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      <title>Portugal em 5 décadas, que ODS? by Maria Craveiro</title>
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      <description>Analisa os cartazes afixados na BE, seleciona 2 e relaciona-os com os ODS da Agenda 20/30</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-15 09:27:37 UTC</pubDate>
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         <title>Rita, Beatriz e Daniela</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Escolarização</strong> </p><p>Comparando os dados de todos os níveis de escolarização de 1974, último ano em que Portugal viveu em ditadura, com os dados de 2022, houve um crescimento enorme, sendo o crescimento mais acentuado no pré- escolar, onde a percentagem em 1974 era de 8% e em 2022 era de 93%, tendo assim, havido um aumento de 85%.<br>Quatro anos após o 25 de abril, podemos ainda verificar que mais de metade dos alunos portugueses eram rapazes, e no ano de 2022 as raparigas passaram a dominar esta percentagem.<br>De acordo com o gráfico de barras, concluímos também que os estudantes do ensino público sempre predominram em termos de números, os alunos do ensino privado.<br>Estas melhorias a muito se devem aos ODS que entraram em vigor no ano de 2015. O ODS que se relaciona com a educação (4) visa garantir o acesso à educação inclusiva de qualidade e equitativa, e promover oportunidades e aprendizagem ao longo da vida para todos.</p><p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p><p>(n.d.). ODS • Objetivos Desenvolvimento Sustentável • BCSD Portugal. Consultado Maio 15, 2024, de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ods.pt/">https://ods.pt/</a></p><p>Rede de Bibliotecas Nacionais. (Fevereiro 19, 2024). Escolarização/Ensino Superior [Folheto].&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rbe.mec.pt/np4/%7B%24clientServletPath%7D/?newsId=4186&amp;fileName=CARTAZ_5DD_03_ESCOLARIZA__O_ENSINO_SUPER.pdf">https://rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=4186&amp;fileName=CARTAZ_5DD_03_ESCOLARIZA__O_ENSINO_SUPER.pdf</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 09:47:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tomás N, Gabriel V</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Afonso Dias, Iara Claro</title>
         <author>afonsodias20181003</author>
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         <pubDate>2024-05-15 09:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>Dilma e Natasha </title>
         <author>dilmapina20211071</author>
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         <pubDate>2024-05-15 09:50:32 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Silva e Tomás Leal</title>
         <author>pedrosilva20121694</author>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Gabriel Fernandes n°18 e Edgar n°17</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 09:52:47 UTC</pubDate>
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         <title>Leonor e Simão </title>
         <author>leonorsilva20181017</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 09:54:19 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel Rodrigues e Rodrigo Pereira </title>
         <author>danielrodrigues20121618</author>
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         <pubDate>2024-05-15 09:58:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natashaornelas20211093</author>
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         <title></title>
         <author>gabrielfernandes20211075_</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este cartaz mostra que as mortes por doenças circulatórias diminuiram, mesmo que as mortes causados por cancro tenham aumentado, podemos relacionar este cartaz com o objetivo 3 dos ODS(Bem estar e saúde) ao mostrar que as mortes por doenças circulatorias diminuiram podemos verificar que estamos mais perto de cumprir este objetivo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 10:05:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cartaz 2: Turismo e Aeroportos.</title>
         <author>afonsodias20181003</author>
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         <description><![CDATA[<p>Este cartaz que escolhemos relaciona-se com os ODS 8 (Trabalho digno e crescimento económico, devido à riqueza e emprego que gera) e o 9 (Indústria, inovação e infraestrutura, pois gera infraestruturas de aeroporto para o fluxo do turismo e para acolher às necessidades turísticas).</p><p>Como se pode ver no cartaz, entre 1974 e 2022 houve um aumento de 5 vezes mais em turistas a entrar no país, o que aumentou a necessidade de infraestruturas turísticas. O número de aterragens aumentou, também, exponencialmente, levando à necessidade da expansão de aeroportos e a construção de novos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 10:09:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabrielfernandes20211075_</author>
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         <description><![CDATA[<div>Podemos observar pelo cartaz que o número de profissionais de saúde por 100 mil habitantes aumentou nas últimas décadas (122 médicos para 564(423 em Portugal ) por 100 mil habitantes) logo podemos concluir que estamos mais próximos de atingir o objetivo 3 dos ODS.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 10:13:11 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994020159</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao analisar e comparar os valores de médicos e enfermeiros inscritos nas ordens por 100 mil habitantes em 1975 e em 2021, encontramos um aumento bastante significativo, principalmente de enfermeiros. Em 1975, apenas um ano após o fim do regime ditatorial, Portugal tinha 122 médicos e 205 enfermeiros por cada 100 mil habitantes, enquanto que 46 anos depois, esses números subiram para 564 e 771, respetivamente. Relativamente às mortes por doenças circulatórias, o valor reduziu para quase metade, devido às inovações na medicina e à abertura de novos hospitais e/ou centros de saúde, que, claro, só é possível graças ao aumento de profissionais de saúde. Esta melhoria no sistema de saúde português ajuda a concretizar o ODS 3 (Saúde de Qualidade), que visa garantir o acesso universal a cuidados médicos de qualidade, ainda que em algumas regiões de Portugal, nomeadamente no interior, a população mais idosa e isolada tenha alguma dificuldade em aceder a tais cuidados. Também nas restantes regiões há alguns desafios, ainda que não tão acentuados, visto que a quantidade de médicos e enfermeiros ainda não é suficiente para prestar apoio a toda a população. Estas carreiras poderão tornar-se mais atrativas se o governo conceder às ordens os pedidos que estas reivindicam, como por exemplo melhores salários.&nbsp;</p><p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p><p>(n.d.). ODS • Objetivos Desenvolvimento Sustentável • BCSD Portugal.</p><p>Consultado Maio 15, 2024, de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ods.pt/">https://ods.pt/</a></p><p>Rede de Bibliotecas Nacionais. (Fevereiro 19, 2024). Médicos e Enfermeiros e Mortes[Folheto].&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rbe.mec.pt/np4/%7B%24clientServletPath%7D/?newsId=4186&amp;fileName=CARTAZ_5DD_08_PROFISSIONAIS_SA_DE_CAUSAS.pdf">https://rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=4186&amp;fileName=CARTAZ_5DD_08_PROFISSIONAIS_SA_DE_CAUSAS.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 10:17:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabrielfernandes20211075_</author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994020575</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo o cartaz apresentado o consumo total de combustíveis rodoviários triplicou nas últimas décadas (de 1916 em 1977 para 5285 em 2022, em milhares de toneladas). Isto vai em contrário com os objectivos 13 e 15 dos ODS ao poluir a atmosfera causa risco para a vida na terra.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 10:18:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cartaz 1 (Comboios | Autoestradas)</title>
         <author>tomasferreira20211104_</author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994020621</link>
         <description><![CDATA[<p>Como podemos observar no cartaz Comboios | Autoestradas, as redes ferroviárias desde 1974 têm vindo a diminuir ao contrário das redes de autoestradas.</p><ul><li><p>Um motivo é a maior flexibilidade, velocidade e capacidade de chegar a determinados pontos que as redes de autoestradas oferecem</p></li><li><p>Outro motivo foram as mudanças nos padrões de mobilidade da população, como o aumento do número de carros particulares e a preferência por viagens rodoviárias em vez do transporte ferroviário, também influenciaram as decisões de investimento.</p></li></ul><p>Um facto interessante é que em 2019, Portugal é o único país Europeu com uma rede de autoestradas, maior em km, do que rede ferroviária.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.esquerda.net/artigo/portugal-e-o-unico-pais-europeu-em-que-rede-de-autoestradas-ultrapassa-ferroviaria/80162">https://www.esquerda.net/artigo/portugal-e-o-unico-pais-europeu-em-que-rede-de-autoestradas-ultrapassa-ferroviaria/80162</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 10:18:02 UTC</pubDate>
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         <title>População </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994021319</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste cartaz podemos verificar que no ano de 1974 (ano de ditadura) comparado com a população de 2021 aumentou quase em 2 milhões de pessoas, reparando também que a população mudou e regista-se dados com uma população mais velha . Nos dados de 1974 eram apenas 10% a população mais velha, já nos dias de hoje duplicou e passou para a percentagem de 24%, talvez pelo facto da medicina estar mais avançada e a esperança média de vida aumentou. Já entre as idades de 15 a 64 as percentagens encontram-se muito parecidas e não houve diferenças muito notáveis . Por fim os jovens até aos 14 anos diminuiu drasticamente, houve um registo de percentagens por metade devido à mudança do estilo de vida pois nos dias de hoje não é uma prioridade constituir família desde cedo.</p><p>Por outro lado os números de estrangeiros aumentou em 24 vezes nos dados de 2022 comparado aos dados do ano em que portugal passava por uma ditadura . Podemos observar pelo gráfico que os estrangeiros optaram por escolher em maior número a Américas e a Europa para se mudar e viver, aparecendo assim a África e a Ásia com números mais baixos, tanto pelas oportunidades económicas, diferenças culturais e de certa forma políticas, aumentando assim a população emigrante de 0,4% para 7,5. Estes dados dão se devido a mudanças a nível global nas políticas de imigração e conflitos internacionais em países de destino e desafios em países de origem, como instabilidade política e económica.</p><p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p><p>(n.d.). ODS • Objetivos Desenvolvimento Sustentável • BCSD Portugal. Consultado Maio 15, 2024, de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ods.pt/">https://ods.pt/</a></p><p>Rede de Bibliotecas Nacionais. (Fevereiro 19, 2024).Pirâmides Etárias e Emigrantes [Folheto].&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rbe.mec.pt/np4/%7B%24clientServletPath%7D/?newsId=4186&amp;fileName=CARTAZ_5DD_07_PIR_MIDES_ET_RIAS_ESTRANGE.pdf">https://rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=4186&amp;fileName=CARTAZ_5DD_07_PIR_MIDES_ET_RIAS_ESTRANGE.pdf</a>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 10:18:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994023590</link>
         <description><![CDATA[<p>Através da observação deste cartaz verificamos que desde de 1970 a 2021 que a percentagem de residência habitual diminui, a percentagem de segunda habitação aumentou, e as vagas para arrendamento a percentagem também diminui. O número de casas no ano 1970 era de 2.702.215 milhões e no ano de 2021 houve um aumento para 5.970.677 milhões. Este cartaz pertence ao ODS número 10 Reduzir as desigualdades e o ODS número 11 Cidades e comunidades sustentáveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 10:21:05 UTC</pubDate>
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         <title>Cartaz 1:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994024163</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro cartaz que escolhemos foi o tema da escolarização e do ensino superior. Este cartaz relaciona-se com os objetivos 4( Educação de qualidade), 8 (Trabalho digno e crescimento económico) e 10 (Desigualdades) dos objetivos de desenvolvimento sustentável de 2030. Nos escolhemos estes ODS porque, nas últimas cinco décadas (1974-2022), a taxa de escolarização aumentou nas diversas áreas da formação profissional, ou seja, o pré-escolar aumentou de 8% para 93%, o 1º ciclo de 85% para 100%, o 2º ciclo de 26% para 91%, o 3º ciclo de 18% para 94% e o secundário de 5% para 88%. Estes números significam que o Estado investe mais na educação e que as desigualdades sociais e económicas reduziram nas últimas cinco décadas. Por último, a população tem a possibilidade de ter um trabalho mais digno com maior crescimento económico individual e do Estado, uma vez que, entre 1978 e 2023, o número de população que teve acesso ao ensino superior passou de 81.582 (58% eram homens e 42% eram mulheres) para 446.028 (46% eram homens e 54% eram mulheres). Concluindo, a população anda a atingir níveis mais altos de educação profissional, tendo meios financeiros e ajudas para prosseguir nos estudos para o ensino superior.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 10:21:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cartaz 1: Escolarização/ Ensino Superior</title>
         <author>leonorsilva20181017</author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994026106</link>
         <description><![CDATA[<p>Os tempos evoluíram, como na área da saúde e a nível educativo.</p><ul><li><p>A escolarização tornou-se obrigatória até ao 12ºano, quem pretende ingressar no ensino superior pode ingressar, mesmo não tendo muitas possibilidades e ao mesmo tempo estudar e trabalhar.</p></li></ul><p>Enquanto que, antigamente era tudo muito diferente maior parte das pessoas só ía até o 4ºano e eram muito poucos aqueles que continuavam, ou então nem chegavam a ir à escola, porque uma grande parte tinha que ajudar os pais na terra para conseguir dinheiro. Mas naquela altura o 4ºano contava como agora o 12ºano. Tirar um curso era só para os mais ricos e era um privilegiado. Não quer dizer que não eram inteligentes, simplesmente não tinham possibilidades. E devido a isso naquela altura havia muitos analfabetos.</p><ul><li><p>No cartaz, observamos isso. No pré-escolar há uma grande diferença onde em 1974 só 8% das crianças tinham possibilidades e agora em 2024 mais de metade (93%) tem a possibilidade de começar a aprender antes de entrar no primeiro ciclo. No primeiro ciclo, conseguimos perceber que as percentagens não são muito diferentes com uma diferença de 15%. E a partir do segundo ciclo até ao secundário volta outra vez a ter uma diferença muito grande.</p></li></ul><p>Com isto tudo, também era óbvio que antigamente não houvesse muita gente na escola comparativamente agora.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=4186&amp;fileName=CARTAZ_5DD_03_ESCOLARIZA__O_ENSINO_SUPER.pdf" />
         <pubDate>2024-05-15 10:23:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gabrielfernandes20211075_</author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994027994</link>
         <description><![CDATA[<div>Como podemos observar no cartaz, os resíduos urbanos são hoje muito mais reaproveitados, em comparação com 1974 quando todos os resíduos tinham como operação de destino as lixeiras. Podemos relacionar esta informação com os objectivos 6, 13, 14 e 15 dos ODS. Estando a contribuir para a realização destes objectivos. Ao diminuir a poluição residual causada pelo lixo e também ao reciclar não iremos necessitar de extrair tantos recursos naturais.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2170072282/d1a19f9b46303446e8d77b881e2db138/1001004895.jpg" />
         <pubDate>2024-05-15 10:25:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Escolarização</title>
         <author>dilmapina20211071</author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994028307</link>
         <description><![CDATA[<p>Através deste cartaz podemos observar a evolução da escolarização em Portugal ao longo dos anos. Os primeiros dados comparam os níveis de escolaridade entre o ano 1974 e 2022, os quais apresentam um grande aumento de alunos nomeadamente nos níveis escolares de pré-escolar, 2º ciclo, 3º ciclo e secundário; podemos analisar que entre 1974 e 2022 não há uma grande diferença no 1º ciclo  devido a que em 1974 a escolaridade obrigatória era ate ao 1º ciclo.</p><p> </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-15 10:25:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências bibliográficas</title>
         <author>gabrielfernandes20211075_</author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994030012</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;https://www.rbe.mec.pt/np4/home.html<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-05-15 10:27:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994030012</guid>
      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994030361</link>
         <description><![CDATA[<p>Através da observação deste cartaz verificamos que desde 1974 a 2022 houve uma diminuição de quase 30% das linhas de comboio, pois foram desativadas. No entanto número de autoestradas deste do ano de 1974 a 2022 aumentou exponencialmente, de 66 km (1974) para 3.115 km (2022). Os ODS pertencentes  este cartaz são os ODS 9 Industria inovação e infraestruturas e o ODS 8 Trabalho digno e crescimento económico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 10:28:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cartaz 2 (Valor acrescentado bruto | trabalhadores)</title>
         <author>tomasferreira20211104_</author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2994031081</link>
         <description><![CDATA[<p>Como podemos observar neste cartaz, em 1974, o valor acrescentado bruto provinha equitativamente de dois setores, o setor terciário e o setor secundário. Atualmente podemos observar uma grande parte percentual proveniente do setor terciário (77%), sendo o setor primário detentor de uma minoria (2%).</p><p><br/></p><p>Na inferior do cartaz, é abordada a distribuição da população empregada por sexo e por setor. </p><p>Podemos visualizar no gráfico, que em 1974 a repartição da população pelos 3 setores era equitativa. Atualmente temos uma repartição muito desnivelada, onde o setor terciário detém (72%).</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-15 10:28:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2995861005</link>
         <description><![CDATA[<p>Rede de Bibliotecas Escolares.&nbsp;(2024, 19 de fevereiro).<em>&nbsp;Cinco Décadas de Democracia.</em>&nbsp;RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html">https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 11:22:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2995861339</link>
         <description><![CDATA[<p>Rede de Bibliotecas Escolares.&nbsp;(2024, 19 de fevereiro).<em>&nbsp;Cinco Décadas de Democracia.</em>&nbsp;RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html">https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 11:22:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2995861473</link>
         <description><![CDATA[<p>Rede de Bibliotecas Escolares.&nbsp;(2024, 19 de fevereiro).<em>&nbsp;Cinco Décadas de Democracia.</em>&nbsp;RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html">https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 11:22:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2995861676</link>
         <description><![CDATA[<p>Rede de Bibliotecas Escolares.&nbsp;(2024, 19 de fevereiro).<em>&nbsp;Cinco Décadas de Democracia.</em>&nbsp;RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html">https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 11:22:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Rede de Bibliotecas Escolares.&nbsp;(2024, 19 de fevereiro).<em>&nbsp;Cinco Décadas de Democracia.</em>&nbsp;RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html">https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 11:22:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2995862155</link>
         <description><![CDATA[<p>Rede de Bibliotecas Escolares.&nbsp;(2024, 19 de fevereiro).<em>&nbsp;Cinco Décadas de Democracia.</em>&nbsp;RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html">https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html</a></p>]]></description>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2995862265</link>
         <description><![CDATA[<p>Rede de Bibliotecas Escolares.&nbsp;(2024, 19 de fevereiro).<em>&nbsp;Cinco Décadas de Democracia.</em>&nbsp;RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html">https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 11:23:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2995862411</link>
         <description><![CDATA[<p>Rede de Bibliotecas Escolares.&nbsp;(2024, 19 de fevereiro).<em>&nbsp;Cinco Décadas de Democracia.</em>&nbsp;RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html">https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 11:23:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2995862587</link>
         <description><![CDATA[<p>Rede de Bibliotecas Escolares.&nbsp;(2024, 19 de fevereiro).<em>&nbsp;Cinco Décadas de Democracia.</em>&nbsp;RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html">https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 11:23:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2995862788</link>
         <description><![CDATA[<p>Rede de Bibliotecas Escolares.&nbsp;(2024, 19 de fevereiro).<em>&nbsp;Cinco Décadas de Democracia.</em>&nbsp;RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html">https://www.rbe.mec.pt/np4/5-decadas-democracia.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 11:23:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>iaraclaro20121455</author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2996171965</link>
         <description><![CDATA[<p>Serra, A., &amp; Garcia, R. (2024, fevereiro 29). <em>CINCO DÉCADAS DE DEMOCRACIA, O QUE MUDOU?</em> [Folheto]. Retrieved maio 15, 2024, from <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rbe.mec.pt/np4/%7B%24clientServletPath%7D/?newsId=4186&amp;fileName=CARTAZ_5DD_03_ESCOLARIZA__O_ENSINO_SUPER.pdf">https://rbe.mec.pt/np4/%7B$clientServletPath%7D/?newsId=4186&amp;fileName=CARTAZ_5DD_03_ESCOLARIZA__O_ENSINO_SUPER.pdf</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 15:11:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cartaz 2: Há muito mais profissionais de saúde</title>
         <author>leonorsilva20181017</author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/2999026211</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta imagem conseguimos observar um grande aumento nos profissionais de saúde, entre 1975 e 2021.</p><p>Os médicos subiram de 122 para 564 e os enfermeiros de 205 para 771 por 100 mil habitantes. Este aumento teve origem a partir do regime ditatorial.</p><p>As mortes por doenças circulatórias diminuíram entre 1975 e 2021, de 40% para 26%, devido ao melhoramento da medicina e ao aumento dos profissionais de saúde.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.pordata.pt/cinco-decadas-democracia-em-portugal/medicos-enfermeiros" />
         <pubDate>2024-05-19 21:17:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Saúde</title>
         <author>gabrielvicente20121707</author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/3008945693</link>
         <description><![CDATA[<p> Como se pode observar na imagem, em 1975 existiam apenas 122 médicos e 205 enfermeiros por 100 mil habitantes, tendo em conta que nesse mesmo ano a população portuguesa era de, aproximadamente, 9,1 milhões de habitantes, chegamos à conclusão de que havia 11 102 médicos e 18 655 enfermeiros, números esses que eram insuficientes tendo em conta as necessidades da população. Agora, em 2021 este número aumentou substancialmente e agora com uma população de 10,38 milhões de habitantes, existem 58&nbsp;543 médicos e 80&nbsp;029 enfermeiros,</p><p> Este aumento foi fulcral para o desenvolvimento da população e sociedade portuguesa pois, sem os diversos cuidados de saúde que são precisos no quotidiano, um normal e sustentável desenvolvimento seria inexequível, para além do mais, o ODS 3 (Saúde e Bem-Estar) está diretamente envolvido com esta vertente o que serve para reforçar ainda mais a importância e influência da área da saúde.</p><p> Por fim, podemos observar que ao longo destes 50 anos a área médica e da saúde portuguesa evoluiu bastante, devido muito à entrada da UE, mas também progrediu com avanços independentes nacionais que levaram a descobertas científicas incríveis e importantes</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-27 16:39:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>André Camarão</title>
         <author>andrecamarao20211063</author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/3014398606</link>
         <description><![CDATA[<p> Através deste gráfico aqui apresentado da Pordata, conseguimos perceber que a escolarização em Portugal mudou para melhor. Quando falamos nisto, temos de saber falar de contextos históricos, Portugal em 1974 vivia num pós-ditadura, um país muito cinzento, conservador e em atraso em termos de infraestrutura e de mentalidade em relação a alguns países da Europa. </p><p> Nem todas as crianças iam para a escola, o analfabetismo era algo presente, principalmente devido a falta de condições financeiras das famílias e até mesmo das escolas, crianças com possibilidades financeiras mais favoráveis, certamente que iriam ter um futuro mais risonho em termos escolares e mais possibilidades do que uma criança que possivelmente iria ser operária fabril, devido aos seus pais não terem condições para pagar os seus estudos. Felizmente, a situação hoje é diferente, Portugal evoluiu e hoje em dia a grande diferença que se verifica é na fase pré-escolar, de 8% para 95%, no 1° ciclo (onde a maioria antigamente iria mais), 2°ciclo e 3°ciclo notou-se também uma diferença mas sem dúvida que a diferença de alunos no ensino secundário é muito vantajosa, de 5% para 88%, isto porque em 1974 grande parte dos alunos mais velhos já estariam a trabalhar e dessa forma já teriam deixado a escola. Nos dias de hoje, o ensino escolar é obrigatório até ao 12° ano ou então até aos 18 anos, sem dúvida que Portugal atravessou uma mudança significativa em termos escolares, onde hoje em dia o analfabetismo praticamente não existe e assim todas as crianças podem crescer a saber ler e escrever, independente da sua condição social, conseguem assim mostrar a sua inteligência para o mundo.</p><p><br/></p><p>Fontes de informação: </p><p><br/></p><p>ACM. (n.d.). <em>Quais os níveis de educação escolar obrigatória em Portugal?</em> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://shorturl.at/B804n">https://shorturl.at/B804n</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>RTP Arquivos (1974, novembro 27). <em>Nados e criados desiguais</em>. Retrieved maio 31, 2024, from <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://shorturl.at/p1Iwd">https://shorturl.at/p1Iwd</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p>RTP Arquivos. (1975, outubro 24). <em>Atraso no início do ano letivo de 1975/1976</em>. Retrieved maio 31, 2024, from <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://shorturl.at/l6hwQ">https://shorturl.at/l6hwQ</a>&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 12:59:29 UTC</pubDate>
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         <title>Tema 2 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacraveiro/f096avmeeq50cctw/wish/3021308315</link>
         <description><![CDATA[<p>As principais causas para as mulheres terem filhos 7 anos mais tarde ,são:</p><ul><li><p>﻿﻿o desenvolvimento e a prática corrente do planeamento familiar;</p></li><li><p>﻿﻿a generalização da utilização de métodos contracetivos;</p></li><li><p>﻿﻿o aumento das despesas com os filhos, em áreas como a educação, a saúde e a alimentação;</p></li><li><p>﻿﻿a melhoria do nível de vida da população e a maior preocupação em possuir e manter um maior conforto e qualidade de vida;</p></li><li><p>﻿﻿o decréscimo do número de casamentos e o aumento do número de divórcios;</p></li><li><p>﻿﻿O aumento da idade média do casamento e da idade média da mãe ao nascimento do primeiro filho, devido, em parte, ao prolongamento dos estudos, a maior aposta na carreira profissional e à precariedade crescente do emprego;</p></li><li><p>﻿﻿à maior participação das mulheres portuguesas no mercado de trabalho, o que dificulta a conciliação da vida profissional com a vida familiar, sendo que se verifica uma desigual repartição das tarefas domésticas entre géneros;</p></li><li><p>﻿as dificuldades na aquisição de habitação, sobretudo nas cidades.</p><p><br/></p><p>Não só são as razões para as mulheres terem filhos mais tarde como também estão aqui representados os problemas de Portugal na natalidade </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-07 12:47:06 UTC</pubDate>
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