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      <title>Produção textual- Texto dissertativo-argumentativo em prosa - 3º Etim Mecânica, 3º Etim Mecatrônica e 3º Etim Eletrônica- TEMA- OBESIDADE INFANTIL by RAFAEL LOPES SILVA</title>
      <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156</link>
      <description>Atividade sob supervisão do professor Rafael Lopes- Língua Portuguesa.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-28 14:54:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-06-16 13:32:04 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>3MCT RAFAEL TEODORO								JULIA VIEIRAVINICIUS RIBEIROLUCAS PASSOS</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607355487</link>
         <description><![CDATA[<div>Tese: Como os pais podem contribuir para a obesidade infantil<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Estudos mostram que filhos de pai e mãe obesos tem entre 70 e 80% de chance de também serem obesos, isso mostra que além do fator genético o estilo de vida dos pais também influência a saúde das crianças. Sendo assim cabe a análise do porquê existe esse tipo de negligência vindo dos pais e como o fator da genética pode agravar ainda mais essa situação.<br><br></div><div>Em primeira análise, o aumento do percentual de crianças obesas confirmam que os pais não reconhecem o excesso de peso dos seus filhos, e que pode ser o primeiro passo para o desenvolvimento de doenças como a diabetes e o colesterol alto, isso pode estar diretamente relacionado a falta de educação alimentar da família. Sendo assim é necessário que as pessoas reflitam a tentar fazer uma reeducação alimentar.<br><br></div><div>Nesse contexto, fica evidente que o fator genético também pode agravar drasticamente essa situação,&nbsp; segundo a ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), a quantidade de criança obesas dobrou nos últimos 30 anos, e estima-se que existam alelos na genética capazes de influenciar na questão da obesidade. Esses alelos promovem ganhos iniciais em peso e altura, causando um aumento não muito significativo na infância, porém, podem desenvolver doenças no futuro. Dessa forma, é necessário o incentivo na regularização da saúde dos pais das crianças, que irão ter uma vida mais saudável, e consequentemente, reduzindo a possibilidade de filhos obesos.<br><br></div><div>Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Uma parceria, entre o ministério de comunicações e o ministério da saúde deve ser feita, para que em modo de propagandas, conscientizem a população sobre seu hábitos alimentares, a fim de que principalmente, aqueles que tem filhos, corrijam seus filhos. Esta ação deve ser iniciada imediatamente, com o objetivo de que o percentual de crianças obesas não seja mais alarmante, visando uma sociedade futura mais saudável.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:04:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Obesidade infantil em relação às ações tutoras </title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607359344</link>
         <description><![CDATA[<div>A obesidade é considerada uma doença, visto que não condiz com o equilíbrio saudável do corpo. Ela se dá por diversos fatores, sejam eles hormonais, genéticos ou medicamentosos; é o resultado da incapacidade do corpo de não queimar a quantidade de caloria necessária em relação à quantidade consumida. Por isso, desde cedo, as pessoas devem manter boa alimentação e atividade física ativa, para que não haja complicações.<br><br></div><div>É certo dizer que o ser humano com obesidade está mais vulnerável à outras doenças, pois seu corpo está sobrecarregado e com a imunidade enfraquecida, visto isso é importante manter uma alimentação regrada e baseada nos conselhos de um profissional da área da saúde, como também realizar atividades físicas acompanhadas de um tutor que vise a situação especifica daquela pessoa, tendo resultados decisivos e naturais. Lembrando que, pessoas com obesidade, tendem a desenvolver distúrbios emocionais também, isso por conta de repressão social e problemas com sua própria imagem, sendo interessante acompanhamento ao psicólogo para garantir a saúde mental acima de tudo.<br><br></div><div>No entanto, para não ser preciso a tomado de medidas para contornar a obesidade, é importante visar desde criança, uma alimentação nutritiva e balanceada, acompanhamento médico e permissão de liberar energia com atividades e recreações. Os pais devem ser os fatores principais nessa jornada, uma vez que são a base de aprendizado de toda criança e o molde delas, pois são eles que delimitam recursos e ideias para um melhor desempenho comportamental e corporal de seu filho. Aqueles que possuem a responsabilidade de cuidar e criar uma criança devem sempre estar informados sobre a reação de doenças no corpo, como identifica-las, como evita-las e como resolve-las se for preciso.<br><br></div><div>Então, baseado na análise feita, é possível ressaltar a responsabilidade dos adultos para com as crianças da população no meio alimentício e nos recursos de saúde. Eles precisam estar sempre atualizados e preparados para realização de exames que detectam doença genética, e necessitam de rigidez para que sua criança possa ser regrada e não desenvolver complicação ao longo da vida. Também, é essencial a colaboração de órgãos governamentais da saúde, possibilitando recursos suficientes para que seja possível o balanceamento nutritivo das crianças, tais como alimentos necessários em escolas e horário de realização de atividades físicas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:06:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Erick Ryu Murakami                                                                   Lucas ArandaLucas AthieLucas YuichiMerquiades BarretoRafael Lourenço de Faria							3°MCT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607360285</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução.<br></strong><br></div><div>Curiosamente, nos séculos passados, um menino ou menina com sobrepeso eram considerados saudáveis. Porém, na atualidade, é fato que a obesidade é algo prejudicial à saúde das crianças, sendo isso culpa da falta de incentivo dos responsáveis para seus filhos praticarem esportes e o uso excessivo dos aparelhos eletrônicos. Sendo assim, cabe ao Ministério da saúde e aos guardiões revisarem seus métodos e conceitos de educação.<br><br></div><div><strong>Desenvolvimento.1<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Em primeira análise, o aumento na taxa de obesidade infantil está despertando um alerta na comunidade médica. Segundo o site MinhaSaúde, entre os anos de 2006 e 2016, o <a href="http://minhasaude.proteste.org.br/obesidade-infantil-ja-e-considerada-uma-epidemia-global/?amp">índice de obesidade</a> entre crianças e adolescentes passou de 16,8% para 21,7%. Consequentemente, isso se deve à ausência do estímulo para as atividades físicas por parte dos responsáveis, demonstrando irresponsabilidade por parte deles. Dessa forma, os jovens correm grandes riscos de saúde, como diabetes e hipertensão, evidenciando o descaso dos encarregados de cuidarem deles.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Desenvolvimento.2<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ademais, outro grande fator a ser considerado são os riscos que a tecnologia utilizada de forma exagerada pode acarretar. Conforme Louise Cominato, endocrinologista pediátrica, cerca de 50% dos jovens da atualidade passam um período absurdo de quatro a cinco horas nos computadores, celulares e tablets. Desse modo, os menores de idade ficam totalmente debilitados, tanto física quanto mentalmente, transformando-os em escravos dos dispositivos eletrônicos e, por consequência, levando-os à obesidade infantil.<br><br></div><div><strong>Conclusão.<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Portanto, é explicito que a carência de práticas saudáveis destrói o futuro de uma vida promissora de um jovem. Nesse sentido, é indispensável a realização de campanhas conscientizadoras sobre a obesidade infantil por parte do Ministério da Saúde e aos ajuizados, um monitoramento maior em relação ao uso dos aparatos eletrônicos, retirando-os das crianças se for necessário, com a finalidade de garantir um amanhã saudável e promissor para os futuros adultos.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:07:23 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia e Thaína - 3 MEM</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607361471</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o Doutor Draúzio Varella, alimentos devem ser fonte de nutrição para o corpo. Entretando, o processo acelerado de industrialização tem prejudicado a saúde alimenticia do povo tupiniquim, a carga excessiva de trabalho diminui o tempo para preparar uma refeição familiar, consequentemente, comidas processadas se tornaram recorrentes e a obesidade infantil uma epidemia. &nbsp;<br><br></div><div>Crianças dependem dos responsáveis legais, principalmente para alimentarem-se. Todavia, a Legislação estabelece que um adulto deve 8 horas e 30 minutos serviçais por dia, ou seja, se houver um menor, ele não terá suas refeições supervisionadas. Analogamente, por esse descaso do governo no cuidado com os imaturos, eles podem escolher como comer sozinhos, e de acordo com o site <a href="http://www.minhavida">www.minhavida</a> o apetite infantil quando não tem suporte dos cuidadores se torna obssesivo por doce, o que pode causar doenças mortais, como diabetes. &nbsp;<br><br></div><div>Além disso, uma pesquisa levantada pela FioCruz adverte: cerca de 15% dos jovens brasilenses sofrem com obesidade e número deve quadriplicar até 2030. “Sou a favor da vida, mas apenas da bem-vivida”, são as palavras da poeta Dilce Stédile, o excesso de peso infantil não só pode causar mortes precoces, como também permitir uma vida cheia de dores e remédios para possivéis problemas de saúde. Enfim, esses infanto-juvenis são o futuro do país verde-amarelo, pois crescerão e atuarão na sociedade, mas se essa problemática de aumento de peso perdurar como a FioCruz prevê, não haverá futuro.<br><br></div><div>Em suma, pequenos brasileiros devem ser cuidados, supervisionados e ensinados a como se nutrir da maneira correta, os pais podem atuar no tempo livre para cozinhar de forma balanceada, o governo deve proporcionar maior disponibilidade de nutricionista no Sitema Único de Saúde e diminuir a carga horária de trabalho, a fim de unir as famílias e a obesidade infantil diminuir significativamente.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:08:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuição do marketing de Fast-Food a obesidade infantil</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607362231</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No panorama atual, a obesidade vem crescendo periodicamente entre as crianças, essa fragilização social nos é apresentada pela OMS. Incontestavelmente as propagandas, tendem&nbsp; influenciar o consumo demasiado de fast food&nbsp; através de brinquedos, em adição, é notável a escassa preocupação dos pais perante uma alimentação processada sem possuir noção das consequências e agravantes em seu desenvolvimento, cabe ao governo tomar as devidas medidas sociopolíticas acerca dessa atração comercial.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Diante disso, é alarmante o impacto conduzido&nbsp; pela rede de fastfood contribuinte da</div><div>obesidade infantil, segundo a avaliação de Pedro Hartung, a grande taxa desta doença, é por resultado do assédio abusivo da publicidade direcionada às crianças. Assim consequentemente em 2008 foi aprovada uma lei pela Assembleia Legislativa de São Paulo, vetando todo, e qualquer tipo de propaganda alimentícia atrelada à brinquedos, mostrando novamente que este inconsequente formato de marketing tende a afetar e se aproveitar da deficiência de julgamento e experiência das crianças.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Entretanto, a culpa não se retém somente ao marketing, mas também é advento da</div><div>negligência parental, pois é ideal&nbsp; que os pais ou responsáveis da criança, estejam devidamente preocupados com o impacto da má alimentação. Evidentemente os tutores sentem que estão fazendo bem aos pequenos, constantemente fornecendo os alimentos processados, contudo a situação infelizmente se apresenta&nbsp; completamente oposta fornecendo problemas além de peso, tendo problematicas como diabetes, que altera permanentemente a vida da criança.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Conclui-se observando a repercussão da doença na infância e de seus agravantes, é extremamente necessário, que rápidas medidas sejam colocadas em prática. Dessa forma, cabe ao governo que se estruture para conscientizar toda a população, iniciando pelas próprias crianças, através de campanhas escolares obrigatórias anuais, desde cedo, consequentemente para os responsáveis e maior alcance, eventos em parques públicos com atrativos e palestras, para que assim um dia, o país consiga diminuir as estatísticas fornecendo uma vida saudável ao futuro Brasileiro&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:08:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gabriel Silva – 18João Santana – 20Lucas Keiji – 28Manuela Vicco – 30Mayla Macedo – 33 3MEM</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607363707</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a metade do século XX, crianças com massa corporal elevada eram sinônimos de saúde. Entretanto, nos dias de hoje, com o acesso à tecnologia e a mudança na alimentação, surgiu o conceito de obesidade, que está muito presente nas crianças. Dessa forma, é plausível a análise dos casos de obesidade infantil causados pela falta de informação sobre a má alimentação e os hábitos sedentários ligados a tecnologia, para assim, desenvolver uma solução para tais problemas.&nbsp;<br><br></div><div>Os casos de obesidade infantil estão diretamente ligados a alimentação não balanceada. Nesse contexto podemos nos basear na frase do filósofo Immanuel Kant: "O homem é aquilo o que a educação faz dele". Desta forma, podemos associar esse discurso à falta de escolaridade -principal meio que proporciona conhecimento atualmente - das crianças em questão com a sua alimentação, por consequência da péssima comunicação das escolas e dos seus pais no momento de se alimentarem. Assim, infelizmente as instituições educacionais estão negligenciando a saúde de seus alunos ao não os educarem sobre os perigos da obesidade e como evitá-la, tornando essa doença degradante ainda mais presente na vida das crianças.<br><br></div><div>Além disso, com o advento da evolução tecnológica, as crianças abandonaram as clássicas brincadeiras que supriam a dose diária necessária de queima das calorias. Segundo o Dr. Drauzio Varella, elas devem possuir uma média de duas horas de atividade física por dia, que atualmente não vem sendo cumpridas devido ao tempo excessivo em que elas passam em frente aos dispositivos eletrônicos. Desse modo, é visível o quão importante é o monitoramento dos responsáveis para controlar rigidamente a rotina dos filhos, pois se os pequenos entrarem na obesidade durante a infância, possuem grandes chances de permanecerem assim para o resto de suas vidas.<br><br></div><div>Em suma, é perceptível que tal controversa - trabalhada nos parágrafos anteriores- pode acarretar diversos problemas durante a vida. Diante disso, se faz necessária a propagação de informações sobre essa doença e como ela pode afetar a vida de indivíduos que a possuem. Por exemplo, por meio do Ministério da Educação, que, utilizando verbas públicas, deve promover campanhas de conscientização nas escolas públicas sobre a obesidade e seus riscos, juntamente com campanhas sobre a importância da atividade física. Espera-se, com isso, que o número de casos seja reduzido e o conhecimento dessa problemática alcance todos os cidadãos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:09:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Johann Herrero Cavadas; Marcos Vinicius Silva de Souza; Rodrigo Gernohovski  - SÉRIE: 3º ELT </title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607366219</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2017, pesquisas feitas pela Organização Mundial da Saúde, levantaram percentuais alarmantes de crianças obesas no Brasil, que chegam a totalizar 22% da massa populacional infantil do país.&nbsp; &nbsp; Diante disso, é inegável que as empresas do ramo alimentício – com seus comerciais maliciosos voltados ao público infantil – colaboram para com a expansão desse cenário da má alimentação das crianças brasileiras. Além disso, essa situação é agravada por conta da rotina atarefada das crianças e seus responsáveis, na qual impossibilita a educação alimentar e conscientização sobre sua importância. Portanto, cabe a análise dos principais colaboradores para a permanência da ineficiência dos pais quando o assunto tange o combate e controle da obesidade infantil, bem como propor uma solução para esse problema que assola a vida social e psicológica de crianças do século XXI.<br><br></div><div>A priori, partindo do ponto da influência dos comerciais infantis, mostra-se um panorama antiético a respeito da propaganda, visto que, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), é proibida a propaganda direcionada às crianças, com o intuito de induzi-las ao pensamento consumista. Entretanto, consagradas empresas alimentícias fazem uso de técnicas ardilosas para burlar tal regulamento, praticando a famigerada venda casada de produtos, realizada com o propósito de atrelar a venda de uma mercadoria visada com uma outra um tanto inestimada.&nbsp; Deste modo, quando tratamos de seres humanos sem senso crítico formado, se torna inadmissível a prática desse tipo de comércio, no qual incentiva a compra de alimentos, muitas vezes prejudiciais à saúde, apenas pelo brinquedo que o acompanha.<br><br></div><div>A posteriori, é fato que o afastamento escolar dos estudantes de faixa etária infantil, devido à pandemia do COVID-19, torna a participação dos responsáveis na vida alimentar das crianças de suma importância, porque uma parte dessa instrução, desempenhada pelas escolas, se tornou impraticável na maioria das instituições de ensino do país. Além disso, seguindo esse contexto da pandemia, de acordo com uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz, em cinco países, incluindo o Brasil, o consumo de “fast foods” por parte da população infanto-juvenil aumentou em cerca de 44,47%, índices preocupantes, visto que esse tipo de alimento é rico em gorduras, conservantes e sais, nocivos ao organismo quando consumidos em grandes quantidades. Deste modo, aqueles encarregados pela criação, mesmo com suas rotinas exaustivas, tem o dever de monitorar a alimentação e influências para com as crianças, incentivando a alimentação substanciosa.<br><br></div><div>Por tudo isso, infere-se que a continuidade no aumento dos percentuais de obesidade infantil, advêm de uma organização falha, tanto por parte dos pais, quanto por parte de órgãos públicos, que fazem vista grossa para uma possível solução à problemática. De tal forma, faz-se necessária a intervenção do estado e da população envolvida, realizando a revisão e sanando possíveis brechas nos artigos citados do CDC, com o apoio das instituições legislativas. De mesmo modo, é essencial que os tutores mantenham firmeza em suas decisões, negando sempre que possível o fornecimento de itens com baixo valor nutritivo, e tendo em mente que sua participação no desenvolvimento da criança é imprescindível. Tudo isso, com o objetivo de fornecer uma vida com qualidade às gerações que virão.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:11:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607366219</guid>
      </item>
      <item>
         <title>: Miguel Fernandes, Renan Pepineli Mendes, Vitor Sasaki Venzel, Yan Phillipe Capobianco 3MCT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607367353</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o fácil acesso aos&nbsp; meios de comunicação, provenientes da expansão tecnológica, as práticas de marketing alavancaram. Entretanto, problemas já recorrentes, como a obesidade infantil, aumentaram exponencialmente, principalmente causados pelo consumo de produtos não saudáveis, que é induzido pelas propagandas. Sendo assim, cabe análise dos principais impactos e a possível solução desta problemática.</div><div>&nbsp;</div><div>Primordialmente, várias propagandas são feitas com ênfase apelativa para o público-alvo infantil. Segundo um estudo da TNS/InterScience, em 2003, 80% das compras são influenciadas por crianças, sendo que 92% dessas compras são produtos alimentícios. Desse modo, revela-se que a partir da fantasia criada em cima do produto, surge para a criança uma falsa sensação de necessidade de consumi-lo. Evidencia-se, portanto, o prejuízo à saúde do público infantil, construindo uma grave obesidade precoce.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>Ademais, destaca-se o enfraquecimento do Estado, no que se refere ao combate a publicidade exacerbada no ramo alimentício. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, é recomendado a redução da exposição das crianças à propaganda de alimentos, sobretudo aqueles com alta quantidade de açúcar, sal e gordura. De tal modo é possível perceber que as políticas públicas para prevenir que as propagandas influenciem as crianças não estão sendo aplicadas de forma correta. Logo, evidencia-se que essas tendências preocupantes refletem o imenso impacto da publicidade da indústria alimentícia e das políticas públicas ao redor do globo.</div><div>&nbsp;</div><div>Portanto, é notório que a obesidade infantil é amplificada pelo marketing exagerado, culminando na degradação da saúde. Dessa forma, fica claro que tanto o Governo Federal quanto Ministério da Justiça e Segurança Pública devem realizar uma fiscalização mais efetiva das leis já existentes na proteção das crianças e adolescentes, assim como trabalhar em campanhas nas redes sociais a fim de conscientizar a nossa sociedade sobre os riscos da publicidade infantil. Dessa maneira, espera-se que seja possível preservar de modo mais eficaz a integridade e a saúde das&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:11:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana, Bernardo, Cauã, Gustavo e Luan. 3MCT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607369736</link>
         <description><![CDATA[<div>Introdução<br><br></div><div>Antigamente ser “gordinho” quando criança, era sinônimo de saúde, visto que as crianças subnutridas eram mais vulneráveis a doenças, porém, na atualidade, essa característica se tornou uma impulsionadora de preconceitos. Nesse sentido, o bullying pode gerar distúrbios psicológicos que afetarão a criança por um longo tempo e com esse sofrimento ela pode se sentir desmotivada a cuidar de sua saúde no futuro. Desse modo, são reveladas as consequências da obesidade infantil na vida social da criança, - as quais devem ser inibidas a partir da análise de suas causas.<br><br></div><div>Desenvolvimento<br><br></div><div>Nesse contexto é claro que o bullying sofrido pela criança na infância, contribui para a criação de distúrbios psicológicos na adolescência e na fase adulta. De acordo com a psicóloga Carla João Nogueira de Almeida, 40% das crianças brasileiras que possuem sobrepeso ou obesidade são vítimas de Bullying. Visto que o bullying acarreta diversos problemas emocionais nas crianças, muitas vezes acaba gerando doenças sociais – algo deveras triste. Sendo assim é necessário que as pessoas reflitam e se coloquem no lugar do outro.<br><br></div><div>Ademais, esses traumas na infância por conta do peso podem acabar virando um grande fator de desmotivação na vida dessas crianças, e consequentemente um empecilho para elas cuidarem de sua saúde no futuro, assim acarretando diversas doenças, como diabetes e colesterol. Então, deve-se dar apoio emocional aos jovens para que no futuro não sejam castigados com doenças crônicas e má qualidade de vida.<br><br></div><div>Conclusão<br><br></div><div>Portanto, depreende-se a importância de medidas preventivas contra os efeitos sociais da obesidade infantil.&nbsp; Sob esse viés, é necessário que o Ministério da Saúde forneça acompanhamento psicológico nas escolas, por meio de consultas frequentes, para evitar as consequências futuras do bullying sofrido na infância. Paralelamente a isso, as escolas devem criar campanhas de conscientização no enfrentamento a essa violência, por intermédio de palestras e atividades dinâmicas, para que se possa mudar a mentalidade e as atitudes coletivas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:13:12 UTC</pubDate>
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         <title>3º MCTAlunos: Cauê Aparecido Brite	Guilherme Makiyama	Rafael Kiyoshi Tanaka Aguiar</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div>Introdução&nbsp;<br><br></div><div>No século passado, o sobrepeso infantil era visto como algo saudável, pois contrastava com um grau elevado de subnutrição, que deixava a criança mais vulnerável à infecções. Em contrapartida, a obesidade se tornou um grande obstáculo da atualidade, podendo levar ao aumento no índice de inúmeras doenças. Sendo assim, faz-se necessária uma análise das causas do problema e suas consequências, além do levantamento de soluções cabíveis.<br><br></div><div>Desenvolvimento – D1<br><br></div><div>Em primeira análise, um profundo estudo dos fatores é imprescindível para o entendimento da situação. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma a cada três crianças brasileiras entre cinco e nove anos estão acima do peso ideal. A popularização das “Fast Foods”, geralmente com altas taxas calóricas, e a falta de exercícios físicos resultam num grande índice de obesidade na população. Ademais, a comodidade parental quanto à educação alimentar faz com que seja comum a prática de tais costumes, mostrando uma alarmante desinformação perante a esse assunto.<br><br></div><div>Desenvolvimento – D2<br><br></div><div>Por conta da obesidade, outras questões relacionadas à alimentação podem ser afetadas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), 60% das pessoas obesas possuem a doença. Esses indivíduos também são mais propensos a desenvolver problemas com hipertensão, artroses, refluxo esofágico e alguns tipos de tumores. Outro ponto a ser levantado são as dificuldades físicas envolvendo o cotidiano. Atividades consideradas simples, como subir escadas, levantar da cadeira ou caminhar longas distâncias, se tornam quase impossíveis. Logo, é inadmissível a perpetuação desse modo de vida, fazendo-se essencial a tomada de ações urgentemente.<br><br></div><div>Conclusão<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Após o estudo da problemática, julga-se fundamental o estabelecimento de medidas para a solução da situação. Para isso, cabe ao Governo Federal, juntamente aos veículos de imprensa, informar a população por meio de campanhas públicas, a fim de conscientizar os familiares sobre uma boa rotina de alimentação e exercícios físicos. Além disso, as empresas de restaurantes devem expandir a variedade de produtos em seu cardápio, inserindo opções mais saudáveis, para que seja possível o consumo de alimentos com valor nutricional mais elevado. Com isso, espera-se uma diminuição no grau de obesidade infantil no país.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:14:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Felipe Alexandre, Felipe Appelt, Gabriel Carmona, João Paulo, Kauê e Kevin 3 MEM</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos tempos antigos, repletos de fome, miséria e guerras, uma pessoa que apresentasse sobre peso, era geralmente vista como saudável, uma vez que isso significaria que a mesma não está passando fome. Porém, nos tempos atuais, isso não se pode mais ser dito. A realidade enfrentada é a obesidade infantil – termo designado para jovens e crianças que possuem um peso extremamente acima do recomendado, problema que vem tomando espaço no Brasil. A partir dessa situação, com todos os seus malefícios e impactos na saúde, cabe a análise- referente à essa situação, e a proposição de medidas de intervenção por parte do Governo e das Escolas.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Como supracitado, antigamente pessoas com sobre peso podiam ser consideradas saudáveis, porém isso não é verdadeiro em sua totalidade. Uma vez que o sobre peso geralmente é caracterizado por excesso de carboidratos e lipídeos, o que não garante que a pessoa está com um “estoque” ideal de outros nutrientes, tornado essa ideia errônea. Além disso, existem algumas crianças que nascem com tendências a engordarem mais facilmente, o que torna a obesidade infantil um problema ainda maior, pois existem crianças que não praticam exercícios o suficiente, ou que simplesmente não possuem uma alimentação saudável, o que facilita o processo de ganho de peso. Para isso, atenção médica especial para essas crianças que tem esses problemas “extras” na hora de ganhar peso é a melhor coisa a se fazer.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Compactuando com essas ideias – trabalhadas no parágrafo anterior - juntamente com o pensamento de Zíbia Gasparetto, escritora, “Todo excesso faz mal, toda falta também.... A vida ensina que o bem-estar está no equilíbrio”. Tem-se uma visão, a partir dessa passagem do livro de Zíbia, que tudo em excesso faz mal, independente do que seja. Então, comer além do necessário faz tanto mal quanto passar fome, tornando inaceitável que os pais não tomem nenhuma atitude perante a isso. Por isso, cabe aos pais se atentarem a quantidade de alimento que seus filhos estão a consumir, para não acabem entrando em um ciclo de obesidade.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Conclui-se, então, que a obesidade infantil é um problema grave, uma vez que apresenta riscos sérios a saúde, e que é necessário que algo seja feito perante e isso. Logo, cabe ao Governo do Brasil instituir mais programas de informação e de combate a obesidade infantil, para instruir os pais a não permitirem que seus filhos cheguem a esse ponto, além de promover mais o combate na área da saúde para crianças que já apresentem esse problema. Além do Governo, as Escolas, como agentes formadoras de caráter e promotoras da informação, devem instruir as crianças desde cedo a se alimentarem de forma correta, e a praticarem esportes. Com tudo isso em vigor, espera-se que dessa forma, a obesidade infantil seja suprimida com o passar do tempo, garantindo assim, uma vida plena para as crianças.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:15:04 UTC</pubDate>
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         <title>Giovana Rocha GutierrezIsadora de Lima CunhaJosé Eduardo Pereira FilhoPablo Henrique Cardoso de SalesMaria Fernanda de A. SilvaVitor Fernandes Gonçalves 3 MEM</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607373931</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos primórdios da humanidade, havia a necessidade de se deslocar em busca de seu próprio alimento. No entanto, com os avanços dos meios de sobrevivência e tecnologia, as pessoas passaram a se sustentar de maneira mais objetiva e simples, tornando-as sedentárias. Observa-se que esse problema perpetua até os dias atuais, trazendo malefícios para a saúde das crianças e sobressaindo a desigualdade social. Diante disso, torna-se fundamental a discussão sobre saúde, insegurança alimentar e suas soluções no cenário atual do Brasil.</div><div>Previamente, deve-se ressaltar a ausência de informações nutricionais nos lares brasileiros. Sendo assim o propulsor do problema, é inegável que a obesidade infantil, fornecedora de diversas complicações na saúde e nas relações sociais, é muito prejudicial à criança. É inadmissível que atualmente, grande parte das crianças acima do peso sofram algum tipo de problema de saúde, sendo físico ou psicológico, por exemplo diabetes e baixa autoestima. Certamente a má alimentação (fruto da desinformação) ainda é evidente no país.</div><div>Além disso a obesidade infantil se mostra crescente nos países da américa latina. Ademais, no Brasil, 9,4% das meninas e 12,4% dos meninos são considerados obesos, de acordo com os critérios adotados pela Organização mundial da saúde para classificar a obesidade infantil. Ainda mais, é de urgente preocupação a elevação dos índices da doença nos países de baixa e média renda, evidencia-se que a obesidade infantil é proveniente de uma desigualdade social, pois muitas famílias têm acesso precário a informações e alimentos de qualidade. Logo é inaceitável que esse cenário continue a prosperar no Brasil.</div><div>Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso é imprescindível que, o Ministério da Educação junto ao Ministério da Saúde, por intermédio de palestras, anúncios e publicações nas mídias sociais. Para que desempenhem um trabalho de divulgações de informações nutricionais promovendo merendas de qualidade nas escolas, a fim de ajudar e melhorar a saúde das crianças e pessoas que não tem o conhecimento sobre tal assunto, para erradicar a obesidade no Brasil. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:15:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Beatriz Umezaki Real		Thiago Henrique dos Santos 3MCT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607375306</link>
         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento de uma pessoa, ocorre principalmente no tempo que a pessoa frequenta a escola. Sendo assim a forma que uma criança é tratada nesse período marca toda sua vida. Contudo práticas inadmissíveis, como o bullying, continuam presentes nesses cenários, bem como, os diversos problemas físicos causados, fazendo necessário a análise desses pontos.<br><br></div><div>Levando em consideração a sociedade atual baseada em padrões de beleza que rejeita pessoas acima do peso. Faz-se possível notar que tal atitude irresponsável desencadeia no bullying que atinge crianças e adolescentes dentro das escolas. De acordo com dados do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em 2014, constatou-se que<em> </em>54% dos estudantes que se acham “muito gordos” são vítimas de bullying. No entanto, o índice é ainda mais alto, chegando a 63% em escolas particulares. Isso mostra que, tal ato intolerável, infelizmente afeta muitos jovens, mostra o quanto as indústrias de beleza os afetam e estão presente no cotidiano deles.&nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>Além dos problemas sociais, também estão associados a obesidade a problemas de saúde. Visto que uma má alimentação deixa a pessoa mais indisposta devido à falta de nutrientes no corpo e, o mesmo, se mostra incapaz de gerar energia suficiente. Consequentemente, seu raciocínio fica mais lento e se mostram cansados com maior facilidade. Afeta, também, o fluxo sanguíneo, causando hipertensão e até mesmo, danos cerebrais graves e permanentes após um AVC (acidente vascular cerebral). Sendo notável, a gravidade dessas comorbidades e como elas atingem de forma extremamente negativa a vida desses jovens.<br><br></div><div>Tendo em vista a forma agressiva que a obesidade atrapalha no desenvolvimento de crianças e jovens e o modo que as afeta. Se faz imprescindível o suporte e apoio da escola e dos pais. Não só incentivo ao esporte, por meio de aulas de educação física e atividades extracurriculares. Como também, a conscientização e o fornecimento de uma boa alimentação, por meio de palestras e práticas culinárias em casa. &nbsp; Possibilitando, dessa maneira, a diminuição drástica dos índices de obesidade infantil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:16:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Augusto, Enzo Takao e Pedro 3MCT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607376354</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente, pode-se observar cada vez mais o crescimento da taxa de obesidade infantil - um problema de excesso de peso em crianças de até 12 anos. Logo, é notável que a má alimentação e o sedentarismo são um dos maiores obstáculos para diminuir esse problema. Sendo assim, cabe a análise dos principais causadores desta doença citados anteriormente e encontrar caminhos para combatê-la – como um incentivo correto e responsável.<br><br></div><div>Em primeiro lugar, crianças que se alimentam incorretamente são mais propensas a se tornarem obesas. Segundo o Ministério da Saúde ao invés das crianças estarem consumindo alimentos saudáveis, estão consumindo alimentos ultraprocessados. Isto ocorre, infelizmente, pela falta de incentivo do consumo de alimentos saudáveis e pela facilidade de consumir alimentos industrializados. Assim, fica claro que a criança acaba tendo sua saúde prejudicada por falta de incentivo escolar e familiar.<br><br></div><div>Em segundo lugar, as crianças que não se exercitam corretamente também são propensas a obesidade. Segundo uma pesquisa do IBGE, apenas 43% das crianças fazem mais do que 300 minutos de atividade física por semana. Com base nesses dados, é observado que a maioria das crianças estão praticando menos atividades físicas do que o adequado. Diante disso, o aumento na taxa de obesidade infantil é um reflexo da insuficiente prática de atividade física por parte das crianças.<br><br></div><div>Dessa forma, é evidente que a obesidade infantil é fruto de maus hábitos. Portanto, cabe à família e à escola incentivarem a prática de atividades físicas e uma melhor alimentação às crianças, através do oferecimento de refeições mais equilibradas e do estímulo ao esporte, por exemplo ao premiar os participantes, a fim de diminuir os maus hábitos e, com isso, diminuir também a taxa de obesidade infantil.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:17:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ENZO E MARCOS M 3ELT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em “O ateneu", livro escrito por Raul Pompéia, escritor brasileiro, disserta sobre a cotidiano de Sérgio no internato ateneu – local regido por um diretor egoísta e avarento - onde sofre bullying por suas características físicas, deixando estigmas mentais no protagonista. Em paralelo com a sinopse, no contexto hodierno brasileiro, a obesidade infantil deixa os menores vulneráveis às patologias sociais, em consequência, aumenta o índice de distúrbios mentais nas crianças. Sendo assim, cabe a análise da inércia familiar e governamental, que contribui para perpetuação desse cenário negativo.&nbsp;<br><br></div><div>A priori, o descaso dos responsáveis pela criança é um fator agravante ao aumento de obesos na classe infantil. Segundo Émile Durkheim, sociólogo francês, as instituições sociais têm por incumbência moldar os indivíduos, para inibir anomias na sociedade. Sob essa ótica, percebe-se que o recinto responsável pelo menor se mostra ineficiente, pois a obesidade – produto da negligência da parentela- torna o ambiente social em anomia, por conta do crescente número de crianças com doenças psicológicas. Dessa maneira, a ineficácia familar corrobora a continuação da mazela social.&nbsp;<br><br></div><div>Ademais, a inércia estatal é conivente à problemática. De acordo com Aristóteles, filósofo grego, a política tem como função preservar a integração dos cidadãos. Entretanto, isso não ocorre no Brasil, haja vista o estigma infantil, que destrói a integração da criança, e anula o princípio do Estado - resguardar o cidadão de anomalias populacionais, tornando-o negligente, como por exemplo, a formação retrograda dos menores por causa do bullying. Urge, portanto, que medidas sejam tomadas com o intuito de coibir o problema discorrido.&nbsp;<br><br></div><div>Logo, é inegável que a indiferença familiar e estatal represente um entrave à coesão social. Desse modo, é necessário que o Ministério da Educação e Cultura (MEC), promova a conscientização sobre os estigmas da obesidade infantil, através de campanhas e palestras publicitarias em escolas públicas e privadas de ensino básico, com o intuito de coibir a mazela destacada. Permitir-se-á, por conseguinte, a inversão do quadro de “O Ateneu" no Brasil.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:20:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607384604</link>
         <description><![CDATA[<div>No documentário “muito além do peso”, é retratado os problemas relacionados a obesidade infantil no Brasil. Ao longo da trama a narrativa revela as diversas dificuldades que a obesidade traz para as crianças. É claro que a realidade apresentada no documentário pode ser relacionada ao período atual de pandemia, considerando o sedentarismo causada pelo isolamento social e a preferência pela praticidade na hora de preparar o alimento.<br><br></div><div>Em primeiro lugar, é importante destacar junto do isolamento, o sedentarismo infantil se agravou bastante. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) a cada dez adolescentes oito não realizam atividades físicas o suficiente e esse número diminuiu ainda mais durante a pandemia. Logo é imprescindível que mesmo durante a quarentena os jovens pratiquem qualquer tipo de atividade física.&nbsp;<br><br></div><div>Ademais, é fundamental apontar que, os pais sobrecarregados optam por refeições de fácil preparo como alimentos processados, congelados ou “fast foods”. Segundo a professora Elisabete Silva Filho do Centro Universitário Maurício de Nassau Aracaju, o ganho de peso infantil causado pelo consumo desses alimentos, dificilmente será revertido depois.&nbsp; Assim os jovens tendem a engordar podendo futuramente desenvolver problemas de saúde.<br><br></div><div>Portanto, é preciso que o Estado tome providências para a diminuição da obesidade infantil, urge que o Estado por intermédio do Ministério da Saúde que sejam divulgados aos jovens planos nutricionais e exercícios que podem ser realizados em casa. Somente assim, será possível desenvolver uma juventude mais saudável com uma probabilidade menor de desenvolver problemas no futuro.&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:21:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diego Furlan, Kauê Ferreira e Lauany Miranda 3ELT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607385827</link>
         <description><![CDATA[<div>“Eu acredito que podemos mudar o mundo através da alimentação”. A frase é de Bela Gil, chef e nutricionista, fundamentando a escolha de sua dieta em meio a tanto desequilíbrio nutricional. De fato, a sociedade atual, acelerada e sintética, está recheada de problemas relacionados à má alimentação e, principalmente, ao peso excessivo. Nesse contexto, a Obesidade Infantil tem como causa a má alimentação, assim como, a falta de incentivo às&nbsp; práticas de exercícios.<br><br></div><div>Em primeira análise, a má alimentação infantil é um grande responsável pela complexibilidade do problema. De acordo com o Hedonismo, filosofia grega, o prazer é o bem supremo da vida humana. Nessa perspectiva, a busca por prazeres instantâneos é justificada como o sentido da vida moral. No entanto, essa busca caracteriza-se como um agravador na questão da Obesidade infantil, atuando fortemente em sua base no quesito de comer apenas por prazer. Assim, a falta de um planejamento racional e menos imediatista impede que o problema seja resolvido, podendo, inclusive, trazer consequências que agravam a situação.<br><br></div><div>Em consequência disso, surge a questão da falta da prática de exercício que intensifica a gravidade do problema. De acordo com o sociólogo Talcott Parsons, a família é uma máquina que produz personalidades humanas. Por essa ótica, a problemática da Obesidade infantil apresenta-se como responsabilidade dos pais, o que dificulta seu extermínio por forças externas, já que o problema encontra-se dentro das casas das pessoas brasileiras e estende-se por uma longa linha de tempo<br><br></div><div>Portanto, as medidas necessárias para diminuir os impactos da Obesidade infantil, os pais das crianças devem promover uma melhor alimentação e incentivo à pratica de exercícios para elas, ao entrar em contato com um nutricionista ou controlar bem o horário e quantidades de comida e colocá-lo para praticar um esporte, evitando o sedentarismo, a fim de evitar doenças como diabetes; doenças cardíacas e asma, somente assim poderemos dizer que será possível evitar os problemas de saúde causados pela obesidade na infância.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:22:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Davi EvangelistaFelipe GabrielGuilherme AndréLeticia Yuki 3ELT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607391426</link>
         <description><![CDATA[<div>No passado, crianças acima do peso mostravam aos mais velhos que eram saudáveis, em contrapartida, as mais magras eram consideradas mal nutridas. No entanto, com o passar dos anos, essa percepção errônea mudou por conta do aumento da obesidade infantil, entre muitos fatores, causada pela cultura do fast food. Nesse interim, é necessário analisar essa cultura crescente, e como ela contribui para o aumento da mais alarmante obesidade além de soluções para esse problema.<br><br></div><div>Diante desse cenário, é perceptível que a globalização é uma das principais causas para o aumento dos restaurantes de fast food. Em virtude da mundialização, todas as coisas estão ficando mais rápidas, como por exemplo a comunicação, que passou de enviar longas e demoradas cartas para textos instantâneos e curtos, enviados via internet. Sendo assim, as pessoas estão buscando otimizar seu tempo. Todavia, esse comportamento nocivo acaba afetando entre muitas coisas a alimentação, principalmente das crianças, que ficam à mercê da falta de tempo dos pais, que substituem o arroz e feijão por comidas prontas, geralmente não nutritivas e super calóricas.<br><br></div><div>Como resultado, cria-se uma lamentável geração de crianças obesas, que segundo o Grupo NotreDame Intermédica (GNDI) – são as mais propensas a desenvolver problemas ósseos e nas articulações, diabetes, e outras complicações, sociais e psicológicas. Por conta disso, a obesidade infantil é tida como uma das mais perigosas, o que é triste e preocupante. Apesar desse fato ser conhecido, há um terrível incentivo da mídia nesse setor do fast food, com propagandas, agravando ainda mais essa deplorável situação.&nbsp;<br><br></div><div>Portanto, é inegável que a cultura da comida rápida infelizmente colabora e agrava o índice de obesidade dos mais novos. Desse modo, é de extrema importância que o Governo e a mídia, desenvolvam um projeto que promova por meio de campanhas na televisão e nas escolas, as causas e as consequências da má alimentação do grupo infantil, para que haja uma maior preocupação da população e das próprias crianças. Assim, a alimentação dos mais jovens será mais saudável e nutritiva, o que, consequentemente, diminuirá as taxas tão agravadas de problemas que eles possuem.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:25:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alexandre Lemes de Santana FilhoFabio TutihashiFelipe Seccomandi Sampaio 3ELT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607394001</link>
         <description><![CDATA[<div>Pouco antes do final de 2019 ocorreu a proliferação do novo vírus descoberto na China, causando um surto de Covid-19 no mundo inteiro, e no Brasil - em função da má gestão governamental - a pandemia agravou-se ainda mais impossibilitando o término da quarentena. Em virtude disso, a obesidade infantil tornou-se um problema mais presente na vida de muitos brasileiros, causando diversos infortúnios, tanto mentais quanto físicos. Sendo assim é urgente a análise das principais causas da obesidade infantil durante o isolamento social, os problemas e uma possível solução para esta angustiante adversidade.<br><br></div><div>Certamente a situação de quarentena agravou a obesidade infantil. Segundo a nutricionista Gabriela Kapim -autora do livro “Socorro! Meu filho come mal”- o estresse, tédio, medo e ansiedade, influenciam nos hábitos alimentares. Em consequência disto, as crianças utilizam a comida para preencher o vazio deixado pela escola, pelo convívio com os amigos e a família -mas isso nem sempre é o suficiente- fazendo com que seja ainda mais difícil parar. Logo é fundamental ter ciência da realidade deplorável&nbsp; na qual a sociedade vive nesse momento, afetando negativamente suas vidas de incontáveis maneiras.<br><br></div><div>Evidentemente o isolamento social impulsionou a adiposidade infantil, sendo ela a responsável por vários problemas, de acordo com o Dr. Drauzio Varella, as crianças obesas sofrem com colesterol alto, diabetes e danos nas articulações. Além disso ela ocasiona transtornos mentais tal qual ansiedade e depressão, trazendo inúmeras dificuldades para as crianças e, infelizmente, no contexto atual a saúde delas só tende a piorar. Sem dúvidas que a obesidade pode causar diversos danos à saúde, trazendo inúmeras dificuldades para a criança, sendo necessário que a população fique atenta a essa grave problemática.&nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>Portanto, é inegável que medidas precisam ser tomadas para diminuir este terrível problema impulsionado pela quarentena, visto que ela é responsável por prejudicar a vida da sociedade. Por isso é preciso que o ministério da saúde juntamente de influenciadores digitais, produzam eventos para conscientizar a sociedade sobre esta doença. Por meio de palestras com profissionais da saúde, discutindo e tratando sobre as adversidades que podem ser causados, como solucioná-las e controlá-las durante a pandemia, através de redes sociais essas informações serão disseminadas para uma grande parcela da população.&nbsp; Espera-se que, com isso o número de casos de obesidade infantil diminua e que os problemas ocasionados pela mesma sejam evitados, melhorando a vida das crianças.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:27:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Henrique Estanislau e Lucas Batista 3ELT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607400559</link>
         <description><![CDATA[<div>■&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Antigamente estar acima do peso era um sinônimo de saúde pois crianças subnutridas tinham maior facilidade para desenvolver algumas doença, hoje em dia os papeis se inverteram e a obesidade infantil afeta a muitas crianças e prejudica a convivência dessas crianças na sociedade<br><br></div><div>■&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A falta da prática de esportes, o avanço da tecnologia e o acesso precoce ao mesmo contribui para que o número de crianças com obesidade infantil continue aumentando com o passar dos anos, hoje esse número chega a ser de 21,8% de crianças obesas no Brasil de acordo com os critérios da OMS divulgado pelo Ministério da Educação acresce-se ao fato do pouco incentivo a pratica de esporte, normalmente só citado nas aulas de educação física.<br><br></div><div>■&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Parte da falta de incentivo vem da escola pois os que sofrem de obesidade em grande parte também sofrem de bullying de acordo com o ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia) as crianças obesas são 63% mais suscetíveis ao bullying e 40% das crianças obesas sofrem de bullying nas escolas, e isso pode afetar as crianças psicologicamente fazendo com que elas fiquem ainda mais reclusos em suas casas causando um agravamento na situação.<br><br></div><div>■&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; De acordo com o que foi mencionado fica claro que existem muitos obstáculos para uma resolução definitiva desse problema, mas ainda a meios de diminuir os números. Como o acompanhamento dos pais e o incentivo da pratica de esportes por mais meios e não só nas escolas além de regras escolares mais rígidas em relação ao bullying. Isso diminuiria os números, consequentemente diminuindo riscos a doenças como diabetes, colesterol alto e pedra nos rins doenças essas que estão se tornando cada vez mais frequentes em adultos e adolescentes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:30:46 UTC</pubDate>
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         <title>Bruno Kazuya Yamato SakajiFernando KimuraGabriel CostaPedro Pacheco3 ELT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607409457</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o advento do processo industrial, a facilitação na produção surgiu como uma consequência a popularização dos meios de consumos industriais. No entanto os produtos industrializados se tornaram uma ameaça à vida, como a obesidade infantil, outro fator relacionado a essa epidemia é a influência da alimentação dos pais na vida de seus filhos. Sendo assim, cabe a análise dos principais impactos e a possível solução para a problemática nos dias atuais.<br><br></div><div>A princípio, a disponibilidade de alimentos industrializados é um dos fatores de seu grande consumo principalmente entre as crianças. Segundo o Ministério da Saúde, aproximadamente 33% das crianças entre 5 e 9 anos estão acima do peso. Dessa forma é fato que uma parcela da culpa da obesidade infantil possa ser atribuído aos meios de propaganda atuais incentivando cada vez mais o consumo. É inadmissível, portanto, que na nossa sociedade atual não existam medidas de divulgação contra a obesidade.<br><br></div><div>Ademais, outro fator responsável pela obesidade infantil também pode ser atribuída a própria alimentação dos pais, pois influenciam de forma indireta os costumes de seus filhos tornando o hábito de se alimentar de forma desbalanceada, além disso essa alimentação é associado com o índice de massa corporal mais alto, menos manutenção bem sucedida da peso-perda e ganho de peso. Dessa forma é possível observar que a alimentação dos pais influenciam fortemente na forma de vida de seus filhos.<br><br></div><div>Em suma, é inegável que a obesidade representa uma considerável parcela da população infantil. Desse modo, é necessário que o governo torne a trazer a obrigatoriedade das redes de alimentos industrializados mostrar de forma mais explicita os males que seus produtos podem causar em excesso. Assim, haverá uma conscientização por parte da população acerca do assunto.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:35:10 UTC</pubDate>
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         <title>Alexandre AmaroGiovanna Verasto3°MCT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607411758</link>
         <description><![CDATA[<div>Colesterol alto, diabetes e bullying são algumas consequências da obesidade infantil, um problema que assombra o Brasil e o mundo. No entanto, é perceptível a contribuição dos aparelhos eletrônicos no agravamento desse quadro - pois eles servem como distração para crianças - substituindo atividades físicas e facilitando o consumo de fast-foods através de aplicativos de delivery. Desse modo, cabe a análise das principais causas e consequências dessa problemática que afeta uma grande parcela da população brasileira no contexto hodierno.<br><br></div><div>A princípio, o uso de aparelhos eletrônicos como distração das crianças têm substituído as atividades físicas, tornando-as sedentárias. Segundo o doutor Drauzio Varella, uma criança deve gastar 2.200 calorias por semana - aproximadamente duas horas de atividade por dia - para ser saudável. Dessa forma, a substituição dos exercícios físicos pelo lazer virtual gera graves riscos para a saúde das crianças - algo inaceitável durante o desenvolvimento infantil - aumentando a chance de serem obesas na infância. É um absurdo, portanto, que um indivíduo em fase de crescimento ceda ao sedentarismo, pois isso comprometerá sua qualidade de vida.<br><br></div><div>Ademais, com o advento das Revoluções Industriais, o crescimento exponencial da tecnologia resultou em uma série de avanços que possibilitaram a integração dos celulares com o comércio. Assim, devido aos avanços tecnológicos, os aplicativos para pedir fast-foods tornaram-se mais acessíveis ao público infantil, algo inadmissível para indivíduos que não possuem um senso de responsabilidade avançado. De acordo com o doutor Drauzio Varella, crianças com sobrepeso aos sete anos de idade têm quatro vezes mais chances de chegarem obesas na fase adulta. Por conseguinte, o fácil acesso às comidas com alto valor calórico e a negligência no gasto dessas calorias criam quadros gravíssimos para a criança, podendo comprometer sua saúde por toda sua vida.<br><br></div><div>Em conclusão, é inegável que os aparelhos eletrônicos contribuam diretamente no aumento de casos de obesidade infantil. Dessa maneira, é necessário que os responsáveis pelas crianças incentivem as atividades físicas, por exemplo, colocando-as em esportes e limitando o tempo de lazer digital. É preciso, também, que eles corrijam as alimentações das crianças, diminuindo os fast-foods e evitando o uso de aplicativos de delivery. Espera-se, com isso, diminuir o quadro de obesidade infantil no Brasil.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 12:36:28 UTC</pubDate>
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         <title>João Luiz, Leandre Bonomo, Luan Henrique, Paulo Henrique e Ryan Sales 3 MEM</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1607476701</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A obesidade é um problema que vem aumentando ao longo dos anos, afetando em grande parte as crianças, principalmente após o início da pandemia do novo coronavírus. Logo, a má alimentação e a falta da prática de exercícios que se intensificou durante a quarentena, são elementos que dificultam o desenvolvimento saudável das crianças brasileiras. Sendo assim, cabe a análise da atual situação da saúde infantil, tal como o controle da alimentação e os fatores que dificultam o emagrecimento.<br><br></div><div><strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </strong>Em primeira análise é válido ressaltar que a obesidade pode ocorrer por diversos motivos, dentre eles os principais são a má alimentação e a falta de exercício físico. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 9,38% da população infantil se encontra em estado de obesidade. Certamente, tal número alarmante é consequência da baixa prática de exercícios físicos e da má alimentação, que nesse caso se dá através do consumo de alimentos de fast-food, que em grande maioria são prejudiciais à saúde, ainda mais quando em excesso. Assim, a falta de preocupação dos pais com a má alimentação de seus filhos tem sido a maior responsável pelo aumento da obesidade infantil.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ademais, a dificuldade de emagrecer é um outro fator negativo para o correto desenvolvimento corporal das crianças obesas. De acordo com o Doutor Drauzio Varella é cientificamente comprovado que como mecanismo de defesa, o corpo busca manter sempre o maior peso, o que torna difícil o emagrecimento. Portanto, quando tal circunstância é vivida na infância, essa pessoa irá ter que lutar o resto de sua vida contra esse aspecto biológico. Dessa forma, é evidente que tomar certos cuidados com o físico corporal é muito importante para a boa saúde da população, principalmente na infância.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Em resumo, a obesidade infantil tem crescido muito na atualidade e representa um grande risco a saúde das crianças. Tendo isso, cabe aos pais monitorar a alimentação de seus filhos e também os influenciar a realizar exercícios físicos diariamente, de modo a induzir a estes uma rotina adequada através de educação alimentar e a realização de esportes. Com isso, espera-se uma redução no número de crianças obesas no país, para a garantia do desenvolvimento saudável destas.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 13:06:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Matheus Rodrigues Salomão e Vinícius Pereira da Costa 3ELT</title>
         <author>rafaelsilva1170</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelsilva1170/f0wer3km0mve1156/wish/1609694317</link>
         <description><![CDATA[<div>Na contemporaneidade a obesidade tem sido um dos maiores problemas a afetar as crianças e jovens, tanto em sua saúde quanto em seu psicológico. Sem dúvida a sociedade tem um papel fundamental nessa problemática, pois, por meio de julgamentos e incentivos ela impõe sobre a criança comportamentos e sentimentos negativos. Logo, é necessário compreender o que de fato propicia essa situação para acabar de vez com a mesma.</div><div>É fato que o bullying é o principal vilão quando se trata das repercussões psicológicas da obesidade. Segundo Mattos, “a sociedade atual impõe padrões, principalmente ao que se relaciona ao âmbito estético, desse modo o bullying surge a partir do momento que algo ou alguém foge desse padrão.” Portanto, percebe-se que aquele que pratica o bullying está apenas replicando este deplorável pensamento, já muito enraizado em nossas vidas.</div><div>Porém, a sociedade, de certa forma, contribui com esses pensamentos ou comportamentos que levam ao consumo exagerado de alimentos, assim como o sedentarismo. Haja vista que esta influência se dá por meio de propagandas cujo intuito é colaborar com as grandes indústrias de fast-food e da inserção de tecnologias que prendem os jovens cada vez mais dentro de casa. Por fim, nota-se que esse problema tem raízes no próprio capitalismo, que deixa de focar na saúde dos consumidores para conseguir benefício próprio.</div><div>Diante do exposto, fica claro que a obesidade infantil é um fator de difícil combate, considerando que as causas do mesmo são intrínsecas à sociedade atual. Então, é necessário que o governo promova a conscientização – não só das crianças como também dos adultos – por meio de campanhas e projetos que busquem descontruir os padrões estéticos da sociedade. Também cabe às indústrias alimentícias propagar um comportamento saudável, por meio de propagandas e produtos benignos, para que sua influência na saúde do consumidor não seja somente negativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 10:44:07 UTC</pubDate>
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