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      <title>AULA 04 -Biomedicina ESFA by Lilian Hoffmann</title>
      <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf</link>
      <description>UNIDADE IV: Doenças infecciosas e parasitárias persistentes, emergentes, reemergentes e vulnerabilidade social.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-03 20:41:04 UTC</pubDate>
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         <title>INTERFACE ENTRE AS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS E A ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA NO BRASIL</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281652731</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>século XX&nbsp; Brasil:</strong> <strong>diminuição das Doenças Infecciosas e Parasitárias (DIPs) e aumento das Doenças Crônicas não Transmissíveis</strong>, que se tornariam a principal causa básica de adoecimento e óbitos.<br> Em pleno <strong>século XXI, as DIPs ainda representam um importante problema de Saúde Pública</strong>, acometendo principalmente a <strong>população</strong> socioeconomicamente mais <strong>vulnerável</strong>. Dessa forma, <strong>os condicionantes e determinantes sociais da saúde ligados a educação, nutrição, saneamento básico, distribuição de renda e moradia possuem forte ligação com</strong> esse grupo de doenças, criado assim um perfil desigual de adoecimento por <strong>DIPs</strong> no país e com maior incidência no <strong>Norte e Nordeste.</strong><br><strong>Doenças emergentes dec. 70: AIDS.</strong><br> <strong>2014: emergiram dois arbovírus, o Chikungunya e o Zika</strong>. <strong>Os dois assemelham-se aos sintomas da dengue e transmissão pelo vetor, Aedes aegypti. </strong>No entanto, o <strong>segundo</strong> merece destaque especial por ocasionar o surgimento de <strong>malformações congênitas, causador do surto de microcefalia em bebês.</strong><br> <strong>Presença das doenças reemergentes, ou seja, doenças já superadas que continuar a representar desafios ao sistema de saúde. Como exemplo a febre amarela e a dengue.</strong><br> <strong>Estas morbidades são preveníveis e tratáveis em nível de Atenção Básica à Saúde, o qual no Brasil o principal modelo de atenção é a Estratégia Saúde da Família (ESF). </strong>O ideal seria que este nível de Atenção à Saúde pudesse <strong>resolver cerca de 80% dos problemas de saúde da população. </strong><br><strong>Altas frequências de internações e óbitos por DIPs podem indicar fragilidades de Atenção a esse grupo de doenças pelo Sistema de saúde.</strong><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 20:49:50 UTC</pubDate>
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         <title>As Doenças Infecciosas e Parasitárias</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281654064</link>
         <description><![CDATA[<div>As <strong>doenças infecciosas</strong> são causadas quando ocorre uma invasão no corpo humano por algum <strong>agente infeccioso</strong>. Enquanto que as <strong>doenças parasitárias</strong> ocorrem quando o <strong>parasita se instala no corpo do hospedeiro e retira deste os nutrientes necessários para sua Sobrevivência, causando-o danos a saúde.</strong><br> <strong>Essas duas categorias conformam o grupo das DIPs</strong> e estão intimamente relacionadas aos <strong>indicadores sociais</strong>, prevalecendo o adoecimento principalmente na <strong>população de maior vulnerabilidade</strong>. <strong>Entre esses indicadores destacam-se o acesso ao saneamento básico, higiene precárias, condições de moradia e alimentação.</strong><br>O <strong>Estado</strong> passou então a intervir por meio de medidas sanitárias, através de <strong>ações de Saúde Pública como controle de vetores, higiene pública, campanhas de vacinação e vigilância epidemiológica.</strong><br>As DIPs são susceptíveis de prevenção e erradicação em nível de Atenção Primária à Saúde. No entanto, considerável Quantidade de casos se agrava, gerando números alarmantes de internações hospitalares, ou seja, necessitando de cuidados em saúde de níveis mais complexos.<br><strong>A expansão da ESF</strong> foi impulsionada a partir de <strong>2006 </strong>com a institucionalização do <strong>Pacto pela Saúde</strong>, que trouxe como uma das prioridades o fortalecimento da Atenção Básica. <strong>Outra prioridade estabelecida no Pacto foi à qualificação da Atenção as DIPs, com ênfase na dengue, hanseníase, tuberculose, malária, influenza, hepatites e Infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (HIV/AIDS).</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 20:55:26 UTC</pubDate>
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         <title>Estratégias de enfrentamento às DIPs</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281654696</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>A vacinação é uma das principais estratégias de controle e prevenção de importantes doenças infecciosas, como a poliomelite, hepatites virais, difteria, sarampo, caxumba, rubéola, febre amarela, entre outras.</strong> Para essas doenças que possuem a vacinação como medida eficaz de prevenção, o Brasil adotou como política o Programa Nacional de Imunizações, o qual possui uma das maiores coberturas mundiais e resulta, desde sua criação em 1973 até atualmente, em experiências exitosas no controle dessas doenças infecciosas. Sendo o principal ponto de vacinação a ESF. <strong>Entretanto, existem DIPs que não possuem medidas eficazes de prevenção, estando atrelada diretamente ao acesso a água tratada, esgotamento sanitário e coleta de lixo. </strong><br><strong>Além das imunizações, outro importante eixo no controle e monitoramento das DIPs é o Sistema de Doenças de Notificação Compulsória que é parte integrante da vigilância epidemiológica de doenças e agravos</strong> relevantes para a Saúde Pública no Brasil. <strong>As morbidades de notificação compulsória são aquelas que possuem potencialidade de gerar surtos e epidemias e/ou alta gravidade. Algumas importantes DIPs são de notificação compulsória, a exemplo esquitossomose, leptospirose, tétano, leishmanioses e outras.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 20:57:53 UTC</pubDate>
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         <title>Morbimortalidade DIPs</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281655061</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a considerável expansão da ESF, o principal modelo de Atenção Básica do SUS e que possui as tecnologias em saúde necessárias para a Atenção as DIPs, ocorreu simultaneamente uma gradual redução nas internações por essa causa específica. No entanto, a taxa de internação ainda se mantém alta. O estudo mostra um perfil estacionário de mortalidade por DIPs e que 57% das internações por esse grupo de doenças geram óbitos, indicando que, possivelmente, ainda existem dificuldades na assistência à saúde a esse grupo de doenças no SUS.<br>Um fator de extrema importância que influencia fortemente o recorrente adoecimento por esse grupo de causa, no país, são as <strong>condições de vida da&nbsp; população e também as condições de preservação do meio ambiente</strong>. Evidenciando que existe uma clara necessidade de <strong>políticas públicas efetivas para a diminuição da desigualdade social e<br>acesso a saneamento básico, assim como também novas medidas de controle e&nbsp; prevenção eficazes.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 20:59:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fatores imunogenéticos e ambientais envolvidos no estabelecimento de doenças virais emergentes, reemergentes e negligenciadas no Brasil – Um enfoque na perspectiva One Health</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281656818</link>
         <description><![CDATA[<div>Os problemas ambientais observados a nível local são mais facilmente identificados como fatores contribuintes de desequilíbrios da saúde humana e por isso recebem maior atenção da população, comunidade científica e órgãos governamentais, quando comparados a questões de um âmbito mais global. <br>&nbsp;Os principais <strong>problemas de ordem planetária </strong>enfrentados atualmente pela civilização humana envolvem <strong>mudanças climáticas, acidificação dos oceanos e fontes de água doce, degradação dos solos, escassez de água, superexploração das reservas pesqueiras, poluição atmosférica e a perda da biodiversidade.</strong><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:05:14 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde Planetária</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281657434</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Saúde Planetária pode ser entendida como o estado de saúde das civilizações humanas e dos sistemas naturais existentes na Terra. Um estado ideal de saúde planetária seria aquele no qual a população mundial usufrui de adequada saúde física, mental e social em um estado de harmonia com o meio ambiente, fazendo uso dos sistemas<br>naturais de maneira parcimoniosa e renovável, de forma que as gerações atuais não prejudiquem a existência das gerações futuras.</strong><br>Além de garantir o equilíbrio atmosférico e ambiental do planeta, a <strong>promoção da saúde planetária traz inúmeros benefícios para a saúde humana, que vão desde a redução do impacto das doenças crônicas causadas pela poluição até a redução no número de casos de doenças infecciosas.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:07:33 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde Global</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281658023</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de <strong>Saúde Global </strong>é muito similar ao conceito de Saúde Planetária, sendo que os objetivos das ações focadas na promoção de ambos são muito similares, principalmente no que se refere à promoção da saúde pública. Entretanto, <strong>os dois conceitos não são idênticos</strong>. A principal diferença entre eles é que <strong>a saúde planetária enfatiza a influência das questões planetárias (atmosféricas, climáticas e ambientais) sobre a saúde pública, colocando a “sustentabilidade” no centro das ações. </strong>Apesar dessas questões também serem consideradas na saúde global, este termo geralmente é usado em discussões envolvendo agravos de saúde (por exemplo, doenças crônicas e infecciosas) que afetam a população mundial. De forma simplificada, <strong>as ações de saúde global estão focadas na promoção da saúde de todas as pessoas, independentemente das fronteiras políticas e geográficas sem necessariamente enfatizar questões atmosféricas, climáticas ou ambientais.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:09:45 UTC</pubDate>
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         <title>As doenças infecciosas emergentes</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281658570</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>são consideradas ameaças à estabilidade global. </strong>Dois exemplos de <strong>problemas de saúde global são as pandemias de influenza ocorridas no século XX (nos anos 1918, 1957 e 1968), a pandemia de HIV/AIDS e a mais recente a sindemia de COVID-19.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:11:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>One Health e as doenças infecciosas</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281659050</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Os problemas de saúde planetária e global deixam claro que a saúde das populações humanas está fortemente conectada com a saúde do planeta e seus ecossistemas.</strong> Por isso, relações desequilibradas das populações humanas com os ecossistemas terrestres podem afetar a saúde humana de diferentes maneiras. O modo como esses desequilíbrios se apresentam e suas consequências podem ser estudados e compreendidos através da <strong>abordagem One Health. Este termo pode ser traduzido para o português como Saúde Única.</strong><br><strong>No contexto das doenças infecciosas, One Health é uma perspectiva que considera o surgimento ou emergência de tais doenças como o resultado de desequilíbrios entre a<br>“saúde humana”, “saúde animal” (considerando os animais não humanos) e “saúde ambiental”. Esses três fatores formam a tríade da One Health, sendo que o equilíbrio entre eles é essencial para que a saúde seja preservada e a emergência de doenças evitada, tanto em nível local quanto em nível global.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:13:41 UTC</pubDate>
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         <title>Conceitos</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281659640</link>
         <description><![CDATA[<div>- <strong>Endemia:</strong> <strong>“Ocorrência habitual de uma doença ou de um agente infeccioso em determinada área geográfica. Pode significar, também, a prevalência usual de determinada doença nessa área”.</strong><br><strong>- Epidemia: “Aumento brusco, significativo e transitório da ocorrência de uma determinada doença numa população. Quando a área geográfica é restrita e o número de pessoas atingidas é pequeno, costuma-se usar o termo surto”.</strong><br><strong>- Pandemia: “Epidemia de grandes proporções que atinge grande número de pessoas em uma vasta área geográfica (um ou mais continentes)”.<br>“sindemia é um conjunto de problemas de saúde intimamente interligados e que aumentam mutuamente, que afetam significativamente o estado geral de saúde de uma população no contexto de persistência de condições sociais adversas”. Ou seja, trata-se da interação entre doenças e contexto social, que ao se relacionarem trazem malefícios maiores do que a soma da ocorrência em paralelo desses fenômenos.<br>Sindemia não é meramente comorbidade. A teoria sindêmica fundamenta-se no entendimento abrangente de saúde e na perspectiva holística relacionada às influências dos contextos na determinação e potencialização das doenças. Conforme ressalta Mendenhall, o conceito possui três principais características: envolve o agrupamento de duas ou mais doenças em uma população; é decorrente da interação entre fatores biológicos, sociais e psicológicos; os fatores sociais, na maior parte dos casos, constituem-se na maior força para o desenvolvimento das doenças. Assim, uma sindemia ocorre a partir da interação entre doenças e condições de saúde e tem maior probabilidade de surgir em situações de desigualdade social causadas por pobreza, estigmatização, estresse ou violência estrutural. <br>Sobre as interações, essas abrangem condições de saúde de todos os tipos. Podem ser interações entre duas ou mais doenças, potencializadas por contexto social desfavorável, ou a interação direta entre doenças e o ambiente social. No pioneiro estudo sobre sindemia, os fenômenos observados envolviam uma doença, a aids, e duas outras condições de saúde, o uso abusivo de drogas e a violência. Especificamente sobre as doenças, as sindemias podem envolver DIP , DCNT, problemas de saúde mental, obesidade e desnutrição (JUNIOR, SANTOS, 2021 - FIOCRUZ - RJ) .</strong><br>- <strong>Doenças infecciosas emergentes:</strong> “Emerging infectious diseases are those whose incidence in humans has increased in the past 2 decades or threaten to increase in the near future” (CDC, 2018b). - <strong>Doenças infecciosas emergentes são aquelas cuja incidência em humanos aumentou nas últimas 2 décadas ou ameaça aumentar no futuro próximo.</strong><br>- <strong>Doenças infecciosas reemergentes: </strong>“Reemerging infectious diseases are diseases that once were major health problems globally or in a particular country, and then declined dramatically, but are again becoming health problems for a significant proportion of the population (malaria and tuberculosis are examples)” (NIH, 2007). - <strong>“As doenças infecciosas reemergentes são doenças que já foram grandes problemas de saúde globalmente ou em um determinado país, e depois diminuíram drasticamente, mas estão novamente se tornando problemas de saúde para uma proporção significativa da população (malária e tuberculose são exemplos).</strong><br>- <strong>Doenças negligenciadas: “(...) um conjunto de doenças causadas por agentes infecciosos e parasitários (vírus, bactérias, protozoários e helmintos) que são&nbsp; endêmicas em populações de baixa renda vivendo, sobretudo em países em desenvolvimento na África, Ásia e nas Américas. O adjetivo “negligenciada” [...] tomou como base o fato de que por um lado elas não despertam o interesse das grandes empresas farmacêuticas multinacionais, que não veem nessas doenças compradores potenciais de novos medicamentos, e por outro o estudo dessas doenças vem sendo pouco financiado pelas agências de fomento” (De Souza, 2010).</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:15:57 UTC</pubDate>
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         <title>Modos de transmissão das doenças infecciosas</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281660455</link>
         <description><![CDATA[<div>- Contato direto: contato pele-pele, arranhões, mordidas de animais, exposição a gotículas e contato com fluidos corporais, órgãos e tecidos.<br>- Transmissão aérea: através de partículas de poeira e pequenas gotículas suspensas no ar.<br>- Transmissão por vetores: por&nbsp; mordida/picada ou transferência mecânica por artrópodes.<br>- Transmissão oral: consumo de alimentos ou água contaminados.<br>- Ambiente contaminado ou fômite: contato indireto com o solo ou vegetação, contato com a água, transmissão indireta através de objetos inanimados contaminados.<br>Também deve ser mencionada a transmissão vertical, ou seja, aquela que ocorre da mãe para o filho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:19:06 UTC</pubDate>
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         <title>Surgimento das doenças infecciosas</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Processos evolutivos criam novos vírus e novas variantes (muito comum em vírus de RNA)<br>- Um vírus tradicionalmente de animais não humanos cruza a barreira entre espécies e passa a infectar humanos&nbsp;<br>&nbsp;- Um vírus até então restrito a um pequeno grupo populacional (animal ou humano) é disseminado entre um número grande de humanos&nbsp; </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:21:47 UTC</pubDate>
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         <title>Estratégias de combate e vigilância das doenças infecciosas</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281662328</link>
         <description><![CDATA[<div>Para que a vigilância das doenças emergentes e reemergentes aconteça de forma efetiva, inúmeros profissionais precisam estar envolvidos e diferentes ações devem ser promovidas conjuntamente. <strong>Além das equipes de saúde responsáveis pelo tratamento dos doentes, os profissionais envolvidos na investigação epidemiológica dos surtos e epidemias “em campo” têm um papel essencial no controle dessas urgências de saúde.</strong> <strong>De forma complementar, o subdiagnóstico e a subnotificação das doenças infecciosas devem ser combatidos através do treinamento dos profissionais responsáveis por tais ações.</strong><br><strong>Os laboratórios onde são realizados o diagnóstico e procedimentos de pesquisa de microrganismos patogênicos são divididos em quatro níveis de biossegurança, classificados de acordo com a letalidade e outras características dos patógenos manipulados.</strong> A estrutura física de cada laboratório, bem como o preparo dos profissionais que neles trabalham, é planejada de forma a proteger os profissionais e a comunidade externa. Especificamente, <strong>os nívels de biossegurança desses laboratórios são divididos da seguinte forma: biosafety level 1 (BSL1), biosafety level 2 (BSL2), biosafety level 3 (BSL3) e biosafety level 4 (BSL4, o mais elevado). Em laboratórios BSL4 são onde as pesquisas com vírus como Ebola, Marburg e Lassa são realizadas.<br>Apesar de já existirem no Brasil laboratórios BSL3 (Simonetti, 2014) e um laboratório BSL4 (Lyra, 2014), é urgente a expansão do número de laboratórios com elevado nível de biossegurança no Brasil, onde&nbsp; patógenos com alto potencial de letalidade possam ser estudados de forma segura.</strong><br><strong>Essa carência em termos de laboratórios com alto nível de biossegurança aumenta a dependência do Brasil em relação a outros países para a identificação, isolamento e estudo das amostras de alto risco coletadas no território nacional.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:26:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ações controle de doenças emergentes</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281663160</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>As ações voltadas ao controle das doenças emergentes não podem envolver apenas os serviços de saúde. O setor de pesquisa deve estar intensamente envolvido na<br>investigação dessas doenças</strong>, podendo auxiliar com a elucidação dos aspectos básicos dos <strong>patógenos, no desenvolvimento tecnológico voltado à detecção de surtos, no diagnóstico laboratorial das infecções, e no desenvolvimento de vacinas e terapias inovadoras.</strong> <strong>A rede brasileira de laboratórios de saúde pública (LACENs) e os laboratórios federais devem atuar em conjunto com o background oferecido pelos laboratórios universitários </strong>(Luna, 2002). Ainda,<strong> as instituições privadas também podem estar envolvidas nesse processo.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:27:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Doenças virais negligenciadas, emergentes e reemergentes no Brasil</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281664907</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O Brasil está entre os países com os maiores números de doenças tropicais emergentes e reemergentes, devido as características naturais, sociais e políticas brasileiras&nbsp; que são propícias para a emergência de diferentes doenças infecciosas, uma vez que o Brasil abriga inúmeros patógenos humanos em potencial e, ao mesmo tempo, apresenta uma série de condições favoráveis à disseminação das doenças infecciosas.</strong><br><strong>No Brasil, as seguintes doenças entram no grupo daquelas consideradas como emergentes e reemergentes: dengue, HIV/AIDS, cólera, leishmanioses, febre amarela,<br>hepatite C, doenças transmitidas por alimentos, hantaviroses, leptospirose, febre maculosa (riquetiose), influenza pandêmica e as infecções hospitalares.</strong><br>De acordo com uma equipe de trabalho formada pela Academia Brasileira de Ciências, as <strong>doenças negligenciadas mais importantes no Brasil são: doença de Chagas,<br>leishmanioses, malária, filarioses, micobacterioses (hanseníase e tuberculose), clamidioses e riquetioses, raiva, hantavírus, hepatites virais, gastroenterites virais,<br>paracoccidiodomicose e outras micoses profundas, envenenamento por toxinas (principalmente de animais peçonhentos), dengue, febre amarela e outras arboviroses </strong>(De Souza, 2010).<br><strong>Considerando que muitas doenças negligenciadas podem ser classificadas como emergentes ou reemergentes, é possível que esses dois últimos termos sejam suficientes<br>para denominar as doenças negligenciadas no Brasil.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:33:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vírus selvagens negligenciados: Sabiá e Rocio</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281666615</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Dois exemplos de vírus brasileiros selvagens e negligenciados são o Sabiá (SABV) e o Rocio (ROCV).</strong> O <strong>SABV é um vírus envelopado, com genoma de RNA e pertencente à família Arenaviridae. Quatro casos de infecção pelo SABV foram registrados até hoje, sendo dois casos fatais registrados no estado de São Paulo (devido à exposição natural ao vírus) e dois casos não fatais adquiridos em ambiente laboratorial, um no Brasil e outro nos EUA. O SABV pode causar um quadro de febre hemorrágica severa em humanos, com alto potencial de letalidade. A doença causada pelo SABV é denominada de Brazilian hemorrhagic fever (febre hemorrágica brasileira) </strong>(CDC, 2013). Apesar do modo de transmissão do SABV ser desconhecido, acredita-se que seja através de aerossóis contendo partículas virais (Barry et al., 1995).<br><strong>Já o ROCV é um Flavivirus (Figueiredo, 2000) transmitido por mosquitos . Esse vírus foi responsável por um surto de encefalite ocorrido na região do Vale do Ribeira e da<br>Baixada Santista, no sudeste Brasileiro, entre os anos de 1975 e 1980. O surto causou ~100 mortes e deixou mais de 200 pessoas com sequelas. </strong>Trabalhos avaliando amostras de cavalos do território brasileiro não encontraram anticorpos anti-ROCV nesses animais. Porém, <strong>outros trabalhos indicam a circulação do ROCV em<br>animais selvagens, fazendo com que a ocorrência de novos surtos de encefalite por ROCV na população Brasileira seja possível. Mesmo frente à constante ameaça à saúde pública configurada pela potencial reemergência do ROCV, são escassos os estudos com foco nesse vírus.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:38:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TBEV e o CCR5: uma interação emergente e ainda pouco explorada</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281668092</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>No Brasil, as doenças transmitidas por carrapatos podem ser consideradas negligenciadas.</strong> Apesar dessas doenças receberem pouca atenção da comunidade científica<br>e médica, elas são um problema em diferentes regiões do País. Olhando para o período de 2004 e 2017, Reck et al. (2018) relataram 70 casos de parasitismo humano por carrapatos apenas no estado do <strong>Rio Grande do Sul.</strong> Os casos envolveram carrapatos das espécies Amblyomma parkeri, A. aureolatum, A. ovale, A. dubitatum, A. fuscum, A. incisum, A. longirostre, Haemaphysalis juxtakochi,&nbsp; Rhipicephalus sanguineus, R. microplus e Ornithodoros brasiliensis.<br><strong>O TBEV é um vírus com genoma do tipo RNA, pertencente à família Flaviviridae e ao gênero Flavivirus. O TBEV é transmitido principalmente por carrapatos das espécies<br>Ixodes ricinus e I. persulcatus. A infecção por esse vírus pode causar um grave quadro de encefalite, sendo um importante problema de saúde pública principalmente em países da Europa.&nbsp; Até onde se sabe, não há registro da circulação do TBEV no Brasil. </strong><br><strong>Diferentes estudos indicaram que o CCR5 e o CCR5Δ32 apresentam destacado papel na suscetibilidade à infecção pelo TBEV e patogênese da doença</strong> (Kindberg et al.,<br>2008; Mickienė et al., 2014; Grygorczuk et al., 2016; Michlmayr et al., 2016; Ignatieva et al., 2017; Thangamani et al., 2017). <strong>Considerando que o Maraviroque (bloqueador do<br>CCR5) já foi introduzido no Brasil para o tratamento da infecção pelo HIV (CONITEC, 2012; Brites et al., 2015), uma atenção sobre a influência do bloqueio do CCR5 na<br>suscetibilidade à infecção pelo TBEV e talvez outros vírus transmitidos por carrapatos pode ser estendida à população brasileira.</strong> Além disso, embora ainda não haja evidências da circulação do TBEV no Brasil, os papeis do CCR5 e do CCR5Δ32 na infecção pelo TBEV representam interessantes questões em aberto a serem exploradas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:43:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Possibilidades para solucionar problemas de ordem planetária</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281669542</link>
         <description><![CDATA[<div>Para que os problemas de ordem planetária sejam resolvidos, deve haver comprometimento de diferentes líderes nacionais e internacionais. O envolvimento dos<br>órgãos governamentais é decisivo para que <strong>ações que visam a saúde planetária sejam de fato implementadas, pois elas dependem da integração entre políticas sociais, econômicas e ambientais</strong> (Whitmee et al., 2015).<br><strong>Em nível local</strong>, muito pode ser feito pelas comunidades e indivíduos para fortalecer a saúde planetária. Hancock et al. (2017) apresentaram princípios e ações práticas que podem ser executadas em nível local e global, levando em&nbsp; consideração fatores socioculturais e ambientais e que impactam a saúde planetária. Especificamente, tais<br>princípios e ações estão focados nos <strong>dez seguintes pilares: saúde e felicidade, equidade e fortalecimento da economia local, cultura e comunidade, solo e natureza, uso sustentável da água, alimentação local e sustentável, viagem e&nbsp; transporte, produtos e materiais, redução do consumo e desperdício e redução de fontes de energia baseadas em carbono </strong>(Hancock et al., 2017). Neste sentido, outro bom exemplo é a <strong>cartilha “Biodiversidade faz bem à saúde: um guia prático”, lançada em 2017 pela FIOCRUZ </strong>trazendo recomendações práticas sobre como a população pode usufruir dos recursos naturais causando o mínimo de<br>impactos ambientais, e assim prevenindo a emergência de doenças infecciosas. <strong>A cartilha apresenta recomendações para o manejo e cuidado dos animais, da água, dos alimentos, da casa e quintal, das pessoas e da biodiversidade. Além disso, divulga de forma bastante<br>compreensível informações sobre vetores, zoonones, patógenos transmitidos pela água, solo e alimentos, além de outras recomendações práticas e efetivas na prevenção das doenças infecciosas e preservação da biodiversidade </strong>(FIOCRUZ, 2017)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:49:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interações Humanos-Patógenos</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281671306</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;- Variantes genéticas modulam de forma importante a suscetibilidade às infecções, assim como o curso clínico das doenças causadas por patógenos. Porém, tais influências podem variar de indivíduo para indivíduo em decorrência de fatores ambientais, devido a características específicas dos patógenos ou em razão de outros fatores genéticos, como a epistasia.<br>&nbsp;- O estudo e o enfrentamento das doenças emergentes, reemergentes e negligenciadas devem ganhar papel de destaque no Brasil. Tais estudos devem integrar disciplinas de diferentes áreas do conhecimento, como genética, imunologia, saúde pública, epidemiologia, veterinária, ecologia e sociologia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:58:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências bibliográficas</title>
         <author>lilianhfpsicologia05</author>
         <link>https://padlet.com/lilianhfpsicologia05/f080ddhhimdpp1pf/wish/2281671575</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Fatores imunogenéticos e ambientais envolvidos no estabelecimento de doenças virais emergentes, reemergentes e negligenciadas no Brasil um enfoque na perspectiva One Health Ellwanger, Joel Henrique (2019) [Tese]<br><br>2. Silva Júnior , Valdecir Barbos Interface entre as doenças infecciosas e parasitárias e a estratégia saúde da família no Brasil./ Valdecir Barbosa d a Silva Júnior . Vitória de Santo Antão, 2018.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 21:59:32 UTC</pubDate>
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