<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Impactos Ambientais by Maria Isabel Araujo de Brito Morel</title>
      <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge</link>
      <description>Pesquisa dos alunos do Aprender V, sobre os impactos ambientais e suas consequências. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-24 13:15:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-24 12:13:12 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f4ac.png</url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>isabelaraujo3</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3322767503</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em><sup>Primeiro mês de 2025 foi o janeiro mais quente da história</sup></em></strong></p><p><br/></p><p><sub>Especialistas esperavam que com La Niña, que resfria os oceanos, a temperatura fosse diminuir e frear o recorde que vem sendo quebrado há 18 meses. Isso não aconteceu e a crescente alta das temperaturas é um alerta para as mudanças climáticas.</sub></p><p><strong><sub>Os pesquisadores estão preocupados de que este ano o mundo atinja um novo recorde.</sub></strong></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2025/02/06/primeiro-mes-de-2025-foi-o-janeiro-mais-quente-da-historia.ghtml">Link: https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2025/02/06/primeiro-mes-de-2025-foi-o-janeiro-mais-quente-da-historia.ghtml</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1379172047/6c6462f8883b5d983edc2a36bc0d8fd9/image.png" />
         <pubDate>2025-02-10 15:40:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3322767503</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>davivasconcellos</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3323323954</link>
         <description><![CDATA[<p>Não há dúvida que esses eventos extremos são associados à mudança do clima, afirma cientista </p><p>Oaumento da intensidade e da frequência de eventos extremos são apontados como consequências da mudança do clima, que é provocada pela ação humana pela emissão de gases de efeito estufa (GEE). As projeções mais recentes do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) também apontam enchentes compostas e precipitações intensas causadas por múltiplas condições climáticas, atribuídas à influência humana.</p><p><br/></p><p>Na avaliação do físico e professor da Universidade de São Paulo (USP), Paulo Artaxo, o trágico episódio de chuvas torrenciais concentradas sobre o Rio Grande do Sul nos últimos dias pode ser considerado a materialização do aumento da frequência e da intensidade de eventos extremos previstos pelo IPCC. “Não há dúvida que esse aumento de enchentes, essas chuvas muito torrenciais, são definitivamente associadas com as mudanças climáticas e a aceleração dessas mudanças no nosso planeta inteiro”, afirma o cientista, que é um dos mais expoentes pesquisadores brasileiros sobre o tema. “O aumento da intensidade e da frequência de eventos climáticos extremos está ocorrendo no mundo todo. Não é somente no Rio Grande do Sul. Em São Paulo, com essa onda de calor que já dura duas semanas completamente atípica para o mês de abril e maio. Chuvas torrenciais - têm sido registradas - em vários locais do planeta”, complementa Artaxo.</p><p><br/></p><p>De acordo com recentes estudos de atribuição do World Weather Attribution, que são elaborados por uma rede internacional de cientistas, a mudança do clima foi o principal fator que potencializou a ocorrência de eventos extremos de chuvas. Entre os episódios analisados neste ano estão as ocorrências em Omã e Emirados Árabes Unidos, Filipinas e Irlanda. No extremo oposto, a mudança do clima também foi o principal fator da seca histórica na Amazônia em 2023, que atingiu nível excepcional.</p><p><br/></p><p>Aumento da intensidade - No Relatório Síntese de 2023 do IPCC, há projeção de aumento de episódios de precipitação intensa para a região sudeste da América do Sul e no Relatório A Base Científica de 2021 está indicada a relação entre o aumento da temperatura média global e a projeção de frequência e intensidade de eventos extremos.</p><p><br/></p><p>Imagem IPCC</p><p>Imagem IPCC</p><p>Eventos de precipitação intensa no continente, por exemplo, que entre 1850 e 1900 ocorriam uma vez a cada dez anos, com o aumento de 1oC podem aumentar a ocorrência em 1,3 vezes em uma década e a intensidade em 6,7%. Se o nível de aquecimento atingir 1,5oC, provavelmente podem ocorrer a 1,5 vezes com intensidade 10,5% maior.</p><p><br/></p><p>De acordo com o Relatório do Estado do Clima Global, publicado em março deste ano pela Organização Meteorológica Mundial (WMO), a temperatura média global em 2023 ficou 1,45°C mais quente, comparada aos níveis pré-industriais, e muito próxima do limite de 1,5oC.  No ano passado, o planeta quebrou todos os recordes dos indicadores climáticos, com oceanos mais aquecidos.  Os dados apontam para a necessidade de ação imediata, profunda e consistente de redução de emissões de GEE e de implementação de medidas de adaptação à mudança do clima.</p><p><br/></p><p>Acesse aqui o Relatório Síntese do IPCC 2023 e aqui o Relatório Mudança do Clima – A</p><p>Base Científica, ambos traduzidos para o português.</p><p><br/></p><p>Categoria</p><p>Tência e Tecnologia </p><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Gov.br">Gov.br</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3389083157/c60641f6c587d3ed87131284cc1a6dcf/1000000327.jpg" />
         <pubDate>2025-02-10 23:58:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3323323954</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>arthurcastro14</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3323448033</link>
         <description><![CDATA[<p>Furacão Milton provoca enchentes, tornados e destruição ao cruzar a Flórida, nos EUA.    A tempestade atingiu o país horas antes do previsto, ainda na noite de quarta-feira (9), com ventos de até 200 km/h ele  inundou cidades, destruiu casas e provocou até outro fenômeno extremo nos Estados Unidos: os tornados. Autoridades registraram, até agora, onze mortes .A equipe do Jornal Nacional na Flórida acompanhou a passagem da tempestade. Autoridades registraram, até agora, onze mortes. ainda não tinha chegado ao território americano, mas a chuva e os ventos fortes já eram sentidos em quase toda a Flórida, de oeste a leste do estado.                                                                                                                          tempestade atingiu o país horas antes do previsto, ainda na noite de quarta-feira (9), com ventos de até 200 km/h. Por volta de 20h30, o furacão Milton tocou o solo dos Estados Unidos na região de Sarasota, na costa oeste da Flórida, e depois seguiu em direção a Orlando. Uma hora depois, mais de 2 milhões de pessoas estavam sem energia elétrica.             Olha só a ventania que está aqui. Nesse momento, se eu tentar deitar, eu quase não caio. Está muito forte. Umas rajadas fortíssimas e ainda não chegou aqui a tempestade”, contou a correspondente Raquel Krähenbühl.        <mark>Fonte:g1</mark> </p>]]></description>
         <enclosure url="https://live.staticflickr.com/7354/27042386400_6188775a31_b.jpg" />
         <pubDate>2025-02-11 02:13:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3323448033</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>annamachado11</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324004935</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Região enfrenta temporada seca, temperaturas acima da média e ventos intensos que fizeram com que chamas tomassem dimensões históricas</strong>.</p><p><strong>Uma série de incêndios estão ocorrendo simultaneamente na cidade de Los Angeles, na costa oeste dos Estados Unidos.</strong></p><p><br></p><p><strong>Segundo autoridades locais, os incêndios causaram a morte de 16 pessoas e dezenas de feridos, além da destruição de mais de 2 mil casas e edifícios.</strong></p><p><br></p><p><strong>Na manhã deste domingo o chefe do Corpo de Bombeiros do Condado de Los Angeles, Anthony C. Marrone, disse que "as condições climáticas críticas e elevadas do incêndio continuarão até quarta-feira" e que os ventos fortes, combinados com a baixa umidade, manterão a ameaça de incêndio no condado de Los Angeles "muito alta".</strong></p><p><br></p><p><strong>As autoridades dizem que pode levar várias semanas para identificar as vítimas, já que os métodos tradicionais, como impressões digitais e identificação visual, podem não ser suficientes devido às condições dos corpos.</strong></p><p><strong>Fonte:https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4glg1k00n0o</strong></p><p><br></p><p><strong>Causa do incêndio: Mais de cem mil pessoas tiveram que deixar suas casas e cinco pessoas morreram em meio às chamas. O país está no inverno e não é comum que incêndios aconteçam nesta época do ano, mas o clima impulsionou as chamas, tornando-as rápidas e mortais.Essa configuração ainda conta com um fator adicional: os ventos de Santa Ana — ventos secos que removem a umidade da vegetação e facilitam o início dos incêndios. De acordo com as autoridades locais, eles chegam a uma velocidade de 160km/h</strong></p><p><br></p><p><strong><em>Segundo especialistas, o incêndio histórico em meio ao inverno é consequência de extremos do clima, provocado pelas mudanças climáticas. Alguns dos fatores são:</em></strong></p><p><strong><em>➡️ A região passa por uma temporada de seca, com chuvas abaixo da média;</em></strong></p><p><strong><em>➡️ Isso, após uma temporada de chuvas entre 2022 e 2023, impulsionou o aumento da vegetação na região, gerando mais material para ser queimado no contexto atual;</em></strong></p><p><strong><em>➡️ Quase todo o sudoeste americano, incluindo a maior parte da Califórnia, tem registrado temperaturas acima da média nos últimos meses.</em></strong></p><p><strong><em>Ainda não se sabe como o fogo começou, mas especialistas explicam que, nessas condições, pequenos focos podem ter transformado o fogo em algo incontrolável. Em Carr, também na Califórnia, em meio à seca, em 2018, o pneu de um trailer estourou, gerando faíscas que resultaram em um incêndio devastador na região.</em></strong></p><p><strong>Fonte:https://g1.globo.com/google/amp/meio-ambiente/noticia/2025/01/09/extremos-do-clima-causaram-incendio-recorde-em-los-angeles-entenda.ghtml</strong></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3391205937/455a7fa75e2d31fcd65be1d8013d8be1/4857ea50_ce88_11ef_a3a8_63524ef58ad1_jpg.webp" />
         <pubDate>2025-02-11 11:28:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324004935</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324008666</link>
         <description><![CDATA[<p>    Aumento da temperatura, redução das chuvas em algumas regiões e intensificação em outras, redução da umidade do ar com surgimento de regiões áridas e intensidade de eventos climáticos extremos.</p><p>    Esses são alguns dos cenários previstos para o Brasil, caso ações para mitigar as mudanças climáticas não sejam adotadas. No rol de seres vivos mais afetados, os animais aparecem na liderança.</p><p>Isso porque a maioria das espécies não dispõe de variabilidade e tempo suficiente para se adaptar aos novos padrões climáticos. Como consequência, especialistas ouvidos pelo Ecoa apontam que muitos animais correm risco de extinção.</p><p>    Segundo os pesquisadores, cada animal pode reagir de uma forma as mudanças do clima. No entanto, espécies mais especializadas, ou seja, que são encontradas apenas em determinada região, tendem a correr mais risco de serem extintas.Espécies com baixa capacidade de dispersão terão maior dificuldade de se adaptarem. </p><p>    Assim, diversos anfíbios, que dependem de condições climáticas específicas e são reconhecidos por ter baixa dispersão estão muito ameaçados.Quando um animal é extinto não é apenas ele que é afetado, mas toda uma cadeia. Assim, a extinção de um animal, pode levar consigo a extinção de vários outros."A extinção de uma espécie de animal também empobrece as funções ecológicas que ocorrem no ecossistema, algumas inclusive que trazem benefícios para os seres humanos, como polinização e controle de pragas.</p><p>    Especialistas são unânimes em afirmar que para mitigar as mudanças climáticas, que já estão acontecendo, antes é necessário que as pessoas entendam o seu papel na preservação ambiental.</p><p>    É preciso, primeiro, admitir e agir de forma objetiva para que o aumento da temperatura que já é irreversível, não exceda o limite de poucos graus. Isso ainda não está realmente garantido e muitos governos se comportam como se esse problema não existisse.</p><p><br></p><p>LINK:https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2024/04/04/boto-vermelho-tamandua-e-outros-podem-ser-extintos-com-mudancas-climatica.htm#:~:text=Um%20estudo%20de%202022%20mostrou,aos%20efeitos%20da%20mudan%C3%A7a%20clim%C3%A1tica.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3391253422/f23c18f0cd63224bf8c2a83ba5dbe3fd/ariranha_1711993061696_v2_1920x1281_jpg.webp" />
         <pubDate>2025-02-11 11:32:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324008666</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324070887</link>
         <description><![CDATA[<p>Especialistas avaliam o impacto dos incêndios para o meio ambiente.</p><p>   Nos 8 primeiros meses de 2024, o fogo destruiu uma área equivalente a 10 milhões de campos oficiais de futebol - 70% era mata nativa.</p><p>   Em boa parte do Brasil, a luta contra o fogo continua e a contabilização dos prejuízos também. Quase metade dessas queimadas aconteceu no mês de agosto.</p><p>Ameaçado de extinção, segundo o Ministério do Meio Ambiente, o Pantanal teve mais de 1,2 milhão hectares consumidos pelos incêndios. Segundo dados do Map Biomas, a região Amazônica foi a que mais sofreu: perdeu 5,4 milhões de hectares para os incêndios que aconteceram principalmente em Mato Grosso, Roraima e Pará. A natureza levou milhares de anos para formar os biomas, as matas nativas que queimaram e ainda estão queimando no Brasil. Trazer de volta o verde para as áreas devastadas será um desafio gigantesco e vital também.</p><p>Segundo o presidente do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ibama/">Ibama</a>, além de 3,7 mil brigadistas, há 700 fiscais que estão trabalhando em investigações para localizar e punir culpados por incêndios criminosos. Ele lembra que o uso do fogo está proibido no país; disse que as áreas queimadas deverão ser protegidas.</p><p><br></p><p>Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2024/09/13/especialistas-avaliam-o-impacto-dos-incendios-para-o-meio-ambiente.ghtml">https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2024/09/13/especialistas-avaliam-o-impacto-dos-incendios-para-o-meio-ambiente.ghtml</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3391399010/bfa51ead4bd46cbc79544b16ef651e67/trabalho_queimada.jpg" />
         <pubDate>2025-02-11 12:30:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324070887</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324160190</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tragédia no Rio Grande do Sul: é preciso apontar as causas e responsáveis</strong></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>A tragédia no Rio Grande do Sul com as enchentes e alagamentos atingiu 2,3 milhões de pessoas. A cada 10 gaúchos, dois sofrem com o impacto das chuvas. Milhares tiveram suas casas, móveis, eletrodomésticos, livros e memórias destruídos. Morreram 157 pessoas e 88 ainda estão desaparecidas. As cidades atingidas chegaram a 463 (93% do total). Cerca de 180 mil pontos estavam na época sem energia elétrica.</p><p><strong>Isso aconteceu por causa dos desmatamentos ,do agronegócio  e a falta de fiscalização. </strong></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.brasildefato.com.br/2024/05/23/tragedia-no-rio-grande-do-sul-e-preciso-apontar-as-causas-e-responsaveis#:~:text=A%20trag%C3%A9dia%20no%20Rio%20Grande,e%2088%20ainda%20est%C3%A3o%20desaparecidas">https://www.brasildefato.com.br/2024/05/23/tragedia-no-rio-grande-do-sul-e-preciso-apontar-as-causas-e-responsaveis#:~:text=A%20tragédia%20no%20Rio%20Grande,e%2088%20ainda%20estão%20desaparecidas</a></p><p><br></p><p>Link da foto : <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2024-05/desastre-no-rio-grande-do-sul-ja-impactou-mais-de-870-mil-pessoas">https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/geral/audio/2024-05/desastre-no-rio-grande-do-sul-ja-impactou-mais-de-870-mil-pessoas</a></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3391677890/50ed7bdc67a43b38dc1836097f6fe535/IMG_0285.png" />
         <pubDate>2025-02-11 13:38:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324160190</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>danielporto5</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324166629</link>
         <description><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) emitiu um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2024/08/27/chefe-da-onu-emite-alerta-pela-rapida-elevacao-do-oceano-pacifico-catastrofe-em-escala-mundial-diz.ghtml">alerta específico nesta terça-feira (27) para o Oceano Pacífico</a>. O secretário-geral da ONU, António Guterres, divulgou um relatório - baseado em medições - que indica que o mar, em algumas localidades do Pacífico, subiu <strong>15 centímetros nos últimos 30 anos</strong>.</p><p>O Brasil não é apontado especificamente neste relatório que trata das medições recentes, mas <strong>duas cidades do RJ</strong> foram lembradas em um outro documento da ONU que reuniu<strong> estimativas e análises</strong> diversas sobre o<strong> impacto do aumento do nível dos mares</strong>.</p><p>As cidades brasileiras aparecem listadas no documento divulgado na segunda-feira (26) com o título: "Surging Seas in a warming world: The latest science on present-day impacts and future projections of sea-level rise" (<em>Mares em elevação em um mundo em aquecimento: a ciência mais recente sobre os impactos atuais e as projeções futuras da elevação do nível do mar</em>, em tradução livre).</p><p>Reproduzindo uma estimativa da Nasa, a agência espacial norte-americana, feita com dados de até 2020, o documento cita <strong>duas localidades no Rio de Janeiro </strong>— o distrito de Atafona, em São João da Barra, e a cidade do Rio de Janeiro. Nelas,<strong> a estimativa é de que o nível do mar pode subir de 12 cm a 21 cm até 2050</strong>.</p><p>As <strong>previsões foram feitas com base em um cenário de aquecimento global de 3°C até o final do século</strong>. Atualmente, autoridades e especialistas ainda buscam limitar o aquecimento a 1,5ºC, conforme as metas definidas pelo <strong>Acordo de Paris</strong>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2023/11/20/onu-metas-do-acordo-de-paris-ja-sao-insuficientes-para-evitar-aquecimento-critico-de-15c.ghtml">embora a própria ONU já admita que as metas assumidas em 2015 já sejam insuficientes para limitar o aumento da temperatura neste patamar</a>.</p><p>A lista de cidades citada pela ONU traz uma amostra do impacto pontual em alguns países. Ela cita New Orleans, nos EUA, como a que teria risco de sofrer os maiores impactos: estimativa é de até 46 cm de elevação do mar até 2050, segundo a estimativa da Nasa.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2024/08/27/mar-pode-21-cm-cidades-do-rj-ate-2050.ghtml">https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2024/08/27/mar-pode-21-cm-cidades-do-rj-ate-2050.ghtml</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2024/08/27/mar-pode-21-cm-cidades-do-rj-ate-2050.ghtml" />
         <pubDate>2025-02-11 13:43:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324166629</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324181821</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Mariana da Silva Crespo </p><p><br/></p><p><strong>Recife sofre com chuvas “sem precedentes” em fevereiro, diz secretário </strong></p><p>Alexandre Rebêlo, secretário de Ordem Pública e Segurança do Recife, relatou em entrevista à CNN que o volume de precipitação registrado é sem precedentes para o mês de fevereiro.</p><p>Segundo Rebêlo, “em três horas choveu mais do que tudo que era esperado para o mês inteiro”.</p><p>Este volume extraordinário, combinado com a maré alta, resultou em mais de 400 pontos de alagamento pela cidade, causando transtornos significativos à população.</p><p>As consequências das chuvas foram severas, incluindo a interdição de túneis, queda de árvores e falhas em semáforos.</p><p>A prefeitura ativou um centro de operações que funciona 24 horas para gerenciar a crise, elevando o alerta da cidade ao nível máximo.</p><p>Cinco mortes foram confirmadas na região metropolitana, incluindo um incidente onde mãe e filha faleceram devido ao deslizamento de uma barreira.</p><p>A <strong>Defesa Civil</strong> tem trabalhado para alertar a população sobre os riscos, especialmente em áreas vulneráveis.</p><p>A prefeitura mobilizou 10 abrigos, com capacidade para cerca de 500 pessoas, embora atualmente apenas 90 estejam utilizando esses espaços.</p><p>Rebêlo ressaltou que a maioria dos desabrigados são moradores de áreas ribeirinhas, afetados pela elevação do nível dos rios e mangues.</p><p>O secretário atribuiu a situação excepcional às mudanças climáticas globais, destacando que este tipo de evento climático extremo tem se tornado mais frequente em diversas cidades brasileiras.Apesar dos desafios, a partir da tarde desta quinta-feira (6), espera-se uma melhora nas condições climáticas, com a cidade gradualmente retornando à normalidade.</p><p>As autoridades continuam monitorando a situação e trabalhando na recuperação das áreas afetadas, enquanto reforçam a importância da população permanecer atenta aos alertas e orientações oficiais.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/recife-sofre-com-chuvas-sem-precedentes-em-fevereiro/">https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/recife-sofre-com-chuvas-sem-precedentes-em-fevereiro/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/recife-sofre-com-chuvas-sem-precedentes-em-fevereiro/" />
         <pubDate>2025-02-11 13:52:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324181821</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324895654</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>3. Seca severa e mudanças climáticas</strong></p><p>De acordo com Matt McGrath, correspondente ambiental da BBC, uma das razões por trás da ferocidade dos incêndios de Los Angeles está relacionada ao que os cientistas chamam de "chicote climático".</p><p>"Embora os fortes ventos de Santa Ana sejam o principal componente dos incêndios, as condições extremamente secas tornaram a vegetação local muito vulnerável à ignição", disse McGrath.</p><p>Ele cita um estudo da Universidade da Califórnia que afirma que o aquecimento global tem causado flutuações nas condições climáticas nesta região, resultando no aumento da intensidade dos incêndios florestais.</p><p>O estudo observa que isso está ligado a episódios cada vez mais frequentes de "chicote climático", em que há uma mudança repentina entre condições extremamente úmidas e extremamente secas.</p><p>Então, depois de décadas de seca na Califórnia, tivemos alguns anos de chuvas extremamente fortes e, depois, tivemos condições muito secas novamente nos últimos meses.</p><p>Isso fez com que a vegetação crescesse rapidamente em anos chuvosos, mas agora essa vegetação abundante está seca e mais propensa a queimadas.</p><p>Os autores afirmam que as mudanças climáticas aumentaram essas condições de "chicote" globalmente em 31% a 66% desde meados do século 20.</p><p>"Com o aquecimento do planeta, isso significa que a taxa de aumento do efeito chicote está acelerando em muitas regiões do mundo, não apenas na Califórnia", acrescentam.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4glg1k00n0o" />
         <pubDate>2025-02-11 22:57:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324895654</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324957220</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Derretimento acelerado das geleiras assusta cientistas</strong></p><p><sup><sub>O derretimento das geleiras de Juneau, no Alasca, está ocorre em um ritmo acelerado e preocupante, devido ao aquecimento global.</sub></sup></p><p>Recentes descobertas científicas revelam que as geleiras do Campo de Gelo de Juneau, localizado no sudeste do Alasca, Estados Unidos, estão diminuindo em um ritmo muito mais rápido do que antes previsto. Esse fenômeno, impulsionado pelas mudanças climáticas globais, suscita preocupações significativas sobre as consequências ambientais e sociais em escala global.</p><p>Um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, trouxe à luz que desde 2010, a perda de volume dessas massas de gelo tem sido substancial, indicando um declínio preocupante e possivelmente irreversível deste importante recurso natural.</p><p><strong>O que diz o novo estudo sobre as geleiras de Juneau?</strong></p><p>Publicado na renomada revista Nature Communications, o estudo liderado pela professora Bethan Davies revela que entre 2010 e 2020, o campo de gelo teve uma taxa de diminuição duas vezes maior do que a observada no período de 1979 a 2010. Este alarmante ritmo de degradação sugere que a manutenção dessas geleiras poderá ser inviável a longo prazo se as condições atuais persistirem.</p><p><strong>Quais são as principais causas do derretimento das geleiras?</strong></p><p>O aquecimento global, impulsionado pelas emissões de gases de efeito estufa oriundas dos combustíveis fósseis e do desmatamento, é o principal responsável pela rápida perda de gelo no Campo de Gelo de Juneau. A professora Davies aponta que o efeito combinado do aumento das temperaturas e da diminuição da precipitação de neve na região acelera o derretimento, colocando toda a área sob risco</p><p><strong>Implicações do degelo para o futuro</strong></p><p>À medida que os campos de gelo continuam a diminuir, aumentam também as ameaças ao nível do mar global. A elevação dos oceanos pode resultar em inundações de cidades costeiras e deslocamento de comunidades, impactando milhões de pessoas em todo o mundo. Além disso, a perda de geleiras afeta a biodiversidade, os ciclos de água e diversos outros aspectos ambientais cruciais.</p><p><strong>Elevação do Nível do Mar</strong>: Cidades como Nova York, Rio de Janeiro e Xangai poderiam enfrentar eventos extremos de inundação.</p><p><strong>Impactos na Biodiversidade</strong>: Espécies dependentes de habitats de gelo, como o urso polar, estão em risco de extinção.</p><p><strong>Mudanças nos Padrões Climáticos</strong>: A distribuição irregular de água doce pode alterar climas regionais, afetando a agricultura e a disponibilidade de água potável.</p><p>Os resultados desta investigação ressaltam a importância de ações imediatas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e desenvolver estratégias eficazes de adaptação às mudanças climáticas. Somente assim, poderemos esperar mitigar os efeitos devastadores do aquecimento global sobre o Campo de Gelo de Juneau e outros valiosos ecossistemas polares.</p><p>Fonte:</p><p>https://oantagonista.com.br/mundo/derretimento-acelerado-das-geleiras-assusta-cientistas/#:~:text=Quais</p>]]></description>
         <enclosure url="https://planaltoempauta.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-93.jpeg" />
         <pubDate>2025-02-12 00:19:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3324957220</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mariasilveira46</author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3325692834</link>
         <description><![CDATA[<p>oitava tempestade nomeada, o quinto furacão e o segundo grande furacão da temporada de furacões do Atlântico de 2024, o Helene se desenvolveu em 22 de setembro a partir de uma ampla área de baixa pressão no Mar do Caribe Ocidental.[3] Em 24 de setembro, o fenômeno se consolidou o suficiente para se tornar uma tempestade tropical ao se aproximar da Península de Iucatã, recebendo o nome de Helene, do Centro Nacional de Furacões.</p><p>As áreas mais afetadas foram Illinois,indiana e Ohio.</p><p>Deixaram 200 pessoas mortas.Foi causado 9,6 bilhões nas áreas afetadas..</p><p>Fonte:Wikipédia</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://elvis.padletcdn.com/1/fetch/e_in/cdn2.picryl.com/photo/2011/07/31/hurricane-helene-natural-hazards-90d44b-1024.jpg" />
         <pubDate>2025-02-12 12:06:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3325692834</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3325787266</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>ararinha</strong>-<strong>azul</strong> foi descoberta em 1819 e sofreu gradual processo de <strong>extinção</strong> na natureza, devido a fatores como a destruição do ambiente e a captura para o comércio ilegal de animais silvestres. Em 1986, a última população selvagem conhecida tinha apenas três indivíduos.É uma <strong>espécie endêmica do nordeste brasileiro</strong>, ou seja, somente encontrada nessa região. É considerada extinta na natureza. Há poucos animais em cativeiro mas como os hábitos não são os mesmos do animal no ambiente natural, os cientistas consideram que a espécie pode desaparecer completamente em pouco tempo.  A ararinha-azul (<em>Cyanopsitta spixii</em>) é uma espécie que pertence ao grupo dos psitacídeos, mesmo grupo de papagaios e periquitos. &nbsp;Essa espécie distingue-se da arara-azul pelo seu tamanho, ela possui aproximadamente 57 cm, enquanto a arara-azul chega a até 1 metro. Apresenta corpo azul, cabeça azul-acinzentada, íris amarela e bico negro. Esse animal alimenta-se de frutos e algumas sementes. Sua reprodução ocorre no período chuvoso. Habitava o ambiente da caatinga, principalmente na região do vale do Rio São Francisco, onde foi avistada voando pela última vez em 2000.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://images.pexels.com/photos/3282583/pexels-photo-3282583.jpeg" />
         <pubDate>2025-02-12 13:28:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3325787266</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3328241878</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Mudanças climáticas deixam em risco ursos polares em região do Canadá ao estender período sem gelo</strong></p><p><br/></p><p>As alterações climáticas aumentaram drasticamente o número de dias em que o gelo do mar Ártico fica fino demais para que os ursos polares possam caçar focas, sendo obrigados a passar períodos mais longos em terra sem a sua principal fonte de alimento. Com isso, os icônicos — e agora ameaçados — ursos polares da Baía de Hudson, no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/pais/canada"><strong>Canadá</strong></a>, podem desaparecer, aponta o estudo de um grupo internacional de cientistas publicado na revista Communications Earth and Environment, na quarta-feira.</p><p>De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), as temperaturas globais já são 1,2ºC mais altas do que na era pré-industrial de 1850-1900 e o mundo está caminhando para 2,9ºC de aquecimento até 2100. A situação prolongou os períodos sem gelo no Ártico, que está aquecendo rapidamente, afetando diretamente os ursos polares, que precisam de uma plataforma firme para atravessar os mares e caçar focas.</p><p>Link:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oglobo.globo.com/mundo/clima-e-ciencia/noticia/2024/06/13/mudancas-climaticas-estendem-periodo-sem-gelo-na-baia-de-hudson-no-canada-e-ursos-polares-correm-risco-de-desaparecer.ghtml">https://oglobo.globo.com/mundo/clima-e-ciencia/noticia/2024/06/13/mudancas-climaticas-estendem-periodo-sem-gelo-na-baia-de-hudson-no-canada-e-ursos-polares-correm-risco-de-desaparecer.ghtml</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3405187695/30986b75f2171226f2d81bd9743946f4/Captura_de_Tela_2025_02_13_a_s_22_53_28.png" />
         <pubDate>2025-02-14 01:58:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabelaraujo3/exvkpucqi2oh55ge/wish/3328241878</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
