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      <title>Terras criadas pelo faz de conta - Histórias do mundo da escola by Mariana Oliveira</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-10 19:55:10 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1</title>
         <author>pedmsomarianaoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Vânia, (Pretinha, eu?); Xisto; Pluft! o fantasminha.</strong></p><p><br></p><p><strong>Pretinha, eu?, Júlio Emílio Braz - (2008);</strong></p><p><strong>As aventuras de Xisto, Lúcia Machado de Almeida - (1999);</strong></p><p><strong>Pluft! O Fantasminha, Maria Clara Machado - (2009).</strong></p><p><br></p><p>A escolha destes personagens para dividir o mesmo espaço se dá pelo fato do contexto social da primeira ser extremamente diferente do contexto social dos dois últimos. Xisto foi criado no anos 20 e, Pluft! o fantasminha, entre os anos 30 - 40. Os dois personagens carregam consigo marcas de um contexto em que a literatura infantil tinha bastante relação intertextual com as literaturas clássicas; ênfase do contexto real em detrimento ao conto de fadas; ênfase na produção literária envolvendo o trabalho com a escrita e período em que o autor Monteiro Lobato entra no cenário da literatura infantil brasileira, ou seja, com sua ascensão, algumas obras da época começaram a serem influenciadas por suas obras (STALING; BELTRÃO, 2019), influenciando, alienadamente ou não, alguns educadores que o tratam como modelo de incentivo à leitura. Já Vânia, nasce num contexto social marcado pela era digital em que o cenário brasileiro ganha destaque quantitativo na escrita de obras literárias destinadas ao público infantil, fazendo-se ecoar as vozes que por muito tempo foi calada num cenário social tão desigual. Como Vânia apresenta-se bem esclarecida em relação a sua cor, insiro os dois personagens supracitados para habitar com ela, justamente para que eles a percebam como ser humano que detém dos mesmos deveres e direitos que eles, além disso, Vânia surge aqui para fazer uma relação intertextual dos contextos sociais presentes também no cenário da literatura infantil brasileira. Assim como alguns personagens de Monteiro Lobato, Vânia sofreu discriminação racial ainda em tempos atuais, por mais que se discutam temáticas como essas, a questão da cor ainda incomoda muita gente em pleno século XXI, fato que precisa ser combatido desde a tenra idade, principalmente nos espaços escolares com temas que abordem comportamentos antirracistas. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 20:00:30 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 2</title>
         <author>pedmsomarianaoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/pedmsomarianaoliveira/f0flx2qpsu9u059p/wish/2988485238</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>João; Maria; Pedro.</strong></p><p><br/></p><p><strong>O caderno de rimas de João, Lázaro Ramos (2010);</strong></p><p><strong>O caderno sem rimas de Maria, Lázaro Ramos (2018);</strong></p><p><strong>Pedro, Bartolomeu Campos de Queiroz (2012).</strong></p><p>			</p><p>A escolha desses personagens consistem em suas semelhanças e diferenças. Pedro foi criado num contexto literário marcado pela ditadura militar, sendo assim, os autores dessa época (anos 70), escreviam suas histórias tendo como base tal contexto. Nessa época, de acordo com (STALING; BELTRÃO, 2019), a literatura infantil ganha destaque no cenário brasileiro: determinação da LDB n. 5.692/71 da relação da educação e literatura com incentivo às escolas em adotar práticas de leituras de livros infantis de autores nacionais. Criação de programas de incentivo à leitura, dentre outros. No entanto, muitos autores ainda eram influenciados pelos escritos de Monteiro Lobato; as obras da literatura infantil enfatizava a realidade da criança em detrimento do faz de conta, ou seja, a ênfase recaia nas histórias infantis de cunho realista sem interesse em despertar a imaginação da criança. Diferente do contexto sociocultural de Maria e João, criados pelo mesmo autor e por serem irmãos não tive coragem de separá-los, sendo um complementação do outro. João e Maria ou Maria e João, nascem na era digital, assim como Vânia (pretinha, eu?), em que os livros ganham cenários digitais de possibilidade de leitura; João nos trás a rima através de conceitos necessários ao contexto educacional atual. Além da temáticas presentes em seu livro, a rima favorece a aprendizagem da leitura e escrita de crianças em idade escolar (STALING; BELTRÃO, 2019). Maria, já no início de sua história faz uma crítica ao texto rimado de João, mas logo percebe-se que não tem como ficar sem a rima em sua história que assim como a de seu irmão aborda temática imprescindível ao contexto social, principalmente ao público feminino. Os três aprecem nesse mesmo lugar para que eles contextualizar o contexto de cada um e analisar o quão importante é falar a língua da criança na contação da história através da rima, da imaginação da brincadeira com as palavras e do respeito à diversidade cultural em que cada um possui.&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 20:09:35 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3</title>
         <author>pedmsomarianaoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Cazuza; Kaba Darabu; A menina transparente.</strong></p><p>		</p><p><strong>Daniel Munduruku, kabá Darebu (2017);</strong></p><p><strong>Elisa Lucinda, A menina Transparente (2010);</strong></p><p><strong>Viriato Correa, Cazuza (1979).</strong></p><p><br></p><p>No espaço 3, temos um personagem dos anos 20 e dois personagens do século XXI, dias atuais. Os três personagens aparecem como meios de suscitar reflexão nos espaços escolares sobre a questão de raça e etnia, apesar do livro: A menina transparente ter em sua capa uma menina vestida como uma fada e de pele preta, ela se apresenta como poesia. Kaba Drabu nos trás um pouco de sua cultura do lugar aonde vive com a sua família em respeito a natureza e aos seus ancestrais, o que também se configura como poesia. Nesses dois últimos personagens supracitados, a ênfase nas imagens ganha destaque por ser uma características do contexto social literário em que foram criados, diferente do contexto literário de Cazuza. </p><p>		Cazuza nasceu num contexto da literatura demarcada pela intertextualidade da literatura clássica com a brasileira, foi criado na mesma época de criação dos personagens de Monteiro Lobato, mesmo estando páreo a páreo com este em relação atenção literária da época, quem conhece Cazuza, hoje? </p><p>		Assim como nas obras de Monteiro Lobato, a obra de Cazuza retrata cenas de racismo de forma bem explícita e também enfatiza sobre a questão da educação tradicional comum naquela época, mesmo a mão de Cazuza não apoiando tais posturas. Isso me faz relembrar o ano em que fui alfabetizada na antiga primeira série, tive uma professora que ensinava nos moldes tradicionais e quase sempre levava uma reguada nesse ano, meus pais só souberam depois que estive adulta, pois para mim era algo normal, uma vez que sempre ouvia de alguns pais que 'podia bater mesmo, se precisasse'. Trago Cazuza para junto da menina transparente para lhe mostrar que a educação não precisa ser tão sofrida e que deve carregar toda a sua leveza e poesia em respeito às diferenças, às especificidades de cada um. O livro Cazuza trás essa crítica do racismo de ensino tradicional demarcado por violência e castigo por parte dos professores e coloco-o junto ao personagem indígena e uma personagem preta para enfatizar a leitura infantil com imprescindível espaço à discursão de temas sociais em respeito as diversidades que cada personagem tem. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-10 20:15:26 UTC</pubDate>
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