicativos de maturação das frutas são cor e rigidez. Frutas como mamão, banana, goiaba, abacaxi e cajú se tornam mais amareladas quando maduras. Já frutas como laranja, limão e abacate apresentam um afinamento da casca quando maduras. As frutas da época geralmente são encontradas em bom estado de maturação;</div><div>• Preferir alimentos com maior teor de água. Alguns com maior teor de água auxilia na fluidez das preparações. Frutas como melão e melancia e hortaliças como alface e pepino são bons exemplos. Frutas cítricas mais fibrosas como laranja e limão, podem ter seu suco extraído e utilizado no preparo das dietas artesanais;</div><div>• Atenção aos alimentos espessantes. Alimentos ricos em amido como arroz, macaxeira e batata podem levar ao espessamento das dietas artesanais, pois podem gerar um processo chamado de “gelatinização”. Sempre que utilizar alguns desses alimentos é importante observar a quantidade e a temperatura (por isso é muito importante esperar esfriar) para que não ocasione aumento da viscosidade da dieta;</div><div>• Atenção aos alimentos fibrosos. Alimentos com grandes teor de fibras podem comprometer a fluidez das preparações artesanais, uma vez que a maior parte dessas estruturas não se dissolvem em água, gerando partículas em suspensão na dieta. Uma forma de reduzir essas partículas é remover a casca dos alimentos e evitar alimentos fibrosos como brócolis e couve flor, por exemplo. Outra opção também é cozinhar esses alimentos, pois a alta temperatura atenua a quantidade de fibras;</div><div>• Evitar cortes de carnes ricas em colágeno. O colágeno é capaz de se gelatinizar na água, não se dissolvendo e conferindo espessamento as dietas enterais artesanais. Alcatra, patinho, filé mignon e contrafilé são exemplos de cortes de carne com maior maciez e menor quantidade de colágeno;</div><div>• Atenção ao tempo de cozimento. O tempo de cozimento também é um fator importante quando se pretende obter uma boa fluidez. O cozimento mais longo atribui mais maciez ao alimento além de aumentar a concentração de água. Para não haver perda das vitaminas hidrossolúveis na água do cozimento, é importante que esta seja aproveitada na preparação da dieta, ao invés de ser desprezada.</div><div>&nbsp;</div><div>Esses cuidados são importantes para melhorar a fluidez das dietas evitando a presença de partículas que venham a obstruir a sonda. Porém, não garante a total ausência dessas partículas. Para isso é fundamental que todas as preparações artesanais sejam liquidificadas e coadas antes de serem administradas ao paciente. O tamanho do poro da peneira utilizada vai determinar a eficácia da filtragem, quanto menor o poro, mais partículas serão retidas. É importante que o manipulador não force a passagem da dieta artesanal pela peneira.&nbsp;</div><div>As preparações artesanais descritas a seguir foram planejadas com o intuito de oferecer aproximadamente 400 Kcal por etapa. Assim, no planejamento nutricional, o nutricionista pode escolher o número de preparações diárias conforme a necessidade energética de cada paciente.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;As preparações artesanais deve-se distribuir para que o paciente alcance as&nbsp; recomendações de valores recomendados e para uma boa recuperação dos. As preparações complementares podem ser ofertadas entre as preparações principais para atingir a necessidade energética&nbsp; pacientes.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>3)Como deve ser conservada a dieta enteral?</div><div>&nbsp;</div><div>RESPOSTA=</div><div>&nbsp;</div><div>Higienização&nbsp;</div><div>⦁ Lavar sempre as mãos e antebraços com água e sabão antes de qualquer manuseio. Após isso, secar bem com papel toalha descartável e passar álcool 70%.</div><div>⦁ Lavar o local de preparo da dieta com água e sabão, e limpar também com álcool 70%.</div><div>⦁ Higienizar todo o material a ser utilizado para preparo da dieta enteral, escaldar com água fervente, passar álcool 70% antes de usá-lo e esperar secar.&nbsp;</div><div>⦁ Nunca utilizar panos de prato ou toalhas para secagem. Usar apenas papel toalha descartável.</div><div>&nbsp;</div><div>Armazenamento e Período de Utilização</div><div>⦁ Utilizar a dieta artesanal imediatamente após o seu preparo. Na impossibilidade, acondicionar em jarra de vidro com tampa e manter no compartimento superior do refrigerador, à temperatura entre 4°C e 6°C, por um período não superior a 12 horas.</div><div>⦁ Administrar a dieta artesanal em até 4 h à temperatura ambiente.</div><div>fonte:</div><div>Guia de Nutrição Enteral Ambulatorial e Domiciliar</div><div>Lúcia Leite Lais e Sancha Helena de Lima Vale (organizadoras). – Natal: Edição do Autor, 2018.</div><div>Heloisa N. Gurgel, Jéssica L. S. Gios, Laise M. Baracho, Fernanda R. M. Silva, Vanessa C. O. Lima e Sancha H. L. Vale</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 15:21:33 UTC</pubDate>
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