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      <title>Rafa Cruz e Natália Carvalho by Rafaela Cruz e Natália Carvalho</title>
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      <description>A educação é o caminho para a liberdade.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-19 01:30:06 UTC</pubDate>
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         <title>Discentes: Rafaela Cruz e Natália Carvalho. Compreensão da temática: Programas para educação e tecnologia nos séculos XX e XXI. (11/02/2022)</title>
         <author>rafacruz</author>
         <link>https://padlet.com/rafacruz/ez42umj4e64uncwp/wish/2056141452</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da discussão, das pesquisas e reflexões feitas em relação a educação e a inclusão digital, é de suma importância frisar que elas constituem um processo cada vez mais conectado, no entanto, nem sempre foi assim, pois inicialmente, a relação que se tinha entre a educação e as tecnologias era voltada somente para os programas de informática, pois pensava-se que para trabalhar com as tecnologias era preciso aprender a utilizar tais programas. Além disso, não existiam políticas públicas efetivas, e esse problema continua presente na sociedade até os dias atuais, pois as escolas públicas enfrentam dilemas de ordem estrutural, pedagógica e tecnológica, então, enquanto a escola possui um plano de abordagem, a inclusão digital apesar de também possuir, apresenta um plano totalmente diferente. O que favorece para um cenário precário, onde os alunos não possuem acesso às tecnologias nas escolas e, tampouco, os professores propõem atividades que sejam articuladas com as TIC. E, diante desse contexto, a cultura digital deixa de ser considerada como parte integrante dos processos pedagógicos e das aprendizagens dos estudantes. Ou seja, é preciso criar políticas públicas que busquem maneiras de proporcionar o acesso significativo as novas tecnologias, garantindo a democratização do uso e a formação dos sujeitos sociais, inclusive os professores, visando a continuação dessa conexão entre a educação e a inclusão digital. O percurso para trabalhar com tecnologias mais elaboradas foi longo e iniciou-se com seminários de informática na educação, em 1981 e 1982, caminhando para discussões sobre as diretrizes do uso de tecnologia nas universidades e nas escolas. Com isso, 1983 foi marcado pelo surgimento do primeiro Projeto Brasileiro de Informática na Educação (EDUCON), que tinha como objetivo fazer pesquisas a respeito da informática educativa em laboratórios instalados nas universidades. Mas, visto como insuficiente, pois era preciso descentralizar a informática educativa, levando-a para a educação básica, foram criados os Centros de Informática Educativa (CIED), que eram uma espécie de centros de treinamento e foram vinculados às universidades. Em seguida, veio o Programa Nacional de Informática Educativa (PRONINFE), que se diferenciava do CIED porque era voltado para a formação de professores. Além desses, também veio o TV Escola, que produzia programas de TV de acordo com os PCN e possuía um modelo de educação centralizada. Também é importante relatar que os professores tiveram uma aversão as tecnologias, pois as propagandas levavam os professores a acreditar que eles iriam ser substituídos pelas tecnologias. Logo em seguida, veio o Programa de Implantação dos Núcleos de Tecnologias Educacional, onde foram implantados os Núcleos que atendiam as Escolas (NTE), que recebiam os laboratórios de informática nas escolas. Diante de todo esse processo, também é preciso atentar-se para o entendimento correto dos termos tecnologias e ferramentas, pois tecnologia não é ferramenta porque ela faz mais coisas e pode se atualizar, enquanto as ferramentas são utilizadas para amplificar uma habilidade. No ano de 2002, ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso, nós temos o GESAC que é a conexão via satélite; ele chegou nas escolas e nas residências, porém, a conexão era muito ruim e não acolhia as escolas. Infelizmente, depois de um tempo, o governo de FHC limita o acesso para essas mesmas escolas e passam a receber essa conexão apenas para logar as páginas do governo federal. Todavia, o Gesac foi essencial, pois foi a ponte para que a conexão e a tecnologia chegassem nas escolas urbanas. Ao final do ano de 2009, esse programa já atendia escolas e órgãos públicos, sindicatos, aldeias indígenas, zonas rurais e outros espaços. Em 2007 temos mais alguns programas, como o Programa Nacional de Tecnologia educacional, no qual começa a se amplificar pelas escolas e nos espaços rurais; entretanto, o Proinfo rural era um terminal ligado as cinco telas e tudo que precisava ser trabalhado era salvo apernas naquele terminal; isso acarretava muitos problemas de conexão, impedia o acesso para algumas escolas e necessitava que o professor se deslocasse para fazer uma formação. A partir do Governo Lula, começa-se a pensar em reestruturação e todos esses programas vistos começaram a ser administrados pelo MEC, nesse período ocorreu uma política de investimento de tecnologia nacional especialmente com o movimento de software livre e pegando essa ponte, temos o UCA (Um Computador por Aluno); Nicolas Ponte pesquisador do MTI, desenvolveu a ideia de um laptop de 100 dólares para cada aluno com a finalidade de levar a tecnologia de baixo custo para a educação dos países em desenvolvimento, nisso Lula decide trazer esse projeto para o Brasil onde se iniciou a fase pré piloto e foram selecionadas 5 universidades, 5 estados e 5 escolas do Brasil para receberem esses laptops para trabalhar em sala de aula; portanto, a tecnologia invade os espaços da sala de aula e o projeto começa a se expandir para todas as escolas brasileiras, já com a conexão de internet. Na mesma proporção que cada aluno recebia o laptop, eles também o levavam para casa; esse programa objetivava favorecer a inclusão digital dessas famílias que não tinham acesso a computador. Em 2009, ainda com o projeto UCA, temos o PBLE (Programa Brasileiro de Internet nas Escolas), ele tinha como objetivo conectar todas as escolas públicas urbanas. Lula fez um acordo com as empresas de Telecom para que se espalhasse orelhões pelas cidades, mas depois de um tempo, eles foram substituídos por pontos de acesso à internet nas escolas, mas nem tudo ocorreu como deveria: as empresas de Telecom eram responsáveis por instalar o acesso da internet nas escolas, mas ao invés disso, eles vendiam para quem estivesse interessado, já que não havia fiscalização. E mesmo assim, as escolas que possuíam a internet, esta era de qualidade baixíssima. Então, as escolas começaram a usar o UCA no intuito dos laboratórios. Em 2010 houve uma reformulação do UCA, ele deixou de ser projeto e passou a ser programa e passou a ser uma linha de crédito pelo BNDS afim de que as prefeituras dos estados comprassem esses laptops para as escolas. Já no governo de Dilma, foi criado o PRONACAMPO (Programa Nacional das Escolas do Campo), em que algumas escolas terão o Proinfo rural e outras o Prouca, mas ele não teve continuidade. E por fim, em 2017, vem o PNLD (Programa Livro Digital) essa política começa a se incorporar nos currículos das escolas e com ele vem a ideia de cultura digital, especialmente nas séries iniciais e finais de ensino fundamental e médio. No ano de 2021, no Governo Bolsonaro, contamos com a Educação Conectada que foi um despropósito total com a formação de professores; não se tem mais universidade pública fazendo educação continuada de professores e então o Sincroniza Educação passa a fazer acompanhamento da formação dos professores nas escolas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-19 01:59:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rafacruz</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 22:02:25 UTC</pubDate>
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         <title>Discentes: Rafaela Cruz e Natália Carvalho. Refletindo sobre Inclusão digital e o direito à comunicação. (18/02/2022)</title>
         <author>rafacruz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Primeiramente, antes de falarmos a respeito da inclusão digital, é preciso falar sobre a inclusão em si; esse termo começa a ser discutido no final da década de 70 por meio da sociologia. A partir dos anos 2000, a inclusão começa a migrar para a tecnologia e nesse momento começa-se a estudar alguns autores que discutem esse termo inclusão, um desses autores é o Robert Castell, ele junto com outros sociólogos debatem a respeito desse termo por meio das políticas públicas e da sociedade capitalista e nos fazem refletir sobre o que é de fato a inclusão: é um conceito? noção? discussão? Sendo um conceito, está no campo da pesquisa; sendo uma noção, é uma ideia, ou seja, não é concreto; sendo um discurso, ele tem a finalidade de convencer o outro, é estruturado, está no campo ideológico. Se faz necessário dizer que até a década de 70, a sociedade era pautada pelas desigualdades e das classes sociais e começa a despontar essas questões como a perda de direitos, aumento da falta de emprego e de moradia, ou seja, a inclusão e exclusão vão ser discutidas através das questões sociais. Nesse período, o que fez implodir toda essa discussão relatada ao longo do texto, foi a precarização do trabalho e outros casos sociais. A exclusão começa a ser vista por essa parte da população que não tinha seus direitos assegurados, como as condições dos direitos trabalhistas, exclusão da sociedade, excluída dos seus direitos por conta da pobreza e moradias precárias. Então, foram vários casos que vai abordando essa relação da inclusão e exclusão. Mas assim como haviam esses pesquisadores que estudaram sobre a exclusão, também tinham os autores que afirmaram que a exclusão não existe, que ninguém está apartado da sociedade e que na verdade o que existe são condições humanas que estão naquele momento sofrendo por alguma situação. Então esses pesquisadores vão dizer que a exclusão não pode ser vista como categoria de análise, ao invés disso, ela será discutida pelo ponto da problemática social, sendo assim, eles dizem que a exclusão é mais um discurso do que um conceito ou uma noção, pois essa problemática se fortalece especialmente pelas questões sociais e é carregada de um discurso que soma com o sujeito dentro da situação onde ele se encontra. Diante de todas essas questões sociais, para amenizar essa condição, surgem as medidas compensatórias que também são pautadas no discurso, exemplo dessas medidas são as ONG, escolinhas, escolinhas que trabalham com a tecnologia para treinar o sujeito para o mercado de trabalho, de arte e de futebol. Todavia, para fazer a dualidade dessas medidas compensatórias, era preciso incluir essa parcela da população que estava apartada da sociedade, mas à medida que uns vão sendo incluídos, outros vão sendo excluídos; então a inclusão é um discurso que vai tentar diminuir a exclusão, especialmente a exclusão social com o capitalismo neoliberal após a década de 70. Analisando a questão do discurso da inclusão digital, vemos que este começa a chegar no país principalmente por causa da falta do direito a comunicação, direito esse que permite o acesso as informações por meio dos dispositivos tecnológicos e também do acesso à internet, uma internet que não seja limitada com pacote de dados. Ademais, ao analisarmos a situação do Brasil com relação a inclusão e a exclusão digital, vemos que na disparidade tecnológica, ele tem alguns “apagões”, isso se dá porque o progresso tecnológico nunca chegou aos lugares que não gera lucro, então essas rejeições aos direitos a comunicação, vai ser ampliada e com isso vão surgindo os projetos e os programas para que a inclusão digital chegue até essas pessoas. É preciso ressaltar a importância da acessibilidade para todos, pois a internet ainda é um recurso que exclui uma grande parcela da população, fazendo com que a inclusão digital não seja para todos. Por outro lado, também é preciso enfatizar que a inclusão digital foi um movimento sociopolítico desencadeador de pesquisas, e contou com o programa chamado sociedade da informação, que foi desenvolvido em vários países, com a finalidade de desenvolver diretrizes para criar políticas públicas e conseguir levar as tecnologias digitais em rede para as regiões mais afastadas. Um marco importante nesse período foi a criação do livro verde, que construiu uma ponte entre a educação e a alfabetização digital, que apesar de necessária, a princípio, só favorecia uma pequena parte da população, os que eram ricos. Diante desse cenário, surgiram várias discussões a respeito desse livro, que favoreceram para a criação de programas que visavam levar a inclusão digital a todos. Após todo esse processo, o governo finalmente começa a desenvolver políticas públicas para estruturar a inclusão digital, aumentando a quantidade de pesquisas, estudos e relatórios a respeito dessa temática. Para ter um aprofundamento mais proveitoso, é interessante ler os seguintes livros: Emancipação Digital, Inclusão Digital e Letramento Digital. Outra informação importante que nos foi dada durante a aula, foi a de que a internet só pode nos oferecer 20% dela, mesmo que paguemos para receber mais e isso é um absurdo, pois mesmo que seja assegurado em lei, não nos dá corretamente algo que pagamos para ter. Dentre as várias questões que foram abordadas na aula, uma das que me chamou atenção, foi o fato de, na pandemia, o uso de outros eletrônicos ter aumentado, fazendo com que as pessoas conhecessem melhor outros aparelhos além do celular e outras plataformas, abrindo assim, mais possibilidades de caminhar para a era tecnológica educacional com mais propriedade e sabedoria. Mas não nos deixemos enganar, para que isso aconteça, é preciso criar mais políticas públicas que visem o acesso de qualidade as redes, inclusão e condições apropriadas de ensino.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 22:06:22 UTC</pubDate>
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         <title>Culturas digitais</title>
         <author>rafacruz</author>
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         <description><![CDATA[<div>[...] as formas de usos e apropriações dos espaços virtuais feitos pelos sujeitos culturais.  (LUCENA,2016)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 22:13:08 UTC</pubDate>
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         <title>Livro-verde</title>
         <author>rafacruz</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 22:19:39 UTC</pubDate>
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         <title>Inclusão digital</title>
         <author>rafacruz</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Um processo multifacetado, uma vez que mantém relações, entre outras, com a ordem política, econômica, cultural e educacional." (SAMPAIO, 2011)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 22:23:35 UTC</pubDate>
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         <title>Formação</title>
         <author>rafacruz</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Não é apenas para ensinar as pessoas a usar computador, mas sim para que estas façam um uso crítico dessas tecnologias, sobretudo, para compreender as informações da maneira correta." (SAMPAIO, 2022)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 22:28:28 UTC</pubDate>
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         <title>Inclusão digital </title>
         <author>rafacruz</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Inclusão não é só o acesso, este é uma premissa, mas não é o que define, pois para falar de inclusão digital, é também necessário&nbsp;que se tenha o conhecimento crítico do que acessar e de como produzir informações." (LUCENA, 2022)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 22:32:44 UTC</pubDate>
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         <title>Discentes: Rafaela Cruz e Natália Carvalho. Aprendendo sobre software livre, abertos e gratuitos. (25/02/2022)</title>
         <author>rafacruz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta aula vimos que o software é tão importante em um aparelho que sem ele o aparelho não funciona, torna-se apenas sucata. Antigamente, as máquinas só funcionavam com um software especifico, isto é, a máquina era construída com aquele soft especifico, não podia pegá-lo e colocá-lo em outro aparelho, pois não funcionava. Mas isso foi se aperfeiçoando e hoje em dia, o software já pode ser escolhido. Para desenvolve-lo é preciso primeiramente ter um projeto, um objetivo, uma linguagem de programação e equipe de desenvolvedores. com a equipe de programadores e o projeto, é feito o software. Cada tarefa que vamos executar nós precisamos de um soft, o que podemos dizer que é um aplicativo específico. Por exemplo, cada aplicativo desse tem sua função ou até mesmo múltiplas funções. Mesmo por trás desse software, tem uma série de mini softwares que vão comandando esse conjunto de sistemas que são gerenciados pelo sistema operacional. Para executar qualquer ação no computador, é necessário ter um sistema operacional instalado e dentro desse sistema é preciso ter aplicativos específicos para realizar tais funções. Todos esses aplicativos são gerenciados por um sistema "mãe" que é como se fosse o cérebro do computador. Dentro desse sistema, temos duas opções: O Livre, como o Kurumin, e o Proprietário, como o Windows e o IOS; ambos têm várias distribuições. Os aplicativos proprietários rodam em soft livre, mas um documento ODT de soft livre não vai abrir no word (que é um app de soft proprietário), porque tem um bloqueio do sistema operacional que permite que só rode coisas do soft proprietário. Interessante, né? Mais uma diferença entre o software livre e o proprietário é que o código fonte (que é a chave para decifrar a tecnologia) do Livre, é livre para que as pessoas possam estudar, modificar, analisar e distribuir,&nbsp; então nós temos um conjunto de códigos por trás desse código fonte para decifrar tudo aquilo que nós executamos na máquina e esse conjunto de códigos é chamado de código binal. Dessa forma, Para que o código fonte seja aberto é necessário ser licenciado, então mesmo que seja livre para as pessoas, ele tem regras; e essa licença é chamada de GPL. Entretanto, ao contrário do que muitos podem pensar, o soft livre não é gratuito, pois ele é cobrado pelo trabalho da pessoa que desenvolveu o software e essa cobrança só é paga uma vez, mas a distribuição dele não é paga, ao contrário do soft proprietário. Ademais, é preciso entender e procurar sobre ambas possibilidades de soft, principalmente sobre o software livre, pois esse assunto é cobrado em questões de concursos, já que existe um projeto de lei para que essas questões sejam implementadas nos concursos. Além disso, também achamos importante explicitar a diferença entre software e hardware, que não são iguais, mas muitas pessoas confundem. Inicialmente, podemos definir os softwares como programas compostos por uma linguagem de programação. Ou seja, ele é a parte lógica do computador. Enquanto o Hardware é um conjunto de equipamentos/peças de um determinado dispositivo tecnológico. Ou seja, é como se ele fosse a arquitetura dos computadores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 17:58:27 UTC</pubDate>
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         <title>Discentes: Rafaela Cruz e Natália Carvalho. Temática: Ensino remoto e ensino híbrido (04/03/2022)</title>
         <author>rafacruz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Iniciamos a aula com uma nuvem onde colocávamos nossos sentimentos a respeito do Ensino Remoto Emergencial. E ao mesmo tempo que tiveram palavras como: ansiedade, depressão e medo, tiveram palavras como: curiosidade, possibilidades, segurança e isso nos chamou atenção, pois realmente tivemos esses sentimentos. Lidar com esse meio tecnológico para estudar foi um desafio, mas nós acreditamos que demos um grande passo para introduzir esse tipo de ensino cada vez mais em nossas vidas. Afinal, se tivéssemos o acesso adequado e igualdade para todos (que de fato não temos, principalmente depois dessa pandemia), seria um grande marco. Além disso, percebemos também a importância que o presencial tem em nossas vidas. Mas é indiscutível que esses dois modos de ensino unidos podem fazer a educação ser melhor se contemplar a todos sem perder o vínculo educacional. Um fato interessante é que muita gente confunde os tipos de ensino, então é de suma importância explicitar essa questão aqui para cessar dúvidas. Assim sendo, vamos iniciar falando sobre o ensino a distância, famoso EAD, que ficou mais conhecido durante a pandemia. Essa educação é regulamentada pelo MEC, no entanto, não pode ser ministrada por todos os cursos devido a regulamentação. É a educação ideal para quem quer facilitar a vida, pois não precisa se deslocar até a instituição.&nbsp;Mas a desvantagem desse ensino é a pouca interação das pessoas, turmas lotadas, etc. Já a educação online, foca em diversos conceitos e busca formas de interatividade, colaboração e hipertexto, o que, diferente da modalidade EAD, faz com que as pessoas tenham uma interação melhor e construam mais conhecimento. Partindo para o ensino híbrido, é basicamente uma mistura do online e do presencial na qual os professores planejam suas aulas para executar tanto no online quanto no presencial. A vantagem dessa modalidade é a possibilidade do contato presencial, e de aulas mais dinâmicas, que consequentemente, proporcionam um conhecimento mais aprofundado. Além desses, também temos o ensino remoto emergencial, que é ministrado através de plataformas digitais. No entanto, esse ensino não está mais presente na LDB. Analisando esse ensino, podemos compreender que apesar de ter feito uma ponte entre os estudantes e a educação nesse período pandemico, ele nos mostrou a importância do presencial e como a acessibilidade às tecnologias digitais ainda é um processo com pouco investimento, pois não contempla toda a população. Mas é válido explicitar também que estamos caminhando para a era tecnológica, que exige profissionais que compreendam e tenham propriedades sobre as plataformas para ensinar os alunos de maneira mais dinâmica, pois muitas vezes as aulas eram cansativas, o que prejudicava no desenvolvimento da aprendizagem. Mas é importante conhecermos essas modalidades de ensino, pois elas foram e estão sendo um processo de adaptação crucial para o futuro da educação. Utilizar as tecnologias e plataformas digitais nunca foi algo negativo, é algo necessário, que precisa de mais investimento e formação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 02:31:13 UTC</pubDate>
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         <title>Discentes: Rafaela Cruz e Natália Carvalho. Aprendendo sobre recursos educacionais abertos (REA): conceito e produção. (11/03/2022)</title>
         <author>rafacruz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os recursos educacionais abertos surgiram a partir do esforço de um corpo social Internacional, que tinha como objetivo produzir e compartilhar materiais digitais de forma livre e aberta, como um recurso educacional de aprendizagem e pesquisa para educadores e estudantes. A criação, desenvolvimento e a propagação dos REA dependeu de várias tecnologias, principalmente da internet. Esses Recursos Educacionais Abertos ou REA como também são chamados, são materiais de ensino, objetos de aprendizagem e de pesquisa, perante domínio público ou licenciados de modo aberto, seja em suporte ou mídia. Aqui estão incluídos cursos completos, partes de cursos (que são bens discretos), livros didáticos, vídeos, softwares, pesquisas e etc. Também são bens culturais variados, onde conferem-se licenças flexíveis abertas, como por exemplo o Creative Commons onde são concedidas a sua utilização, alteração e compartilhamento para fins específicos. É importante mencionar que os recursos educacionais abertos também são materiais didáticos, desde que estejam licenciados com licenciamento aberto e que desde o início seja especificado se o recurso está livre para alteração e compartilhamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-19 17:56:31 UTC</pubDate>
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         <title>REA vantajoso</title>
         <author>rafacruz</author>
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         <description><![CDATA[<div>é importante sabermos as vantagens de utilizarmos os REA. então aqui vão algumas vantagens que vocês terão ao usar os REA.&nbsp;<br>1. Adequação do conteúdo de acordo com a sua realidade.<br>2. Compartilhamento daquilo que é produzido com outros educadores.<br>3. Disponibilização do material para usuários da web.<br>4. Adaptação dos materiais de acordo com o nível de aprendizagem dos alunos.<br>5. Inclusão de conteúdos relevantes aos alunos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-21 02:24:27 UTC</pubDate>
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